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Globosat e Caracol anunciam canal hispânico nos Estados Unidos.

  

A Globosat e a emissora de TV aberta colombiana Caracol anunciaram um acordo para o lançamento de um canal de televisão por assinatura de língua hispânica nos Estados Unidos, em 2015.  O Grupo Valorem e a operadora de TV paga do Grupo Globo revelam, com o negócio, o interesse de conquistar o mercado latino norte-americano, formado por cerca de 55 milhões de pessoas. O acordo foi formalizado entre Gonzalo Córdoba Mallarino, presidente da Caracol Televisión, e Alberto Pecegueiro, diretor-geral da Globosat.

Além de marcas como SporTV, Multishow, GNT e Viva, a Globosat já possui canais no Brasil em associação com grandes grupos internacionais, como Universal, Playboy TV e SyFy. A Caracol produz 5,2 mil horas de audiovisual por ano e tem mais de 10 mil horas de acervo de programação original, com abrangência em 80 países, com escritórios em Miami, Madri e Bogotá.

Vários grupos hispânicos já tem atuação sólida no mercado americano. Na TV paga, já são estabelecidos alguns canais como o Telemundo, parte da NBCUniversal, e a Univisión, considerado o maior dos Estados Unidos, controlado por equity group liderado pelo empresário Haim Saban.

Fonte: Meio e Mensagem

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COMENTÁRIO

O mercado hispânico, com cerca de 55 milhões de pessoas, é gigante, nos Estados Unidos, tanto que em alguns Estados o espanhol já é considerando um segundo idioma em além disso, existe um amplo mercado de mídia, em TV, jornais, revistas, rádio e digital em língua espanhola. Tanto que há agências de publicidade que só trabalham para o mercado hispânico  - assim como lá existem agências especializadas nos mercados feminino e negro.

JJ

PS.: Interessante a semelhança entre as duas logomarcas.

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06/14
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Snowden adoraria morar no Brasil…

Ele desafiou a maior potência do mundo. Ele revelou milhares de documentos ultrassecretos. Ele mostrou como funciona a espionagem da NSA, a Agência de Segurança Nacional dos Estados Unidos. Edward Snowden, o homem mais procurado do planeta, falou ao Fantástico. A repórter Sônia Bridi foi a Moscou para uma entrevista exclusiva para o Brasil.

Depois de quase um ano de negociações, frente a frente com o homem mais procurado do mundo. Moscou, capital da Rússia, onde Edward Snowden está asilado há dez meses. O lugar exato onde ele vive? Nem os amigos mais próximos sabem.

Para entrevistar o homem mais procurado do mundo, a repórter Sônia Bridi chegou a Moscou apenas com o nome do hotel onde deveria se hospedar. Ela não foi até Edward Snowden. Foi ele que chegou até ela no hotel.

A entrevista, a pedido dele, foi feita no próprio quarto onde ela estava hospedada.

Fantástico: Como é a sua vida na Rússia?
Snowden: Olha, não é tão ruim quanto parece. A Rússia não é um país perfeito, e discordo fortemente de muitas coisas, principalmente como eles monitoram a internet e censuram a imprensa. Mas, no dia a dia, sabe, é melhor do que a prisão.

Prisão é o que ele tenta evitar há um ano, vivendo uma história de filme de espionagem. Em junho de 2013, Snowden se encontrou com o jornalista Glenn Greenwald e a documentarista Laura Poitras, em Hong Kong, e entregou a eles milhares de documentos, com os maiores segredos da espionagem americana.

Revelou que a Agência de Segurança Nacional, a NSA, até então pouco conhecida do grande público, monitora as comunicações por internet e telefone no mundo inteiro, inclusive dos próprios cidadãos americanos. É a chamada metadata, que registra quem fala com quem, por quanto tempo, onde estava quando falou e quanto tempo durou a conversa.

“É como se os Estados Unidos tivessem contratado detetives particulares para seguir todos nós”, ele destaca.

Países inteiros, como o México e as Bahamas, têm também o conteúdo das comunicações armazenado pela NSA. Como em uma máquina do tempo de espionagem, a agência pode voltar ao passado e recuperar tudo o que foi dito ou escrito. Em um ano, nenhuma semana se passou sem uma nova revelação baseada nos documentos.

Fantástico: Como é que um rapaz de 29 anos, que nunca terminou o ensino médio, trabalhando para uma empresa terceirizada da NSA, teve acesso a tantos documentos?

“É um erro de informação propagado nos Estados Unidos e depois pelo mundo todo de que eu era um empregado de baixo escalão, que copiou documentos que não entendia. Na verdade, eu tinha um cargo alto”, ele afirma.

Na adolescência, vivia conectado e descobrindo como funcionam computadores, escrevendo programas. Típico da geração internet. “Eu sou cria da internet”, diz.

Depois dos ataques de 11 de setembro, ele se alistou no Exército. “Fui voluntário porque acreditei no que o governo estava dizendo na época, que o Iraque estava desenvolvendo armas de destruição em massa. Eu achei que servir era generoso, uma atitude nobre”, conta.

Mas Snowden quebrou as duas pernas no treinamento. Dispensado do Exército, foi recrutado e treinado pelos serviços de espionagem. Trabalhou como espião na Suíça e no Japão. Era o especialista em informação digital da CIA. Seu último posto, no Havaí, especialista em tecnologia e cibersegurança da NSA.

Fantástico: Em que ponto você decidiu juntar e vazar os documentos para o público?
Snowden: O ponto sem volta para mim foi quando vi, no Congresso, James Clapper, o chefe da espionagem americana. Ele levantou a mão, jurou dizer a verdade. Perguntaram para ele: ‘Os Estados Unidos monitoram informações de milhões de americanos?’ E ele disse: ‘Não’. E eu sabia que era mentira. Os deputados da comissão também sabiam que era mentira. E ninguém disse nada.

No fim de 2012, Snowden mandou um e-mail para o jornalista Glenn Greenwald, radicado no Brasil e que então trabalhava no jornal inglês “The Guardian”. Queria que Glenn instalasse um programa de criptografia, que protege o sigilo na internet, para eles se comunicarem.

Em seu livro, “Sem lugar para se esconder”, Glenn conta esta e outras histórias dos bastidores do caso Snowden. Em Moscou, eles se reencontraram pela primeira vez desde que, há um ano, Snowden entregou os documentos em Hong Kong.

Snowden: É tão bom revê-los. Eles foram ao inferno e voltaram para fazer essas reportagens.
Fantástico: Você leu todos os documentos? Sabe exatamente o que há em cada um?
Snowden: Sim, o Glenn já disse que estavam todos organizados, em pastas, etiquetados.

Fantástico: Ainda tem mais revelações sobre o Brasil?
Glenn Greenwald: Com certeza, tem mais documentos que vão mostrar a brasileiros e ao mundo o que os Estados Unidos estão fazendo dentro do Brasil e também da Inglaterra e outros países também.

Snowden diz que durante todo esse ano evitou dar entrevistas porque não queria tirar a atenção dos documentos. Mas, agora, com todas as revelações que foram feitas, se sente seguro para discutir seus sentimentos.

As lembranças mais duras são dos 40 dias que ele passou na área de trânsito do aeroporto de Moscou. A escala virou uma armadilha quando o passaporte dele foi cancelado.

Snowden: Eu nunca escolhi vir para a Rússia. Eu estava a caminho da América do Sul.
Fantástico: Onde na América do Sul?
Snowden: Equador. Mas os Estados Unidos cancelaram meu passaporte, e eu não pude mais viajar. Fizeram de propósito para poder dizer: ‘Ele é espião russo’.

Fantástico: E como foi ficar preso no aeroporto por tanto tempo?
Snowden: Foi muito tenso. Você não sabe o que vai acontecer naquele dia. O que vai acontecer enquanto você dorme. Se alguém vai bater na porta. Se alguém vai derrubar a porta.
Fantástico: Você se arrepende?
Snowden: Sabe… Acho que não… Eu sentia que devia tornar isso público, com responsabilidade. E a maneira de impedir que a minha opinião prevalecesse, foi fazendo parceria com jornalistas competentes, e instituições sérias, que confio, que iriam checar as informações, equilibrar a cobertura. Como “The Guardian”, “Washington Post”, “New York Times”, a “Globo” e “Der Spiegel”. Deixei a imprensa livre fazer o que faz melhor: ajudar os cidadãos a se tornarem eleitores informados, que pensam em que tipo de sociedade querem viver.

Para Snowden, esse debate é a essência da liberdade: “Não é sobre privacidade. É liberdade. O equilíbrio entre os direitos individuais e o direito que o governo tem de coletar informações. Se vigiarmos cada homem, mulher e criança, da hora em que nascem até a hora que morrerem, podemos dizer que eles são livres? Isso é muito perigoso. Porque mudamos nosso comportamento se sabemos que estamos sendo vigiados. É uma ameaça à democracia”.

Ele também nega que os chineses tenham copiado tudo antes de ele deixar Hong Kong: “Isso é uma maluquice. Eu sou especialista em cibersegurança. Ensinava aos agentes da CIA e da NSA como se proteger exatamente desse tipo de coisa”.

Há dez meses ele vive na Rússia. Nunca foi sequer fotografado.

Fantástico: Você pode sair para rua?
Snowden: Claro. Por que não?
Fantástico: Você não é recluso?
Snowden: Não. Quer dizer, sou naturalmente recluso, cria da internet, né?
Fantástico: Os russos te vigiam?
Snowden: Bom, tenho certeza de que fazem algum tipo de vigilância, mas eu não vejo nada. Eu não posso, por segurança, dizer onde moro, como vivo. Mas eu diria que levo uma vida surpreendentemente aberta.
Fantástico: Você não é reconhecido nas ruas?
Snowden: Eles me reconhecem quando vou a lojas de computadores. Mas comprando comida, na banca de revistas, ninguém me reconhece.
Fantástico: Você se disfarça, ou sai com essa cara de Edward Snowden?
Snowden: Melhor eu não responder essa.
Fantástico: Do que você mais sente falta?
Snowden: Da minha família, claro.

O governo americano diz que a luta contra o terrorismo ficou mais difícil por causa desses vazamentos.

Fantástico: Alguns congressistas dizem que você é um traidor, um desertor.
Snowden: Você não pode ser traidor a menos que a sua lealdade tenha sido transferida para um inimigo do Estado. E a minha lealdade nunca mudou. Mesmo hoje, eu continuo trabalhando para o governo americano. Não quero derrubar o governo e nem destruir a NSA. Quero que sejam melhores.
Fantástico: Você enfrentaria um julgamento nos Estados Unidos?
Snowden: Eu adoraria. Mas não há um julgamento justo esperando por mim.

Snowden é acusado de traição pelo ato de espionagem, uma lei feita em tempos de guerra, que prevê julgamento sem defesa pública. Outra acusação é de que ele atrapalhou a relação americana com países amigos, vazando documentos com revelações, como as feitas com exclusividade pelo Fantástico, comprovando que os americanos e seus aliados, Inglaterra, Canadá, Austrália, Nova Zelândia, grampearam os telefones da presidente Dilma e de seus assessores mais próximos. Espionaram também a Petrobras e o Ministério das Minas e Energia.

Fantástico: Você acompanhou essas reportagens daqui?
Snowden: Sim. E não há justificativa para espionar a Petrobras. Por que o presidente americano quer ler os e-mails da Dilma Rousseff? Obama disse que não sabia. Pode ser verdade. Ele concordou comigo que não há benefício nenhum, nenhuma vida foi salva. E por isso determinou que parassem.

Snowden disse que ouviu o discurso da presidente Dilma na ONU, criticando a espionagem americana, e achou inspirador: “Foi incrível porque ela foi a primeira presidente que tomou a liderança para dizer ‘Temos o direito de falar, de nos comunicarmos sem sermos espionados’. E esses não são direitos de um país. São direitos humanos.

A repórter Sônia Bridi lembra a ele que o Congresso americano já o acusou de oferecer documentos para o Brasil em troca de asilo.

Fantástico: Essa oferta está na mesa?
Snowden: Absolutamente não. Primeiro, eu não tenho documentos a oferecer. Eu nunca cooperaria com um governo em troca de asilo. Asilo deve ser dado por razões humanitárias.
Fantástico: O que vai acontecer quando seu asilo temporário aqui vencer?
Snowden: Essa pergunta é difícil. Eu não tenho resposta. Meu asilo vence aqui no começo de agosto. E se o Brasil me oferecer asilo, eu ficarei feliz em aceitar.
Fantástico: Você gostaria de viver no Brasil?
Snowden: Eu adoraria morar no Brasil. De fato, eu já pedi asilo ao governo brasileiro.
Fantástico: Então você mandou um pedido?
Snowden: Sim. Quando eu estava no aeroporto, mandei um pedido a vários países. O Brasil foi um deles. Foi um pedido formal.

O governo brasileiro, na época, disse que não recebeu pedido algum. “Isso para mim é novidade. Talvez seja algum procedimento que eles achem que não foi seguido”, afirma.

Snowden diz que vive um dia de cada vez.

Fantástico: Você está feliz?
Snowden: Eu sou. É difícil ficar separado da família, não poder ir para casa, participar do governo e da sociedade. Mas toda noite vou dormir confiante de que fiz as escolhas certas. Por isso, a cada manhã, eu acordo satisfeito.

Fonte: Fantástico/Globo

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04/14
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Mr. Obama, are you awake? (está acordado?).

Não agora, exatamente neste momento, Mr Obama, considerando os fusos horários.

Pergunto se o senhor, Mr Obama, está acordado em relação ao que está acontecendo no Brasil, Venezuela, Argentina…

O Putin, presumo que o senhor saiba, já tem barco de guerra fundeado em Puerto Mariel. E a ONU denunciou que aquele porto (financiado por nós hein?) está servindo para embarcar armas para a Coréia do Norte.

A foto mostrava dois Mig 21, desembalados e escondidos debaixo de uma carga de açúcar, creio. Outros navios já tinham feito a mesma rota, também com destino à Coreia do Norte.

Os Kennedy, por muito menos, tentaram um desembarque militar clandestino em Cuba na famosa Baia dos Porcos. Lá, a CIA perdeu aquela sua guerrinha particular. Os Estados Unidos são burros, às vezes. O Vietnã foi uma guerra burra, provocada pelos americanos. E que acabaram por se meter numa derrota militar inacreditável, independentemente dos vietnamitas terem a ajuda da China e da União Soviética.

Eu sei que a contabilidade das iniciativas militares dos americanos, fora a 2a. Guerra Mundial, é bastante deficitária, em vermelho, e não estou aqui fazendo a promotoria da atuação deles pelo mundo. Tarefa grande demais para o meu Mac.

Estou rodeando o assunto, Mr Obama.

E faço a pergunta fatal: o que o Sr. está pensando quanto ao avanço dos comunistas (os mixos, os corrompidos, os gramcianos que não terminaram o ginásio e que adoram pegar dinheiro de corrupção ) aqui no Brasil?

Eu não sou americanófilo, mas a democracia aqui, Mr Obama, está periclitando. Uma ajudazinha seria bem-vinda, para reatarmos o caminho da verdadeira democracia – não essa que temos, fajuta.

O senhor deve conhecer todos os fatos que estão rolando aqui, claro. E deve estar imaginando colocar outras estratégias em cima da mesa, descartando evidentemente as desastradas Baia dos Porcos e o Vietnã.

Sabemos do seu braço-de-ferro com o Putin, que quer recuperar seu prestígio imperial via a anexação de outros países.

Mas somos muito mais próximos dos EUA e bem que poderíamos acertar um bom casamento de interesses.

Depois de expulsar o lixo do PT-PMDB, claro, os meio-a-meio, meio comunistas e meio bandidos, que estão dizimando nossa pátria. Eles poderiam ser enviados compulsòriamente para Cuba, o que seria uma bela vingança pela derrota na Baia dos Porcos.

O Fidel ia adorar ter mais mão-de-obra para os seus canaviais. O senhor poderia fazer daí, de Washington, um discurso encorajador para nós, que andamos meio jururú.

Os brasileiros, aqui, todos fizemos pedaços de curso de inglês, só para entender um pouco o que a Lady Gaga canta. Portanto, pode falar, Mr President.

Enio Mainardi

ENIO MAINARDI, publicitário

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03/14
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Titãs da Rússia temem a crise na Ucrânia e isolamento econômico dos russos.

Quando Vladimir V. Putin voltou à presidência da Rússia em 2012, uma das primeiras mensagens que ele enviou a sua elite política, muitos deles chefes de bancos e grandes corporações, foi que os tempos haviam mudado: Possuir ativos fora da Rússia faz vocês muito vulneráveis a movimentos por governos estrangeiros, disse-lhes. É hora de trazer sua casa riqueza.

Quase dois anos depois, essas palavras parecem quase proféticas. Após uma semana de escalada de tensões entre a Rússia e os Estados Unidos, tornou-se claro que o conflito sobre a Ucrânia irá se mover para o campo de batalha das finanças. Esses mesmos titãs empresariais estão agora contemplando o dano que a crise poderia causar na economia russa.

Vinte anos para o projeto de integração da Rússia em instituições ocidentais, eles agora enfrentam a perspectiva de que o processo poderia retardar ou até mesmo reverter.

Sanções financeiras, que os Estados Unidos e a União Europeia têm sugerido que vão impor se o conflito se agravar, destinam-se a testar a coesão do sistema político. Putin exige completa lealdade daqueles que estão autorizados a levar impérios empresariais da Rússia, e ele deixou bem claro que ele vai punir aqueles que o prejudicarem. Sua posição dura na Criméia, por sua vez, foi muito bem recebido pelo público em geral, inclusive, dizem, muitos dos que estão no negócio. Ninguém está quebrando fileiras.

Ainda assim, a perspectiva de perder o acesso ao financiamento ocidental é um pensamento assustador para os líderes empresariais russos, cuja voz na tomada de decisões de política externa é silenciada em comparação com o círculo apertado de ex-colegas da KGB de Putin, para quem a fatores econômicos podem ser secundários.

A ansiedade sobre possíveis conseqüências econômicas começou a irradiar círculos de negócios, e alguns se perguntaram se o Sr. Putin tinha sido advertido claramente sobre a magnitude do dano possível para a economia. Um analista descreveu o seu estado de espírito como um dos “dissonância cognitiva”.

“Eu vi 10 pessoas da lista Forbes nos últimos dias. Eles são pálidos, pois eles não entendem “, disse Aleksandr Y. Lebedev, um proeminente banqueiro que vendeu a maioria de seus ativos russos depois de disputas públicas com Putin. Mas os oligarcas percebem, disse ele, que seus interesses não têm peso nesta situação, especialmente se, como o próprio Sr. Lebedev, a propriedade estiver fora da Rússia.

“É aqueles que estão aqui, que vão levar a carga”, disse Lebedev, falando de Moscou. “Todos eles têm que manter a boca fechada.”

Na semana passada, dias depois de a Rússia assumiu o controle da Criméia, os Estados Unidos anunciaram um modesto primeira rodada de sanções, ea União Europeia indicou que seria seguir o exemplo, com ambos deixando claro que pode haver novas rodadas.Funcionários têm sugerido que uma série de medidas está sendo considerada, deixando em aberto, por implicação, o mais extremo um: barrar empresas russas e os bancos do acesso ao sistema financeiro ocidental, similar às sanções adotadas contra o Irã.

Presidente Obama tem amplos poderes executivos para declarar sanções sem a aprovação do Congresso, e ele seria mais provável considerar os próximos passos após Crimeia votos em um referendo sobre a separação da Ucrânia, marcado para domingo, disse Michael A. McFaul, até recentemente o embaixador americano para Moscou. “Ele precisa ser explicitada como explicitamente quanto possível, quer directamente para Putin ou para as duas ou três pessoas que poderiam falar com ele sobre isso”, disse ele.

A Rússia pode estar apostando, como muitos analistas fazem, que os Estados Unidos e seus aliados não vai seguir com sanções draconianas, e deixou claro que iria responder duramente e de forma assimétrica. Na sexta-feira, a Gazprom deu a entender que ele pode cortar as exportações de gás para a Ucrânia sobre contas não pagas, como fez em 2009, e um sem nome oficial do Ministério da Defesa disse à agências de notícias russas que consideraria interromper inspeções internacionais de suas armas nucleares.

Magnatas da Rússia têm estado em silêncio desde o início da crise, além de aprovar mensagens sobre mídias sociais. Muitos dentro de grandes corporações da Rússia são, sem dúvida, de apoio de movimentos de Putin na Criméia, que são amplamente visto aqui como a correção de um erro histórico feito pelo líder soviético Nikita S. Khrushchev, quando se transferiu para a Criméia ucraniana República Socialista Soviética. Os índices de aprovação de Putin estão em seu ponto mais alto desde que ele voltou à presidência em 2012. Se os líderes empresariais estão reclamando, eles estão fazendo isso calmamente.

“É claro que estão chateados, mas isso não significa que eles estão preparados para desafiar a política externa da Rússia”, disse Mikhail Dmitriyev E., economista cujo grupo de pesquisa, o Centro de Pesquisa Estratégica, foi originalmente fundada para moldar o Sr. Putin plataforma econômica. “Esta é uma nova realidade. Mesmo se alguém tem reservas em relação à eficácia da política, eu duvido fortemente que eles expressam.Esta é uma política que, no momento, é apoiada pela grande maioria do público. Não é um exagero. ”

Em conversas privadas, no entanto, várias pessoas descreveram alta ansiedade dentro das corporações, especialmente sobre a perspectiva dos bancos que afetam quaisquer “sanções. As grandes corporações russas têm aumentado significativamente empréstimos estrangeiros nos últimos anos, e 10 estavam negociando empréstimos quando a crise transbordou, disse Ben Aris, o editor e publisher of Business New Europe. Sanções financeiras poderiam desencadear uma reação em cadeia de transações bloqueados, contas congeladas e fechamentos bancários. “Esses oligarcas que já estão tendo problemas seriam completamente cortada”, disse ele.

Sberbank, o banco de varejo do estado, e o banco de investimento VTB (estatal)expandiu-se ativamente para a Europa Oriental, incluindo a Ucrânia, com ativos próprios na Europa Ocidental e nos Estados Unidos. Rosneft, a empresa estatal de petróleo, tem um acordo com a Exxon Mobil para perfurar no Ártico russo, o principal projeto de Igor I. Sechin, um vice-primeiro ministro e um dos assessores mais próximos de Putin.

Os russos controlar o fornecimento de gás para a Europa Ocidental, a Rússia é um importante parceiro comercial da Alemanha e Ucrânia, assim como o The City em Londres.

Alguns apontam para um longo prazo de perigo mais que o conflito sobre a Ucrânia, se escalado, poderia culminar em uma curva em direção de isolamento para a economia russa.

“Pode ser que nós olhamos para trás sobre os acontecimentos do último fim de semana e lembre-se como um ponto de inflexão, quando crescente integração da Rússia com o planeta, o que tem sido implacável – A Rússia integrada na arquitectura global, e as pessoas sentem que fazem parte do mundo – talvez a gente olhar para trás neste fim de semana como um momento em que havia um grande conjunto de passos para trás “, disse Bernard Sucher, o ex-chefe do Merrill Lynch na Rússia.

Não está claro como fortemente Putin pesou as consequências económicas, quando ele decidiu assumir o controle da Criméia. Durante seus primeiros anos como presidente, Putin era conhecido como um liberalizer econômico, e um dos seus conselheiros mais confiáveis ​​foi Aleksei L. Kudrin, ex-ministro das Finanças, de tendência liberal, que lhe deu seu primeiro emprego na administração Kremlin.

Mas o Sr. Putin, cujo retorno à presidência foi contestado por muitos liberais urbanos, agora faz suas decisões mais importantes em um círculo interno de homens que surgiram a partir dos serviços de segurança soviéticos. Entre os primeiros novos projetos em sua nova presidência foi um empurrão para “nacionalizar a elite”, exigindo que as autoridades de vender investimentos e propriedades fora da Rússia que poderia, na sua opinião, prejudicam a sua lealdade em caso de um confronto com o Ocidente.

Fonte: The New York Times

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O que os anunciantes norte-americanos pensam sobre o Twitter?

Há pouco questionamento do fato de que o IPO do Twitter, em outubro, foi um sucesso, mas o que dizer sobre os negócios com  publicidade nesta rede social? É ainda um trabalho em andamento, mas com muita coisa de cabeça pra baixo, ainda, de acordo com os entrevistados por Advertising Age.

Entre o fim de novembro e início de dezembro, o Adertising  Age conduziu sua quarta pesquisa sobre o comportamento dos anunciantes em relação às mídias sociais em conjunto com a RBC Capital Markets. Desta vez, 953 executivos de empresas anunciantes, agências e companhias de mídia avaliaram o Twitter.

O que descobrimos é que o Twitter é visto muito como o Facebook era em meados de 2012. Enquanto muitos anunciantes o usam como canal de marketing, somente uma minoria realmente anuncia na rede social.

Entre os respondentes, 70% atualmente usam o Twitter como canal de marketing e 80% disseram planejar usar o Twitter nos próximos doze meses. Mas apenas 46% afirmaram alguma vez ter comprado anúncio no Twitter, seja um tweet promocional, trend, conta ou um “amplificador” para uma ação na TV.

Então, ao passo que os anunciantes têm uma equipe de mídia social ou mesmo uma redação em tempo real, estão gastando seu orçamento para o Twitter em pessoas e não em publicidade.

Twitter x Facebook

Esse fato está em linha com a história do Facebook há poucos anos. Quando questionamos os leitores em fevereiro de 2012, 86% afirmaram usar o Facebook como tática de marketing, enquanto apenas 54% colocavam anúncio na rede social.

À época, as marcas consideravam o Facebook mais como conteúdo ou uma mídia ganha e investir na rede social significava angariar fãs e “curtir”. Com o passar dos anos, o Facebook introduziu novos produtos publicitários, um intercâmbio de dados, redirecionamento e ajustou seus algoritmos. O feed de notícias tornou-se um lugar competitivo e os anunciantes acharam que tinham de pagar para atingir um público ali.

Agora, o Facebook é parte estabelecida dos planos de mídia dos maiores anunciantes e está constantemente adquirindo participação no legado de players digitais. Em setembro de 2013, 73,5% dos assinantes do Ad Age pesquisados disseram que destinam alguma parte de seu orçamento para Facebook em publicidade.

Ainda experimentando

Há razões para o uso no Twitter ser encorajado. Para alguns, os anunciantes ainda estão experimentando e há muito espaço para crescer: daqueles que anunciam no Twitter, 51,8% disseram estar gastando somente 1% ou 2% de seu orçamento online de marketing na rede social. No próximo ano, 59,2% afirmaram esperar que seu orçamento de publicidade para o Twitter “cresça modestamente” ou “cresça significativamente”.

A maioria esmagadora (72,6%) disse que seu ROI no Twitter e anúncios mobile são essencialmente iguais, um grande sinal para os negócios mobile do Twitter. Os leitores do Ad Age ranquearam o microblog como a terceira plataforma de publicidade online mais efetiva, atrás do Google e do Facebook, e à frente do LinkedIn, Yahoo e AOL, nesta ordem.

Isso tudo sugere que se o Twitter continuar a construir e reter sua base de usuários, a receita com anúncios seguirá esse crescimento. Um caminho que, de certa forma, foi aberto pelo Google e Facebook.

Michael Learmonth

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Fonte: Advertising Age

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Black Friday no Brasil tem produtos com o triplo do preço dos Estados Unidos.

Black Friday, evento que reune descontos de até 80% em milhares de produtos em todo país. Na foto consumidores em busca de ofertas em um supermercado na zona leste de São Paulo , na madrugada desta sexta-feira (29)

A Black Friday nos Estados Unidos é famosa pelos excessos: muitas pessoas nas lojas e descontos tão avassaladores que resultam em brigas entre consumidores. O evento do comércio ocorre pelo terceiro ano consecutivo no Brasil, trazido pelos donos do site Busca Descontos, mas não é atrativo o suficiente para fazer com que os clientes se estapeiem pelos produtos.

Mesmo com descontos, os artigos comercializados no Brasil ainda são muito mais caros do que nos Estados Unidos. Nem mesmo a alta do dólar é suficiente para que os preços se equiparem. A moeda fechou esta sexta-feira cotada a 2,33 reais.

Um console XBox 360, da Microsoft, de 250 GB, por exemplo, custa no Brasil 1.098 reais, já com o desconto da campanha, no Walmart. Nos EUA, a loja de eletrônico B&H vendeu, nesta sexta, o mesmo produto por 444 reais (189,99 dólares). Além do console e do controle sem fio que ambas as ofertas abrangem, a americana ainda dá ao consumidor quatro jogos.

Se observado o valor de uma batedeira da marca KitchenAid, por exemplo, a diferença é abissal: custa 1.400 reais com desconto na FastShop e 465 reais (199 dólares) na loja Target, nos Estados Unidos. Confira outros produtos cujos descontos no Brasil não chegam nem perto dos ofertados nas lojas americanas.

Fonte: Veja

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Controverso plano do Brasil para livrar a internet do controle dos Estados Unidos. E a ameaça.

Presidente do Brasil Dilma Rousseff com Barack Obama na Casa Branca

Presidente do Brasil Dilma Rousseff está propondo um conjunto de medidas controversas
para livrar a  internet do Brasil de controle dos EUA.Foto: Carolyn Kaster / AP

Quando a presidente brasileira Dilma Rousseff adiou sua visita oficial para os EUA em protesto contra a Agência de Segurança Nacional espionar as atividades na terça-feira da semana passada, parecia só  um pouco de rotina de uma postura diplomática.

Mas, outra de suas propostas talvez possa ser mais significativa: um conjunto de medidas destinadas a libertar a internet no Brasil sob a influência de os EUA e seus gigantes da tecnologia.

Alguns estão alegando que o país está embarcando em um curso que irá isolar-se da internet . Para especialistas em política internacional no entanto, as propostas de Dilma oferecem um debate mais aberto e abrangente das questões que foram discretamente se formando na comunidade da Internet.

“A esperança de que o Brasil tem é que as medidas iriam reduzir o controle que os EUA em termos de infra-estrutura e que talvez seja uma pressão para o Estados Unidos mudarem as suas práticas que vieram a conhecimento após o vazamento Snowden “, disse Marilia Maciel , um pesquisador que trabalha com a política de segurança da Internet no Brasil, na  Fundação Getúlio Vargas.

Para fazer isso, Rousseff propôs um conjunto de ambicioso e controverso, medidas que incluem: a construção de cabos submarinos que não fazem rota através de os EUA, a construção de Internet Exchange Points no Brasil, a criação de um serviço de e-mail criptografada por meio do serviço postal do Estado e tendo Facebook, Google e outras empresas armazenar dados de brasileiros em servidores no Brasil .

“Eu acho que há um sentimento de que os Estados Unidos sempre tiveram um papel de destaque na governança da Internet e querem mudar isso”, disse Maciel. “A conversa está em andamento, e tornou-se proeminente. no ano passado,  em Dubai.”

É a conversa na Conferência Mundial de Telecomunicações Internacionais (WCIT) Dubai que tem executivos de internet que oferecem advertências alarmistas sobre a internet balconizada que suprime a liberdade online. Lá, a Rússia e a China declararam  explicitamente as suas esperanças de assumir o controle da internet longe de os EUA.

Em uma discussão, em Nova York, na semana passada, o presidente executivo do Google Eric Schmidt disse que ele estava mais preocupado com a internet balconizada do que com a  vigilância da NSA e a  espionagem do governo norte-americano.

O perigo real da divulgação  acerca de tudo isto é que os outros países vão começar a colocar a criptografia muito sériamente – usamos o termo ‘balconização’ em geral – para dividir essencialmente a internet e o  que a internet vai ser muito mais específica de vada país “, disse Schmidt.” Isso seria uma coisa muito ruim, seria realmente quebrar a maneira como a internet funciona, e eu acho que isso é o que se preocupar “.

Merlyna Lim , uma estudiosa pesquisadora visitante da Universidade de Princeton (Centro de Informações e Política de Tecnologia), disse que balconização é improvável por causa dos fatores tecnológicos, sociais, políticos e econômicos que precisam se encaixar para que se torne uma realidade.

“Eu não acho que há muitos países que querem isolar-se, a partir de os EUA em particular, pelo menos por razões econômicas”, disse Lim.

Lim disse que a internet também é mais localizada do que muitas vezes retratado porque, como a quantidade de pessoas que usam a Internet aumenta, eles se voltam para sites em sua própria língua e dentro de suas próprias comunidades.

“Internet não é nem verdadeiramente global, nem verdadeiramente Estado-nação, é apenas no meio, sempre foi assim e que era uma ilusão de que a internet era totalmente global”, disse Lim. “Ter comunidades globais?  Isso nunca aconteceu – de muitas maneiras, a internet tornou-se mais local.”

Dilma, no entanto, deverá trazer a conversa sobre o papel do governo dos EUA e as multinacionais corporativas norte-americanas aocenário global na Assembleia Geral das Nações Unidas (hoje, em New York).

E discutindo essas medidas agora, Dilma está tomando o passo incomum de ter uma conversa diplomática sobre espionagem cibernética, disse Camille François , um pesquisador do Centro Berkman, da Universidade de Harvard que trabalhou para o Google e os EUA Defense Advanced Research Projects Agency (Darpa).

“Esta é uma conversa, a céu aberto, sobre as expectativas: o que os países esperam um do outro nesse reino e como o que eles podem aproveitar – direito interno, o direito internacional, tecnologias, etc – para que esse estado de paz”, disse François.

Ela disse que a internet não é inerentemente centrada nos EUA, mesmo que “uma parte significativa da experiência da Internet dos brasileiros é formada por empresas norte-americanas, e eles obedecem à leis norte-americanas.”

Em um nível prático, seria “muito, muito difícil” para o Brasil delimitar a sua internet do resto do mundo, disse Andrew Blum , autor de Tubos .Isto é em parte porque nos últimos cinco anos, o poder da internet tem sido cada vez mais colocar nas mãos de empresas como a Google que criaram super-redes que operam de forma autônoma.

Blum disse que o poder de um gigante da tecnologia como Google tem é comparável a uma pessoa que possui um avião, ao contrário de uma pessoa com um bilhete para andar – proprietária de uma rede significa menos fiscalização para os que visitam suas propriedades e que a empresa está fazendo com o seu rede.

“Esta proposta o Brasil é um momento de correção contra o incrível crescimento eo poder dos supernetworks”, disse Blum.

Ao oferecer essas propostas, o Governo do Brasil tem levado alguns a desenhar uma equivalência com o local de bloqueio em países como a China, Irã e Bahrein. “Com o Brasil é um pouco mais complicado, porque eu acho que eles têm a intenção certa”, disse Jillian Iorque , diretor de liberdade internacional na Electronic Frontier Foundation. “Mas eu acho que isso abre um precedente muito perigoso, por isso, nesse sentido, é uma má idéia – no sentido de que se o Brasil fizer isso, você vai querer que todos os outros países que façam o mesmo.”

Ela disse que outros países podem usar ações do Brasil como um instrumento de barganha dentro de seus próprios países, como a China tem feito com a NSA revelações de vigilância.

York disse que ela acha que as chances do Brasil alcançar a soberania internet a partir de os EUA são “provavelmente muito magras”, principalmente porque as empresas como Google e Facebook precisam cumprir com os pedidos para mover seus servidores de dados no país.

“Eu acho que é uma ameaça em si para encurralar os dados off em qualquer país, porque o governo o Brasil agora é muito progressista, mas  o próximo pode  não ser”, disse Iorque. “Se todos os seus dados estão em seu país, você arriscaria conviver com  o que está acontecendo no Irã, agora, com o Irã tentando cortar a Internet.”

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Fonte: The Guardian

….

COMENTÁRIO

Parece claro que existirá uma ameaça de cerceamento à liberdade de informação, expressão e opinião, por parte da Dilma (e de seus parceiros de esquerda), querendo quebrar o funcionamento da internet, como ela é hoje em dia (criada e desenvolvida nos Estados Unidos e depois espalhada por um terço da população do nosso planeta). Uma coisa, disse bem a reportagem do The Guardian, é ser dono do avião, outra é ter uma passagem para viajar neste avião.

Acredito que não vai dar em nada, mas é um risco que corremos todos nós, de termos nossa internet controlada pelo nosso governo. Que ela (a web) é controlada, sabemos todos nós. Porém é hoje controlada muito mais por empresas privadas, como o Google, o Bing, o Facebook, o Twitter e outros, do que por governos.

Liberdade de iniciativa é uma regra máxima nos Estados Unidos, que parece não ser compreendida em muitos países.

Usar a desculpa da espionagem, que sempre existiu, antes mesmo da internet, para estatizar a web é um crime contra as nossas liberdades individuais.

É minha opinião.

JJ

23
09/13
159
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Leitores do Blog do JJ chegam a 6,2 milhões.

Com quase 6,2 milhões de visitas registradas, o  Blog do JJ tem hoje 866.506 leitores (visitas) no Brasil, surpreendentes 335.370 nos Estados Unidos, 31,117 na China, 18.672 no Reino Unido, 18.672 na França,, 17.181 em Portugal,17.749 na Suécia, 14.378 na Alemanha, 11.911 no Canadá, 11.492 na Rússia, 10.971 na Itália e 10.458 no Japão, além de visitantes de quase todos os países no mundo (menos em 4 países africanos: Mali, Niger, Mauritânia e Chade).

Nas Américas, na Europa, na Ásia, no Oriente Médio e na Oceania o Blog do JJ tem leitores em todos os países. Só na África ainda não é 100% e não há visitantes registrados na Groelândia, nem na Antártida.

Na Islândia há 299 visitantes, de acordo com os registros do WordPress e Google.

Isto amplia a responsabilidade na pesquisa, busca, crítica e opiniões registradas todos os dias, para tanta gente no planeta todo.

Agradeço a todos pela confiança e pela leitura.

JJ


Quem tem competência (e conhecimento,experiência,bagagem…) se estabelece…JJW parabéns, Saúde e Sabedoria… e um abraço!



    Obrigado, Rebka.



O amigo aí de cima disse tudo. É o resultado de um excelente trabalho, meu caro JJ. O Blog está cada vez melhor. quando fico alguns dias sem entrar, por conta da correria do dia a dia, me atualizo no final de semana, como estou fazendo agora. Um grande abraço.



    Obrigado, Filipe.


22
09/13
40
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Nielsen anuncia aferição de audiência em mobile, nos Estados Unidos.

A Nielsen prevê que medição de audiência de TV em dispositivos móveis seja lançada em 2014

Na próxima semana, a Nielsen anunciará oficialmente aos seus clientes americanos o cronograma para acrescentar a audiência de TV em smartphones e tablets às suas medições regulares. A expectativa de lançamento – que já era discutida desde fevereiro – é setembro de 2014.

Isso significa que a empresa deverá, pela primeira vez, realizar uma mensuração única e consistente da audiência de programas ao vivo tanto na TV quanto no digital. A novidade poderá resolver um problema das redes de televisão e anunciantes. Hoje, não existe um jeito satisfatório de equilibrar dados sobre conteúdo de vídeo e publicidade em TV, online, mobile e outras plataformas.

A Nielsen espera, com isso, a mudar a ideia de que as pessoas não assistem mais a programas de TV. As emissoras poderão publicar, de forma segura, um número que realmente represente sua audiência, não só na TV, mas em todas as outras plataformas.
A ferramenta da empresa poderá contabilizar, por exemplo, as atrações de TV exibidas em aplicativos como o WatchABC, da ABC, e os de vídeo do iPad.

Entretanto, para fazer parte das estatísticas da Nielsen, os apps de dispositovs móveis deverão incluir um código especial que possa rastrear TV ao vivo e enviá-lo novamente para a Nielsen. Levará algum tempo para que a empresa e seus parceiros implementem essa etapa.

A Nielsen trabalha para lançar o Digital Program Ratings, que mede consumo de TV online sem os comerciais nacionais (substituídos por anúncios online), no primeiro trimestre do ano que vem. A empresa anunciou um piloto com o Digital Program Ratings em abril que inclui a participação da ABC, CBS, Fox, NBC, A&E, CW, Discovery, Univision e AOL.

O programa utiliza a mesma metodologia que o serviço Online Campaign Ratings. Para colher dados como idade e gênero e combiná-los com os números de audiência, a Nielsen fez acordo com o Facebook, que tem em torno de 179 milhões de usuários ativos mensais nos Estados Unidos.

Com informações da Variety e Meio e Mensagem

06
09/13
23
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Piada do ano

Lula: “A verdade é a seguinte: os Estados Unidos não conseguem suportar o sucesso internacional brasileiro, e deveriam pedir desculpas ao Brasil por nos espionar”.

Ahahahahahahah, Meu Deus, ele bebeu – de novo.

Piada do ano. Acabo de ouvir na CBN. 3h00min

23
08/13
16
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Yahoo! supera o Google, nos Estados Unidos.

O Google perdeu a liderança em número de visitantes nos Estados Unidos em julho deste ano, de acordo com dados da consultoria ComScore. O Yahoo conseguiu atrair o maior tráfego da web no país, encerrando o mês com 196,6 milhões de visitantes únicos. O Google não saia da liderança nos Estados Unidos desde maio de 2011.

De acordo com a ComScore, o número de visitantes únicos do Yahoo cresceu 21% em comparação com o mesmo mês do ano passado. O Google ficou em segundo-lugar, com 192,3 milhões de visitantes únicos – quantia 1% menor do que a registrada em julho de 2012.

A CEO do Google, Marissa Meyer, declarou que a visualização das páginas do Yahoo estavam crescendo sobretudo pela criação dos novos serviços de e-mail e de conteúdo lançados pela companhia. Os dados da ComScore, no entanto, não incluem o Tumblr, que foi adquirido pelo Yahoo em maio deste ano – que poderia ampliar ainda mais o tráfego da companhia.

Já na categoria serviços de busca, a vantagem do Google continua ampla. A empresa detém 67% do mercado norte-americano desse setor, enquanto o Bing, da Microsoft, fica com 17% e o Yahoo, em terceiro lugar, detém 12%.

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Fonte: Meio e Mensagem

18
07/13
25
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Publicitários estão ultrapassados?

O briefing era o seguinte: promover a publicidade para o grande público, atraindo mais jovens talentos para o mercado. Cliente: a associação norte-americana de agências de publicidade, a poderosa 4 A’s. A associação decidiu criar a competição com base em um estudo chamado “The truth about advertising” (“A verdade sobre a publicidade”), realizado em parceria da IPC McCann com a Momentum, que revelou que as pessoas têm uma imagem da publicidade melhor que os próprios publicitários.

O estudo foi apresentado durante a conferência “Transformation”, da 4 A’s, em Nova Orleans, em março, e revelou dados como o fato de que 69% das pessoas acreditam que a publicidade pode contribuir para um mundo melhor. No entanto, a maioria das pessoas de dentro da própria atividade  gostaria de estar fazendo algo mais criativo, e 70% consideram essa uma profissão do passado. O estudo também descobriu que 79% das pessoas que trabalham em publicidade acreditam que a indústria é melhor em enaltecer as marcas para as quais trabalha do que a si mesma.

Nancy Hill, presidente da 4 A’s, viu os dados como um alerta. Era preciso criar valor para a profissão, e mostrar para as pessoas de fora da indústria a crença na publicidade como uma profissão que vale a pena. Assim nasceu o “Truth Brief”, uma competição cujo desafio era, justamente, “vender” a publicidade como indústria atraente para se trabalhar.

Em junho passado, o vencedor foi anunciado: a exposição de arte “Le Communique Art Show”, criada para apresentar peças publicitárias como arte em universidades, sem revelar sua origem “menos nobre”. Despidas de logomarcas, as peças foram dispostas em uma universidade norte-americana e apreciadas por estudantes que só souberam no final que se tratavam de anúncios e comerciais. Uma última “tela” revelava: “Todas as peças que vocês viram aqui são Publicidade. Junte-se à comunidade mais criativa do mundo”.

A ideia foi de Nuno Ferreira e Ryan Wolin, respectivamente sênior vice-presidente e diretor de criação da Leo Burnett Interactive, e diretor de criação associado da Leo Burnett em Chicago.

“Nos demos conta de que se queríamos que os jovens considerassem nosso negócio, tínhamos que provar que o que fazemos tem tanto potencial criativo como qualquer outra área. Então, decidimos fazer uma exposição de arte somente com publicidade. Anúncios completamente despidos de suas logomarcas. Mudar o referencial nos permitiu mostrar anúncios sem qualquer julgamento preconcebido normalmente associado a eles”, conta Nuno, que é português de nascimento, mas construiu sua carreira entre Canadá e Estados Unidos.

Segundo ele, no último ano sua agência perdeu pelo menos uma dúzia de jovens profissionais para carreiras em tecnologia, startups, desenvolvimento de aplicativos e edição no YouTube. “Quando converso com jovens estudantes, percebo que a publicidade perdeu seu posto de outros tempos, de uma carreira excitante. Eles acreditam que podem fazer algo mais relevante em outras profissões”, disse.

A 4 A’s pretende transformar a exposição em itinerante, rodando universidades dos Estados Unidos para comprovar as possibilidades criativas da publicidade, enxergando-a por uma lente diferente. Nancy, da 4 A’s, acredita que a função do projeto é, também, promover o orgulho da profissão entre os seus integrantes. A ideia é criar um “kit básico” da exposição para ser distribuído entre as agências associadas à 4 A’s.

O júri que escolheu o projeto vencedor foi presidido por Susan Credle (Leo Burnett) e Chuck Porter (CP+B), e foi formado por Angel Anderson, da CP+B; Lauren Connolly, da BBDO; Christopher Cannon, da BBDO; Liz Delp, da Grey; Tor Myhren, da Grey; Luna Hurtado, da Leo Burnett; e John Boiler, da 72andsunny.

Consumidor crê na publicidade

A pesquisa realizou 1 mil entrevistas com consumidores nos EUA e outras 478 (online) com pessoas da indústria da publicidade, além de ouvir mais profundamente 11 lideranças do mercado e pessoas aleatoriamente na Madison Avenue, em Nova York. O que ficou claro, entre os publicitários, é que eles acreditam que os melhores tempos da publicidade ficaram para trás – principalmente nas décadas entre 1960 e 1980.

Eles acreditam que profissionais de publicidade sofrem mais de depressão e ansiedade (39%), bebem demais (40%) e enxergam sua área como um ambiente líquido, onde se nada e se está sempre em vias de afundar (80%). E 56% desejam, secretamente, estar fazendo algo mais criativo. Ao mesmo tempo, 57% acreditam que esta é uma indústria com problemas para atrair e manter talentos.

Já entre os consumidores, não parece haver problemas: 84% deles veem a publicidade como parte de seu dia a dia, se enxergam como consumidores (82%), dizem que ela ajuda a mantê-los informados (87%), atualizados em relação a tendências (83%). Ao todo, 77% dos consumidores entrevistados dizem que a publicidade os entretêm, faz rir (77%) e lhes dá assunto para conversar (57%). Outro dado interessante é que 71% dos consumidores têm uma opinião positiva a respeito da profissão de publicidade.

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Fonte: 4A’s e propmark

COMENTÁRIO

Num mundo cada vez mais competitivo e concorrido, a comunicação de marketing pode fazer a diferença e este é o desafio fascinante do cotidiano dos publicitários e das publicitárias, no mundo todo.  Claro que há os menos talentosos e menos preparados, que sucumbem ao stress, às drogas e às bebidas, assim como os desiludidos que não conseguiram o almejado sucesso…mas isso ocorre em todas as profissões.

Só o fato de trabalharmos com ideias que podem modificar o mundo, o comportamento, o consumo e os produtos e serviços deve nos bastar para crer que Publicidade – e comunicação de marketing como um todo – valem e valerão sempre a pena.

Como me refiro em meu livro “Publicitar”, trabalhamos com mensagens de vendas e de criação de imagens de marca e conceitos. Este é um dos mais fascinantes desafios da vida, fruto da nossa imaginação, com base no nosso conhecimento, experiência e raciocínio. Há profissão melhor? Pode haver, se não nos dermos o devido valor ao que fazemos na transformação do planeta, melhorando a vida das pessoas.

Eu acredito nisso, por isso sou felicíssimo como profissional de comunicação, de publicidade, de jornalismo e de relações públicas.


JJ

18
07/13
20
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Reciclar é o tema.

A Pereira&O’Dell assina nova campanha para o Ad Council e a organização Keep America Beautiful, dos Estados Unidos. O objetivo é incentivar os norte-americanos a reciclarem seu lixo ao retratar uma nova vida útil que os materiais podem ter.

Em um dos filmes, uma garrafa de plástico relata a jornada que percorreu para realizar seu sonho: conseguir ver o mar. Para isso, ela foi reciclada e se transformou em um banco de frente para o oceano.

No segundo filme, uma latinha de refrigerante confessa que apesar de todos acharem que ela é só lixo, um dia ela pode virar um estádio. O cenário usado foi o estádio de futebol Baltimore Ravens, que foi construído parcialmente a partir de alumínio reciclado pós-consumo.

A agência também pretende buscar parceiros para imprimir estes sonhos nas embalagens dos produtos, como as próprias latas de alumínio. A campanha também conta com spots de rádio, peças outdoor e online, e foi idealizada por Eduardo Marques e Rafael Rizuto.

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Fonte: Meio e Mensagem

04
04/13
94
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Coreia do Norte afirma que momento de explosão se aproxima rapidamente. Loucura total de um nanico.

Ditador Kim Jong-un comanda treinamento militar na Coreia do Norte

Depois de os Estados Unidos anunciarem a ampliação de sua defesa antimísseis no Pacífico, a Coreia do Norte voltou a mostrar os dentes. Dando continuidade à guerra de palavras, a ditadura asiática mencionou um possível ataque com eventual uso de armas nucleares.

“O momento da explosão está se aproximando de forma rápida”, disse um porta-voz do Exército em comunicado divulgado pela agência estatal de notícias KCNA. O comunicado adverte que não é possível saber se uma guerra na península coreana pode começar “hoje ou amanhã”. “A responsabilidade por essa grave situação é inteiramente dos Estados Unidos e de militares belicistas interessados em usurpar a soberania da Coreia do Norte”.

“Informamos formalmente à Casa Branca e ao Pentágono que a política hostil dos Estados Unidos em relação à Coreia do Norte e sua imprudente ameaça nuclear serão esmagadas pela firme vontade das tropas e o povo por meio de ferramentas nucleares de vanguarda mais leves e diversificadas”, acrescenta o comunicado.

As novas ameaças foram divulgadas já na manhã de quinta-feira na Coreia do Norte, depois de o Pentágono ter anunciado o envio de novas defesas antimísseis para a ilha americana de Guam, no Oceano Pacífico. No final de março, a Coreia do Norte anunciou ter ordenado que seus mísseis e peças de artilharia fossem colocados em “posição de combate” para atacar a qualquer momento alvos americanos no Havaí, em Guam e até na área continental dos Estados Unidos.

Os americanos informaram que os norte-coreanos não conseguiriam atingir os Estados Unidos com suas bombas. O motivo de preocupação se encontra na possibilidade de Kim Jong-un e seus generais causarem danos à Coreia do Sul e talvez ao Japão. O governo americano afirmou que vai se proteger e proteger seus aliados na Ásia.

O secretário de Defesa dos EUA, Chuck Hagel, alertou para um perigo “real e claro” por parte da Coreia do Norte. “Algumas ações das últimas semanas apresentam um perigo real e claro”, afirmou Hagel nesta quarta, em um evento em Washington.

“Estamos fazendo tudo que podemos, trabalhando com os chineses e outros para acalmar a situação na península”, acrescentou o chefe do Pentágono. Guam está a mais de 3.000 km de distância de Coreia do Norte, o que a inclui no raio de alcance dos mísseis de Pyongyang. A ilha abriga uma das mais importantes bases militares dos Estados Unidos no Pacífico.

Ainda nesta quarta, a Coreia do Norte impediu que os operários sul-coreanos do complexo industrial de Kaesong, que simboliza a única iniciativa de cooperação entre os dois países, cruzassem a fronteira para trabalhar. Em reposta, o ministro de Defesa da Coreia do Sul, Kim Kwan-jin, afirmou que o governo do país está preparado para uma ação militar caso a segurança dos mais de 800 sul-coreanos que estão no complexo industrial seja colocada em risco.

Fonte: Veja, com agências Reuters e France-Presse)

COMENTÁRIO

Meu comentário não vai mudar o rumo dos acontecimento, mas me sinto obrigado, compelido mesmo, a opinar. A situação atual só me permite duas conclusões: ou é uma chantagem com a ameaça buscando vantagens econômicas para o governo norte-coreano ou aquele ditador nanico é louco, doido total, ao querer guerra com a maior potência armada do planeta.

Ao que tudo indica, nem russos, nem chineses ficarão ao lado dos norte-coreanos, que nada representam na economia mundial, justamente por três gerações de nanicos ditadores que empobreceram o povo e o controlam com mão-de-ferro.

Qual será a solução?

Espero que não seja a guerra, que matará milhares ou milhões de inocentes, que não têm culpa da loucura do nanico.

Tudo que ele precisa é de uns bons tapas na cara, para ver se acorda para a realidade insana que está criando.

JJ

Imagem divulgada pelo governo da Coreia do Norte, juntamente com um comunicado, informa que os soldados estão preparados para o combate contra a Coreia do Sul e Estados Unidos

Foto da propaganda norte-coreana. Como se a guerra

fosse vencida com revólveres e fuzis…

JJ


03
04/13
24
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Como reduzir custos das agências…nos Estados Unidos.

Uma pesquisa da Association of National Advertisers (ANA), entidade que representa os anunciantes dos Estados Unidos, traz uma boa notícia para as agências daquele país.

Embora 82% das empresas tenham intenções de cortar custos gerais, inclusiva em marketing, elas não deverão pagar menos dinheiro às suas agências de publicidade. Apenas 15% do total planejam reduzir os fees investidos. O dado é considerado positivo pelo Advertising Age, que cita os resultados do mesmo estudo feito em 2009, quando 56% dos anunciantes pretendiam cortar os fees das agências.

A análise é que os anunciantes perceberam que eles não têm muito mais o que cortar. “É possível que muitos anunciantes tenham reduzido os fees para o mínimo possível e que, a partir de agora, pretendem desafiar suas agências a reduzir seus próprios custos internos, o que, indiretamente, reduziria os fees”, conclui o AdAge.

Dessa forma, os anunciantes indicaram à pesquisa onde as agências poderiam cortar custos:

redução de viagens,

atraso de novos projetos

e, no caso de 55% dos ouvidos, reduzir as despesas com house agencies,

o que sugere maior prioridade nas agências externas.

Em geral, o estudo apontou que 56% dos respondentes esperam manter os investimentos de publicidade iguais. “Existe um novo padrão em que os anunciantes vivem um ambiente no qual precisam ampliar a efetividade do marketing, ao invés de cortar investimentos”, aponta Bob Liodice, presidente da ANA.

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Com informações do Advertising Age, em Meio e Mensagem

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20
03/13
52
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Controle e manipulação da mídia.

Duas notícias internacionais relativas à mídia e ao jornalismo mais propriamente vieram à tona nesta segunda, 18, e provocam uma boa reflexão sobre a situação atual da imprensa no mundo. A primeira refere-se ao fato de os três principais partidos do Reino Unido terem chegado a um acordo sobre a criação de uma nova instância de regulação para jornais, revistas e sites noticiosos com poder para determinar multas e impor publicação de correções.

A Grã-Bretanha possui um modelo de autorregulamentação para a mídia, o PCC (Press Complaints Comission), órgão considerado ineficaz diante dos recentes escândalos que assolaram a imprensa inglesa, em especial o uso de grampos ilegais pelo tabloide “News of the World”, do magnata Rupert Murdoch, fechado em 2011.

A segunda vem dos Estados Unidos e diz respeito às conclusões do estudo “O Estado da Mídia em 2013”, realizado pelo Projeto de Excelência em Jornalismo do Centro de Pesquisa Pew. De acordo com o relatório, o corte de investimento em reportagem está afastando o público do noticiário, seja ele na TV, nas revistas, nos jornais ou nos sites.

As redações de jornais norte-americanas cortaram seus quadros de funcionários em 30% entre 2000 e 2012. As redes de TV, por sua vez, diminuíram os investimentos em reportagens investigativas e mais aprofundadas. Há quatro anos, esse tipo de conteúdo ocupava metade do tempo da CNN. Hoje, de cada quatro minutos de notícias na rede de notícias, apenas um tem esse perfil.

Há um paralelo entre os dois fatos: o direito de informar e de se informar passa obrigatoriamente por algum tipo de transferência de poder. No caso da imprensa inglesa, o furor do jornalismo marrom, protagonizado pelos tabloides, que convive com ícones da qualidade editorial global como The Guardian, Financial Times e The Independent, provocou uma reação popular fazendo com que o assunto entrasse na agenda do governo.

O conservador primeiro-ministro David Cameron queria uma espécie de lei da mídia com poderes de punir abusos dos órgãos de imprensa. Acabou cedendo a um estatuto um pouco mais brando, mas que avança em relação ao PCC.
Por seu lado, nos Estados Unidos, o estudo do Centro de Pesquisa Pew demonstra que o público que fugiu da mídia tradicional foi buscar esta informação de outras fontes.

Em uma inversão do pêndulo da mídia, aqueles que protagonizam a notícia passam a deter também o controle sobre a mensagem, diz o relatório. E cita como exemplos os governos e as corporações, que detêm cada vez mais estruturas de relações públicas caras, sofisticadas e eficientes. Na eleição presidencial de 2012, dois terços dos relatos sobre a personalidade e a biografia dos candidatos, na mídia, nasceram nas campanhas. Três eleições atrás, a maioria tinha por origem a apuração dos jornalistas.

Mídia mais controlada na Grã-Bretanha. Público mais manipulado nos Estados Unidos. Duas realidades que parecem distantes do Brasil, mas que sempre serviram de modelo para a prática do jornalismo no mundo todo. Um retrato sombrio e preocupante para o futuro da imprensa.

REGINA AUGUSTO

Editora de Meio e Mensagem

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12
03/13
243
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Vendeu a escola e comprou um time de futebol nos Estados Unidos.

Depois de vender a Wise Up e toda a holding que cresceu em seu entorno à Abril Educação, por R$ 877 milhões, no mês passado, Flávio Augusto da Silva, 41, dá os primeiros passos no seu novo projeto. Em fevereiro, o carioca comprou o Orlando City, da Flórida, clube fundado em 2010 e que hoje disputa uma espécie de terceira divisão no país. Sua ideia é aproveitar o plano de expansão da MLS (Major League Soccer, a principal liga dos EUA) e adquirir uma franquia para jogar o campeonato a partir de 2015. O empresário estima seu investimento entre US$ 60 milhões e US$ 80 milhões (R$ 117 milhões a R$ 156 milhões) e espera contrapartida semelhante da Prefeitura de Orlando, do condado e do Estado.

Fonte: Gazeta do Povo

06
03/13
27
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Voz para sua opinião.

A BBH de Nova York assina para o jornal The Guardian campanha impressa, a ser veiculada nos Estados Unidos.

Voice Your View” inclui três anúncios com ilustrações da designer israelense Noma Bar, representando dois lados de alguns debates.

A comunicação também conta com site que convida os leitores a tomar uma posição, encorajando-os a escolher o seu lado em várias questões.

Fonte: CCSP

05
03/13
20
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Piada do Dia.

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“Os Estados Unidos implantaram a doença

(câncer) no corpo do nosso líder Hugo Chávez!”

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Nicolás Maduro

Vice-presidente não empossado da Venezuela.

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