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Intimus.

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Art Noveau na publicidade.

A imagem pode conter: uma ou mais pessoas e texto

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TNT.

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20 dicas para se sair bem em negociações.

Já estamos cansados de saber o poder que as palavras têm. Seja no âmbitopessoal e, principalmente, no profissional, saber negociar é fundamental paraconseguir o que se quer… para você, para sua empresa, para o seu país.

Por isso, compartilhamos abaixo vinte lições de personalidades que, ao longo de muitos anos, deram sua contribuição no assunto:

  1. O “não” é só o começo de uma negociação, não o final.

(Kendall Lokhart)

  1. Nós nos defendemos quando dispomos de meios suficientes; e atacamos quando dispomos de meios mais que suficientes.

(Sun Tzu)

  1. Peça que lhe repitam a pergunta. Provavelmente, esta mudará e melhorará.

(Jim Henning)

  1. O mais importante na comunicação é escutar o que não se diz.

(Peter Drucker)

  1. Quando você está negociando com pessoas, lembre-se que não está tratando com criaturas da lógica, e sim com criaturas da emoção.

(Dale Carnigie)

  1. A maneira de evitar suposições é perguntar, assegurando-se de que as coisas fiquem claras.

(Miguel Ruiz)

  1. Na calma reside o poder.

(Josiah Gilbert Holland)

  1. Estar preparado para a batalha é um dos métodos mais eficientes para manter a paz.

(George Washington)

  1. O mais útil de todos os talentos é o de não utilizar duas palavras quando uma é suficiente.

(Thomas Jefferson)

  1. Nunca negociemos a partir do temor e nunca temamos negociar.

(John F. Kennedy)

  1. Devemos combinar a firmeza da serpente com a suavidade da pomba: uma mente firme e um coração meigo.

(Martin Luther King)

  1. Se você se baseia em princípios, tenderá a manter relações baseadas em princípios.

(Stephen Covey)

  1. Em cada um de nossos pianos de cauda existem duzentas e trinta e quatro cordas tensas que exercem uma pressão de quarenta mil libras sobre um marco de ferro. Prova que de uma grande tensão pode surgir a harmonia.

(Theodore E. Steinway)

  1. É difícil mudar de ponto de vista em um conflito. Isto é, geralmente, devido a que não estamos tão interessados em resolvê-lo como em ter razão.

(Thomas Crum)

  1. Se está perdendo no “cabo-de-guerra” contra um tigre, dê a corda a ele antes que coma o seu braço. Você sempre poderá conseguir outra corda.

(Max Gunther)

  1. Quem aprendeu a discordar sem ser grosseiro, descobriu o mais valioso segredode um diplomata.

(Robert Estabrook)

  1. Pode ser que esqueçam o que você disse, mas jamais esquecerão como fê-lossentir.

(Carlo W. Buehner)

  1. Se você não tem pensado cuidadosamente no que fará se não conseguir um acordo, estará negociando com os olhos fechados.

(William Ury e Roger Fisher)

  1. Um enfrentamento não é bom nem mau. Bem conduzido, é absolutamente vital.

(Kenneth Kaye)

  1. Como regra, tudo o que se grita ou se murmura, não vale a pena ser escutado.

(Frederick Langbidge)

 

E aí, se sente mais motivado para a próxima negociação? Esperamos que sim. Então, boa sorte!

Fonte: mkt news

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Entender a Geração Z é pioridade.

A Kantar Millward Brown divulgou as previsões de Mídia&Digital para 2017. A prioridade é entender as necessidades e desejos da Geração Z, conhecida também como pós-millenials e centennials (que nasceram depois de 1995). Sendo assim, as marcas vão ter que oferecer jornadas de consumo mais bem conectadas, que sejam menos invasivas e que tenham uma abordagem mais inteligente e polida, desencorajando o uso dos ad blockers.

Adobe Stock

Os conteúdos criativos serão mais que necessários para que a imaginação e as emoções do consumidor da Geração Z aceitem a publicidade. Ao todo, esses consumidores representam mais de 2 bilhões de pessoas no mundo, pois 27% da população mundial nasceu entre 1997 e 2011.

“Todos os anos temos novos desafios para a comunicação das marcas. Este ano o nosso foco é na Geração Z que é uma nova geração de consumidores que são muito diferentes de seus antecessores. Marcados pelo grande número e pela preferência predominante pelo conteúdo móvel, eles cresceram na sequência da crise financeira mundial e farão novas exigências das marcas que quiserem ganhar espaço nas suas vidas. Entender as nuances da Geração Z deve ser a prioridade dos anunciantes no Brasil, na medida em que descobrem como sua comunicação e as ferramentas que lhes dão poder precisam ser adaptados para a definição de estratégias futuras”, diz Valkiria Garré, CEO da Kantar Millward Brown.

Compartilhar mais histórias, os propósitos e os detalhes dos processos de produção vão permitir que esse público determine se os valores da marca condizem com os seus. É importante, também, desistir de usar o atual enfoque de comunicação linear, factual e linguística, priorizando o conteúdo digital que apele para a imaginação por meio do uso de novas tecnologias, como realidade aumentada e realidade virtual.

A Geração Z também deve responder muito mais a narrativas emocionais e musicais que os Millenials, e esta pode ser uma grande oportunidade para usar a criatividade que estimule, de alguma maneira, os sentidos de todas as pessoas.

Valkiria Garré acrescenta: “a Geração Z vai exigir uma nova abordagem de comunicação das marcas. Com um cenário que está pronto para receber novas propostas criativas, as empresas terão de monitorar de perto quais formatos a Geração Z e outros consumidores acham maçantes e intrusivas, especialmente na sua tela principal: o celular. Juntamente com este novo formato de conteúdo, os anunciantes também deverão entregar uma experiência de marca uniforme em todos os pontos de contato. A Geração Z cresceu em um mundo conectado, e não tem paciência para modelos online e offline que não se integram, e que são mais antigos do que eles próprios – este público não irá se adaptar”.

Outras precisões também foram adiantadas pelo Kantar Millward Brown. Os anunciantes precisam se concentrar em equilibrar a compra programática e aquilo que os consumidores acham que seja publicidade invasiva. É importante usar um mix maior de dados de prospecção de targeting, se baseando em afinidade com a marca, interesses com a demografia adequada.

Os anunciantes também vão perceber a importância, cada vez maior, da sinergia entre as mídias, maximizando o impacto da marca e das vendas. Uma boa notícia é que a crescente onda de bloqueadores de anúncios pode estar prestes a acabar. Embora os anunciantes tenham que adotar melhores formatos publicitários e buscar engajar os consumidores de forma proativa, as atuais ferramentas de bloqueio de publicidade estão demonstrando sua própria falta de autenticidade por meio de problemas na performance do site/ restrições de conteúdo e uma ética questionável de tentar faturar com as peças de publicidade que eles autorizam.

Fonte: Propmark

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10 tendências que vão dominar a fotografia em 2017.

De acordo com a Deloitte, 2,5 bilhões de fotografias foram compartilhadas e armazenadas online em 2016. Além disso, 90% delas foram tiradas de um smartphone. A Depositphotos realizou uma pesquisa para saber como a tecnologia e as redes sociais vão influenciar a fotografia em 2017. Confira as 10 tendências que surgiram e vão continuar a dominar as comunicações visuais no novo ano:

 1. Os anos 90 estão de volta

Os filhos dos anos 90 tornaram-se um grande público-alvo para as marcas e a utilização de redes sociais tem contribuído para que se tornem embaixadores de marcas. Esta geração começou a criar família, lançou empresas, criou uma cultura de consciencialização e têm formação superior; orientam a procura dos consumidores e o seu poder de compra continua a aumentar. Isto significa que a nostalgia dos anos 90 permanecerá uma tendência nas comunicações visuais; é mais um passo no sentido de imagens mais sinceras, espontâneas e próximas da realidade. Instantâneos tipo Polaroid, fotografias com flash e um estilo ousado e colorido, tudo irá emergir com esta tendência. Os filtros de película associados aos anos 90, adicionam um toque pessoal às fotografias, proporcionando um efeito de narrativa, muitas vezes ausente nas fotografias digitais.

 2. Emoções e movimento

A procura por imagens originais, espontâneas e autênticas continua a crescer. Os consumidores e os recursos visuais não reagem da mesma forma a fotografias polidas com modelos em poses estudadas; querem emoções, falhas, a rudeza da vida e pessoas reais em ação. Fotografias que nos digam algo e que personalizem uma história e capturem um momento (como uma história Snapchat) continuam como uma forte tendência. Estas imagens têm o poder de chamar a atenção e manter o consumidor envolvido.

 3. Mundo conectado

A saúde e segurança tem sido confiada a dispositivos inteligentes, os chatbots usadas para ler notícias e os momentos cotidianos nas redes sociais. Ainda não se atingiu a singularidade e os conteúdos simplesmente não conseguem acompanhar o rápido avanço tecnológico. O mercado continua assim a representar a inteligência artificial e a realidade virtual com imagens mistificadas e vagas que não refletem o modo como estas tecnologias são e funcionam, imitando apenas ideias, atividade e emoção.

 4. Desafio aos estereótipos

Apesar de muitas iniciativas sociais e campanhas de marca, ainda se nota a falta de diversidade no que diz respeito à fotografia comercial. O conflito com alguns estereótipos sociais é ainda uma questão problemática para a comunicação visual, quer em imagens de marca quer em outras fontes de media.

A fotografia autêntica reflete o mundo vivido, com uma tónica na diversidade através das representações de diferentes etnias, géneros, culturas, idades, orientações sexuais e aparências. Imagens do não convencional, de personalidades diferentes no local de trabalho, de atividades de lazer e exercício físico têm grande procura no mercado de microstock e estão em voga na mídia.

 5. O domínio do vídeo

Os conteúdos de vídeos vão explodir nas redes sociais, sites de empresas e publicidade de marca. De acordo com a Syndacast, em 2017, 74% de todo o tráfego da internet serão conteúdos de vídeos. Em resumo, a procura de filmagens espontâneas, originais e de alta resolução vai disparar.

Os vídeos aéreos, em 360º e 4K são algumas das tendências mais em voga este ano, resultado do novo equipamento que permite filmar nesses formatos. Os GIFs também são populares nas redes sociais e nos feeds de notícias como formato de pré-visualização perfeito para conteúdos de vídeo.

6. Astrofotografia

Com as últimas declarações de Elon Musk e o sucesso dos projetos da NASA, a Lua, Marte e o resto do cosmos parece agora mais perto do que nunca. Imagens de galáxias e nebulosas são grandes tendências nas redes sociais e na fotografia comercial, ilustrando as mais recentes descobertas e mostrando a beleza do espaço exterior.

Apesar das limitações, a astrofotografia não exige muito: uma máquina digital, um tripé e um pouco de ambição. Os resultados são verdadeiramente fantásticos e trazem grandes esperanças para um futuro de viagens pelas estrelas.

7. Natureza-morta ousada e brilhante

Desde tirar uma fotografia do almoço, a usar uma fotografia de sapatos como uma metáfora da igualdade de géneros – a vida dos objetos inanimados fala por si. As pessoas estão sempre à procura de símbolos e das brincadeiras da interpretação visual. Às vezes, a imagem dos objetos do cotidiano pode contar uma história melhor do que uma fotografia de ação. Através de cores vivas e do contraste, uma fotografia atrativa de um objeto diz muito; fotografias de gadgets, comida, acessórios ou eletrodomésticos podem se transformar em imagens brilhantes de arte pop.

8. Paisagens minimalistas e temperamentais

O estilo minimalista está fazendo furor em todo o mundo e encontra, também, expressão nas comunicações visuais. A fotografia minimalista tem sido uma tendência há já alguns anos, decorando blogs populares, imagens de marca e painéis semânticos.

Este ano vai ser dedicado a paisagens. São essas as tendências agora: natureza deserta, padrões incomuns, névoa, chuva e descanso silencioso. O segredo aqui deve deixar alguns elementos na fotografia e remover quaisquer outras distrações, bem como dominar o minimalismo através da manipulação de cores.

9. Fotografia dos Drones

A fotografia de drones tornou-se uma parte fundamental na organização de casamentos e parece começar a estender-se a outras categorias de fotografia. Os drones trazem possibilidades infinitas para explorar novos ângulos e iluminar objetos comuns numa perspectiva nunca antes vista. Desde impressionantes paisagens urbanas e faixas costeiras a novos ângulos de fotografias de arquitetura e viagem.

 10. Padrões simples

Os padrões minimalistas têm grandes benefícios, são versáteis e podem ser usados numa ampla gama de finalidades. A procura de imagens de fundo está em ascensão, pois estas podem ajudar a transmitir uma mensagem de forma artística e são personalizáveis.

Como em qualquer área de conteúdos visuais, as tendências são padrões de fundo autênticos, ousados e exclusivos. Há procura de fotografias que captam objetos comuns revelando padrões da natureza, de têxteis ou de design gráfico. Por outro lado, há necessidade de linhas simples e padrões de cores arrojadas, que ajudam a criar interfaces nítidas para smartphones e outros dispositivos.

Fonte: Propmark

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Catho.

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O sono que desperta negócios.

Omercado de saúde e bem-estar não para de crescer no Brasil e no mundo. Aqui, com a influência recente dos grandes eventos esportivos, cada vez mais brasileiros devem começar ou intensificar os cuidados com si mesmos, o que acaba aquecendo ainda mais o segmento. Mas, quais são os movimentos que têm ganhado cada vez mais adeptos, as novas modalidades e os comportamentos que mais têm chamado atenção e, consequentemente, gerado negócios?

Os consumidores passam a olhar para os momentos de repouso – o sono – como decisivos na qualidade de vida, se preocupam com a quantidade e a qualidade do que estão consumindo e, especialmente, aqueles que estão constituindo família agora, começam a repensar o universo que criam para os bebês, com o natural ganhando força e com evidente preocupação que o mundo – onde essas crianças vão crescer – seja melhor do que é hoje.

O repouso não é mais como era antigamente

Esqueça os domingos de pijama no sofá assistindo ao Netflix. As pessoas estão dando cada vez mais valor ao repouso “ativo”, no qual podem extrair benefícios seja para o corpo, seja para a mente: a hashtag #restday já tem mais de 1,2 milhão de fotos tageadas no Instagram.

A meditação tem ganhado espaço em diversas academias americanas, inclusive nas que funcionam 24 horas. Há diversos movimentos para criar novas modalidades, com aumento dos chamados “espaços de silêncio”, que misturam o já conhecido mindufulness (atenção plena) com outras novidades.

A crioterapia – aquela técnica da fisioterapia que aplica baixas temperaturas a regiões locais ou gerais do corpo – chega ao mainstream. Antes praticada por atletas de performance como Saquille O’Neil e Kobe Briant, tem sido cada vez mais procurada por amadores ou por quem quer cuidar do corpo. Mais uma vez, celebridades impulsionaram o crescimento: adeptas como as Kardashians e Jéssica Alba ajudaram a dar certo status à técnica.

De outro lado, está o movimento daqueles que preferem descansar a mente. Para isso, estão surgindo cada vez mais aulas e espaços destinados ao descanso. Você leu certo: espaços de descanso. Nos Estados Unidos, uma rede de academias chamada Crunch Gym estreou este ano uma modalidade chamada de anti-gravity cocooning, na qual os alunos deitam em casulos de tecidos e são estimulados a relaxar com música e luzes. O sucesso é tanto que a rede está expandindo: vai abrir mais dez unidades em Nova York, Miami, São Francisco e Los Angeles.

A técnica milenar chamada haloterapia ou terapia do sal, que sempre foi usada para ajudar a melhorar a respiração, volta com status tecnológico. Agora, existem várias “salas salgadas” em lugares especializados em diversos estados norte-americanos com o intuito de dar aos praticantes uma desintoxicação total do corpo.

E como fica o sono nisso tudo?

De nada adianta se alimentar bem e fazer exercícios regularmente se não dormirmos bem. As pessoas procuram dormir cada vez melhor e, para isso, contam com tecnologia aplicada ao sono, já que o ato passa a ser visto como imprescindível para a saúde do corpo e da mente.

Marcas como a gigante do fast fashion H&M chegou a lançar uma coleção de “roupas para relaxar” em colaboração com o ex-jogador de futebol David Beckham. A moda de performance vai para a cama, sim. Os tecidos ganham tecnologia, são mais confortáveis e respiráveis, auxiliando os atletas em repouso.

Não faltam novas oportunidades e maneiras criativas – e até inusitadas – de aproveitar este movimento em torno do sono e do repouso.

No próximo artigo, vamos falar de outras mudanças que podem ser transformadoras para o mercado de bem-estar.

Até lá!

Saúde: o sono que desperta negócios

Letícia Abraham Malta

Vice-presidente executiva do Grupo WGSN para América Latina

Em Meio e Mensagem

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O fim do mundo. Duas vezes. Na delação da Camargo Corrêa.

NA FILA -  O presidente, Michel Temer, o ex-ministro Antonio Palocci, o presidente do Senado, Renan Calheiros, o ministro da Educação, Mendonça Filho, e o senador Romero Jucá: problemas à vista na Lava-Jato com a delação da Camargo Corrêa

Reportagem de VEJA desta semana revela que a Camargo Corrêa, uma das maiores empreiteiras do país, negocia com a Procuradoria-Geral da República uma segunda leva de delações, nos moldes do acordo feito pela Odebrecht, que deve envolver a colaboração de cerca de quarenta executivos e até acionistas e alcançar em torno de 200 políticos, inclusive expoentes do governo de Michel Temer. A Camargo Corrêa promete até exumar o cadáver da Operação Castelo de Areia, que tinha a construtora no centro do escândalo – uma engrenagem que envolvia corrupção, evasão de divisas e lavagem de dinheiro – e que foi abortada pela Justiça. Quando isso ocorreu, porém, já se sabia que Temer aparecia 21 vezes nas planilhas, ao lado de outros figurões da República, como os ministros Gilberto Kassab (PSD) e Mendonça Filho (DEM) e os senadores Renan Calheiros (PMDB) e Romero Jucá (PMDB). A superdelação também trará novos problemas para Antonio Palocci, principal interlocutor da empreiteira nas gestões do PT. Se Brasília já não dormia pela expectativa da delação da Odebrecht, apelidada de “fim do mundo”, o clima vai ficar ainda mais tenso: o mundo pode acabar duas vezes.

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