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O QUE É ROI E COMO CALCULAR A KPI MAIS IMPORTANTE PARA AVALIAR OS RESULTADOS REAIS GERADOS PELA SUA ESTRATÉGIA DE MARKETING DE CONTEÚDO;

ROI, é a KPI ( KPI é a sigla para o termo em inglês Key Performance Indicator, que significa indicador-chave de Desempenho. Esse indicador é utilizado para medir o desempenho dos processos de uma empresa e, com essas informações, colaborar para que alcance seus objetivos) mais importante para qualquer tipo de negócio.

Algumas pessoas têm dificuldade de enxergar o retorno de investimentos em marketing de conteúdo. E por isso acabam desistindo dessa estratégia. Ou nem apostando nela.

Porém, o conteúdo não é mais uma maneira de diferenciar a sua empresa ou falar com aquela parcela do seu público que está na internet.

Em poucos anos, a geração de conteúdo será uma questão de sobrevivência no seu mercado.E não só para aqueles que trabalham com Marketing Digital, mas também para quem é médico, dono de padaria, dono de barbearia e por aí vai.

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Eu não estou dizendo que todo e qualquer investimento para produzir conteúdos vale realmente a pena, mas sim que saber investir nesse tipo de estratégia adequadamente pode significar muito para o sucesso do seu negócio.

Poxa, quer dizer que você afirma que é fundamental investir na produção de conteúdos mas ao mesmo tempo diz que nem todos os conteúdos irão gerar resultados?

Sim, é exatamente isso!

Parece contraditório, mas não é. Você precisa diversificar a sua estratégia de marketing e apostar no digital, mas também precisa fazer isso da maneira certa para garantir que você não está apenas “rasgando dinheiro”.

Investimentos em marketing, muitas vezes, são vistos apenas como gastos. E devo dizer que, se feitos sem controle algum, podem ser apenas isso mesmo.

Sem a escolha das KPIs certas, fica difícil avaliar se o investimento de tempo e dinheiro na produção de conteúdo realmente está valendo a pena.

No artigo sobre O que é KPI: como aplicar seu ciclo de atuação e definir as ações certas para alcançar resultados extraordinários, mencionei aquelas que são essenciais para você começar a acompanhar. São elas:

  • Receita;
  • Quantidade de clientes;
  • Conversão do funil de vendas;
  • ROI.

Uma ação que melhora o posicionamento da sua página no ranking do Google, consequentemente gera muito mais tráfego. Até mesmo melhora o número de conversões em vendas. Ainda assim, não pode ser considerada um completo sucesso logo de cara.

Vender mais e lucrar mais são conceitos completamente distintos, apesar de interligados.

Você pode aumentar drasticamente o número de vendas que realiza através de um conteúdo, mas será que esse aumento das vendas está gerando lucro para seu negócio?

Será que o ROI (Return on Investiment), ou Retorno sobre Investimento, é positivo?

O ROI, além de ser uma KPI que leva em consideração os aspectos quantitativos, como volume de vendas, taxa de conversão e geração de leads, também analisa os aspectos qualitativos do seu negócio, como a própria qualidade dos leads gerados.

No entanto, a sua principal função é avaliar se aquela ação, aquele conteúdo, justifica o seu investimento.

O QUE É ROI

O objetivo principal de quase todo negócio é a geração de lucro, afinal é o que possibilita que as operações continuem acontecendo.

Mas como eu disse, vender mais não significa lucrar mais. Assim como gerar mais leads não significa aumento de vendas e muito menos de lucro.

Seu número de vendas concretizadas pode aumentar após uma ação específica de marketing, como a publicação de um conteúdo em vídeo, extremamente bem produzido e com qualidade de cinema, por exemplo.

Você não deve focar em quantos % a sua taxa de conversão aumentou, nem o quanto de engajamento gerou, se o seu objetivo com a criação desse material era aumentar seus lucros, mas sim o quanto esse vídeo trouxe de retorno, ou seja, o ROI.

Será que todo o investimento necessário para fazer o vídeo, como a contratação de uma equipe de profissionais, aluguel de equipamentos e mais o tempo de produção, compensou?

Ou será que você apenas produziu mais um gasto para seu negócio?

Vou deixar aqui embaixo um vídeo do Érico Rocha, onde ele explica que, um dos maiores erros de profissionais que atuam no mercado de marketing digital é justamente focar na taxa de conversão e não no ROI.

Como o Érico explica, se você investe 10 mil reais em anúncios para vender um apartamento de 3 milhões, você certamente terá uma taxa de conversão baixa (apenas uma), afinal, só possui um apartamento para vender.

Porém, o seu lucro será altíssimo, afinal seu custo se resumiu a 10 mil reais. Ou seja, sua taxa de conversão foi baixa, mas seu ROI foi de absurdos 29900%.

Nem todo lead que apresenta um alto custo de aquisição deve ser considerado um desperdício de dinheiro. Importa muito mais o quanto esse lead irá gerar de lucro.

Claro que esse é um exemplo hipotético e dificilmente alguma ação irá gerar um ROI desse valor.

Mas para calcular o ROI real de uma ação, você só precisa:

  • Do faturamento da ação que será analisada;
  • Dos custos gerados por essa ação;

Depois, basta diminuir o faturamento do custo e dividir esse valor pelo custo. O resultado será o valor do seu ROI.

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Vamos voltar ao exemplo da produção de um vídeo para promover seu produto. Digamos que você faturou 50 mil reais por causa dele e que os custos de produção totalizaram 20 mil reais.

A conta para o cálculo do ROI será: 50.000 – 20.000= 30.000

Próximo passo é dividir 30.000 (lucro) por 20.000 (custo). O resultado será um ROI de 1,5x ou 150%, mostrando que essa parece ser uma boa estratégia.

É uma fórmula bastante simples para descobrir se seus investimentos estão se pagando ou não e se será necessário investir em outra coisa.

No entanto, essa não é uma análise puramente quantitativa.

Muitas vezes, você pode até chegar à conclusão que vale muito mais a pena investir em outra coisa, como uma aplicação financeira ou alguma melhoria em infraestrutura, que serão mais simples de executar e trarão o mesmo resultado.

A conta para descobrir o ROI pode ser extremamente simples, em termos matemáticos. Porém, quando precisamos aplicar esse conceito a conteúdos, a coisa começa a complicar um pouco mais.

POR QUE É TÃO DIFÍCIL DESCOBRIR O ROI DE CONTEÚDOS?

Não é só você que encontra uma grande dificuldade em medir o ROI da produção de conteúdo.

Até mesmo grandes empresas ainda cometem erros na hora de descobrir se seus investimentos em marketing de conteúdo estão ou não gerando resultados satisfatórios.

As empresas grandes e pequenas sabem, e você também sabe, que as estratégias de Outbound Marketing, como anúncios em TV e até mesmo banners na internet, que interrompem o público para chamar sua atenção, já não apresentam mais o mesmo grau de eficácia de anos atrás.

Os consumidores não querem só ser comunicados sobre o lançamento de um novo produto, mas sim serem entretidos e informados. Se assim é possível, ainda, comunicar sobre o produto, acredite, os resultados serão infinitamente melhores.

Esse tem sido o maior desafio das empresas, produzir algo que atraia a atenção do seu público-alvo, que está cada vez mais disperso, com inúmeros canais de comunicação à sua disposição e perdido em um mar infinito de conteúdos.

E que ainda consiga gerar vendas!

Certamente é possível vender e, sem dúvida, é possível entreter e informar a audiência. Hollywood vem fazendo isso há anos e anos.

O desafio está em unir as duas coisas. E também em metrificar esse desempenho.

Verdade que a internet permite um acompanhamento muito mais preciso de resultados, pois hoje temos acessos a dados como taxa de abertura de emails, de volume de visitas e de compartilhamentos.

Mas  quanto desses dados são realmente relevantes para ajudar você a atingir o objetivo principal do seu negócio?

Claro que, se a intenção da ação que você está avaliando é gerar mais visitas para seu site, faz sentido usar essas KPIs para avaliar o seu desempenho.

Mas elas, isoladamente, não dizem muito sobre a sua estratégia de marketing e nem sobre o impacto causado em seus resultados financeiros, certo?

A Contently, uma empresa especializada na produção de conteúdo para internet, desenvolveu, com base em sua própria experiência, uma forma bastante interessante de calcular o ROI de seus conteúdos.

Ao invés de ROI, essa fórmula foi chamada de ROCI (Return on Content Investment) ou retorno sobre investimentos em conteúdo.

A ROCI é calculada com base nas seguintes informações:

  • Receita atribuída a todos os esforços de marketing de conteúdo;
  • Menos o total investido na produção desse mesmo conteúdo.

Esses dados são bem mais simples de obter e essa parte da fórmula é bastante similar à do ROI.

Continuando, esse valor será somado com a segunda parte da fórmula:

  • Tempo que consumidor interage com o conteúdo da marca, multiplicado pelo valor monetário estimado para o tempo da audiência.

Esses valores estão diretamente ligados ao reconhecimento de marca gerado através do conteúdo, algo muito mais difícil de mensurar através de números absolutos. E que, ainda assim, impactam diretamente sua receita.

Você pode estimar o tempo de interação pelo dado “duração média da sessão”, obtido através do seu Google Analytics.

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O valor monetário do tempo da audiência pode ser calculado com base em custos como CPC(custo por clique) e custo por impressões. Vou falar disso mais para frente.

A fórmula é apenas uma ideia de como você pode calcular o ROI do seu conteúdo e entender o impacto que ele causa na empresa como um todo.

Porém, mais importante o que aplicar essa ou aquela fórmula é fazer algumas definições prévias antes de avaliar o ROI do seu conteúdo.

A primeira, e mais importante definição, é a do objetivo do conteúdo.

É ele quem vai guiar a escolha das KPIs corretas para análise. E se, essa escolha já começar errada, todo o resto, inclusive as melhorias implantadas, estarão todas equivocadas.

Um conteúdo pode ser produzido e publicado com os mais diversos tipos de objetivo:

  • Aumento de vendas;
  • Geração de Leads;
  • Construção de imagem de marca (esse sendo mais complexo de mensurar).

A primeira parte da fórmula do ROI, a da receita gerada, não precisa ser, necessariamente, uma medida financeira.

A construção de marca, ou o brand awareness é realmente mais difícil de ser traduzido para números absolutos. Porém, algumas empresas usam como medida o número de acessos diretos em seu site, dado que você também pode descobrir através do Google Analytics, analisando o tráfego chamado de Direct.

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Outras maneiras de checar o seu brand awareness é procurar pelo volume de buscas da sua marca ou do seu nome em sites como o Google Keyword Planner, SEM Rush ou Ahrefs.

Dê uma olhada também no Google Trends para ver se o volume de buscas vem crescendo ou diminuindo com o passar do tempo.

Não é uma medida perfeita, mas já pode ajudar você a calcular o ROI do seu conteúdo, e o reconhecimento da sua marca, e descobrir se está ganhando ou perdendo apostando nessa estratégia.

Caso queira saber como aumentar o valor da sua marca, não perca o nosso infográfico sobre Branding.

Você sabe quanto gasta para produzir um artigo? E um infográfico? Ou vídeo? Se é você mesmo quem produz, quantas horas dedica à produção de conteúdo? Qual o valor da sua hora trabalhada?

Mesmo que você não esteja colocando dinheiro diretamente na produção do conteúdo, através de contratação de profissionais terceirizados como designers, editores e escritores, ou nem tem alguém eu sua equipe para fazer isso, não significa que esse conteúdo está sendo produzido com zero de investimento.

Tempo pode ser medido através de valores monetários, portanto, quantifique adequadamente e anote esses gastos. Não esqueça também de quantificar seus investimentos na divulgação.

O conteúdo está trazendo clientes? Quantos novos visitantes, que chegaram através daquele conteúdo específico, fecharam uma venda ou converteram de alguma outra forma, assinando sua lista de emails, por exemplo?

Lembre-se, o resultado deve estar alinhado ao objetivo. Se seu conteúdo está captando mil novas leads todos os dias, mas gerando absolutamente nenhuma venda, e seu objetivo é gerar mais receita para seu negócio, o seu ROI será negativo pelo simples fato de não atender ao objetivo principal.

Mesmo que a sua produção de conteúdo esteja gerando resultados fantásticos em outros aspectos.

Caso você invista em outros canais de marketing, não deixe de comparar o ROI dos seus conteúdos com esses outros ROIs para avaliar se os investimentos em marketing de conteúdo estão valendo a pena ou não.

Considerando o baixo custo desse tipo de marketing e o alto retorno, eu aposto que sim. Mas não custa nada você comprovar se o seu ROI realmente é satisfatório.

O ROI DO SEU CONTEÚDO EM CADA ETAPA DO FUNIL DE VENDAS

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Como vimos, a receita e o lucro não são os únicos benefícios obtidos com investimentos contínuos na produção de conteúdo. Apesar de serem os mais aparentes e fáceis de medir e, muitas vezes, os mais desejados.

Para obter lucro através da produção de conteúdo, você precisa fazer com que o seu lead vá percorrendo cada etapa do funil de vendas.

O funil de vendas é um plano de etapas por onde as pessoas passam desde que conhecem sua marca até fazerem uma compra.

Ele é usado porque melhora o controle sobre os investimentos e ações tomadas durante o processo, e ajuda a aumentar as conversões, já que você passa a produzir conteúdos direcionados para cada parte da sua audiência que está em uma etapa específica do funil.

E, como não poderia deixar de ser, você pode avaliar a eficiência do seu conteúdo para cada uma dessas etapas, calculando o ROI.

ROI de conteúdos de topo e meio de funil

O papel de conteúdo nessas duas etapas não é necessariamente gerar vendas ou lucro, mas sim transformar visitantes que nunca ouviram falar sobre seu negócio em leads, ou seja, em clientes em potencial.

Portanto, o ROI do conteúdo nessa etapa do funil deve ser medido com base no objetivo correspondente, ou seja, número de pessoas que se cadastram na lista de emails, por exemplo, menos os custos de aquisição dessas leads.

ROI de conteúdos fundo do funil de vendas

Os leads que já percorreram o funil e chegaram até o fundo, são aqueles que estão muito interessados em comprar.

Com esses clientes, é possível avaliar o ROI do conteúdo em termos de conversão, o número de interações necessárias para fechar uma venda e tempo levado para percorrer todo o funil.

Foi assim que descobrimos que nossos leads que converteram mais durante o lançamento do Revolução de Conteúdo, foram aqueles que tiveram ao menos 6 interações com nossos conteúdos.

COMO USAR O GOOGLE ANALYTICS PARA CALCULAR O ROI DO CONTEÚDO

A principal função do Google Analytics é coletar dados e exibir relatórios para que você consiga definir melhores estratégias de crescimento para seu negócio, site ou blog.

Com esse software, que eu considero essencial, você consegue configurar as metas que deseja alcançar com seu negócio. Parte muito importante para entender se você está adotando a estratégia certa.

Você pode criar até 20 metas diferentes no Google Analytics. As que mais consideramos importantes para avaliar o ROI dos nossos conteúdos são:

  • Compras
  • Cadastro de email
  • Clique em links afiliados.
  • Clique em links de produtos.

Ao definir metas para seu site no Google Analytics, você terá a opção de escolher valores monetários para cada uma dessas metas.

Vamos supor que a cada 10 cliques em um link de produto, uma venda de um produto equivalente a 50 reais é concretizada. Portanto, o valor de cada clique seria de 5 reais.

Essa definição de valores monetários para metas funciona muito bem para calcular o ROI quando o objetivo do seu conteúdo é gerar mais vendas.

Você pode verificar o valor atribuído a cada página em Comportamento – Conteúdo do Site – Todas as páginas. Como mostro na figura aqui abaixo:

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Esses dados irão ajudar você a colocar um valor monetário naquilo que não possui um valor tão claro, a fim de facilitar o cálculo do ROI do seu conteúdo.

Outra dica para acompanhar melhor o desempenho de cada ação, é criar um link tagueado para cada uma delas, pois permite que você consiga metrificar com maior precisão o ROI daquela ação isolada.

Por exemplo, veja esse banner do Épico aqui abaixo:

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Em alguns artigos nossos, você já deve ter percebido que usamos banners como esse do Épico para divulgar alguns produtos e cursos.

O que talvez você não saiba é que para cada um deles, criamos uma link tagueado, para acompanhar o desempenho daquela ação e entender se, nesse caso, anunciar nossos produtos no meio de artigos e infográficos, é uma boa estratégia de venda ou não.

Para ver o link tagueado, basta clicar no banner e observar a URL da página que irá abrir. Mas será algo assim: “https://www.uberfacil.com/temas/epico/?intsource=viver-de-blog&intmedium=banner-artigo&intcampaign=im &intcontent=roi”.

Por fim, dentro do Analytics, clique em Aquisição – Todo tráfego – Referências você consegue descobrir o valor gasto em conteúdos fora do seu blog, como investimentos em tráfego vindo de redes sociais.

Mas para estimar melhor o ROI dos seus conteúdos de redes sociais, fique de olho nessas métricas abaixo.

COMO CALCULAR O ROI DE CONTEÚDOS PARA REDES SOCIAIS

Com o alcance das redes sociais diminuindo dia após dia, para conseguir alcançar a sua audiência, não tem jeito: é necessário investir em tráfego pago.

O grande problema desse tipo de investimento acontece justamente quando ele é feito da forma errada, ou seja, sem que você avalie seu ROI.

O foco da estratégia de atração de tráfego na Viver de Blog é conseguir aumentar o tráfego orgânico, especialmente com otimizações de SEO.

Só que não é possível contar apenas com esse tipo de tráfego. Portanto, diversificamos um pouco e investimos uma quantidade pequena de dinheiro para impulsionar nossas publicações no Facebook também.

Inclusive, se você ainda não segue a gente por lá, clique aqui para conhecer a nossa página do Facebook, onde publicamos vários outros conteúdos interessantes e inéditos.

Como saber se o seu investimento em Facebooks Ads está sendo uma vantagem ou está gerando prejuízo? Fique de olho nessas métricas:

  • CTR: taxa de clique (click-rate), ou seja, das pessoas que visualizaram seu conteúdo, quantas clicaram na postagem?
  • CPV: custo por venda, quanto você investe e quanto retorna, caso você esteja vendendo algum produto.
  • CPM: custo por mil impressões (alcance da postagem).
  • CPL: custo por lead, se você está direcionando para algum material em troca do email do visitante, é esse custo que você irá calcular.
  • CPC: custo por clique.

Para mais informações sobre anúncios no Facebook e como analisar esses resultados, recomendo que você acesse essa página aqui.

Uma publicação que apresenta baixo custo por lead pode se mostrar interessante e até mesmo indicar que, aumentar os investimentos nela, pode ser uma boa estratégia para gerar ainda mais tráfego.

Espero que você tenha entendido a importância de conhecer o ROI de toda ação que pratica dentro do seu negócio, para ter certeza de que está caminhando na direção certa.

E se não estiver, não se preocupe. Sempre é possível fazer as melhorias certas. Desde que, claro, você descubra que precisa dessas mudanças, algo que só será possível se você metrifica sua empresa.

Se, ainda assim, você tem dúvidas se deve, ou não, apostar cada vez mais no marketing de conteúdo como estratégia de crescimento, saiba que o ROI de cada um de seus conteúdos só aumenta ao longo do tempo.

Henrique Carvalho, Viver de Blog.

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04/17

Apenas mais uma placa.

A imagem pode conter: atividades ao ar livre


Adeus, JJ. Vou sentir a falta dos seus artigos. Não o conheci pessoalmente, só aqui no seu blog, mas sempre gostei do que li por aqui.

Boa viagem.



Como assim: ” Adeus JJ “?
O que houve? Vai acabar com o blog? Vc está bem de saúde?

Abraço



O que aconteceu, de verdade?
As redes sociais anunciaram há 4 dias que o renomado blogueiro JJ tinha falecido.


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04/17

Balanços inflados escondem a má gestão dos clubes brasileiros

Em breve o futebol brasileiro terá acesso a todos os números financeiros dos nossos clubes, referentes ao exercício de 2016.

Os clubes profissionais e entidades de administração do desporto devem publicar seus balanços até 30 de abril de cada ano. As prévias dos balanços de alguns clubes já demonstram o que esperar dos dados.

Os clubes por conta do ambiente de negociação com as emissoras de TV vão melhorar seus números, graças às luvas recebidas, que na prática não passam de antecipação de receitas de um contrato futuro de TV.

Isso significa antecipar recebimentos e assim melhorar os números financeiros no presente, passando uma imagem errônea que estão muito bem administrados.

Literalmente inflam os números. Isso ocorreu em 2012, quando fecharam com superávits e voltará a ocorrer em 2016.

Os clubes chamam de luvas, mas na verdade não passam de uma antecipação dos valores da TV, que contabilizam integralmente no seu recebimento.

Isso apenas engana o leitor dos balanços menos afeito aos números e a história financeira das entidades.

Por exemplo, em 2011, os maiores clubes brasileiros apresentaram déficits somados de R$ -377 milhões. Em 2012, com esses valores antecipados da TV (as ditas luvas) apresentaram superávits de R$ 36 milhões. Uma melhora momentânea, mas enganosa.

Já em 2013, voltaram a fechar com pesadas perdas na casa de R$ -418 milhões e em 2014 se superaram e chegaram ao maior prejuízo da história, R$ -626 milhões.

Superavits déficits

Fica claro que os resultados negativos são escondidos temporariamente e depois reaparecem em perdas ainda maiores.

Chamam de luvas, como se fosse dissociado do contrato, mas não é. Esses valores em geral são contabilizados no ato de seu recebimento. E isso é completamente errado.

Essa prática comum do futebol brasileiro confunde quem lê os balanços, pois com esse alto valor lançado integralmente, passam uma falsa sensação que o clube está em uma melhor situação financeira, do que realmente está.

Os valores recebidos embora representem um valor integral, estão associados ao período do contrato em questão.  

Os clubes estão registrando em 2016 valores que somente deveriam ser contabilizados a partir de 2019, e fragmentados pelo período do contrato assinado.

Como muitos clubes utilizam esse artificio para melhorar os números de sua gestão, o único caminho é incluir nos seus estatutos a proibição de usar os valores recebidos integralmente. E sim utilizá-los pelo período do contrato.

Ganha o clube que terá mais previsibilidade na gestão dos recursos a cada ano para equilibrar suas finanças, mesmo com mudanças no seu comando.

 Em 2015 superávits vieram por conta do PROFUT

Em 2015, a aprovação do PROFUT foi responsável pelos números positivos dos clubes. A nova lei injetou nos maiores clubes brasileiros quase R$ 700 milhões em receitas financeiras, que transformaram clubes com altos déficits, em entidades com superávits.

Em 2015, os grandes clubes brasileiros apresentaram superávits de R$ 173 milhões, escondendo um déficit real de R$ -512 milhões. (Descontados os valores recebidos pelo Profut).

Assim, teremos mais um ano de balanços inflados. A real situação financeira dos clubes ficará clara somente em 2017.

Lei do PROFUT limita antecipação de receitas

Se os clubes permanecem registrando essas antecipações como algo correto, podem ser punidos pela nova lei em vigor.

Segundo o texto da lei que regulamentou o Profut, os clubes somente podem antecipar no máximo 30% de receitas futuras.

Isso significa que registrar integralmente esses valores da TV podem fazer com que estejam descumprindo a legislação vigente. Por isso chamam de luvas e não de antecipações. Mas são antecipações, de forma clara e evidente.

Amir Somoggi, especialista em marketing esportivo, na Placar

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04/17

As virtudes de um sistema secular.

Como a cada dia fica mais complexa e demanda maior volume de recursos utilizar a publicidade como instrumento de valorização de marcas e ativação de negócios, tem havido um forte estímulo e indução à experimentação de novas fórmulas e sistemas heterodoxos.

Os reveses de ambiciosas abordagens e campanhas que se autoclassificam como revolucionárias, os evidentes inúmeros e graves problemas que se abateram sobre o universo digital e a frustração de expectativas de anunciantes que apostaram nessas “inovações” explicitam a propriedade e a tempestividade da reflexão sobre o que está e não está funcionando e o porquê disso.

Algumas dessas “novidades” têm lógica e virtudes. Não para substituir, mas sim justamente para evoluir, incrementar, renovar e manter atual o sistema e suas práticas. Outras novas propostas são excelentes complementos para o conjunto das ações de comunicação, que continuam tendo a publicidade em seu centro.

Mas a realidade é que a salvação está dentro do sistema e não fora dele, pois há um alentado elenco de virtudes em um sistema que, em sua essência, foi definido há um pouco mais de um século nos Estados Unidos e no Reino Unido e hoje alcança todas as economias competitivas e de expressão do planeta.

Para empregar uma antiga mais absolutamente atual expressão, não podemos esquecer da “regra” universal e atemporal de que o certo é “cada macaco no seu galho”. As raríssimas exceções mais do que justificam a regra. O que leva ao uso de outro clássico: o back to the basics, a volta ao essencial, pois, apesar de tantas novas e sofisticadas alternativas, o básico tem se revelado mais relevante do que nunca.

Anunciantes têm de anunciar, ou seja, saber como utilizar em seu benefício e com maestria os veículos disponíveis e não cair na tentação improdutiva de tentar criar a própria mídia e desenvolver eles mesmos suas mensagens comerciais. Veículos têm a desafiante tarefa de estruturar conteúdos e formatos com poder de conquistar audiência e serem respeitados e admirados pelas pessoas. Agências têm de executar de forma mágica a combinação de arte e ciência capaz de fazer anúncios e comerciais serem atrativos, convincentes e eficientes.

A publicidade, como se sabe, está no centro desse sistema. É a forma de expressão comercial das marcas e empresas que se provou a mais eficaz. Diversas outras ferramentas de comunicação funcionam bem em complemento e harmonia com ela, mas raramente e em condições muito específicas são capazes de substituí-la.

Não se advoga a cristalização de técnicas e práticas antigas e a rejeição ao novo e à tecnologia, pois as mudanças são imperiosas e a tecnologia é um admirável mundo novo que estamos descobrindo e dominando. O que se deve ressaltar é que essa evolução precisa ser realizada “dentro” do sistema e não fora dele.

A verdade é que fazer publicidade nunca foi fácil para suas três partes, ou seja, veículos, agências e anunciantes. Pelo contrário. E hoje é ainda mais difícil e complexo formatar e viabilizar um veículo ou programa de sucesso que alcance audiência e atraia a atenção dos consumidores.

Da mesma forma, conseguir estruturar um anúncio ou comercial relevante demanda muita experiência, talento e tempo. Finalmente e não menos importante – aliás, isso não é o fim, mas sim o começo –, gerir o espectro da comunicação de uma empresa ou marca demanda mais conhecimento e inteligência do que nunca. Essa virtuose das partes do sistema tende a ser maior quanto mais se valorizar a especificidade e foco de cada uma, não caindo na tentação pueril de invadir o campo de competência e responsabilidade dos demais.

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Rafael Sampaio é consultor em publicidade,

no Propmark

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04/17

Futebol brasileiro parou no tempo.

O futebol brasileiro vive uma profunda crise, tanto financeira como mercadológica e não é de hoje. Os motivos não são novos, mas vem se intensificando de forma rápida.

Basta uma comparação com a realidade da Europa para perceber que estamos cavando um abismo, resultado de décadas de ostracismo e falta de inovação na gestão dos clubes.

Enquanto os times europeus aproveitaram as mudanças no ambiente político e legal na década de 1990, com efeitos extremamente positivos para seus negócios, nosso mercado parou no tempo.

Os clubes brasileiros, deitados em berço esplêndido, como diz a letra do nosso hino, simplesmente não fizeram nada para mudar esse cenário. A gestão dos clubes permanece similar ao que faziam na década de 1970.

Dirigentes amadores, modelo de negócio antiquado, administrações arcaicas, marketing de terceira categoria e falta de modernização de suas estruturas administrativas são alguns fatores.

No Brasil, gestão de futebol é sinônimo de investimento em salários, contratações e em centros de treinamento.

Traçando um paralelo com o mundo das empresas, é como se as indústrias se preocupassem apenas em investimento em plantas industriais, sem uma visão moderna de gestão de marcas, plataformas eficientes de comercialização de produtos e dedicação constante na busca da lealdade do consumidor.

O mundo empresarial evoluiu, pois sabia que sem investimentos maciços na gestão do seu negócio, de nada adiantaria produzir produtos.

Essa mudança foi vital para crescerem.

No futebol brasileiro quanto mais os clubes investem na área técnica, menos desenvolvem seu negócio. É um paradoxo, mas é nossa realidade.

Os maiores clubes brasileiros em 2007, por exemplo, gastaram R$ 934 milhões com seus departamentos de futebol. Em 2015, os valores atingiram R$ 2,7 bilhões. E quanto mais gastaram, menos qualidade apresentaram.

Custos com futebol

Os investimentos no futebol, bem diferente da Europa não impulsionaram novas receitas. Não há uma visão de retorno sobre investimento.

Isso gerou em aumento substancial dos déficits e crescimento das dívidas, muitas delas resultado dessa irresponsabilidade no aumento dos gastos. Para financiar suas atividades, sem grandes receitas, sempre contraem empréstimos, sonegam impostos e empurram com a barriga suas dívidas para futuras gestões.

Temos vários exemplos de clubes que gastam mais em juros bancários do que em investimento na categoria de base, por exemplo. E essas despesas financeiras estrangularam sua gestão, criando um ciclo vicioso sem fim.

Que resulta no baixo desenvolvimento de toda a cadeia produtiva do futebol nacional.

Os clubes não investem fora do âmbito das quatro linhas, pois consideram ser esse seu principal foco. E esse é o maior erro. Enquanto acharem que isso está correto, não sairemos desse buraco que nos encontramos.

Somado a isso, temos uma deterioração do produto futebol no Brasil, mesmo depois de uma Copa do Mundo e quase R$ 9 bilhões de investimentos em novas arenas.

Isso demonstra que embora tenhamos um mercado gigantesco, somente mudanças radicais nesses conceitos desgastados e antiquados é que sairemos dessa crise, que parece sem fim.

Gestão corporativa, a saída para a crise

Se o mercado brasileiro de futebol quiser evoluir terá que mudar muita coisa e o mais rápido possível.

Atualmente, o modelo político empregado por praticamente 100% dos clubes é o maior obstáculo ao nosso crescimento.

A gestão dos clubes precisa estar alinhada com modernas práticas de governança e gestão corporativa.

E para que as receitas cresçam, teremos que mudar muita coisa no departamento de marketing dos clubes, com a implantação de um marketing esportivo muito mais eficiente, criativo e comercialmente atrativo.

Amir Somoggi, especialista em marketing esportivo, na Placar.

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04/17

Folha antecipa em 4 dias resultado da licitação de publicidade do Banco do Brasil – antes da abertura dos envelopes.

O jornal Folha de S.Paulo ficou sabendo do resultado da licitação de publicidade do Banco do Brasil quatro dias antes da abertura dos envelopes, que ocorreu ontem.

A licitação foi vencida pela empresa Multi Solution, superando as concorrentes Nova/sb e a Z+, segundo o jornal. O contrato, de até R$ 500 milhões, será dividido entre as três ao longo dos próximos 12 meses, que são prorrogáveis por até 60 meses. O total ficaria em R$ 2,5 bilhões, sem considerar reajustes.

A Folha registrou o resultado em cartório na quinta-feira passada e o publicou em um anúncio cifrado na seção de classificados na edição do último domingo.

O jornal também foi informado de que houve direcionamento dentro do BB para que a Multi Solution vencesse a licitação, que, de acordo com a Folha, foi a de maior valor realizada no governo Temer até agora.

Em resposta ao jornal, o BB disse que obedeceu rigorosamente a legislação, afirmando que a definição das vencedoras foi norteada por critérios técnicos.

Ainda na reportagem da Folha de S. Paulo, o banco disse que vai publicar amanhã todas as propostas técnicas que foram apresentadas na licitação, junto com as respectivas notas atribuídas pela comissão responsável pela avaliação, o que possibilitará a verificação de todo o processo por qualquer interessado.

Também em resposta ao jornal, a Multi Solution negou qualquer favorecimento.

Fonte: Exame

BANCO DO BRASIL CANCELA CONCORRÊNCIA

O Banco do Brasil suspendeu o resultado da concorrência da sua conta publicitária, segundo a Folha de S. Paulo. Depois que o jornal denunciou que sabia o nome da primeira colocada quatro dias antes da abertura oficial dos envelopes com o resultado, o banco iniciou uma auditoria interna. O primeiro lugar na licitação, divulgado na última terça-feira (25), ficou para a Multi Solution.

Devido à gravidade que o vazamento da informação do resultado de uma concorrência de órgãos públicos tem, a licitação foi cancelada. Em nota, o Banco do Brasil afirmou que vai apurar o caso e que o processo para a escolha das novas agências de publicidade não está finalizado e obedece rigorosamente a legislação.

Fonte: Propmark

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04/17

NBS, Y&R e DPZ&T conquistam conta da Secom.

A Secretaria Especial de Comunicação Social da Presidência da República (Secom) divulgou nesta terça-feira, 24, o resultado da concorrência promovida para definir as agências que cuidarão da sua conta publicitária ao longo do ano de 2017. NBS, Y&R e DPZ&T ganharam o processo que foi iniciado no começo deste ano e prevê o investimento de uma verba de R$ 208 milhões este ano em iniciativas de comunicação. O contrato com as agências terá duração de 12 meses, com possibilidade de renovação por parte do governo. A conta da Secom estava sendo dividida pela agências Leo Burnett Tailor Made, NovaS/B e Propeg.

Fonte: Meio e Mensagem

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04/17

Jornal impresso vale a pena.

A Folha de Londrina de sexta-feira passada circulou com 105 páginas, sendo 76 páginas de anúncios.

Quase igual à Gazeta do Povo, né?

Impresso não dá dinheiro?

Bem feito e bem trabalhado dá, sim!

JJ

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