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05/16

Jucá foi exonerado por Temer.

Embora o peemedebista Romero Jucá tenha anunciado, em meio ao escândalo de que teria sugerido conter a “sangria” da Lava Jato, que pediria licença do cargo de ministro do Planejamento, o Diário Oficial da União nesta terça-feira publica a exoneração do auxiliar de Michel Temer. A demissão foi registrada como “a pedido”, expediente frequente para evitar maiores desgastes a políticos que têm de deixar o Executivo. Um dia depois do grampo que abateu Jucá, a Polícia Federal deflagrou mais uma fase de investigações contra o escândalo do petrolão, a 30ª etapa, batizada de Vício em alusão à frequência com que determinados agentes públicos se envolvem em atos ilícitos, informa a Veja.

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05/16

Bate-boca no Congresso.

Um dia depois de deixar o comando do Ministério do Planejamento após ser flagrado em conversa em que sugere um pacto para conter a Operação Lava Jato, Romero Jucá (PMDB-RR) circulou normalmente no Congresso Nacional nesta terça-feira. Pela manhã, o peemedebista foi ao microfone para se defender, disse que não cometeu nenhuma irregularidade e afirmou estar “muito tranquilo”.

Tamanho era o conforto de Jucá que ele ocupou a tribuna do plenário durante a votação dos vetos presidenciais, sentando-se ao lado do presidente Renan Calheiros (PMDB-AL). Aliados da presidente afastada Dilma Rousseff atacaram Jucá – que logo foi defendido por seus colegas, entre eles o próprio Renan Calheiros.

A confusão começou quando a deputada Jandira Feghali (PCdoB-RJ) dedicou sua fala para dizer que a posição de Jucá no posto de destaque da tribuna era um “acinte” e que causava “incômodo” no plenário. “Devia pelo menos ter a capacidade de se recolher”, afirmou a parlamentar, que é uma fiel aliada de Dilma.

O ministro por 12 dias no governo interino de Michel Temer foi defendido pelo deputado Heráclito Fortes (PSB-PI), que lembrou que Jucá é segundo vice-presidente do Congresso, e pelo líder do PHS, Givaldo Carimbão. “Acho que dá para fazer política com grandeza. Não dá para ser dessa forma”, disse, criticando a deputada do PCdoB.

Renan Calheiros também entrou na confusão e mirou no ex-ministro de Dilma Aloizio Mercadante, também flagrado em áudio tentando barrar a Lava Jato, conforme VEJA revelou. “O deputado Carimbão estranhou a proporcionalidade. Ele não viu a senhora ter a mesma proporcionalidade de veemência no caso do ministro Aloizio Mercadante. [A senhora] não falou com a força que falou no caso do senador Romero Jucá”, disse o presidente do Congresso, provocando gritos de apoio no plenário.

A sessão, em seguida, foi retomada. Deputados e senadores analisam vetos que trancam a pauta do Congresso e impedem a votação da revisão da meta fiscal, que é prioridade de Michel Temer.

 

Fonte: Veja.

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05/16

Os loucos do PT.

Uma informação da equipe econômica do Temer que quase passou batida no noticiário de ontem… Em 10 anos de desgoverno do PT os gastos públicos cresceram 70% além da inflação. Isso mesmo! 70%!

Assim não há orçamento que resista. Há?

Pior é que sem obras, só com clientelismo e corrupção.

JJ

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05/16

A TV inventada para encher a bola de Lula e do PT já custou R$ 6 bilhões para os brasileiros.

lula tv

De 2007 até agora, a Empresa Brasileira de Comunicação, que controla a TV Brasil, apelidada de TV Lula, já custou R$ 6 bilhões. Toda essa estrutura foi criada exclusivamente para encher a bola de Lula e do PT. Não tem nenhum interesse cultural ou para o país. É mais um grave escândalo envolvendo o PT.

Só neste ano, a TV Lula já gastou R$ 154 milhões contra R$ 548 milhões no ano passado. Cerca de R$ 38 milhões, de janeiro para cá, só com contratação de terceiros. A EBC controla também uma rádio e um serviço de informação. Nesses oito anos e alguns meses de funcionamento da TV Brasil sua audiência nunca conseguiu ser mais do que traço. Ou seja, investimento gigantesco para retorno zero. Só serve para encher de dinheiro os companheiros.

A TV Lula não é o único ralo de dinheiro público televisivo do petistmo. Mônica Gardelli Franco continua no comando da TV Escola, a televisão pública do Ministério da Educação. A Associação de Comunicação Educativa Roquette Pinto, contratada para produzir a programação do canal, também dirigida por Mônica, recebeu cerca de R$ 70 milhões do governo nos dois últimos anos. O levantamento é do colunista Giba Um.

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05/16

Caixinha do PT…

O Globo : “Presidente interino Michel Temer e ministro da Fazenda anunciam medidas para reduzir a dívida pública, com limite de gastos e subsídios, devolução de R$ 100 bi do BNDES ao Tesouro, fim do Fundo Soberano e mudanças nas regras do pré-sal”. 


A pergunta bem formulada do colunista Mauricio Prates, de A Tribuna (Vitória): “De onde surgiram esses R$ 100 bilhões que estavam se fingindo de morto no BNDES e qual seria o destino que a Dilma daria a esse recurso? “

Resposta da economista capixaba Martha Ferreira: “Moeda de manipulação. O PT fez do BNDES, BB e Caixa seus caixas rápidos pessoais. Não tenho a mínima dúvida que seriam destinados às ditaduras da América do Sul, Cuba, políticos corruptos e movimentos sociais. O objetivo nós todos já sabemos: o projeto para se manter no poder. Quanto mais o PT ficasse no governo, maior seria o avanço em cima do dinheiro público, não para melhorar a vida dos brasileiros, mas para garantir aliados e propinas.”


Uma boa pergunta e uma ótima resposta.

 

Sérgio Garschagen, jornalista.

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05/16

Diferença

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05/16

Facebook implacável.

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05/16

The Lifestyle Mall. Tendências para os shopping centers.

Diariamente são publicadas notícias sobre a ascensão do e-commerce, a redução das vendas no varejo físico e equivocadas previsões sobre o declínio dos shoppings centers. Uma significativa promessa para o setor será a transformação do modelo convencional para verdadeiras comunidades. É imprescindível estabelecer dentro desses espaços relações que vão além do consumo: a socialização, o entretenimento e experiências gastronômicas são bons exemplos.

O consumidor mudou significativamente ao longo dos anos, principalmente pela facilidade de estar conectado full-time – destaque especial para a geração dos millennials. O engajamento e propósito de existência são igualmente cruciais para a relevância de uma marca ou até mesmo para um shopping center, ambos precisam conquistar a empatia do cliente. O acompanhamento comportamental agrega inovação e autenticidade ao varejo.

Confira uma seleção de insights para os shoppings centers se tornarem espaços mais interativos e inspiradores:

NO FRICTION (ZERO ATRITO)
Todo o empreendimento deve ser monitorado frequentemente para não ter pontos de atrito. A instalação de BOPS (Buy Online Pick up in Stores) nos espaços comuns dos shopping centers, os quais funcionariam como Drive-Thrus para coleta de produtos comprados online disponíveis nas lojas, proporcionando agilidade e conveniência. Outra opção para eliminar os atritos durante a visitação seria o desenvolvimento de aplicativos com GPS que funcionem como mapa de lojas, auxiliando a jornada e oferecendo informações adicionais.  Nas lojas, a possibilidade do pagamento virtual aliado a outros meios tecnológicos ganham força no varejo. Hoje há provadores virtuais, displays inteligentes e até mesmo o upgrade do mix das lojas físicas através de catálogos virtuais. A Sephora Flash tem um formato totalmente diferenciado para atender os clientes como se estivessem navegando no site da marca, porém com muito mais interatividade. Os shopping centers devem mapear todos os pontos de contato com o consumidor e liquidar qualquer possibilidade que desgaste, o qual compromete a experiência obtida.

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Sephora Flash, em Paris, na França

COLABORAÇÃO
Quando pensamos em uma sociedade colaborativa se torna incoerente uma empresa/marca explorar comercialmente uma região visando apenas o lucro, sem pensar em formas de retribuir àquela comunidade. Muitas marcas se instalaram na região de Williamsburg (Brooklyn – Nova York) estabelecendo um relacionamento colaborativo e com os moradores. As lojas J.Crew e Space Ninety 8 dedicaram espaços especiais para artistas e artesões locais comercializarem seus produtos. A ideia pode ser replicada facilmente dentro dos shoppings.

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Shopping Bikini Berlin, na Alemanha. O moderno empreendimento levou sete anos de pesquisa para ser idealizado de uma forma que se distanciasse do modelo asséptico dos shoppings convencionais. O objetivo era retribuir a cidade com um espaço que respeitasse a edificação icônica e sua história. Há boxes nos corredores para a locação temporária de marcas em ascensão e as paredes de vidro integram o exterior para dentro do shopping, neste caso o vizinho é um grupo de macacos do zoológico. A arte está fortemente associada ao Bikini Berlin, o que dá força ao conceito diferenciado proposto pelos idealizadores.

REPENSAR A LOJA FÍSICA
As lojas físicas têm papel fundamental na composição do shopping center, devem se posicionar de forma relevante para atingir as expectativas e desejos dos clientes. Os novos formatos colaboram nesse processo. O varejista e o atacadista se fundiram em um só, surgindo o conhecido Atacarejo. E se isso também ocorresse com as flagships e outlets de uma marca? A ‘Flaglet’ pode ser a nomenclatura ideal para essa versão híbrida, uma eficaz solução em tempos de crise nos shopping centers. O modelo propõe uma combinação atrativa: redução de custos operacionais para o lojista e o valor reduzido do produto para o cliente, sem perder a essência de um espaço bacana e atraente de uma Flagship.

VAREJO ‘PAY PER USE’
Estamos na era do ‘Sharing Economy’, que tal um modelo tão eficaz quanto o Uber ou o Airbnb no varejo? Alugar itens ao invés de vendê-los está mais atrativo do que nunca, já que a necessidade de posse perdeu força para muitos consumidores. É importante desmistificar que é uma realidade viável apenas para os artigos de luxo, diversas categorias de produtos se tornaram atrativas nessa tendência. Após o aluguel, o varejo pode lucrar com uma possível venda, se agradar durante o período de experimentação.

VAREJO WORKSHOP
Os consumidores acreditam que o varejo é um ambiente adequado para o aprendizado, troca de conhecimento e relacionamento. Muitas das lojas e os próprios shoppings centers já adotam esse tipo de experiência com seus clientes, oferecendo aulas e workshops relacionados aos produtos.

FEEL GOOD
Programas de recompensas atrelados ao desempenho de atividades ligadas ao bem estar do cliente estão em alta no varejo, que anteriormente visava apenas em estratégias de fidelização que correspondessem ao valor ou volume das compras. As marcas estão cada vez mais próximas de seus clientes, até mesmo influenciando-o a adotar hábitos saudáveis. O Walgreens, famosa rede de farmácias americana, criou um programa que contabiliza pontos através de atividades diversas atreladas ao bem-estar como a perda de peso e atividades físicas.

EXPERIÊNCIAS MULTIDIMENSIONAIS
As marcas devem transmitir o seu estilo de vida, e não simplesmente manter o foco na venda do seu produto. As novas experiências vão além do físico, tem que aguçar todos os sentidos. Mostrar o processo produtivo e contar a sua história dá autenticidade. Numa analogia a uma vinícola, onde o cliente se hospeda, conhece a plantação, visita a vinificação, degusta os vinhos para depois comprá-los. A Mast Brothers – possui lojas em Nova York, Los Angeles e Londres – promove a mesma experiência com os chocolates, a proposta é apresentar o processo completo para os clientes, do cacau in natura até as barras prontas, passando por todas as etapas de fabricação. Estímulos não faltam no local.

Mast Brothers
Atmosfera da loja Mast Brothers

PROPÓSITO E CULTURA
A constante preocupação com o propósito provocará o distanciamento dos shoppings centers do modelo PDV tradicional, realidade necessária para construir espaços dotados de cultura e inovação. Em contrapartida a tudo isso, há um ‘gap’ a ser preenchido: criação de temáticas dentro dos shoppings. Por que não pensar em um shopping center vinculado ao estilo de vida de determinada tribo? As lojas físicas já compreenderam que necessitam de uma personalidade própria, é o momento dos shoppings seguirem esse caminho para criar shoppings temáticos, onde a cultura prevalece sobre o ato da compra.

Hoje a ideia é ter espaços mais associados aos parques, teatros, museus e galerias de arte com um varejo totalmente selecionado e alinhado com a ideia proposta – um shopping cultural. O Miami Design District, nos Estados Unidos, é conhecido como um ‘bairro arte’, está próximo ao centro da cidade e teve um crescimento orgânico. No início, era ocupado por algumas lojas de decoração que atraíram as galerias de arte e hoje reúne as mais conceituadas lojas de grife do mundo todo, além de bares e restaurantes descolados que são frequentados por um público bastante antenado. O design das lojas foi totalmente customizado para a região, resultando em uma sintonia harmônica entre arte e varejo. A temática sustentável também está bastante em evidência, tirar partido disso pode ser interessante para o setor. Imagine um shopping center sustentável, onde jardins, restaurantes, lojas e o próprio edifício seguirão toda uma linha orgânica, natural e colaborativa, focados em pessoas que se identificam com isso. Essas e outras analogias podem ser replicadas nos futuros empreendimentos.

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Miami Design District

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The Groove, em Los Angeles, Estados Unidos. Empreendimento de sucesso que recebe anualmente 18 milhões de visitantes, superando o número de visitas à Disneyland. A atmosfera é extremamente convidativa até mesmo para quem não tem a intensão de fazer compras.

Toda essa nova roupagem, filosofia, colaboração, inovação e personalidade tornariam vários paradigmas, hoje considerados fundamentais para o funcionamento dos templos de consumo, simplesmente irrelevantes. Como exemplo a necessidade atual de estabelecer um raio mínimo de distância entre dois shopping centers. Com personalidades distintas, conviveriam harmoniosamente lado a lado, gerando forte sinergia e capacidade de atração de público.

Toda mudança, a princípio, gera dúvida e desconforto, mas é no desconforto que encontramos a inovação.

Mauricio Queiroz é arquiteto, sócio da Mauricio Queiroz Design de Consumo

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05/16

Drama de Ana Hickmann na Record provoca derrotas de Ana Maria Braga.

A Record deu um tiro certeiro na manhã de segunda-feira, 23, e conseguiu derrotar os programas matinais da Globo ao reexibir a mesma entrevista que Ana Hickmann concedeu ao Domingo Espetacular e que foi ao ar no domingo, 22.

Os programas Fala Brasil e Hoje em Dia, ambos da Record, conseguiram desbancar o Mais Você, de Ana Maria Braga, o Bem Estar e o Encontro, apresentado por Fátima Bernardes.

O Fala Brasil ficou no ar das 8h55 às 10h01 e registrou 9,2 pontos na Grande São Paulo (cada ponto equivale a 69,4 mil domicílios). Neste horário, a Globo ficou com média de 7,5.

Já o Hoje em Dia conseguiu uma distância maior em relação aos programas da Globo. No ar entre 10h02 e 11h58, a atração marcou 8,9 pontos, contra 6,5 da concorrente.

O Mais Você obteve média de 7,5 pontos, o Bem Estar fechou com 6,5 e o Encontro registrou 6,4.

Fonte: Istoé

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05/16

Os carros mais vendidos no Brasil.

Veja abaixo a lista dos 50 modelos mais emplacados (automóveis e comerciais leves) no Brasil no acumulado de janeiro a abril de 2016, segundo dados da Fenabrave.

MAIS VEN201DIDOS 2016
TOTAL
1 – Chevrolet Onix 46077
2 – Hyundai HB20 37145
3 – Ford Ka 22403
4 – Fiat Palio 22340
5 – Toyota Corolla 21049
6 – Honda HR-V 20500
7 – Chevrolet Prisma 20284
8 – Volkswagen Gol 19638
9 – Fiat Strada 19365
10 – Volkswagen Fox/CrossFox 18799
11 – Jeep Renegade 17286
12 – Renault Sandero 15649
13 – Hyundai HB20S 15052
14 – Fiat Uno 13686
15 – VW UP 13584
16 – Fiat Siena 13235
17 – VW Saveiro 12272
18 – Toyota Hilux 11273
19 – Toyota Etios 10987
20 – Honda Fit 9047
21 – VW Voyage 8480
22 – Ford Ecosport 8364
23 – Toyota Etios Sedan 8229
24 – Fiat Toro 8162
25 – Chevrolet Cobalt 7163
26 – Renault Duster 7161
27 – Ford Ka Sedan 6771
28 – Renault Logan 6524
29 – Nissan Versa 6481
30 – Renault Clio 6254
31 – Chevrolet S10 6245
32 – Chevrolet Spin 6081
33 – Honda City 5838
34 – Nissan March 5677
35 – Honda Civic 5547
36 – Ford Fiesta 5335
37 – Chevrolet Classic 5109
38 – VW Amarok 4239
39 – Renault Oroch 4084
40 – Citroen C3 3932
41 – Fiat Punto 3841
42 – Ford Ranger 3819
43 – Chevrolet Tracker 3803
44 – Hyundai Tucson 3527
45 – Nissan Sentra 3404
46 – Peugeot 2008 3378
47 – Fiat Fiorino 3223
48 – Peugeot 208 3182
49 – VW Golf 3145
50 – Hyundai IX35 3121

Veja outros anos:

2004 | 2005 | 2006 | 2007 | 2008 | 2009 | 2010 | 2011 | 2012 | 2013 | 2014 |2015

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