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Jornais e revistas movimentam R$ 8 bilhões com publicidade.

Os meios impressos vivem momento de transição nos respectivos modelos de negócios. A chegada do digital está provocando a tomada de decisões que privilegiam a integração do impresso com os canais mobile, desktops, redes sociais e todos os outros abastecidos pela internet, incluindo a realidade virtual. A maior parte dos grupos editoriais, como Infoglobo, Folha da Manhã, RBS e Editora Abril, por exemplo, investiu em estúdios de criação de branded content e estão contabilizando os resultados.

Apesar da queda do volume comercial, a credibilidade dos jornais e das revistas é elemento consistente para o produto se manter relevante. Segundo dados do Kantar Ibope Media, a queda pode ser medida pelo market share dos jornais no primeiro semestre de 2015, que era de 13% e registrou 11,5% no mesmo período deste ano. As revistas, que tinham uma participação de 4%, entre janeiro e junho de 2015, perderam 0,6% em período similar em 2016.

“Existe uma queda, fato que não pode ser negado, que reflete a chegada do digital, mas não podemos esquecer que esse fenômeno já ocorre há dez anos. Estamos dando mais um passo e os jornais e as revistas estão se adaptando e aprendendo com essa tecnologia. A mudança de hábitos está sendo levada em conta pelos veículos. Apesar do decréscimo de negócios, ela não é total. Vários títulos mantêm sua circulação estável”, explica Pedro Silva, presidente do IVC (Instituto Verificador de Circulação).

A circulação (veja tabelas abaixo com apuração referente ao primeiro semestre deste ano) das marcas impressas, como os impressionantes 1,093 milhão de exemplares semanais da revista Veja, ou os 304,5 mil de média diária da Folha de S.Paulo, não caminham mais sozinhos. “A soma das audiências é mais importante do que o antigo cálculo quando não tínhamos o cenário digital. O anunciante quer saber que os títulos da Infoglobo impactam 30 milhões de leitores ou usuários. A audiência da televisão nunca foi medida pelo número de TVs”, destacou Felipe Goron, diretor de mercado anunciante de O Globo e Extra.

Uma das estratégias recorrentes no discurso dos publishers são os estúdios de inovação. Eles produzem branded content para marcas, produtos e serviços se comunicarem com seus consumidores sem usar o formato tradicional dos anúncios que podem ser construídos em vídeos, áudio, animação, eventos e até texto. A chamada publicidade nativa, ou publieditoriais, também ganhou nova dimensão e é um dos produtos que os títulos estão oferecendo às agências e anunciantes.

Apesar de o digital ter relevância estratégica, o volume de negócios é mais robusto nas versões impressas. Segundo Marcelo Benez, diretor-executivo da área comercial da Folha de S.Paulo e presidente do capítulo brasileiro da Inma (International News Media Association), cerca de 85% do faturamento é oriundo de jornais e revistas impressos. “Há mercados que o digital ganhou uma fatia maior. Por aqui ainda é predominante o anúncio físico, mas não podemos usar isso como argumento para não investir no digital. O conjunto da audiência é o revelante para o anunciante”.

Apesar de estar temporariamente paralisada, a ANJ (Associação Nacional de Jornais), em parceria com a Aner (Associação Nacional dos Editores de Revistas), estuda a criação de uma métrica única de aferição das audiências de impressos e digitais com apoio do ComScore. “O projeto vai ser retomado porque é essencial para dar credibilidade aos projetos comerciais. O anunciante quer ter certeza do que está comprando. Claro que temos dados e entregamos resultados”, disse Goron.

O Grupo de Mídia de São Paulo, na edição 2016 do seu Mídia Dados, contempla um debate com executivos que estão à frente das estratégias de mercado de jornais e revistas. “Fomos muito míopes, não ouvimos o que o cliente estava dizendo; insistimos na venda de páginas. No digital, por definição, começamos ouvindo qual o problema do anunciante. E muitas vezes ele decide pelas páginas no jornal. Um exemplo emblemático foi o do Estúdio Infloglobo, que hoje é cross media, porque o anunciante tem interesse em trabalhar todas as plataformas”, explicou Goron.

Fonte: propmark

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“Migração para o digital se dará por adição e não por substituição”.

Há seis meses no comando do Grupo Abril, Walter Longo reorganizou o modelo de gestão criando novas áreas. A ideia é envolver de forma harmônica o digital e os canais impressos. As 90 publicações, 14 websites e 26 eventos atingem 80 milhões de consumidores “online, onsite e offsite”. Segundo Longo, os produtos promocionais e embalagens têm uma produção anual de 540 milhões de unidades entre revistas, catálogos, tabloides e folhetos promocionais. Nesta entrevista, Longo destaca que o Grupo Abril avança do storytelling para o storyselling. Veja a seguir os principais trechos.

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Transformações 

Dizem que a função do líder é estar em constante mudança para permanecer líder. E essa é a visão que nos move. Qualquer empresa daqui para a frente tem de atuar de maneira efêmera para continuar perene. Se tentar atuar de maneira perene, vai ficar efêmera e acabar desaparecendo. Por isso, estamos em constante mudança, buscando inovar sempre, em todas as frentes. Dentre as principais transformações estratégicas que o Grupo Abril está implementando, destaca-se a expansão de uma empresa de mídia para uma organização voltada também ao marketplace. Com isso, nossos anunciantes ganham uma nova forma de relação com a Abril, desenvolvendo parcerias de negócios nas plataformas GoBox e GotoShop, que permitem receita recorrente e acesso ao e-commerce com curadoria, algo ainda inédito em nosso país.

Integração
Outra transformação importante é entender que a migração ao mundo digital por parte da mídia impressa se dará por um mecanismo de adição e não de substituição. O processo de integração papel/digital se dará pela soma dessas duas plataformas e não pela troca de uma pela outra. O conceito será “além de” e não “em vez de”. Pensando assim, desenvolvemos e lançamos o Mobile View, uma forma de consumir conteúdo de nossas revistas que se amplia com a integração ao celular através da Realidade Aumentada. Começamos com isso pioneiramente em Veja e deu tão certo que já expandimos essa possibilidade para todas as revistas da Abril. A utilização de Mobile View em nossas publicações permitiu muito mais conteúdo e várias maneiras criativas de estender a mensagem publicitária. Mas a grande transformação é, no fundo, a abordagem sinérgica das várias empresas que compõem o Grupo Abril. Com essa nova estratégia, passamos a otimizar todo o potencial de negócios complementares representados pela oferta conjunta das áreas de mídia impressa e digital, eventos, big data, logística, serviços de impressão, gestão de assinaturas, licenciamento e conteúdo customizado. A nova postura do Grupo Abril é mídia e marketplace integrados, com ofertas únicas e exclusivas de supply chain na área de comunicação e vendas.

Produto
O Grupo Abril passou a se apresentar ao mercado com uma nova campanha e um novo posicionamento. O tema, Bem-vindo à indústria do conhecimento, expressa a nossa verdadeira vocação e, ao mesmo tempo, apresenta todas as unidades de negócio que passam a operar em conjunto com uma oferta sinérgica e única ao mercado. Do informativo ao aplicativo, do storytelling ao storyselling, do banco de dados ao banco de fatos, da distribuição à logística reversa, da exposição à inspiração e da mídia ao marketplace, esse é o Grupo Abril em toda sua capacidade de oferecer pacotes completos de ofertas de negócios e oportunidades de mídia e comercialização. Tudo isso, porém, sem deixar de valorizar a nossa matéria-prima, principal razão de nossa existência: o bom jornalismo, o respeito ao fato e à notícia, a qualidade e a imparcialidade de nosso conteúdo. É isso que fez a Abril ser a maior editora do país e é isso que vai continuar nos levando à frente.

Resultados
Nesse período de seis meses desde que assumi o Grupo Abril, acho que conseguimos implementar muitas coisas importantes: negócios novos, como GoBox e GotoShop; tecnologias inéditas, como o Mobile View e o AMA – Animated Mobile Ads; parcerias importantes de ofertas de serviços com Google e Sky; completa reformulação de nossos sites e ferramentas de presença digital; extensão da CasaCor para o mercado norte-americano; fortalecimento do setor de licenciamento de nossas marcas com mais de cem novos produtos só neste ano; integração dos serviços de back-office entre a Total e a Abril Mídia, enxugamento e otimização dos fornecedores de serviços de marketing; criação de novos eventos e projetos comerciais de publicidade, além de novas campanhas e novo posicionamento que estão chegando ao mercado. Tudo isso, porém, é apenas o início, do princípio, do começo do que podemos e devemos fazer daqui para a frente…

Inovação
Entendemos a inovação muito mais como uma questão de ótica que de fibra ótica. Todas essas inovações que chegam ao mercado devem nos ajudar muito mais que desafiar. A adoção precoce é a melhor maneira de enfrentar esses novos tempos. E a Abril tem sido pioneira numa série de novidades tecnológicas que nos ajudam a prestar um serviço mais eficiente aos nossos clientes.

Mobile View
Uma semana após a sua implementação, fizemos uma pesquisa junto a 880 assinantes e leitores de Veja. E o resultado foi muito animador: 15% haviam baixado o aplicativo imediatamente e 35% pretendiam baixar ainda naquela edição. Apenas 33% não tiveram interesse, mas 49% afirmaram que certamente acessariam o conteúdo nas próximas edições, enquanto 51% provavelmente acessariam. Esses números, aliados aos resultados positivos de percepção, nos motivaram a acelerar nossos planos e agora todas as revistas da Abril apresentam a opção Mobile View para extensão de conteúdo em vídeo ou material adicional. Não se trata de uma questão de relevância e sim de complementaridade. Nós acreditamos que a mídia impressa e o digital devem ser harmônicos na sua capacidade de informar a população. Entendo que o território do digital cubra as questões do “O Quê” e “Quando” e que cabe ao papel responder o “Por quê” e “Como” dos fatos. É claro que se trata de uma divisão apenas didática, mas de certa forma já define o papel de cada uma dessa plataformas. Nós, do Grupo Abril, estamos conscientes que é dessa integração entre o digital e o papel que sairá o nosso modelo de negócio para os próximos anos.

Ad blocking
Ainda é mais uma ameaça que realidade, mas merece nossa atenção. E com essa preocupação, cresce muito a importância do branded content e native Ads como formatos eficientes de comunicação que são capazes de eliminar esse risco potencial de desatenção.

Clubes de assinaturas
O projeto GoBox de clube de assinaturas de produtos foi lançado em maio passado para o mercado de empresas interessadas nessa parceria com o Grupo Abril. Em apenas duas semanas, mais de uma centena de prospects nos procuraram e já fechamos 25 clubes de assinatura de produtos tão diversos quanto vinho e fraldas, que começaram a ser distribuídos e promovidos ao público nesta última semana de agosto. Mas a área de assinaturas do Grupo Abril vai além das próprias revistas e clubes de assinatura de produtos. Com 1.600 operadores de telemarketing e mil vendedores pelo Brasil, é uma verdadeira máquina de vendas para empresas que queiram explorar o segmento de receita recorrente e fidelização de seus clientes. E, neste momento, várias parcerias na área de seguros, serviços domésticos e entretenimento estão sendo finalizados.

Branded content
Poucas empresas no Brasil podem se dizer especialistas em conteúdo quanto o Grupo Abril. Somos storytellers ou contadores de histórias há mais de 60 anos. Agora, o mercado de publicidade quer, cada vez mais, utilizar o storytelling como ferramenta de marketing. Mas o segredo disso não é apenas contar histórias, mas sim contar histórias que vendem. Por isso, a capacidade de oferecer storyselling é uma competência tão importante da Abril. Nosso Estúdio ABC – Abril Branded Content é uma ferramenta poderosa de persuasão com sua competência em aliar histórias relevantes para o público com argumentos relevantes para o anunciante. Tudo isso num ambiente editorial adequado e através de um conteúdo customizado primoroso e engajador.

Fonte: propmark

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Zuckerberg diz que Facebook não vai virar empresa de mídia.

Facebook não vai se transformar em uma empresa de mídia, afirmou nesta segunda-feira o fundador e presidente da empresa, Mark Zuckerberg. Segundo ele, a companhia seguirá sendo uma plataforma de tecnologia.

Um número cada vez maior de usuários está se voltando às redes sociais, como Facebook e Twitter, para encontrar notícias, mas Zuckerberg disse que sua empresa não tem ambições de se tornar uma provedora de conteúdo.

“Não, nós somos uma empresa de tecnologia, não uma empresa de mídia”, disse Zuckerberg depois de um jovem italiano perguntar a ele se o Facebook pretendia se tornar uma editora de notícias. Zuckerberg falou a estudantes da Universidade Luiss, em Roma.

Embora tenha consciência do papel que o Facebook tem em fornecer notícias aos usuários por meio de suas conexões e ressaltando as vantagens de obter informações de diferentes partes do mundo, Zuckerberg disse que o Facebook era uma empresa de tecnologia.

“Nós produzimos ferramentas, não criamos qualquer conteúdo”, declarou. “Este mundo precisa de empresas de mídia, mas também de plataformas de tecnologia, como a que fazemos. Nós levamos nosso papel nisso muito a sério.”

Com o papa

Mais cedo nesta segunda-feira, Zuckerberg e sua esposa, Priscilla Chan, tiveram um encontro privado com o papa Francisco. Foi a mais recente de uma série de reuniões que o pontífice teve com líderes do Vale do Silício, incluindo o presidente-executivo da Apple, Tim Cook, e o presidente da Alphabet, controladora do Google, Eric Schmidt.

Zuckerberg disse que deu ao papa um modelo de Aquila, o drone movido a energia solar do Faceboook que tem meta de ampliar o acesso à Internet em lugares com pouca infraestrutura. “Discutimos a importante de conectar as pessoas, especialmente em partes do mundo sem acesso à internet”, disse.

(Com Reuters)

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“Melhor se informar antes de colocar o cliente em risco”.

Formado em direito no Largo São Francisco e ex-executivo da Lowe & Partners América Latina e diretor de marketing e comunicação corporativa da Starmedia Networks, Cid Torquato dedica parte de sua carreira à junção dos temas comunicação e acessibilidade.

No ano de 2007, um acidente na Croácia o deixou tetraplégico. Atualmente, como secretário adjunto dos direitos da pessoa com deficiência do governo de São Paulo, Torquato já atuou como coordenador de relações institucionais da Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência de São Paulo.

Ao Meio & Mensagem, Torquato faz uma reflexão sobre a campanha feita pelo Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB) com o apoio da revista Vogue com o título de “Somos Todos Paralímpicos”. A campanha traz os atores Paulo Vilhena e Cleo Pires, embaixadores do CPB, e “se propõe a ampliar a visibilidade dos Jogos Paralímpicos Rio 2016”, que terão início no próximo dia 7. Nas imagens do anúncio, os atores aparecem como se tivessem, de fato, deficiências: Cléo Pires é retratada sem um dos braços e Paulo Vilhena com uma prótese na perna direita. A campanha recebeu criticas por não ter usado pessoas que, de fato, representassem o tema.

RELACIONADOCampanha-Paralimpiada

Campanha do Comitê Paralímpico é criticada

Repercussão
Exagerada, mas entendo os motivos. Recentemente, nos Estados Unidos, houve uma reclamação parecida, alegando que deveriam usar atores com deficiência para personagens com deficiência, não, como de costume, atores sem deficiência. É um pleito justo de um segmento da população historicamente segregado, alijado do pleno convívio social e do pleno exercício da cidadania.

Chamar a Atenção
Acabou chamando a atenção para outras questões. Não é positivo para uma campanha causar tanto desconforto e descontentamento de forma pública. A mensagem, no caso, é tentar entender melhor o universo da deficiência antes de “brincar” com ele.

Papel do Mercado
Importante conhecer melhor o contexto. Como disse, são séculos de preconceito e segregação, que só nos últimos anos começam a mudar para um contexto de respeito aos direitos e inclusão. Diria que é melhor consultar alguém antes de colocar o cliente em risco.

Acessibilidade
Muito, mas o buraco ainda é fundo. Tem muita gente com deficiência ainda sem o básico, sem poder sair de casa, sofrendo agressões, excluído. Ainda precisaremos de algumas gerações para, de fato, aceitarmos a diversidade humana, como ela é.

Fonte: Meio e Mensagem

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William Bonner e Fátima Bernardes se separam.

Os jornalistas Wiliam Bonner e Fátima Bernardes anunciaram na noite desta segunda-feira que estão se separando, após 26 anos de casamento. Em uma série de mensagens idênticas publicadas nos perfis de ambos no Twitter, eles afirmam que continuam “amigos, admiradores do trabalho um do outro e pais orgulhosos de três jovens incríveis”.

Rumores de que o casamento de Bonner e Fátima não ia bem circulam desde o começo do ano, mas o âncora do Jornal Nacional e a apresentadora do Encontro nunca comentaram o assunto. Os dois têm três filhos juntos, os trigêmeos Vinícius, Laura e Beatriz, de 18 anos.

O casal de jornalistas dividiu a bancada do Jornal Nacional até dezembro de 2011, quando Fátima saiu do jornalístico para migrar para o entretenimento da Globo. Em junho do ano seguinte, Fátima estreou o Encontro, programa matinal da emissora. Bonner e Fátima trabalharam juntos no JN por treze anos.

Fonte: Veja

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Pepsico confirma que lote de Toddynho está contaminado com bactéria.

Pepsico confirma que lote de Toddynho está contaminado com bactéria Maicon Damasceno/Agencia RBS

PepsiCo, fabricante do achocolatado Toddynho, confirmou que 8.810 unidades do produto, distribuídos em redes comerciais de Porto Alegre, no Rio Grande do Sul, estavam contaminadas com a bactéria Bacillus Cereus que provoca intoxicação alimentar. No enquando, frisa que as demais unidades, distribuídas pelo Brasil, encontram-se em perfeitas condições para o consumo.

Segundo a fabricante, as unidades fabricadas em Garulhos, São Paulo, no dia 2 de junho e com validade até 29 de novembro do lote GRU L 15 5, intervalo de 23:04 a 23:46, que abasteceram apenas a cidade de Porto Alegre, não devem ser consumidas. Duas mil unidades do produto contaminado já foram localizadas e recolhidas, de acordo com aPepsiCo.

Os clientes que adquiriram produtos do lote contaminado foram orientados a entrar em contato com o Serviço de Atendimento ao Consumidor da Pepsi para a substituição da bebida, sem custo. O contato também pode ser feito pelo telefone 0800 703 2222 ou pelo e-mail sactoddynho@pepsico.com.

Em comunicado distribuído à imprensa na segunda-feira, dia 11, a fabricante reconhecia alteração nos padrões de controle de qualidade e erro na distribuição do lote, que estava bloqueado no centro de distribuição. Também admitia ter havido falha no descarte do produto, que estava fora de especificação bacteriológica.

A suspeita de intoxicação começou há cerca de duas semanas, quando a Vigilância em Alimentos de Porto Alegre atendeu à reclamação de uma consumidora. Com um laudo médico e duas caixas fechadas do produto em mãos, ela afirmou ter sofrido lesões na boca devido ao consumo do achocolatado. As amostras foram encaminhadas para análise do Laboratório Central do Estado (Lacen).

Fonte:HORA DE SANTA CATARINA e RBS

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Morte de criança de 2 anos após beber achocolatado Itambé é investigada em Cuiabá

Resultado de imagem para Itaimbezinho achocolatado

 

A Polícia Civil está investigando a morte de uma criança de dois anos de idade, que deu entrada na Policlínica do Coxipó com parada cardiorrespiratória, supostamente causada após ingerir uma bebida achocolatada, nesta quinta-feira (25). A mãe do menino registrou um boletim de ocorrência na Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) e o caso está sendo investigado pela Delegacia Especializada de Defesa da Criança e do Adolescente (Deddica).

Segundo relato da mãe da criança, de 28 anos, o filho tomou o achocolatado, da marca Itambé, por volta das 9h, na casa da família, no Bairro Parque Cuiabá, na capital, passando mal minutos depois. Ao G1, a empresa Itambé afirmou que foi notificada nesta sexta-feira (26) e que manteve contato com a Vigilância Sanitária e que se colocou à disposição para ajudar na investigação dos fatos.

De acordo com o relato da mãe à polícia, a criança já estava com resfriado há dois dias, mas não apresentava sintoma algum, além de coriza. Porém, após ingerir a bebida, o filho teria ficado com “falta de ar, corpo mole e princípio de desmaio”, morrendo uma hora depois, na policlínica.

Conforme a mãe, na Policlínica do Coxipó, os médicos chegaram a tentar reanimar a criança por cerca de uma hora. A mãe afirmou, ainda, que, tanto ela quanto um tio da criança, beberam um pouco do achocolatado e também passaram mal. Ela relatou ter sentido náuseas e tontura. O tio foi encaminhado para o Pronto-Socorro de Cuiabá.

Após a ocorrência, a polícia apreendeu cinco caixas do achocolatado na residência da família, sendo três fechadas e duas abertas. Uma das caixas já estava vazia, segundo a polícia, por ter sido a bebida ingerida pela vítima. Segundo a mãe, o achocolatado foi dado a ela por um vizinho, que ainda não foi localizado pela polícia para dar mais informações.

Segundo a polícia, o material apreendido foi encaminhado para o Laboratório Forense da Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) e deve passar por análise. As amostras colhidas do estômago da criança durante o exame de necropsia também serão avaliadas pelos peritos.

Lote interditado
Segundo a polícia, a Coordenadoria Estadual de Vigilância Sanitária já solicitou aos Escritórios Regionais de Saúde a interdição cautelar de todos os achocolatados da marca Itambezinho que tenham sido fabricados em 25 de maio deste ano, com validade em 21 de novembro de 2016, referentes ao lote MA 21:18.

“Tal denúncia se faz necessária do risco sanitário implicado e em decorrência da denúncia recebida do Serviço de Verificação de óbito, que levou a óbito uma criança após a ingestão do produto”, diz trecho do documento encaminhado pela Vigilância.

Conforme a Vigilância Sanitária, os estabelecimentos que possuem o produto para venda devem retirá-lo de circulação até uqe a investigação seja finalizada e a perícia obtenha resultados conclusivos sobre a qualidade e a segurança do produto.

Outro lado
Em nota, a Itambé disse ter sido notificada hoje dos fatos ocorridos em Cuiabá e afirmou ter entrado em contato com a Vigilância Sanitária regional e que está auxiliando na apuração dos fatos.

“O referido produto está no mercado há mais de uma década e nunca apresentou qualquer problema correlato. Até o presente momento, não tivemos nenhuma outra reclamação do mesmo lote”, afirmou a empresa.

A Itambém afirmou, ainda, que realiza regularmente provas internas e em laboratórios externos de seus produtos e que tem compromisso com a qualidade. A empresa alegou que “já disponibilizou as contraprovas para os órgãos oficiais e continuará trabalhando em conjunto para outros esclarecimentos que se fizerem necessários”.

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Fonte: G1

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COMENTÁRIO

O produto é licenciado pela Disney – que é seletiva na escolha dos seus parceiros comerciais. Lamento a morte da criança e espero que o causador não tenha sido o achocolatado da Itambé (empresa de tradição de qualidade por décadas).

JJ

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Revistas se posicionam como marcas e unem plataformas. Projetos e eventos transferem do digital conteúdos aprofundados para o impresso.

As revistas não se posicionam mais como um produto ou meio isolado de comunicação, mas como marcas que saem do papel e proporcionam experiências aos seus leitores. Diretores comentam que suas estratégias para permanecer no mercado com um produto impresso são otimistas, com assuntos aprofundados e analíticos que complementam as discussões iniciadas na internet.

Dados de 2015 do IVC (Instituto Verificador de Comunicação) mostram que os títulos com maior circulação no Brasil em Interesse Geral/Atualidades são Veja, Época e IstoÉ. No setor Celebridades, Caras, Contigo e Glamour lideram o ranking. Em Ciência/Cultura se encontram Superinteressante, Mundo Estranho e Galileu. Em Negócios, estão no topo Exame, Revista Brasileira de Administração e Você S.A. Entre as revistas femininas e de comportamento, Claudia, Marie Claire e Nova lideram.

A Condé Nast, que no Brasil é uma joint venture com a Editora Globo, tem os títulos Vogue, Casa Vogue, GQ e Glamour, globalmente conhecidos e com tradição de impresso. O novo momento vivido pelo mercado de comunicação foi traduzido pela editora como uma forma de tirar boas histórias do impresso e traduzi-las em ações para o contexto dos clientes.

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Giuliana Sesso, diretora de marketing da Globo Condé Nast, explica que a força das marcas nas redes sociais, principalmente quando se trata da base de seguidores dos títulos, e a customização dos eventos junto aos anunciantes têm a curadoria de marcas que já estão estabelecidas no mercado por conta da produção dos conteúdos editorais.

“Tiramos as informações do papel e proporcionamos experiências aos consumidores. Temos um calendário gigante e eventos com clientes de várias marcas. As mídias se complementam e não se anulam. Os eventos trazem um conteúdo que é promovido pela nossa área de projetos especiais, hoje maior do que a área comercial”, explica Giuliana.

O mercado de luxo sofre menos impacto no impresso, analisa Giuliana, por englobar moda e beleza com consumidores mais fiéis. “A Vogue, por exemplo, é muito empoderada e traz assuntos bem importantes. Esse público aguarda o material chegar em casa. No caso de Glamour, a leitora é mais conectada, jovem, com tempo e dinheiro só para ela. É uma revista com formato pequeno, como um guia de bolsa. Esses fatores estimulam o consumo físico das revistas”.

As assinaturas digitais estão começando na Condé Nast e no centro da novidade da editora para o mês de setembro. O serviço foi renovado com a criação de um aplicativo para cada título, disponibilizando não só as versões impressas, mas informações atualizadas diariamente pela equipe da revista.

Há 30 anos a Editora Trip trabalha dedicada ao mercado de revistas impressas, explica Paulo Lima, fundador da editora. Ele afirma, entretanto, que é evidente que hoje a revista divide atenção, relevância e verbas com todas as novas ferramentas de comunicação que surgiram no meio digital. É por isso que ele trabalha com duas marcas próprias, a Trip e a TPM, e a publicação de revistas para marcas, como por exemplo a publicação de bordo da Gol.

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Sobre o sistema paywall, quando as plataformas digitais cobram o acesso ao conteúdo dos sites, Lima não acredita ser este o perfil da editora. “A tendência é que as pessoas acessem cada vez menos os sites para ver notícias, então focamos muito nas redes sociais sem cobrar. Queremos fazer com que a comunidade cresça diante dos nossos canais. A nossa principal ferramenta digital hoje é o Facebook, temos um movimento forte ali, mas apostamos muito no YouTube e no Instagram também”.

Em relação à circulação de Trip e TPM, Lima aponta queda, mas estar em um nicho reduz o impacto. “Temos uma parceria com a Editora Três, que vende pacotes na plataforma com os nossos títulos. Isso ajuda a ter um número grande de assinantes, por isso temos uma menor circulação em banca”, explica.

“Não vejo a revista desaparecer, pelo contrário, eu acho que ela se fortalece por ter aquela sensação tátil. Mas é evidente que não se pode pensar em revista como pensávamos nos anos 1980, como sendo a locomotiva de uma estratégia de comunicação. Ela é parte de um trem que ganhou uma dezena de vagões. Então a Trip tem trabalhado, cada vez mais, de multiplataforma”, analisa Lima. “Acabamos de fazer grandes trabalhos para Seara e Nestlé, além de Itaú, Gol e Audi. Acho que o importante é que se veja a revista como uma parte relevante de um discurso de uma marca editorial”.

Novos olhares

A mudança na produção do conteúdo é uma aposta da Pais&Filhos, revista especializada no assunto família. Na redação, explica Fábio Reis, VP de conteúdo e inovação, não existe mais divisões entre os colaboradores. “Temos os responsáveis por cada conteúdo, mas todos trabalham para todas as plataformas. Claro que o direcionamento editorial para o Facebook é diferente da revista impressa, mas queremos integrar os assuntos, receber o feedback dos leitores e construir uma revista mensal muito mais analítica e aprofundada”.

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A publicação completa 50 anos em 2018 e o objetivo tem sido se tornar uma referência de plataforma. As mudanças no mercado, analisa Reis, estão relacionadas ao comportamento dos consumidores, que não estão necessariamente divididos entre públicos específicos. “As redes sociais tornam os assuntos acessíveis para diferentes públicos e o nosso alcance é gigantesco, chegando a 10 milhões de pessoas semanalmente”.
A novidade do título para o próximo mês é a criação de uma área interna de branded content com produtos e conteúdos para as marcas. “Somos os melhores para fazer estratégias de conteúdo para a família. Grandes marcas que têm a mãe e a família como alvo podem usar nossas plataformas para ter amplitude e conteúdo de qualidade”, revela Reis.

Inovação

A revista Veja, em parceira com o Itaú, vai distribuir óculos de realidade virtual para os assinantes da revista. A publicação circula no próximo dia 24 e levará a novidade para 10 mil assinantes selecionados pelo Itaú (como clientes e influenciadores), que contarão com mais esse recurso para ver as matérias editoriais com conteúdos virtuais, em 360º, preparados para a edição. Além disso, haverá, na revista, um filme do Itaú produzido para esta ação.

Os conteúdos serão acessados por meio da tecnologia mobile view, com o aplicativo Blippar, apontando a câmera do celular para as páginas da revista, e será possível assisti-los com ou sem os óculos. Assim, todos os leitores de Veja poderão aproveitar o conteúdo especial. “Realidade virtual é a última palavra em tecnologia de entretenimento e informação, e Veja e Itaú trazem esse recurso de forma pioneira no Brasil em uma revista impressa. Viabilizar essa grande inovação para o meio revista enriquece a experiência do leitor, pois traz conteúdos que se complementam no impresso e no digital”, afirma Andrea Abelleira, diretora de marketing da Abril.

“Com esse projeto, queremos trazer novas perspectivas de se vivenciar o conteúdo da marca. É nosso DNA apostar verdadeiramente na inovação e na transformação a partir da tecnologia. Nossa parceria histórica com Veja sempre foi pautada por surpreender os leitores de um jeito relevante e inspirador. Chegou a hora de darmos mais um passo juntos nessa direção”, complementa Eduardo Tracanella, superintendente de marketing do Itaú.

Na mesma linha, a Trip deste mês também veio acompanhada do Google Cardborad para divulgar o projeto Além do Mapa. O buscador mapeou as favelas do Rio de Janeiro para quebrar a barreira invisível entre o asfalto e as comunidades. Histórias de alguns desses moradores podem ser conferidas em um link especial em realidade virtual por meio do óculos, proporcionando uma experiência inédita: entrar nas comunidades via Street View.

Fonte: propmark

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Visibilidade das marcas na Rio 2016 superou expectativas.

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Para as principais marcas patrocinadoras dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016, a jornada de marketing começou em 2010 e termina apenas no próximo dia 18. Seis anos depois do início dos trabalhos, passando pelo revezamento da tocha olímpica a partir de maio deste ano e ao fim dos Jogos Olímpicos, o que já se sabe até aqui é que os investimentos valeram a pena e já deram retorno maior do que o esperado. Depois da insegurança inicial, a realização com sucesso dos Jogos Olímpicos deu às marcas o fôlego necessário para recarregar as baterias para a última etapa do projeto, que se inicia com os jogos Paralímpicos, na semana que vem.

Segundo levantamento da Sprinkl, que analisou mais de 41 milhões de menções sobre os jogos nas redes sociais, houve cerca de 550 mil menções às marcas patrocinadoras durante o mês de agosto. O Brasil foi o segundo país em volume de interações, logo após Estados Unidos. A Coca-Cola foi a marca que obteve o maior engajamento dos usuários, com um total de 38,1 mil menções. A Samsung ganhou o segundo lugar, com um total de 35,3 mil, e Visa ficou em terceiro, com 32,7 mil menções.

Outras marcas com interações relevantes foram Bridgestone (31,5 mil), McDonald’s (26,7 mil), Omega (15,4 mil), P&G (13,5 mil), GE (11,1 mil), Dow (7,2 mil), Atos (6,9 mil) e Panasonic (3,2 mil). Entre as hashtags, as mais usadas foram #rio2016, #openingceremony, #olympics, #cerimoniadeabertura, #yoelijoclarofutbol, #olimpiadas, #rio, #roadtorio, #riodejaneiro e #brazil. A análise também levou em consideração que os homens foram mais ativos nas redes, com 62,48% do total de interações contra 32,52% de mulheres.

As Olimpíadas terminaram com grandes números para a Globo. No balanço final da Olímpiada do Rio (de 3 a 21 de agosto), a Globo atingiu 177 milhões de pessoas (que viram pelo menos um minuto de alguma exibição olímpica). Esse número representa, em 15 dias, 99% de alcance da população brasileira. E representa ainda 53,5 milhões de pessoas a mais do que as alcançadas pelos Jogos anteriores, os de Londres/2012. Ou seja, nesta Olimpíada houve um crescimento de 43% no número de pessoas impactadas pelos jogos.

A audiência cresceu 19% na média diária (das 7h às 24h) no PNT (Painel Nacional de Televisão), fechando com 19 pontos, com 41%.

Nesta reta final olímpica, os destaques foram para a cerimônia de encerramento, que teve média de 27 pontos, a audiência mais alta desde Atlanta, em 1996. Nas mídias sociais, a cobertura da Globo chegou 509 vezes aos trending topics do Twitter. As plataformas digitais da Globo tiveram 9 milhões de usuários de VOD e os videoviews totalizaram 28,2 milhões de videoviews.

O SporTV, que disponibilizou 16 canais e 56 sinais de internet, triplicou sua audiência e seus canais SportTV e SporTV2 lideraram a TV por assinatura no horário nobre, enquanto o SporTV3 ficou no Top 10. As transmissões pela internet também conquistaram boa audiência: foram mais de 6,1 milhões de horas consumidas via live streaming, entre o SporTV Play e App SporTV Rio 2016. Houve 1,1 milhão de downloads do APP nas lojas de aplicativos (Apple e Android).

Fonte: propmark

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08/16

Mercado publicitário dos EUA deve crescer 5,8% este ano.

Maior do mundo, o mercado publicitário dos Estados Unidos deve crescer 5,8% neste ano, alcançando valor recorde de US$ 178 bilhões, cerca de R$ 582 bilhões. Estimativa é de um estudo do Warc. Depois de uma queda de 3,5% em 2015, o meio TV deve crescer 6,6%, atingindo US$ 68 bilhões e mantendo a liderança no bolo de investimentos. Internet deve aumentar 13,7% em 2016, encostando na TV e com reais chances de ser a número 1 em 2017.

 

Fonte: propmark

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