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Dilma deve renunciar na sexta.

Dilma Rousseff deve renunciar à presidência na próxima sexta-feira, segundo O Globo:

“Ao bunker do vice-presidente Michel Temer, que vem se preparando para assumir o cargo por 180 dias a partir do dia 11, quando o plenário do Senado decidirá o destino de Dilma, chegou a informação de que a presidente faria, na próxima sexta, um pronunciamento, em cadeia de rádio e TV, lançando a proposta de eleição direta. Ela renunciaria ao cargo e pediria a Temer que fizesse o mesmo. A reação do vice é taxativa: a chance de ele aceitar é nula”.

O ANTAGONISTA

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05/16

TVs abertas concentram 70% das verbas dos anunciantes do Brasil.

Lorelyn Medina/Shutterstock

O protagonismo das TVs abertas continua em alta nos planejamentos de mídia dos principais anunciantes globais. Uma inserção no formato clássico de 30 segundos no Super Bowl, exibido pelas redes CBS, Fox e NBC com uma audiência recorde de 114 milhões de espectadores, exige um investimento de US$ 5 milhões. E há lista de espera para adquirir um lugar nos breaks. A transmissão da final da NFL (sigla da entidade que organiza a competição de futebol americano) é a principal atração das TVs norte-americanas, que precisam desembolsar US$ 1 bilhão para ter o direito do conteúdo por uma década. Recentemente, a TiVo Reasearch, em consórcio com a consultoria 84.51º, realizou uma pesquisa na qual as marcas que não contemplam o meio TV nas suas ações de publicidade têm perdas significativas de vendas nos pontos de venda.

O Brasil segue a tendência. Segundo a pesquisa do Kantar Ibope Media, que usa como métrica o valor bruto das tabelas de mais de 600 veículos, sem os descontos negociados, o share das TVs nas verbas de mídia chegou a 70%, ou 2/3 dos R$ 132 bilhões consolidados em 2015. A aferição do instituto mostra que 28% dos comerciais são reservados para programas jornalísticos; 21% têm foco nas novelas; 11% optam pelos programas de auditório e os campeões da preferência são Fausto Silva, Silvio Santos, Luciano Huck e, por exemplo, Rodrigo Faro. O volume de inserções em 2015 foi de 21,8 milhões.

“As TVs abertas são essenciais para os brasileiros, primeiro porque são uma fonte de entretenimento gratuito e de informação. Ela está presente nos eventos globais em tempo real. Acredito que os anunciantes conseguem uma importante conexão das suas marcas e serviços através das emissoras de sinal aberto”, explicou Ricardo Saad, acionista e integrante do conselho da Rede Bandeirantes. “Ela liga o Brasil”, resume Alexandre Raposo, vice-presidente da Rede TV!. “Que outro veículo oferece, ao mesmo tempo, a oportunidade de encantar, informar, vibrar e contribuir para a educação de tantas pessoas? Que outro meio de comunicação tem esse potencial de comunicação?”, pergunta Willy Haas, vice-presidente da Rede Globo.

O formato merchandising cresceu 9% durante o ano de 2015. Os programas de auditório têm uma concentração de 55%; eles são seguidos dos programas femininos e dos reality shows, ambos com 11%. Foram mais de 18 mil ações realizadas somente no ano passado. “Apesar do inegável avanço das mídias digitais, não existe comunicação de massa sem a TV aberta. É o meio que fala com todas as classes e gera impactos que garantem o retorno aos investimentos expressivos dos anunciantes”, atestou Daniel Slaviero, presidente da Abert (Associação Brasileira das Emissoras de Rádio e Televisão)”.

 

Fonte: propmark

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05/16

Zero Hora é o 4º jornal de maior circulação no Brasil.

O jornal Zero Hora, do Grupo RBS, sobe para a quarta posição no ranking dos maiores jornais do país. O veículo gaúcho aumentou em 8,5% sua circulação total em fevereiro, contabilizando 208.963 edições impressa e digital, em relação ao mês anterior. Com isso, o jornal do Grupo RBS subiu uma posição no ranking do Instituto Verificador de Comunicação (IVC) e, pela primeira vez, passou O Estado de S.Paulo. “É uma conquista”, comemora Marcelo Rech, vice-presidente Editorial do Grupo RBS e também presidente do Fórum Mundial de Editores (WEF), ligado à Associação Mundial de Jornais (WAN).

Divulgação

A Folha de S.Paulo lidera a lista, seguido por O Globo, do Rio de Janeiro, e Super Notícias, de Minas Gerais. O Diário Gaúcho, também do Grupo RBS, aparece no sexto lugar, um abaixo do Estadão.
Esta performance é resultado de uma série de iniciativas feitas nos últimos meses para transformar o título em uma plataforma de conteúdo e, assim, ampliar o público para diversos pontos de contato. Uma delas é o ZH Tablet, no qual o assinante recebe um tablet para acessar a uma versão digital de ZH que reproduz a experiência de folhear o impresso, porém com opções de interatividade e edições extras do ZH Noite e do Domingo Digital.

O jornal está investindo muito em qualidade da informação, com grandes reportagens e assuntos mais aprofundados no impresso, trabalhando uma linguagem diferente para cada meio. “O papel tem matérias mais aprofundadas, a leitura no online é mais ágil, tem vídeos diferenciados, mais autorais. O que estamos fazendo é adaptar a linguagem de acordo com a plataforma, da maneira mais eficiente possível”, explica.
Na opinião de Rech, o digital afeta positivamente. “O mundo digital nos dá a possiblidade de distribuição de conteúdo como nunca se viu antes”, comenta o VP. “Zero Hora hoje tem um alcance muito maior do que há 25 anos. Este leque de opções aumentou a relevância do jornalismo”, garante Rech.

Neste mês de maio, Zero Hora vai comemorar 52 anos. Uma das ações para comemorar a data é um debate sobre o Futuro do Jornalismo. O Em Pauta ZH especial de aniversário será realizado no Instituto Ling, em Porto Alegre, nesta quarta (4), data em que se comemora a criação do jornal. Quatro painéis estão programados, reunindo profissionais como o repórter Marcelo Canellas, da TV Globo, e o jornalista Eugênio Bucci, de O Estado de S.Paulo e Época, além da diretora de redação de ZH, Marta Gleich, e do próprio Rech. Outra ação para comemorar a data é a mostra fotográfica de jornalismo 5X12.

Para compartilhar experiências com os futuros jornalistas, diversas faculdades do Rio Grande do Sul vão receber o ciclo de palestras que anualmente leva repórteres, editores e colunistas de ZH até a sala de aula. O roteiro inclui 15 cidades.

Como presidente do WEF, Rech batalha pela valorização do jornalismo profissional em contraponto à infinidade de informações sem certificado de origem. Segundo Rech, tem muito conteúdo sendo produzido amadoristicamente nas redes sociais, principalmente. “Trabalhamos muito a profissionalização da informação. O jornalismo profissional é que vai dar o atestado da realidade, dos checadores de fatos, da verdade. Este é nosso papel, de estabelecer claramente a diferença pelo patamar da qualidade. Isso tem valor para o assinante e para o anunciante”, comenta.

O próximo fórum está programado para ser realizado em Cartagena, de 10 a 12 de junho. A WAN tem 16 mil jornais associados em mais de 80 países. “O Fórum Mundial de Editores é o braço editorial dentro do Fórum Mundial de Jornais. Os grandes temas são a qualidade dos jornais, novas formas de linguagem, novas plataformas e proteção da reportagem investigativa. Nossa contribuição é muito ampla, vai desde treinamento para jornalistas no interior da África até a discussão avançada de plataformas mobile”, revela Rech.

Fonte: propmark

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05/16

Band tem um mês para retirar Metro de circulação, no Brasil todo.

Diante de recurso do Grupo Bandeirantes, o Tribunal de Justiça de São Paulo reafirmou que a empresa deve tirar de circulação, em até 30 dias, o jornal Metro. A medida incluí todas as edições que circulam em dez cidades brasileiras.

(Reprodução)

Segundo informações do PropMark, o recurso foi negado pela 1° Câmara Reservada de Direito Empresarial do TJSP. A ação inicial é de violação de uso da marca Metrô News, diário que circula na capital paulista desde 1971. O Metro, criado em Estocolomo, é distribuído no Brasil com licenciamento de marca do Grupo Bandeirantes desde 2007.

Questioando, o Grupo enviou a seguinte mensagem, assinada pela assessoria de comunicação: “Fomos surpreendidos com a negação pelo TJ/SP de nosso recurso pelo direito da marca Metro, usada pela empresa desde 1995 em todo o mundo. Já tramita inclusive, na justiça federal, uma demanda com sentença favorável ao Metro Jornal S/A nesse sentido, que no nosso entender se sobrepõe ao processo estadual. Iremos portanto buscar a suspensão dessa decisão nas instâncias superiores.”

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Sony registra patente de lentes de contato que filmam.

Visão periférica de pessoas surdas é maior por causa do desenvolvimento diferenciado da retina, afirmam especialistas
Sony promete lente com câmera embutida, com funções como zoom, foco, estabilização de imagem(Photos.com/Getty Images/ThinkStock/VEJA)

Em um futuro próximo, cenas dignas de filme de ficção científica, em que personagens filmam com lentes de contato, poderão fazer parte do cotidiano das pessoas. De acordo com o United States Patent, órgão que regulamenta procedimentos relativos à concessão de patentes nos Estados Unidos, a Sony está trabalhando há dois anos na produção de lentes que filmam, reproduzem e armazenam vídeos.

A expectativa é a de que os “olhos inteligentes”, como chamam os aficionados por tecnologia, atendam aos comandos do usuário, que podem variar de uma piscada à inclinação do olho para os lados, para, por exemplo, apagar, gravar ou armazenar vídeos.

A inovação deve superar o Google Glass, sendo capaz de medir níveis de glicose graças às nossas lágrimas. O produto da Sony promete uma câmera embutida, com funções como zoom, foco e estabilização de imagem. A empresa não detalha como, operacionalmente, reunirá todas essas funções em uma minúscula lente. É esperar para ver e, possivelmente, gravar — com os olhos.

 

Fonte: Veja

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05/16

Passageiros ovacionam Sérgio Moro em vôo da Gol.

Sérgio Moro

O voo Gol 1519 (Rio-Curitiba) trazia a bordo o juiz Sérgio Moro, que fazia conexão na cidade depois de ser homenageado em Nova York. Aplaudido ao ser anunciado pelo capitão como “um brasileiro que nos enche de orgulho”, Moro tirou fotos com vários passageiros que fizeram fila para selfies, até ser abordado por uma senhorinha de seus 80 anos. Ela chegou pertinho e fez um pedido ao pé do ouvido: “O senhor tem que prender a jararaca de rabo comprido!”. Moro riu.

Fonte: O Globo/Gente Boa

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05/16

Alpargatas conclui venda das marcas Topper e Rainha para dono da Wizard.

A Alpargatas informou nesta segunda-feira que concluiu a venda de 100% da unidade de negócios que compreende as marcas Topper, no Brasil, e Rainha, no Brasil e no mundo, a um grupo de investidores liderado pelo empresário Carlos Wizard Martins, dono da rede de escolas de idiomas Wizard. A operação foi anunciada em novembro de 2015.

Em fato relevante enviado à Comissão de Valores Mobiliários (CVM), a empresa lembra que o fechamento da chamada Operação Brasil estava sujeito a algumas condicionantes jurídicas. Entre as condições estava a reorganização societária para que a unidade vendida fosse segregada em uma nova empresa – batizada de BRS Comércio e Indústria de Material Esportivo S.A. (BRS) – e a aprovação pelo Sistema Brasileiro de Direito da Concorrência, que foi obtida sem restrições em 4 de dezembro de 2015.

Segundo a empresa, a conclusão da venda incluiu a assinatura, nesta segunda-feira, de um contrato de licença de uso de marca entre a Alpargatas e a BRS. Assim, os compradores, por meio da BRS, podem utilizar a marca Topper, por um período de até quinze anos, nos Estados Unidos e China.

A Alpargatas recebeu nesta segunda a primeira parcela do preço de compra da Operação Brasil, no valor de 24,34 milhões de reais. O pagamento de segunda parcela, no mesmo valor, devidamente corrigida pela taxa CDI, ocorrerá em até 90 dias.

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05/16

Administradoras de shoppings têm menor lucro em sete anos.

Movimentação de consumidores em shopping de São Paulo

A fraqueza da atividade econômica tem penalizado as empresas do setor de administração de shopping centers. Em 2015, as seis principais companhias do ramo tiveram lucro líquido somado de 246,51 milhões de reais, o menor em pelo menos sete anos, segundo dados divulgados pela consultoria Economatica nesta segunda-feira. O resultado representa um recuo de 76% em comparação com o desempenho visto em 2014.

Entre as empresas, a Multiplan é a que teve o maior lucro líquido no ano passado, de 362,18 milhões de reais. Já o menor lucro líquido foi registrado pela BRMalls, com 4,84 milhões de reais. Das seis empresas analisadas – na lista estão ainda Iguatemi, Aliansce e JHSF -, somente uma, a Generalshopp, teve prejuízo em 2015. A perda da empresa, de 551,9 milhões de reais, puxou para baixo o resultado conjunto das seis companhias avaliadas.

Apesar de o lucro estar diminuindo, a receita continua em alta. Em 2015, o conjunto de empresas analisadas teve crescimento de 2,55% em vendas, para 4,45 bilhões de reais. Desde 2009, o setor cresceu 138,16%. Em 2009, as empresas tinham 1,87 bilhões de reais de receitas; no ano passado, o número foi de 4,45 bilhões de reais.

Já o endividamento das companhias teve leve recuo, de 0,61%, entre 2014 e 2015, para 14 bilhões de reais. No entanto, considerando o intervalo entre 2009 e 2015, houve alta de 437,5%. A BR Malls é a empresa com maior estoque de dívida do setor, com 5,49 bilhões de reais, seguida pela Multiplan, com 2,17 bilhões de reais, e Iguatemi, com 2 bilhões de reais.

A Economatica consolidou o desempenho de seis empresas do setor de administração de shopping centers de 2009 até 2015. Todas as análises foram elaboradas com base nos demonstrativos financeiros apresentados pelas empresas à Comissão de Valores Mobiliários (CVM).

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Suspensão do WhatsApp é ‘medida drástica’ que impõe ‘ônus coletivo’ aos brasileiros.

O serviço de mensagens instantâneas WhatsApp
O serviço de mensagens instantâneas WhatsApp: ‘A empresa não tem obrigação de revelar os conteúdos das conversas anteriores à ordem judicial’, diz especialista(Brent Lewin/Getty Images)

A decisão de suspender o serviço de mensagens WhatsApp, tomada pelo juiz Marcel Maia Montalvão, da comarca de Lagarto, Sergipe, é uma ‘medida drástica’, que impõe um ‘ônus coletivo’ a milhões de brasileiros e que ‘deve ser revertida’ em breve, antes das 72 horas previstas para vigorar, a partir das 14 horas desta segunda-feira, segundo especialistas consultados pelo site de VEJA.

O advogado Carlos Affonso Souza, diretor do Instituto de Tecnologia e Sociedade do Rio de Janeiro (ITS-RJ) e professor da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ), lembra que o aplicativo não é usado apenas para o lazer, mas também para o trabalho. Para ele, o magistrado desconsiderou o grande impacto que sua decisão causaria. ‘Essa é uma medida muito drástica, que prejudica milhões de brasileiros.’ Souza acrescenta que, a exemplo do que aconteceu com decisões similares no passado recente, pode-se contar com a reversão dessa nova sentença antes mesmo do prazo previsto para a suspensão do serviço.

De acordo com Alexandre Zavaglia, especialista em tecnologia e inovação e diretor executivo do Instituto de Direito Público de São Paulo, a nova suspensão é um retrocesso. ‘A empresa não tem obrigação de revelar os conteúdos das conversas anteriores à ordem judicial. A companhia não arquiva essas conversas, por isso a Justiça está errada em cobrar esses arquivos e suspender o serviço’, diz. ‘É um ônus e prejuízo coletivo.’

Na falta de marcos legais sobre a privacidade, as disputas entre empresas de tecnologia da informação e órgãos do governo e da Justiça têm se multiplicado mundo afora. Nos Estados Unidos, por exemplo, o FBI travou longa queda de braço com a Apple, que se negava a desbloquear o acesso ao iPhone usado no massacre de San Bernardino, na Califórnia (EUA), quando morreram 14 pessoas. Mas, por lá, o processo na Justiça passou longe de decisões extremadas como a do juiz Montalvão, o mesmo que já havia mandado prender um executivo do Facebook. No fim, a disputa nos EUA foi arquivada após o FBI anunciar ter hackeado o aparelho sem a ajuda da Apple.

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Bons tempos.

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