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02/17

ESPM tem Curso de Jornalismo Digital.

A ESPM está com inscrições abertas para curso de pós-graduação em Jornalismo Digital. Com duração de 18 meses e 390 horas de aula, o curso é realizado em três grandes blocos, que – segundo a instituição de ensino – promovem olhar 360º da nova realidade do jornalismo como profissão, como narrativa, como mercado e como negócio.

“O jornalismo está entre as atividades mais impactadas pelas rápidas e constantes mudanças impostas pela evolução tecnológica dos meios. Como sobreviver a tudo isso? Ser bom jornalista é apenas a ponta do iceberg quando falamos em jornalismo digital. É jornalismo, mas é muito mais também”, diz a ESPM ao anunciar o curso.

As aulas da pós-graduação são ministradas na unidade da instituição de ensino localizada na Rua Joaquim Távora, no bairro da Vila Madalena, região centro-sul de São Paulo. O objetivo do conteúdo ministrado é aprimorar o conhecimento dos profissionais de jornalismo sobre o tema mídias digitais e seus impactos culturais na forma como as pessoas buscam ali informação jornalística.

Segundo a ESPM, o curso é destinado a jornalistas e outros profissionais de comunicação com graduação em curso superior, com experiência em veículos jornalísticos, em empresas de comunicação e mídia de qualquer plataforma ou em produção de conteúdo informativo vinculado a um veículo ou de modo independente.

“A Pós-Graduação em Jornalismo Digital tem a missão de contribuir para a melhoria da imprensa no Brasil diante dos desafios colocados pelas novas mídias”, informa a ESPM. Os interessados em participar do curso poderão realizar matrícula por meio do site da instituição.

Ao apresentarem o curso, os responsáveis pela pós-graduação informam que as aulas serão ministradas às terças e quintas-feiras, com início em 2 de março de 2017. Informações a respeito de valores, formas de pagamento, descontos e formas de financiamento também podem ser verificadas por meio do site.

Fonte: Comunique-se

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02/17

Estoques das lojas estão pequenos e inadequados.

O indicador de estoques, logo após o Natal, voltou a cair, mostrando que os empresários não conseguiram reduzir seus excessos de produtos com as vendas de final de ano. Em janeiro, o IE (Índice de Estoques) alcançou 102 pontos, queda de 3,8% na comparação com dezembro. A retração do indicador no mês foi motivada pelo aumento de 5,4% no número de empresários que afirmam estar com estoques acima do adequado e pelo crescimento de 1,2% dos estabelecimentos que contêm produtos abaixo do ideal. Com isso, quase 35% dos empresários estão vendo seus estoques acima e 14% abaixo do que consideram o nível ideal. Esse patamar de adequação continua muito abaixo do histórico de antes de 2015, quando o indicador rondava os 60%.

Os dados são do IE (Índice de Estoques) da FecomercioSP (Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo), que capta a percepção dos comerciantes sobre o volume de mercadorias estocadas nas lojas, e varia de zero (inadequação total) a 200 pontos (adequação total). A marca dos cem pontos é o limite entre inadequação e adequação.

Em relação a janeiro de 2016, quando o IE registrava 90,8 pontos, o indicador se mantém melhor em 2017, com alta de 12,4%. No primeiro mês do ano passado, 37,6% dos empresários do varejo afirmaram que seus estoques estavam acima do adequado (-7,1% na comparação com janeiro deste ano) e 16,9% apontaram que tinham estoques abaixo do ideal (-18,2%).

Fonte: Supermercado Moderno

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02/17

Capa do Metro SP ganha prêmio internacional.

O Metro Jornal foi premiado com medalha de prata na seleção anual da Society for News Design (SND), pela capa publicada em 12 de janeiro de 2016, que homenageou o cantor David Bowie. A organização internacional honra trabalhos visuais em publicações do mundo todo e é conhecida como o “Oscar” do design, conforme informa o veículo premiado.

Produzida pelo editor-executivo de arte Vitor Iwasso e pelo editor-chefe Luiz Rivoiro, a capa foi publicada após a morte de David Bowie e ilustra todos os estilos do músico, por meio de seus penteados. “Nosso objetivo foi homenagear o grande artista que Bowie era e mostrá-lo como realmente era: um ‘Camaleão’”, explica Rivoiro.

A capa circulou em 500 mil exemplares nas nove edições do jornal da data em que foi publicada. Segundo o Metro, neste ano, mais de 6,5 mil trabalhos estão inscritos na premiação. “A medalha de prata é dada ao trabalho que apresenta um nível elevado de execução, originalidade de conceito ou um ótimo trabalho feito com alto grau de dificuldade”, afirma a publicação.

O resultado oficial da 38ª edição da SND será divulgado no final de março. A lista com todos os ganhadores anuais do premio internacional pode ser conferida neste link.

A criação do Metro, jornal de circulação gratuita que no Brasil é controlado pelo Grupo Bandeirantes de Comunicação, não foi a única capa brasileira produzida em 2016 que teve reconhecimento internacional. Na mesma premiação –  a Society for News Design -, há três meses foi divulgado que a melhor capa do ano foi veiculada pela Gazeta do Povo, veículo com sede em Curitiba. A conquista foi na categoria “diários e semanários”. O trabalho em questão usou imagem de Valter Campanato, da Agência Brasil, com o então ministro-chefe da Casa Civil Jacques Wagner e a então presidente Dilma Rousseff com feições assustadas, atrás da cortina do Palácio do Planalto.

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02/17

Bela foto!

A imagem pode conter: céu e atividades ao ar livre

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02/17

Lucro da Iguatemi cresce 18% no 4º trimestre e empresa fala em cautela.

A administradora e incorporadora de shoppings centers Iguatemi teve lucro líquido de 49,8 milhões de reais no quarto trimestre, alta de 18 por cento ante mesmo período de 2015 devido ao controle de custos e ao melhor desempenho operacional.

A receita líquida da empresa cresceu 6,9 por cento na mesma comparação, a 183,8 milhões de reais, impulsionada pelo aumento de 2,7 por cento das vendas totais do portfólio, a 3,9 bilhões.

Já a geração de caixa medida pelo lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) somou 143 milhões de reais, estável sobre um ano antes, mas incluiu receita operacional não recorrente de 26 milhões de reais.

“Conseguimos manter o Ebitda porque fizemos nosso dever de casa com contenção de custos e despesas”, disse à Reuters a vice-presidente de finanças e relações com investidores da Iguatemi, Cristina Betts. A linha de custos e despesas caiu 23,6 por cento ano a ano, para 41 milhões de reais.

Guidance

Em 2016, o lucro líquido da Iguatemi caiu 15 por cento, para 164 milhões, mas a receita líquida cresceu 5 por cento, para 668 milhões, no piso do guidance traçado para o ano.

Em 2017, a companhia projeta alta de 2 a 7 por cento na receita líquida. “Estamos sendo um pouco mais conservadores. A confiança está melhor e perspectiva para o ano, também, mas esse guidance reflete uma retomada ainda lenta”, explicou Cristina.

A empresa também prevê margem Ebitda de 73 a 77 por cento no ano. No ano passado, o índice foi de 78 por cento. Para investimentos, a expectativa é de 80 milhões a 130 milhões de reais, abaixo dos 160 milhões de reais desembolsados em 2015.

“Não há nenhuma inauguração ou expansão prevista para 2017”, afirmou Cristina. Em 2016, o grupo lançou dois empreendimentos em Porto Alegre.

Segundo a executiva, parte dos investimentos previstos para este ano será destinada ao início das obras de outlets, que começarão a ser entregues só em 2018.

Para Cristina, O ciclo de queda da Selic deve permitir ao grupo reduzir seu endividamento. No fim de 2016, a empresa tinha relação dívida líquida sobre Ebitda de 3,2 vezes, inferior ao nível de 3,4 vezes observado no terceiro trimestre.

“A redução foi motivada pela retração dos investimentos e expansão da receita com a maturação de projetos”, disse ela.

Fonte: Exame

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02/17

Accenture compra grande agência digital alemã.

Dando seguimento a sua expansão na indústria de marketing e comunicação, a Accenture acaba de anunciar a compra da maior agência digital da Alemanha, a SinnerSchrader AG. A compra fortalece o braço digital da consultoria, a Accenture Interactive.

No Brasil, a empresa comprou a AD Dialetto e anunciou semana passada a contratação de Eco Moliterno para dividir o comando da Accenture Interactive com Léo Cid Ferreira (ex-dono da AD Dialetto) e José Gonçalves, no comando da unidade na América Latina.

Fonte: Proxxima

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02/17

Os maiores jornais do Brasil.

Os maiores jornais do Brasil, segundo o IVC de JANEIRO passado, são:

          Jornal                                     Domingo            Segunda a Sábado

  1. Folha de S.Paulo                  326.304                    313,588
  2. O Globo                                 283,083                    234.852
  3. Super Notícia                       241.407                     254.094
  4. Zero Hora                                ………                      205.894
  5. Extra                                      176.424                     205.884
  6. O Estado de S.Paulo           166.070                     213.805
  7. Diário Gaúcho                       ……….                      110.490
  8. O Tempo                                 96.909                       94.673
  9. Correio do Povo                     86.149                       86.098
  10. O Estado de Minas                68.784                      64.021

 

JJ

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02/17

26 agências concorrem pela Secom – e seus 208 milhões de reais de verba.

Um total de 26 agências entregaram documentos e propostas de trabalho para disputar a conta de R$ 208 milhões da Secom (Secretaria Especial de Comuncação Social da Casa Civl da Presidência da República). A

A entrega dos documentos foi feita nesta última segunda-feira (20), de manhã, em Brasília,  no Auditório do Anexo I do Palácio do Planalto. O edital prevê a contratação de três agências de publicidade para fornecer serviços de publicidade on e offline.

Atualmente, a conta está com Leo Burnett Tailor Made, nova/sb e Propeg.

Uma relação fornecida por uma das fontes do  PROPMARK aponta que as agências que entregaram as propostas são as seguintes:

– Agnelo Pacheco
– Agência Plá
– Ampla Comunicação
– Arcos Propaganda
– Artplan
– AV Comunicação e Marketing
– Bees Publicidade
– Box Comunicação Eireli
– Calia Y2
CCZ 
– Costa Publicidade e Propaganda
– DPZ&T
– Fields
– Fischer
– Giacometti & Associados
Heads 
– Leo Burnett Tailor Made
– Multi Solution
– Nova/SB
– Perfil 252
– PBC Comunicação
– PPR – Profissionais de Publicidade Reunidos
– Propeg
– RC Comunicação
– Rino Publicidade
– Y&R

A Associação Brasileira de Agências de Publicidade (Abap) e a Federação Nacional das Agências de Propaganda (Fenapro) chegaram a pedir a impugnação da licitação à Secom, mas o pedido das duas entidades foi julgado improcedente. As duas entidades alegavam que o edital impõem as vencedoras “encargos e reduções de remuneração que inviabilizam a prestação de serviços, tornando o contrato inexequível”. Para a Abap e a Fenapro, cláusulas do edital da Secom contrariam as leis que regem a remuneração das agências e as normas-padrão da atividade expressas pelas regras do Cenp.

 

Fonte: Propmark e Meio e Mensagem

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02/17

Atletiba no YouTube e no Facebook foi boa iniciativa que esbarrou em burocracias(e interesses de terceiros).

agurgel

Anderson Gurgel.

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A tentativa fracassada de Atlético Paranaense e Coritiba transmitirem o clássico do último domingo, 19, via YouTube e Facebook, ainda gera discussões sobre os limites e interesses envolvidos no caso. De um lado, a Federação Paranaense de Futebol (FPF) alega que os profissionais contratados pelos clubes para captar e transmitir a partida não possuíam credenciais. De outro, a Globo, que chegou a ser apontada como corresponsável pelo impedimento da partida, se pronunciou em nota alegando que não possui relação com o ocorrido. “Entendemos que cabe aos clubes dispor livremente dos direitos nos jogos em que se enfrentam, e estávamos cientes inclusive da transmissão via Internet”, disse a emissora, em nota.

Já os clubes haviam informado que, diante de ofertas não satisfatórias em negociações com a Globo, os jogos passariam a ser transmitidos pela internet.

Ao Meio & Mensagem, Anderson Gurgel, autor do livro Futebol S/A e professor dos cursos de jornalismo esportivo do Mackenzie, analisa o caso como uma tendência que ainda será alvo de muitas discussões.

“O fato de os clubes usarem internet e redes sociais é tendência de outras áreas de conteúdo e começa a chegar com força no futebol”, diz Gurgel, ressaltando que a iniciativa dos clubes foi boa, mas esbarrou em argumentações técnicas. “A alegação da ausência de credenciais foi um argumento técnico que pegou os clubes despreparados”, afirma.

Meio & Mensagem – O que a proibição da transmissão do jogo Atlético Paranaense e Coritiba, no último domingo, representa?
Anderson Gurgel – Esse movimento de levar a transmissão para Facebook, YouTube, ou qualquer outra rede social não é um fato isolado. O fato de os clubes usarem internet e redes sociais é tendência de outras áreas de conteúdo e que começa a chegar com força no futebol. Temos cada vez mais iniciativas de pessoas que estão percebendo que o caminho para atingir o público jovem é outro que não à transmissão tradicional da TV. As novas gerações não possuem relação com a televisão como as outras. Os clubes europeus estão mostrando iniciativas interessantes sobre isso, temos casos de transmissões de Copa do Rey na Espanha e Premier League na Inglaterra.

M&M – Houve ilegalidade ou quebra de algum tipo de contrato no episódio?
Gurgel – A iniciativa dos clubes do Paraná foi boa, mas esbarrou em burocracias e na tentativa daqueles que viram seus interesses prejudicados. Eles tentaram, então, retardar e alegar decisões técnicas para que a partida não ocorresse. Usaram como prerrogativa uma regra do jogo. O que faltou, eu diria, era o maior preparo dos clubes, mas quanto a iniciativa, é muito boa.

M&M – O que isso ilustra sobre o atual momento de negociações envolvendo direitos de transmissão esportiva no Brasil?
Gurgel – A iniciativa dos clubes do Paraná é a resposta de partes de uma situação que não está se sentindo beneficiada pelo modelo de distribuição dos direitos de transmissão. Clubes que não estão satisfeitos como a forma em que as negociações se estabeleceram e encontraram uma brecha a ser explorada em um contexto local, o caso de Atlético Paranaense e Coritiba. Fazia todo sentido essa transmissão tendo em vista o potencial regional que ela possuía. O que está em jogo é um embate entre poder instituído e que não está restrito a esse ou outro campeonato local, mas envolve Copa do Mundo, Olimpíadas e outros grandes eventos. Não envolve somente a Globo, mas grandes emissoras também fora do Brasil. É um poder que tenta retardar esse processo que, no longo prazo, ou melhor, no médio prazo vai mudar. A Netflix sempre é usada para ilustrar essas mudanças e eu uso aqui como exemplo também. É um tipo de modelo que começa a ser abalado por outro que chega com força. Na última Olimpíada, observamos formas bem criativas em que o evento apareceu no Facebook, YouTube e no Snapchat.

M&M –Quais novidades sobre o tema ainda podem despontar?
Gurgel – O que vamos ver daqui em diante serão situações cada vez mais parecidas com essas e fissuras na estrutura do modelo de futebol no Brasil. Haja vista a transmissão do Campeonato Brasileiro que, a partir de 2019, incluirá novos players que não aqueles que já estavam estabelecidos. Cada vez mais veremos transmissões esportivas até então consolidadas na TV sendo transmitidas em plataformas alternativas e esportes que eram tipicamente de plataformas digitais, como o surf, tendo entrado na TV aberta. O surf é um exemplo que ilustra bem a mudança em termos de dinâmica. No caso do Brasil, o esporte veio em um crescente com Medina e Mineirinho e isso demandou transmissões e iniciativas muito ligadas às redes sociais.

Fonte: Meio e Mensagem

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COMENTÁRIO

Penso que faltou analisar um ponto muito importante: a Globo paga uma fortuna, a cada ano, pelo futebol que exibe e repassa outra fortuna aos clubes (mesmo que que seja de forma desigual e injusta, sem valorizar os times que melhor se classificam a cada ano – como deveria, na minha opinião). Tem time na Segunda Divisão ganhando muito mais do que times da Primeira Divisão, o que é absurdo.

O futebol no YouTube no Facebook rende audiência, democratiza, mas não rende dinheiro para os clubes – que dependem das verbas da TV, para sobreviver.

A reação de Atlético Paranaense e Coritiba se justifica como protesto, pois a RPC/Globo ofereceram só 1 milhão para cada um dos dois clubes pelo campeonato todo…enquanto que no Rio a Globo pagou 4 milhões para times de expressão muito menor, como Bangu, Boa Vista, Volta Redonda e Madureira, e 5 milhões para a Ponte Preta!

Nenhum texto alternativo automático disponível.

JJ

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02/17

Essa CBF…

A imagem pode conter: estádio, grama e texto

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