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Viu?

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É de estarrecer!

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Naquele restaurante.

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05/15

Os maiores anunciantes do Brasil.

A Unilever perdeu o posto de maior anunciante do Brasil em 2014. De acordo com ranking anual feito pelo Meio & Mensagem , que será divulgado nos próximos dias, a liderança é agora da Via Varejo (Casas Bahia e Ponto Frio), que investiu 1,382 bilhão de reais. Logo depois, vem o laboratório mexicano Genomma, que fabrica cosméticos para as classes C e D, com 1,311 bilhão de reais.

A lista já leva em conta os descontos dados pelos veículos. NA TV por assinatura, por exemplo, o desconto médio é de 78% sobre o preço de tabela.

Eis a lista dos dez maiores anunciantes no Brasil em 2014:

1º Via Varejo: 1,382 bilhão de reais

2º Genomma: 1,311 bilhão de reais

3º Unilever: 1,244 bilhão de reais

4º Caixa: 781,4 milhões de reais

5º Hypermarcas: 585,8 milhões de reais

6º Ambev: 529,7 milhões de reais

7º Petrobras: 463,5 milhões de reais

8º Reckitt Benckiser: 389,2 milhões de reais

9º Banco do Brasil: 378,3 milhões de reais

10º Telefônica: 376,1 milhões de reais

Por Lauro Jardim

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COMENTÁRIO

Mais de uma vez comentei neste blog que os gastos com propaganda e publicidade do Governo Federal (Dilma) ultrapassam os 4 bilhões de reais.

Pois bem, recentemente a SECOM da Presidência da República informou que seus custos com propaganda eram de pouco mais de 2 bilhões de reais, só que a estes valores devem ser acrescidos os gastos das estatais, que eu afirmei que eram da ordem de mais 2 bilhões de reais.

Com o ranking de Meio e Mensagem fica claro que é mais do que eu afirmei, só a Caixa, a Petrobras e o Banco do Brasil somam mais de 1,6 bilhão de reais. Falta computar Correios, BNDES, Eletrobras, Eletrosul, Itaipu e outras empresas.

E isso é só publicidade e propaganda. Temos ainda os patrocínios…que ninguém sabe o quanto totalizam.

Logo, o maior anunciante do Brasil é o Governo Federal do PT, que gasta o triplo do que investe a Via Varejo (que anuncia muito, especialmente com Casas Bahia).

Deduzo que o Governo gasta mal e demais, concordam?

JJ

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05/15

As maiores agência do mercado brasileiro.

Além dos maiores anunciantes, o ranking anual do Meio & Mensagem mostra também quais são as maiores agências de publicidade em 2014: pela ordem, as cinco primeiras são Y&R, Ogilvy & Mather e WMCann, Borghi/Lowe e AlmapBBDO.

Estas são as dez maiores agências do mercado brasileiros, de 2014:

1º Y&R: 2,408 bilhões de reais

2º Ogilvy & Mather: 1,246 bilhão de reais

3º WMcCann: 1,156 bilhão de reais

4º Borghi/Lowe: 1,149 bilhão de reais

5º AlmapBBDO: 1,046 bilhão de reais

6º NBS: 771,6 milhões de reais

7º J. Walter Thompson: 724,8 milhões de reais

8º Havas Worldwide: 718,5 milhões de reais

9º Publicis: 715,7 milhões de reais

10º Leo Burnett Tailor Made: 669,5 milhões de reais

Por Lauro Jardim

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05/15

Snow é a cerveja mais vendida no mundo. Skol é a quinta e a Brahma a nona.

A chinesa Snow é a mais vendida proporcionalmente no mundo

A agência de notícias Bloomberg realizou um levantamento das dez cervejas mais vendidas no mundo em uma década. O critério para o ranking é a participação de mercado de cada rótulo. A lista possui quatro marcas chinesas, inclusive a Snow, primeira colocada e a Tsingtao, em segundo lugar.

Das brasileiras, produzidas pela Ambev, estão a Skol em quinto lugar e a Brahma na nona posição. As americanas Bud Light, Budweiser e Coors Light marcam presença, respectivamente na terceira, quarta e décima posição. Em sétimo lugar está a Heineken, representante da Holanda no ranking.

As dez mais:

Snow 
China
Mercado Mundial: 5,4%

Tsingtao
China
Mercado Mundial: 2,8%

Bud Light
Estados Unidos
Mercado Mundial: 2,5%

Budweiser
Estados Unidos
Mercado Mundial: 2,3%

Skol
Brasil
Mercado Mundial: 2,2%

Yanjing
China
Mercado Mundial: 1,9%

Heineken
Holanda
Mercado Mundial: 1,5%

Harbin
China
Mercado Mundial: 1,5%

Brahma
Brasil
Mercado Mundial: 1,5%

Coors Light
Estados Unidos
Mercado Mundial: 1,3%


Fonte: Meio e Mensagem

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05/15

No Brasil, automóvel deixou de ser carroça.

É impossível prever o momento exato que marca o início da inovação na indústria automobilística do Brasil. Talvez esse momento tenha acontecido a partir de 31 de janeiro de 1956, quando Juscelino Kubitschek foi empossado como presidente da República, sendo responsável pelo impulso necessário à implantação definitiva da indústria ao criar o Geia (Grupo Executivo da Indústria Automotiva). Ou, quem sabe, graças ao ex-presidente Fernando Collor, que abriu o mercado brasileiro para montadoras estrangeiras, após ter dito que “comparados com os carros do mundo, os carros brasileiros são verdadeiras carroças”. Mas, de certa forma, Collor tinha razão. Antes disso, os veículos brasileiros eram precários, praticamente sem tecnologia e com pouca segurança.

No entanto, a história automobilística brasileira também passa pelo romantismo do Fusca e da Kombi, que se “aposentou” recentemente deixando um testamento para os seus “filhos”. Outro marco histórico foi a inauguração da unidade Anchieta (SP), em 18 de novembro 1959, com a participação do ex-presidente da República Juscelino Kubitscheck, que desfilou pela fábrica num Fusca conversível.

O Fusca, aliás, é outra marca na indústria automotiva do Brasil. O carro reuniu milhões de apaixonados que, até hoje, colecionam o automóvel. Com base neste sucesso, talvez um dos maiores da história, a montadora relançou uma nova versão: o New Beetle, que nasceu depois de um estudo profundo no design e hoje trocou de nome, voltando a adotar o Fusca como identidade.

Outra inovação da montadora foi o lançamento do seu primeiro modelo com motor refrigerado a água e tração dianteira: o Passat (1974), uma revolução para a época. Em 1976, implantou a fábrica de Taubaté, com o propósito de fazer outro “brasileiro famoso”: o Gol. Lançado em 1980, o modelo logo tornou-se o maior sucesso da indústria automotiva nacional. Ele foi líder muitos  anos consecutivos e já soma mais de sete milhões de unidades produzidas.

Já nos anos 1980 a plataforma Gol ganhou derivados: o sedan Voyage, a perua Parati e a picape Saveiro, igualmente campeões de vendas em seus segmentos. Ainda naquela década, a Volkswagen do Brasil entrou no segmento de luxo, com o Santana (1984) e a Quantum (1985). Em 1988, a marca produziu o primeiro carro nacional com injeção eletrônica de combustível e ignição digital com mapeamento eletrônico, o Gol GTI.

Em 1996, inaugurou a fábrica de motores de São Carlos e, em 1999, a unidade industrial de São José dos Pinhais (PR). Chegando inicialmente como carro importado (1994), o Golf logo se tornou um grande sucesso, introduzindo novos níveis de qualidade e dirigibilidade no mercado.

Para receber o Polo (2002) e o Polo Sedan (2003), a fábrica de São Bernardo do Campo teve seus meios e processos produtivos completamente modernizados. Em 2003, a área de engenharia criou mais um carro revolucionário, o Fox, que tem um melhor aproveitamento do espaço interno, como dizia a propaganda: “Compacto para quem vê, gigante para quem anda”. Atualmente, a Volks tem em seu portfólio carros como a nova versão do Passat, um dos mais modernos, que traz injeção direta de gasolina e turbo com 211 cv e a transmissão DSG de dupla embreagem.

DO OPALA AO FIAT MIO

O primeiro carro de passageiros da Chevrolet produzido no Brasil foi o Opala, em 1968. Anos depois, a montadora resolveu lançar um carro que fosse bem menor que o Opala – foi assim que nasceu o Chevette, que chegou ao mercado com duas portas, diferentemente do primeiro. Na sequência foi a vez do Chevrolet Comodoro e da Caravan. Mas a inovação da marca começou a aparecer em 1979, quando, em setembro daquele ano, a GM deu início à venda de veículos a álcool, o que, para a época, era considerado uma revolução. E, por falar em revolução, o Monza foi lançado no início da década de 1980. O carro foi um marco na trajetória da montadora – o modelo foi líder absoluto de vendas no país, com 53 mil unidades comercializadas em 1984 e 1985.

A partir daqueles anos, a inovação acabou se tornando algo mais “comum” dentro da empresa. Um exemplo: no fim da década de 1980 a GM introduziu no Opala o câmbio de quatro marchas automático. Depois foi a vez do Monza Classic, que acabou indo para o mercado com injeção eletrônica de combustível.

O Omega foi outro carro lançado pela Chevrolet que mostrou bem a inovação. No início da década de 1990, o veículo chegou a ser eleito um dos mais modernos e sofisticado do país. O Omega foi uma porta de entrada para  outros carros ainda mais modernos: depois foi a vez de Vectra, Astra e Blazer, até chegar nos carros que são produzidos atualmente, como Cruze, Onix e Spin. O Cruze, por exemplo, tem um sistema multimídia chamado de MyLink, com reconhecimento de voz. Com ele, o usuário é capaz de acessar diversas informações como emissoras de rádio, determinada música para ser ouvida e o acesso aos comandos do sistema de navegação.

A Fiat é outra montadora que também sempre teve a inovação em seu DNA. Inovação esta que começou, por exemplo, com o Fiat 147, que foi destaque por ter o porta-malas livre, já que o estepe ficava na parte da frente. Essa mudança também evoluiu, ganhou novas formas e conquistou o mercado. Exemplo disso é o Fiat Uno, que foi repaginado e lançado para um mercado que o abraçou e o colocou entre os mais vendidos do país.
Mas essa inovação também pode ser traduzida pelo Fiat FCC4 – a novidade trata-se de um exercício de design desenvolvido pelo Fiat Design Center Latam com dimensões generosas e altura do solo elevada. De acordo com a Fiat, “nele, o DNA da marca se une com o luxo e o espaço interno de um grande sedã. Um verdadeiro ‘Four Door Coupe’ com alma aventureira.”

O modelo mostrou o design a ser usado pela futura picape média da marca. O Fiat FCC4 tem um conceito wrap around que une para-brisa, área envidraçada lateral e vidro traseiro reforçando ao caráter extremamente dinâmico do concept.

A montadora também lançou, em 2010, o Fiat Mio, um carro-conceito que foi construído com a participação dos consumidores. A colaboração foi aberta aos consumidores, formadores de opinião, especialistas e acadêmicos, que deram contribuições de todos os tipos, técnicas ou não.

CONECTIVIDADE
A última aposta da Ford, com o novo Ford Ka, foi a conectividade. Para Oswaldo Ramos, gerente-geral de mar- keting da Ford, a principal inovação do setor nos últimos 50 anos da montadora está ligada à conectividade. “Em uma era em que a internet está tão presente no dia a dia das pessoas, faz-se fundamental o carro acompanhar esta evolução e deixar de ser apenas um meio de transporte. Estamos investindo fortemente em pesquisas e novas tecnologias para facilitar a vida das pessoas”, afirma.

Ramos conta que inovação é uma palavra que já está no DNA da Ford. “Nosso fundador, Henry Ford, revolucionou a indústria mundial ao criar a primeira linha de montagem móvel há 100 anos. De lá para cá, seguimos impulsionando a inovação em todas as partes do nosso negócio para ser tanto uma empresa de produtos como de mobilidade”, lembra. Ainda de acordo com ele, esse espírito inovador também está presente aqui no Brasil, onde a montadora tem uma longa história de pioneirismo.

“Fomos a primeira indústria automobilística a se instalar no país, lançamos o primeiro caminhão inteiramente produzido no Brasil, o F-600; lançamos o primeiro veículo movido exclusivamente a álcool, o Corcel II; entre tantas outras inovações ao longo desses últimos 50 anos”, diz. “Um ótimo exemplo é o EcoSport, veículo desenvolvido no Brasil que criou um novo segmento no mercado automotivo nacional e, mais recentemente, tornou-se o primeiro veículo global desenvolvido no Brasil”, complementa.

ESTRANGEIRAS

Foram várias as fases da indústria automobilística do Brasil. A de mais destaque, que mais contribuiu para um aquecimento do segmento, ocorreu no início da década de 1990, quando o mercado foi aberto para as marcas estrangeiras. E isso aconteceu por meio de medidas econômicas e de infraestrutura que foram promovidas pelo governo. Após essa abertura, no entanto, cinco grandes montadoras entraram no Brasil – Renault, Peugeot Citröen, Toyota, Daimler Chrysler e a Honda, que sempre buscou inovação. E o pontapé se deu com o lançamento do carro esporte S500 e do minicaminhão T360, em 1963. Nascia ali o compromisso de “redesenhar o mapa da indústria automobilística”. E este “redesenho” só foi possível com muita inovação tecnológica, como diz Carlos Eigi, vice-presidente da Honda do Brasil.

“A partir daí, a Honda vem comprovando seu pioneirismo por meio de lançamentos de produtos e sistemas cada vez mais eficientes e tecnológicos, de veículos elétricos e movidos a hidrogênio a produção de jatos e projetos de carros autônomos. Por tudo isso, a empresa se orgulha em ser sinônimo de alta tecnologia e inovação em todos os países que atua”, afirma.

Eigi contou que a substituição gradativa dos comandos mecânicos e manuais pelos equipamentos eletrônicos fez os veículos ficarem mais precisos nas leituras de dados para uma melhor performance em aspectos como segurança, economia, conforto e desempenho. “A matéria-prima também evoluiu muito e hoje nos permite substituir a chapa de aço por materiais plásticos em vários pontos do carro, contribuindo para o aumento de eficiência no desempenho e no consumo. Já com a evolução do metal também foi possível utilizar chapas de menor espessura com maior resistência, influenciando novamente no desempenho e no consumo, além de trazer maior segurança para os usuários”, diz.

Parceria histórica

A AlmapBBDO e a Volkswagen formam uma das principais parcerias agência-empresa da história da publicidade. A montadora trabalha com a agência desde 1956 e teve o contrato renovado em 1993, quando Marcello Serpa e José Luiz Madeira assumiram o comando da agência. A Volkswagen é uma das montadoras com mais prêmios em festivais de publicidade do Brasil e do mundo. Por 20 vezes, os anúncios da Volkswagen, criados em parceria com a AlmapBBDO, receberam o maior prêmio da publicidade mundial em Cannes.
Alex Periscinoto, um dos fundadores da Almap, ficou conhecido, entre outras coisas, pelas campanhas desenvolvidas para a montadora, que ficaram importantes por terem sido veiculadas quando Juscelino Kubitschek fez um grande incentivo ao transporte rodoviário no Brasil, introduzindo as fábricas de automóveis no país.

As campanhas publicitárias da Volkswagen sempre foram marca registrada da empresa. Criativas e irreverentes, as ações ajudaram a fortalecer e ressaltar as principais características dos produtos da marca: inovação tecnológica, qualidade, conforto e segurança.

Para o gerente-executivo de marketing comunicação da Volkswagen do Brasil, Artur Martins, a conexão com o público é feita por meio de histórias relacionadas ao dia a dia das pessoas, contadas de forma original, criativa e autêntica, sempre com um “tom de voz” Volkswagen. “O slogan segue esta mesma linha de comunicação, ressaltando também a imagem e os valores de marca junto aos seus consumidores. O conjunto desses quesitos é o grande diferencial da propaganda da Volkswagen”, argumenta o executivo.

Os slogans “Bom senso em automóvel” e “Bom senso sobre rodas” foram os primeiros a serem utilizados pela Volkswagen em seus anúncios. Eles surgiram no início dos anos 1960, num momento em que a empresa tinha se estabelecido no país e vinha se consolidando no mercado brasileiro, com a fabricação do Fusca e da Kombi. Com estas assinaturas, a Volkswagen procurava reforçar a imagem de uma empresa que, ao fabricar seus produtos, buscava aliar qualidade, versatilidade e economia no consumo de combustível, marcas registradas que destacavam os veículos da montadora e fazia com que ganhassem a preferência do grande público com valores acessíveis. Aí estaria o bom senso.

Dentre as ações feitas pela agência para a Volks, destacam-se “Os Últimos Desejos da Kombi”, uma das mais recentes, que recebeu diversos prêmios nos principais festivais de publicidade do mundo.

Além dessa, a AlmapBBDO também foi a responsável por outras campanhas, como a feita nos anos 1970 que teve como slogan “A marca que conhece nosso chão”. Essa assinatura buscava identificar cada vez mais uma marca que já era conhecida dos brasileiros com o Brasil. Os anúncios desse período procuravam mostrar os veículos da Volkswagen nas mais diferentes paisagens. Outra campanha de destaque foi a “30 anos de liderança e tecnologia”, lançada em 1983, que tinha como objetivo ressaltar a busca por inovação nos produtos da Volkswagen.

Já nos anos 2000, a Almap criou o slogan “Perfeito para sua vida”, que trouxe a ideia de um veículo para todos os estilos, segmentos e ocasiões, ou seja, para todos os públicos, bem como o objetivo de ressaltar os valores da marca como alta tecnologia, acessibilidade, design contemporâneo, resistência, durabilidade, confiabilidade, modernidade e inovação.
A assinatura da Volkswagen no Brasil e no mundo é “Das Auto”. A campanha mais recente da montadora contou com o jogador Neymar Jr., embaixador da marca.

Fonte: propmark

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05/15

7 lições de marketing digital.

Com quantas peças de Lego se faz uma estratégia bem sucedida nas redes sociais? De que forma a Disney transforma clássicos infantis em virais do YouTube? Quantas milhas da KLM são necessárias para vender passagens com likes e shares? As perguntas, um tanto quanto inusitadas, foram respondidas no Engage 2015, evento promovido nesta semana pela Socialbakers, em Praga, na República Checa.

Mais de 1 mil profissionais de comunicação digital de todo o mundo se reuniram para debater, aprender e compartilhar experiências de marcas nas redes sociais. Aqui, compilei as sete dicas principais de alguns dos grandes anunciantes globais que enxergam as plataformas de social media de forma estratégica para relacionamento e negócios.

1 – Não existe fórmula global
Para começar, sejamos sensatos. Vivemos na era em que nenhuma marca tem controle sobre o que dizem sobre ela. Então, o bom senso na hora de definir e adaptar estratégias nas redes sociais é fundamental. “O tempo tem provado que não há truques e nem fórmulas universais para o social media marketing. É sobre sensatez, pessoas e honestidade que estamos falando. Existem políticas globais de comunicação que precisam ser cumpridas, mas cada mercado tem equipes próprias que conhecem as peculiaridades e têm autonomia para encontrar a melhor forma de gerenciar os perfis regionais”, explica Lars Silberbauer Anderson, diretor global de social media e search da Lego.

2 – Tenha um social webcare ativo 
Existe um ponto comum entre as marcas que possuem presença madura nas redes sociais. Elas têm áreas internas dedicadas ao relacionamento com sua base de seguidores e fãs. Essas unidades são constantemente pautadas por dados e relatórios de análises que direcionam novas estratégias, corrigem rotas e sinalizam potenciais crises. “Hoje, a nossa área de social care é o coração da empresa. Por ali, nos relacionamos com clientes em diversas situações, 24 horas por dia, sete dias por semana. Temos equipes muito sêniors e investimentos constante em inovação e treinamento”, diz Gert Wim ter Haar, social media hub manager da companhia aérea KLM.

 

3 – Conteúdo. Conteúdo. E de novo: conteúdo!
Não custa lembrar: sem oferecer bom conteúdo para sua audiência, sua base de fãs será um grande mar de usuários inativos nas redes sociais. A dica vem de uma das maiores empresas de mídia e entretenimento do mundo. Na Disney, todos os clássicos produzidos nos famosos estúdios ganham versões curtinhas para os canais digitais, em formato de vídeos, gifs animados e imagens estáticas. “Conteúdo sempre foi a essência da nossa empresa. Hoje, temos a oportunidade incrível de adaptar grandes filmes para versões para o YouTube ou o Periscope e criar imagens de personagens icônicos segurando bandeiras de países e dizendo frases nas mais diversas línguas. Conteúdo foi e continuará sendo a base de nossa estratégia de marketing”, diz Shira Feuer, head de marketing digital da Walt Disney Company.

4- Integre o e-commerce às redes
Quer transformar seus canais nas plataformas sociais em canais de negócios? Integre o e-commerce a eles, permita os social payments e tenha uma presença responsiva e intuitiva no mobile. Na KLM, o número de vendas e pagamentos de passagens aéreas no Facebook aumentou 300% nos últimos dois anos. “Hoje, faturamos em média € 100 mil por semana porque criamos uma experiência fácil e segura para nossos clientes realizarem essas transações”, analisa Wim ter Haar.

 

5- Construa conexões e relacionamentos
No momento em que marcas passam a encarar as redes sociais como plataformas em que deve se investir em relacionamentos duradouros e conexões fortes, há um avanço enorme. Para a Adidas, esse foi o momento de mudança da “procura pelo número de fãs” para “mídia que pode gerar negócios”. “Passamos a investir em um time sênior para se relacionar com nossa audiência nas redes, produzir conteúdo editorial relevante e de alta qualidade e, desta forma, criar conexões muito sólidas”, explica Thomas van Shaik, diretor global de branding da empresa especializada em produtos esportivos.

 

6- Analise cada métrica. Invista em Business Intelligence
Outra dica que parece óbvia, mas ainda passa amplamente despercebida. Segundo a Socialbakers, somente 20% de todos os dados gerados globalmente por consumidores nas redes sociais são analisados pelas marcas. “Existe um potencial enorme de direcionar estratégias de negócios que ainda é ignorado”, explica Jan Rezab, fundador e CEO da empresa.

7- Nunca esqueça da qualidade do seu produto e serviço
Não adianta investir em comunicação sem garantir qualidade do produto ou serviço prestado. “É uma equação que, em algum momento, vai resultar em erro”, analisa Anderson. “O ideal é sempre associar investimentos de constante melhoria e inovação no core business da empresa com tecnologias de análises e relacionamentos em canais digitais. Essas duas coisas devem andar juntas porque, para uma ir bem, a outra precisa estar muito estruturada”, conclui o executivo da Lego.

JOSÉ SAAD NETO, de Praga
Fundador e head de conteúdo da GoAd Media

Fonte: Proxxima

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05/15

Heineken & UEFA

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05/15

Qual está correta?

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