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Uma pesquisa sobre os cupons de desconto.

Os cupons de desconto, tradicionais no varejo online e offline internacional, estão virando tendência entre os consumidores do e-commerce brasileiro. De acordo com o Google, as buscas por termos relacionados ao assunto no Brasil cresceram 49% apenas no ano de 2014.

Em recente levantamento que realizamos com a Cupons Mágicos, vimos que o gasto médio de quem usa um cupom é 56% maior em relação aos que não usam, o que mostra que quem utiliza esse desconto tem um poder de compra muito maior. Além disso, 57% das pessoas ouvidas pela pesquisa afirmaram que não teriam realizado a compra se não tivessem tido acesso ao cupom.

A partir desses dados, é possível enxergar o potencial que o mercado dos cupons de descontos tem no país e que este pode ser um bom caminho para atrair clientes. E para se destacar nesse negócio tão promissor, alguns pontos são importantes:

1) Afilie-se a uma boa empresa de marketing de performance: existem muitos anunciantes falsos na web, por isso, ao ser afiliado, você tem a garantia de que o cupom que você irá oferecer aos seus consumidores será verdadeiro e o desconto será real. Também é importante reforçar que, ao se afiliar, você terá certeza de que será remunerado por todas as vendas que ajudar a realizar, pois as agências têm tecnologias de trackeamento de links bastante precisas.

2) Pense em datas comemorativas como oportunidades de negócios: Dia das Mães, Dia dos Namorados ou Natal são ótimas ocasiões para conseguir novos clientes, pois a procura por presentes aumenta. Invista nessas festividades para crescer o seu negócio.

3) Procure anunciantes dos mais variados setores: de nada adianta você ter apenas cupons de lojas esportivas, por exemplo. Abrir o leque de opções e setores do varejo faz com que você tenha clientes das mais variadas áreas de interesse, que irão retornar ao seu site toda vez que estiverem procurando por algo na internet.

4) Tenha em mente que o design e a usabilidade do site são importantes para chamar a atenção do público: atualmente, por conta da grande variedade de cupons, ser atrativo acaba fazendo toda a diferença na hora de se destacar no mercado. Além disso, deixe bem claras as regras para a compra, pois isso evitará problemas futuros com seus consumidores.

*Javier Gomez é diretor geral de publishers da zanox.
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COMENTÁRIO
 A cuponagem, na verdade, é muito mais do que o relatado no artigo, que provavelmente retrata o mercado brasileiro.
Nos Estados Unidos, onde está técnica foi criada (pela Coca-Cola) e desenvolvida há muito mais informação sobre técnicas, comportamento dos consumidores, estratégias de uso, erros, acertos, motivações, etc. Por exemplo, uma informação muito importante é a de que os cupons impressos nos jornais são muito mais trocados (92%) do que os cupons digitais (e olhem que eles são digitalmente muito mais avançados e com uma inserção digital muito maior do que a nossa – que está em cerca de 50% da população).
Há regras, direitos do consumidor, legislação, prazos, formatos, cores e técnicas de design envolvidos, além de toda uma estratégia de busca de parceiros anunciantes para o processo dar certo.
Tenho trabalho com a cuponagem há anos, para desenvolver ações com jornais impressos (e, depois, em suas versões digitais, exclusivamente para assinantes). Algumas oportunidades já surgiram, mas a crise brasileira atrapalha – quando, na verdade, deveria ajudar, pois é de descontos que os consumidores precisam para voltar a comprar mais, que é o que o varejo necessita com urgência. Para os jornais o benefício é a ampliação das vendas do jornal impresso (que vai atrair mais anunciantes, é claro), para depois tratar do jornal online.
Espero ter novidades, para breve.
JJ

 

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Os 90 anos de O Globo.

Dos 450 anos completados pelo Rio em 2015, as últimas nove décadas estão entrelaçadas à história de O Globo. O jornal fluminense, que circulou pela primeira vez em 29 de julho de 1925 e deu origem ao maior grupo de comunicação do Brasil, tem passado por um processo de mutação constante desde sua fundação. “Renovou design gráfico e linguagem, sem perder sua linha editorial que prioriza informação, independência e rigorosa imparcialidade”, afirma Ascânio Seleme, diretor de redação do título. “O jornal é responsável por mais de 90% da receita publicitária”, acrescenta Sandra Sanches, diretora executiva do Globo.

Comemorações
Para celebrar a data, o título promoverá diversas ações na cidade neste ano, como exposição de fotojornalismo, visitações de assinantes ao parque gráfico e à redação e uma mesa-redonda no estádio do Maracanã, com a participação dos principais jogadores de times cariocas.

As edições 2015 dos projetos já realizados pelo O Globo, como o Rio Gastronomia, Intercolegial e Educação 360, ganharão um toque especial. O Aquarius, que leva música clássica grátis à população do Rio há 40 anos, acontecerá em agosto na Cinelândia. A Orquestra Sinfônica Brasileira fará o concerto, regida por Isaac Karabtchevsky.

Vigor e relevância

Desde maio, a vida profissional de Fred Kachar está agitada. O executivo, que já era diretor-geral da Editora Globo, em São Paulo, passou a acumular o mesmo cargo na Infoglobo, desde a saída de Marcello Moraes. Fred, que também preside a Associação Nacional dos Editores de Revistas (Aner), começou no grupo justamente na Infoglobo, em 1997, e estava na Editora Globo desde 2002, onde ingressou como diretor financeiro. Economista graduado pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, com MBA em finanças pelo Ibmec, o executivo fala, a seguir, sobre o aniversário do veículo mais longevo do Grupo Globo.

MEIO & MENSAGEM››Qual a representatividade dos 90 anos do jornal O Globo?

FRED KACHAR›› Enorme em todos os aspectos. O Globo é a origem do nosso grupo, onde tudo começou e que nos trouxe hoje a um dos maiores conglomerados de comunicação do mundo. A paixão pelo jornalismo, a visão empreendedora e capacidade ímpar de inovar do doutor Roberto se desenvolveu pelo jornal na primeira metade do século passado e depois se estendeu para as demais empresas. Não tenho dúvidas de que a consistência e a preservação da nossa essência desde o início foram o pilar fundamental para todo esse sucesso. Acredito que para a imprensa brasileira também é um marco. Num momento em que se discute tanto o futuro da mídia impressa e o papel do jornalismo profissional na sociedade, ver que estamos com o vigor e a relevância de sempre é motivo de muito orgulho para nós. São 90 anos de história com a energia e os sonhos de um garoto de nove anos.

MEIO & MENSAGEM››Qual é o principal legado do jornal?

FRED KACHAR›› É saber que contribuímos para a difusão do conhecimento e da cultura dos brasileiros. Evoluímos junto com a sociedade. Vibramos, choramos e aprendemos juntos. E isso não ficará para o futuro apenas, mas será o nosso papel diá­rio, ou melhor, 24 por 7, para as próximas décadas.

MEIO & MENSAGEM››Hoje você dirige duas empresas de setores que lutam para se reinventar. Quais as dificuldades e qualidades que diferenciam a Infoglobo e a Editora Globo?

FRED KACHAR›› Permita-me uma correção. Nossa história é de busca incessante por qualidade e inovação. Queremos sempre crescer com nossos parceiros. Ou seja, estamos sempre nos reinventando. E isso independe se o cenário é de euforia ou cautela. Nunca estamos satisfeitos. O momento está difícil? Sim, e não é apenas para mídia impressa. Tampouco é a primeira vez que passamos por turbulências. As qualidades e dificuldades são muito parecidas. Talvez por isso me tenha sido dado o desafio de dirigir as duas empresas. Reitero, porém, minha enorme confiança na capacidade dos meus colegas de, juntos, seguirmos inovando e entregando resultados de qualidade para anunciantes e leitores com sustentabilidade. ­Readequações de estratégia e reestruturações são produtos desses princípios.

*Colaborou Igor Ribeiro
A íntegra desta entrevista está publicada na edição 1670, de 27 de julho, exclusivamente para assinantes do Meio & Mensagem, disponível nas versões impressa e para tablets iOS e Android

 

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Uma ideia a ser copiada.

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Nenhuma mídia vai desaparecer, diz Olivetto.

“Nenhuma mídia vai desaparecer. Todas vão se interligar e trabalhar de forma convergente”. Esse foi o tom da palestra do publicitário Washington Olivetto, chairman da W/McCann, durante o Fórum E-commerce Brasil 2015, realizado ontem, em São Paulo.

Segundo ele, não existe mais profissional que seja só analógico ou digital, todos têm que trabalhar em todas as áreas e isso já é uma exigência do mercado. “O objetivo de qualquer estratégia é vender, construir uma marca ou um relacionamento com o consumidor. Para isso é fundamental que exista uma grande ideia, que é o ponto em comum entre todas as mídias e é em cima disso que trabalhamos.”

Olivetto lembrou várias campanhas que entraram para a história da publicidade e que foram criadas por ele. Entre elas, “Garoto Bombril”, “Meu Primeiro Sutiã”, da Valisere, além da mais recente, criada para o presunto Seara, que trava uma disputa direta com a Sadia, ex-cliente de Olivetto na época da W/Brasil. “A marca da BRF quer colocar a Seara para brigar com a Perdigão, que tem menos relevância para o consumidor, mas queremos concorrer com a Sadia.” Segundo ele, a campanha da Seara teve grande repercussão e, por isso, está incomodando a concorrência.

Outro ponto abordado pelo publicitário foi o cenário econômico atual. “O Brasil está passando por um momento de “desotimismo” e isso é péssimo para o negócio. “A sensação é que estamos nos distanciando do mundo. Para se ter uma ideia, em dezembro de 2014, a WMcCann teve o maior crescimento de uma agência grande desde 1998, recorde que pertencia à antiga W/Brasil. Já em junho, tivemos o pior primeiro semestre nos últimos cinco anos, desde a fusão entre as agências. Mas isso aconteceu com todo o mercado, tanto que mantivemos nosso lugar no ranking de agências, divulgado pelo Ibope, que é a quinta posição”.

Fonte: propmark

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Pecados mortais.

Criativo comercial da loja In Vino Veritas, na CBN, desenvolve uma linha emocional de relação entre pai e filho…e vinho, mas no final comete pecados publicitários mortais.

Quando vai falar do endereço da loja (novo, por sinal), diz “O endereço? Ah! Pergunta pro seu pai”.

Pecado um: o pai do ouvinte pode ter falecido.

Pecado dois: o pai do ouvinte pode nunca ter sido cliente da loja.

Pecado três: o endereço é fundamental. Vital para levar novos clientes à loja.

O comercial ia bem, mas se perdeu pela criatividade genial demais, no fim.

Pecado comum: a tentação pelo humor ao invés da eficiência de comunicação de marketing, que deve ser uma alavanca de vendas. Não é pra rir. É para vender.

 

JJ

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Promoção do Ano!

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Volkswagen é líder mundial de vendas e supera Toyota.

A Toyota não é mais a líder mundial de vendas em automóveis. Quem assume o topo agora é a alemã Volkswagen, que conquistou uma ambição de longa data três anos antes da meta. A montadora japonesa informou que vendeu 5,02 milhões de carros entre janeiro e junho, uma queda de 1,5% em comparação com o mesmo período do ano passado e inferior aos 5,04 milhões de veículos vendidos pela Volkswagen.

Durante os oito anos de administração do presidente executivo Martin Winterkorn, a alemã vem aumentando sua escala, impulsionada por novas marcas no portfólio, inauguração de fábricas e ampliação de vendas no mercado chinês. As vendas do grupo Volkswagen, que também incluem Audi e Porsche, dobraram no último ano, chegando a 10 milhões de veículos, com lucro triplicado para € 12,7 bilhões.

*Com informações da Reuters

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“Peide sem medo” é o slogan.

O slogan da companhia britânica Shreddies é “peide sem medo”. E não é para menos: a empresa alega que fabrica roupa de baixo que segura os odores naturais da flatulência e agora também lançou um pijama que promete o mesmo resultado.

A ideia, segundo a companhia, é manter você – e seu parceiro de cama ou quarto – feliz usando as roupas de um tecido feito com uma tecnologia especial.

A Shreddies diz que há muita ciência por trás de suas roupas. Os tecidos das calças de pijama e os jeans lançados pela empresa incluem um material à base de carbono chamado de Zorflex, que segura gases e líquidos em uma de suas camadas.

Este tipo de material é usado, com frequência, em roupas especiais para proteção contra produtos químicos e é capaz de parar odores 200 vezes mais fortes do que os flatos de uma pessoa normal.

No entanto, o Zorflex não abafa o som.

Relacionamentos
A Shreddies afirma que estas roupas foram criadas para pessoas que já sabem que sofrem com o problema de flatulência e querem melhorar seus relacionamentos.

Richard Woolley, um dos gerentes da companhia, afirmou à BBC que o produto foi lançado depois de pedidos de pessoas que precisavam de ajuda.

“Um dos temas comuns do feedback (que recebíamos) era a necessidade de algo para proteger o usuário enquanto ele dormia, especialmente (quando ele está) em um novo relacionamento, em uma viagem de trabalho ou hospedado na casa de amigos”, afirmou.

Em 2008 a Shreddies já tinha lançado cuecas e calcinhas para pessoas com problemas como síndrome do intestino irritável, gastrite, doença de Crohn, dispepsia e colite.

Mas, a empresa britânica afirma que qualquer pessoa pode usar seus produtos.

“Desenvolvemos os produtos para qualquer um que precise de uma tranquilidade extra”, disse Woolley.

 

Fonte: UOL

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Estamos entrando na Era Pós-Digital. Workshop com Walter Longo, na Unibrasil, em Curitiba. Projeto Redhook, no dia 3.

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No dia 3 de agosto, Walter Longo, presidente da Grey Brasil e Mentor de Estratégia e Inovação do Grupo Newcomm, holding de comunicação do Grupo WPP, estará em Curitiba para um workshop na Redhook sobre “Comunicação e Marketing na Era Pós-Digital”, tema de seu último livro. Entusiasta da tecnologia e otimista sobre o futuro, Longo falou à Gazeta do Povo sobre o momento atual do mercado, oportunidades e os desafios das empresas na era pós-digital.

Qual é impacto da era digital sobre a gestão de empresas e a forma como se comunicam?

O mundo digital está exigindo uma revisão completa dos métodos de gestão, pois, mais do que utilizarem armas digitais, como sites, redes sociais e outras ferramentas, as empresas precisam adquirir uma alma digital. Temos que passar a adotar sistemas colaborativos de gestão, estar abertos a trabalhar em rede. Vamos ter que atuar cada vez mais em uma metodologia de comunicação 24 horas por dia, sete dias na semana, e assumir uma postura de diálogo e não monólogo, como antes. É preciso entender que o mundo digital trouxe como consequência a efemeridade, isso exige estruturas hierárquicas cada vez menores, gestão matricial, dados colaborativos. Mais do que se comunicar, é preciso pensar em uma nova forma de gerir as empresas. É o que eu chamo de uma alma digital.

Como você define o momento que atravessamos?

Estamos entrando numa era pós-digital, quando o mundo digital deixou de amedrontar e passou a ser cotidiano. Quando ele chegou, ele trouxe ferramentas e tecnologias que geravam ao mesmo tempo fascínio e medo. Hoje isso é lugar comum.

É preciso rever estruturas hierárquicas, a forma de relacionamento com mercado e, principalmente, entender que o mundo digital trouxe algumas características importantes. A primeira é a efemeridade, tudo é mais rápido, novidades, mudanças, decisões. E as empresas ainda agem como se as coisas fossem perenes. É preciso elevar a velocidade de gestão, empoderar a ponta para decisões, ter rapidez ao lançar e retirar produtos do mercado. As empresas têm que agir de maneira efêmera para que continuem perenes. Essa efemeridade traz a sincronicidade. Devemos atuar junto de nossos clientes no momento em que os desejos ocorrem. Se faço dieta, adoto um cachorro ou mudo de cidade, meus atos de consumo mudam. O consumidor muda o tempo todo, não se trata de pensar em quem ele é, mas em que momento ele está, e essa informação ele compartilha nas redes sociais. Em vez de banco de dados, precisamos de um banco de fatos, e em cima deles fazer as ofertas. A terceira característica é a mutualidade. Temos uma nova civilização no planeta, que são as máquinas. Elas se comunicam entre si, aprendem e fazem um diagnóstico do comportamento do consumidor. Isso gera novas oportunidades de negócios e de informação a partir dos quais podemos ter insights e atuar de maneira mais eficiente.

Existe espaço para as pequenas empresas?

Há muitas oportunidades e desafios, e vai aproveitar quem entender que o mundo está mais colaborativo, efêmero e sincrônico. Antes, ser grande era mais seguro, hoje é o contrário, os pequenos estão em pé de igualdade, por sua agilidade. O mundo é cada vez mais das pequenas, é preciso pensar grande e aproveitar a agilidade para entrar nas oportunidades. Entramos numa era da democratização das oportunidades e quem pensar grande vai ganhar.

De que tipo de profissionais as empresas da era pós-digital precisam?

O grande desafio é buscar profissionais que tenham capacidade inovadora, adaptabilidade, alma digital. Tão importante que um histórico de experiências e um currículo, é o entusiasmo em relação ao novo e sua capacidade de adaptação, quem tiver isso será um grande profissional. Digo que inovação é mais questão de ótica do que de fibra ótica. Não são as novas ferramentas em si, mas a forma como se encara o mundo.

É possível prever o que está por vir?

Não. O mundo evolui de maneira exponencial e nós raciocinamos de maneira linear. A tendência é superestimar o que podemos fazer em um ano e subestimar o que se pode realizar em dez. Isso gera uma miopia para ver o futuro. Vejo o mundo de maneira otimista. Quando você passa a estudar tecnologia, vê que estamos entrando em uma era de abundância e não de escassez, ela está aí para ajudar a resolver os problemas e levar o mundo para frente. O Brasil ainda é um país resistente à mudança e isso pode custar caro. Precisamos mudar a mentalidade e, para isso, são necessários líderes que vejam um futuro positivo. Não há liderança sem otimismo.

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