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07/15

Faturamento em mídia é praticamente estável, neste ano.

Os investimentos publicitários em mídia alcançaram o montante de R$ 60,1 bilhões no primeiro semestre de 2015. Os dados, extraídos do relatório do Ibope Media, mostram que o mercado de publicidade teve um desempenho praticamente estável, na comparação com o primeiro semestre do ano passado.

O valor registrado pelo Ibope Media neste ano é 0,8% maior do que o movimentado nos primeiros seis meses de 2014, período em que o mercado encontrava-se até mais aquecido por conta dos investimentos da Copa do Mundo. De acordo com a avaliação do Ibope, apesar do atual cenário brasileiro inspirar cautela aos anunciantes, algumas categorias apresentaram crescimento nos investimentos em mídia, como os setores de carnes, higiene pessoal e beleza e produtos farmacêuticos.

A TV aberta continua sendo o meio que mais recebe investimentos publicitários no Brasil. No primeiro semestre deste ano, foram investidos R$ 33,152 bilhões em publicidade na TV, o que confere ao meio um share de 55%. Apesar disso, foi a TV paga o veículo que mais cresceu em termos de investimento publicitário. Nos primeiros seis meses de 2015, os anunciantes investiram um total de R$ 6,175 bilhões em TV por assinatura, valor 25% maior do que o registrado nos primeiros seis meses de 2014.

O Ibope Media considera os valores de tabela cheia divulgados pelos veículos, sem os descontos normalmente negociados por anunciantes e agências, o que resulta em valores absolutos fora da realidade. Entretanto, como usa a mesma metodologia para todos os seus rankings de anunciantes e agências, é uma das referências usadas pelo mercado.

Veja a participação de cada meio no bolo publicitário, segundo o Ibope Media:

Veículo                     Investimento         Share
TV Aberta                  R$ 33,152 bilhões      55%
Jornais                        R$ 7,804 bilhões        13%
TV Paga                      R$ 6,175 bilhões        10%
Internet                      R$ 4,421 bilhões         7%
TV (Merchandising)  R$ 3,049 bilhões         5%
Revista                        R$ 2,406 bilhões         4%
Rádio                           R$ 2,382 bilhões          4%
Cinema                        R$ 358 milhões           1%
Mobiliário Urbano     R$ 314 milhões            1%
Outdoor                      R$ 57 milhões              0%

Anunciantes e agências
Segundo o ranking do Ibope Media, o laboratório Genomma foi o anunciante que mais investiu em publicidade nos primeiros seis meses de 2015, movimentando um total de R$ 2,13 bilhões (34% mais do que o investido no mesmo período do ano anterior). Com isso, o Genomma subiu da terceira para a primeira posição no ranking dos anunciantes do Ibope. Veja a lista:

Genomma –    R$ 2,130 bilhões
Via Varejo –    R$ 2,110 bilhões
Unilever –      R$ 1,939 bilhão
Hypermarcas R$ 1,108 bilhão
Caixa –            R$ 933 milhões
Ambev –        R$ 742 milhões
Petrobras –    R$ 642 milhões
Telefonica –    R$ 552 milhões
Fiat –              R$ 746 milhões
Itaú –             R$ 455 milhões

Veja, agora, as agências que lideram o ranking do Ibope Media (e seus investimentos no período):

Y&R –                      R$ 3,6 bilhões
Ogilvy & Mather – R$ 1,821 bilhão
Africa –                    R$ 1,577 bilhão
MullenLowe Brasil R$ 1,501 bilhão
WMcCann –           R$ 1,452 bilhão
AlmapBBDO –       R$ 1,415 bilhão
J. W.Thompson     R$ 1,237 bilhão
Leo Burnett        – R$ 1,219 bilhão
Havas Worldwide R$ 1,193 bilhão
DM9DDB –            R$ 1,177 bilhão

Fonte: Meio e Mensagem

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07/15

Dentsu Aegis inicia aquisições no Brasil, por Curitiba.

A Dentsu Aegis Network iniciou seu processo de aquisições no Brasil. A rede anunciou, na noite desta segunda-feira, 27, a compra da Redirect Digital Marketing, de Curitiba, fundada por Rodrigo Turra, que continua na liderança da empresa. “Estamos muito animados para incorporar o DNA da iProspect em nossa própria cultura baseada em resultados”, diz Turra. A Redirect foi criada em 2007 e é especializada em criação, planejamento e conteúdo digital. A agência continuará com sua carteira de cliente, mas as novas contas passarão ao portfólio da iProspect, agência de marketing de performance da Dentsu Aegis Network.

Atualmente com dez empresas, incluindo as operações de publicidade NBS, Dentsu e McGarryBowen, além das digitais Isobar e Lov, a rede liderada no Brasil por Abel Reis quer comprar mais uma empresa em 2015 e outras quatro ao longo de 2016.
Os alvos da Dentsu Aegis vão desde negócios de publicidade de porte menor até agências especializadas nas áreas de relações públicas, dados, analytics e conteúdo.

“O Brasil é um mercado importante para iProspect e local de nascimento de alguns dos mais fortes exemplos da indústria de inovação e excelência digital. A aquisição da Redirect fortalece ainda mais a nossa oferta global no Brasil, uma vez que aumenta as capacidades da iProspect Brasil em planejamento, conteúdo criativo e SEO e cresce a nossa presença na região “, disse Ben Wood, presidente global da iProspect.

Em entrevista ao Meio & Mensagem para o especial “Contexto Econômico”, da edição 1669, Abel Reis, CEO da Dentsu Aegis Network, destacou que, apesar do momento econômico do Brasil, o País continua no radar do grupo. “O Brasil sempre foi estratégico para o grupo, seja na época do crescimento econômico, seja neste momento, existe a compreensão de que o País é um investimento em curto, médio e longo prazo”, diz Reis.

Fonte: Meio e Mensagem

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07/15

The Economist à venda.

Depois de vender o grupo FT, dono do jornal Financial Times , o grupo britânico Pearson inicia negociações para venda da sua participação de 50% no The Economist Group, dono da revista homônima.

Um porta-voz do Pearson informou à AFP que a companhia “confirma que está em negociações com o Conselho de Administração do The Economist Group em relação à venda de nossa participação de 50% no grupo. Não é certo que este processo conduza a uma transação“.

O Grupo Pearson quer concentrar suas atividades na área de educação, informa o CCSP.

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07/15

Grande foto! Fotojornalismo histórico.

 

Grande foto, de Nani Góes, feita no Oeste do Paraná, quando da construção de Itaipu. As pessoas saiam da região do futuro lago da hidrelétrica com casa e tudo.

 

JJ

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07/15

Por que precisamos de marcas ágeis?

Em 2014, o Brasil abriu mais de 1,8 milhão de empresas de acordo com o Indicador Serasa Experian de Nascimento de Empresas – um crescimento de 1,4% em relação a 2013. Apesar do fraco desempenho econômico que o país enfrenta, a chegada de novos empreendimentos será inevitável. Mas o que as novas marcas e as já existentes estão fazendo para encarar um mercado cada vez mais competitivo?

Para sobreviver, algumas marcas estão se tornando ágeis. O conceito “Marca Ágil” fala sobre como se adaptar à evolução do mercado e permanecer fiel aos propósitos. A Johnnie Walker faz isso há anos e, por isso, é uma das centenárias mais famosas. Ela se tornou ágil porque reconheceu que o futuro da empresa estava totalmente ligado a isso.

Mas quais são os conceitos que envolvem uma “Marca Ágil”? Um deles é ser global. Seguindo aJohnnie Walker como exemplo, a marca mantém um posicionamento global, mas consegue se tornar relevante localmente. A campanha publicitária Keep Walking foi adaptada para 120 mercados globais com sucesso. No Brasil, fez o morro do Pão de Açúcar levantar e caminhar.

Adaptação. Marcas ágeis estão dispostas a mudar e a fazer isso rapidamente. Elas entendem que o sucesso exige ser ágil ao risco e à oportunidade. Veja três categorias de viagens: aluguel de carros, táxi e hotéis. Em poucos anos foram afetadas por novos modelos de negócios, como os serviços oferecidos pela Zipcar, Uber e Airbnb. Ao enfrentar tamanha concorrência, qual o sentido de permanecer rígido?

O problema é que algumas marcas ainda se comportam como se estivessem no século 20, quando eram construídas para suportar os caprichos das transformações. Na época, a variação era considerada uma fraqueza, havia certa relutância às mudanças. No entanto, nos moldes atuais, a agilidade é o que determina a sobrevivência. Hoje, elas necessitam ser flexíveis às transformações, caso contrário, mesmo que você ainda não saiba, sua marca já pode estar morta. Henry Ford disse que o carro pode ser de qualquer cor, desde que seja preto. Talvez na década de 1940, quando a participação do consumidor junto à marca era praticamente nula.

Outro conceito é ser focada em princípios. A marca de desodorante Old Spice traz um excelente aprendizado. Até pouco tempo atrás um navio à deriva, voltou com força ao mercado com o gancho “masculinidade”, mas de um jeito contemporâneo. Ela procurou novas maneiras de entregar valor e garantir relevância, mas sem perder a própria essência. Os comerciais bem humorados viraram hits na internet e hoje é o desodorante mais vendido nos Estados Unidos. No Brasil, chegou ano passado com a mesma campanha irreverente, estrelando o ator Malvino Salvador acendendo uma vela com um lança-chamas.

Uma marca ágil tem de ser conectada com todos os stakeholders. Elas podem começar do zero, mas necessitam da colaboração de funcionários, parceiros e da sociedade para crescerem. A Salesforce.com é uma empresa de software que construiu uma relação com seus stakeholders por meio de reuniões, conferências, comunidades, dentre outras ações.

Postura de líder é o bê-á-bá das marcas, assim, podem definir o próprio futuro, mudando e desafiando a si mesmas, antes que alguém o faça. A britânica Virgin Media ilustra muito bem isso. Para continuar divertida e irreverente, incluiu animais em sua campanha publicitária com “Ed, o Urso do Sofá”, que faz uma caricatura sobre os diferentes jeitos de as pessoas assistirem TV. A empresa entendeu que esse era o caminho para cativar os clientes e assumiu os riscos, sem se deixar ser moldada por outros.

E nem é preciso olhar para o futuro para falar sobre explorar as mais diversas plataformas. Uma marca multicanal tem mais chance de sobreviver à concorrência. Embora a experiência do varejo físico e online seja completamente diferente, a Tiffany & Co., por exemplo, construiu um bem-sucedido e-commerce e virou referência mundial.

Fernando Leira, General Manager da Landor São Paulo

Fonte: Adnews

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07/15

Setor automobilístico está otimista para o segundo semestre.

Com a virada do semestre, a previsão do setor de automóveis no Brasil melhorou, ainda que timidamente. Dados da Anfavea (Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores) apontam 1,27 milhão de veículos produzidos na primeira metade do ano, ante 1,56 milhão de unidades produzidas no mesmo período do ano passado, uma queda de 18,5%. Depois do momento de retração, no entanto, a entidade prevê, ainda para este ano, um “leve crescimento”, que deverá engrenar no segundo trimestre de 2016.

Para Luiz Moan Yabiku Junior, presidente da Anfavea, essa melhora se deve à recente regulamentação do PPE (Programa de Proteção ao Emprego), criado pelo Ministério do Trabalho e  Emprego com o objetivo de frear as demissões no país. “Isso pode representar um ponto de confiança do consumidor brasileiro. Hoje o que derruba a confiança é o medo de perder o emprego”, acredita. “Com isso, devemos ter uma melhora nas vendas, já que o primeiro semestre foi muito ruim devido ao aumento de custos tributários, alíquotas e insumos de produção como energia elétrica, que aumentaram muito o valor da fabricação”, lembra.

Algumas montadoras, como é o caso da Chevrolet, concordam que o ano tem sido desafiador até aqui, mas também mostram otimismo em relação ao setor. “2015 está sendo bastante desafiador para o mercado automotivo. A Chevrolet, em particular, vem conseguindo manter a liderança no segmento de varejo, que não soma as vendas feitas a frotistas ou a empresas, demonstrando a enorme aceitação da sua nova linha de veículos”, diz Marcos Munhoz, vice-presidente da GM do Brasil

O executivo lembra que momentos de retração são aqueles que exigem esforço maior de vendas e criatividade. “Por isso lançamos tantas campanhas ousadas recentemente, como a que está oferecendo, de uma só vez, preço de empregado, preço de nota fiscal de fábrica e a troca com troco, além daquela em que a empresa bancava até quatro parcelas do financiamento caso o consumidor perdesse o emprego”, diz. “Boa parte do nosso sucesso também se deve ao bom desempenho comercial da nova linha de produtos. O Onix e o Prisma logo se transformaram nos modelos mais vendidos da marca”, pontua.

A empresa prepara, ainda para este ano, lançamento de tecnologias inéditas no Brasil, que na visão da multinacional permanece como um dos maiores mercados automotivos do mundo. De acordo com Munhoz, e também com a Anfavea, o ajuste fiscal prometido pelo governo para o segundo semestre deverá ajudar a recuperar a confiança do consumidor. “Acreditamos que o ajuste fiscal permitirá ao país recuperar a credibilidade, e o consumidor irá voltar a se sentir mais seguro para adquirir bens duráveis como o automóvel, retomando o ritmo econômico”, declara Munhoz.

 Com as linhas KA, Fiesta, EcoSport, Focus e Fusion, a Ford teve crescimento em participação na indústria automotiva no Brasil, representando 10,7% de market share no período, um crescimento de 1,3% em relação ao ano passado. No próximo mês, a montadora coloca no mercado o Novo Focus Hatch e o Focus Fastback.

“Tivemos um crescimento significativo, mesmo diante dos desafios atuais do mercado. Estamos em plena realização da campanha dos nossos dois grandes lançamentos de 2015. Nossas ações reforçam o fato de que nós acreditamos no crescimento do Brasil no médio e longo prazo”, ressalta Oswaldo Ramos, gerente -geral de marketing da Ford.

Para os dois lançamentos, o executivo diz que a empresa investe em uma ação de respeito ao consumidor, criada objetivando a fidelização. “Para os proprietários dos modelos 2014/2015, criamos uma condição de venda exclusiva, oferecendo um desconto na compra do novo modelo. A oferta será válida por três meses, dentro de um sistema de pré-venda. O desconto não está condicionado à venda do veículo usado e quem adquiriu o veículo financiado também tem a opção de carregar o financiamento para o modelo novo”, explica o executivo, revelando que a empresa aumentou também o investimento em mídia digital para se aproximar do consumidor “que, cada vez mais, tem pesquisado a compra do seu novo carro na internet”.

Na mesma linha otimista, e visando conquistar a confiança do consumidor, a Volkswagen acaba de colocar no ar a campanha “volkswagen#vale”, que além de filme para TV reúne peças para impresso, digital, rádio e mídia exterior. O objetivo é reforçar a tecnologia e a durabilidade dos veículos da marca e, assim, conquistar clientes que ainda se sentem inseguros.

PESQUISA

Com a ascensão do digital entre os mais diferentes tipos de anunciantes, inclusive do setor automotivo, surgem formas de potencializar o uso do meio para levar o consumidor até o ponto de venda, onde, neste caso específico, irá concretizar a compra. Uma pesquisa realizada pela

Rocket Fuel revela que o melhor call to action para este mercado é o apelo “Construa você mesmo”. Segundo o estudo, publicidade que destaca que os consumidores têm a chance de personalizar o veículo são 106% mais eficazes do que a média. Já a utilização de termos como “Compre agora” aumentam a eficácia da campanha em 40%, enquanto que “Encontre o seu” aumentam em 12% e “Detalhes do veículo”, em 4%.

“A mídia digital vai de encontro a esse momento que o Brasil está passando, é um formato de mídia que tem uma aferição melhor do que está sendo investido. Com a mídia programática você consegue fazer testes, mudar as campanhas se necessário, e ter melhores resultados”, orienta Edvaldo Acir, diretor-geral da Rocket Fuel para o Brasil e América Latina. “Já existem tecnologias que podem ajudar bastante as empresas a criar um call to action realmente eficiente, que leve o consumidor até uma concessionária”, adianta o executivo.

Segundo Acir, o Mobile Local Lift, novo serviço da Rocket Fuel que funciona com geolocalização, é uma dessas tecnologias  diferenciais que em breve estará disponível no mercado brasileiro. “Com o Local Lift você pode, por exemplo, criar uma campanha em que o usuário que passou perto da concessionária, e foi impactado, receberá uma oferta ou um convite para test drive no celular”, comenta.

Em 2014, os anúncios com tecnologia de geolocalização da Rocket Fuel ganharam o mercado nos Estados Unidos e tiveram aumento de 41,34%, o que representou mais de 593 milhões de publicidade móvel no país.

Fonte: propmark

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07/15

Grupo ABC une duas agências.

Grupo ABC anuncia a associação das agências Pereira & O’Dell Brasil e DM9Sul. Elas se tornam uma única agência sob marca da Pereira & O’Dell São Francisco comsede em São Paulo e hub de produção de conteúdo e tecnologia em Porto Alegre.

Comandando a operação da fusão está o copresidente da DM9DDB e fundador da DM9SulAlcir Gomes Leite. Ele nomeou Márcio Callage, fundador e presidente da DM9Sul, como diretor geral da nova operação.

Ana Paula CortatChief Strategy Officer; Sophie SchonburgVP e Executive Creative Director, ambas da Pereira & O’Dell; e Claudia Schneider, diretora de atendimento da DM9Sul, completam a alta diretoria. Michel Lent Schwartzman, que era diretor geral da POD Brasil, deixa o Grupo.

Segundo o ABC, a “fusão é uma decorrência natural da expertise criativa e da complementariedade da carteira entre as duas empresas.” A Pereira & O’Dell passa a atender contas como B2W, Fiat, Vulcabrás (Olympikus, Azaleia e Dijean), Sênior, Natura, UFC, Jeep, Marisol, Maggi, Netshoes e Imovelweb, entre outras.

A união das duas agências faz sentido pela sinergia que podemos gerar criando uma agência mais robusta. De outro lado, o Grupo ABC continua investindo fortemente no Sul, mercado essencial em nossa estratégia, com a Escala e a Morya”, afirma Guga Valente, CEO do Grupo ABC.

Com essa fusão criamos uma power house para a POD ser no Brasil o que ela é em São Francisco”, defende Nizan Guanaes, sócio-fundador do ABC.

Nosso desafio só cresceu, mas temos as pessoas certas, tanto em São Paulo quanto em Porto Alegre, para dar conta do recado e ir além”, afirma Callage. “Queremos criar uma ponte de conexão entre Porto Alegre, que está se consolidando com um centro de novas tecnologias, São Francisco e São Paulo”, afirma.

Eu conheço o trabalho da DM9Sul desde a fundação e sempre me identifiquei com o jeito outsider de pensar deles. Sempre achei uma agência parecida com a POD. Agora, depois desse tempo todo, essa afinidade virou casamento. Estou muito feliz”, afirma PJ Pereira, fundador e CCO global da Pereira & O’Dell.

 

Fonte: CCSP

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07/15

Estudo da TVxtender sobre o perfil da audiência de vídeos publicitários na internet identificou que a maioria possui entre 28 e 47 anos .

Um levantamento realizado pela TVxtender, veículo de distribuição de mídia digital para campanhas de vídeo pertencente à ROIx, analisou o perfil dos espectadores de vídeos na web e identificou que dos 94 milhões de brasileiros que utilizam a rede, a maioria possui entre 28 e 47 anos, destes, 21% são considerados “mouse potatos”, perfil que passa grande parte do seu dia no ambiente online, consome notícias e redes sociais, gosta de interagir e está sempre em busca de novas descobertas. Já outros 30% dos usuários não possuem hábito de ficar muito tempo navegando, mas assistem a campanhas de vídeo.

Em relação ao sexo, o levantamento mostra empate de visualização entre homens e mulheres. Entre as regiões com pessoas que mais visualizam as campanhas está a Sudeste, com 58% dos usuários, seguido do Nordeste, com 12%. A pesquisa ainda mostra a classe C como a maior faixa de audiência dos filmes publicitários, com 38,7%. Em seguida vem a classe B, com 35%. Considerando a base pesquisada, 59,3% do público apresenta grande afinidade com o mobile e outros 22% são pouco ligados à tecnologia.

“Com o crescimento da internet, a forma de consumir mídia está mudando. Acreditamos que cada meio tem seu ponto alto e promovemos a interação entre todos, mas a internet está ganhando cada vez mais espaço, principalmente porque seu poder de penetração é móvel e muito competitivo com a TV”, explica Sérgio Kligin, diretor Comercial do TVxtender.

Fonte: Meio e Mensagem

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07/15
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07/15

Insatisfação dos Millennials desafiam varejistas.

Um estudo sobre os Millennials, público desafiador para varejistas, já que estão sempre insatisfeitos e causam grande impacto nas relações de consumo, será apresentado por Viviane Rodriguez, sócia-diretora da B2,  durante o painel “Millennials: e agora, o que seu varejo vai fazer diante de consumidores imprevisíveis?”, que acontece hoje, no primeiro dia do BR Week. A B2 é especializada no comportamento jovem.

Segundo Viviane, os jovens têm flexibilidade em relação às suas decisões e comportamento. “Os jovens falam que vão fazer, têm uma opinião e o que eles dizem pode não se concretizar nas atitudes reais porque eles mudam. Os jovens desta geração não têm comprometimento com o planejamento que têm”, conta.

O motivo da flexibilidade é muito em função do próprio contexto em que eles vivem, com acesso a informações e em uma velocidade grande de mudanças. “Eles mudam muito rápido. Sabem de tudo o tempo todo e incorporam esse comportamento. Para eles, mudar não é um problema. No momento que veem uma opção melhor, eles trocam”, avalia. “O reflexo disso é: como fica o nosso planejamento?”, questiona.

Segundo ela, não dá para basear as estratégias em pesquisa de intenção de compra porque quando a ação planejada estiver sendo executada o jovem pode já ter mudado. “Por mais que o jovem fale que vai comprar não significa que ele compre de fato”, comenta.

Mesmo com a instabilidade, é importante levar em consideração alguns pontos: estar sempre muito próximo do público jovem para entender de forma mais rápida essas mudanças constantes e se adaptar às ações no timming certo. “É importante ter um objetivo macro de mais longo prazo, mas é preciso frequentemente estar mudando as ações e a presença da marca para que o tempo todo o jovem esteja em contato com a mensagem que queira passar”, explica. Além disso, outra característica dos Millennials é que, por ter fácil acesso a informação, os jovens têm uma postura menos proativa para algumas atitudes, então, eles compram por conveniência, o que for mais fácil, rápido e estiver por perto.

A B2 é uma empresa que entende do universo jovem brasileiro e de como fazer com que as marcas se conectem verdadeiramente com esse público. Em 12 anos de mercado, a B2 criou uma forte relação com o jovem universitário, entendendo-o como potencial consumidor.

A empresa foi parceira do programa de MBA da Harvard Business School chamado Field (Field Immersion Experiences for Leadership Development). A B2 recebeu no Brasil um time de estudantes de Harvard para estudar profundamente o mercado jovem. O desafio dado aos estudantes do MBA era como conseguir estabelecer uma relação de compra com o jovem que muda o tempo todo.

Entre os principais insights descobertos está a conveniência. “O jovem coloca esta questão como fator determinante. Ele não quer se locomover grandes distâncias. O varejo tem que se preparar para esta conveniência. Importante avaliar o que mais a marca pode oferecer no PDV além do produto em si. É isso que vai fazer a diferença”, conta.

A outra questão, segundo Viviane, é que a decisão de compra é uma questão de timming. Segundo o estudo, os jovens compram rápido, e de forma impulsiva, valores baixos. Para valores mais altos, eles têm comportamento diferente, até porque não têm a mesma condição financeira de um adulto. Nos itens de casa, por exemplo, o Millennial não faz planejamento, mas compra quando o produto de uso pessoal acaba.

Os programas de fidelidade são outro ponto polêmico. “Os jovens acham legal, mas não aderem, o que gera frustração para muitas marcas, redes e lojas. Os motivos que dão para isso é que não gostam de carregar o cartão de fidelidade e não gostam de dar o número de telefone como forma de vínculo”, revela.

Preço é outro fator que influencia a decisão de compra do jovem. O representante desta geração pesquisa para ter certeza de que está escolhendo a melhor opção na relação custo-benefício. Com relação à forma de pagamento, a maioria não tem cartão de crédito, usa dinheiro ou cartão de débito. “Para o público de 18 a 25 anos, o impacto não é tão grande nas compras online. Eles começam a ter este comportamento a partir dos 25 anos”, diz.

Quando passam dos 25 anos, o comportamento tende a mudar, já que a situação financeira fica mais consolidada e aumenta o apego ao planejamento. “O jovem adulto passa a ter mais compromissos, contas fixas e, por isso, começa a fazer um planejamento maior. É aí que a gente consegue basear mais o planejamento de marketing na faixa dos 25 a 30 anos”, comenta. “Porém, se a marca não começar a falar com o jovem desde cedo, depois não consegue estabelecer essa ponte. Tem de começar a investir no jovem para estar presente nas suas escolhas futuramente”, conclui Viviane.

Fonte: propmark

Em tempo: 

Millennials (também conhecido como o Millennial Generation ou Geração Y) são o grupo demográfico seguinte da Generation X. Não há datas precisas quando a geração começa e termina. Pesquisadores e comentaristas usar anos de nascimento que vão desde o início de 1980 até o início dos anos 2000.

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