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Publicidade impactante é assim que se faz.

A publicidade de excelência atrai nossa atenção e permanece por muito tempo em nossa memória.

E é justamente deste tipo de impacto que os problemas sociais precisam. Fazer com que as pessoas reflitam e convidá-las a dar um primeiro passo rumo a uma mudança significativa.

Incrível.club traz para você 17 exemplos de publicidade social que mais nos impactaram recentemente.

A barreira do celular

A filial chinesa da empresa de publicidade americana Ogilvy criou uma campanha publicitária que demonstra claramente o lugar ocupado pelas novas tecnologias em nossas vidas. O lema da campanha é: «Quanto mais nos comunicamos, menos falamos».

A velocidade mata

«A velocidade mata», lema usado mais de uma vez em campanhas publicitárias com fins sociais. A agência de publicidade Western Cape Government complementou esta ideia com uma impactante imagem daquilo que ela por si só representa.

Não seja cara de pau

RATP, empresa francesa que dirige o transporte público de Paris, lançou uma campanha de publicidade social que convida as pessoas a respeitarem os outros passageiros.

Alimentar uma pessoa necessitada é mais fácil do que parece

A agência TBWA\Hunt\Lascaris (África do Sul) criou esta mensagem de grande conteúdo social, uma campanha tocante que convida a ajudar as pessoas que não têm recursos para se alimentar.

Freie a violência: se beber, não dirija

A agência brasileira ‘Terremoto Propaganda’, de Curitiba, em cartazes contra motoristas bêbados, mostrou uma nova perspectiva sobre este assunto tão preocupante.

Este cartaz não passa despercebido

A organização Hubbub, do Reino Unido, inventou uma forma muito original para manter a cidade limpa. O projeto anima os fumantes a votar sobre temas variados, jogando as bitucas em recipientes separados em vez de jogá-las no chão.

Seu filho é aquilo que você come

Esta publicidade social foi criada pela agência Paim, de Porto Alegre, a pedido da Sociedade Brasileira de Pediatria. Os cartazes mostram, de uma forma muito forte, como os hábitos alimentares das mães podem causar problemas que seus filhos, provavelmente, terão de enfrentar no futuro.

Nenhuma criança sonha em ser um adulto obeso

A publicidade social da agência LatinWorks (Austin, EUA), se dedica ao tema da obesidade e conta como esta condição impede que as pessoas persigam seus sonhos.

Com o que você gasta em 2 minutos ela pode viver por 2 dias

Colgate-Palmolive lançou uma campanha que cria consciência sobre como economizar os recursos naturais de primeira necessidade, como a água.

Logotipos de marcas adquirem um novo significado

É pouco provável que esta publicidade social do Moçambique Fashion Week, contra casacos e outros produtos de pele, a favor da proibição do uso do marfim e chifres de rinoceronte, detenha os caçadores clandestinos. Mas talvez a campanha consiga fazer com que os consumidores reflitam, pelo menos, sobre a questão.

Pense nos dois lados

A agência russa Red Pepper, em sua publicidade social, trata das consequências da distração ao volante. Tenha muito cuidado ao dirigir, sobretudo durante as férias escolares.

Brinquedos contra o trabalho infantil

Nesta publicidade social portuguesa, realizada pela APAV (Associação Portuguesa de Apoio à Vítima), brinquedos fazem o mesmo que muitas crianças em todo o mundo são obrigados a fazer: trabalhar. A imagem de um urso de pelúcia sentado diante de uma máquina de costura e de um Teletubbie engraxando os sapatos de um simpático senhor causam uma impressão inesquecível: a infância acaba quando o trabalho começa.

Ao ver um atum… pense em um panda

A filial da Ogilvy em Cingapura, nos convida a pensar: E se o lugar do atum fosse ocupado por um belo panda?

Não fale ao celular se estiver dirigindo

A agência Mudra Group, na Índia, com uma publicidade nada agradável, porém eficaz, convida os motoristas a ter cuidado ao volante. Não se deve falar ao celular, pois fazer isso pode trazer consequências irremediáveis.

Curtir não está ajudando

A agência Publicis, em Cingapura, lembra que o ’ativismo’ nas redes sociais não causa nenhum efeito real sobre os problemas do mundo. Um clique não basta para resolvê-los.

Use o cinto de segurança. Preserve sua vida

A agência de publicidade canadense SAAQ elaborou cartazes com o slogan ‘Use o cinto. Preserve sua vida’, instigando os motoristas a usar sempre o item de segurança.

Bebeu? Escolha quem vai te dar uma carona

A publicidade social da Islândia propõe que os cidadãos bêbados escolham quem irá levá-los para casa: um táxi, um carro de polícia, uma ambulância ou… um carro funerário. A publicidade obriga o espectador a parar e pensar com uma imagem impactante e muito convincente

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Hábitos e Comportamento dos Usuários de Redes Sociais.

Facebook vem mantendo sua supremacia nas redes sociais e aumentando ainda mais sua participação por meio de aplicativos como o WhatsApp. A constatação é da pesquisa Hábitos e Comportamento dos Usuários de Redes Sociais, realizada pela e.lifegroup no Brasil com 1.961 pessoas. Os questionários foram aplicados no período de maio a agosto de 2016.

Segundo o levantamento, o Whatsapp foi a rede com mais relatos de adoção, seguida por Facebook e Twitter. O Facebook é a rede social mais utilizada para conhecer gente nova seguido por Twitter e Instagram. Aplicativos de relacionamento e paquera são utilizados por 12% da amostra. Para este público, o app de paquera passa a ser a primeira opção de comunicação para conhecer gente nova.

Preferência dos usuários por aplicativo:

evolução
O Facebook é a principal rede para passatempo e entretenimento, dos 54% de adeptos da rede para esta função, 53% deram preferência a este uso. O Twitter também tem importância neste cenário com 46% de seus usuários dizendo ser esta a primeira opção para passatempo. Para o dia a dia profissional também se destaca o Facebook, que, embora tenha a maior adoção, foi considerado a segunda opção para este tipo de contato. A primeira opção para trabalho acaba ficando com o Linkedin, embora em menor quantidade. Quando o tema é relacionamento com empresas, produtos e serviços o Facebook é a principal mídia.

A força do mobile

O estudo também mostra que o celular tornou-se um “canivete-suíço” para vários tipos de aplicações on-line e porta de entrada para o consumo de informações e serviços, apesar das dificuldades com o mcommerce. Do total de entrevistados, somente 54% dos internautas usam sua franquia para acessar as redes sociais diariamente, mas não
compram pacotes de dados adicionais de 3G e 4G. São pessoas heavy-users da internet e que topariam fornecer dados pessoais em troca de acesso Wi-Fi (80% delas).

Para este público, as questões de segurança não são mais o único desafio para o mcommerce,mas a dificuldade de uso de um app ou site móvel, o que demonstra que há muito a ser melhorado na gestão de interface e experiência do usuário de acesso móvel.

Consumo de vídeo por plataformas:

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Em termos de consumo de conteúdo, o celular substituiu o jornal impresso (76% leem notícias no celular diariamente), o Portátil para jogar videogame (70% utilizam o celular para jogar) e o DVD/BlueRay (2 em cada 3 entrevistados acessa streaming pelo celular).

Dos internautas mobile, 98% utilizam Whatsapp, 88% Facebook, 81% Twitter e 79% Instagram. A maioria das redes citadas teve uso diário relatado. Em relação a consumo de conteúdo em vídeo, 96% dos entrevistados têm acesso a notícias pelo celular. Destes, 76% as acessam diariamente.70% utilizam o celular para jogar ou se entreter, sendo que 40% deles o fazem diariamente. 2 em cada 3 entrevistados acessam, conteúdo de vídeo via streaming (Netflix, Popcorn time, etc.). Sendo que 43% desse público vê streaming diariamente.

Ainda de acordo com a pesquisa, plataformas digitais de vídeo já ultrapassam TV paga e TV aberta entre internautas. Os canais permitem boa segmentação para presença de marcas Plataformas online já superam TV para usuários de redes sociais, principalmente plataformas que seguem o formato do Youtube. Plataformas de vídeo On-line, como YouTube e Streaming, TV Aberta e Paga, além de videos baixados no computador competem pela atenção dos internautas, cada um com suas vantagens e desvantagens.

Fonte: Meio e Mensagem

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O que os anunciantes buscam.

Negócios são commodities, mas a criatividade não.

O que diferencia o preço é a criação que vai tirar um produto do lugar comum.

É bom lembrar que prêmio é um ponto de prestígio, mas não é o que os anunciantes buscam.

Na hora de decidir uma agência, querem inteligência estratégica.

E a criatividade faz parte desse universo.

 

Marcos Quintella, presidente no Newcomm

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Tendências do consumo de música digital.

babymusic

O Spotify lançou o estudo “Power of Music”, que aponta as tendências atuais em consumo de música digital no Brasil. Para levantar os dados,  a plataforma conversou com grupos de jovens – homens e mulheres de 18 a 30 anos – em São Paulo e no Rio de Janeiro, além especialistas em música.

Com o crescimento do streaming, a música digital se transformou nos últimos anos, diminuindo taxas de pirataria e aumentando a renda de artistas, gravadoras e distribuidoras. Só o Spotify já reverteu US$ 5 bilhões à indústria de música desde a sua criação, em 2008. Mais do que uma revolução na indústria musical, o streaming traz uma série de rupturas e mudanças no comportamento social.

Tendo o levantamento como base, o serviço apontou as sete prinicipais mudanças comportamentais geradas pelo impacto do streaming. Confira:

Cultura da abundância – a música é um recurso básico

A popularização da internet faz com que a música esteja cada vez mais acessível e a um preço mais baixo, se transformando num recurso básico do ser humano. Não existem mais momentos ou situações onde ela não possa entrar.

Geração Headphone

O acesso livre à música faz com que ela possa ser acessada e ouvida a qualquer momento do dia. O dispositivo que melhor representa esse comportamento é oheadphone: uma das primeiras tecnologias wearable de massa.

Os headphones são responsáveis em grande parte por permitir que os serviços de streaming acompanhem as pessoas em vários momentos diferentes ao longo do dia. É um instrumento capaz de inserir a música em todos os contextos cotidianos: estilo, trabalho, esportes, moda e locomoção, por exemplo.

Combustível para a vida

A música está presente e pauta todos os momentos do cotidiano das pessoas, ajudando a potencializar a trajetória ao longo da vida. A missão agora é encontrar a música perfeita para o que você está sentindo em um determinado momento.

Playlist por humor: a playlist na gênese do sentimento

Com a desfragmentação dos álbuns e o apogeu das playlists, as pessoas não buscam músicas apenas por artistas ou faixas: buscam cada vez mais por listas que contemplem o estado de espírito que elas querem acessar.

Preferência flexível

Na era do streaming, experimentar novas músicas, estilos e artistas tornou-se muito mais barato. Como resultado disso, as pessoas estão muito mais flexíveis em determinar o que é “bom” ou “ruim”. As pessoas se abrem para o novo e sabem que uma faixa ou artista não precisam representar sua identidade por completo. Isso permite que novas identidades multifacetadas aflorem, desapegando-se de rótulos.

Curiosidade: no Spotify, 89% das 50 músicas brasileiras na playlist TOP 50 Brasil são do gênero Sertanejo.

Intimidade compartilhada

Ao contrário de outras plataformas sociais, onde o usuário escolhe um fato social dentro do qual se integra para criar identidade, com o streaming as pessoas interagem ao demonstrar suas emoções reais por meio da música que ouvem.

Essa intimidade e essência se tornam acessíveis a todo o mundo. Dessa forma, a música é compartilhada na web permitindo que os usuários naveguem facilmente entre a intimidade de cada um.

Rede de interações e proximidade baseada na afinidade

A ligação entre todos os usuários criou acesso direto a uma biblioteca interminável de gosto musical. É uma biblioteca viva que está em constante transformação. Ela expande seu repertório a cada  interação de usuário ou música reproduzida.

O algoritmo cria, assim, uma enorme teia de interações com base nas preferências pessoais, a fim de personalizar as recomendações.

 

Fonte: Adnews

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Aramis.

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Agência: We

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09/16

Apple investe em inteligência artificial.

AI

A Apple está investindo em inteligência artificial. A marca anunciou que adquiriu a empresa Tuplejump, do setor de machine learning.

Pouco conhecida no mercado, a startup que atua na Índia e nos Estados Unidos foi uma das primeiras a trabalhar com big data. A empresa não revelou os valores da aquisição, muito menos os seus planos para a área.

Esta é a terceira compra da companhia voltada para o segmento de machine learning. A área prioriza o desenvolvimento de algoritmos e técnicas que possam facilitar o aprendizado de uma máquina. Neste ano, a Apple também comprou a Turi e Perceptio.

De acordo com o Techcrunch, um representante da Apple afirmou que a marca “compra empresas de tecnologia menores de tempos em tempos, e geralmente não discute seus propósitos ou planos”.

 

Fonte: Adnews

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Possível venda do Twitter agita o mercado.

As ações do Twitter subiram mais de 15% na manhã da última sexta-feira, 23, após uma notícia da rede CNBC apontar que a empresa poderia estar cada vez mais próxima de uma venda, e que o Google e o Salesforce estariam interessados no negócio. As duas empresas, no entanto, não seriam os únicos interessados, de acordo com a reportagem existem “diversos” possíveis compradores.

Pessoas próximas à movimentação dizem que o conselho de diretores é favorável a vender a empresa, mas não apostam em fechar acordo tão rapidamente. Ainda assim e apesar de existirem fontes que digam que o negócio pode não se concretizar, outros indivíduos citados pela CNBC apostam que, até o fim do ano, um anúncio pode ser feito.

Apesar de o Twitter viver uma crise por não conseguir expandir sua base de usuários, os interessados na compra estão de olho nos dados gerados pela rede social, que também é vista como uma plataforma de mídia.

Fonte: Meio e Mensagem

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Dentsu Japão afirma que 111 clientes podem ter pago a mais por anúncios – e pede desculpas públicas.

Sob o título ‘Dentsu Announces Occurrence of Inappropriate Operations in Digital Advertising Services Provided in Japan’, a Dentsu no Japão divulgou um comunicado a respeito de irregularidades na prestação de serviços de publicidade digital pela agência, incluindo cobranças indevidas  para os anunciantes e relatórios falsos de performance.

O comunicado assinado pelo presidente e CEO da Dentsu Japão, Tadashi Ishii, começa dizendo que a empresa está tratando da questão com muita seriedade e investigando internamente o fato com profundidade. Segundo a agência, todos os clientes que podem ter sido afetados já foram comunicados.

Segundo o texto, a Dentsu verificou que houve vários incidentes nos serviços de publicidade digital, prestados de forma inadequada. Há irregularidades como discrepâncias em períodos de colocação de publicidade, falha de colocação e relatórios falsos sobre os resultados de desempenho. “Além disso, foi detectado que houve incidentes em nossas faturas, que não refletem os resultados reais, resultando em cobranças injustas”.

A Dentsu informa que as investigações abrangem os serviços de publicidade digital prestados depois de novembro de 2012. As investigações envolvem a comparação de vários dados e documentos, realização de entrevistas de funcionários que estavam envolvidos nas operações e a verificação de fluxo de negócios relacionados aos serviços de publicidade digital.

Segundo a agência, há 633 transações suspeitas, envolvendo 111 anunciantes e totalizando aproximadamente 230 milhões de ienes. Entre essas operações, o número de casos em que as taxas foram cobradas enquanto nenhuma colocação tinha sido feito chega a 14.

“Nossa empresa está determinada a esclarecer as causas que levaram às operações impróprias e estabelecer outras medidas necessárias para resolver a situação, a fim de restaurar a confiança na nossa companhia. Pretendemos relatar o progresso de nossos esforços para nossos clientes e parceiros de negócios, incluindo anunciantes, associações relacionadas e organizações e todas as outras partes interessadas”.

Por fim, a Dentsu pede desculpas aos anunciantes envolvidos, partes interessadas e acionistas.

 

Fonte: propmark

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COMENTÁRIO

O reconhecimento do erro, o pedido particular e público de desculpas e a devolução do dinheiro inadequadamente cobrado, demonstram a seriedade da Dentsu e, creio, um exemplo que só os japoneses são capazes de dar – infelizmente.

JJ

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Vai parar?

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Comunicação é assim.

 

  1. Círculo maior: O que eu penso.
  2. Segundo círculo: O que eu consigo colocar em palavras.
  3.  Terceiro círculo: O que eu digo para as pessoas.
  4. Círculo menor: O que as pessoas compreendem.

 

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