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Black Friday no Brasil tem produtos com o triplo do preço dos Estados Unidos.

Black Friday, evento que reune descontos de até 80% em milhares de produtos em todo país. Na foto consumidores em busca de ofertas em um supermercado na zona leste de São Paulo , na madrugada desta sexta-feira (29)

A Black Friday nos Estados Unidos é famosa pelos excessos: muitas pessoas nas lojas e descontos tão avassaladores que resultam em brigas entre consumidores. O evento do comércio ocorre pelo terceiro ano consecutivo no Brasil, trazido pelos donos do site Busca Descontos, mas não é atrativo o suficiente para fazer com que os clientes se estapeiem pelos produtos.

Mesmo com descontos, os artigos comercializados no Brasil ainda são muito mais caros do que nos Estados Unidos. Nem mesmo a alta do dólar é suficiente para que os preços se equiparem. A moeda fechou esta sexta-feira cotada a 2,33 reais.

Um console XBox 360, da Microsoft, de 250 GB, por exemplo, custa no Brasil 1.098 reais, já com o desconto da campanha, no Walmart. Nos EUA, a loja de eletrônico B&H vendeu, nesta sexta, o mesmo produto por 444 reais (189,99 dólares). Além do console e do controle sem fio que ambas as ofertas abrangem, a americana ainda dá ao consumidor quatro jogos.

Se observado o valor de uma batedeira da marca KitchenAid, por exemplo, a diferença é abissal: custa 1.400 reais com desconto na FastShop e 465 reais (199 dólares) na loja Target, nos Estados Unidos. Confira outros produtos cujos descontos no Brasil não chegam nem perto dos ofertados nas lojas americanas.

Fonte: Veja

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Os 10 mandamentos da Black Friday

Embora algumas lojas tenham antecipado a “temporada” de descontos, a quarta edição da Black Friday brasileira começa oficialmente à meia-noite da sexta-feira 29, encerrando-se às 23h59 do mesmo dia. O portal Busca Descontos, responsável pelo site blackfriday.com.br, que reunirá ofertas de mais de 100 lojas virtuais participantes, espera um crescimento superior a 50% nas vendas do comércio eletrônico na data em comparação a 2012. A projeção é faturar R$ 340 milhões contra R$ 217 milhões do ano passado.

Nas redes sociais, porém, o descrédito em encontrar bons descontos é equivalente à expectativa dos organizadores. Tudo por conta das edições anteriores da Black Friday, que passou a ser chamada também de Black Fraude, por conta das péssimas práticas de varejistas, como a maquiagem de preços e outros tipos de subterfúgios para ludibriar o consumidor.

Para coibir abusos e conferir credibilidade à data, a Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico criou um código de ética para o Black Friday 2013. As lojas que aderiram ao manual serão identificadas com o selo “Black Friday Legal”.

Veja abaixo dez mandamentos para se dar bem na Black Friday.

Desconfiarás de ofertas mirabolantes – Descontos muito vantajosos podem ser fruto de aumentos de preço nos dias anteriores ao evento. Confira o histórico de valores dos produtos – sites comparadores serão fieis escudeiros nesta tarefa.

Não comprarás de sites suspeitos – Atente para as informações sobre a identificação da loja, como CNPJ, razão social, endereço e canais de contato com o consumidor. A loja é obrigada a disponibilizar essas informações, que podem ser conferidas no site da Serasa Experian. O Procon-SP divulgou na semana passada uma lista atualizada com 325 sites não confiáveis para se realizar compras.

Denunciarás tentativas de fraude – O Procon-SP recomenda aos consumidores que suspeitem de fraude ou se deparem com ofertas enganosas a denúncia das atividades nas páginas do órgão no TwitterFacebook - basta usar a hashtag #deolhonaBlackFriday e enviar o print da página que comprova a reclamação.

Honrarás os seus direitos – Caso não goste do produto depois que ele for entregue ou mesmo se arrependa da aquisição, todo consumidor tem um prazo de sete dias para desistir da compra sem a necessidade de uma justificativa.

Diversificarás a busca – Além das mais tradicionais varejistas que atuam no comércio eletrônico, marcas e lojas de diversos setores aproveitarão a data para promover seus produtos e serviços – há desde montadoras, como a Chevrolet, que promete descontos de até R$ 10 mil, passando por construtoras, como a MRV e até a marca de roupas íntimas da top model Gisele Bündchen.

Até Gisele Bündchen, por meio de sua grife de roupas íntimas, aderiu à Black Friday

Não serás perseguido por spams para todo o sempre – Para cada cadastro que fizer em lojas, você pode esperar uma enxurrada de ofertas cujos envios não se encerrarão ao final da Black Friday. Caso não queira ver sua caixa de entrada infestada por spams, crie um email alternativo e utilize-o para as compras.

Evitarás os horários de pico – Os representantes do portal Busca de Descontos calculam que os horários de maior acesso e procura pelas ofertas acontecerá entre 0h e 2h e 12h e 14h; programe-se para realizar compras mais rápidas em horários alternativos e evite a frustração de não conseguir finalizar o seu pedido.

Compartilharás boas ofertas e condutas – Assim como as tentativas de fraudes devem ser alardeadas, bons negócios e boas práticas merecem ser ressaltadas. Divida com os amigos as lojas que proporcionarem bons preços e a satisfação de ser bem atendido.

Anteciparás as compras – Os descontos oferecidos na Black Friday podem ser uma ótima oportunidade de economizar na compra de presentes de Natal para a família e amigos.

Não surtarás com as compras por impulso – A facilidade para comprar pela Internet e a percepção de uma boa oferta formam uma combinação explosiva para bolsos e cartões de crédito. Não é porque um produto está barato que ele precisa ser comprado. Avalie suas necessidades e seja criterioso. A Black Friday acontece apenas em um dia, mas pagar em dez vezes significa assumir uma dívida por praticamente todo o ano de 2014.
Fonte: Meio e Mensagem

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SFX compra 50% do Rock in Rio.

O Rock in Rio anunciou na noite desta quinta-feira 21 a assinatura de acordo de venda de 50% de seus ativos para a norte-americana SFX Entertainment, que tem entre seus sócios o Grupo WPP. O principal objetivo do negócio é expandir o evento criado por Roberto Medina para outros países, especialmente os Estados Unidos, onde a primeira edição está marcada para 2015. Medina será mantido como sócio e gestor da empresa.

Contrariando as expectativas do mercado, que davam como certa sua retirada da sociedade, a IMX de Eike Batista continua com parte das ações compradas em maio de 2012. A venda da IMX e do Rock in Rio seriam possibilidades para ajudar o grupo de Eike a enfrentar suas atuais dificuldades financeiras.

Uma nova holding será instituída para controlar todos os ativos e operações do Rock in Rio. Metade das ações estará com a SFX e a outra metade dividida entre os grupos de Medina e Eike. “A parceria com a SFX nos permitirá acelerar o crescimento de nossa marca em novos territórios, além de possibilitar uma mudança de foco em uma era digital. Com a SFX, firmamos o compromisso no desenvolvimento de uma plataforma integrada de soluções de última geração, e acreditamos que nossa velocidade de crescimento será expressiva. Nossos patrocinadores terão uma plataforma ainda melhor para a exibição de suas marcas nos Estados Unidos, assim como já acontece nos países onde o Rock in Rio é realizado, onde o festival é a principal ferramenta de comunicação das marcas parceiras”, declara Roberto Medina, em comunicado oficial.

Criado em 1985, o Rock in Rio já realizou 13 edições, sendo cinco no Brasil (1985, 1991, 2001, 2011 e 2013), cinco em Portugal (2004, 2006, 2008, 2010 e 2012) e três na Espanha (2008, 2010 e 2012). Informações oficiais dão conta de que ao longo desses 28 anos o investimento na marca ultrapassou US$ 495 milhões. Já estão confirmadas novas edições para Lisboa em 2014 e Rio de Janeiro, em 2015, quando irá comemora 30 anos do evento.

Com sede em Nova York, a SFX foi fundada pelo empresário de mídia Robert FX Sillerman na década de 1990. No ano 2000, Sillerman vendeu a companhia por estimados US$ 4,4 bilhões para a Clear Channel, que a absorveu em sua área de entretenimento. Posteriormente, houve um spin-off que transformou a Clear Channel Entertainment em Live Nation. Em 2012, Sillerman retomou a marca SFX e é seu presidente e CEO. Desde então, adquiriu diversas empresas especializadas em produção e promoção de eventos ao vivo, especialmente de mídia eletrônica, e com interesses também em mídia digital e mobile.

“Embora seja uma grande oportunidade para ajudar a fazer crescer a marca Rock in Rio, utilizando nossa rede internacional, é também uma oportunidade de aprender com a experiência operacional e comercial do Roberto Medina e do Rock in Rio, que são fenômenos globais. A música eletrônica tem se estabelecido entre os festivais de música moderna e esperamos que essa tendência cresça para divulgarmos ainda mais os DJs e produtores na nossa rede”, frisa Robert FX Sillerman, presidente e CEO da SFX Entertainment, responsável por eventos como Tomorrowland, TomorrowWorld, Mysteryland, Sensation, Stereosonic, Zoo Elétrica e Disco Donnie.

Em março, o Grupo WPP comprou parte da SFX por estimados US$ 10 milhões. “O desafio de navegar através da mídia digital e social é difícil para os clientes. Acreditamos que essa parceria pode desenvolver ainda mais as capacidades de conteúdo da WPP, particularmente nos novos meios de comunicação no segmento de consumo da juventude”, destacou na ocasião o CEO do WPP, Martin Sorrell. Em outrubro a SFX concluiu a compra de 100% da holandesa ID&T, que tem escritório no Brasil, dona do Tomorrowland, na qual a norte-americana já era majoritária desde março. Em fevereiro, a SFX já havia comprado a loja de música online Beatport. E em outubro a companhia de Robert FX Sillerman fez seu IPO na NASDAQ.

Fonte: Meio e Mensagem

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Kellog’s reaproveita embalagens como pacotes de presentes de Natal.

Por meio de embalagens reaproveitáveis, a Kellogg’s lança uma campanha associada ao Natal. Cartuchos de papel cartão utilizados para acondicionar os cereais matinais da marca podem se transformar em caixa de presente ou em cartão natalino.

As embalagens tamanho-família de Sucrilhos Original (730 gramas) e Sucrilhos Chocolate (780 gramas) têm impressão na face interna do papel cartão. Recortados e dobrados, os desenhos viram caixas de presente. Os cartões de Natal, por sua vez, podem ser recortados dos versos dos cartuchos tradicionais de Sucrilhos Original (300 gramas), Sucrilhos Chocolate (320 gramas), Sucrilhos Power (240 gramas), Corn Flakes (200 gramas) e Froot Loops (230 gramas).

O design das embalagens foi criado no México, pela Pauta Creativa, e adaptado para o Brasil pela Versa Comunicação. Os cartuchos são produzidos pela Brasilgrafica.

“Com essa ação, aliamos o entretenimento ao reaproveitamento de materiais, mostrando que, com criatividade e inovação, nossas caixas podem se transformar em lindos presentes de Natal”, afirma Camila Roriz, gerente de produto da Kellogg’s. A ação tem destaque no site e no Facebook de Sucrilhos e nos pontos de venda, através de displays especiais.

Fonte: Embalagem Marca

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Brasileiros gastarão mais neste Natal.

O Natal terá mais presentes e produtos mais valiosos para boa parte dos brasileiros. De acordo com uma pesquisa encomendada pelo SPC (Serviço de Proteção ao Crédito) e pela CNDL (Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas), divulgada nesta terça-feira (19), 41% da população nacional pretende gastar mais na data comemorativa. O ticket médio de cada presente cresceu 29%, passando de R$ 86,59 para R$ 111,39 por item, e o número de produtos comprados por pessoa também evoluiu de 4,1 para 4,4 presentes.

Os motivos desse aumento, tanto no gasto geral quanto no valor individual de cada item, são principalmente o recebimento do 13° salário (29%), o aumento do número de pessoas presenteadas (19%) e um incremento no próprio salário (15%). De acordo com o estudo, a situação financeira de 57% dos entrevistados melhorou em 2013 em relação a 2012, enquanto 25% permanecem no mesmo patamar e 18% perceberam uma piora em suas finanças.

Quem dá e quem recebe

De acordo com o estudo, mais de dois terços da população brasileira (67%) irá presentear alguém neste Natal. A porcentagem é mais elevada entre as mulheres (76%), usualmente as responsáveis pela compra dos presentes familiares, em relação aos homens (58%).

Elas também recebem mais presentes. Embora os filhos dominem a estatística de presenteados (70%), seguido do marido/esposa (47%), 41% dos entrevistados afirmaram que irão agraciar a mãe com um item no Natal, enquanto apenas 19% irão comprar produtos para o pai.

Mudança no método

Tradicionalmente feita por meio da intenção de venda dos lojistas, desta vez a pesquisa de consumo no Natal foi realizada pelo comportamento de compra do consumidor. “Temos notado que faltou fundamento no que se comentava anteriormente sobre as intenções de compra no Natal. A pesquisa anterior era de expectativa de venda dos lojistas, geralmente mais otimistas em relação ao período”, afirmou o presidente CNDL, Roque Pelizzaro Junior. A pesquisa presencial foi realizada pela UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais).

Fonte: propmark

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Spoleto lança Spezzatino, com promoção especial.

A gastronomia se une à arte outra vez na nova campanha do Spoleto, que traz o lançamento do primeiro prato de carne do cardápio. O Spezzatino é a versão italiana do popular picadinho e vem combinado com massa e molhos exclusivos. Para complementar a novidade, o Spoleto se associa à artista Lynn Court, mais conhecida como Nóia, e presenteia seus clientes com latinhas decoradas que levam delicioso biscoito típico italiano.

A campanha já começou e vai até 15 de dezembro ou enquanto durarem os estoques. O chef italiano Gianni Carboni elaborou duas sugestões exclusivas para apresentar o novo prato: massa tradicional da preferência do cliente (spaghetti, farfalle, penne, fusilli ou fettuccine) com Spezzatino de Carne ao molho de Gorgonzola ou ao molho de Tomate Pelati. Ambos a R$ 19,90. Na compra de um dos dois com uma bebida, o cliente leva uma latinha estilizada de biscoito.

Origem do Spezzatino (picadinho italiano)

O prato que dá origem é o stufato, carne assada por cerca de 8 a 10 horas, que posteriormente é cortada em pequenos pedaços macios e suculentos e ganha o nome despezzatino (quebradinho ou picadinho). Proveniente da região de Lombardia, norte da Itália, durante o século XIX foi considerado o prato forte (ou segundo prato) de carne do domingo durante o período de inverno.

Normalmente era preparado com carne de boi, mas também podia levar pedaços mais fibrosos de cavalo e burro. Sendo assim, o spezzatino faz parte das carnes stracotte(super cozidas), típicas dessa região.

A carne do picadinho do Spoleto leva a assinatura de qualidade da marca Wessel. Assim como os molhos, é produzida na fábrica própria da rede de culinária italiana em Volta Redonda.

Coleção de latas + Cantucci

Sempre associando a culinária a trabalhos de artistas plásticos brasileiros, o Spoleto convidou a carioca Nóia para assinar sua inédita coleção de latas, que virá com uma surpresa. Dentro delas está o Cantucci, típico biscoito doce italiano, usualmente servido na Itália ao final das refeições. Originária da região da Toscana, sua saborosa receita seca e dura é enriquecida com amêndoa.

Para obter as latinhas, basta comprar um dos dois pratos de lançamento. O Spoleto vai distribuir 186 mil peças estilizadas com seis modelos diferentes em suas 300 unidades espalhadas por todo o Brasil (exceto em Sergipe, Piauí e Mato Grosso).

Sobre a artista

Artisticamente conhecida como Nóia, Lynn Court faz o tipo jovem carioca e multifacetada. Filha de um músico com uma estilista brasileira, cresceu no mundo artístico, formou-se em design pela PUC-Rio e hoje estuda Jornalismo na mesma faculdade. Entrou no universo dos grafites por influência de um amigo, que a convenceu a passar seus desenhos dos papéis para os muros.

Movida a desafios e fazendo da arte sua “paz de espírito”, Nóia começou a desenvolver toda a parte de ilustração para o canal Woohoo enquanto trabalhava numa empresa. Assim, entrou para a TV e acabou por fazer o seu próprio programa de arte. Alguns anos depois foi chamada para outros trabalhos e apresentou o programa infantil TV Globinho. Entre seus trabalhos está a cobertura “ao vivo” de um festival de música em 2012 para o canal Multishow.

Fonte: NQM

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Você quer uma cueca da sorte?

Todo mundo  que usa  roupas de baixo , underwear ,  tem a tal e única   ‘Cueca da Sorte’  no caso masculino  e no caso feminino , a tal  ‘Calcinha da Sorte’ .

A   ‘Cueca da Sorte’  e  a  ‘Calcinha da Sorte’   servem  para aqueles momentos que se deseja muita sorte ou mais sorte ainda,  para aqueles que já são sortudos.

Normalmente são para serem usadas em  momentos muito especiais e decisivos , como um importante exame na escola,  numa entrevista de emprego ,  no primeiro encontro ,  no primeiro dia de trabalho  e ,  principalmente … ,  no dia daquele  jogo importantíssimo  de nosso time do coração …

Pois bem ,  pensando nisto a  Fruit of the Loom  criou a  ‘Cueca da Sorte’  e  a  ‘Calcinha da Sorte’  e produziu a  ‘LUCKY LOOMS’  ,  uma edição limitada de underwear  ‘cheia de sorte’ .

Elas já vem com sorte .   Além de seu produto ser impecável em termos de qualidade , a FRUIT OF THE LOOM  agregou ‘sorte’   dentre os benefícios dos produtos ,  se apropriando de um  ‘property’  da categoria e estabelecendo definitivamente um novo segmento :   o  das   ‘cuecas e calcinhas da sorte’ ,  à disposição dos consumidores …

Parece coisa de louco…  Mas é mesmo…

Cada peça é numerada , vem  com a estampa  ‘Lucky Looms’   e chegará em embalagens especiais.  As ‘Lucky Looms’  estão à venda por US $ 10 cada no  www.luckylooms.com     – Boa sorte !

Isto é o bom e verdadeiro Marketing:  a criação de um ‘novo segmento’  ou  ‘extensão de linha’  , como queiram … , mas , sobretudo ,  trata-se de uma nova  fonte de negócios , altamente sedutora , desejada e bastante inovadora …

Advertising Agency: CP+B, Boulder, USA

Fonte: Ruy Nogueira.

COMENTÁRIO

Vai vender tudo em poucas horas…mas duvido que produzam só as 2 mil que passar pelo “processo” da boa sorte.

A ideia é boa, chama a atenção e custará barato para o consumidor americano, cheio de supertições (tanto que em muitos prédios não existe o 130. andar, você passa do 12 para o 14, direto).

Um pacote com 3 cuecas comuns desta marca custa menos de 10 dólares. Quanto será que custa uma só cueca da sorte?

Tenho ainda 3 pacotes fechados da Fruit of the Loom – infelizmente, não são da série especial…

Mesmo assim, são ótimas cuecas de algodão.

JJ


Olá JJ, tudo bem?

Somente para informação e pequena correção, faltou um ‘U’ no meu sobrenome: Nogueira e não Nogeira.

Forte Abraço,

RUY



    Vou corrigir. Desculpa a falha.

    JJ


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Erro ou sacanagem?

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O Natal da Copa

Fuleco, o mascote da Copa do Mundo de 2014

No próximo dia 25 de dezembro vamos comemorar o Natal da Copa do Mundo no Brasil. Em 2014, no mesmo dia 25 de dezembro, a Copa já será passado. Admito a irrelevância da informação, mas diante da inércia das empresas que licenciaram o bendito Fuleco creio que é preciso lembrar a indústria e o varejo que a Copa do Mundo já aconteceu e que, de novidade, só nos restas os resultados dos jogos.

O dia da criança da Copa do Mundo já passou, foi no último dia 12 de outubro e, nem eu, nem você, vimos nada. Não houve uma campanha publicitária ou promocional, uma gôndola ou decoração de ponto de venda e, até para encontrar produtos com a marca da Copa do Mundo do Brasil foi difícil.

Isso é fruto da miopia dos empresários e executivos brasileiros que, acostumados com o histórico do desempenho das vendas em período de Copa do Mundo, acreditam que os consumidores se estimulam pelos resultados dos jogos do Brasil. Ou seja, vendem produtos na proporção que o selecionado nacional conquista bons resultados e avança na tabela. Engano. Ou burrice.

Ser sede do campeonato mundial de futebol que reúne as melhores seleções de todo o mundo é um cenário diferente que proporciona o envolvimento do consumidor independente do escore das partidas da seleção canarinho. Acredito que todas as crianças, amantes do esporte bretão, gostariam de ter entre a infinidade de itens de brinquedos que possuem um que remetesse ao fato de serem nativas do país sede.

Além do Natal, ainda teremos a Páscoa e o Dia das Mães da Copa do Mundo do Brasil que, convenhamos, não chegam a ter grande afinidade com o futebol, portanto o verdadeiro esporte nacional continua a ser perder boas oportunidades e reclamar de algum político de coloração diferente. Nisso somos campeões mundiais.

Quem ganhou dinheiro com a Copa do Mundo no Brasil (e é no passado mesmo, porque não há mais tempo para que isso ocorra) foram os fabricantes de tijolos. A indústria da cerâmica vermelha, como é chamada, é composta por 11 mil micros e pequenas empresas, familiares, que empregam cerca de 300 mil colaboradores, responsáveis, em períodos normais, pela produção de 80 bilhões de peças por ano. Dados da Associação Nacional da Indústria da Cerâmica (ANICER).

A expectativa do Ministério da Indústria e do Desenvolvimento brasileiro é que a construção dos estádios “padrão FIFA” provoquem um incremento na ordem de 6% a esse montante. Nada mal para quem não participa da “grita geral” que envolve os fantasiosos números da Copa do Mundo.

Outros segmentos, tais como brinquedos, vestuário, alimentação e quinquilharias em geral, fazem muita marola, mas não vão produzir nenhuma onda. Estão engessados em supostos padrões de consumo que escancaram a mediocridade da indústria nacional.

Aconteceram duas Copas do Mundo no Brasil. De uma, a de 1950, guardamos a lembrança da derrota. Da outra em 2014, ainda não conseguimos nos lembrar de nada.

ANDRÉ PORTO ALEGRE

Veiculado em Meio e Mensagem

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Marisa erra grafia e vende camisetas estampadas com “Grandes estupradores esta noite”.

A reputação de uma marca envolve muitos detalhes e um cuidado minucioso. Mesmo após altos investimentos em marketing e campanhas brilhantes, a simples falta de uma letra pode provocar uma gafe desastrosa na grafia de uma palavra e um burburinho sem tamanho, sobretudo na era em que as redes sociais pautam as principais discussões do momento. Se o escorregão cair em ambientes como Facebook e Twitter, com alto poder de proliferação, o estrago pode ser ainda pior.

A gafe comentada do momento é a frase estampada em uma camiseta do catálogo infanto-juvenil da Marisa: “great rapers tonight”. A tradução literal é algo como “grandes estupradores hoje à noite”. Possivelmente o estilista quis usar a palavra “rappers”, mas o tiro saiu pela culatra.

Através de comunicado oficial, a Marisa se pronunciou sobre o caso: “Em relação à camiseta com erro de grafia que pode levar ao entendimento de uma frase ofensiva na língua inglesa, a Marisa informa que determinou a retirada imediata de todas as peças das lojas da marca. Os clientes que adquiriram a peça podem se dirigir a qualquer uma de nossas lojas com a camiseta, independente do seu estado, para devolução do valor ou troca por outro produto”.

O link já foi retirado do ar, mas a página ainda está disponível via cache do Google.Clique aqui para acessá-la.

Fonte: Adnews

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Carnaval de Salvador rompe contrato com a Ambev.

Nem tudo é folia no Carnaval da Bahia. Na quinta-feira 24, o Diário Oficial de Salvador publicou a anulação do contrato de patrocínio da Ambev à edição de 2014 do evento. Organizadora da festa, a empresa municipal Salvador Turismo (Saltur) alega que o valor da cota exclusiva para marcas de cervejas estava defasado. A Ambev, que pagou R$ 5,25 milhões para explorar a propriedade em 2013, não reconhece a rescisão e, por meio de comunicado, afirmou que “o contrato de patrocínio para o Carnaval de 2014 foi celebrado após cumprimento de todas as exigências da lei de licitações” e “deve ser respeitado”.

Na nota, a cervejaria ressalta os investimentos que fez para melhorar a infraestrutura do evento e reafirma o interesse em se manter como patrocinadora, alegando que “a contratação de terceiros em violação ao contrato atual desrespeita as leis vigentes e será prejudicial para a cidade de Salvador”. A Saltur, no entanto, confirma já ter recebido propostas das concorrentes Petrópolis e Brasil Kirin (que tem contrato com Ivete Sangalo) querendo ocupar o lugar da Ambev. As negociações incluem a possibilidade de as duas empresas dividirem o valor da cota de R$ 20 milhões e o posto de patrocinador setorial de cervejas — que deixaria de ser exclusivamente de uma marca.

Fonte: Meio e Mensagem

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O desespero traduzido num desconto de 350 mil reais.

A Gazeta do Povo, de Curitiba, chegou aos seus assinantes, ontem,  com uma cinta destacando a “Virada Imobiliária”, com a oferta promocional de diversos empreendimentos residenciais e comerciais com descontos de até 350 mil reais.

Nas letrinhas pequenas, que deveriam explicar as condições promocionais  (pelo menos o Procon exige isso) não informa em que imóveis serão dados os descontos de 350 mil reais, nem se a somatória dos descontos ofertados é que chega aos 350 mil reais.

Não há dúvidas que um desconto de 350 mil reais é enorme, mas, mesmo assim, tenho minhas dúvidas.

Se podem dar descontos de até 350 mil reais, por que é que não baixam os preços de uma vez?

Não está claro que os preços dos imóveis estão elevados demais?

Não é evidente que a oferta é ampla e que está difícil vender imóveis – ainda mais com os preços atuais?

Não é fato que o mercado vai enfrentar, em Curitiba, o problema da bolha imobiliária, que já existe em S.Paulo e Rio?

Não temos mais oferta do que demanda de imóveis, hoje, em Curitiba?

Não é correto afirmar que a comunicação de vendas de imóveis em Curitiba está sendo feito de forma inadequada e ineficiente?

Só se vê panfletagem, raros bons anúncios de jornal, nada na TV, nem no rádio e confiança absoluta na internet.

Parece que ninguém sabe quais são os principais interesses das pessoas, quando elas querem comprar um imóvel (especialmente um apartamento ou casa para viver).

Por acaso do destino, conheci o dono da Construtora JL que está anunciando o desconto (em conjunto com a Camargo Corrêa) e me assombro com a promoção, pois ele nunca foi capaz de trabalhar a comunicação de marketing para construir a imagem de marca da sua empresa, nem dos empreendimentos que desenvolveu em Curitiba, Cascavel, Foz e outras cidades.

Ninguém sabe nada sobre a construtora, só tem que acreditar que ela é idônea, que constrói com qualidade e entrega no prazo o que promete. Tem obras de qualidade, mas nunca as mostrou como deveria, para ser reconhecida como uma construtora de qualidade. É uma ilustre desconhecida e continuará sendo, se prosseguir com a sua estratégia de marketing e de comunicação.

Deve ser desesperador ter que dar descontos de até 350 mil reais.

JJ

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Curiosidade: Em S.Paulo, a PDG está anunciando descontos de 150 mil reais, em promoção imobiliária.

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Spoletto comemora o Dia da Massa.

Comemorado em vários países do mundo, 25 de outubro é o Dia da Massa, data em que deu início o 1° Congresso Mundial de Pasta, realizado em Roma, em 1995. O Brasil, onde a celebração já está no calendário oficial, é um dos países em que mais se aprecia o prato.

Segundo a ABIMA (Associação Brasileira das Indústrias de Massas Alimentícias), o Brasil é o terceiro maior consumidor de macarrão do mundo, atrás da Itália e dos Estados Unidos. O consumo per capita de massa por aqui gira em torno de 6 kg por habitante. Em toda casa há sempre um belo prato de macarrão!

O Spoleto é um bom termômetro para medir essa preferência nacional, já que possui 300 restaurantes no Brasil e 18 no exterior. Em 2013, vendeu 801 toneladas de massa tradicional/seca (spaghetti, fettuccine, fussili e penne) e 744 T de massa recheada (ravióli, lasanha etc.), o equivalente a 48 mil pratos de massa vendidos por dia e 1.420.000 por mês.

Como um legítimo italiano, o chef do Spoleto Gianni Carboni comemora o consumo de massas no país e ressalta a importância de incluí-las sempre no cardápio diário dos brasileiros. Para comemorar o dia 25, ele sugere duas receitas exclusivas da rede: Spaghetti Bolognesa Clássico e Spathetti Pomodoro, ambos a R$ 10,90. “São opções nutritivas, econômicas e clássicas da culinária italiana”, conclui Gianni.

A nutricionista e gerente de qualidade da rede de massas Fernanda Brossi complementa e diz que ingerir o carboidrato com frequência não faz mal algum, desde que se preste atenção aos molhos e acompanhamentos. Segundo ela, os estudos nutricionais incluíram a massa em uma lista de alimentos com baixo percentual de gordura, médio percentual de carboidrato e 14% de proteínas, proporções essenciais para uma dieta equilibrada. “O ideal é que elas venham acompanhadas de molhos que completem as necessidades do organismo sem exageros calóricos – tomate fresco, vegetais e azeite são boas opções, em vez de produtos à base de manteiga ou gordura saturada”, finaliza.

Fonte: NQM

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Anunciantes não podem desanimar, nem silenciar.

O Brasil da Copa do Mundo não vingou como previa o mercado. Cinco anos após o anúncio do país como sede do Mundial de 2014, que atraiu investimentos e expectativas cobiçosas para o enorme mercado consumidor interno, o momento é de cautela.

Em 2012, a economia nacional cresceu somente 0,9%, segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). O índice é menor do que o crescimento de 2,7% em 2011 e muito destoante dos 7,5% alcançados em 2010. O desempenho baixo levou grandes empresas a cortarem a verba publicitária e a perspectiva da explosão de investimentos para o ano pré-Copa não aconteceu.

Para piorar o cenário, em junho deste ano, pouco antes da Copa das Confederações – o “torneio teste” antes da Copa –, uma série de protestos pipocaram em dezenas de cidades brasileiras e levaram milhões de brasileiros às ruas. O descontentamento inicial contra o governo rapidamente se deslocou para a realização da Copa do Mundo e os patrocinadores do evento foram transformados em vilões. Essa série de acontecimentos imprevistos retraiu os anunciantes. “Estou aqui pelo momento do país. Com certeza, o tom mudou”, afirma Chris Weil, CEO da Momentum Worldwide, rede de agências de marketing promocional do grupo Interpublic.

O executivo esteve no Brasil na semana passada para conversar com clientes e lembrar-lhes de que as premissas que projetaram o país como uma das economias mais prósperas do mundo ainda são válidas. “A moeda estável, o governo democrático, o crescimento da nova classe média, os recursos naturais: nada disso mudou no país. O que será necessário são correções em velocidade”, admite, referindo-se ao comportamento das corporações. A agência de marketing promocional é responsável por ações de esporte de marcas como Bradesco e Garoto, da Nestlé, e defende que as marcas precisam ser agressivas nesse momento. “Quando há incerteza, há também oportunidade. As marcas precisam ter uma voz e posicionarem-se. Elas precisam ser audaciosas. Há muito dinheiro envolvido, não dá para ficar em silêncio”, argumenta Weil.

O executivo já viu muitas Copas do Mundo. Ele está na Momentum desde 1996 e há 10 anos responde como CEO da agência. Quando assumiu o posto, a companhia tinha apenas um escritório, em Nova York, e 50 pessoas na unidade. Hoje a empresa está presente em mais de 50 países, com escritórios que vão de Oslo a Tel Aviv, de Madrid a Moscou, de Bucareste a Cingapura. “Nosso trabalho é, mais do que nunca, emprestar ativos de elementos como o esporte e engajar marcas e consumidores”, define. “Nossa especialidade é conectar as duas pontas, não importa o cenário”.

Ele reconhece que a realidade hoje no Brasil é bem diferente da expectativa inicial, mas diz que acredita no “efeito futebol” sobre os brasileiros. “A expectativa era de um tamanho e a realidade é de outro. Tudo era alegria e de repente vieram os protestos”, analisa. “Eu realmente acredito no futebol. Os jogos irão sobressair sobre o resto”, acredita.

Primeiro teste

Em junho, durante a Copa das Confederações, a agência fez um teste para a marca Garoto, patrocinadora da Copa do Mundo. A marca anunciou investimentos de R$ 200 milhões em ações de mídia, redes sociais e desenvolvimento de novos produtos e fez sua primeira ativação durante a competição. Ela é atendida pela WMcCann, também do grupo Interpublic, e a Momentum foi a responsável pela promoção e ativação da campanha “Sonho de Garoto”, que levou 22 meninos para o estádio Mané Garrincha, em Brasília, para terem a experiência de um verdadeiro jogador de futebol.

“Eles foram ao estádio, vestiram-se como um jogador, foram a uma coletiva de imprensa e deram até entrevistas. Um sonho possível graças a uma marca”, disse Marcos Lacerda, o MaLa, presidente da Momentum Brasil. “Foi um teste importante para ver como seria o engajamento”, destaca. A operação atende ainda J&J (trade marketing para Oral B, Baby e Sanpro), GM (área de venda direta), Colgate, Sony (trade marketing e merchandising) e Cultura Inglesa. A agência acaba de vencer a concorrência para a realização do Prêmio Brasil Paraolímpico por meio de sua unidade Momentum Sport.

Neste ano, a economia começa a esboçar melhora. A previsão mais recente do Banco Central, divulgada no final de setembro, aponta crescimento de 2,5% para o PIB. A expectativa em 2014 é semelhante: alta de 2,5%. Quando questionado sobre a disposição dos próprios clientes, Weil tergiversa. “Não há um humor único, mas esse é um mercado de 200 milhões de consumidores”, reforça.

Promo está mais difícil

Enquanto tece prognósticos otimistas para o setor de promoção em escala global, Weil, que acumula o cargo de chairman da 4As (Associação das Agências de Publicidade dos Estados Unidos), reconhece que a competição acirrada dificultou o negócio. “A verdade é que, em todas as áreas, as pessoas estão trabalhando mais para ganhar o mesmo valor que faturavam no passado”, analisa. “Essa grande recessão global em que entramos levou as companhias de publicidade a aumentar o número de serviços que oferecem. Há novas agências entrando no negócio e, o que era nicho antes, agora tem um largo conjunto de competidores”. Uma das explicações para a área de promo ter atraído novas empresas é sua eficácia, acredita Weil. “Ela é ainda a principal estratégia para ser eficiente. Promo será o futuro do marketing”, avalia.

Uma das formas de manter o negócio crescendo é ampliar a oferta de serviços. A agência, além de promo, faz ações de trade marketing, esporte e de shopper marketing, com sua unidade Instore. Internacionalmente ela atende empresas como L’Oreal, Boots, P&G e Sainsbury, e, no país, tem mais de quatro mil pessoas contratadas para trabalhar com suas marcas atendidas pela operação. “A Instore é uma ‘unidade-bebê’ ainda. Nesse ambiente densamente habitado por agências, temos que ter a estratégia completa que irá gerar vendas para o cliente”, diz Weil.

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Boa Publicidade também se aprende na escola. Mas depende de cada aluno.

“Diga-me eu esquecerei, ensina-me e eu poderei lembrar, envolva-me e eu aprenderei”, a frase é atribuída a Benjamin Franklin, mas diz muito  o Dia do Professor, um profissional que tem a nobre missão de enriquecer a vida de outras pessoas através do conhecimento. Todo segmento precisa de grandes mestres. Eles são essenciais na formação de profissionais brilhantes no futuro. A publicidade não é diferente.

Então o que pensam esses profissionais sobre a qualidade do ensino nas faculdades e academias brasileiras? Qual é o conselho para os jovens profissionais? O que eles têm a dizer sobre a missão de ensinar? Com a palavra Emmanuel Publio Dias, professor e vice-presidente corporativo da ESPM, escola pioneira na formação de profissionais da publicidade  no Brasil (62 anos de atividade) e hoje a instituição de ensino que mais formou vencedores de Leões na história do Festival de Cannes.

“O ensino da publicidade no Brasil tem uma peculiaridade. O País tem há muitas décadas um curso de publicidade e propaganda em um grau institucionalizado, bem avaliado e reconhecido. Em vários outros lugares o ensino é livre e a propaganda entra apenas como ‘graduation’. A ESPM nasceu para ensinar publicidade, com profissionais do mercado e o slogan era ‘Aqui ensina quem faz’”, explica Emmanuel.

Para João Renha, professor do departamento de comunicação social da PUC-Rio, o nível do ensino da publicidade brasileira é dos melhores e suporta tranquilamente a comparação com outras escolas de publicidade e propaganda pelo mundo.  “Temos excelentes universidades nos Estados Unidos e na Europa. Lá se aprende a fazer a publicidade  que faz a caixa registradora tilintar, como dizia David Ogilvy. Mas aqui no Brasil se dá o mesmo: estamos em condições de igualdade nesse sentido. Temos excelentes professores hoje em dia – não apenas teóricos da comunicação, mas também gente que veio do mercado e trouxe consigo a experiência prática, a vivência do mercado – e excelente material didático para nos ajudar a ensinar”, avalia o autor de “A Propaganda (sic) Brasileira depois de Washington Olivetto”.

Já Daniel da Hora, que dá aula nas Faculdades Integradas Barros Melo, em Pernambuco, comenta o ensino além do eixo Rio-São Paulo. “As experiências fora do Sudeste tem tido cada vez mais sucesso e escolas superiores tem dado espaço também para cursos complementares, de extensão e de prática. Além disso, já há um ótimo corpo de pesquisa a respeito da área, especialmente em cursos de pós-graduação em nível de mestrado e doutorado”, avalia.

Sobre a importância das escolas na preparação dos profissionais, Renha responde sem hesitar. “A boa publicidade também se aprende nos bancos da escola. O estágio é importante, é claro, e complementa a formação acadêmica, teórica. Mas sem uma boa base, e isso se aprende na escola, não se tem nada” defende. Emmanuel sugere o aprendizado horizontal. “É preciso ser um especialista no que você está fazendo no momento, mas também é necessário ter flexibilidade, versatilidade e cabeça aberta para mudar a qualquer momento, já que o mercado é muito dinâmico”, opina.

Daniel da Hora também fala sobre a importância de buscar conhecimento fora das faculdades. “Nunca deixem de complementar suas referências. Sala de aula e professores são fundamentais, mas aquilo que você faz além destes dois itens conta muito. Invista em sua cultura geral. Ela vai lhe ajudar a fazer a diferença no mercado de trabalho e na vida”.

João Renha também deixou um recado aos estudantes e jovens profissionais. “O conselho que eu daria para os jovens é o mesmo que ouvi do Washington Olivetto: estude, estude muito e sempre. Quanto à missão, vou citar Claude Hopkins, mestre de Ogilvy e meu mestre: aprendemos, via de regra, com os outros. A minha missão, a missão do mestre, eu acho, é exatamente esta: repassar aquilo que aprendeu aos que estão chegando agora. Hopkins tinha razão: somos todos mestres e alunos o tempo todo”.

Por Renato Rogenski, em Adnews

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COMENTÁRIO

Publicidade se aprende na escola sim, por alunos interessados e dedicados, assim como com bons professores, ótima biblioteca e equipamentos modernos. O ensino depende da aprendizagem, que depende só dos alunos. Ninguém ensina nada a quem não quer aprender. Assim, temos bons e péssimos alunos, como há bons e péssimos professores, cursos e faculdades.

No Brasil ainda se ensina Publicidade como criação e veiculação de anúncios e comerciais, quando o conceito moderno se refere à Publicidade como criadora e distribuidora de mensagens de vendas eficientes para públicos selecionados.

Vale lembrar que Marketing é a criação e o desenvolvimento de ideias para ampliar as vendas e os lucros de forma constante.

Ambas as definições vão muito além de anúncios, da antiga Publicidade.

A nova Publicidade utiliza de todos os instrumentos (Merchandising, Promoção, Desig, Assessoria de Imprensa, Iluminpatica, Marketing de Aromas, Marketing Social, Marketing Ambiental, Marketing Cultural, Endomarketing, Cinema, Branding, Internet, Redes Sociais, E-commerce, Eventos,  Games, Marketing Direto, Patrocínio e Relações Públicas, entre outros) de forma orquestrada, fundamentada na partitura do planejamento.

Uma orquestração que requer ótimos músicos (especialistas em um ou mais de um instrumento) e excelentes maestros (que conhecem tudo que todos os instrumentos podem proporcionar em nossa execução da comunicação).

Músicos são especialistas. Maestros são generalistas – só quem conhece o que todos os instrumentos podem nos dar, pode planejar e coordenar a boa execução da sinfonia da comunicação.

Publicidade se aprende na escola e na vida, nos estágios e no trabalho, mas depende mesmo de cada um.

Ninguém fará de alguém um ótimo publicitário, se este não se esforçar em ser cada vez melhor.

JJ

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O que os brasileiros pensam de Promoção?

Perola, Caio, Katia e Denise: modelo deve fugir da commoditização

Quatro profissionais que se conheceram na Bullet, acabam de se reunir novamente para inaugurar a Agência 96, também focada no segmento de promoções e ativações. O nome faz referência ao ano em que trabalharam juntos pela primeira vez.

Segundo a diretora de atendimento Denise de Cassia, o grupo decidiu se juntar por acreditar que há um desgaste nas ações de marketing promocional realizadas atualmente no Brasil. “Percebemos que há uma commoditização do nosso segmento. As promoções estão muito parecidas e o nosso ideal é buscar a inovação”, salienta.
Antes de lançar oficialmente a empresa, os quatro sócios investiram em uma pesquisa com a finalidade de investigar as mecânicas mais usadas pelas promoções realizadas no Brasil e para saber o que os consumidores pensam sobre elas. O estudo Promo em Movimento entrevistou em setembro dois mil consumidores em 20 cidades brasileiras, em locais como supermercados e shoppings.

Para complementar, o Instituto São Paulo realizou uma fase qualitativa na qual 32 pessoas avaliaram cerca de 60 ações promocionais realizadas no mercado nacional. Entre os temas pesquisados estão o perfis típicos dos consumidores que participam de promoções — 63% são mulheres e 34% pertencem à chamada geração Y — e as premiações mais desejadas (veja quadro nesta página com alguns resultados).

Quem ganhou?

Entre as conclusões tiradas pelos sócios da Agência 96 estão a importância da valorização do fator sorte, que continua atraindo o consumidor: 58% deles preferem participar quando há esse ingrediente. “É a mesma mecânica que move as pessoas que jogam na loteria”, destaca Perola Freeman, diretora de planejamento e criação, que embora também tenha passado pela Bullet, onde esteve por 12 anos, atuou posteriormente na Mix, Geo Eventos e Mood. Katia Bivanco, diretora de novos negócios, que tem passagens por The Marketing Store, Bferraz, OgilvyAction, Momentum e Grupo ABC; e Caio Carvalho, diretor de operações, completam o quarteto de sócios.

Outro ponto importante é o da necessidade de agência e anunciante darem feedback aos consumidores participantes após a definição dos vencedores. Geralmente, todos querem saber quem ganhou e se o prêmio foi entregue. “O brasileiro se sente mais valorizado quando fica sabendo o desfecho das promoções. Com o advento das mídias sociais, a comunicação entre marcas e consumidores ficou mais rápida. E eles acreditam ser justo saber quem ganhou e como a ação acabou”, ressalta Perola.
Fonte: Meio e Mensagem

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Submarino emerge nas ruas de Milão.

Você se lembra do dragão que apareceu numa praia para promover a série Game of Thrones (veja aqui)? Agora, algo igualmente chocante aconteceu em Milão. Um submarino surgiu no chão da Via dei Mercanti, uma das principais ruas da cidade italiana. Tudo não passava de uma campanha da empresa de seguros Europ Assistance Italia.

Criada pela M&C SAATCHI italiana, a ação tem como conceito a seguinte frase: “tudo pode acontecer”.

O fato inusitado, assim como aconteceu com o dragão de Game of Thrones, viralizou tanto nos vídeos produzidos pela própria empresa (que possuem uma “cara” de filmagens amadoras), como nas postagens de usuários nas redes sociais.

Até um comercial, com “cara” de entrevista coletiva da tripulação, foi filmado no local.

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Fonte: Adnews

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Controle absoluto…

Os programas de TV que distribuem prêmios gratuitos vinculados a determinadas marcas agora têm que pedir autorização ao Ministério da Fazenda. Duas portarias estão cobrando das emissoras uma série de exigências inéditas.

Chega ao ponto de regular o tamanho dos envelopes, caso haja sorteio de produtos usando correspondências de telespectadores.

Um quadro do Caldeirão do Huck, mais precisamente o Ruim de Roda, já foi notificado para que se adeque à nova ordem.

Por Lauro Jardim, em Veja

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COMENTÁRIO

Se o sorteio não é vinculado a compras, não tem porque regular a promoção. Parece-me abuso de poder e de controle.

JJ

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Promoção…

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Hope em promoção.

A Hope lança dois comerciais reforçando o conceito “Vista Hope. Vista o momento”, com que vem trabalhando nos últimos meses. A estratégia, desenvolvida pela We, ressalta o poder da mulher que usa os produtos da marca.

O primeiro filme, já no ar, divulga a Quinzena do Sutiã, enquanto o segundo, com viés institucional, será veiculado somente em outubro. Ambas as produções, porém, mostram cenas de mulheres usando as roupas da marca acompanhadas de frases como “Ganhe todas as DRs. Seja pedida em casamento. Pare o trânsito”.

“A ideia é passar que, com a Hope, a mulher é capaz de conquistar os momentos que ela quer”, diz Guy Costa, diretor de criação da We.

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Fonte: propmark

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