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04/17

Evento sobre inovação e futuro discute a transformação digital.

VR

A primeira edição do Rio.Futuro, conferência BtoB sobre transformação digital, acontece hoje e amanhã, no Rio de Janeiro. Voltado para as mudanças que o digital traz para os negócios, para a educação e para a sociedade, o evento reunirá mais de 40 palestrantes de diversos países e áreas de atuação para discutir e propor soluções sobre mobile, tecnologia, dados e pessoas.

Entre os palestrantes confirmados estão empresas e instituições como: Google, IBM, facebook, Waze, LinkedIn, OLX, Queremos, Jüssi, Cubo – Itaú, Mastercard, Grupo PSA, FIRJAN, FGV, entre outros.

Serão dois dias de imersão com palestras, entrevistas, mesas redondas e degustações tecnológicas destinadas para executivos de empresas e instituições, empreendedores, investidores, professores e jornalistas, e que irão acontecer no hotel Prodigy Santos Dumont.

Rio.Futuro é o primeiro de uma série de eventos criados pela MOX Digital, empresa voltada para a organização de eventos sobre inovação e tecnologia. “O Brasil é hoje ‘o país das redes sociais’ e isso ilustra a rapidez com que sua população se adapta a novos comportamentos. Escolhemos o Rio de Janeiro porque a cidade foi palco de imensas transformações na última década sediando a Copa do Mundo e os Jogos Olímpicos, desenvolvendo assim um importante ecossistema digital e programas de smart cities”, explica Xavier Leclerc, sócio da MOX Digital.

Serviço:

Rio.Futuro
Quando: 25 e 26 de maio de 2017
Onde: Hotel Prodigy Santos Dumont – Rio de Janeiro (RJ)
www.riofuturo.com

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04/17

Ódio eterno aos “slices of life”.

A edição de aniversário do Meio & Mensagem nos propõe um belíssimo desafio: debater qual será o futuro da criatividade. É evidente que a criatividade existe desde o momento em que um homem das cavernas inventou a roda de pedra lascada para revolucionar a história da humanidade (segundo os mais otimistas) ou um tacape de osso de anta para rachar na cabeça de um carinha da tribo rival (segundo o azedo do Kubrick, embora eu desconfie que ele tivesse razão). A criatividade é tão antiga quanto a espécie humana e, mais do que isso, é algo que a define. De forma que enquanto um Homo sapiens caminhar sobre a face da terra podemos ter certeza de que continuaremos a conviver com prodígios criativos.

A criatividade não vai acabar, tenho bastante convicção de que não viveremos um período de declínio, mas tenho a mais absoluta certeza de que os processos criativos irão se transformar com velocidade e intensidade muito além da nossa atual capacidade de compreensão. Quando damos um zoom na criatividade no mercado de marketing e publicidade no mundo, e em especial no Brasil, só mesmo um otimista cego não conseguiria perceber que atravessamos uma crise. Eu poderia escrever um livro sobre o assunto, pessoas mais preparadas do que eu já escreveram livros sobre o assunto, mas para resumir a saga das nossas agências de publicidade nos últimos 50 anos eu poderia dizer que nos anos 1970 e 1980, quando os recursos de produção eram precários, a ideia era a rainha do pedaço. Poucas campanhas de sucesso dessas duas décadas ganharam o estrelato por conta de verbas espetaculares de produção ou tecnologias formidáveis de pós-produção.

ideia

As grandes campanhas da época se tornaram inesquecíveis e colocaram o Brasil no mapa do mercado publicitário única e exclusivamente por conta de ideias. Um roteiro brilhante do Washington Olivetto, aprovado por um diretor de marketing corajoso e adulto, uma sacada incrível de produção tirada da cartola de um mago como Andres Bukowinski ou Julinho Xavier, um jingle arrebatador composto por craques como Zé Rodrix e Tavito — e pronto: a magia se fazia. Jamais fomos tão bons como naquela época. E falo isso sem um pingo de saudosismo ou autocongratulação, uma vez que minha carreira de marketing começou nos anos 1990.

Falando dos tais anos 1990, não seria justo dizer que começou ali a nossa crise criativa. Inspirada pelos “Father Founders” dos anos 1980 e 1990, nossos verdadeiros Mad Men, uma nova geração de criativos continuou surfando a onda e realizando coisas extraordinárias. Mesmo quando as técnicas de pós-produção surgiram com força total, permitindo a criação de campanhas com sofisticação de linguagem e impacto visual comparáveis ao que se via no mercado norte-americano e europeu, o Brasil continuou apostando na supremacia do conceito, da criatividade. Uma grande campanha era uma campanha com grandes ideias — e se as grandes ideias se faziam acompanhar de grandes produções, tanto melhor. Tudo parecia bem, até que uns poucos (porém influentes) ex-criativos promovidos a donos de agência começaram a ficar mais preocupados em faturar e melhorar o EBITDA de suas empresas do que em criar campanhas realmente transformadoras e imaginativas. Foi quando esses caciques decidiram apostar suas fichas numa desgraça criativa chamada “slices of life”.

Como ocorre com toda ideia de alguém que não se dá ao trabalho de ter ideias, esse jeito de fazer publicidade nem sequer era algo novo, já que a Coca-Cola tinha adotado a técnica nos anos 1970 e abandonado na década seguinte, quando a Pepsi lhe passou um caminhão por cima com as campanhas jovens e descoladas da Pepsi Generation, tendo Michael Jackson como condutor.

A ganância desses donos de agência, covardemente acolhida por um grupo de diretores de marketing teleguiados por pesquisas e pelo medo de chefes que chamavam publicidade de anúncio, fez com que o mercado entrasse em uma espiral de decadência criativa. Quase tudo o que nos lembramos do final dos anos 1990 em diante são campanhas com lindas imagens em câmera lenta de vovôs brincando com netinhos, grupos de jovens dançando na praia ou lendo a lista de aprovação no vestibular, bebês, golden retrievers, noivas jogando buquês, jovens executivos comemorando conquistas e toda a sorte de superposição de imagens bonitinhas, porém convencionais (e sempre com o filtro de luz com a cor do logo do anunciante).

Podem pesquisar à vontade: nenhum focus group reprovará um filme com um bebê ou um golden retriever. Um bebê sendo lambido por um golden retriever, então, será imbatível. Não precisa pesquisar, poupe seu dinheiro. Apesar disso, duvido que alguém consiga citar a qual marca pertencia o último filme em que apareceu uma menininha pulando na cama e fazendo guerra de travesseiros com seu papaizinho top model — da mesma forma que duvido que um marqueteiro que não dá um passo sem fazer pesquisa seria capaz de aprovar um filme com uma adolescente seminua vestindo um sutiã diante das câmeras ou outro com música soturna e em preto-e-branco, que terminava com a cara do Hitler enchendo a tela (apenas para citar duas criações inesquecíveis do Washington).

Refazer hoje um filme consagrado é mole. Quero ver fazer aqueles filmes em uma época em que nem sequer havia eleição direta para presidente no País. Nos últimos tempos, as tacapadas de osso de anta na cabeça das agências que apostaram nas fórmulas batidas foram tão duras que elas simplesmente perderam o rumo. Se antes essas agências apostavam seus últimos tostões em coisas como “slices of life”, jingles cantados pelos funcionários da empresa, filmes com os clientes aparecendo para dar o recado diretamente, celebridades jurando consumir algo que jamais consumiram ou atores veteranos declamando textos piegas, agora elas estão perdidas e atirando para todos os lados.

Tais agências — e que fique claro que estou falando de uma parcela das mesmas, jamais de todo o mercado —, que foram tão bem-sucedidas até asfixiarem o próprio mercado pela falta de brilho criativo, não têm agora a menor ideia sobre o que se passa com os novos públicos, alfabetizados em um mundo hiperconectado e com incrível talento para farejar bullshitagem.

Algumas dessas agências, arrependidas e penitentes, resolveram apostar no tal do marketing de causa, buscando atrair um público que, de fato, ama se engajar em coisas com propósito. Acontece que é mais fácil um camelo passar pelo buraco de uma agulha do que um millennial não achar fake e ridícula a marca de uma grande empresa querendo posar de engajada e cheia de amor por uma causa que até a campanha ir ao ar sequer estava no seu radar.

Aquele que acredita numa causa, mas antes de fazer qualquer movimento em prol dela corre atrás de uma empresa de grande orçamento para sustentar seu “altruísmo”, será instantaneamente desmascarado pelos que realmente se importam com a referida causa. E coitada da marca que cair nessa conversa para comprar espaço no Fantástico e na novela das 9 (que, aliás, poucos millennials assistem).

Se alguém quiser saber o futuro da criatividade, basta olhar para o seu passado. O futuro da criatividade — e do marketing, e da publicidade — passa pelo resgate da grande ideia, capaz de ter relevância e pertinência para a marca, com força para trazer uma mensagem contundente e verdadeira, e não uma mera colagem de imagens bonitinhas devidamente aprovadas por grupos de pesquisa e comitês executivos. Em síntese, uma ideia que quem é realmente do ramo bate o olho e fala: que porrada! Toda e qualquer tentatva de dourar a pílula para esconder a lamentável falta de ideias (e de ousadia para levá-las ao ar) será colocada na mesma lixeira onde estão jogados hoje todos aqueles milhares de filmes “slices of life”, com seus 300 milhões de GRPs, cem bilhões de BV e dos quais, hoje, absolutamente ninguém consegue se lembrar.

Marcos Caetano

Sócio global da Brunswick Group LLC

Em Meio e Mensagem

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04/17

João Santana confirma: Dilma sabia de caixa dois na campanha.

Marqueteiro das campanhas presidenciais dos petistas Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff, o publicitário João Santana afirmou nesta segunda-feira, em depoimento à Justiça Eleitoral, que a ex-presidente cassada sabia do esquema de caixa dois utilizado em 2014 em sua campanha à reeleição. Santana fechou acordo de delação premiada na Operação Lava Jato e é testemunha-chave no processo em que o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) vai decidir se cassa a chapa Dilma-Temer, vencedora no último pleito.

Santana depôs por cerca de duas horas, por meio de videoconferência, ao ministro Herman Benjamin, relator da ação de impugnação de mandato em tramitação no TSE. Pouco antes das 9h30 desta segunda-feira, a sócia e mulher dele, Mônica Moura, também delatora da Lava Jato, relatou ter tratado pessoalmente com Dilma, em uma reunião no Palácio do Planalto em 2014, do esquema ilegal de arrecadação de recursos para a disputa eleitoral. Na versão apresentada pela publicitária ao ministro Benjamin, os contatos com o PMDB e com o então candidato a vice-presidente, Michel Temer, se resumiam a preparações para os programas de TV.

A delação premiada do casal João Santana e Mônica Moura é considerada a pá de cal em Dilma Rousseff na ação que tramita no TSE. O vice-procurador-geral eleitoral, Nicolao Dino, revelou a existência do acordo com a Justiça após a defesa da ex-presidente ter conseguido que o processo fosse reaberto para a oitiva do ex-ministro Guido Mantega. Mantega, aliás, é apontado pela dupla de marqueteiros como o operador do caixa dois presidencial na campanha de 2014. Na campanha anterior, como o casal já havia admitido ao juiz Sergio Moro, cabia ao ex-ministro Antonio Palocci a tarefa de administrar os recursos não contabilizados, provenientes dos cofres da Odebrecht, para irrigar o caixa eleitoral de Dilma.

Também em depoimento à Justiça Eleitoral, o delator da Odebrecht Hilberto Mascarenhas já havia afirmado que João Santana recebeu, via caixa dois, pelos serviços de marketing político prestados a campanhas presidenciais em El Salvador, Angola, Venezuela, República Dominicana e Panamá.

Fonte: Veja

25
04/17

João Santana tirou Temer da propaganda de Dilma porque ele fazia cair o resultado das campanhas.

O marqueteiro João Santana disse ao TSE (Tribunal Superior Eleitoral) que decidiu diminuir as aparições de Michel Temer (PMDB) em peças publicitárias da campanha de 2014 ao constatar prejuízo entre eleitores.

Em depoimento nesta segunda (24), ele afirmou que pesquisas internas revelavam queda das intenções de voto quando o então candidato a vice participava das propagandas.

O motivo, segundo Santana, seria que historicamente a imagem de Temer ficou relacionada com o “satanismo”.

Ele explicou que a alusão se dava, em sua opinião, à existência de um escritor do século 17 que escrevia sobre o tema em suas obras.

A afirmação do marqueteiro foi em resposta a uma pergunta do ministro Herman Benjamin sobre o papel do vice-presidente na campanha.

Santana afirmou que sua relação com Temer era apenas nos dias em que havia gravações de comerciais a serem feitas.

Para o publicitário, o atual presidente também foi beneficiado pelo caixa 2 da campanha.

Benjamin é o relator da ação que pede a cassação da chapa Dilma-Temer no TSE.

O julgamento chegou a começar mas foi paralisado para que a defesa dos investigados tivessem mais tempo para manifestações e também para que novas testemunhas fossem ouvidas.

João Santana e sua mulher, Mônica Moura, prestaram depoimento em Salvador (BA). Um funcionário do casal, André Santana, também foi interrogado.

Procurada, a defesa de Temer não atendeu às ligações da reportagem.

Folha de S.Paulo

25
04/17

LinkedIn alcança marca de 29 milhões de usuários no Brasil.

O LinkedIn, rede social que conecta profissionais ao redor do mundo, alcançou nesta segunda-feira a marca de 500 milhões de usuários. Apenas no Brasil, são 29 milhões de internautas cadastrados na rede – tornando o país o 3º maior mercado da empresa.

A rede possibilita que o usuário se conecte com outros, o que acaba gerando novas oportunidades para a vida profissional de cada internauta cadastrado no site. “De um lado, estão usuários que buscam oportunidades de trabalho, ampliam sua rede de contatos, consomem informações e conteúdo que contribuem para o seu dia a dia. De outro, estão milhões de empresas que buscam profissionais e oferecem seus produtos de uma forma segmentada e cuidadosa”, comenta a gerente de comunicação do LinkedIn para a América Latina, Fernanda Brunsizian.

25
04/17

AVISOS.

AVISOS COLHIDOS AQUI E ALI:
– “Aqui a gente lessionamos aulas de alfabetizasção e reforsso.
– Concertasse DVD, televisão, home tieter, e aparelho de som.”
– Personalizamos pára-xoques.
– Torta de banana da D. Simone. Cada pedaço: R$ 1,50.
Amostras grátis: R$ 0,30.”


– Mãe, deixei a chave da porta escondida embaixo do vaso de planta que está na janela para ninguém roubar. Beijos.


– Funerária Dois Irmãos: antes eram três.


– Vendemos dois coxãos de espuma.


– Ladrãos, não vem roubar minha casa porque a gente tem arma.


– Vidente D. Ana. Descubra o seu futuro amoroso, financeiro e espiritual. Faço leitura de mãos, jogo búzios, etc. E para os preconceituosos, isso não é macumba.


– Hot Dog: R$ 1,00. Ingredientes: pão, salsixa, purê de batata, alfásse, batata palha, maionese, mostarda, kétchup e um suco ou refrigerante (servido num copo).


– Churrascaria Nevez. Nossa especialidade é carne de porco, mas é higiênica.”

 

Sérgio Garschagen, jornalista

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04/17

Esta agência de publicidade está de pé contra a “maré crescente da xenofobia” e praticou rebranding com o nome de seus fundadores judeus.

O braço londrino de uma agência de publicidade global mudou seu nome para os de seus fundadores judeus para “fazer uma declaração contra a intolerância e o preconceito”, e diz que está fazendo isso na sequência de recentes acontecimentos, incluindo o ataque terrorista da em Westminster, em Londres.

A Gray London se tornará Valenstein & Fatt por 100 dias, em homenagem a seus fundadores judeus Larry Valenstein e Arthur Fatt, que lançaram a agência original em Nova York em 1917.

“Contra a crescente onda de xenofobia, Grey London coloca o nome de seus fundadores judeus acima da porta e lança um plano de diversidade de cinco pontos”, disse a empresa em uma declaração por e-mail.

Valenstein e Fatt não nomearam sua agência depois de si mesmos por medo do anti-semitismo, explica um vídeo acompanhante. Ele mostra imagens dos fundadores como uma narração diz: “Você é judeu, o anti-semitismo é comum em uma indústria predominantemente branca e protestante”.

O filme continua com a historiadora Gray, Mary Ghiorsi, explicando: “Não havia agências judaicas e não havia nenhum povo judeu na publicidade, era um negócio conduzido por homens brancos em campos de golfe, em clubes de campo em que Larry (Valenstein) e Arthur (Fatt) Não tinha acesso. ”

“Lawrence Valenstein e Arthur C. Fatt são nomes que podem custar-lhe negócios, então você chama Gray, a cor do papel de parede em seu escritório”, diz a narração.

A agência agora está usando os nomes de seus fundadores em um “compromisso com a diversidade e abertura”.

Uma posição contra o ódio

“Eventos recentes, desde casos crescentes de crimes de ódio e ataques terroristas em Londres até o desencadeamento do Artigo 50, têm provocado arrepios em nossa sociedade e negócios, mas também devem inspirar uma atitude coletiva e determinada de que nosso país e nossas empresas não mudarão para pior “, disse Leo Rayman, diretor-executivo da agência, em uma declaração por e-mail. A Grã-Bretanha viu um aumento na tensão racial logo após o voto Brexit em junho passado.

O vídeo também inclui imagens de uma demonstração da Black Lives Matter e do presidente Donald Trump cantando “Build that wall”, em uma manifestação, enquanto a narração continua: “A discriminação ea inevitável picada de medo e ódio que ela traz devem ser banidas para a história, mas De alguma forma, a história está se repetindo. ”

Trump denunciou recentemente o anti-semitismo e o racismo , dizendo a uma conferência de imprensa da Casa Branca que ele é a pessoa “menos anti-semita que você já viu em toda a sua vida”, em resposta a uma pergunta sobre as ameaças aos judeus Centros nos EUA

A voz em vídeo de Valenstein e Fatt continua: “Então, para honrar nossos fundadores, estamos fazendo uma declaração contra a intolerância e o preconceito, fazendo o que Lawrence e Arthur não puderam fazer em 1917. Estamos colocando seus nomes na nossa porta. Símbolo de onde estamos, até onde chegamos e quanto ainda resta a ser feito “.

Larry Valenstein (à esquerda) e Arthur Fatt fundaram a Grey Advertising em 1917

Larry Valenstein (à esquerda) e Arthur Fatt fundaram a Grey Advertising em 1917
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Questionado se o mundo da agência de publicidade pode ter um impacto no terrorismo, Rayman disse à CNBC por telefone:

“Fazer uma declaração contra a intolerância e o preconceito e melhorar suas próprias condições de trabalho não é exatamente o mesmo que resolver o terrorismo global … Eu não gostaria de fazer uma declaração muito grandiosa sobre o que podemos fazer”.

“As coisas que causam isso são muito mais profundas, mas ser um bastião para a abertura em tempos difíceis me parece ser uma coisa boa”, acrescentou.

Uma força de trabalho diversificada

O plano de cinco pontos da agência para incentivar pessoas de diversas origens nas indústrias criativas inclui trabalhar com escolas e pagar um ano de valor de aluguel para dois candidatos de origem étnica ou minorias desvantajadas. Ele também se comprometeu a desenvolver e mentor de seus diversos talentos e publicou informações sobre a sua empregados de Londres nacionalidades, gênero e educação.

“É como a ponta de um iceberg em um sentido, este exercício de renomeação, porque chama a atenção e mostra o pessoal da empresa como seriamente nós estamos levando a diversidade no local de trabalho”, Rayman disse à CNBC por telefone.

“E também usá-lo como um momento para lançar um pouco de uma luva para baixo para a indústria criativa mais ampla, mas particularmente a indústria de publicidade, e dizer: O que podemos fazer coletivamente para fazer uma diferença genuína em como estamos abertos a diferentes tipos de pessoas que trabalham para nossas empresas? ” ele adicionou.

Escritório de Valenstein & Fatt em Londres

Valenstein & Fatt | Dan Weill
Escritório de Valenstein & Fatt em Londres.
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Rayman disse que recrutar pessoas de origens diversas incentiva uma maior criatividade e ajuda a publicidade a representar melhor o público.

“Se você quer vender para pessoas neste país e em outros países, você gostaria de pensar que você tinha a capacidade de entendê-las e empatizar, e quanto mais pessoas diferentes você tem, mais fácil será fazer isso.

“A segunda coisa (é), as pessoas mais diferentes que você tem, os pontos de partida mais diferentes para idéias e em indústrias criativas em particular, em papéis criativos, exigem muitas mentes diferentes se unindo em colisão para chegar a novas versões de idéias e formas problemas “.

Fonte: CNBC

COMENTÁRIO

Genial. Exemplo a ser seguido não só pela Grey no mundo todo.

JJ

24
04/17

Marketing B2B impõe desafios para agências.

Se conseguir resultados concretos com o marketing direcionado ao consumidor final é difícil, comunicar um serviço ou produto para outras empresas (mercado business to business) é um desafio ainda maior. Isto porque o processo de compra no ambiente corporativo é muito mais arriscado e envolve gastos muito maiores. Um evento da agência F.biz na quarta-feira, 19, reuniu profissionais para discutir os desafios do marketing B2B.
“Os compradores B2B são muito mais apavorados e a compra não é tão emocional: se errar uma compra, é muito mais problemático pois pode ser um emprego que está em jogo. Uma empresa pensa muitas vezes antes de comprar um software ou fazer uma transação, não é como o marketing B2C, onde você vai lá e compra uma Coca-Cola e pronto”, avaliou.Diferentemente do marketing B2C (business to consumer), a comunicação voltada para empresas não acaba no ato da venda. Pelo contrário, a venda é só o início de um processo de fidelização que exige uma estratégia contínua de marketing.  Lais Orrico, head de agências do LinkedIn para América Latina, destacou o processo colaborativo de tomada de decisão de compras em um ambiente B2B, que envolve diferentes departamentos.

No evento, foi apresentado um estudo da Scopen realizado com 34 empresas B2B em 2016. A pesquisa foi feita com 405 líderes de marketing e mostrou que, a cada R$ 100 vendidos por empresas B2B, apenas 95 centavos são investidos em comunicação. Já no B2C, são investidos R$ 3,45 para o mesmo valor vendido.

Também estiveram presentes representantes do Google, que mostraram cases de marcas que utilizaram o digital para divulgar campanhas voltadas para o mercado B2B.  Gleydys Salvanha, diretora do Google, disse que “o digital deve fazer parte do core do negócio, e não só na comunicação”. Para a empresa, a comunicação B2B, da mesma forma que aquela voltada ao consumidor final, deve trazer elementos de entretenimento, utilidade e informação.

A pesquisa da Scopen apresentou também uma diferença entre os investimentos de mídia:  o marketing B2C concentra investimentos em televisão, enquanto o B2B usa sobretudo o digital e os eventos. Embora 41% dos profissionais de B2B acreditem que o digital é fundamental (65% das empresas têm uma área separada), apenas 25% dizem não ter barreiras para trabalhar sua comunicação no ambiente online: 18% acreditam que têm pouco conhecimento sobre o digital, e ainda apontam que não há verba e acham que o digital não é prioridade.

A cada R$ 100 vendidos por empresas B2B, apenas 95 centavos são investidos em comunicação. Já no B2C, são investidos R$ 3,45  para o mesmo valor vendido.

O encontro reuniu anunciantes do mercado B2B, como a General Electric e a fabricante de softwares Totvs. Pedro Alves, líder de marketing digital da General Electric, afirmou que as verbas para a comunicação B2B muitas vezes são mais limitadas. “Nossa realidade de B2B não é de verbas publicitárias maravilhosas, é preciso entender a verba e trabalhar em conjunto com as áreas de negócios e de comunicação.  A estratégia da marca deve estar no centro, e as agências e veículos precisam entender a lógica do B2B: não adianta ter o mesmo tipo de atendimento do B2C, é preciso ter expertise para entender como se dão os relacionamentos, processo de venda e qual é o core de cada negócio”, avaliou o executivo.

Quando questionados sobre a agência integrada ideal, 41% dos profissionais esperam que a agência tenha conhecimento do mercado e negócio de sua empresa. Quando se trata da agência de publicidade ideal, a expectativa em relação a esse conhecimento sobe para 83%. O planejamento estratégico também é um atributo determinante para pelo menos 33% dos respondentes. Na hora de escolher sua agência, empresas valorizam a capacidade de inovação da agência, relações anteriores e os profissionais da agência.

Gabriela Viana, diretora de marketing da Adobe, acredita que há uma cultura de comunicação muito focada no consumidor final.  “As marcas têm dinheiro, é menos sobre a grana e mais sobre o ROI. Não é possível olhar para essa comunicação B2B da mesma maneira que a B2C, pois o ciclo é muito diferente. As agências no Brasil são muito voltadas para o B2C, onde o dinheiro está alocado ainda na TV. Existe muita oportunidade no B2B, e o ROI tende a ser maior pois envolve um volume transacional”, disse.

“O nosso comprador não é uma pessoa jurídica, é uma pessoa física que tem seus medos e inseguranças. O desafio é fazer uma comunicação que passe segurança para ele”, complementou Flávio Balestrin, vice-presidente da Totvs. As empresas B2B têm menos profissionais dedicados à comunicação: são em média 18 pessoas, em comparação a 29 pessoas no mercado B2C.

 

Fonte: Meio e Mensagem

24
04/17

Fiat, Ford e GM são acusadas de fazer publicidade enganosa

A Proteste (Associação Brasileira de Defesa do Consumidor) obteve sucesso nas ações movidas contra Fiat, General Motors e Ford no Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária (Conar). Segundo a entidade, as três empresas praticam o ‘greenwashing’ em suas publicidade.

A expressão, conhecida no universo publicitário, significa fazer marketing fundamentado em informações enganosas com o propósito de valorizar o produto a partir de uma característica relacionada ao meio ambiente, com o foco na preocupação ambiental do consumidor.

No caso da Fiat, por exemplo, o anúncio denunciado refere-se ao pneu ‘superverde’. No comercial, ‘vende-se’ a presença de uma tecnologia sustentável que garante o baixo consumo de combustível e alta durabilidade, contribuindo assim para a conservação do meio ambiente.

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No entanto, a Proteste rebate a afirmação, dizendo que não é possível definir um pneu como sendo ‘verde’, uma vez que os fatores relacionados à produção, uso e descarte seguem o mesmo processo dos demais pneus.

Portanto, ainda que ofereçam os benefícios citados, não seria correto empregar o termo‘verde’, muito menos o prefixo ‘super’, para classificá-los como tal.

 Pela decisão do Conar, o anúncio não atendeu os princípios constantes no artigo 36 do conselho, que diz que as informações ambientais devem ser exatas, precisas e ter relação com os processos de produção e comercialização dos produtos.

Além disso, é necessário que o benefício ambiental salientado seja significativo em termos de impacto total do produto e do serviço sobre o meio ambiente, em todo o seu ciclo de vida, ou seja, na sua produção, uso e descarte.

Diante desta avaliação, o Conar recomendou que o anúncio seja alterado até que sejam atendidas as exigências do código de forma a refletir nos anúncios a responsabilidade do anunciante com o meio ambiente.

A GM, por sua vez, foi denunciada pelo anúncio do ‘Chevrolet Eco’. Na publicidade, a ideia transmitida é de que o sistema oferece melhoria nas emissões de poluentes.

A Chevrolet se defende dizendo que não há nenhuma irregularidade, pois a palavra ‘Eco’ refere-se à economia, e não à ecologia. Contudo, para o Proteste, ao associar a tecnologia ‘Eco’ a uma melhoria como essa, a GM pode levar o consumidor ao entendimento de que o automóvel tem um apelo de sustentabilidade.

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O conselho de autorregulamentação recomendou que fossem retiradas do anúncio todas as referências à melhoria das emissões de poluentes decorrentes do sistema ‘Eco’.

Já na Ford, o motivo da ação diz respeito à publicidade do ‘Ford Ecoboost’, pois insinua que o veículo, além de ter baixa emissão de CO2, possui máximo equilíbrio entre potência e economia.

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Segundo a Proteste, a informação não condiz com a realidade. E o usa o exemplo do Fusion, que utiliza o motor Ecoboost e apresenta a classificação D no Programa Brasileiro de Etiquetagem – este mede a eficiência energética e consumo dos automóveis vendidos no Brasil, no qual a avaliação ‘A’ representa o mais eficiente e a ‘E’ a menos eficiente.

Soma-se ainda ao fato de o sedã não possuir o selo do Conpet, que destaca os produtos que atingem os graus máximos de eficiência energética. Sendo assim, a associação justifica que a baixa performance neste quesito torna-se impossível caracterizar o veículo como o descrito no anúncio.

O Conar orientou que as expressões ‘máximo’ e ‘baixa’, presentes no anúncio, fossem alteradas.

 

Fonte: Gazeta do Povo

24
04/17

SBT, Record e RedeTV! lançarão serviço de streaming à la Netflix.

Embora a situação de Record, SBT e RedeTV! ainda não seja das mais confortáveis – uma vez que as negociações com as operadoras de TV paga ainda engatinham -, um dos planos da empresa Simba, que representa as três emissoras, é criar um serviço de streaming. É chamada internamente de “Netflix brasileira”. Além de fornecer conteúdos já produzidos pelas três emissoras, a plataforma agrupará séries e filmes de terceiros e conteúdo exclusivo.

O produto, além de concorrer com outros serviços de streaming, como Netflix e Amazon Prime, também deve fazer frente às operadoras de TV por assinatura. Os três canais não são mais exibidos pela maioria das operadoras de TV paga no Brasil desde 29 de março, quando o sinal analógico foi cortado na Grande São Paulo. Isso porque a Simba está exigindo pagamento pela retransmissão dos sinais digitais das três emissoras nas operadoras. Somente a Vivo segue com a transmissão porque as negociações entre a empresa e a Simba avançaram de maneira positiva.

Fonte: Veja (Com Estadão Conteúdo)

COMENTÁRIO

Se nem de graça as três conseguem superar a audiência da Globo, quem vai comprar este serviço de assinatura?

JJ

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