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O SBT completa um ano na vice-liderança.

O SBT completa um ano na vice-liderança da TV aberta no Brasil. A emissora de Silvio Santos conquistou a posição em dezembro de 2015 e desde então vem se mantendo à frente da Record. Em novembro último, registrou 5,4 pontos de média, 14,5% de share, em segundo lugar no ranking geral das audiências no Painel Nacional de Televisão (PNT), na faixa das 24 horas.

Na mesma faixa horária, a Record (em terceiro lugar) marcou 5,3 pontos de média e 14,2% de share. Os dados são do Ibope.

Em relação a novembro do ano passado, o SBT registrou aumento nas principais faixas horárias do dia. No período da manhã, das 06 às 12 horas, a emissora registrou crescimento de 7%. No décimo primeiro mês de 2015 o SBT registrou 3,8 pontos de média, enquanto no mesmo mês em 2016 marcou 4,1 pontos de média.

No horário nobre, das 18 às 24 horas, em novembro do ano passado, o SBT havia marcado 7,6 pontos de média, enquanto no mesmo mês deste ano a emissora de Silvio Santos marcou 8,5, crescendo 12% na faixa horária.

Na madrugada, das 24 às 06 horas, o SBT foi a única emissora a registrar crescimento em audiência. Em novembro do ano passado a emissora registrou 2,6 pontos de média, enquanto no mesmo mês em 2016 registrou uma média de 2,9, apresentando um crescimento de 14%, infora o Propmark.

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Até onde você quer chegar?

    “Quem trilha os caminhos

    que já foram trilhados, só

   chega até onde os outros

  já chegaram.

 Graham Bell.

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Sua marca está always on ou sometimes on?

mercado de comunicação é bastante criativo na invenção de expressões, que rapidamente são adotadas, multiplicadas, mas pouco debatidas e decodificadas – talvez a que tenho visto com cada vez mais frequência nas discussões e briefings é a “preciso de uma estratégia always on” – questionando marqueteiros sobre o tema notei que a maioria das definições correspondia a uma estratégia “sometimes on”, ou seja, de ativação de múltiplos touch points durante a duração de uma campanha. Seria o equivalente a ser casado, mas só estar com seu parceiro(a) durante 2 ou 3 meses do ano, desaparecer e no próximo ano, reaparecer como se nada tivesse acontecido e contando uma outra história.

Mas então o que seria esse “always on”? Você pode estar pensando “não tenho mídia para sustentar uma presença 365 dias por ano. ” Ok, entendo! Mas acredito que é possível construir uma estratégia de “always on”, mesmo com períodos com menor ou nenhuma mídia combinando 4 fatores:

Ecossistema digital – vencer na busca orgânica
Você sabe quantas buscas no Google são feitas mensalmente por sua marca, categoria ou ocasião principal de consumo? Você já refletiu sobre quanto dinheiro investe para alcançar seus consumidores vs quantos deles buscam pelas ocasiões, categoria ou mesmo sua marca e simplesmente não são atendidos? Essa é uma reflexão assustadora, mas poderosa e o ponto aqui é reforçar a importância de se ter um ecossistema digital receptivo para essas buscas. Na grande maioria dos casos temos web-sites pouco atualizados, com experiência de navegação ruim e que não respondem ao que é buscado – um ecossistema bem organizado, tageado e atualizado garante relevância orgânica e autoridade em buscas.

Ativar campanhas – vencer nas buscas patrocinadas
Aqui vale a mesma pergunta sobre comportamento de buscas do item acima. Somado a eventuais campanhas, conteúdos e serviços – você facilita que seu consumidor encontre os ativos ou campanhas de sua marca? Lançar campanhas e esperar pela pesquisa de brand tracking não é mais o suficiente. Estar em qualquer mídia de massa, seja TV ou mesmo redes sociais e não ter uma estratégia de busca é um grande desperdício de oportunidade para trabalhar o funil de marketing, criar ou expandir conversas e até gerar trial ou vendas.

Presença em e-commerce – estar 24/7 disponível
Repare que disse “presença” e não em criar um e-commerce, que é algo bem complexo, mas você já refletiu sobre qual experiência seu consumidor tem ao buscar ou comparar seu produto no varejo online? Arrisco a dizer que na maioria dos casos é uma experiência pobre ou no mínimo incompleta. Num mercado com 68 milhões de e-shoppers, que cresce a dígitos duplos ano após ano, é importante garantir uma experiência incrível nesses pontos de contato, mesmo não sendo proprietários – pesquise como estão as fotos ou descrição de seus produtos ou serviços em diferentes sites de e-commerce.

Mobilidade – estar disponível em qualquer hora e lugar
Num pais com 167 milhões de SmartPhones, mobilidade já deveria estar integrada em tudo o que fazemos. Qual é a sua sensação quando ao buscar algum produto ou serviço no celular você cai num site que não é “mobile friendly”? Ruim, certo? Pense se essa experiência constrói ou danifica o equity dessa marca ou serviço. Pensando no básico, é importante garantir que 100% de sua presença digital seja 100% mobile friendly. Prometo que isso não requer tanto investimento e tempo, mas faz muita diferença.

Se você tiver os 4 pontos acima cobertos tenho convicção que há grandes chances de você estar pavimentando um verdadeiro “always on” no médio prazo, afinal enquanto você ativa sua marca ou serviço, através de mídia paga numa campanha, as buscas serão direcionadas ao seu ecossistema, agora bem organizado e tageado, construindo relevância orgânica nos buscadores. Ser e pensar mobile vai garantir sua presença em qualquer hora e lugar e, finalmente, entregar uma experiência incrível no e-commerce do seu varejo vai contribuir para melhorar o equity de sua marca ou serviço e suas vendas on-line. Faz sentido para você?

Sua marca está always on ou sometimes on?

Alexandre Waclawovsky

Head de marketing digital da Nestlé

Em Meio e Mensagem

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Burger King.

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Marcas lutam diariamente para impactar as pessoas. Mas isto não basta.

luta

Segundo pesquisas, temos contato com aproximadamente 2.000 marcas em um dia “comum” e menos de 300 delas ficam em nossa memória.

Por isso, essas marcas brigam tanto por um pequeno espaço na vida das pessoas.  Com tantos pontos de contato, sejam eles digitais ou físicos, e com tantas experiências proporcionadas diariamente por elas, acabamos sempre estabelecendo relações com aquelas que mais conseguimos nos identificar.

Hoje, tudo acontece muito rápido e está sempre em constante mudança, o ser humano precisa ser mutável, flexível e dinâmico. E as marcas precisam acompanhar isso.

A partir daí começou uma evolução que trouxe a dinâmica da contemporaneidade às marcas, deixando de utilizar apenas sua forma básica, simétrica e regular, e passando a considerar variações dentro de seus sistemas de identidade, criando marcas dinâmicas ou flexíveis. Tais mudanças tornaram as marcas mais humanizadas, mais parecidas com as pessoas e menos com as corporações.

Se o consumidor muda e se transforma para se adaptar à rapidez da vida contemporânea, assim também devem ser com as marcas, se adaptando à vida de seus diferentes públicos, plataformas, veículos e pontos de contato.

As variações no design são o ponto de partida para as identidades dinâmicas, porém não são as únicas, uma vez que uma marca dinâmica também pode ser mutável em outros aspectos de sua identidade, como, por exemplo, a identidade verbal. São logotipos, slogans e até nomes que aceitam variações de cor, forma, tamanho, mensagens, etc.

Nas identidades dinâmicas, a falta de padronagem é “regra”, mas devemos ficar atentos, já que nesses casos, a regra é estrategicamente manipulada para proporcionar o reconhecimento das marcas em suas diversas versões.

Quase paradoxais, as identidades dinâmicas favorecem o reconhecimento e pregnância das marcas pelos seus consumidores, que não dependem de um único elemento para identificar suas lovemarks, mas contam com uma rede de manifestações que as representam de forma plural e coesa.

Existem grandes exemplos de identidades dinâmicas de marcas como a MTV, a AOL e, inclusive, a marca dos Jogos Olímpicos de Londres. Desta forma, as marcas dinâmicas estabelecem um diálogo mais direto e personalizado com seus consumidores, criando relacionamentos genuínos e duradouros. Elas são como costumamos dizer, as verdadeiras “marcas que dialogam”.

Lucas Saad, fundador e diretor da consultoria saad branding+design, de Curitiba.

Fonte: Adnews

COMENTÁRIO

Mais do que impactar, ressalto, as marcas precisam conquistar, atrair, gerar vendas e ser lembradas, neste tiroteio que é a comunicação de marketing, hoje em dia.

Não basta ser impactado e não acredito que 300 marcas fiquem na nossa memória, ao fim de um dia.

Faça um teste com você mesmo: anote numa folha de papel quais os comerciais de TV você lembra ter assistido ontem, quais foram os comerciais que você ouviu ontem no rádio, que anúncios ficaram na sua memória da leitura de revistas e jornais, e – para completar – o que você lembra de publicidade ou de promoção que viu na internet, ontem.

Depois me conta quantas marcas e mensagens você lembrou.

No meu livro “Publicitar – Uma nova visão da publicidade“, saliento um estudo do Aspen Institute, sobre o “Futuro da Publicidade”, realizado em 1996, reunindo os maiores especialistas dos Estados Unidos,  que destaca que vivemos, hoje, na “Sociedade da Informação”, onde um novo site na internet aparece a cada minuto – isto em 96!

Hoje deve ser mais do que 5 vezes isso, ou mais.

Este estudo foi traduzido e editado no Brasil, em 2003, pelo Grupo de Mídia de São Paulo, com o título ”A Conquista da Atenção” e merece ser lido – porque este é e será o nosso grande desafio profissional e de futuro.

Como conquistar a atenção (e depois o interesse, o desejo, a ação e a memória), num ambiente de tanta disputa pelos sentidos das pessoas?

Os brasileiros, em 2001, assistiam mais de 1.000 horas/ano de televisão (aberta e fechada), nas 360 emissoras espalhadas pelo País (335 delas ligadas às 5 grandes redes).

 Ouviam, em média, 754 horas/ano de rádio (AM e FM), nas 3.421 emissoras brasileiras de então.

Dedicavam 332 horas/ano para ler revistas. Em 2001, havia 1.675 revistas registradas no Brasil, de acordo com a introdução brasileira do livro acima citado.

De acordo com esta publicação, só na Grande São Paulo, os consumidores foram atingidos por 560 mil comerciais de TV,  665 mil comerciais de rádio, além de mais de 20 mil anúncios (só nas 284 revistas mais importantes do mercado)… isso, em 2001.                       

E podemos estimar uns 700 mil anúncios de jornal, por baixo.

Dá um total de cerca de 2 milhões de mensagens publicitárias por ano (arredondando para cima), sem contar outdoors, painéis, internet, etc.

 Vamos dividir por 365 dias?

 Dá 5.479,45, ou – arredondando, de novo –  cerca de 5.480 mensagens por dia!

 Você consegue se imaginar sendo bombardeado por 5.480 mensagens de vendas por dia?

Isto sem contar as mensagens pela Internet…e em 2001! Por isso, a 2.000 mensagens por dia do início do artigo do Saad (ele não cita a origem das pesquisas) me pareceram bem sub–estimadas – e muito abaixo da realidade do nosso desafio diário da comunicação de marketing.

JJ

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Publicis vai concentrar marcas P&G que estão em outras agências.

Divulgação

A Publicis Brasil está concentrando em sua carteira de negócios todas as marcas da Procter & Gamble atendidas por agências da holding Publicis Communications no mercado brasileiro. A Leo Burnett Tailor Made, que há cerca de seis meses não opera com o anunciante, deixa de atender Always e Clear Blue. E a F/Nazca Saatchi & Saatchi Pampers, Ariel e Head & Shoulders. O anunciante, através da sua assessoria, confirma o movimento, mas por enquanto apenas o alinhamento das contas da LBTM. Porém, fonte com acesso ao processo, diz que a decisão está consolidada.

Fonte: Propmark

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12/16

Quanto pesa um copo d’água?

“Uma psicóloga falando sobre gerenciamento do estresse em uma palestra levantou um copo d’água. Todos pensaram que ela perguntaria “Meio cheio ou meio vazio?”. Mas com um sorriso no rosto ela perguntou “Quanto pesa este copo de água?” As respostas variaram entre 100 e 350g. Ela respondeu: “O peso absoluto não importa. Depende de quanto tempo você o segura. Se eu segurar por um minuto, não tem problema. Se eu o segurar durante uma hora, ficarei com dor no braço. Se eu segurar por um dia meu braço ficará amortecido e paralisado. Em todos os casos o peso do copo não mudou, mas quanto mais tempo eu o segurava, mais pesado ele ficava”. Ela continuou: “O estresse e as preocupações da vida são como aquele copo d’água. Eu penso sobre eles por um tempo e nada acontece. Eu penso sobre eles um pouco mais de tempo e eles começam a machucar. E se eu penso sobre eles durante o dia todo me sinto paralisada, incapaz de fazer qualquer coisa”. Então lembre-se de “largar o copo”..

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A estratégia mobile first da Netflix.

NETFLIXMOBILE

A concorrência anda agitada no mercado de conteúdo on demand. Na semana passada, a Amazon Prime deu sinais de que chegará em breve ao Brasil e, nesta semana, o HBO Go sinalizou que passa a ser oferecido aos brasileiro a partir deste mês de dezembro.

Enquanto isso, a Netflix anunciou uma novidade importante esta semana: a possibilidade de os usuários baixarem o conteúdo e assistirem offline. “Essa estratégia resume um pensamento mobile first, a Amazon já tinha este serviço desde 2015”, diz o consultor digital Gil Giardelli. Ele reforça que em países emergentes é mais comum que as pessoas baixem para assistir.

Eric Messa, coordenador geral do Núcleo de Inovação em Mídia Digital da FAAP, explica que o novo recurso foi considerado pelo Netflix a partir da observação do comportamento dos usuários e pedidos explícitos. “Após acertos contratuais, o recurso foi liberado para gerar ainda mais valor para o serviço.”

Apesar de ser o maior mercado de vídeo on demand (VOD) da América Latina, o Brasil é o oitavo no mundo no segmento e ainda há um grande espaço para o desenvolvimento desta plataforma por aqui. Com uma receita estimada de US$ 352,3 milhões em 2016, o País viu o montante relativo a este serviço crescer 415% entre 2012 e este ano. Os dados são parte do estudo “O Impacto Econômico do Setor Audiovisual Brasileiro”,publicado em outubro.

Fonte: Meio e Mensagem

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Jontex

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