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Gillette é o barbeador oficial do Barcelona.

https://www.youtube.com/watch?v=l7Lj1bdhXlQ

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A Gillette passa a ser a marca oficial de barbeadores do FC Barcelona para a América Latina. Seguindo o interesse histórico da Gillette pelos esportes, a parceria com o FC Barcelona visa divulgar um elemento exclusivo que as duas marcas têm em comum: precisão. A marca também lança edição limitada de produtos do FC Barcelona.

“Ninguém melhor para falar sobre precisão na vida do que os jogadores latino-americanos que chegaram ao FC Barcelona e fazem a diferença por lá sempre que necessário, estando no lugar certo, na hora certa, dando o seu melhor. E Gillette é a marca que trabalha para tirar o melhor de cada homem, cada dia fornecendo lâminas mais afiadas, barbeadores mais precisos e produtos de melhor performance. A precisão é o que une o FC Barcelona e a Gillette”, afirma Alexandra Vegas, gerente-geral de Gillette para a América Latina.

Para comemorar o patrocínio, a agência Grey Brasil criou para Gillette um vídeo que destaca o papel de precisão na vida dos jogadores latino-americanos, como o brasileiro Neymar e o argentino Lionel Messi, embaixador da marca, destaca propmark

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09/14
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Torcedores não lembram marcas que patrocinam os seus times.

Os torcedores brasileiros não conhecem os patrocinadores do time do coração. Segundo a quinta edição da pesquisa Diário Lance-Ibope, 56,6% dos pesquisados não conseguem mencionar ao menos uma marca. As empresas que conseguiram um índice maior de percepção foram as que estão há mais tempo junto aos clubes, como Unimed (Fluminense, com 34,4% de menções), Banrisul (Internacional e Grêmio, com 32,6% de lembrança) – mencionada por 38% dos entrevistados, sendo a marca mais lembrada.

Mesmo quem torce para os grandes times tem percepção mínima sobre os patrocinadores. Alguns, quando mencionam patrocinadores, chegam a citar antigas parcerias, como a da Parmalat com o Palmeiras, que terminou há mais de dez anos, com 10,3% de lembrança entre os alviverdes. Dos 12 principais clubes do Brasil, nove tiveram torcedores esquecidos, que não conseguem citar nem um patrocinador.

Foram entrevistadas mais de sete mil pessoas em todo o País.

Fonte: Meio e Mensagem

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COMENTÁRIO

Quanto dinheiro jogado fora, quando pensam e agem como se patrocínio fosse só colocar a marca nas camisas…

JJ

17
09/14
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Nike lança camisas fluorescentes em grandes times europeus.

Terceiro uniforme de clubes europeus patrocinados pela Nike

A fornecedora americana de material esportivo Nike lançou nesta semana os terceiros uniformes de seis grandes clubes do futebol europeu: Barcelona, Manchester City, Paris Saint-Germain, Inter de Milão, Juventus e Galatasaray. Ao contrário do que costuma acontecer com equipes renomadas, a marca optou por vesti-las com camisas praticamente idênticas – possuem o mesmo desenho, com botões e gola polo e tons fluorescentes, e se diferenciam apenas pelas cores. A estratégia da marca de padronizar os uniformes, mais comum em equipes menores, dividiu os torcedores, sobretudo os que não estão acostumados com as cores chamativas das novas camisas.

A camisa verde da Juventus, por exemplo, foi vista por torcedores italianos mais conservadores como uma afronta às tradições do clube alvinegro. Entre os fãs do Barcelona, porém, a camisa amarela fluorescente remeteu a grandes momentos: em 2006 e 2009, durante duas de suas quatro conquistas na Liga dos Campeões, o time catalão também utilizou uniformes reservas nessa tonalidade. City e Galatasaray ganharam uniformes em tons de roxo, enquanto PSG (vemelho) e Inter de Milão (azul) receberam da fornecedora – a segunda principal empresa de material esportivo do planeta – camisas em cores mais identificadas com sua história.

Fonte: Veja

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COMENTÁRIO

Que acham?

Eu creio que vai vender muito.

Meu Atlético Paranaense já fez experiências deste tipo, com camisas amarelas, cinzas, bordô, listradas em vermelho e branco (nossas cores são os vermelho e preto) e venderam muito.

Parece que os torcedores gostam destas novidades. Eu gosto, ontem mesmo fui comprar uma camisa amarela, do bom goleiro Weverton, mas não tinha do meu tamanho, nem com espaço para escrever meu nome nas costas  (coisa de atleticano apaixonado, que jogou nos juvenis do Furacão de 68 a 71). Acabei comprando uma camisa de listras horizontais retrô, de 1968 (do meu tempo lá). Veio em tecido de algodão e já desbotada. E vende muito, contou-me a Fernanda – bela vendedora da lojinha oficial (na Arena antiga havia uma belíssima loja da Umbro, que está prometida só para o ano que vem).

Enfim, eu compraria as camisas do Paris Saint Germain, da Inter e do Barcelona, nesta ordem de preferência. A verdinha, nunca!

JJ


Esse é o JJ. Muito bem e vamos torcer na Baixada , não é mesmo? Com camisa de listras ou desbotada , não importa, o que importa é que vc vá na Baixada torcer por esse timão.



    Neste sábado eu fui. Mas tem muita obra para ser feita lá, ainda, Sueli.


16
08/14
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Chevrolet é a nova patrocinadora da CBF.

A CBF (Confederação Brasileira de Futebol) anunciou nesta sexta-feira (15) a General Motors como sua nova patrocinadora. A montadora apoiará a seleção brasileira pelos próximos cinco anos de acordo com o contrato. A parceria, portanto, abrange as Olimpíadas Rio 2016 e a Copa do Mundo 2018.

O patrocínio faz parte da estratégia “Find New Roads”, alinhamento global da Chevrolet que estreou no Brasil em julho do ano passado. A campanha é desenvolvida pela Commonwealth, estrutura do McCann Worldgroup dedicada à montadora.

A primeira ação da GM junto à seleção deve ocorrer no dia 5 de setembro, quando a equipe disputa um amistoso contra a Colômbia nos Estados Unidos. O patrocínio será estampado em shorts de treino, agasalhos, no ônibus oficial da seleção e também em placas publicitárias.

Participaram do evento que anunciou o patrocínio presidente da CBF, José Maria Marin; a presidente da GM, Mary Barra; e o presidente da Chevrolet do Brasil, Santiago Chamorro. Na ocasião, Marin presenteou a americana com uma camisa da seleção com o número 14, em alusão ao ano em que a parceria tem início.

A multinacional americana substituiu a alemã Volkswagen no patrocínio à seleção. A Volkswagen não renovou o contrato assinado em 2009 e que se estendeu até a semana passada, informa 0 propmark.

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08/14
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Volkswagen deixa de patrocinar a CBF.

A Volkswagen confirmou que não é mais patrocinadora da Seleção Brasileira de Futebol. Em comunicado, a montadora informou que o término da parceria já estava previsto e não tem relação com os resultados da Copa do Mundo.

“A Volkswagen estabeleceu parceria com a CBF iniciada em 2009 com vistas especialmente à Copa do Mundo no Brasil. Com atributos de uma marca tão integrada ao Brasil e fabricante do modelo Gol, era fundamental estar ao lado da seleção brasileira em uma Copa no País. Assim, conforme planejado, e após o sucesso do patrocínio em dois mundiais, a empresa conclui sua participação de forma muita satisfatória”, informa a nota.

Sem a Volkswagen, a CBF conta com 12 patrocinadores atualmente: Nike, Itaú, Vivo, Guaraná Antártica, Sadia, Extra, MasterCard, Samsung, Nestlé, Gillette, EF Englishtown e Unimed Seguros. Este ano, a Seleção Brasileira arrecadou aproximadamente R$ 300 milhões, apenas com patrocínio para a Copa do Mundo,  com quase o dobro de parceiros em relação ao último mundial, realizado em 2010, na África do Sul.

Informações do mercado dão conta de que a Chevrolet já estaria interessada no lugar deixado pela Volkswagen, segundo o site do propmark.

30
07/14
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Atlético ainda não detalhou decisões do referendo, que envolvem muito mais do que prorrogação de mandato.

No dia 14 de julho, o Atlético Paranaense convocou seus associados para um referendo (procedimento que não encontro nos Estatudos do clube). O referendo ocorreu em 18 de julho e até o momento a única informação liberada pelo Atlético, no site oficial (único porta-voz oficial do clube para a Imprensa e os sócios) é a da prorrogação dos mandatos dos conselhos administrativo, deliberativo e fiscal por  mais um ano. Os demais ítens da pauta não foram explicados para todos os sócios do clube, mesmo os que não tem direito a voto, mas possuem direito à informação.

Abaixo está uma cópia da convocação do referendo (que, estanhamente, trata de um ítem de campanha, quando deveria tratar apenas dos intereses do clube e dos seus associados).

Nada foi informado aos mais de 23 mil sócios (segundo informações do clube) e à Imprensa, sobre:

1. A finalização do projeto da Arena da Baixada, do prédio e das lojas. Como será feito, quando, com que recursos, qual o prazo de entrega?

2. Detalhamento do projeto, dos custos e da viabilização da Areninha – e seu uso.

3. O equacionamento das dívidas, provavelmente o assunto mais importante e crucial para o futuro do Atlético.

4. As negociações de marketing, da Arena, do time, do clube. Quais são os planos? Que valores se pretende buscar e como? Que negociações já existem? O que o marketing vai representar no orçamento anual do clube? O que os sócios representarão no budget anual do Atlético? Que outras receitas estão previstas (venda de direitos federativos de jogadores, premiações, escolinhas, produtos licenciados, lojas, lanchonetes, cartão de crédito, academia e outros)? Qual é a despesa mensal e anual prevista do CAP?

5. Promessas de campanha…que não deveriam constar de documento do clube, mas já que tocaram no assunto, o que foi feito para cumprir a promessa de ser campeão de tudo que disputar, no Estado, no Brasil, nas Américas e no Mundo? Como e quando teremos um time apto, qualificado para disputar títulos? Em quase 3 anos de gestão nenhum título foi conquistado.

Por que bons times, como o do final de 2013, são desmontados e ídolos da torcida mandados embora, sem uma reposição à altura?

6. Assuntos gerais:

E a FUNCAP? Quais os planos? Como viabilizar uma fundação sem patrimônio (já que todos os imóveis foram dados como garantia de empréstimos do BNDES, inclusive alguns anos de cotas de TV da Globo)? Por que os cargos da FUNCAP têm que ser vitalícios?

Como o clube sobreviverá, com liberdade de ação, sem os recursos financeiros que serão destinados à FUNCAP? Quais os riscos de uma ditadura da fundação sobre o clube? Como foram escolhidos os membros vitalícios da FUNCAP (excluindo todos os sócios que não integram o conselho deliberativo e administrativo)?

A ampliação dos direitos dos sócios nos estatutos do clube (basta ler os estatutos para verificar que há mais textos de ameaça de exclusão do que sobre direitos para participar efetivamente do desenvolvimento do Atlético).

Relações com a Imprensa, antipáticas e fundamentadas na Censura (que não é uma ação democrática).

Elenco com mais de 140 jogadores registrados no BID da CBF, o que representa um elevado custo para o clube. Qual a justificativa para isso? Que benefícios financeiros e técnicos há em ter tantos profissionais no elenco?

Outras atividades na Arena da Baixada. O que se tem planejado? Quais os planos da empresa contratada para gerir a Arena?

O que se planeja fazer para atrair as crianças – futuros sócios – para o dia-a-dia e os jogos do Atlético Paranaense?

Quanto dinheiro o clube perdeu com o fechamento,  por quase 3 anos, da loja de produtos licenciados que havia na Arena? O que será feito e quando, para disponibilizar uma ampla oferta de produtos oficiais para os torcedores atleticanos, já que isso pode gerar ótimas receitas?

Como conseguir boas arrecadações de marketing sem um ótimo time?

E outros questionamentos que possam surgir.

Afinal, os sócios e a imensa torcida têm todo o direito de saber e de serem ampla e corretamente informados.

Ou não?

JJ

11
07/14
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Derrota para a Alemanha altera programação da Globo.

Assim como todos os brasileiros que assistiram perplexos aos sete gols da Alemanha na partida que acabou com o sonho do hexacampeonato em casa, a TV Globo também se desanimou com a Copa do Mundo após a derrota da Seleção. Embora o Mundial termine apenas no domingo – e o Brasil ainda tenha pela frente a disputa do terceiro lugar contra a Holanda -, a cobertura da emissora, que até então vinha privilegiando o torneio acima de qualquer outro assunto, já sofreu alterações – profundas alterações.

Quem assistiu ao Jornal Nacional nessa quarta e quinta-feira pode ver que a jornalista Patrícia Poeta já retornou à bancada. Ela, que passou os últimos 39 dias acompanhando o cotidiano da seleção brasileira na Granja Comary, seguindo a equipe para todas as cidades em que o Brasil jogou, voltou ao seu posto nos estúdios da Globo antes mesmo da Copa terminar. Seu companheiro de bancada, William Bonner, celebrou seu retorno, chegando a brincar que essa era a única notícia boa que a Copa tinha trazido aos brasileiros nas últimas 24 horas (em referência direta à goleada de 7X1 sofrida no jogo da semifinal).

A ausência de Patrícia Poeta da Granja Comary não foi a única mudança na cobertura do Jornal Nacional. Ao contrário dos dias anteriores, em que as notícias da Copa e das seleções participantes do torneio ocupavam quase toda a grade do telejornal, a edição de ontem deu menos espaço ao assunto, exibindo reportagens de outros temas. Com o torneio se aproximando do final e a quantidade de jogos diminuindo, é até natural que a Globo reduza a presença da Copa em sua grade. A eliminação do Brasil, no entanto, obrigou a emissora a deixar de tratar o evento com o clima de celebração e alegria de anteriormente.

Outro programa da Globo afetado pela humilhante derrota da Seleção foi a Central da Copa. A última edição noturna especial do programa – que reunia Tiago Leifert, Caio Ribeiro e outros comentaristas esportivos para debaterem os principais lances do jogo do Brasil – foi ao ar no dia 8. Apesar da seleção ainda jogar no próximo sábado, 11, a Central da Copa não terá mais essa edição de uma hora de duração. Ao invés disso, a Globo optou por fazer uma versão reduzida da atração no pré-jogo do Brasil e também na grande final, que será disputada no domingo, 13, entre Argentina e Alemanha. Nestas quinta e sexta-feira, dias 10 e 11, a Central da Copa está sendo exibida em um dos blocos do Jornal da Globo, como já vinha acontecendo ao longo da Copa.

Galvão estará presente na última partida do Brasil nesta Copa

Galvão em dose dupla
A emissora confirmou que o narrador Galvão Bueno irá transmitir as duas últimas partidas da Copa do Mundo: o jogo entre Brasil e Holanda, no sábado, 12, e a final, entre Alemanha e Argentina, no domingo, 13. Mais cedo, alguns veículos noticiaram que Galvão não iria narrar o jogo do Brasil e que a função caberia ao narrador Luis Roberto.

A Globo, no entanto, confirmou a presença de Galvão nas duas partidas. No jogo do Brasil, ele irá narrar o jogo com o apoio de Walter Casagrande, Junior e Arnaldo Cezar Coelho. Já na grande final, ele também fará parceria com Casagrande, Arnaldo Cezar Coelho e Ronaldo Fenômeno. Junior e Caio Ribeiro também estarão no Maracanã para comentar a partida que definirá o campeão da Copa do Mundo.

Alto investimento
Desde o ano passado, a Globo já vinha dando sinais de que a Copa seria o grande produto televisivo de 2014. Em agosto de 2013, a emissora já havia fechado o time dos patrocinadores que iriam expor suas marcas nas transmissões: Johnson & Johnson, Coca-Cola, Hyundai, Oi, Ambev, Itaú, Nestlé e Magazine Luiza. Cada uma das cotas de patrocínio da Copa tinha preço de tabela de R$ 179,8 milhões.

Todos esses anunciantes foram amplamente expostos na grade da emissora durante o torneio, que além de exibir praticamente todos os jogos da Copa, tornou o Mundial o assunto principal de muitos dos programas da grade, como Mais Você, Encontro com Fátima Bernardes, Caldeirão do Huck e outros. Os jornalísticos da Globo também trataram a Copa como prioridade até a goleada sofrida no Mineirão – a pior em toda a história da seleção brasileira.

COMENTÁRIO

Resta saber se o patrocinadores serão compensados pelas veiculações a menos desta semana. É bem provável que sim.

JJ

Fonte: Meio e Mensagem

12
06/14
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A promessa do jornalismo digital independente

A correlação entre maior cobertura na internet, mais velocidade de acesso para os usuários e uma queda no consumo da imprensa escrita parece indiscutível, pelo menos nos países desenvolvidos. Ao mesmo tempo, esses fenômenos interligados parecem estar estimulando o surgimento de um jornalismo digital independente, que apresenta uma importante alternativa aos meios de comunicação tradicionais.

A compra de diários emblemáticos como o Washington Post pelo fundador da Amazon, Jeff Bezos, por US$ 250 milhões, ou do Boston Globe, adquirido pela quantia de US$ 90 milhões por uma equipe de beisebol, contrasta obviamente com as operações de compra ou venda de plataformas da internet, que atingem bilhões de dólares.

Eu mesmo, um tradicional assinante do Washington Post, me pergunto todos os dias por que continuo mantendo essa rotina de ir até a porta para pegar o jornal logo que me levanto, com a ilusão de iniciar o dia bem informado. Na realidade, o que faço é olhar as manchetes enquanto tomo um café e, invariavelmente, uso o meu iPad para ler as chamadas noticiosas da BBC, dos diários latino-americanos, do Huffington Post, do El País, etc. Tudo isso é feito no mesmo tempo que eu levaria para ler um dos longos artigos do Washington Post.

Talvez o domingo seja uma exceção porque esta é a oportunidade que se tem de ler de modo mais descontraído a edição mais compacta desse dia, em uma experiência semelhante a um retorno ao passado. A um tempo em que o ciclo noticioso ainda podia se manter por vários dias e não se falava de trending topics (assuntos do momento) ou de vídeos virais.

Enquanto os grandes jornais estadunidenses reveem o seu modelo de negócio e, pouco a pouco, oferecem serviços pagos de leitura na internet, na América Latina uma boa parte da imprensa escrita tradicional goza de boa saúde econômica e, consequentemente, mantém seus leitores. Por essa razão, e levando em conta o crescimento paulatino da internet, suas páginas eletrônicas continuam acessíveis sem nenhum custo.

Não há dúvida de que o avanço da classe média latino-americana na última década levou a um aumento de consumo. Tampouco há dúvida de que a imprensa escrita e seus anunciantes se beneficiaram desse processo, e isto sem levar em conta os aspectos profundamente culturais em vários países, onde o jornal é o pretexto para conversas em bares, cafés e boliches.
No entanto, apesar de suas próprias dificuldades econômicas e também de patrocínio, várias experiências de jornalismo digital independente conseguiram se concretizar, criando uma alternativa cada vez mais viável ao meio de comunicação impresso tradicional.

O Huffington Post nos Estados Unidos, o MediaPart na França, o Animal Político no México, La Silla Vacía na Colômbia ou El Faro em El Salvador, para citar apenas alguns exemplos, conseguiram criar uma percepção de que o jornalismo digital pode ser tão profissional quanto o outro jornalismo, e possivelmente mais viável em termos econômicos. Esses veículos também parecem ser capazes de estabelecer uma comunicação com públicos mais jovens, que há muito tempo deixaram para trás a leitura dos meios escritos em papel.

Não há um único modelo de negócio para que se possa falar de um novo paradigma. Ao contrário: existem múltiplas variações que dependem das circunstâncias de cada iniciativa.

Outro caso promissor é The Conversation, uma proposta que surgiu na Austrália com o objetivo de transformar dois problemas em uma solução. Por um lado, viabilizar a possibilidade de decodificação da pesquisa científica realizada nas universidades a fim de torná-la acessível ao público a que se destina. Por outro, recuperar os jornalistas profissionais que diante da crise dos diários tradicionais buscavam outras aventuras.

Assim, os decodificadores de sempre – os jornalistas – encontraram um ambiente adequado e com financiamento garantido (as universidades) para preencher um hiato de conhecimento que todos aqueles que financiam a pesquisa no âmbito acadêmico, do Estado à iniciativa privada, passando pelas fundações especializadas, consideram importante superar.

The Conversation foi lançado primeiro na Austrália, há três anos, em seguida na Grã-Bretanha, mais tarde na Holanda, em uma edição bilíngue, e agora está chegando à África e à Ásia, além da possibilidade de ingressar na América Latina e na Espanha em 2015.

Pelo que eu vejo, esta iniciativa constitui um outro modelo de negócio que poderia ser sustentável.

Seja por meio de assinaturas, em alguns casos (França), de publicidade, de patrocínio como em alguns exemplos latino-americanos ou por uma combinação de todos esses elementos, em outros, tudo indica que o jornalismo digital – que oferece contexto, combina imediatismo com análise e complementa o que o Twitter apenas anuncia – parece ter chegado para ficar.

Sergio Jellinek

Gerente de Relações Externas do Banco Mundial para a América Latina e o Caribe.

Veiculado no Brasil Post

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05/14
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Nem tudo é ROI, no e-commerce. E na comunicação de marketing.

As discussões a respeito da  importância do retorno sobre os investimentos – ou simplesmente ROI – são recorrentes no mercado e na mídia. É simples entender a razão: num ambiente de negócios altamente competitivo, a pressão que os gestores sofrem por resultados é cada vez maior e, por isso, cada centavo investido deve ser justificado e trazer resultado. O reverso da moeda, no entanto, é que no meio dessa história toda surgem muitas confusões, especialmente quando se trata de sua aplicação no meio digital. E o principal problema reside na combinação do exagero que se dá ao ROI e falta de profundidade do debate. É por essas e outras que o ROI pode exercer um efeito maléfico sobre o comércio eletrônico.
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Muitos artigos que leio na mídia sobre ROI me dão arrepios. Os mais “divertidos” são os que dizem que o ROI de uma loja virtual tem de ser no mínimo X ou ficar entre X e Y. Há também os famosos “como fazer”,  que indicam os cinco passos para crescer a taxa de retorno etc. Por um lado, isso é até divertido. Por outro, é triste, pois nos faz imaginar que existem gestores de marketing digital que pautam suas decisões baseados em números mágicos ou dicas ao melhor estilo fast food.
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Antes de avançar nesse ponto, preciso apenas dizer que o ROI é, sim, um instrumento importante e muito bem usado por diversos gestores. Aliás, é um indicador quer pode ser útil para tudo na vida: para avaliar o esforço feito numa amizade ou casamento ou para mensurar se a contratação de um executivo valeu a pena, por exemplo. Num olhar mais técnico, é uma ferramenta para medir o valor investido numa campanha de links patrocinados versus as vendas geradas. A crítica que faço refere-se à maneira como se aplica o ROI, ao fato de ser visto como “o” único indicador para o e-commerce e utilizado em todas as campanhas da mesma maneira. Estamos míopes – ou, pior ainda, estamos cegos.
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Objetivos distintos
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Vamos simplificar um pouco o raciocínio. Comecemos por dividir as ações de marketing em três grandes pilares: Awareness, Aquisição e Retenção. Vamos também partir do princípio de que as mídias de cada um dos  pilares possuem diferentes preços, apesar de muitas vezes serem iguais. Ou seja, link patrocinado é uma mídia de aquisição e também de retenção. Em aquisição, seu custo deve ser maior do que em retenção ( a palavra  “TV LED”  é mais cara que  “TV LED Submarino”). A primeira palavra deve estar na sua campanha de aquisição de cliente, a segunda em retenção – caso a empresa em questão seja o Submarino. Em outros termos, a mesma mídia tem custos diferentes e deve ser usada para estratégias diferentes.
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Aí entra o segundo elemento:  o quanto que essas mídias se tornam mais baratas ou caras se adicionarmos o tal do “awareness”? Mas o que é awareness? Simples. Awareness é  você ler “viver sem fronteiras”, “amo muito tudo isso” e  “a número 1” e se lembrar imediatamente de que marcas estamos falando. Mas também significa ter centenas de lojas de rua onde as pessoas podem sempre ter contato com a marca. Com awareness, tudo fica mais fácil.
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Analisemos agora o mercado de moda, por exemplo. O que  esse setor faz em termos de marketing? Destina entre 70% e 90% do orçamento para a compra de páginas na Vogue (ou revistas similares), eventos de relações públicas com pessoas famosas e desfiles. Qual o ROI de cada uma dessas ações? Ninguém sabe, ninguém mede. Por quê? Porque fazer awareness não é mensurável da mesma maneira que fazer uma campanha de links patrocinados. Ou melhor: os KPIs  devem ser medidos de maneiras diferentes. Então por que, quando compramos mídia no YouTube, banners em portais, página de logout do Facebook (todas mídias de awareness/tráfego), insistimos em medir com ROI? Não faz sentido.
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Quando a conversa chega nesse ponto, costumo ouvir a seguinte pergunta: “Mas, Léo,  como vou mensurar o investimento em awareness?”. Respondo a essa questão com uma pergunta: “Você está disposto a investir tempo e recurso de sua equipe para avaliar alguns indicadores sistematicamente, semana a semana, quando na verdade o que se está fazendo é awareness? Normalmente a pessoa a minha frente muda de assunto.  “O ROI é mais simples, prefiro o ROI”, alguns insistem em dizer. Triste realidade.
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Não misture alhos com bugalhos
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É verdade que é muito mais simples contar com uma só verba e uma só estratégia de marketing digital, em vez de três. Dá menos trabalho e já tem uma “fórmula” pronta. Aliás, a culpa também é minha. Eu começava minhas apresentações dizendo: “No online dá para medir tudo”, e mostrava a diferença entre o online e o off . Estava errado… Assim,  ajudei a  construir uma cultura que agora é muito difícil de mudar. Sim, o online é muito mais mensurável, mas marketing é marketing, awareness é awareness e marca é marca. Não é possível mensurar da mesma maneira que marketing direto ou links patrocinados.
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Quem sabe bem disso são meus clientes que fazem mídia off-line – na televisão, por exemplo. Assim que o comercial passa na Rede Globo, a média de pessoas no site muitas vezes se multiplica por dez. E nem sempre são geradas dez vezes mais vendas. Então quer dizer que mídia na Globo não serve para o online? Óbvio que serve. Mídia na maior emissora do País não é para aquisição ou retenção. É mídia de awareness, de tráfego, de desejo. A próxima vez que o telespectador quiser comprar alguma coisa, ela se lembrará da marca, fará uma busca no Google e fechará a compra! O último clique foi Google, mas o desejo foi gerado na Globo. Como se vê, são mídias diferentes, com propósitos diferentes e que devem ser medidas de formas diferentes. É por essas e outras que não dá para tratar o ROI como se fosse um mantra intocável e acima do bem e do mal.
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Léo Cid Ferreira, CEO da AD.Dialeto – veiculado no Adnews
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COMENTÁRIO
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Digo mais: não se pode mensurar comunicação de marketing alguma só com base em vendas. A vendedora pode estar com TPM ou o vendedor descobriu que a mulher o trai, ou faltou mercadoria, ou a proposta não era matadora…Há dezenas de motivos para uma venda não ser concluída.
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Mas é mais comodo não aferir imagem de marca, lembrança, confiança, recomendações, afeto pela marca, opinião,opinião pública e comportamento.
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Pena que, cada vez mais, estamos nos tornando reféns daqueles que só pensam em cortar custos, ao invés de vermos mais e mais profissionais contribuindo verdadeiramente para o crescimento das empresas.
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JJ
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21
04/14
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Gugu não deve voltar ao SBT.

Parece que Gugu Liberato não vais mais voltar ao SBT, pois não conseguiu patrocinador para seu programa. Tentou o Banco do Brasil, que mesmo tendo Gugu como garoto-propaganda, sem sucesso. E sem patrocinador, Sílvio Santos não pretende bancar Gugu.

JJ

18
04/14
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Duracell patrocina remadores em travessia do Atlântico.

Contar boas histórias é um dos recursos mais eficazes para criar conexões produtivas com o público. Para as marcas, entretanto, esse jogo só fica interessante se essa jornada guardar sinergia com os seus valores, conceitos e posicionamento. O que é preciso, por exemplo, para enfrentar o Talisker Whisky Atlantic Challenge, a corrida de remo mais difícil do mundo, onde os competidores precisamos percorrer 3 mil milhas, praticamente atravessando o Oceano Atlântico? Resistência foi a palavra que veio a sua cabeça? A ideia remete a uma bateria de longa duração.

A Duracell estava por lá e patrocinou a jornada de Jamie Sparks e Lucas Birch, dois jovens de 21 anos que ficaram em quinto lugar na competição, mas entraram para a história como os mais novos atletas da modalidade a conseguir tal façanha. Eles saíram das Ilhas Canárias em 03 de dezembro de 2013 e chegaram à ilha Antígua 54 dias mais tarde, em 27 de janeiro.

O vídeo abaixo mostra a incrível saga da dupla, que além da resistência física e mental necessária para uma viagem dessas, precisou de muita habilidade para lidar com tubarões famintos, alimentação racionada e o mar agitado, com ondas gigantescas.

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Fonte: Adnews

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COMENTÁRIO

Nos anos 80, o brasileiro Amyr Klink atravessou sózinho o Atlântico, em 100 dias, remando. Na época, creio que foi 86 ou 87, a Nutrimental (que era minha cliente) patrocinou e bancou a alimentação de Amyr, com alimentos desidratados e liofilizados.

Depois da volta do remador solitário, fizemos uma campanha publicitária com ele, apresentando ao mercado a linha de varejo da Nutrimental (que era especializada, até então, em fornecer a indústrias alimentícias e aos programas da merenda escolar no Brasil.

Amyr, na época, escreveu o livro “100 dias entre o céu e o mar”, que tem uma narrativa deliciosa da grande aventura dele.

JJ

13
04/14
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ESPN está otimista com a Copa.

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A Copa do Mundo do Brasil já vem rendendo bons resultados à ESPN Internacional. O presidente global de marketing, clientes e vendas, Ed Erhardt, disse que as vendas publicitárias para a cobertura do Mundial estão bem mais altas do que as registradas na Copa do Mundo de 2013. Segundo ele, somente no período entre junho de 2012 e julho de 2013, as negociações publicitárias foram maiores do que as registradas durante toda a Copa da África do Sul.

Apesar dos protestos e das manifestações que tomaram conta do Brasil no ano passado – e que chegaram a assustar os patrocinadores e anunciantes em relação ao sucesso da Copa do Mundo e também da Olimpíada de 2016, que acontece no Rio de Janeiro – a ESPN continua fechando bons negócios. “A demanda é forte”, disse Erhardt, que preferiu não revelar os valores de faturamento do canal.

O executivo disse que o próprio fuso horário brasileiro – apenas uma hora à frente de Nova York e da capital do País, Washington – também colaborou para atrair os anunciantes. Na Copa de 2010, a diferença de seis horas em relação a Johannesburgo pode ter contribuído para diminuir o interesse dos anunciantes na Copa.

Outro fator que o executivo usa como argumento para a maior atenção dos anunciantes à Copa seria a visibilidade que as redes de TV norte-americanas vêm dando ao futebol. A Major League Soccer e a própria Liga dos Campeões da Europa vem sendo mais destacadas pelas emissoras, o que contribui para o aumento do interesse dos norte-americanos pelo futebol. Com isso, o porta-voz espera que os espectadores se interessem pelo Mundial para acompanhar o desempenho dos astros dos grandes clubes europeus.

“O futebol está se tornando um esporte dominante nos Estados Unidos”, aposta o presidente de marketing, clientes e vendas da ESPN. Segundo ele, a audiência que acompanhava futebol na TV era essencialmente composta por hispânicos, mas agora, a parcela de norte-americanos que se interessa pelo esporte é muito significativa.
E quais são as marcas que estão apostando na força da Copa do Mundo do Brasil? Segundo o executivo, a Adidas, patrocinadora global da Fifa, está investindo fortemente na cobertura. A marca esportiva, que é responsável pela bola da Copa desde 1970, ainda não revelou qual a estratégia para a cobertura do canal, mas um porta-voz garantiu que será realizado um grandioso esforço de marketing, aproveitando a cobertura multiplataforma do canal.

Outros parceiros globais da Fifa, como Coca-Cola, Visa, Budweiser, McDonald’s e Hyundai também devem fazer parte da cobertura do canal. A ESPN preparou um vídeo para instigar a audiência a se preparar para o Mundial do Brasil.

Fonte: Meio e Mensagem

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04/14
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As conquistas de Copa do Nordeste.

A partida que encerrou a Copa do Nordeste de 2014 entre Ceará e Sport, na Arena Castelão, em Fortaleza, nessa quarta-feira 9, registrou recorde de público no estádio. Com 60 mil torcedores a favor do time da casa, o Sport Recife sagrou-se tricampeão da competição que ganhou, nesta edição, álbum oficial de figurinhas, criado pela Panini, e uma bola oficial, confeccionada pela Penalty.

Segundo o Esporte Interativo, a expectativa de público para essa partida já era grande pelo que o campeonato se mostrou durante o ano. Com crescimento de 20% na audiência individual de 2013 para 2014, a Copa do Nordeste computa média de público de 7 mil pagantes, frente a 5 mil no Campeonato Paulista, estadual que reúne mais torcedores. Já nas fases finais, a média de público saltou para 14mil.

Neste ano, os telespectadores puderam acompanhar a todos os jogos nos canais Esporte Interativo e no Esporte Interativo Nordeste, lançado no fim do ano passado. Segundo o canal, a audiência dos jogos foi 20% maior do que a edição de 2013, com uma média 1,5 milhão de pessoas assistindo a cada partida. A exemplo do ano passado, a TV Globo transmitiu um jogo por rodada.

Nas redes sociais, os torcedores tiveram forte participação, com mais de 400 mil interações de 70 mil pessoas únicas nos mais de 2.200 posts criados sobre a Copa do Nordeste. Outro fator que movimentou a página do canal foi a intervenção dos internautas com pedidos frequentes da inclusão do Esporte Interativo Nordeste na grade de todas as operadoras de TV paga do País. Atualmente o canal está disponível na Claro TV, Oi TV, Multiplay, CaboTelecom e TCM.

Mas não só de casa cheia viveu a também chamada Lampions League. A receita total dos clubes (premiação e bilheteria) subiu de R$ 15 milhões, em 2013, para R$ 20 milhões, em 2014, um aumento de 32% em relação ao ano anterior. De acordo com Alexi Portela, presidente da Liga do Nordeste, foi possível aumentar o valor da premiação e dos benefícios graças aos parceiros que se associaram ao campeonato. “A Liga do Nordeste vai continuar buscando parceiros que queiram associar sua marca a uma competição bem sucedida e que, em contrapartida, proporcione benefícios para os clubes”, disse.

Comercializadas pelo consórcio formado entre Esporte Interativo, Klefer, Sportplus e De Ponta, as cotas de patrocínio do Nordestão foram preenchidas por Brahma, Caixa, Hiper, Gillette, Pitu, Germed, Subway e Sportingbet.
Fonte: Meio e Mensagem

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03/14
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“Patrocínio será a principal fonte de renda no esporte até 2016″

É evidente que o marketing esportivo ainda precisa evoluir muito no Brasil. Para isso, entretanto, o mercado precisa de informação, capacitação e profissionalismo. No último final de semana, a Escola de Negócios Trevisan finalizou mais um curso intensivo de Patrocínio Esportivo, com a assinatura do professor Fábio Wolff, sócio-diretor da Wolff Sports, a agência de marketing esportivo que mais fecha patrocínios no Brasil na atualidade.

Muito mais na linha de quem vivencia diariamente o universo dinâmico e predatório do mercado, do que um virtuoso acadêmico que respira teoria, Wolff usa exemplos de seu atribulado dia a dia profissional, conta informações de bastidores sobre as atividades de uma agência especializada em marketing esportivo e utiliza cases nacionais e internacionais para falar dos mais variados assuntos dentro do universo de patrocínio esportivo em suas aulas. “O mercado precisa ter uma percepção clara de todas as ferramentas e plataformas de ativação disponíveis. Durante muito tempo no Brasil, o patrocínio se restringiu apenas à exposição de marca, o que chamo apenas de mídia esportiva e não de marketing esportivo”, afirma Wolff, que também é professor no curso MBA de Marketing da Trevisan.

Para quem acha que o mercado não tem demanda suficiente para o surgimento de agências especializadas, ainda não entendeu o real movimento de crescimento do investimento das empresas no esporte. Tente pensar em alguma grande marca que não tenha qualquer relação com eventos ou atividades esportivas. Difícil, não? Uma agência de marketing esportivo pode auxiliar as marcas, clubes e atletas não apenas no fechamento dos contratos como em todo o processo de parceria, desde as questões burocráticas até a ativação estratégica.

Apesar de uma melhora lentamente gradual, nos últimos anos, o amadorismo ou a falta de conhecimento sobre o patrocínio esportivo, acaba prejudicando parcerias mais sólidas, entregas eficientes e trabalhos mais qualificados. “Aqui no Brasil, em alguns casos, ainda se paga por uma Ferrari, mas a entrega não é a de uma Ferrari. E em alguns casos a culpa não é somente dos clubes, que enxergam o patrocinador apenas como um financiador, mas também das marcas, que às vezes não tem um departamento de marketing estruturado, ou mesmo uma agência de marketing esportivo, para conseguir ativar a marca e explorar todas as propriedades que foram fechadas no contrato”, analisa o professor da Trevisan.

A agência de Wolff ficou reconhecida pela expertise e habilidade em fechar patrocínios pontuais, mas também tem na bagagem alguns cases de casamentos mais duradouros. “O ideal é um patrocínio mais longo, que permita que você crie a associação do atleta ou do clube com a marca e consiga utilizar todas as plataformas de ativação. Já o patrocínio pontual é mais trabalhoso, não permite muitas ativações, o investimento é menor, e não se cria uma associação consistente para as marcas. O que pode definir muitas vezes essa questão é a estratégia do patrocinador e o budget que ele tem em mãos para investir”.

O que se sabe ao certo é que o mercado precisa se preparar, já que uma das principais tendências é que o patrocínio se torne a principal fonte de receita da indústria do esporte até 2016 no Brasil. “O difícil não é fechar patrocínio, mas sim renová-lo e caminhar com esse patrocinador como parceiro. A entrega não pode ser mecânica. Por outro lado, se a marca fizer apenas o convencional, vai correr o sério risco de ser apenas mais uma no mercado”, finaliza Fábio Wolff.

Fonte: Adnews

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02/14
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O PT vai pagar…

Andrea Haas, a mulher de Henrique Pizzolato, está compreensivelmente nervosa. O marido mensaleiro está preso na Itália. Talvez por isso, no fim de semana soltou os cachorros para cima da imprensa, atacando a tudo e a todos.  Já em 2005, depois do depoimento do marido na CPI dos Correios, Andrea cuspira fogo

Ao fim de seu depoimento à CPI, sua mulher, Andréa Haas, irritada, ameaçou:

— O PT vai pagar o que fez com ele.

Beleza. Mas Andrea também deve explicações. Quais? Não custa reproduzir uma informação publicada pelo Radar em 2005. Ei-la:

“A Confederação Brasileira de Vôlei (CBV), presidida por Ary Graça, depositou em fevereiro 6 000 reais na conta da arquiteta Andréa. E daí? Bem, Andréa é mulher de Henrique Pizzolato, diretor de marketing do Banco do Brasil, que, veja só que coincidência, é patrocinador da CBV – o BB dá 30 milhões de reais por ano ao vôlei.

Pizzolato diz que não entendeu o depósito. E garante ter provas da devolução do dinheiro. Graça, por sua vez, nega qualquer depósito. Segundo ele, Andréa deu-lhe apenas alguns conselhos técnicos quando o centro de treinamento da CBV foi construído: “Mas nunca remunerei Andréa, uma mulher muito distinta”. As versões são conflitantes.

E as perguntas ficam no ar. Por que Pizzolato, no cargo graças ao ministro Luiz Gushiken, se calou por tanto tempo diante do depósito? E por que Graça não reconhece o depósito que Pizzolato confirma?”, informa, em sua coluna em Veja, o jornalista Lauro Jardim.

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Valores das cotas de TV do Campeonato Carioca.

Valores da transmissão pela TV do Campeonato Carioca 2014:

TV paga, por partida:

R$ 700 mil para o Flamengo

R$ 650 mil para o Vasco

R$ 500 mil para o Fluminense

R$500 mil para o Botafogo

Com isso , a cota mínima ( x 15 jogos da fase inicial ) do Flamengo – será  de R$ 10.5 milhões, do Vasco  de  R$ 9.750 milhões e de Fluminense e Botafogo de  R$ 7.5 milhões cada.

A cota máxima de cada um ( x 19 ) será a seguinte: Flamengo – R$ 13.3 milhões, Vasco – R$ 12.3 milhões, Flu e Bota – R$ 9.5 milhões cada.

Neste ano o campeão pode ganhar um máximo de R$ 4.7 milhões (título mais Taça Guanabara) e um mínimo de R$ 3.7 milhões em prêmios

Quais são os valores das cotas de TV do Campeonato Paranaense?

JJ

Fonte: Wellington  Campos

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CNA patrocina o Santos.

O Santos terá o CNA como um de seus patrocinadores neste ano. Com o contrato fechado com o clube nesta terça-feira (21), a rede de escolas de idioma poderá estampar sua marca nas camisas de jogo e treino dos atletas e da comissão técnica, além de placas no Centro de Treinamento Rei Pelé e em backdrops das coletivas de imprensa e entrevistas.

Também está previsto no contrato que o CNA conduzirá uma série de ações de cunho educacional, oferecendo aulas de inglês aos jogadores e demais funcionários da agremiação, e com professores da rede atuando como interpretes em possíveis entrevistas realizadas na língua inglesa.

A previsão de estreia do uniforme com a marca do CNA é o próximo domingo (26), quando o Santos enfrente o Ituano em partida válida pelo Campeonato Paulista. O logo será estampado na manga da camisa e, nos próximos jogos, estará na omoplata.

Paulista de Jundiaí

Outro clube que fechou patrocínio recentemente foi o Paulista de Jundiaí, que terá como parceiros durante o Campeonato Paulista a Locaweb e a rede Outback Stakehouse. Intermediado pela Wolff Sports, o acordo prevê que as empresas tenham espaço para suas marcas no uniforme do time, backdrop da equipe e no site oficial.

Para o jogo desta quarta-feira (22) contra o Corinthians, em Americana (SP), o Outback terá sua marca estampada também nos ombros do uniforme do Paulista.

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Fonte: propmark

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Empresa proibida de atuar no Brasil patrocina o Botafogo.

Parceria empresa Botafogo print (Foto: Reprodução / Internet)

A Telexfree, empresa que pretende vender telefonia VOIP no Brasil, anunciou através um vídeo no YouTube (assista ao vídeo aqui) uma parceria com o Botafogo. Com operações bloqueadas judicialmente no país, a Telexfree assinou o contrato com o clube carioca em Miami, nos EUA. Pelo Botafogo, estiveram presentes o diretor comercial Airton Mandarino e a diretora jurídica Joana Prado. Pela Telexfree, o presidente da empresa, James Merrill e o diretor de tecnologia, o brasileiro Carlos Walzeler. Ambos ganharam camisas do clube. Não foram anunciados os valores da parceria

- Para o Botafogo, mais do que se associar a uma outra marca, nós tentamos entender os negócios dos nossos parceiros e tentar construir relações que sejam duradouras e tragam resultados. Para nossa estratégia de internacionalizar a marca firmar uma parceria com uma empresa americana… é absolutamente fundamental. E vamos ajudar a estratégia de comunicação da Telexfree – disse Mandarino.

- Nós estamos muito empolgados em assinar esse contrato com o Botafogo. Sentimos que era o que precisávamos para levar Telexfree para cada residência no Brasil – disse James Merril, presidente da empresa americana.

A Telexfree tem travado na justiça uma luta para conseguir operar no Brasil. Denunciada pelo Ministério Público do Acre (MP-AC) por suspeita de atuar sob esquema de pirâmide financeira, a empresa teve suas contas e operações bloqueadas pela justiça do Acre em 2013. E ainda foi multada no fim de dezembro em R$ 11 mil por entrar com recurso considerado protelatório, com a intenção de atrasar o andamento de dois processos: o que bloqueou as atividades da empresa e outro que pede a extinção do negócio.

O apresentador do vídeo em que a parceria com o clube carioca é anunciado é Carlos Costa, diretor de marketing da Telex Free. Costa participou de audiência na Assembleia Legislativa do Acre no fim de 2013 – tentando para defender o desbloqueio das ações da empresa. No vídeo, ele se mostra empolgado:

- Agora todo divulgador Telex Free tem um time: o Botafogo. Estaremos juntos nos estádios pelo Brasil e na Libertadores. Traremos com certeza o título dessa Libertadores para o Fogão!.

Para entender o caso Telexfree no Brasil – clique aqui.

Fonte: Globoesporte

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VEJAM O QUE FUNCIONA NA SEDE DA TELEXFREE

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Intel patrocina Barcelona

A Intel e o Barcelona anunciaram na semana passada um acordo de patrocínio. A empresa estampará sua marca na parte interna do uniforme dos jogadores em troca do fornecimento de tecnologia para as instalações esportivas e educacionais mantidas pelo clube.

“A tecnologia que estamos fornecendo e os programas em que estamos trabalhando juntos foram projetados para elevar o Barcelona a um dos clubes de futebol mais tecnologicamente avançados do mundo e lançar um ambicioso conjunto de iniciativas educacionais”, disse Deborah Conrad, diretora de marketing da Intel.

A camisa com o patrocínio da Intel foi  usada pela primeira vez no sábado, quando o Barcelona enfrentou o Villareal pelo Campeonato Espanhol.

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Fonte: propmark

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Nissan corta patrocínio do Vasco

A briga lamentável entre as torcidas do Vasco e do Atlético Paranaense no último domingo vai doer no bolso de um dos clubes: a Nissan, que repassa 7 milhões anuais ao clube carioca, vai romper com o contrato que deveria durar mais três anos. A informação é da coluna Radar, de Lauro Jardim, publicada por Veja.

A ordem teria sido dada pela matriz da montadora, chocada com as imagens da pancadaria em Joinville (SC) no dia 8. As cenas foram veiculadas ou publicadas nos principais veículos internacionais.

Tudo somado, a situação do Vasco fica ainda mais difícil: rebaixado depois da derrota para o clube paranaense, o time foi multado nesta sexta em R$ 80 mil pelo Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD). Perdeu ainda 8 mandos de campo.

Já o Atlético foi multado em R$ 120 mil, com perda de 12 mandos de campo.


Ainda esperando pela confirmação. Boatos de hoje aqui no RJ falam que a CEF estuda romper com Vasco e CAP e cobrar uma multa prevista no contrato de cerca de R$ 30 milhões ( Vasco ) e R$ 18 milhões ( CAP )

Vamos ver as noticias da semana



    Não duvido.
    Castigo merecido, porque o Petraglia deixou de se preocupar com a segurança na Arena Joinville e o Dinamite levou a organizada para iniciar a pancadaria.


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