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08/17

Feliz Dia dos Pais.

Nenhum texto alternativo automático disponível.


De repente, uma saudade grande acompanhada de uma enorme vontade de acessar o blog e ver as postagens do dia… faz falta !


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08/17
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05/17

Feliz Dia das Mães.

Nenhum texto alternativo automático disponível.


Bom dia,
Sou leitor do seu Blog há anos, e nos ultimos dias não vi atualização. Estou preocupado com você.
Dê noticias!
Abraços
Douglas Sampagode
Editor Chefe do Blog do Sampagode
http://www.luzilandianamidia.com



Há dias acesso o blog sem ver nele atualização. Se estiver doente, estimo melhoras !!! Diga-nos algo. Esse espaço faz parte da minha vida. #sentindofalta

Márcia Gardênia / Teresina-PI



Só agora tomei conhecimento do seu falecimento. Sentirei sua falta. Meus pêsames à família !



So agora tomei conhecimento do seu falecimento. Sentirei sua falta pois durante anos adotei como rotina acompanhar suas postagens. Quando precisar de inspiração vou olhar pro céu e daí você me manda boas ideias. #Saudades muitas
Márcia Gardenia. Teresina-Pi



Fiquei sabendo apenas hoje do falecimento do JJ.
Meus pesames e sentimentos à família. Descanse em paz!



Nem acreditei quando soube, meus sinceros pêsames.
Que Deus abençoe sua alma.



Muito triste com o falecimento do JJ. Inacreditável.
Meus sinceros sentimentos à família. Que Deus o tenha!!!


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05/17

A nova (e muito interessante) paisagem consumista muçulmana.

Em todo o mundo, a população muçulmana é um dos grupos demográficos de crescimento mais rápido. De acordo com nova análise do Pew Research Center, o número de bebês nascidos de famílias muçulmanas começará a superar os nascidos de famílias cristãs em 2030. Entre 2010 e 2015, os nascimentos para as famílias muçulmanas representaram 31% de todos os nascimentos.

Mas o que é o “mercado muçulmano”? À medida que mais marcas despertam para o potencial poder de compra dos muçulmanos em todo o mundo, eles também estão percebendo que para alcançar esse grupo, eles precisarão prestar atenção em categorias de consumidores consideradas “halal” ou “islâmicas” – lembrando que não são os únicos consumidores de rótulos muçulmanos – cuidado!

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Centro Médico Burj Dubai da Emaar Healthcare.

“Para uma empresa de mercado para esta diversidade demográfica baseada apenas na religião não faz qualquer sentido”, Faisal Masood, fundador e presidente do consórcio American Consumer , disse ao Grupo de Inovação. “Quando trabalhamos com empresas e empresas, sempre lhes dizemos: esses produtos devem ser mais universais e devem ter mais valores”.

As marcas já estão conscientes de que os muçulmanos exercem poder de compra considerável. Os muçulmanos gastaram US $ 1,9 trilhão entre os setores em 2015, um número projetado para crescer para US $ 3 trilhões em 2021, de acordo com o Global Islamic State Economy Report, um estudo da Thomson Reuters .

“O que eu vejo é o surgimento de jovens consumidores que são muçulmanos, mas são consumidores mais conscientes que realmente se relacionam com valores e ética”, acrescentou Masood. “Eles querem se relacionar com seus valores padrão, mas ao mesmo tempo, eles são muito conscientes sobre o meio ambiente. Eles são muito conscientes sobre comer saudável. Eles são muito conscientes sobre a paz. Esses tipos de consumidores são basicamente considerados como a próxima saída do mercado muçulmano “.

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Nabiilabee, designer de moda.
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Os países de maioria muçulmana, incluindo a Indonésia, Bangladesh e Paquistão, continuam a desfrutar de um forte crescimento do PIB. “As empresas que estão dispostas a investir neste mercado, e dispostos a olhar para a diversidade e as necessidades deste mercado, eles terão sucesso”, diz Masood.  Porque os números falam por si mesmos.

Moda modesta

De acordo com o relatório da Thomson Reuters, produzido em colaboração com a firma de pesquisa DinarStandard, os consumidores muçulmanos gastam cerca de US $ 243 bilhões em roupas anualmente, o que deverá crescer para US $ 368 bilhões até 2021.

Grandes marcas, no entanto, têm sido lentas para entrar no mercado. “Uma grande oportunidade está sendo perdida por marcas corporativas, mas [o mercado] está sendo tomado pela tempestade por jovens startups muçulmanos”, Shelina Janmohamed, vice-presidente da agência de marca islâmica Ogilvy Noor , disse ao Guardian .

Um importante motor de compras de roupas é “moda modesta”, que inclui roupas que cobrem o corpo de acordo com os princípios islâmicos.

Em fevereiro , Londres realizou sua primeira Semana de Moda Modest , com mais de 40 rótulos. Fevereiro também viu o lançamento do The Modist , uma plataforma que pretende ser a Net-a-Porter de modesta moda. O site está entre os primeiros a explorar estilos de alta moda, quebrando a idéia de que a moda modesta é necessariamente também tradicional no design.

Algumas marcas mainstream tomaram medidas tentativas neste sentido. Em 2015, a H & M publicou seu primeiro anúncio que mostrava uma mulher em um hijab. A Uniqlo também lançou uma linha de lenços em 2016, enquanto o ” Pro Hijab ” da Nike , uma peça funcional destinada a atletas, foi lançado em março de 2017.

Entrar no modesto mercado da moda não é sem riscos. Em 2016, o varejista britânico Marks & Spencer lançou uma linha de “burkinis”, ou modestos trajes de banho, que provocou críticas na imprensa e on-line. No entanto, a linha também vendeu para fora , mostrando que a demanda por esses itens existe, mesmo em países não majoritários muçulmanos.

Beleza halal

Os gastos muçulmanos globais com cosméticos devem chegar a US $ 213 bilhões até 2021, ante US $ 46 bilhões em 2013, de acordo com a Thomson Reuters.

“As grandes populações muçulmanas baseadas na Ásia-Pacífico e o aumento dos rendimentos disponíveis dos consumidores na maioria destes países, como a Malásia, a Indonésia ea Índia, levaram a um elevado crescimento no mercado de cosméticos halal”, disse Vijay Sarathi, analista da empresa de pesquisa de mercado Technavio, disse Negócios de Moda .

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Wardah beleza na Indonésia.

Nichos como Wardah na Indonésia, Iba Halal Care na Índia e Amara Cosmetics da América do Norte surgiram recentemente nos mercados locais. Mas as principais marcas também estão mergulhando em beleza halal: fabricante de cosméticos japonês Shiseido adicionou produtos certificados halal sob sua subsidiária Za, enquanto Estée Lauder também oferece alguns produtos certificados halal.

Produtos de beleza certificados Halal também têm um forte recurso embutido para um público global preocupado com maquiagem ética. Entre outras certificações, produtos halal não são testados em animais e não contêm produtos de origem animal ou álcool. “Beleza e cuidados pessoais consumidores em todo o mundo estão cada vez mais uma abordagem mais holística para o seu regime de beleza, voltando-se para todos os produtos naturais” que são livres de produtos químicos indesejados “, diz um relatório de março da Mintel .

Turismo em Halal

As viagens de negócios muçulmanas devem ser de US $ 22 bilhões até 2020, enquanto as viagens muçulmanas totalizarão US $ 220 bilhões, de acordo com um relatório de outubro de 2016 da MasterCard e CrescentRating.

A indústria do turismo está despertando para o crescente poder de compra do viajante muçulmano, particularmente na Europa e na Ásia, que juntos representam 87% do mercado.

O primeiro hotel halal da Tailândia , o Al Meroz , de quatro estrelas , abriu recentemente para atender ao crescente número de visitantes muçulmanos do país. Em 2015, a Tailândia também lançou um aplicativo para ajudar os viajantes muçulmanos encontrar restaurantes halal-friendly.

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Al Meroz hotel em Bangkok.

Taipei forneceu salas de oração na principal estação ferroviária da capital taiwanesa, enquanto sete novos restaurantes halal abriram na cidade durante 2016, disse Yu-Yen Chien, comissário de turismo da cidade, ao Malay Mail Online . E no Japão, os operadores turísticos islâmicos relatam um crescente negócio: o Syariah Hotel Fujisan abriu em julho de 2016 para receber turistas muçulmanos visitando a área perto do Monte Fuji.

O Grupo de Inovação identificou o turismo halal como uma tendência para 2017 em nosso relatório anual do futuro 100. Clique aqui para ler mais.

 

Comida halal

O alimento Halal está alcançando uma parcela crescente do palate global. Nos Estados Unidos, o mercado de alimentos halal é projetado para atingir US $ 20 bilhões este ano, um terço desde 2010, de acordo com o Conselho Islâmico de Alimentos.

Seguindo um caminho semelhante aos cosméticos, os alimentos halal atraem uma gama mais ampla de consumidores conscientes da saúde. “Halal não é apenas um aspecto religioso”, diz Masood. “Tem que ser saudável. Para o mainstream do mercado, as pessoas também gostam que estes são produtos saudáveis. ”

Empresas de alimentos Halal incluem Crescent Chicken, que é abastecido em lojas Walmart em todo o país, e Saffron Road , disponível na Whole Foods. De acordo com a Bloomberg , Whole Foods classifica os alimentos halal como uma das suas categorias de crescimento mais rápido. Um sucesso surpreendente, Halal Guys, com sede em Nova York, é também uma das cadeias de mais rápido crescimento na América.

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Clique aqui para fazer o download do The Future 100: MENA Trends e Change to Watch em 2017.

Fonte: J. Walter Thopmson Intelligence


Muito legal abrir o site do J.J. e sentir que ele está vivo. Não sei quem está alimentando este espaço, mas desejo-lhe tudo de bom e que prossiga. Abraços!



Boa tarde.

Percebi que o JJ não apareceu mais por aqui desde o último dia 02. O que houve? Dê notícias por gentileza. Preocupada com você.

No aguardo, agradeço.


02
05/17

Afinal, o que é mensagem subliminar?

Mensagem subliminar é uma pseudociência e teoria de conspiração, que afirma que uma imagem projetada numa velocidade maior que o olho podia captar, ou oculta num quadro, não será vista conscientemente, mas atingiam diretamente o subconsciente, podendo influenciar as pessoas.

Fim do mistério.

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05/17

Futebol atual exige diversificação de receitas.

Os negócios relacionados ao futebol dependem de uma clara visão de diversificação das fontes de receitas para sua evolução. No Brasil, infelizmente por vários fatores, isso nunca foi colocado em prática. Bem diferente do mercado europeu.

Os times do Velho Continente nunca se mostram satisfeitos com o que tem, e sempre buscam uma evolução constante, considerando que sempre há espaço para melhorar.

Muitos exemplos comprovam essa tese.

Se os estádios estão lotados, criam mecanismos para que os sócios que não queiram ir aos jogos autorizem a venda de suas cadeiras. Com isso, outros torcedores vão aos estádios, oferecendo benefícios para os sócios que liberarem suas localidades.

Se as receitas de bilheteria estão estagnadas, investem em projetos promocionais para que mais torcedores consumam em bares e restaurantes no estádio, fazendo com que as receitas cresçam em outras frentes.

Se tem 10 patrocinadores, buscam outros 10, ou 20 empresas, com foco em ações comerciais, muito além da visibilidade do uniforme e placas de campo.

Caso seu mercado doméstico esteja explorado no limite, buscam e expandem seus negócios em termos globais, fazendo com que as receitas cresçam muito graças a essa expansão. Assim, novas receitas são geradas com vendas de produtos, escolinhas, partidas amistosas e patrocínios regionais.

Enfim trabalham sempre na busca de novas oportunidades de negócios para suas marcas e sempre evoluem.

Já no Brasil infelizmente nossa realidade é outra. Em geral o marketing dos clubes é gerido de forma limitada, com uma visão equivocada das reais oportunidades que poderiam ser criadas.

A justificativa em geral é que o mercado é restrito. Isso é uma estrondosa mentira!

O mercado brasileiro de mídia e entretenimento movimenta mais de R$ 190 bilhões por ano e nossos clubes faturam apenas R$ 4,2 bilhões.

Para piorar o cenário, o torcedor representa muito pouco de todo esse valor, provando que o problema está na gestão do departamento de marketing de nossos clubes e não no nosso mercado.

Midia e entretenimento

Os estádios em boa parte do ano estão vazios e permanecem vazios pela ausência de estratégias para lotá-los.

Os clubes têm poucos patrocinadores, e assim permanecem pois nada é feito para que marcas possam vender produtos e serviços aos milhões de torcedores brasileiros.

O foco é sempre essa visão limitada de visibilidade de marcas.

Até o sócio torcedor que cresceu muito nos últimos anos mostra a fragilidade do marketing dos clubes. Já que os times comemoraram o aumento do número de sócios, sem perceber que muito mais importante é saber rentabilizá-los.

A verdade é que essa falta de diversificação de receitas é resultado da dificuldade que o marketing dos clubes tem em evoluir para um modelo mais criativo. E esse modelo demanda muito mais trabalho e investimento.

Além é claro do desconhecimento de boa parte dos dirigentes da área de marketing em como fazer mudanças significativas nesse ambiente pouco diversificado.

Bons modelos pelo mundo estão aí para serem estudados. Basta que nossos clubes queiram evoluir. E para isso é fundamental pensar fora da caixa!

Algumas receitas poderiam dobrar de tamanho

Se os clubes brasileiros aplicassem esses conceitos de diversificação de receitas, muitas fontes poderiam ser muito maiores.

Se atualmente os clubes brasileiros produzem cerca de R$ 560 milhões em patrocínios esse valor poderia crescer muito, atraindo muito mais marcas e o valor poderia passar de R$ 1 bilhão facilmente.

O mesmo vale para o sócio torcedor e bilheteria que juntos movimentam R$ 795 milhões, mesmo com boa parte dos estádios vazios.

Sem falar no licenciamento que movimenta R$ 120 milhões por ano e é irrisório, dado o tamanho do nosso mercado consumidor.

Amir Somoggi, especialista em marketing esportivo, na Placar.

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04/17
29
04/17

O QUE É ROI E COMO CALCULAR A KPI MAIS IMPORTANTE PARA AVALIAR OS RESULTADOS REAIS GERADOS PELA SUA ESTRATÉGIA DE MARKETING DE CONTEÚDO;

ROI, é a KPI ( KPI é a sigla para o termo em inglês Key Performance Indicator, que significa indicador-chave de Desempenho. Esse indicador é utilizado para medir o desempenho dos processos de uma empresa e, com essas informações, colaborar para que alcance seus objetivos) mais importante para qualquer tipo de negócio.

Algumas pessoas têm dificuldade de enxergar o retorno de investimentos em marketing de conteúdo. E por isso acabam desistindo dessa estratégia. Ou nem apostando nela.

Porém, o conteúdo não é mais uma maneira de diferenciar a sua empresa ou falar com aquela parcela do seu público que está na internet.

Em poucos anos, a geração de conteúdo será uma questão de sobrevivência no seu mercado.E não só para aqueles que trabalham com Marketing Digital, mas também para quem é médico, dono de padaria, dono de barbearia e por aí vai.

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Eu não estou dizendo que todo e qualquer investimento para produzir conteúdos vale realmente a pena, mas sim que saber investir nesse tipo de estratégia adequadamente pode significar muito para o sucesso do seu negócio.

Poxa, quer dizer que você afirma que é fundamental investir na produção de conteúdos mas ao mesmo tempo diz que nem todos os conteúdos irão gerar resultados?

Sim, é exatamente isso!

Parece contraditório, mas não é. Você precisa diversificar a sua estratégia de marketing e apostar no digital, mas também precisa fazer isso da maneira certa para garantir que você não está apenas “rasgando dinheiro”.

Investimentos em marketing, muitas vezes, são vistos apenas como gastos. E devo dizer que, se feitos sem controle algum, podem ser apenas isso mesmo.

Sem a escolha das KPIs certas, fica difícil avaliar se o investimento de tempo e dinheiro na produção de conteúdo realmente está valendo a pena.

No artigo sobre O que é KPI: como aplicar seu ciclo de atuação e definir as ações certas para alcançar resultados extraordinários, mencionei aquelas que são essenciais para você começar a acompanhar. São elas:

  • Receita;
  • Quantidade de clientes;
  • Conversão do funil de vendas;
  • ROI.

Uma ação que melhora o posicionamento da sua página no ranking do Google, consequentemente gera muito mais tráfego. Até mesmo melhora o número de conversões em vendas. Ainda assim, não pode ser considerada um completo sucesso logo de cara.

Vender mais e lucrar mais são conceitos completamente distintos, apesar de interligados.

Você pode aumentar drasticamente o número de vendas que realiza através de um conteúdo, mas será que esse aumento das vendas está gerando lucro para seu negócio?

Será que o ROI (Return on Investiment), ou Retorno sobre Investimento, é positivo?

O ROI, além de ser uma KPI que leva em consideração os aspectos quantitativos, como volume de vendas, taxa de conversão e geração de leads, também analisa os aspectos qualitativos do seu negócio, como a própria qualidade dos leads gerados.

No entanto, a sua principal função é avaliar se aquela ação, aquele conteúdo, justifica o seu investimento.

O QUE É ROI

O objetivo principal de quase todo negócio é a geração de lucro, afinal é o que possibilita que as operações continuem acontecendo.

Mas como eu disse, vender mais não significa lucrar mais. Assim como gerar mais leads não significa aumento de vendas e muito menos de lucro.

Seu número de vendas concretizadas pode aumentar após uma ação específica de marketing, como a publicação de um conteúdo em vídeo, extremamente bem produzido e com qualidade de cinema, por exemplo.

Você não deve focar em quantos % a sua taxa de conversão aumentou, nem o quanto de engajamento gerou, se o seu objetivo com a criação desse material era aumentar seus lucros, mas sim o quanto esse vídeo trouxe de retorno, ou seja, o ROI.

Será que todo o investimento necessário para fazer o vídeo, como a contratação de uma equipe de profissionais, aluguel de equipamentos e mais o tempo de produção, compensou?

Ou será que você apenas produziu mais um gasto para seu negócio?

Vou deixar aqui embaixo um vídeo do Érico Rocha, onde ele explica que, um dos maiores erros de profissionais que atuam no mercado de marketing digital é justamente focar na taxa de conversão e não no ROI.

Como o Érico explica, se você investe 10 mil reais em anúncios para vender um apartamento de 3 milhões, você certamente terá uma taxa de conversão baixa (apenas uma), afinal, só possui um apartamento para vender.

Porém, o seu lucro será altíssimo, afinal seu custo se resumiu a 10 mil reais. Ou seja, sua taxa de conversão foi baixa, mas seu ROI foi de absurdos 29900%.

Nem todo lead que apresenta um alto custo de aquisição deve ser considerado um desperdício de dinheiro. Importa muito mais o quanto esse lead irá gerar de lucro.

Claro que esse é um exemplo hipotético e dificilmente alguma ação irá gerar um ROI desse valor.

Mas para calcular o ROI real de uma ação, você só precisa:

  • Do faturamento da ação que será analisada;
  • Dos custos gerados por essa ação;

Depois, basta diminuir o faturamento do custo e dividir esse valor pelo custo. O resultado será o valor do seu ROI.

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Vamos voltar ao exemplo da produção de um vídeo para promover seu produto. Digamos que você faturou 50 mil reais por causa dele e que os custos de produção totalizaram 20 mil reais.

A conta para o cálculo do ROI será: 50.000 – 20.000= 30.000

Próximo passo é dividir 30.000 (lucro) por 20.000 (custo). O resultado será um ROI de 1,5x ou 150%, mostrando que essa parece ser uma boa estratégia.

É uma fórmula bastante simples para descobrir se seus investimentos estão se pagando ou não e se será necessário investir em outra coisa.

No entanto, essa não é uma análise puramente quantitativa.

Muitas vezes, você pode até chegar à conclusão que vale muito mais a pena investir em outra coisa, como uma aplicação financeira ou alguma melhoria em infraestrutura, que serão mais simples de executar e trarão o mesmo resultado.

A conta para descobrir o ROI pode ser extremamente simples, em termos matemáticos. Porém, quando precisamos aplicar esse conceito a conteúdos, a coisa começa a complicar um pouco mais.

POR QUE É TÃO DIFÍCIL DESCOBRIR O ROI DE CONTEÚDOS?

Não é só você que encontra uma grande dificuldade em medir o ROI da produção de conteúdo.

Até mesmo grandes empresas ainda cometem erros na hora de descobrir se seus investimentos em marketing de conteúdo estão ou não gerando resultados satisfatórios.

As empresas grandes e pequenas sabem, e você também sabe, que as estratégias de Outbound Marketing, como anúncios em TV e até mesmo banners na internet, que interrompem o público para chamar sua atenção, já não apresentam mais o mesmo grau de eficácia de anos atrás.

Os consumidores não querem só ser comunicados sobre o lançamento de um novo produto, mas sim serem entretidos e informados. Se assim é possível, ainda, comunicar sobre o produto, acredite, os resultados serão infinitamente melhores.

Esse tem sido o maior desafio das empresas, produzir algo que atraia a atenção do seu público-alvo, que está cada vez mais disperso, com inúmeros canais de comunicação à sua disposição e perdido em um mar infinito de conteúdos.

E que ainda consiga gerar vendas!

Certamente é possível vender e, sem dúvida, é possível entreter e informar a audiência. Hollywood vem fazendo isso há anos e anos.

O desafio está em unir as duas coisas. E também em metrificar esse desempenho.

Verdade que a internet permite um acompanhamento muito mais preciso de resultados, pois hoje temos acessos a dados como taxa de abertura de emails, de volume de visitas e de compartilhamentos.

Mas  quanto desses dados são realmente relevantes para ajudar você a atingir o objetivo principal do seu negócio?

Claro que, se a intenção da ação que você está avaliando é gerar mais visitas para seu site, faz sentido usar essas KPIs para avaliar o seu desempenho.

Mas elas, isoladamente, não dizem muito sobre a sua estratégia de marketing e nem sobre o impacto causado em seus resultados financeiros, certo?

A Contently, uma empresa especializada na produção de conteúdo para internet, desenvolveu, com base em sua própria experiência, uma forma bastante interessante de calcular o ROI de seus conteúdos.

Ao invés de ROI, essa fórmula foi chamada de ROCI (Return on Content Investment) ou retorno sobre investimentos em conteúdo.

A ROCI é calculada com base nas seguintes informações:

  • Receita atribuída a todos os esforços de marketing de conteúdo;
  • Menos o total investido na produção desse mesmo conteúdo.

Esses dados são bem mais simples de obter e essa parte da fórmula é bastante similar à do ROI.

Continuando, esse valor será somado com a segunda parte da fórmula:

  • Tempo que consumidor interage com o conteúdo da marca, multiplicado pelo valor monetário estimado para o tempo da audiência.

Esses valores estão diretamente ligados ao reconhecimento de marca gerado através do conteúdo, algo muito mais difícil de mensurar através de números absolutos. E que, ainda assim, impactam diretamente sua receita.

Você pode estimar o tempo de interação pelo dado “duração média da sessão”, obtido através do seu Google Analytics.

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O valor monetário do tempo da audiência pode ser calculado com base em custos como CPC(custo por clique) e custo por impressões. Vou falar disso mais para frente.

A fórmula é apenas uma ideia de como você pode calcular o ROI do seu conteúdo e entender o impacto que ele causa na empresa como um todo.

Porém, mais importante o que aplicar essa ou aquela fórmula é fazer algumas definições prévias antes de avaliar o ROI do seu conteúdo.

A primeira, e mais importante definição, é a do objetivo do conteúdo.

É ele quem vai guiar a escolha das KPIs corretas para análise. E se, essa escolha já começar errada, todo o resto, inclusive as melhorias implantadas, estarão todas equivocadas.

Um conteúdo pode ser produzido e publicado com os mais diversos tipos de objetivo:

  • Aumento de vendas;
  • Geração de Leads;
  • Construção de imagem de marca (esse sendo mais complexo de mensurar).

A primeira parte da fórmula do ROI, a da receita gerada, não precisa ser, necessariamente, uma medida financeira.

A construção de marca, ou o brand awareness é realmente mais difícil de ser traduzido para números absolutos. Porém, algumas empresas usam como medida o número de acessos diretos em seu site, dado que você também pode descobrir através do Google Analytics, analisando o tráfego chamado de Direct.

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Outras maneiras de checar o seu brand awareness é procurar pelo volume de buscas da sua marca ou do seu nome em sites como o Google Keyword Planner, SEM Rush ou Ahrefs.

Dê uma olhada também no Google Trends para ver se o volume de buscas vem crescendo ou diminuindo com o passar do tempo.

Não é uma medida perfeita, mas já pode ajudar você a calcular o ROI do seu conteúdo, e o reconhecimento da sua marca, e descobrir se está ganhando ou perdendo apostando nessa estratégia.

Caso queira saber como aumentar o valor da sua marca, não perca o nosso infográfico sobre Branding.

Você sabe quanto gasta para produzir um artigo? E um infográfico? Ou vídeo? Se é você mesmo quem produz, quantas horas dedica à produção de conteúdo? Qual o valor da sua hora trabalhada?

Mesmo que você não esteja colocando dinheiro diretamente na produção do conteúdo, através de contratação de profissionais terceirizados como designers, editores e escritores, ou nem tem alguém eu sua equipe para fazer isso, não significa que esse conteúdo está sendo produzido com zero de investimento.

Tempo pode ser medido através de valores monetários, portanto, quantifique adequadamente e anote esses gastos. Não esqueça também de quantificar seus investimentos na divulgação.

O conteúdo está trazendo clientes? Quantos novos visitantes, que chegaram através daquele conteúdo específico, fecharam uma venda ou converteram de alguma outra forma, assinando sua lista de emails, por exemplo?

Lembre-se, o resultado deve estar alinhado ao objetivo. Se seu conteúdo está captando mil novas leads todos os dias, mas gerando absolutamente nenhuma venda, e seu objetivo é gerar mais receita para seu negócio, o seu ROI será negativo pelo simples fato de não atender ao objetivo principal.

Mesmo que a sua produção de conteúdo esteja gerando resultados fantásticos em outros aspectos.

Caso você invista em outros canais de marketing, não deixe de comparar o ROI dos seus conteúdos com esses outros ROIs para avaliar se os investimentos em marketing de conteúdo estão valendo a pena ou não.

Considerando o baixo custo desse tipo de marketing e o alto retorno, eu aposto que sim. Mas não custa nada você comprovar se o seu ROI realmente é satisfatório.

O ROI DO SEU CONTEÚDO EM CADA ETAPA DO FUNIL DE VENDAS

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Como vimos, a receita e o lucro não são os únicos benefícios obtidos com investimentos contínuos na produção de conteúdo. Apesar de serem os mais aparentes e fáceis de medir e, muitas vezes, os mais desejados.

Para obter lucro através da produção de conteúdo, você precisa fazer com que o seu lead vá percorrendo cada etapa do funil de vendas.

O funil de vendas é um plano de etapas por onde as pessoas passam desde que conhecem sua marca até fazerem uma compra.

Ele é usado porque melhora o controle sobre os investimentos e ações tomadas durante o processo, e ajuda a aumentar as conversões, já que você passa a produzir conteúdos direcionados para cada parte da sua audiência que está em uma etapa específica do funil.

E, como não poderia deixar de ser, você pode avaliar a eficiência do seu conteúdo para cada uma dessas etapas, calculando o ROI.

ROI de conteúdos de topo e meio de funil

O papel de conteúdo nessas duas etapas não é necessariamente gerar vendas ou lucro, mas sim transformar visitantes que nunca ouviram falar sobre seu negócio em leads, ou seja, em clientes em potencial.

Portanto, o ROI do conteúdo nessa etapa do funil deve ser medido com base no objetivo correspondente, ou seja, número de pessoas que se cadastram na lista de emails, por exemplo, menos os custos de aquisição dessas leads.

ROI de conteúdos fundo do funil de vendas

Os leads que já percorreram o funil e chegaram até o fundo, são aqueles que estão muito interessados em comprar.

Com esses clientes, é possível avaliar o ROI do conteúdo em termos de conversão, o número de interações necessárias para fechar uma venda e tempo levado para percorrer todo o funil.

Foi assim que descobrimos que nossos leads que converteram mais durante o lançamento do Revolução de Conteúdo, foram aqueles que tiveram ao menos 6 interações com nossos conteúdos.

COMO USAR O GOOGLE ANALYTICS PARA CALCULAR O ROI DO CONTEÚDO

A principal função do Google Analytics é coletar dados e exibir relatórios para que você consiga definir melhores estratégias de crescimento para seu negócio, site ou blog.

Com esse software, que eu considero essencial, você consegue configurar as metas que deseja alcançar com seu negócio. Parte muito importante para entender se você está adotando a estratégia certa.

Você pode criar até 20 metas diferentes no Google Analytics. As que mais consideramos importantes para avaliar o ROI dos nossos conteúdos são:

  • Compras
  • Cadastro de email
  • Clique em links afiliados.
  • Clique em links de produtos.

Ao definir metas para seu site no Google Analytics, você terá a opção de escolher valores monetários para cada uma dessas metas.

Vamos supor que a cada 10 cliques em um link de produto, uma venda de um produto equivalente a 50 reais é concretizada. Portanto, o valor de cada clique seria de 5 reais.

Essa definição de valores monetários para metas funciona muito bem para calcular o ROI quando o objetivo do seu conteúdo é gerar mais vendas.

Você pode verificar o valor atribuído a cada página em Comportamento – Conteúdo do Site – Todas as páginas. Como mostro na figura aqui abaixo:

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Esses dados irão ajudar você a colocar um valor monetário naquilo que não possui um valor tão claro, a fim de facilitar o cálculo do ROI do seu conteúdo.

Outra dica para acompanhar melhor o desempenho de cada ação, é criar um link tagueado para cada uma delas, pois permite que você consiga metrificar com maior precisão o ROI daquela ação isolada.

Por exemplo, veja esse banner do Épico aqui abaixo:

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Em alguns artigos nossos, você já deve ter percebido que usamos banners como esse do Épico para divulgar alguns produtos e cursos.

O que talvez você não saiba é que para cada um deles, criamos uma link tagueado, para acompanhar o desempenho daquela ação e entender se, nesse caso, anunciar nossos produtos no meio de artigos e infográficos, é uma boa estratégia de venda ou não.

Para ver o link tagueado, basta clicar no banner e observar a URL da página que irá abrir. Mas será algo assim: “https://www.uberfacil.com/temas/epico/?intsource=viver-de-blog&intmedium=banner-artigo&intcampaign=im &intcontent=roi”.

Por fim, dentro do Analytics, clique em Aquisição – Todo tráfego – Referências você consegue descobrir o valor gasto em conteúdos fora do seu blog, como investimentos em tráfego vindo de redes sociais.

Mas para estimar melhor o ROI dos seus conteúdos de redes sociais, fique de olho nessas métricas abaixo.

COMO CALCULAR O ROI DE CONTEÚDOS PARA REDES SOCIAIS

Com o alcance das redes sociais diminuindo dia após dia, para conseguir alcançar a sua audiência, não tem jeito: é necessário investir em tráfego pago.

O grande problema desse tipo de investimento acontece justamente quando ele é feito da forma errada, ou seja, sem que você avalie seu ROI.

O foco da estratégia de atração de tráfego na Viver de Blog é conseguir aumentar o tráfego orgânico, especialmente com otimizações de SEO.

Só que não é possível contar apenas com esse tipo de tráfego. Portanto, diversificamos um pouco e investimos uma quantidade pequena de dinheiro para impulsionar nossas publicações no Facebook também.

Inclusive, se você ainda não segue a gente por lá, clique aqui para conhecer a nossa página do Facebook, onde publicamos vários outros conteúdos interessantes e inéditos.

Como saber se o seu investimento em Facebooks Ads está sendo uma vantagem ou está gerando prejuízo? Fique de olho nessas métricas:

  • CTR: taxa de clique (click-rate), ou seja, das pessoas que visualizaram seu conteúdo, quantas clicaram na postagem?
  • CPV: custo por venda, quanto você investe e quanto retorna, caso você esteja vendendo algum produto.
  • CPM: custo por mil impressões (alcance da postagem).
  • CPL: custo por lead, se você está direcionando para algum material em troca do email do visitante, é esse custo que você irá calcular.
  • CPC: custo por clique.

Para mais informações sobre anúncios no Facebook e como analisar esses resultados, recomendo que você acesse essa página aqui.

Uma publicação que apresenta baixo custo por lead pode se mostrar interessante e até mesmo indicar que, aumentar os investimentos nela, pode ser uma boa estratégia para gerar ainda mais tráfego.

Espero que você tenha entendido a importância de conhecer o ROI de toda ação que pratica dentro do seu negócio, para ter certeza de que está caminhando na direção certa.

E se não estiver, não se preocupe. Sempre é possível fazer as melhorias certas. Desde que, claro, você descubra que precisa dessas mudanças, algo que só será possível se você metrifica sua empresa.

Se, ainda assim, você tem dúvidas se deve, ou não, apostar cada vez mais no marketing de conteúdo como estratégia de crescimento, saiba que o ROI de cada um de seus conteúdos só aumenta ao longo do tempo.

Henrique Carvalho, Viver de Blog.

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04/17

Apenas mais uma placa.

A imagem pode conter: atividades ao ar livre


Adeus, JJ. Vou sentir a falta dos seus artigos. Não o conheci pessoalmente, só aqui no seu blog, mas sempre gostei do que li por aqui.

Boa viagem.



Como assim: ” Adeus JJ “?
O que houve? Vai acabar com o blog? Vc está bem de saúde?

Abraço



O que aconteceu, de verdade?
As redes sociais anunciaram há 4 dias que o renomado blogueiro JJ tinha falecido.


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