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05/16

Pesquisa mostra que TV, jornal e internet têm grande alcance, nos Estados Unidos.

Os anúncios em meios tradicionais são os que têm maior alcance. É o que diz a pesquisa The Omnichannel Advantage, realizada pela norte-americana Fluent. Segundo o estudo, quatro em cada dez americanos receberam informações sobre seus varejistas favoritos pela TV (40%), impresso (39%) e online (39%) no último mês.

Embora a pesquisa mostre que os meios digitais estejam atrás dos tradicionais, eles têm muita relevância. A lista segue com Notificações em Mobile e Newsletter por E-Mail, empatados com 31%; Aplicativos de Compra (30%); Facebook (29%); Vídeos (28%); Instagram (20%); e Twitter (14%).

Realizada com 1.802 consumidores dos Estados Unidos, a pesquisa também mostrou a importância do omnichannel, já que quando os consumidores estão engajados com seus varejistas preferidos por meio de mais canais, eles fazem compras mais frequentemente. 62% dos consumidores que foram impactados por cerca de dez canais ou mais fazem compras pessoalmente ao menos uma vez por semana e 49% compram no site com a mesma frequência.

Fonte: propmark

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Smiles

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05/16

Open. O mundo aberto dos consumidores e das agências.

Open consumers

Com a aceleração da internet e das plataformas sociais, o novo consumidor começou a dispor de ferramentas tecnológicas para construir a sua própria narrativa e, desta forma, constituir sua identidade, difundindo ao mundo quem ele é. Concomitantemente, ele tem acesso a milhares de histórias de outros seres humanos ao redor do mundo, concebidas por indivíduos comuns — alguns candidatos a celebridades, outros simplesmente querendo compartilhar experiências que, em grande parte das vezes, são mais autênticas e interessantes do que a publicidade tradicional. Armado com a abundância de ferramentas, informações e oportunidades concedidas pela internet, o consumidor não aceita mais ser mero destinatário da publicidade, forçando as marcas a interagir com ele de forma rápida, aberta e contínua.

Open brands

Entretanto, apenas criar conteúdos engajadores nas plataformas sociais já não é suficiente. Além de interagir, é importante oferecer poder para que as pessoas participem como sujeitos ativos na construção das estratégias de marketing. Companhias como Lego, Oreo, Starbucks e Muji há muitos anos estão compartilhando a criação de produtos e de campanhas com os seus consumidores. O resultado é um sentimento de propriedade coletiva.

O que as marcas dizem — e principalmente fazem — torna-se cada vez mais imprescindível quando os discursos se concretizam em atitudes que geram mudanças verdadeiras. Os valores intangíveis precisam estar alicerçados em entregas tangíveis e ser promovidos por meio de conversas horizontais e colaborativas.

E, por entregas tangíveis, entende-se toda sorte de iniciativas que tenham como finalidade oferecer uma utilidade concreta para a marca. Isso significa investir em inovação em produtos, desenvolvimento de serviços e ferramentas digitais, produção de conteúdos de entretenimento, ativismo social, dentre outros. Assim sendo, o discurso vira prática e a tecnologia, o meio. Nessa combinação reside o poder das novas histórias. E o caminho de evolução das marcas.

Open agencies

O conceito de open brands oferece para as agências a oportunidade de orquestrar todos os atores que uma marca precisa para contar histórias mais amplas, assertivas e personalizadas.

É basicamente voltar à essência do verbo agenciar, garantindo a direção do trabalho por um único agente e tornando a complexidade de gerir diferentes disciplinas e players invisível perante o cliente.

A nova geração de agências vai reinventar a sua função, conectando não apenas disciplinas de marketing como CRM, digital, e-commerce e shopper marketing, como também talentos internos e parceiros externos, como startups de inovação e designers de novos produtos, em estruturas modulares e com pensamento multicanal.

O novo papel das agências passa por agregar serviços de consultoria em negócios, networkings de criação, tecnologia e inteligência de mídia, produção e distribuição de conteúdo, com uma visão open-discipline, cross-device e, principalmente, cross-company. Tudo orientado por big data e análises em tempo real.

O destino das agências é trabalhar de forma colaborativa, trazendo parceiros externos e montando equipes de acordo com o perfil de cada projeto.

O futuro das marcas e das agências vai estar centrado na sua capacidade de contar histórias em tempo real, reunindo personagens com diferentes talentos e capazes de produzir não apenas blockbusters a exemplo de Hollywood, mas também narrativas lineares e sequenciadas ao estilo das grandes séries.

Narrativas que são construídas a partir de big data e personalizadas de acordo com a preferência da audiência. Com capacidade de criar sua própria cultura e participar ativamente da vida e das conversas estabelecidas pelas pessoas. E que, assim como todo produto cultural, serão a soma de aspectos criados por seus idealizadores originais e pela incorporação de novas visões e releituras feitas pela comunidade que os adota.

Bem-vindo ao mundo aberto.

 David Laloum é presidente da Y&R

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COMENTÁRIO

Em meu livro “PUBLICITAR – Uma nova visão da Publicidade” relato que publicidade é muito mais do que só criar e veicular anúncios – como era e ainda é nesta atividade ainda mal compreendida.

Publicidade é criar e distribuir mensagens de vendas, o que compreende muito, mas muito mais do que só criar e veicular anúncios.

Publicidade é uma orquestração de instruments capazes de transmitir mensagens de vendas eficientes para públicos selecionados (de acordo com os interesses, costumes, hábitos e necessidades deles).

Uma orquestração pode envolver ações de publicidade tradicional, sim, assim como pode requerer ações de relações públicas, de merchandising, de promoção, de maraketing direto, de mídia social e digital, de assessoria de imprensa, e de outros instrumentos, orquestrados de acordo com cada necessidade de comunicação e executados de acordo com a partitura do planejamento.

Para cada problema que a comunicação de marketing deva resolver há necessidade de um planejamento amplo e adequado para cada situação, budget e público objetivado.

Por isso, cada projeto pode reunir os mais diversos instrumentos e músicos especialistas, para produzir a melhor das sinfonias. Open mind.

JJ

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05/16

Dia dos Namorados. Veuve Clicquot tem embalagem que grava voz, para mensagens enamoradas.

A Veuve Clicquot traz uma novidade em suas embalagens para o Dia dos Namorados, comemorado em 12 de junho. O estojo “Clicq´Call” permite que uma mensagem de voz seja gravada. A caixa, com uma garrafa do champagne Veuve Clicquot Rosé, traz um gravador embutido.

A inovação permite que a mensagem seja personalizada: basta pressionar o botão indicado na caixa, dizer o que quiser e apertar novamente o botão. Ao abrir a caixa, as palavras serão ouvidas imediatamente. O gravador é reutilizável e pode gravar quantas mensagem diferentes o consumidor quiser.

Clicq'Call (2) Clicq'Call (3)

Clicq'Call (1)

Fonte: EmbalagemMarca

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Skol

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05/16

Influenciadores, a fronteira final da publicidade.

Agora que o SxSW se tornou uma vaga lembrança e o mundo publicitário começa a se preparar para a próxima ressaca (em Cannes), a expectativa para escolher a próxima tendência começa a agitar o mercado da comunicação. Para celebrar esse momento anual tão festivo resolvi cometer um pecado que todo jornalista, como eu, faz de vez em quando: popularizar uma buzzword/tendência/conceito/modinha.

A expressão da vez é “Influencer Marketing”.

Você com certeza já ouviu falar dela. A Forbes deu voz a um colunista que falou sobre isso em 2014. AdWeek publicou matéria no ano passado. O eMarketerdivulgou pesquisa sobre o fenômeno neste ano. Basta dar um Google e você terá acesso a diversos links sobre o assunto. Tem gente que acha que essa é a “next big thing” para quem trabalha com a área digital.

Creio que é mais, muito mais que isso.

O Influencer Marketing tem o potencial de mudar completamente a lógica dos investimentos em publicidade. E de ser uma solução possível para a crise de modelo de negócio que toda a indústria de comunicação vem passando.

Para entender como isso pode acontecer, primeiro é preciso decifrar melhor esse conceito.

Influencer Marketing, hoje, é uma expressão que descreve a maneira pela qual as empresas recompensam celebridades e estrelas das mídias sociais para criar conteúdos em prol das marcas, gerando endosso – e, assim, influenciando pessoas. Essas “personalidades digitais” teriam força suficiente para influenciar as pessoas “comuns” a preferir determinada marca, norteando decisões de compra.

Marcas estão se apegando aos influenciadores por diversas razões. Uma delas é que muitas pessoas, sobretudo os mais jovens, se inspiram em suas personalidades digitais favoritas (que reúnem milhões de seguidores em plataformas como YouTube, Instagram e Snapchat) como referência para tudo. As marcas procuram então se conectar a esse público usando, como intermediária, a confiança que ele deposita nessas personalidades. Como efeito colateral, as marcas conseguem ainda dar um novo brilho criativo às suas ações de comunicação, especialmente quando criam conteúdo em vídeo – notadamente uma das linguagens preferidas dessa galera.

Outra razão para as empresas usarem celebridades digitais é tentar combater o bloqueio – seja tecnológico, psicológico ou moral – às peças publicitárias, cada vez mais rejeitadas pelo público. Dessa forma, falar com o “social media influencer” significa abrir um novo canal para se conectar a um novo consumidor, de um jeito mais direto, orgânico e com escala.

Como fazer isso? Usando três elementos: Tecnologia, Conteúdo e Dinheiro. A primeira serve para identificar quem é esse influenciador, o que garante que as marcas tenham acesso a gente que realmente é ouvida e cujas opiniões fazem a diferença na vida das pessoas. Conteúdo entra para criar histórias que sejam o elo de ligação entre os influenciadores e os influenciados. E o Dinheiro entra para, obviamente, pagar os influenciadores. Comos se sabe, foi-se o tempo em que uma celebridade digital aceitava fazer algo para uma empresa baseado somente na boa vontade.

Parece lindo, né? Só que, na realidade, não é bem assim. Esse “modo de usar” o Influencer Marketing é muito bonitinho e, honestamente, até resolve a vida das empresas e agências em determinadas situações em que a propaganda tradicional não funciona mais. Mas é muito, muito limitado em relação ao potencial que o verdadeiro Influencer Marketing pode ter.

Você que é culto já ouviu falar de um livro chamado “Como Fazer Amigos e Influenciar Pessoas”, escrito pelo americano Dale Carnegie em 1936. O livro foi a Bíblia de relacionamentos de várias gerações. Num resumo-tweet, a obra basicamente ensina a como se comportar diante da… vida. Carnegie cita, por exemplo, que existem apenas três técnicas fundamentais para lidar com as pessoas:

1. Não critique, condene ou reclame.
2. Dê apreciação honesta e sincera.
3. Desperte na outra pessoa um desejo ardente.

Não por acaso, o livro vendeu mais de 50 milhões de cópias no mundo todo.

Os ensinamentos de Dale Carnegie continuam uma preciosidade, mas, como tudo na vida, carecem de alguma evolução. A última edição atualizada do livro é de 1981 e muito aconteceu desde então, incluindo o avanço de uma ferramenta chamada Internet. Significa que “Como Fazer Amigos e Influenciar Pessoas” é muito bonitinho e, honestamente, até resolve a vida das pessoas que tem poucas habilidades sociais. Mas é muito, muito limitado em relação a te dizer como viver no dia-a-dia.

Você já entendeu o paralelo traçado nestas mal-traçadas linhas.

Resumidamente, hoje o mercado usa Influencer Marketing como uma ferramenta de Branded Content para tentar comprar influência de celebridades digitais. Só que fazer isso é a mesma coisa que comprar um Porsche para deixar na garagem. Ou ir no Fogo de Chão e pedir peixe. Ou abrir uma garrafa de Blue Label pra comemorar a vitória do seu time num jogo de primeira fase do Campeonato Paulista.

Ou seja, um desperdício.

Jack Martin, um dos maiores gurus de relações públicas dos Estados Unidos, tem uma frase curta e grossa sobre o assunto: “Influencers represent marketing leverage (alavanca)”. Quando você influencia um influenciador, sua opinião impacta dúzias (centenas, milhares, milhões) de outras. São opiniões valiosas, no melhor estilo “ele é um expert, sabe o que está falando” ou “ela é uma mãe como eu”.

Ocorre que, para chegar num endosso dessa qualidade, é preciso refinar a fórmula atualmente utilizada pelas agências e empresas. Tecnologia, Conteúdo e Dinheiro são passos válidos, mas funcionam melhor se forem aplicados da seguinte forma:

1. Business Intelligence.
Tecnologia todo mundo tem. Se você parar para contar, vai chegar fácil em mais de 300 ferramentas de medição somente no universo digital: softwares de monitoramento, análise de sentimento, analytics etc. Isso tudo é importante, mas virou commidity. A grande questão é saber como usar esses dados. E para isso é preciso desenvolver metolodogias de análise e inteligência que não são nada fáceis de criar.

No geral, os experts em Influencer Marketing usam a tecnologia de duas formas. A primeira é para encontrar quem são os reais influenciadores. Aqui não se trata de contar seguidores no Facebook e Twitter ou montar as famigeradas listas das “estrelas” digitais. Trata-se de encontrar aquele influenciador que, normalmente, não aparece nas bases de dados mais comuns e nem é uma celebridade. Ele pode ser parte formal da imprensa ou um ex-jornalista. Pode ser um ex-blogueiro que agora só publica no LinkedIn. Pode ser um professor universitário que tem poucos seguidores, mas gera impacto em milhares de pessoas indiretamente. Para encontrá-lo é preciso criar metodologias de netnografia e exportá-las para fora do mundo digital. Grande parte do trabalho de influenciar não é baseada em números, mas sim no contato pessoa a pessoa – ou, melhor, face a face.

Já a segunda forma de usar a tecnologia é colocar as informações em contexto e utilizá-las para criar um planejamento estratégico de comunicação. Em outras palavras, é decretar o “fim do achismo” e basear suas escolhas em dados, não em suposições. Com isso, utiliza-se a melhor ferramenta possível de comunicação para atingir o influenciador. Aqui o segredo é ser agnóstico de mídia. Tanto faz ela ser conquistada, paga ou proprietária. A voz de um influenciador é o que importa, não onde ele está – seja numa imagem do Instagram, numa coluna do jornal diário, num artigo de opinião numa revista ou num post do Facebook.

2. Autenticidade
Não adianta criar conteúdo para influenciadores falarem sobre sua marca se esse material não for autêntico. Para haver uma legitimidade entre o que a sua empresa faz e o que o influenciador diz, é preciso encontrar um fit que seja natural e não forçado. Se a marca não conhecer a história da pessoa e o produto não fizer sentido no contexto em que ele habitualmente publica coisas, a chance de a estratégia de marketing dar errado é enorme.

Eis um desafio: a única maneira conhecida de encontrar essa autenticidade é trabalhar conteúdo de maneira editorial – e não marqueteira. Isso significa usar técnicas jornalísticas para produzir conteúdo, o que está longe de ser a maneira habitual de trabalhar de muitas agências de propaganda, sejam tradicionais/TV+jornal+revista ou digitais/moderninhas/Youtuber friendly. Além disso, para que as histórias de fato engajem o público, é preciso dar liberdade aos influenciadores – algo que também está longe do estilo habitualmente “control freak” de muitos anunciantes. Como resolver? Relacionamento e persuasão. Um tema sobre o qual as agências de PR dão aula há muito tempo.

3. Valor agregado
Influenciador não é garoto-propaganda.

(Pausa.)

Simples assim.

É preciso entender que nem tudo o que se faz em Influencer Marketing é pago. Sim, há celebridades que recebem dinheiro e produtores de conteúdo digital que só aceitam trabalhar para marcas se receberem grana. Esse é, digamos, o lado “mídia” dos influenciadores. Mas muitos deles são, em última análise, canais de informação para sua audiência fiel – e, como canais, precisam de informação, acesso e conteúdo pertinente a eles, da mesma forma que acontece com canais de mídia tradicionais. Esse é seu lado “editorial”, que jamais pode ser desprezado. Criar relacionamento e desenvolver parcerias legítimas, baseadas em benefícios mútuos e interesses em comum que não se baseiam em dinheiro é algo fundamental nesse processo – e, novamente, essa é uma área em que o pessoal de PR nada de braçada.

Um estudo da McKinsey, feito em 2010, descobriu um chamado “marketing-induced consumer-to-consumer word-of-mouth” que gera duas vezes mais vendas do que a publicidade tradicional. Some-se a isso mais cinco anos e mais dezenas de milhões de pessoas online e temos uma tendência irrefreável. Influencer Marketing é real e veio para ficar.

Vale a pena (re)ler o livro de Dale Carnegie e começar a escrever sua versão 2016. Quem sabe aquele tiozinho simpático da capa do livro não se transforma no mais novo guru da publicidade?

Eduardo Vieira

Sócio-fundador do Grupo Ideal (Ideal H+K Strategies e Ogilvy PR)

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COMENTÁRIO

Nada de novo, que não esteja em bons e antigos livros de Relações Públicas, como os de Bentrand Canfield (raridade no Brasil, infelizmente), ou nas bíblias de David Ogilvy e outros publicitários famosos do século XX.

Os influenciadores, quando pessoas dignas de crédito, sempre foram uma tremenda alavanca para uma comunicação bem feita.

Comunicação é muito que só criar e veicular anúncios.

Um artigo bem redigido, por um especialista ou personalidade, num jornal, pode render mais do que um anúncio no mesmo jornal.

JJ

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05/16

Microsoft e Facebook unem-se para construir cabo transatlântico.

 

A Microsoft e o Facebook fecharam um acordo para construir em conjunto um cabo submarino transatlântico para a transmissão de dados. A iniciativa visa a atender a crescente demanda por internet de alta velocidade e o chamado armazenamento em nuvens.

A construção do novo cabo, batizado de “Marea”, começará em agosto e a expectativa é que esteja pronto em outubro de 2017, afirmaram as duas empresas em um declaração nesta quinta-feira.

O cabo de 6.600 quilômetros, o primeiro a conectar os Estados Unidos com o sul da Europa, será operado pela Telefónica por meio da sua unidade Telxius. Ele será inicialmente desenhado para carregar 160 terabytes de dados por segundo, informaram as duas empresas.

A decisão chega quase dois anos depois de o Google ter feito um acordo com cinco empresas asiáticas para desenvolver e operar um cabo transpacífico conectando os Estados Unidos ao Japão. O investimento será de cerca de 300 milhões de dólares.

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05/16

Por que prestar atenção em quem faz a diferença nas redes sociais?

influencer

Segundo o Interactive Advertising Bureau (IAB) Brasil as ações de marketing em redes sociais, com o crescimento registrado nos últimos dois anos, só perde para os investimentos realizados na TV. Além disso, um estudo conduzido na IE Business School demonstrou que 20% dos consumidores estão dispostos a pagar mais por algo que teve endosso de uma celebridade.

Os dados demonstram o que muita gente já descobriu: anunciantes e consumidores estão “ligados” em quem faz a diferença nas redes sociais quando o assunto é influenciar comportamentos, mostrar tendências e incentivar a experimentação ou o consumo de determinada marca ou produto.

Prestar atenção nos influenciadores, sejam eles oriundos da própria Internet como blogueiros e vlogsers ou celebridades que aprenderam a usar as redes como forma de manter um contato direto e estreito com seus admiradores, é condição de sobrevivência para qualquer profissional de marketing online.

Fazer amigos e influenciar pessoas nunca foi tão fundamental para as marcas no mundo digital. Vou listar aqui, por questão de tempo e espaço, apenas cinco razões que demonstram que o investimento em redes de influenciadores compensa. E muito.

  1. Mídia social não é alternativa para a mídia tradicional: é mídia e ponto

As pessoas esperam que as marcas falem com elas e não apenas vendam para elas. Nada como um influenciador para fazer isso de maneira assertiva e direta.

 

  1. Cresça e apareça

Quanto mais a empresa é citada nas redes sociais, mais ela se torna relevante nas buscas do Google. Segundo o The Social Media Revolution citações em redes sociais são responsáveis por 25% das pesquisas das 20 maiores marcas do mundo.

 

  1. Vende mais porque é fresquinho

Vários estudos demonstram que anúncios de produtos e marcas com conteúdo atual vendem mais, pois as pessoas querem saber, entender e se envolver com o que estão consumindo.

 

  1. Diga-me com quem andas

Identificar o melhor influenciador para cada campanha é fundamental para o sucesso. Com a escolha correta, eles falarão para quem quer ouvir e assim o discurso não se perde na rede. E isso é possível com a ajuda de empresas especializadas nesta função.

 

  1. Sem tiros no escuro

Nas ações com influenciadores é possível por meio de relatórios de interação aferir qual o resultado da campanha, conhecer melhor seu público-alvo e assim poder não só ver os resultados como planejar as próximas campanhas.

 

Thiago Cassini, sócio da Buzz.Ad

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