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08/15

Brasileira desenvolve “Tinder” para produtos…o “Tradr”.

Jéssica Behrens, uma jovem brasiliense de 23 anos, teve a ideia de criar uma espécie de “Tinder para produtos”, um app em que fosse possível a venda, troca ou doação de itens entre os usuários.
A proposta foi apresentada por um amigo da brasileira à universidade americana de Harvard e rapidamente foi aceita pelo Laboratório de Inovação da faculdade.
O app, batizado de “tradr”, funciona de forma parecida ao Tinder, tendo integração total com o Facebook e produtos visualizados através de geolocalização.
Lançado no Brasil em junho em uma versão beta, o aplicativo está disponível apenas para iOS e seu download através App Store é gratuito.
Segundo o sitedo programa, em breve o Tradr será lançado também para dispositivos Android.
Fonte: Adnews

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08/15

Surge um novo consumidor, na crise.

Tive o privilégio, ou talvez o azar, de vivenciar duas crises econômicas nos últimos 8 anos. Vivia em Londres durante a forte crise econômica global de 2008, que aqui se chamou de apenas uma marolinha. E agora vivo a crise atual brasileira, sofrendo como a maioria da população a forte ressaca daquela marolinha.

Interessante ver paralelos importantes entre o consumidor brasileiro e o consumidor europeu durante a crise. Na dunnhumby, empresa de ciência de consumidor que lidero aqui no Brasil, notamos a formação de uma clara nova tendência de comportamento do consumidor que no Brasil é ainda mais acelerada com a crise.

Trata-se de uma nova equação de valor que emerge. Uma busca diferente de mais equilíbrio entre o que o consumidor paga e o que recebe em troca. Uma busca de mais valor entre onde ele escolhe poupar e onde escolhe gastar mais. De repente ficou cool comprar aquela blusa por apenas R$ 30 ou aquele tênis de R$ 50. Ser frugal virou motivo de orgulho.

Não se trata aqui de um movimento de nicho onde consumidores mais radicais se propõe a viver com muito pouco por opção. Essa é a ponta do iceberg de uma mudança bem maior.

A dunnhumby analisa dados de 770 milhões de clientes globalmente. Temos 11% da população global em nossas bases de dados. Em nossas análises, identificamos um segmento de consumidores que hoje estimamos em um quarto da população brasileira. Trata-se de um novo consumidor. Um consumidor que não quer abrir mão de seus ganhos de padrão de vida, conquistados durante a última década, e que, para isso, economiza em produtos mais básicos para manter os seus pequenos luxos e indulgências.

Talvez o comportamento esperado em um momento de crise seria que os pequenos luxos fossem os primeiros a serem cortados. Mas não é isso que vemos nos dados. Esse consumidor, que globalmente chamamos de save and splurge (algo como econômico e extravagante em uma tradução livre), economiza em itens de marca em categorias básicas para manter seus gastos em categorias menos essenciais.

Não se trata de um movimento exclusivo da classe C. Vemos que esse comportamento acontece em todas as classes sociais. É claro que isso se manifesta de forma diferente de acordo com a renda do consumidor.

Notamos que nas classes mais baixas, o consumidor economiza em categorias como limpeza, higiene oral e farináceos para manter seus gastos em refrigerantes, frios e sobremesas. O consumidor da classe C não quer abrir mão de seu presunto e sorvete, mesmo com a crise.

Nas classes mais de renda alta, o movimento se repete, mas com diferentes categorias. Os consumidores das classes A e B economizam em massas secas, laticínios e itens de mercearia em geral para manter seus gastos em cereais saudáveis, doces e sobremesas e bebidas não alcoólicas.

A forma que esse consumidor achou para economizar na crise é trocar de marca por opções mais baratas nas categorias mais essenciais. Um exemplo interessante é o que vemos nas categorias de aves e bovinos. Há dois movimentos aqui: esse novo consumidor de maior renda tende a trocar parte do seu consumo de carne bovina por cortes de aves, enquanto o consumidor de renda mais baixa tende a simplesmente optar por cortes mais baratos de carne ou aves.

O curioso é que esse é um comportamento que também observamos nos dados quando analisamos o comportamento do consumidor europeu durante a forte crise que se iniciou em 2008. O consumidor europeu também economizou em itens mais básicos de sua cesta de compras para manter suas indulgências. Parece que a crise brasileira acelerou uma tendência global que já existia aqui, mas de forma mais discreta.

Vemos claramente que essa nova equação de valor é um movimento global. O fenômeno das lojas de desconto em todo mundo é uma evidência clara desse movimento. Aqui no Brasil, os atacarejos representam o formato de varejo que mais tem crescido justamente oferecendo o que esse novo cliente quer: preço baixo em seus produtos de necessidade mais básica.

Na Europa, os varejistas discounters como o Lidl e Aldi, que oferecem um sortimento mais reduzido e experiência de compra mais frugal em troca de preços mais baixos, têm tido um crescimento absurdo. Até o ícone da moda mais sofisticada americana, a Macy’s, entrou nesse jogo com sua versão de loja de desconto chamada de Macy’s Backstage.

Não quero aqui defender que todos os consumidores se comportam dessa forma afetando igualmente todas as áreas do consumo. Defendo que há uma nova equação de valor para um segmento expressivo dos consumidores. Que esse novo consumidor é mais consciente em suas escolhas e prefere gastar onde realmente importa para ele.

Talvez estejamos caminhando para um cenário que já vemos mais presente em países mais desenvolvidos, onde a riqueza e prosperidade são menos definidas pelo que cada indivíduo possui. Um cenário onde perde importância a propriedade e ganham importância as experiências e interações com outras pessoas.

 Adriano Araújo é diretor-geral da dunnhumby no Brasil

  Veiculado em Meio e Mensagem

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08/15

Publicitar em promoção imperdível.

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Sexto colocado no ranking das Livrarias Saraiva e  Curitiba e entre os primeiros nas principais redes de livrarias e seus sites no Brasil, meu livro PUBLICITAR – UMA NOVA VISÃO DA PUBLICIDADE (edição nacional pela Qualitymark) está em promoção na Saraiva e na Amazon.com.br, em ofertas que ninguém pode perder. São os últimos exemplares da primeira edição. Não percam!

JJ

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08/15

Sílvio Santos e Edir Macedo falam em união.

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Quem assistiu ao Domingo Espetacular, da Record, neste domingo (2), se surpreendeu com o encontro protagonizado entre Silvio Santos, dono do SBT, e Edir Macedo, proprietário da Record. O apresentador visitou o Templo de Salomão, da Igreja Universal do Reino de Deus, também de Macedo. Na entrevista, Silvio disse que sua esposa, Íris Abravanel, visitou o local antes e que ele preferiu não ir à inauguração, há um ano, para evitar a agitação.

Record e SBT travam uma guerra pelo segundo lugar na audiência da TV brasileira. Na frente das câmeras, aparentemente os empresários deram uma trégua na disputa e falaram em “união para alcançar resultados”.

Foi a primeira vez que, após 17 anos, uma TV registrou um encontro entre estes empresários de comunicação. Eles foram acompanhados pela jornalista Adriana Araújo e a equipe do Domingo Espetacular, que fez a reportagem sobre a conversa.

Donos de duas das maiores emissoras de TV do país, eles destacaram a importância da união no setor.  “Eu considero os empresários de TV como pessoas que estão no mesmo ramo que eu. Nós estamos tendo as alegrias e tristezas que o ramo oferece. Todos nós devemos puxar o barco juntos! E não ficar puxando cada um numa corda!”, declarou Sílvio Santos.  Edir Macedo concordou: “Tá certo, é isso mesmo!”

Fonte: propmark

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08/15

Coca-Cola coloca emoticons em suas garrafas.

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Dando continuidade ao seu icônico posicionamento “compartilhe”, a Coca-Cola resolveu adotar a linguagem dos emoticons em suas famosas garrafinhas. A campanha, que começou no Vietnã, foi desenvolvida em parceria pelas agências Droga5 Sydney e Isobar Singapura. A segunda fase do trabalho vai inspirar jovens a agir e compartilhar suas próprias histórias.

As animações consagradas foram criadas para que os usuários da web possam expressar os seus sentimentos, um ponto que tem total sinergia com a marca de refrigerantes, principalmente com frases como “compartilhe a alegria” ou “compartilhe emoção”, temas recorrentes para a companhia.

Fonte: Adnews

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08/15

Globo revisa Merchandising.

A atual estratégia de inserção de ações de marketing promocional na Rede Globo está amparada no poder de testemunhais dos grandes nomes da emissora, como Faustão, Luciano Huck, Ana Maria Braga e Regina Casé, mas a empresa trabalha em um novo formato para criar soluções mais personalizadas e integradas de conteúdo. “Eles são ótimos para ancorar promoções, mas isso vale a pena para certos produtos e em certos momentos. Para os outros casos, pensamos em ações menores”, revelou Carlos Henrique Nascimento, diretor-geral de comercialização da Rede Globo, convidado do II Congresso Brasileiro de Live Marketing.

O executivo afirma que a empresa quer revisar o pensamento sobre merchandising e evoluir para um modelo em que agência e equipe comercial da emissora pensem juntos em novas possibilidades que envolvam conteúdos de novelas, jornalismo e esportes, por exemplo. “Nossa equipe está aberta a conversar sobre ideias. Há muitas possibilidades de cruzamentos não apenas para ações promocionais isoladas, mas plataformas completas de comunicação. Precisamos estar próximos das agências para que haja maior entendimento e o estopim para um processo avassalador”, afirma. “Nosso objetivo, no final das contas, é proteger a relação emocional do consumidor com a marca”, completa Nascimento.

O novo posicionamento da Globo foi bem recebido pelo setor promocional. “Tentamos no passado atuar em projetos dentro do núcleo de novela, por exemplo, mas sem sucesso. Na prática, fazíamos uma parte pequena do que podíamos. Agora, o olhar da Rede Globo para nosso mercado ganhou relevância. Assim como ela ajudou as agências de publicidade a se organizarem, tenho certeza de que poderá fazer o mesmo pelo setor promocional”, opina Kito Mansano, presidente da Ampro.

O novo tipo de relação da emissora com o marketing promocional, segundo Nascimento, não dissociará mais agências de above e bellow the line, termos considerados obsoletos por ele. “Há promoções que são um sucesso, mas será que não poderiam ser ainda melhores e maiores, com reposicionamento de marcas e, principalmente, mudanças de hábitos dos consumidores?”, questiona. Ele afirma ainda que a nova organização permite projetos mais “tailor made”. Não há modelo pronto, de copiar e colar. Teremos projetos mais artesanais”, indica. Nascimento trouxe a ideia de se criar pistas de dança em shoppings para ativar marcas no quadro Danças dos Famosos, do Domingão do Faustão. “E estamos falando de apenas um quadro de um programa, para se ver o quão infinitas são as possibilidades”, sugere. Mansano: “Assim como a Globo ajudou as agências de publicidade a se organizarem, poderá fazer o mesmo pelo setor promocional”.

Fonte: Meio e Mensagem

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08/15

A 50 por hora.

Parodiando a limitação de velocidade nas vias marginais expressas de São Paulo, o início do segundo semestre (no mercado publicitário julho é um mês intermediário entre o primeiro e o segundo semestre) pode significar um aumento de velocidade na movimentação dos negócios, fazendo com que todos saiam dos 30/40 km por hora, para alcançar pelo menos os 50.

Já será alguma coisa, em um ano que vem castigando o Brasil e os brasileiros como poucas vezes registra a nossa história. A propósito, totalmente sem nexo a nova ideia assoprada pelo publicitário João Santana à presidente Dilma Rousseff, recomendando a todas as lideranças do principal partido situacionista, que lembrem em suas manifestações públicas que o país já esteve pior que agora.

Essa tese conformista não tem nada a ver com o tom da campanha eleitoral – criada pelo mesmo publicitário – que levou Dilma Rousseff ao segundo mandato. E, também, que tipo de mensagem solta no ar é essa, que procura comparar com o pior, quando o que se almeja é superar nossos melhores momentos?

Já que estamos em ano pré-olímpico, seria o mesmo que glorificar atletas perdedores, porque não seriam os piores; já tivemos desempenhos inferiores no passado, diria Santana.

O que se quer e deseja é o retorno a tempos no mínimo semelhantes aos que consagraram os governos de Fernando Henrique Cardoso e do próprio presidente Lula da Silva, quando elevaram os padrões de vida de parte considerável da população brasileira, com resultados mais significativos na base da pirâmide.

O que se quer, deixando de lado comparações com governos anteriores, é que se cumpram minimamente as promessas da última campanha presidencial, para que deixe de permanecer nos brasileiros o gosto amargo do engodo.

2. Voltando ao mercado da comunicação do marketing, é necessário também, em busca da meta dos 50 km por hora, que os anunciantes reflitam sobre a importância da publicidade não apenas no desenvolvimento dos negócios, como também – e por causa disso – no estímulo e na reação em cadeia que a retomada da propaganda sem dúvida proporcionará, como sempre tem ocorrido nessas fases da nossa história econômica que João Santana quer reviver com outros objetivos.

Se a publicidade é a alma do negócio, como sempre repetimos, não podemos esperar pelo aumento da velocidade nas transações econômicas, sem que cada player desse imenso tabuleiro chamado Brasil deposite sua fé nessa alma.

Não se trata de fazer caridade, mas de voltarmos todos a acreditar no beabá de uma atividade econômica que sempre nos fascinou e fascina, porque invariavelmente ganhou o jogo a que foi levada a jogar.

Não cabe ao mercado publicitário, em especial aos anunciantes, fazer coro, neste momento, com a maioria da população do país que anda de cabeça baixa diante dos descalabros que não cessam de vir à tona. Essa mesma grande parcela da população que está condenada a pagar uma conta que não produziu, mesmo aqueles que apertaram o botão errado nas últimas eleições presidenciais. Porque, se assim procederam, agiram em boa fé, ludibriados – agora se vê – por falsas promessas de uma vida melhor para todos.

Compete a nosso ver aos anunciantes, às agências, à mídia em geral, às produtoras e fornecedores do mercado e outras instituições que com ele têm contribuído para uma escalada de aperfeiçoamento elogiada em todo o planeta, cabe a todo o povo inteligente, hábil e sensível da nossa comunicação do marketing, a tarefa, embora árdua, de se contrapor a esse estado de espírito que tomou conta da grande maioria da população brasileira, lançando campanhas de recuperação nacional ao mesmo tempo em que vendem seus produtos e serviços.

Novamente, se dermos uma olhada na história do mundo nos últimos 100 anos, a partir de quando a atividade publicitária passou a se organizar empresarial e profissionalmente, encontraremos um sem número de campanhas, nos mais variados países – inclusive no Brasil – que se propuseram a levantar o moral dos mercados onde os anunciantes atuavam, inclusive governos de territórios arrasados que todavia não perderam a compostura.

Se aqui no Brasil o governo também anda de cabeça baixa, como facilmente se percebe, não é ele quem deve liberar essa corrente positiva, nem sequer dela participar.

Cabe uma vez mais à iniciativa privada essa missão, que pode ser para o bem de todos e felicidade geral da nação. Se isso for muito, que ao menos recupere parte da nossa autoestima, que o resto virá com o tempo e com outros governos.

Armando Ferrentini, diretor do propmark

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08/15

Revista Estilo traz capa que conversa com leitor.

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Ao invés de encarar a tecnologia como uma ameaça, muitos impressos a veem como aliada. É o caso da revista Estilo, que adotou a realidade aumentada em sua edição de agosto.

Com a blogueira Camila Coutinho na capa, a revista permite uma experiência diferente com a ajuda do smartphone. Basta baixar o aplicativo da TV Estilo e posicionar o celular ou tablet sobre a edição que um vídeo fará com que Camila salte do papel. O mesmo serve para algumas páginas internas, que reproduzem um novo conteúdo sempre que a câmera esteja posicionada nos locais indicados.

Fonte: Adnews

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08/15

Não desanime.

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08/15

UFC melhora audiência da Globo na madrugada.

Luta

A transmissão ao vivo da luta entre a americana Ronda Rousey e a brasileira Bethe Correia no UFC 190, combate que durou apenas 34 segundos, aumentou a audiência da madrugada de sábado para domingo na Globo.

A emissora alcançou quinze pontos no Ibope em São Paulo e dezessete pontos no Rio de Janeiro. Na capital paulista, o número ficou dois pontos acima da média da faixa horária nos últimos quatro sábados; no Rio, foi um ponto acima da média.

Os números estão na média da última luta de Anderson Silva, que alcançou dezesseis pontos em São Paulo e dezoito no Rio, e superam a derrota de Vitor Belfort para Chris Weidman, em maio, que chegou a doze pontos no Ibope em São Paulo.

 

Fonte: RADAR

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