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05/15

Nizan defende inspiração e criatividade contra a crise.

Os desafios econômicos são enormes. A confiança no Brasil é uma das mais baixas dos últimos tempos. Porém, a criatividade e a inspiração devem se sobressair. A afirmação é de Nizan Guanaes, cofundador do Grupo ABC. Em entrevista no último sábado 23, ao programa Show Business, apresentado pelo empresário e jornalista João Dória, na Band, Guanaes falou sobre o papel dos empresários e líderes brasileiros em tempos de crise, a necessidade de saber vender o Brasil no exterior e a busca de inspiração em países como os Estados Unidos que soube lidar com a crise.

“Não será a primeira e nem a última (crise), os empresários brasileiros foram treinados por crises sucessivas e é o melhor momento para tomar decisões postergadas, buscar produtividade e, principalmente, oportunidades”, disse Guanaes. Eleito um dos brasileiros mais influentes do mundo pelo Financial Times e como uma das cem pessoas mais criativas pela Fast Company, o publicitário também falou sobre a importância de preservar a imagem do Brasil diante do mundo. “Podemos discutir nossos problemas, mas jamais devemos falar mal de nosso País. O Brasil possui líderes com renome internacional e vai se reerguer. ”

Como medidas imediatas relacionadas à comunicação, Guanaes destacou a importância de as empresas trabalharem sua comunicação interna. “O público interno não pode ser pautado pela crise. O papel do líder é comunicar, discutir e ser transparente. Se isso não acontece, as pessoas vão para o escritório vencidas e desanimadas. Elas precisam se sentir com foco e com a gana”. Reforçar a atuação institucional também é um ponto importante para o publicitário. Para ele, é momento de ir além das paredes do escritório discutir os assuntos do País como educação, cultura e produtividade.

O programa completo está disponível no site do Show Business, da Band

Fonte: propmark

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05/15

EUA estão desenvolvendo chip capaz de superar as falhas de memória e restaurar sua capacidade plena.

cérebro; mente; pensamento (Foto: Thinkstock)
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Agência de Pesquisas de Projetos Avançados de Defesa (Darpa, na sigla em inglês), ligada ao Departamento de Defesa dos Estados Unidos, está pesquisando, em parceria com a Universidade da Califórnia em Los Angeles e com a Universidade da Pensilvânia, um equipamento de interface neurológica, minúsculo e implantável, que aspira ser capaz de superar as falhas de funções de memória e restaurar sua capacidade plena.

Este chip tem o nome provisório de “prótese neural” e ajudará a compreender melhor os aspectos da memória humana e do funcionamento do cérebro, antes inacessíveis.  Uma de suas finalidades é ajudar a veteranos militares que sofreram algum tipo de lesão cerebral – uma preocupação central do Pentágono, após longos períodos de conflitos no Iraque e no Afeganistão (desde o ano 2000, 270 mil militares sofreram algum tipo de lesão cerebral).

Chamado de Restauração da Memória Ativa (RAM, na sigla em inglês), esse programa, que conta também com a colaboração do Laboratório Nacional Lawrence Livermore, pretende revelar novos aspectos da memória humana e do funcionamento do cérebro de maneira inédita, graças à tecnologia.  Até agora, os efeitos de perda de memória são difíceis de combater, justamente pela carência de maiores informações sobre seus processos. Objetivo do programa RAM é entende-los para poder desenvolver novas formas de tratamento.

Um experimento similar. da Universidade do Kansas com camundongos de laboratório, já sinaliza resultados positivos. Seus cientistas desenvolveram uma prótese neural chamada de Interface Cérebro-Máquina-Cérebro, que consiste em um microssistema elétrico capaz de gravar sinais de uma parte do cérebro, processá-los em tempo real em um equipamento externo e reenviá-los a outra região do cérebro, que havia perdido a conectividade com a parte inicial, restaurando sua interligação.

Ratos com lesões conseguiram melhorar em 70% suas funções cerebrais, cumprindo tarefas antes só concluídas por roedores saudáveis. Um dos desafios para os pesquisadores será definir o tempo de permanência do implante no cérebro: terá de ser permanente ou removível após alguns meses, quando a conectividade for restaurada? E mais: qual seria o prazo ideal entre o momento da lesão cerebral e a implantação do chip para tornar possível uma total recuperação?

Até agora, estudos iniciais mostram que a recuperação de conectividade ajuda a desenvolver novamente as ligações cerebrais, indicando que o chip da memória pode ser apenas temporário. Mas ainda há um longo caminho até que se obtenha uma conclusão consistente. Os resultados dos primeiros estudos sobre o chip do projeto RAM só devem sair dentro de quatro anos.

Fonte: Época Negócios

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Sílvio Santos diz que compra a Globo.

Silvio Santos Thiago Rocha
Silvio Santos dá entrevista a Thiago Rocha, no Muito Show, da RedeTV! (Foto: Divulgação/RedeTV!)

Depois de três meses de férias em sua casa em Celebration, nos Estados Unidos,Silvio Santos retomou a rotina em São Paulo na segunda quinzena de março. Na semana passada, ele esteve no salão do amigo Jassa, nos Jardins, e foi abordado por Thiago Rocha, repórter e apresentador do Muito Show, da RedeTV! O jornalista quis atualizar o dono do SBT das últimas notícias sobre o universo da televisão e das celebridades. O resultado foi uma entrevista bem humorada . A seguir, as melhores “pérolas” do patrão:

Crise de audiência na Rede Globo: “A Globo está em crise? Ah, eu compro. Eu compro a Rede Globo, não tem problema. Eu pago para os Marinho. Pago à prestação, mas pago”.

Guerra do Ibope entre Ratinho e Gugu“Como vou saber? Eu não assisto nem o Gugu, nem o Ratinho. Eu gosto de ver Netflix”.

Namoro de Eliana com Adriano Ricco, diretor do Domingão do Faustão:  “Mas a Eliana namorando um diretor da Globo? Acho que lá (no SBT) não tem ninguém que quer dar confiança para ela. Não tem. A Eliana é muito pequenininha. Ainda mais com esse sapato que ela arrumou agora, que amarra a perna toda, ninguém quer nada com ela”.

Silvio Santos voltou há pouco tempo dos Estados Unidos, onde sempre passa férias.

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Sonhos

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05/15

Budweiser, 139 anos de uma cerveja de boa qualidade.

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A marca de cerveja Budweiser, distribuída no Brasil pela Ambev, estreou sua nova campanha de posicionamento de marca global, adaptada no Brasil pela agência Africa. Com inserções em TV, mídia exterior, web e ações de ponto de venda, a marca resgatou sua assinatura da década de 1970: ‘This Bud’s for you’ ressaltando suas origens e destacando atributos como autenticidade e exclusividade.

De acordo com Diana Maranhão, gerente de marketing de Budweiser, a campanha é uma forma de ampliar o engajamento que a marca produz. “Budweiser tem orgulho de ser o que é e queremos inspirar nossos consumidores a serem livres, autênticos, únicos, a fazerem do seu próprio jeito assim como a marca que usa a mesma fórmula que faz sucesso em todo o mundo há mais de 139 anos.”


Fonte: Meio e Mensagem

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05/15

Tempo…

Tempo.
O tempo escoa entre nossas mãos, como a areia na ampulheta – até chegar ao fim.
De repente, temos a sensação de que não soubemos aproveitar cada átimo, menos do que um décimo de segundo. Cada grão da areia.
E vemos, às vezes, que boa parte do futuro foi ontem.
Há momentos em que ficamos perdidos no tempo, ainda quando sabemos que a maior parte da areia já se foi, ampulheta abaixo.
Fazer planos e tentar realizá-los é, creio, uma forma de criar futuro, de acreditar nele.
E de se manter esperançoso e vivo.
E não ficar lamentando o que não volta mais.
O que está feito, está feito.
O que deixamos de fazer ficou para trás.
Nada que fizermos mudará isso.
Resta viver, mais intensamente do que já vivemos
Enquanto tivermos força, saúde e determinação.
Construir novas alegrias é uma missão para todos os dias que iremos ainda viver.
Porque o tempo só vai parar quando acabar.
Daí acabou.

JJ

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05/15

Todos querem Sílvio Santos.

Quando sondam celebridades para determinadas campanhas, as marcas buscam mais do que visibilidade. Querem alguém que consiga reunir qualidades como aceitação, carreira sólida e nível de confiança, elementos fundamentais para formar a reputação do artista. Com todos esses atributos, o apresentador Silvio Santos frequenta, há anos, o ranking Celebrity DBI, realizado pelo Ibope Repucom, que reúne as personalidades com melhor nível de reputação do Brasil. Juntamente com Silvio, estão Gisele Bündchen, Neymar e Pelé.

A presença de Silvio nesse grupo explica o sonho de muitas marcas de tê-lo como garoto-propaganda. “Celebridades como ele já não precisam estar na mídia todo o tempo. O nível de credibilidade dele faz com que inspire confiança sempre”, diz José Colagrossi, diretor do Ibope Repucom. Segundo Colagrossi, somente ser conhecido não é necessariamente uma virtude. Conta também o nível de interesse que os potenciais clientes de uma marca veem em determinado artista.

A atração que Silvio exerce sobre as marcas ficou clara mais uma vez nos últimos dias. Na última sexta-feira 22, o colunista Flavio Ricco publicou em seu blog a informação de que o apresentador teria recusado uma oferta milionária para ser garoto-propaganda da marca Friboi, do Grupo JBS. O convite, que não foi confirmado nem pelo SBT e nem pela JBS, trouxe novamente à tona a discussão sobre o potencial de Silvio Santos de atrair interesses de grandes marcas.

Não é a primeira vez que isso acontece. Em agosto do ano passado, outra notícia veiculada nos bastidores deu conta de que o site de classificados OLX teria feito uma proposta para que Silvio e sua filha Patricia Abravanel gravassem um comercial da marca. De acordo com o colunista Lauro Jardim, da Veja, o apresentador não aceitou por discordar do valor do cachê.

Ninguém jamais ganhou um ‘sim’ de Silvio, com exceção das marcas que foram premiadas com publicidade espontânea em seu programa. O caso mais emblemático foi o da Netflix, em fevereiro. Silvio não só mencionou que usa o serviço como citou o preço da assinatura e recomendou que seus telespectadores assinassem. O assunto ganhou repercussão internacional e, em resposta a Silvio, o CEO da Netflix, Reed Hastings, retribuiu a gentileza oferecendo uma assinatura vitalícia. Outras empresas até tentaram pegar uma carona, como a LG, que divulgou um vídeo presenteando Sílvio com uma TV ultra HD.

Outra marca que vibrou de alegria por ter sido citada por Silvio foi a rede Walmart. Em entrevista à Veja São Paulo, em fevereiro do ano passado, Silvio, em férias em Orlando, EUA, disse que comprava suas roupas na varejista. Em setembro de 2013, em seu programa Tentação, o apresentador também citou a marca Coca-Cola. O ‘não’ de Silvio não é puro capricho. Sua decisão é calculada. À frente de uma das maiores emissoras do País e, portanto, canal para muitas outras marcas, dar preferência a uma ou outra poderia incomodar e comprometer o faturamento do SBT.

Apesar da baixa possibilidade de Silvio vender algum produto que não os seus, tudo pode se esperar de um apresentador que, aos 84 anos e meio século de televisão, continua gerando notícia. Seja por uma pegadinha com zumbis no metrô, um comentário ousado com suas assistentes ou um elogio aos concorrentes.


Fonte: Meio e Mensagem

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05/15

O autor é guardião da sua própria prisão.

Quando alguém encontra sua maneira de ser, criar e expressar-se, fazendo algo que o diferencie e destaque dos demais, abre a porta da própria prisão – o autor fica prisioneiro do seu estilo. A partir desse momento, ele passa, perante si e os outros, a ser responsável pela sua conquista.

Encontrar o estilo pessoal é um achado feliz e, ao mesmo tempo, uma pesada carga para se carregar.

O mundo gosta de admirar trabalhos autorais autênticos e a expectativa é de que o criador faça as coisas da mesma maneira sempre. Esta é a porta do calabouço do artista. Assim como os Demônios da Garoa tinham que cantar sempre “ticaricumbum, ticaricumbum”, Roberto Carlos tem que, a cada show, cantar “Emoções”.

Quando o estilo de um criador vem suprir a necessidade da sociedade em determinado momento e contexto, ele, aos olhos dos outros, vira gênio e passa a ser solicitado à exaustão. Se não souber administrar bem a sua criação, poderá esgotar-se e sucumbir perante tantas cobranças.

Administrar sucesso não é para qualquer um; muitos morrem de overdose.

Ao descobrir seu estilo, cabe ao criador aprimorá-lo ao longo da carreira. Alguns conseguem e refinam sua arte limpando e aparando arestas até que o conjunto da obra adquira um estado quase fluídico – sinal de que chegou a maturidade.

Artistas como Iberê Camargo mostram claramente essa trajetória. Outros, mais corajosos, se reinventam e apresentam novas propostas em cima daquilo que já estava bom.

Picasso e Bob Dylan fizeram isso várias vezes em suas carreiras. Por outro lado, há os que são firmes e não transigem com suas obras. Coco Chanel, cuja criatividade inovou o modo como enxergarmos e vivemos a arte do vestir, ficou eternamente presa ao seu belo e inconfundível estilo. O pretinho básico sobrevive a várias gerações e ainda vai atravessar décadas.

Estilos são construídos ao longo do tempo com muito trabalho e tropeços. Estão ligados à sorte, às circunstâncias e algumas vezes a um “anjo da guarda” que nos estimula a ousar na mudança.

Muitas vezes o toque sutil da fala ou conselho de alguém faz com que o autor passe pelo seu ponto de mudança – kairós, para os gregos.

É preciso estar atento a este momento, porque é a partir daí que a responsabilidade aumenta. A nova situação produzirá efeitos colaterais e exigirá a contrapartida do autor, e ele terá que reconhecer e trabalhar estes efeitos.

A prisão para muitos pode ser perpétua.

Eloy Zanetti, consultor de marketing e comunicação;

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05/15

Foto do dia: elefante rouba câmera e faz selfie com turista.

A selfie do elefante com o turista Christian LeBlancA selfie do elefante com o turista Christian LeBlanc, na Tailândia.

Fonte: Veja

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Na lojinha.

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