27
08/15

Manutenção

*

Por serviços de manutenção no servidor,

este blog não poderá ser atualizado nesta

quinta-feira. Lamento e me desculpo com

meus leitores e leitoras.

Volto na sexta, ou antes – se der.

.

JJ

.

26
08/15

Coitadinha da Dilma.

Nesta segunda-feira, a presidente Dilma chamou jornalistas da Folha, Estadão e o Globo para dizer que o governo dela não havia previsto a crise que hoje vivemos, o que só teria ocorrido – convenientemente – depois das eleições e do banho de propaganda mentirosa sobre um Brasil do PT que não existe.

Pois bem, nesta terça, ela voltou a falar com jornalistas para admitir que tinha errado na avaliação da crise, no ano passado, antes das eleições (mudou o discurso), numa humildade inacreditável. Faltou chorar e pedir desculpas de joelhos (eu exagero).

À noite, ontem, entraram no ar filmes de 30 segundos do PT, com o mesmo discurso dela. Um com ela mesma dizendo que não haviam previsto a crise (que é culpa do desgoverno dela, represendo preços da Petrobras, da luz, distribuindo dinheiro a outros países e convivendo com uma corrupção sem precendentes) e outro dizendo que todo mundo erra, mas o importante é corrigir o rumo e que o Brasil vai sair da crise (que é internacional, voltam a afirmar – pois a culpa é sempre dos outros).

Ora, estes filmes não poderiam ser produzidos em 24 horas ou menos. Quem trabalha com publicidade e propaganda sabe disso. O fato é que tudo foi planejado, com semanas de antecedência, para produzir os filmes para a TV (e provavelmente spots para o rádio) simultaneamente com o ato de contrição e humildade de Dona Dilma e do PT, defendendo uma postura “honesta” deste governo, para a Imprensa.

Planejamento de João Santana, que voltou a trabalhar para Dilma (que ele classificou como “poste” em seu livro lançado neste ano). Pura enganação, propaganda mentirosa, para sentirem pena dela, coitadinha, que não percebeu as besteiras que fez em seu primeiro governo (o que encobriu na campanha presidencial mais mentirosa da história do Brasil).

Foram burros, na execução da estratégia, atropelando ações. A assessoria de imprensa deveria acontecer pelo menos uma semana antes da propaganda. Da forma como executaram as táticas, deixaram claro que tudo é armação, embromação sacana, que tudo estava pronto para uma campanha de piedade.

E não é de piedade da coitadinha da presidente que o Brasil precisa.

JJ

 

 

 

26
08/15

Google analisa novos hábitos dos brasileiros na web.

+

Se antes as pessoas acessavam a internet, atualmente muitas delas estão online o tempo todo.

A conclusão faz parte do estudo Micro-Momentos, feito pelo Google e apresentado nesta terça-feira, 25. A pesquisa, que ouviu 1,2 mil pessoas, mostra que o acesso via smartphones cresceu 112% no último ano.

O objetivo do levantamento é mapear os momentos em que as pessoas recorrem à internet em busca de serviços e informações para criar ferramentas que auxiliem as empresas a oferecer resultados eficientes.

Fábio Coelho, presidente do Google Brasil, ressalta que a maioria das empresas está preocupada com a imagem de suas lojas físicas e deixam de dar a devida atenção ao seu site ou oferecer acesso mobile. “Ainda há muito a melhorar. É comum contratar arquitetos especializados em ponto de venda e deixar a interface dos sites para os estagiários”, compara.

Essa frequência também aparece na taxa de conversão de compras via smartphones, que subiu 74% nos últimos três anos. Mais de 30% dos entrevistados, inclusive, adquire seus produtos durante o expediente. A paciência dos consumidores, no entanto, diminuiu nos últimos três: houve queda de 9% no tempo gasto em visitas aos sites.

A pesquisa constatou ainda que, por causa da mobilidade, o consumidor passou a fazer mais pesquisas, mesmo quando estão dentro das lojas. Dos entrevistados, 74% usam o device para comparar preços nestes momentos. Flavia Verginelli, diretora de produtos e soluções para América Latina, ressalta que as marcas devem saber o momento exato de interagir. “Quando o usuário está procurando informações sobre como fazer algo, tudo bem, mas nem todo momento é de interrupção”, diz.

A pesquisa completa está publicada no portal da companhia.

Fonte: Meio e Mensagem

26
08/15

Cinco lições de Mad Men, para publicitários.

Donald Draper, de "Mad Men": de criança pobre a dono do próprio negócio (Foto: Divulgação)

Para quem assiste, assistiu ou assistirá à série “Mad Men”, o personangem principal Donald Drapper não é exatamente um exemplo. O protagonista da história é mulherengo, não tira o cigarro da boca e já começa o dia tomando uísque. Apesar disso, sua competência é inegável: nascido em uma família cheia de problemas, Drapper trabalhou duro, arranjou emprego em uma agência de publicidade, criou campanhas geniais e se tornou dono do próprio negócio, na série que obteve grande audiência mundial na TV.

Na trajetória rumo ao sucesso profissional, mostrada durante todos os anos da série, Drapper deu várias lições de marketing que podem ser inspiradoras para empreendedores. Vale ressaltar que uma parte da postura do publicitário – basicamente as “patadas” distribuídas aos seus subalternos – não foram incluídas aqui e que o texto inclui alguns spoilers. Confira:

– Pense fora da caixa: nada mais clichê no mundo do marketing do que esta expressão. Mas a criatividade de Drapper mostra que, de fato, fugir do óbvio é essencial. “Mad Men” acontece na década de 1960, época em que hábitos como o cigarro eram mais aceitos pela sociedade. Mesmo assim, fazer publicidade de tabaco já era um desafio naquele tempo.

Em um dos episódios da série, o protagonista precisa desenvolver uma campanha para os cigarros Lucky Strike. Draper não podia mentir – os efeitos nocivos do tabaco já eram conhecidos – mas tinha de vender o produto. A alternativa foi pensar no diferencial da marca: ao contrário dos concorrentes, o tabaco dos Luckies eram tostados e este foi o destaque da campanha.

Em outra ocasião, o desafio era vender os filmes da Kodak. Neste caso, os diferenciais em relação aos produtos de outras empresas não eram muito aparentes. Por isso, Drapper resolveu aproveitar a nostalgia do público: na campanha, os filmes da Kodak despertam as boas memórias de um tempo que não volta mais.

– Mas não seja apressado: para Drapper, as boas ideias não aparecem imediatamente. É preciso dar tempo ao cérebro, para que ele possa “maturar” o assunto de uma campanha e algo bom apareça. Em uma passagem de “Mad Men”, Drapper fala sobre esse “descanso cerebral” a Peggy Olsen, sua secretária e depois publicitária. “Pense sobre o tema da campanha profundamente e aí se esqueça dela. Uma ideia vai aparecer na sua cara.”

– Aposte no desenvolvimento de sua equipe: em alguns momentos, Don Drapper faz o perfil de um líder centralizador: é ele o responsável pela apresentação das campanhas aos clientes e a principal fonte de ideias das agências onde trabalhou. Mas com o crescimento de uma empresa, ou o empreendedor delega tarefas ou o plano de expansão será prejudicado.

No decorrer da série, Drapper vê em Peggy um trunfo: apesar de inexperiente, ela tem potencial para ajudá-lo a carregar o fardo de ser o motor criativo da agência. Ele não podia prever que, em um certo ponto, Peggy o deixaria para trabalhar para a concorrência. Coisas da vida.

– Conheça os seus clientes: analisar o perfil do público-alvo de uma campanha é essencial para quem trabalha com marketing e publicidade. No caso de Drapper, um dos seus públicos público era composto pelos diretores das empresas interessadas na criação de campanhas publicitárias de sucesso. O publicitário conseguia sentir, de acordo com a satisfação dos clientes e com a reação deles ao que era dito, se o momento era apropriado para um discurso mais calmo ou era melhor partir para a agressividade. Ele chegou até a expulsar clientes em potencial da sala de reuniões – apenas para mostrar que era enérgico, mostrar que não estava para brincadeira e fechar um contrato.

– Não precisa ser jovem para ser legal: em um episódio da série, o chefe (e depois sócio) de Drapper, Roger Sterling, fala sobre a preferência dos clientes a publicitários mais jovens. De acordo com Sterling, os jovens seriam mais antenados às tendências. Em resposta, sendo sarcástico aos jovens antenados, Drapper solta uma pérola. “Então você quer que eu faça o quê? Quer que eu fique segurando uma Pepsi até atrair um atorzinho alternativo?”, diz. Fica a lição: talento não envelhece. Contrate os melhores, não importa a idade.

Fonte: PEGN

26
08/15

Marcas se conectam através do valor que elas geram, diz Tripoli.

+

Durante o painel “Desconstruindo a categoria: como trazer uma nova perspectiva e mudar a dinâmica do negócio”, no Branding at ABA, Marcelo Tripoli afirmou que “as marcas se conectam as pessoas através dos valores que elas geram”. “A relevância dela está no que ela entrega aos consumidores”, disse.

Como exemplo, ele falou sobre um YouTuber chamado Rezende Evil, que já coleciona milhões de visualizações em seu canal. “Ele conta histórias que se conectam com o público jovem, como paquera, escola, prova, enfim, coisas que dizem respeito ao público jovem”, exemplificou.

Outro assunto abordado foi conteúdo. Giovanni Rivetti, CEO da New Content, falou sobre a estratégia desse segmento. “A TAM não vende apenas um tíquete, ela vende a oportunidade para a pessoa conhecer um lugar que vai proporcionar experiências diferentes”, disse.

Brand Experience

Marcelo Lenhard, CEO da Hands, falou sobre Brand Experience no painel dedicado a essa forma de comunicação que cada vez mais ganha espaço. Para Lenhard, essa é uma das formas mais eficazes de se comunicar. “A marca falando dela própria não tem a mesma credibilidade de outras pessoas, no caso os consumidores, falando dela”, afirmou. A chegada das redes sociais, disse ele, foi fundamental para o aumento desse segmento.

“Há 20 anos, uma marca fazia um evento para 200, 300 pessoas. Hoje, uma marca, ao fazer alguma ação na internet, por exemplo, pode impactar um número bem maior e o resultado pode ser, em muitos casos, mais eficaz”, revelou.

Um exemplo feito pela Hands de Brand Experience foi o Up of the roof, da Heineken, que reuniu oito mil pessoas no topo do edifício Martinelli, no centro de São Paulo. “Essa foi uma forma que encontramos de manter a Heineken como uma marca sexy, esse foi o grande desafio desse projeto”, afirmou. “Nós conseguimos fazer com que essa marca continuasse sendo desejada, ou seja, chegamos ao nosso objetivo”, completou.

Fonte: propmark

26
08/15

A Classe C não empobreceu, afirma Torreta.

André Torreta, sócio-diretor de A Ponte Estratégia, começou a sua palestra no Branding at ABA, encontro realizado pela Associação Brasileira de Anunciantes e que aconteceu nesta terça-feira (25) em São Paulo, afirmando que a crise não afetou muito a classe C. “A classe C não empobreceu com a crise”, disse o especialista em mercados emergentes. Intitulada “A segunda geração da nova classe média brasileira”, a explanação de Torreta relembrou a ascensão social de milhões de pessoas, que aconteceu no início da década passada.

De acordo com ele, houve uma grande mudança social no país. “Antes, por exemplo, a mulher trabalhava dentro de casa e tinha apenas opinião. Hoje, é diferente: ela trabalha fora de casa, tem dinheiro e opinião, tem decisão de compra”, afirmou. O movimento ostentação, que vem ganhando força no Brasil, é, para Torreta, uma forma de inclusão. “Esse é um movimento que nasceu em Santos e é uma forma de inclusão, de mostrar que aqueles que não tinham condições financeiras, hoje, têm”, contou. “É o resgate da autoestima”, completou.

Em relação às marcas, o especialista revelou outra mudança em tempos de crise. “Há alguns anos, as marcas bastavam apenas colocar o seu produto na prateleira do supermercado. Hoje não. Hoje é preciso ir atrás do consumidor”, disse. Um erro das marcas, pelo menos para Torreta, é planejar a venda apenas por unidade. “O correto seria planejar essa venda para milhões, vender na favela, em alguns casos, é melhor do que vender para poucas pessoas em um bairro nobre, por exemplo”, enfatizou.

2015
André Torreta apresentou também alguns dados sobre o mercado para este ano. De acordo com ele, 114 milhões de brasileiros da classe C devem movimentar R$ 1,35 trilhão em 2015. “Essa geração da classe média é mais otimista: eles veem a melhora da renda, melhora no consumo, estabilidade no emprego, melhora na vida, principalmente quando comparam à vida dos seus pais”, disse.

O empoderamento, contou Torreta, fez com que a classe média tivesse orgulho de falar o lugar onde nasceu. “A Rede Globo está com uma novela que se passa numa comunidade, a ‘I love Paraisópolis’”, afirmou. “Antes, até então, as novelas se passavam basicamente no Leblon e em outros bairros nobres”, complementou.

Outra crítica de Torreta foi em relação à publicidade. “Não somos um país de muitas campanhas que utilizam loiros e loiras em seus comerciais, somos um Brasil de negros e mulatos”, afirmou. “Como marqueteiros, devemos esquecer o preconceito”, finalizou.

Fonte: propmark

26
08/15
26
08/15

Maioria do TSE decide abrir processo que pode levar à cassação de Dilma e Temer.

A presidente Dilma Rousseff participa da cerimônia de anúncio do programa de investimentos em energia elétrica, no Palácio do Planalto, Brasília (DF)

Depois de duros embates entre os ministros, o Plenário do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) formou maioria nesta terça-feira para dar continuidade a uma ação que pode levar à cassação do mandato da presidente Dilma Rousseff (PT) e do vice-presidente Michel Temer (PMDB) por abuso de poder político e econômico.

A ministra Luciana Lóssio – ela própria uma das ex-advogadas eleitorais de Dilma – pediu vista e interrompeu o julgamento, mas quatro ministros já votaram a favor do prosseguimento da ação de impugnação do mandato da petista. Com isso, Dilma pode ser intimada a se defender.

Em análise individual, a ministra Maria Thereza Assis Moura, relatora do caso, havia negado seguimento à ação que questionava a legalidade da disputa eleitoral por considerar frágeis as provas apresentadas pelo PSDB, autor da ação, no pedido de abertura do processo.

Mas o caso chegou ao Plenário após recurso dos tucanos. Até o momento, os ministros Gilmar Mendes, João Otávio de Noronha, Luiz Fux e Henrique Neves consideraram que a ação contra a chapa Dilma-Temer deve continuar na Justiça Eleitoral.

Apenas a ministra Maria Thereza votou, em sessão anterior, para rejeitar o recurso do PSDB e sepultar o pedido. Ainda não há, por ora, julgamento de mérito sobre o eventual abuso ou não da chapa Dilma-Temer nas eleições de 2014.

Na sessão desta terça, confrontada com as recentes revelações da Operação Lava Jato, que colocam a licitude do financiamento da campanha de Dilma em xeque, Maria Thereza disse que não votou baseada em convicções políticas e afirmou que também deseja “um país sem corrupção”.

Embora a Lava Jato tenha colocado o governo diariamente nas páginas policiais, a ministra disse que as revelações do petrolão vieram depois da ação apresentada pelo PSDB no final do ano passado e declarou que caberia ao Supremo Tribunal Federal (STF), e não ao TSE, processar ações desta natureza. “Os fatos foram trazidos à luz dos acontecimentos de 2014. Como todo brasileiro, também quero um país sem corrupção, que seja melhor para nossos filhos e netos. Os fatos são graves, mas são fatos supervenientes, que nem mesmo o autor da ação tinha conhecimento quando a ação foi trazida”, disse.

A argumentação foi rebatida pelo ministro Gilmar Mendes. Para ele, não são os fatos que são posteriores à ação que pode levar à cassação do mandato de Dilma. Segundo o magistrado, o PSDB reuniu o que se conhecia de possíveis irregularidades na época imediatamente após a reeleição de Dilma em outubro, mas não tinha como saber em detalhes revelações que vieram à tona apenas este ano, como os depoimentos do empreiteiro Ricardo Pessoa, dono da UTC Engenharia. Pessoa disse ter repassado dinheiro desviado da Petrobras para a campanha política de Dilma por meio de doações oficiais.

“Imaginemos que, de fato, fique comprovado que o financiamento da campanha se deu via Petrobras, por propina. Há dados fortes. Vamos ignorar isso na ação? Como o autor [da ação, o PSDB] poderia provar esses fatos? Ele tinha os elementos iniciais dos depoimentos”, disse Gilmar.

Não há data para que o julgamento seja retomado.

 

Fonte: Veja

26
08/15

Youssef diz acreditar que Dilma e Lula sabiam de esquema de corrupção na Petrobras.

Youssef_AgBr_483x303.jpg

Durante acareação nesta terça-feira, 25, entre o doleiro Alberto Youssef e o ex-diretor de Serviços da Petrobras Paulo Roberto da Costa na CPI da Petrobras, o doleiro disse acreditar que a presidente Dilma Rousseff e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva tinham conhecimento do esquema de desvios de recursos na estatal.

Questionados pelo deputado André Moura (PSC-SE), se durante o período em que Dilma presidiu o Conselho de Administração da Petrobras, entre os anos de 2003 e 2010, Paulo Roberto Costa afirmou que nunca tratou do assunto com ela e que não tem condições de falar sobre isso. Já Youssef respondeu acreditar que a presidente tinha conhecimento.

A acareação de Paulo Roberto Costa e Alberto Youssef na CPI da Petrobras já dura mais de duas horas. Eles foram convocadas por conta de pontos divergentes em seus depoimentos. Os delatores estão ratificando na CPI da Petrobras trechos de depoimentos já prestados à Justiça Federal do Paraná. “Confirmo integralmente os meus depoimentos”, respondeu Youssef. O doleiro repetiu que ouviu do ex-deputado José Janene (PP-PR) que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva se mostrou contrariado com a nomeação de Costa para a Diretoria de Abastecimento.

Já Costa reiterou que nunca conversou com Dilma Rousseff ou com o ex-presidente Lula sobre sua nomeação, que o convite para o posto veio de Janene. “Nunca conversei com Lula sobre isso”, afirmou. Ambos também confirmaram que através da empreiteira Queiroz Galvão foi pago R$ 10 milhões para que uma CPI da Petrobras no Congresso não prosperasse. Eles repetiram pagamento ao ex-senador Sérgio Guerra (PSDB-PE).

Mais cedo, Youssef disse desconhecer o ex-ministro Antonio Palocci, mas afirmou que um outro delator ainda vai esclarecer o suposto pedido feito pelo petista por recursos provenientes de propina para a campanha da presidente Dilma Rousseff em 2010. “Vou me reservar ao silêncio porque existe uma investigação nesse assunto do Palocci e logo vai ser revelado”, respondeu.

O doleiro repetiu na CPI da Petrobras que, em seu entendimento, havia conhecimento do Palácio do Planalto sobre o esquema montado na estatal. Costa teria pedido uma “sinalização” ao Planalto sobre mudanças no comando do PP e a continuidade do esquema

‘Não estou protegendo Lula, não tenho por que protegê-lo’, diz Youssef
Em acareação com o ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa, o doleiro Youssef também negou que esteja protegendo em sua delação premiada o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. “Não estou protegendo Lula, não o conheço, não tenho por que protegê-lo”, declarou.

Youssef disse hoje que não se lembrava de ter citado na delação premiada o ex-presidente no episódio envolvendo a agência de publicidade Muranno Marketing Brasil. À Justiça Federal, o doleiro afirmou que Lula teria dado uma ordem em 2010 ao então presidente da Petrobras, José Sergio Gabrielli, para que ele resolvesse uma pendência com a agência de publicidade suspeita de integrar o esquema de corrupção na Petrobras.

Sobre o episódio, Costa disse à CPI que foi chamado por Gabrielli para resolver um problema da Muranno e que acionou Youssef para buscar uma solução. Costa afirmou que desconhecia ser um pedido de Lula.

Um dos destaques da acareação até o momento foi quando Youssef disse desconhecer o ex-ministro Antônio Palocci, mas afirmou que um outro delator ainda vai esclarecer o suposto pedido feito pelo petista por recursos provenientes de propina para a campanha da presidente Dilma Rousseff em 2010. “Vou me reservar ao silêncio porque existe uma investigação nesse assunto do Palocci e logo vai ser revelado”, respondeu. Costa reiterou que o repasse foi feito.

Fonte: IstoÉ

Página 5 de 3.266Primeira...4567...1015...Última