29
03/17

Ainda não estou 100%.

Amigos, não melhorei o suficiente.

Vou ficar mais um dia sem atualizar este blog.

Lamento (tusso até pra digitar – está insuportável).

Breve eu volto, 100%.

 

JJ

29
03/17

Minha bela Curitiba.

A imagem pode conter: atividades ao ar livre

28
03/17

Sem blog.

Estou com uma gripe fenomemal.

Medicado, mas sem condições de trabalhar neste blog hoje,

Desculpem-me.

 

JJ

27
03/17

Bruno Regalo é o diretor de arte número 1 de 2016, da revista Archive!

 

Quem é Quem: Bruno Regalo

Bruno Regalo, que se chama simplesmente Regalo, é guitarrista, diretor criativo e diretor de arte da agência Candy Shop, de Curitiba, no sul do Brasil e é o diretor de arte número 1 do ano de 2016 no ranking anual de arquivos da Lürzer/Archive.

 Como você entrou em publicidade em uma frase …

Passei a maior parte da minha adolescência assistindo MTV, desenhando, escrevendo e produzindo videoclipes para bandas locais, escrevendo músicas e tocando guitarra elétrica. Foi no colégio, então, eu percebi que eu poderia canalizar todas as minhas paixões em uma carreira específica: “Publicidade”. Foi amor à primeira vista, mas meus pais não estavam muito interessados nisso. Eles me pediram para escolher um especialista diferente: Engenharia de Computação. Para fazer uma história longa curta, eu fiz o indizível: eu falsifiquei a assinatura do meu pai no formulário de consentimento para que eu pudesse fazer o teste de admissão da universidade para o Curso de Publicidade, uma vez que meu pai nunca iria assiná-lo. Passei e entreguei a notícia. Eles foram mad e nós não falar por 6 meses. Mas no final, chegamos a termos e eles entenderam que mesmo com um mau começo, era a coisa certa a fazer e eu wouldn ‘

A campanha mais recente em que trabalhei …

Recentemente surgiu uma idéia para uma livraria brasileira tradicional, na qual um marcador simples se tornaria uma coisa poderosa para conscientizar e ajudar as mulheres a lutar contra o assédio sexual no transporte público brasileiro. E estamos produzindo uma campanha chamada “Banned Songs” para uma rede de estações de rádio, que irá proibir as músicas de sua lista de reprodução que trazem conteúdo sexista ou mensagens que denigrem as mulheres de qualquer maneira.

A melhor peça de trabalho criativo no momento é …

Estou profundamente apaixonado por uma campanha que começou com dois amigos meus de Ogilvy Ny (Arthur Lipori e Caro Rebello) chamado “Refugee Nation”. Trata-se de um país criado a partir do zero, tendo até um hino e uma bandeira. Uma nação de refugiados criada para competir nos Jogos Olímpicos Rio 2016. É um trabalho inspirador que continua virando viral e crescendo mesmo depois que os jogos terminaram.

A próxima grande coisa na publicidade vai ser …

Eu acredito que a publicidade está se desviando cada vez mais para o entretenimento, boas histórias contadas com novas tecnologias (como a Realidade Virtual, por exemplo), e tudo cercado de muita arte (afinal, todo mundo adora ideias excelentes).

O pedaço de trabalho de publicidade que eu gostaria de ter pensado é …

Uau, pergunta difícil. Há muitos! Desde “Pense Pequeno” para “Escrever o Futuro”, mas eu ainda fico animado cada vez que vejo o clássico impresso: “Michael Jordan 1 x 0 Isaac Newton” para a Nike.

A internet / ferramenta digital que eu não poderia viver sem é …

Sem dúvida Adobe Photoshop. Eu tenho usado todos os dias desde 2002. É uma ferramenta incrível que me ajuda a pagar minhas contas e dar vida a idéias.

Em um filme sobre minha vida, eu gostaria de ser interpretada por …

Stallone, com certeza! Rocky Balboa é o meu herói de cinema de todos os tempos. PS: Se agora tenho um filme sobre a minha vida, seria possível contratar o John Hughes para dirigí-lo?

Uma palavra ou frase que eu uso em excesso …

Assholes não são bem-vindos.”

Minha última atualização de mídia social disse …

“Aqui está o Vasco, P @ # $%!” – Minha equipe de futebol não tem se apresentado bem nos últimos anos, por dizer. Sempre que ganha, é uma explosão em meios sociais!

Minha colaboração de sonho é …

Tocar guitarra com Eddie Van Halen, fazer spots de TV com Mr.T, trabalhando com caras incríveis que estão fora do circuito de publicidade como David Carson, Ed Fella, Basquiat. Na publicidade de caras como David Droga e Chuck Porter, no Brasil caras como Pedro Izique, Rafael Gil, Rodrigo Castellari, Fabio Seidl, Leo Macias e Marcos Medeiros. Qualquer um desses nomes seria um grande sonho.

Uma crítica que recebeu foi … 

Você não acha que bebe muito Red Bull?

A última música que ouvi foi …

Era provavelmente “quando a canção permanecer a mesma” por Noel Gallagher

Punho do Twitter : @brunoregalo – facebook.com/brunoregalo

Imagem relacionada

COMENTÁRIO

Fico felicíssimo com o desenvolvimento espetacular do Bruno, que foi meu aluno de publicidade no Unicenp (hoje Universidade Positivo). Confesso que me emocionei ao ler a notícia na Archive – e não poderia deixar de reproduzir a conquista dele no meu blog. Parabéns, Bruno Regalo. Você é nota 10!

JJ

27
03/17

Record, SBT e RedeTV avisam que vão sair do ar na TV paga: “falta de diálogo”.

Comunicado-CincoDias

Trecho do comunicado exibido simultaneamente na programação de RecordTV, SBT e RedeTV.

Desde o início da tarde desta sexta-feira, 24, RecordTV, RedeTV e SBT estão veiculando em seus intervalos comerciais um comunicado no qual informam que a partir do dia 29 de março, quando o sinal analógico de TV for desligado, deixarão de exibir sua programação nas operadoras pagas Net, Claro, Embratel e Sky.

A briga, que já vem, há tempos, se desenrolando nos bastidores, foi exposta ao público espectador. Por meio da Simba Content, empresa formada pelas três emissoras, RecordTV, RedeTV e SBT querem que as operadoras de TV paga paguem pela exibição de seu sinal digital. Até então, o conteúdo dos três canais era carregado pelas operadoras sem nenhum tipo de remuneração.

No comunicado exibido pelas três emissoras, é afirmado que as operadoras “se recusam a negociar os direitos de transmissão com Record, RedeTV e SBT, ao contrário do que já fazem com grupos estrangeiros e até com outras emissoras nacionais”. O comunicado segue dizendo que “juntas, RecordTV, SBT e RedeTV detém grande parte da audiência da TV Aberta”. Por fim, as emissoras reclamam da postura das operadoras. “Lamentamos a falta de diálogo das operadoras, o que impediu que um acordo que respeitasse o desejo do público brasileiro”, diz o comunicado.

Net se manifesta
Nessa quinta-feira, 23, a Net também começou a exibir um comunicado, em seu canal para assinantes, sobre as negociações com as emissoras. De acordo com a operadora, “após o encerramento do sinal analógico da Tv aberta, a exibição dos canais abertos passa a depender da autorização de cada emissora”. A empresa reforça que, até o momento, não tem acordo com Record, RedeTV e SBT e que “a transmissão dessas  emissoras poderá ser suspensa por tempo indeterminado”.

Procuradas pela reportagem, Net, Sky, OiTv e VivoTV ainda nao se manifestaram. Já a Simba Content divulgou um comunicado no qual “esclarece que está em negociação nesse momento com as operadoras de canal por assinatura e que fará todo o esforço para que o cliente dessas empresas não fique sem o conteúdo das três emissoras que, juntas, representam uma parte significativa da audiência na televisão paga.” A empresa ainda afirma que “seu conteúdo já está disponível para todo o cidadão brasileiro através do sinal digital de forma totalmente gratuita.”

Fonte: Meio e Mensagem

27
03/17

Onerar (ainda mais) o assinante seria suicídio para a TV paga.

TV paga no Brasil pode ter um cenário diferente a partir do dia 29 de março, do qual Record, RedeTV e SBT, talvez, não façam mais parte. Marco da transição do sinal de TV analógico para o digital, a data também será o ponto de definição de uma disputa que coloca as três emissoras de um lado – sob a nomenclatura da Simba Content – e operadoras de TV do outro.

Vislumbrando a possibilidade de ter uma nova fonte de receitas com o fornecimento de seu sinal digital, as três emissoras abertas se uniram, ainda em 2015, para formar uma organização orientada a negociar (e cobrar) por seu conteúdo das operadoras que quiserem manter seus canais em seus cardápios. Até então, Net, Sky e as demais operadoras não remuneravam as emissoras abertas pelo carregamento de seus canais, diferentemente da negociação que ocorre com distribuidores internacionais, como Fox, Discovery e outras.

Para a Simba, o conteúdo das três emissoras não será mais oferecido de graça às operadoras de TV. Proprietária do conteúdo, a empresa acredita que, da mesma forma que as operadoras pagam para os grupos internacionais, elas devem, também, remunerar os veículos nacionais que respondem por boa parte de sua audiência.

Sem entrar nessa briga de forma direta, a Associação Brasileira de TV por Assinatura (ABTA) já escolheu um lado. Na opinião da entidade, qualquer movimento que vise trazer um novo custo ao setor – que vêm, há dois anos, enfrentando um declínio na base de assinantes – seria uma atitude negativa. “Todas as empresas do setor estão se esforçando ao máximo para reduzir seus custos. Em um momento economicamente difícil como este, qualquer ideia que possa onerar o setor e, consequentemente, o assinante, seria suicídio para a indústria de TV paga”, analisa Oscar Simões, presidente da ABTA.

Na opinião do executivo, as operadoras de TV por assinatura também enfrentam as consequências da instabilidade econômica e, por isso, não conseguiriam absorver o novo encargo proposto pela Simba Content sem repassá-lo aos assinantes. “Penso que, se houvesse qualquer margem para a reduzir os custos, as operadoras já o teriam feito. Defendemos sempre um trabalho na direção contrária, no sentido de qualificar a produção e o serviço com menos custos e mais opções ao espectador”, pontua. Apesar de, indiretamente, criticar a postura da Simba Content, a ABTA frisa que não está envolvida nas negociações. “Esse é um assunto que não cabe a ABTA resolver. Cada operadora negocia de forma isolada”, explica.

Simões também contraria a ideia de Marco Gonçalves, negociador da Simba Content que, em entrevista ao Meio & Mensagem, declarou que as operadoras teriam como absorver os custos da remuneração às emissoras da Simba sem repassá-los aos assinantes por ter uma robusta margem de lucro em suas atividades. “As operadoras também enfrentam a crise e vêm sofrendo com a retração da base. Qualquer novo custo, certamente, iria onerar as empresas e acabaria afetando os assinantes”, acredita Simões.

TV diversa
Oscar Simões também criticou outro argumento usado por Marco Gonçalves a respeito das negociações entre a Simba Content e as operadoras. Na opinião de Gonçalves, se as operadoras de TV paga deixassem de pagar grandes grupos internacionais pela inclusão no cardápio de alguns canais que geram uma audiência muito baixa, elas teriam mais condições financeiras de remunerar por conteúdos que, de fato, atinjam a uma massa maior da população, como o da Record, SBT e RedeTV.

“A qualidade da TV por assinatura está, justamente, na diversidade. Claro que há canais com baixa audiência, mas eles servem a um tipo de público que tem interesse em consumir aquele conteúdo. Esses canais têm uma razão de estar no cardápio”, defende.

O presidente da ABTA declara que espera que Simba Content e as operadoras cheguem a um acordo e que o consumidor não seja prejudicado. Caso as duas partes não batam o martelo, ele declara que, como a decisão de liberar o canal deve partir do proprietário do conteúdo (no caso, as empresas da Simba), não há nada que a entidade possa fazer para manter as três emissoras na grade. “Se o dono do sinal não quiser mais que seu conteúdo seja carregado, as operadoras não podem fazer nada. E, justamente por não terem esse poder de decisão, não podem ser penalizadas por isso. Mas espero que todas as partes tenham bom senso”, pontua.

Fonte: Meio e Mensagem

27
03/17

Michelin

27
03/17

Comunicação alinhada e de portas abertas para ideias, na Secom.

Duílio Malfatti, secretário de publicidade e promoção da Secom, palestrou na última sexta (24), na Aner (SP), falando sobre a sistemática de relacionamento entre o governo federal, agências e veículos de comunicação.

Segundo ele, “ao contrário do que acontecia na gestão anterior, agora adotamos um alinhamento entre todos os órgãos do governo, para podermos tratar da comunicação de forma racional e ao mesmo tempo mais profissional. Nossa política é de portas abertas, através da qual todos os veículos e agências podem agendar reuniões com a Secom e apresentar seus projetos”.

A Secom está finalizando a licitação para a escolha de três agências que administrarão a verba de mais de R$ 200 milhões da mesma.

Fonte: Propmark

27
03/17

O Globo cria grupo para combater disseminação de notícias falsas.

<p>
	Cansa&ccedil;o no jornalismo (Divulga&ccedil;&atilde;o)</p>

Com o objetivo de checar discursos e anúncios de autoridades a boatos disseminados nas redes sociais, O Globo entra na discussão contra a proliferação de notícias falsas e lança blog feito por grupo especializado em checagem de fatos. É isso mesmo? combate este problema que ganha força em todo mundo e virou alvo de preocupação dos grupos de mídia dos Estados Unidos, da Europa e também do Brasil. A equipe, inicialmente, conta com sete profissionais e é coordenada pelo jornalista Fábio Vasconcellos.

Ascânio Seleme, diretor de redação do Globo, afirma que o objetivo do novo grupo é dar ao leitor condições para que ele tome decisões confortáveis para o seu dia a dia. “Queremos ajudar o consumidor, com os nossos produtos, a tomar decisões corretas na sua vida, informando o que é falso ou verdadeiro”, explica Seleme.

Além do Globo, o jornal Extra também passa a ter o seu próprio grupo de checagem de dados, chamado de #Éverdade ou #Éboato. Octavio Guedes, diretor de Redação do Extra, lembra que em 2010, às vésperas da ocupação do Complexo do Alemão, o Twitter e o Facebook foram tomados por falsas informações de ataques de traficantes a civis, alarmando a sociedade. Por sugestão do editor Fabio Gusmão, o Extra montou um time que, durante cinco dias, trabalhou 24 horas informando o que era verdade e o que era boato. “Foi uma vacina contra as mentiras virais. A diferença de 2010 para hoje é que as crises provocadas por falsas notícias deixaram de ser pontuais para virarem permanentes”, diz Guedes.

O grupo de checagem de dados vai ainda orientar todos os jornalistas da Redação a fazer checagens. “Existem mais de cem iniciativas de fact-checking em 47 países, e essa é uma atividade, sem dúvida, importante. Em um mundo hiperconectado, com disseminação em massa de boatos, é fundamental que possamos checar informações e responder ao leitor de forma rápida e precisa.

Fonte: Adnews

27
03/17

Isso é marketing.

Provavelmente você já ouviu algumas vezes alguém usando a expressão “isso é marketing” como sinônimo de algo que não se sustenta, que é apenas fachada, alguma coisa construída à base de enganação e factoides.

Todas as vezes que se quer atribuir a chancela de superficialidade às ações de um político ou celebridade, artista ou empresário, lança-se mão da afirmação “isso é marketing”, invariavelmente acompanhada de um risinho sínico, cáustico, pejorativo.

O crítico de cinema, o expert em literatura, o entendido em gastronomia, o jornalista que escreve sobre turismo, todos, usualmente, atribuem ao marketing a capacidade de fazer algo de qualidade questionável se tornar um sucesso.

Eu realmente fico ofendido com o uso do marketing como designativo de manipulação, como sinônimo de fabricar falsas percepções. Isso não é marketing, é enganação, é agir de má-fé.

O marketing é uma atividade legítima, que contribui para o desenvolvimento dos negócios de maneira sustentável, promovendo marcas e produtos, colaborando de maneira relevante para que as empresas possam crescer, prosperar e investir, gerando empregos e fazendo a roda da economia girar.

O marketing informa, propaga hábitos que podem trazer mais qualidade de vida, ajuda as pessoas a tomar decisões, a saberem o que estão comprando.

O marketing desempenha o papel fundamental em entender como a sociedade está se movimentando, as mudanças culturais, seus valores, fazendo a ponte entre pessoas e empresas.

Na grande maioria das vezes, o marketing é praticado com responsabilidade, com transparência, com ética e respeito. Como em toda atividade, é evidente que o marketing está no caráter de quem o utiliza de maneira recriminável.

Em todas as profissões, encontramos gente desonesta, que macula sua atividade com práticas que lesam o público. O engenheiro que economiza na execução da ponte para obter ganhos pessoais, o médico que recomenda um exame que não seria necessário, o advogado que prolonga o processo para manter os honorários, mas nem por isso se escuta expressões como: “isso é medicina” ou “isso é engenharia”.

Eu tenho um grande orgulho de trabalhar com marketing e comunicação, posso assegurar que, em 38 anos de vida profissional, tenho tido o privilégio de conviver com pessoas competentes, íntegras, responsáveis. Gente que exerce sua atividade com respeito ao consumidor e honra a profissão pela qual optou.

São pessoas que, com talento e consciência moral, contribuem muito para uma ecologia em que empresas e consumidores convivem em um sistema de ganho mútuo; isso sim é marketing.

José Eustachio, presidente da Talent Marcel.

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