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09/15

O que o mundo fará?

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Sport e Ogilvy: Adote um pequeno torcedor.

A comunicação visual da campanha foi feita em cordel, com uma caricatura de cada criança

A fila da adoção no Brasil conta com mais de 6,1 mil crianças e adolescentes, segundo o Conselho Nacional de Justiça, dentre os quais 78% já passaram dos sete anos de idade. Em contrapartida, 94% dos pais interessados em adoção querem crianças abaixo dessa idade.

A discrepância, que tem criado gerações de jovens que não conseguem vivenciar o afeto dos pais, chamou a atenção da equipe da Ogilvy que há cerca de um ano pensou na ação “Adote um pequeno torcedor”. Nesse período, a agência amarrou acordos com o Sport Recife, clube que assina a campanha, a Segunda Vara da Infância e Juventude do Recife, que tem dezenas de crianças na fila, e o Ministério Público, que cuidou para que a iniciativa atendesse à legislação brasileira de adoção.

Neste domingo, durante a partida entre Sport e Flamengo — escolhida por atrair a atenção da imprensa de todo o País —, o esforço saiu do papel. Cerca de 40 crianças de diversos abrigos da capital pernambucana foram ao estádio como representantes da iniciativa, cujo objetivo é conseguir famílias para elas. A paixão pelo futebol, ponto de conexão emotiva entre pais e filhos, é o pano de fundo para criar o cenário para que a mensagem toque o coração das pessoas.

Apesar de o Sport assinar a ação, torcedores e crianças de todos os times são bem-vindos. “Se conseguirmos gerar ao menos uma adoção para a Segunda Vara, já terá valido a pena. Mas temos o objetivo de levantar a bandeira da adoção de crianças maiores de sete anos em todo o País”, afirma Luiz Fernando Musa, presidente da Ogilvy.­ “Queremos que a campanha mobilize o Brasil para que o máximo possível de crianças que vivem em abrigos seja adotado, independentemente do time que elas torcem”, completa João Humberto Martorelli, presidente-executivo do Sport.

O jogo contou com ações como presença das crianças no campo ao lado dos jogadores, bandeirão com o tema da campanha e apresentação do vídeo à torcida, entre outras. A agência criou ainda o site www.adoteumpequenotorcedor.com, que mostra o perfil das crianças que podem ser adotadas — o site apenas dá informações sobre as crianças e as famílias interessadas devem se submeter aos trâmites tradicionais de adoção.

A comunicação visual da campanha foi feita em cordel, com uma caricatura de cada criança. A agência criou ainda filmes, com produção da Academia de Filmes e Urso Filmes, e diversas peças para internet. Veja os dois comerciais:

Fonte: Meio e Mensagem

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COMENTÁRIO

Iniciativa importante, que deveria ser imitada por todos os times do Brasileirão, sem exceção. Parabéns ao Sport e à Ogilvy pela campanha.

JJ

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09/15

Adeus, floresta!

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A Unilever lança nesta semana sua nova campanha, que tem como mote principal a luta pelo fim do desmatamento. O objetivo, segundo a marca, é conscientizar as pessoas sobre a importância de preservar as florestas para combater as mudanças climáticas.
Como parte da campanha, em parceria com o WWF, a Unilever irá proteger um milhão de árvores no Brasil e na Indonésia. Além disso, a marca declarou apoio ao TEDxSão Paulo, que reunirá, no dia 21 de Setembro, diversos especialistas nacionais e internacionais para discutir sustentabilidade e mudanças climáticas.
Para comunicar o projeto, a companhia lança, no meio digital, o filme“Adeus, Floresta”, que dramatiza a situação do desmatamento, trazendo o ponto de vista de uma árvore tropical sobre o tema e buscando ajuda de todos para a conservação das florestas.
A proteção às árvores será realizada a partir do engajamento dos consumidores por meio da assinatura de um compromisso pelo clima nowebsite da campanha anunciada pelo video.
Fonte: Adnews

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09/15

Antropologia do Consumo: entendendo o consumidor.

Definir o consumidor pela classe social, sexo ou idade já não é a melhor maneira de fazer pesquisa. Hoje as pessoas compram impulsionadas por inúmeras razões e é preciso entender o que e como o consumidor pensa, o que ele quer, por quê ele compra esse ou aquele produto. Ao entender tudo isso, quem trabalha com comunicação vai conseguir planejar e desenvolver campanhas e relacionamentos muito mais eficazes entre a marca e o seu público.

Mais sobre o assunto no workshop Antropologia do Consumo, dia 03/10, das 9h30 às 17h30, com Michel Alcoforado, diretor de Projetos Especiais da Consumoteca. Infos e inscrições aqui: http://www.redhookschool.com/workshops/antropologia-do-consumo-entendendo-o-consumidor.html

 — com Michel AlcoforadoBruno Seixas e Cesar Sella.

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09/15

Lindt levará consumidor à Suíça.

A marca suíça de chocolates Lindt & Sprüngli, apresentou sua nova promoção que levará um cliente com acompanhante para conhecer Roger Federer, campeão mundial de tênis, no mês de outubro, na Suíça. 

Além de viajar para o país europeu e conhecer o tenista, o vencedor da promoção também terá a oportunidade de visitar a sede da Lindt, em Zurique. Quem ficar em segundo e terceiro lugar receberá uma mochila autografada pelo tenista suíço e recheada de Lindor Balls. Os demais sorteados ganharão 1 kg de chocolates da marca.

Para participar, os clientes terão que gastar R$ 70 em compras para receber o cupom que poderá ser cadastrado no hotsite da promoção, válida para todas as lojas Lindt do Brasil, em todo mês de setembro. 
 

Fonte: Meio e Mensagem

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COMENTÁRIO

Curitiba ainda não tem uma l,oja da Lindt, o que é inadmissível.

JJ

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09/15

Que o Havaí seja aqui.

Recebo com emoção a notícia da saída de Marcello Serpa e Zé Luiz Madeira. Só burro comemora a saída de Pelé ou Messi do futebol, ou das irmãs Williams do tênis. Porque, quando craques desta envergadura saem, quem perde é o espetáculo. No nosso caso, o negócio da publicidade.

Como sou ansioso, espero que Marcello Serpa curta suas ondas, se encha de energia e volte para ser a estrela-guia da publicidade brasileira. Zé Luiz Madeira, idem.

Eles são dois grandes concorrentes. Eu prefiro dois craques que me vencem, do que dois pernas de pau que quebram a minha perna.

A postura da Almap, altiva em concorrência e militante contra práticas predadoras, ajuda quem ama a boa publicidade, que só existe com grandes talentos bem remunerados, em todas as áreas. Senão, estes talentos vão trabalhar em euro ou em dólar, ou vão pegar sua prancha e surfar em outras praias, como no digital.

Quando os clientes caírem em si sobre a “evasão dos melhores craques nacionais para o futebol espanhol” (isso é um paralelo, uma figura de linguagem), vão perceber a importância de reter talentos com meritocracia, também no lado dos fornecedores.

Publicidade cara é publicidade ruim, que você veicula, veicula, veicula e ninguém lembra. Publicidade memorável e globalmente respeitada, que Marcello Serpa e Zé Luiz Madeira sempre fizeram, é publicidade de alta eficácia e produtividade. Cada comercial memorável vale por cinco, e fica veiculando continuamente na cabeça e no coração das pessoas.

Portanto, que voltem logo. O Brasil, Marcello, tem uma costa enorme cheia de praias, e você é o Gabriel Medina da publicidade.

Nizan Guanaes, sócio-fundador do Grupo ABC

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09/15

O resgate do jornalismo.

Num mundo cada vez mais rápido, em que as informações se disseminam por múltiplos meios – graças ao tablet, ao celular e às mídias sociais –, o jornal tem futuro. Mas é preciso fazer a lição de casa. O jornalismo, fustigado pelo protagonismo da internet, foi raptado pela perda de qualidade do conteúdo, pelo perigoso abandono de sua vocação pública e pela sua equivocada transformação em produto mais próprio para consumo privado. Impõe-se resgatar o entusiasmo do “velho ofício”. É urgente investir fortemente na formação e qualificação dos profissionais. Sem jornalismo público, independente e qualificado, o futuro da democracia é incerto e preocupante.

A sobrevivência dos meios tradicionais demanda foco absoluto na qualidade de seu conteúdo. A internet é um fenômeno de desintermediação. E que futuro aguarda os meios de comunicação, assim como os partidos políticos e os sindicatos, num mundo desintermediado? Só nos resta uma saída: produzir informação de alta qualidade técnica e ética. Ou fazemos jornalismo de verdade, fiel à verdade dos fatos, verdadeiramente fiscalizador dos poderes públicos e com excelência na prestação de serviço, ou seremos descartados por um consumidor cada vez mais fascinado pelo aparente autocontrole da informação na plataforma virtual.

Não é verdade que o público não goste de ler. Não lê o que não lhe interessa, o que não tem substância.

A revalorização da reportagem e o revigoramento do jornalismo analítico devem estar entre as prioridades estratégicas. É preciso atiçar o leitor com matérias que rompam a monotonia do jornalismo de registro. Menos aspas e mais apuração. O leitor quer menos show e mais informação de qualidade. O sensacionalismo, embora festejado num primeiro momento, não passa pelo crivo de uma visão retrospectiva. Curiosidade não se confunde com aprovação. O prestígio de uma publicação não é fruto do acaso. É uma conquista diária. A credibilidade não se edifica com descargas de adrenalina.

Apostar em boas pautas – não muitas, mas relevantes – é outra saída. É melhor cobrir magnificamente alguns temas do que atirar em todas as direções. O leitor pede reportagem. Quando jornalistas, entrincheirados e hipnotizados pelas telas dos computadores, não saem à luta, as redações se convertem em centros de informação pasteurizada. O lugar do repórter é na rua, garimpando a informação, prestando serviço ao leitor e contando boas histórias. Elas existem. Estão em cada esquina das nossas cidades. É só procurar.

Jornalismo sem alma e sem rigor. É o diagnóstico de uma doença que contamina inúmeras redações. O leitor não sente o pulsar da vida. As reportagens não têm cheiro do asfalto. É preciso reinventar o jornalismo e recuperar, num contexto muito mais transparente e interativo, as competências e a magia do jornalismo de sempre.

Há um modelo a ser seguido? Nas experiências que acompanho, ninguém alcançou a perfeição e ninguém se equivocou totalmente. O perceptível é que os jornais estão lentos para entender que o papel é um suporte que permite trabalhar em algo que a internet e a rede social não fazem adequadamente: a seleção de notícias, jornalismo de alta qualidade narrativa e literária. É para isso que o público está disposto a pagar. Também na internet. A fortaleza do jornal não é dar notícia, refém do factual. É se adiantar e investir em análise, interpretação, e se valer de sua credibilidade. Não é verdade que o público não goste de ler. Não lê o que não lhe interessa, o que não tem substância. Um bom texto, para um público que adquire a imprensa de qualidade, sempre vai ter interessados.

Para mim, o grande desafio do jornalismo é a formação dos jornalistas. Se você for a um médico e ele disser que não estuda há 25 anos, você se assusta. Mas há jornalistas que não estudam nada há 25 anos. O jornalismo não é só rotativa ou tecnologia: o valor dele se chama informação, talento, critério. Por isso é preciso investir em jornalistas com boa formação cultural, intelectual e humanística – pessoas que leiam literatura, sejam criativas e motivadas. E, além disso, que sejam bons gestores.

As competências são demasiadas? Talvez. Mas é o que nos pede um mundo cada vez mais complexo e desafiante.

Carlos Alberto Di Franco é jornalista.
Veiculado na Gazeta do Povo, de Curitiba.

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09/15

Nissan quer ser uma marca conhecida pelos brasileiros.

Como patrocinadora dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016, do revezamento das tochas e do time formado por 29 atletas que leva o nome da marca, a Nissan aposta na proximidade com o esporte para se tornar mais conhecida dos brasileiros. Nesta entrevista, o vice-presidente de vendas e marketing da marca, Ronaldo Znidarsis, fala sobre o desafio da empresa automotiva de origem japonesa em convencer o consumidor brasileiro a ir ao ponto de venda para fazer um test drive. “O desafio é levar a Nissan para os brasileiros para que eles entendam o que é a marca e os seus atributos, e se sintam confiantes em fazer esse investimento, ao menos testar. Quem testa Nissan gosta e compra”, fala o executivo.

Qual a meta de market share da Nissan no país?

Eu não gosto de estipular metas. O céu é o limite. Mas, para chegarmos a dez, temos de passar por cinco. Para chegar a 20 temos de passar por dez. O que nós estamos tentando é ter um trabalho de consistência. Nós estamos plantando uma semente. Essa semente vai germinar e gerar frutos, e nós vamos colher estes frutos no futuro. Como nós vamos fazer isso? Com muita consistência, qualidade e entregando para os nossos clientes o que eles buscam. Hoje o nosso maior desafio não são os nossos produtos. Os nossos produtos são ganhadores. Os Nissan Sentra, Versa, March e Frontier estão ganhando comparativos com líderes do segmento pela imprensa especializada. O maior desafio nosso é que o brasileiro conheça a marca. O desafio é levar a Nissan para os brasileiros para que eles entendam o que é a marca e os seus atributos, e se sintam confiantes em fazer esse investimento, ao menos testar. Quem testa Nissan gosta e compra.

Vocês têm algum projeto especial no PDV para incentivar o test drive?

Sim, parte do nosso processo é, antes de falar do produto, levar o cliente a fazer o test drive. O desafio está em levar o cliente até a loja. Uma vez que ele vai até lá, os processos são os da Nissan mundial. O normal é o cliente fazer o test drive e depois falarmos das condições comerciais. Hoje são 167 lojas. Gradativamente, onde fizer sentido, vamos expandido. O objetivo é levar comodidade no pós-venda para mais próximo de onde o cliente vive. Para este ano, podemos estar crescendo a rede entre 10% e 20%, apesar da situação da indústria.

Qual o market share hoje?

2,7%, fechado em junho, o que representa 0,5 ponto percentual a mais que em junho de 2014. Um crescimento de 23% em relação ao mesmo período do ano passado em uma indústria que vem caindo mais de 15%. A previsão é um ano bastante complicado para o mercado. Nós acreditamos em uma retomada da indústria no segundo semestre de 2016. Mas a previsão da Nissan é crescer dois dígitos este ano.

Qual o público-alvo da marca?

O brasileiro. Nós estamos representados nos principais segmentos da indústria. Segmentos economy ou pequeno, sedã compacto, sedã médio e picape. Atendemos, hoje, praticamente 70% da indústria brasileira.

Você diz que falta os brasileiros entenderem os atributos da marca. Quais são eles?

Qualidade, inovação e tecnologia. O custo de manutenção de nossos veículos hoje é o menor do mercado. Não somente na compra, mas durante a vida de propriedade do veículo. O cliente Nissan não tem custos e dor de cabeça. O nosso carro é feito com qualidade inicial e essa qualidade se mantém.

O carro de entrada da Nissan é o New March. Como é o preço em relação aos concorrentes?

Não é um preço abusivo e nós entregamos muito. Se você olha nosso carro de entrada versus a concorrência, pelo mesmo preço, o nosso carro vem mais equipado. Nesse segmento, praticamente impossível falar em direção elétrica. Nosso carro vem com direção elétrica de série. Muitos clientes não têm ideia. É um grande diferencial. Acabamento, features… Não é papo de vendedor. Nós entregamos.

Hoje a Nissan tem duas plantas no Brasil. Há planos de expansão por aqui?

Nós temos a planta em Resende, no Rio de Janeiro, onde produzimos Nissan March e Nissan Versa, e em São José dos Pinhais, no Paraná, onde produzimos a Nissan Frontier. Temos um potencial enorme para crescimento com essas duas fábricas. A capacidade da nossa fábrica em Resende está entre 200 e 250 mil unidades por ano. Hoje a projeção é de 70 mil unidades por ano. Tem bastante espaço para crescer. Por isso precisamos que todo brasileiro venha testar o Nissan.

Por que patrocinar os Jogos Olímpicos Rio 2016?

Vai em linha com o motivo da campanha: é atrevido. Vir para o Brasil é estar fazendo uma grande aposta. Se olhar a Nissan no mundo, nós temos esse DNA de inovação, de excitement, e que tem tudo a ver com esporte. Nós já patrocinamos, a nível internacional, Usain Bolt, Champions League, Le Mans… Temos clubes de futebol pelo mundo patrocinados pela Nissan porque o esporte, assim como a música, são as atividades que mexem com as pessoas. Nós optamos pelo esporte. E tem tudo a ver com a marca. Essa inovação, esse excitement, essa superação. Que momento mais especial da vida esportiva brasileira do que uma primeira Olimpíada? Tem tudo a ver. É um movimento atrevido. Não é fácil pelo tamanho da Nissan no Brasil, mas demonstra o compromisso da marca com o Brasil e demonstra o tamanho da ambição que nós temos em relação ao mercado brasileiro. Nós viemos para ficar, nós acreditamos na nossa marca e acreditamos que podemos ser muito bem sucedidos no Brasil.

Qual o valor investido nas Olimpíadas?

Não abrimos esse valor.

E a verba de marketing?

Também não posso dizer, mas, para o tamanho da marca no Brasil, não é uma verba suntuosa. Estamos tentando tirar maior proveito do valor que temos. São poucas ações, mas concentradas para ter o maior retorno possível.

Além de patrocinadores dos Jogos, a Nissan também tem um time de atletas?

Sim. Nós somos patrocinadores olímpicos, paralímpicos, das tochas olímpica e paralímpica, e, paralelamente, temos o patrocínio do time Nissan, que são 29 atletas. Desde 2012.

Até quando?

É renovável. A sua pergunta é “acabam os Jogos, acaba o time Nissan?” Provavelmente não. Nós gostamos de parceria de longo prazo. A intenção é continuarmos a incentivar o esporte no Brasil.

Que tipo de retorno vocês já perceberam com o patrocínio do time?

É difícil medir. Até essa campanha, estávamos na fase de planejamento, ativações esporádicas, as pessoas começam a falar mais agora. O grande momento foi com o lançamento da campanha, em nível nacional, que vai transmitir bastantes valores e atributos da marca. A maior ativação, na verdade, vai ser no âmbito digital. O Brasil é um dos países onde o uso do digital é um dos mais elevados do mundo e nós queremos estar presente lá. Vai ter muita informação durante as Olimpíadas. Se o consumidor se sentir confortável em visitar o site da Nissan, onde nós estamos investindo bastante para que seja muito amigável e prático, e ele tiver conteúdo diferenciado, talvez durante as Olimpíadas ele venha visitar o nosso site para ver o que está acontecendo. Vai ter muita coisa legal. Nós temos oportunidade de indicar mais de mil condutores da tocha. A pessoa para se inscrever vai ter de visitar nosso site.

A inscrição já está acontecendo?

Sim, e vai até outubro. Não é porque somos patrocinadores que eu posso escolher. Nós recomendamos para o Comitê Olímpico e ele valida. Ao todo, são 10 mil condutores.

Quais outras ações serão feitas até o período das Olimpíadas?

Toda essa ativação da marca acontece em paralelo ao dia a dia da marca. Temos que continuar vendendo carro. Então a parceria com o Luciano Huck continua. Vamos continuar falando dos nossos produtos e reforçando bastante “o quem se atreve” (ação promocional para escolher os condutores da tocha). É muito legal. Vocês vão se emocionar. Tem umas histórias de tirar o chapéu.

Vai ser um marco como os “Pôneis Malditos”?
Eu não gosto muito de comparar com esta época porque muita gente lembra dos “Pôneis Malditos”, mas pouca gente lembra que era da Nissan. Queremos fazer algo consistente, que tenha a ver com as Olimpíadas, que é esse calor humano, são histórias de superação, de atrevimento… Brasileiros do dia-a-dia que, quando você ouve a história, pensa: “Que herói!”. Temos muitos heróis e heroínas pelo Brasil, e a Nissan, através desse processo de candidatura da condução da tocha, vai revelar essas histórias para o Brasil todo.

E por que começar essa ativação antes da Olimpíada?

Durante o período de Olimpíadas vai haver uma congestão de mensagens. Os patrocinadores locais são poucos, mas vão vir também todos os internacionais. Vai haver muito barulho a respeito de Olimpíadas na mídia. Ao passo que na tocha são somente três marcas envolvidas. Além da Nissan, os outros dois colegas de outros setores. Então, podemos iniciar antes e ter uma mensagem clara, sem tanto ruído. Não temos tanto dinheiro, mas estamos aproveitando de forma estratégica.

Há preocupação com a energia limpa nos carros produzidos aqui no Brasil?

Sem dúvida. Toda a linha Nissan no Brasil é considerada “A” pelo Inmetro no consumo de combustível. A nossa fábrica de Resende foi considerada a que mais respeita o meio ambiente na América Latina. São várias ações. Quando a fábrica foi feita, a gente pensou em sustentabilidade. Desde preservar a lagoa e as espécies ao redor, passando pela pintura da sede à base de água até os carros, que são nota “A” em emissão. Tem essa preocupação no DNA da empresa.

Qual é o líder de vendas na Nissan?

Estão todos em um patamar próximo. O Sentra tem um desempenho muito bom no segmento dele, está em terceiro, acima de várias marcas tradicionais. Era o oitavo e passou para terceiro em um ano. E vem ganhando todos os prêmios, como o sedã mais seguro, mais completo…

Depois das Olimpíadas, o que será da comunicação?

Nós já estamos pensando. Não vamos revelar agora, mas já temos planos. As Olimpíadas vão ser o trampolim para chegarmos num outro patamar de reconhecimento de marca. Mas óbvio que vamos dar continuidade a esse trabalho.

Quais as agências da Nissan no Brasil?

A Lew’Lara\TBWA na publicidade. A TBWA é parceria global nossa. A Momentum é para a parte da ativação.

Como é a presença da Nissan nas redes sociais?

O foco dessa campanha é no mundo digital. A nossa preocupação é mantermos o foco, porque hoje há uma peculiaridade, não só do Brasil. Em torno de 65% a 70% dos clientes surfam na web antes de fazer a compra. Então é fundamental estarmos presentes com uma mensagem clara e ativa com esse consumidor.

Fonte: propmark

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