03
09/15

Que barbaridade!

Criança síria encontrada morta por afogamento em praia da Turquia, com outros refugiados mortos que estavam rumando para a costa grega.

Imagem forte, que retrata a barbaridade de uma imigração desesperada e muito perigosa, não só para pequenas crianças,

Os milhares de imigrantes africanos e árabes precisam de ajuda, de asilo, de trabalho, de comida, de teto, mas alguns países se mostram absolutamente insensíveis a este imenso drama humano. Tem gente colocando cerca de arame farpado em suas fronteiras, quando a necessidade é de compreensão, apoio, sensibilidade e amor ao próximo.

Imaginem quantas crianças como esta morreram no mar, na travessia do desespero, e quantas ainda vão morrer em solo europeu, pela insensibilidade de alguns governos e de muitas pessoas. Até parece que a Europa nunca foi flagelada por guerra.

JJ

03
09/15

Mais consumidores ignoram anúncios online do que anúncios televisivos.

Mais consumidores ignoram anúncios online do que anúncios televisivos.

Anúncios veiculados em mídias tradicionais são mais confiáveis ​​que anúncios publicados em redes sociais.

Os consumidores acreditam que anúncios personalizados são mais atrativos, relevantes e marcantes.

Consumidores mais jovens são mais propensos a aceitar anúncios on-line vinculados a conteúdos específicos.

Esses são alguns dos resultados recentes de pesquisas que procuraram entender o que osconsumidores pensam sobre publicidade. Apesar de avaliarmos individualmente as melhores estratégias de publicidade para nossas marcas, podemos otimizar nossas abordagens se obtivermos uma rápida compreensão das atitudes dos consumidores. Por essa razão, apresentamos abaixo algumas breves constatações sobre o que os consumidores gostam (e não gostam) nos anúncios.

Três formas de melhorar seus anúncios on-line
Uma pesquisa publicada pela empresa Goo Technologies em fevereiro de 2014 constatou que 42% dos entrevistados afirmaram que os anúncios interativos são os mais atraentes. Além disso, percentuais elevados de entrevistados ofereceram três outras sugestões que os ajudariam a prestar mais atenção a anúncios on-line:

  • Tornar o anúncio engraçado (40%)
  • Tornar o anúncio divertido (32%)
  • Acrescentar poderosos recursos gráficos (19%)

Regras de personalização: dados que podem ser solicitados
Uma pesquisa do Yahoo com seis mil consumidores com idade entre 13 e 64 anos verificou que muitos deles acham os anúncios personalizados mais atrativos (54%), marcantes (45%) e educativos (52%) que os anúncios gerais. É claro que a obtenção de mais dados é fundamental para tornar os anúncios mais personalizados, mas a privacidade pode ser um problema para os consumidores. Dito isso, cerca de dois terços dos entrevistados na pesquisa do Yahoo aceitam ou não se importam que as editoras obtenham os seguintes tipos de informações para ajudar a personalizar os anúncios:

  • Conteúdos específicos visualizados
  • Tempo gasto
  • Palavras usadas em pesquisas
  • Anúncios em que clicaram
  • Produtos que pesquisaram

Os millennials preferem uma combinação de publicidade tradicional e digital
Segundo uma pesquisa publicada em janeiro 2014 pela empresa Androit Digital, 36% dos millennials acreditam que a publicidade digital é mais eficaz que a forma tradicional – o que é de se esperar, já que as mídias digitais estão profundamente arraigadas na vida de consumidores mais jovens. O mesmo estudo, no entanto, também constatou que 45% dosmillennials afirmam que a combinação da publicidade tradicional e digital é uma forma tão ou mais eficaz de influenciar suas decisões de escolha de marcas do que o uso de qualquer um dos tipos individualmente. Além disso, 70% dos millennials disseram que a televisão é o meio que exerce a maior influência sobre a forma como percebem o valor das marcas.

Fonte: BraSil Link/Abel Salgado

(correspondente do Blog do JJ nos Estados Unidos)

03
09/15

TV e internet no Brasil.

Crédito: Thinkstock

O jovem Awipdavi Urueu, da tribo indígena Uru-Eu-Wau-Wau, em Rondônia, tem 23 anos e como todo brasileiro da sua idade gosta de acessar com frequência as redes sociais.

Porém, com apenas um computador na reserva indígena onde mora, localizada a cerca de 100 quilômetros ao sul da capital do Estado, Porto Velho, Awipdavi acaba tendo de recorrer na maior parte do tempo ao celular, por meio do qual interage com a comunidade – são 200 membros espalhados em seis aldeias – e se comunica com o mundo exterior, além de manter atualizado o seu perfil no Facebook, repleto de ‘selfies’.

“Acesso a internet por meio de uma antena que eu mesmo comprei. De todas as aldeias, só a nossa tem esse tipo de conexão. Como aqui não tem sinal de telefone, é a forma que consegui para trocar ideias e conhecer pessoas novas, como você”, disse ele à BBC Brasil. A antena, conta, custou cerca de R$ 2 mil, valor que a aldeia pagou “em parcelas mensais de R$ 100″.

A realidade de Awipdavi é comum na região Norte do país, cujas distâncias e grandes dimensões retardaram a chegada das redes de dados e fibras óticas. Sem uma infraestrutura adequada de cabos, a banda larga móvel (sem fio) ganhou força frente à fixa, em uma evolução diferente da verificada no restante do país.

Dados da Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios), divulgados pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística)  confirmam essa peculiaridade. Em 2013, a região Norte apresentou o maior porcentual de domicílios que usaram o celular para acessar a internet (75,4%), enquanto no restante do Brasil predominou o uso do computador.

Entre os Estados do país, o acesso feito exclusivamente por celular ou tablet superou o feito por computador em Sergipe (28,9% por celular ou tablet contra 19,3% por computador), Pará (41,2% contra 17,3% por computador), Roraima (32% contra 17,2%), Amapá (43% contra 11,9%) e Amazonas (39,6% versus 11,1%). Parte dos entrevistados não soube responder à pergunta.

Rondônia, paradoxalmente, foi a unidade da federação que registrou a maior proporção de acesso exclusivo por meio de computador (61,1%), enquanto Santa Catarina teve o menor porcentual de acesso exclusivo por celular ou tablet (5%).

Diferentemente do restante do Brasil, o Norte foi também a única região do país onde a conexão via banda larga móvel – as redes 3G ou 4G – ultrapassou a rede fixa. Nos Estados do Amazonas, Roraima, Pará e Amapá, oito em cada dez residências com internet acessaram a rede via banda larga móvel em 2013.

“A região Norte acabou prejudicada por causa da conexão à longa distância. Isso fez com que a internet ficasse muito cara e com a velocidade muito baixa. O acesso que, antes só era possível via satélite, hoje já é viável por meio das torres de telefonia celular. A banda fixa ali, contudo, acabou não evoluindo, diferentemente do restante do país”, explica Eduardo Tude, presidente da consultoria Teleco, especializada em telecomunicações.

Foi a primeira vez que o IBGE levantou dados sobre o tipo de equipamento utilizado para acessar a internet. Os dados da Pnad também incluíram os domicílios cobertos por sinal digital de TV aberta e a posse de celular para uso pessoal.

Computador menos importante

Segundo o órgão, 85,6 milhões de brasileiros acima de 10 anos de idade (49,4% da população) tinham usado a internet, pelo menos uma vez, no período de referência dos últimos três meses (últimos 90 dias que antecederam ao dia da entrevista) em 2013.

Desse total, 78,3 milhões (45,3% da população) afirmaram ter acessado a rede via computador. A proporção é menor do que a verificada em 2011, quando 46,5% dos brasileiros diziam ter usado a internet por meio de um computador no domicílio.

De acordo com o IBGE, as regiões Sudeste (57%), Sul (53,5%) e Centro-Oeste (54,3%) registraram os maiores percentuais de utilização da internet considerando-se todos os equipamentos. Já a região Norte teve a maior proporção (8,7%) de pessoas de 10 anos ou mais de idade que utilizaram a internet por meio de aparelhos com exceção do computador (celular, tablet, TV, etc).

Em relação ao número de domicílios, de acordo com a pesquisa, 48% deles tinham acesso à internet (31,2 milhões de residências). Desse total, 88,4% (ou 27,6 milhões) usavam a internet por meio de computador. No restante – 11,6% ou 3,6 milhões de domicílios, a utilização da internet era realizada por outros equipamentos.

Tablets

O IBGE verificou ainda a existência de tablets nos domicílios brasileiros. Segundo os dados da Pnad 2013, 7,1 milhões (10,8%) dos 65,1 milhões de domicílios particulares permanentes do país tinham o aparelho.

Dentre eles, diz o órgão, mais da metade (3,9 milhões) estava no Sudeste, onde 13,8% das casas possuíam tablets. Já o Norte do país foi a região com a menor incidência do aparelho. Apenas 278 mil domicílios (ou 5,9% do total da região) tinham o dispositivo.

A pesquisa também mostrou uma relação direta entre o acesso à internet, a renda e os anos de estudo. Segundo o IBGE, a proporção de pessoas que usa a rede cresce conforme aumentam o rendimento e a escolaridade.

Já no tocante à faixa etária, o cenário é inverso. Os mais jovens registraram os maiores percentuais de acesso à internet.

Acesso à TV e posse de celular

O IBGE também levantou dados sobre o acesso à TV e a posse de celular para uso pessoal.

Segundo as estimativas da Pnad 2013, 130,2 milhões de brasileiros acima de 10 anos de idade tinham celular para uso pessoal, um aumento de 49,4% ante a 2008.

Entre as regiões do país, o Centro-Oeste registrou a maior proporção de pessoas com o aparelho (83,8%), seguido do Sul (79,8%), Sudeste (79,5%), Norte (66,7%) e Nordeste (66,1%).

De acordo com o IBGE, oito em cada dez brasileiros entre 25 e 49 anos possuíam um celular para uso pessoal em 2013.

Já a TV, diz o órgão, predomina em 97,3% dos domicílios do país (63,3 milhões). Desse total, 29,5% das residências tinham TV por assinatura, 31,2% possuíam sinal digital de TV aberta enquanto que 38,4% dependiam de antena parabólica.

Fonte: BBC Brasil

03
09/15

Publicidade no Netflix

Não sejamos tão inocentes: a Publicidade vai chegar ao Netflix. E nós não vamos nem ligar pra isso. Vivemos um momento novo em questão de veiculação de anúncios. A mídia está se baseando em comportamento e hábitos, a publicidade está mudando e vai chegar em empresas como o Netflix. E nós? Nós continuaremos assinando, assistindo e vendo o conteúdo de lá melhorar.

Ótima reflexão do Blog Osmozzy. 
http://ow.ly/Qe9CO

03
09/15

Correções para impulsionar as vendas nas redes sociais

O maior problema com o marketing em redes sociais é o retorno sobre investimento (ROI). Mesmo se mostrarmos aos nossos chefes que muitas pessoas compartilham e curtem nossas publicações, isso não tem a menor importância. Não usamos as redes sociais para que outras pessoas curtam nossas publicações. Usamos as mídias sociais pela mesma razão que usamos anúncios televisivos, anúncios impressos e anúncios em outdoors: para vender.

Até o momento, existem poucas pesquisas sobre como as redes sociais geram conversão – ou seja, levam o consumidor a efetivamente realizar uma compra. Um novo estudo da AOL Platforms pode ajudar a esclarecer essa questão. A empresa realizou uma análise no primeiro trimestre de 2014 que abrangeu 500 milhões de cliques, US$ 15 milhões em conversões, 3 bilhões de impressões e 13 milhões de caminhos de compra únicos: tudo para ver onde os conteúdos – orgânicos e pagos – veiculados nas redes sociais se situam no trajeto do consumidor até a compra.

Veja, abaixo, alguns resultados básicos do estudo que podem ajudar a orientar seus investimentos futuros em redes sociais.

nº1: Mídias sociais são o ponto intermediário
Para entender os resultados, também é importante entender o processo básico. O estudo identificou quatro pontos no caminho de compra que convertem um provável comprador em um consumidor.

  • Inicial: o início, quando um produto é introduzido
  • Intermediário: o ponto em que a publicidade impacta a percepção de consumidores que pesquisam produtos
  • Final: o último ponto de contato com a publicidade antes de o consumidor realizar a compra
  • Único: quando o consumidor efetua a compra após ter contato com apenas um canal de marketing

As redes sociais raramente são o único canal que os consumidores acessam ao realizar uma compra. Ao contrário, o conteúdo em redes sociais se situa na etapa intermediária da trajetória de compra em 87% dos casos.

Essa tendência não é exatamente incomum: outros canais também situam-se na etapa intermediária. Veja abaixo os percentuais referentes a outros canais de marketing on-lineposicionados na fase intermediária do caminho de compra:

  • Anúncios tipo display: 89%
  • E-mail: 78%
  • Pesquisas não relacionadas a marcas: 71%
  • Programa de afiliados: 69%
  • Pesquisas de marcas: 52%

Essencialmente, isso significa que as redes sociais ajudam a moldar as considerações do consumidor acerca de um produto e permitem consolidar sua percepção e influenciar a escolha para chegar ao último estágio.

nº2: Anúncios pagos em redes sociais geram mais vendas
Ao comparar o marketing orgânico em redes sociais com anúncios pagos veiculados nesses canais, a AOL constatou que a publicidade paga tinha maior propensão de gerar vendas. De um modo geral, por exemplo, a taxa de conversão de conteúdos orgânicos veiculados em mídias sociais foi de 2,26%, frente a 2,82% para os anúncios pagos publicados nesses redes, um aumento de 25%.

A diferença entre conteúdos pagos e orgânicos é ainda mais expressiva ao se analisar as redes sociais individualmente. No Facebook, os conteúdos orgânicos se situaram na seguinte etapa do caminho de compra:

00 Organic Portuguese

(Clique no gráfico para ampliá-la)

Na maioria dos casos (84%), esses conteúdos situaram-se no estágio intermediário. Foram raros os casos em que os conteúdos orgânicos divulgados em redes sociais se situaram no último ponto antes da compra (9% das vezes) ou constituíram o único canal de marketing que os consumidores acessaram antes de realizar uma compra (4%).

Já com os conteúdos pagos veiculados em redes sociais, a situação é bem diferente:

00 Paid Portuguese
(Clique no gráfico para ampliá-la)

Os conteúdos pagos divulgados em mídias sociais situaram-se no último ponto da trajetória de compra em 13% das vezes. E o que é mais importante: em 24% dos casos, foi o único canal de marketing que os consumidores viram antes de efetuar uma compra. Esse percentual é 6 vezes superior ao de conteúdos orgânicos, um sinal claro de que os conteúdos pagos veiculados nas redes sociais resultam diretamente em vendas com mais frequência que os conteúdos orgânicos.

Resultados semelhantes foram observados para outras grandes redes sociais.

nº3: YouTube e Facebook geram o maior volume de vendas entre as redes sociais
Os resultados gerais da análise da AOL Network mostraram que o YouTube foi o que mais gerou conversões de vendas, seguido pelo Facebook:

Convertro-Social-Media-Funnel

(Clique no gráfico para ampliá-la)

Como mostra o gráfico acima, o YouTube foi o único canal de marketing on-line visto pelos consumidores antes da compra em 14% dos casos, enquanto o Facebook foi o único canal de marketing visto antes da compra em 10% das vezes. Além disso, essas duas redes foram, em grande parte, o último canal on-line visto antes da compra, com percentuais mais elevados que os da maioria das outras redes. Em comparação, o Twitter e o Tumblr foram os canais menos eficazes em termos de conversão ou de ser o último canal visto pelos consumidores antes da compra.

Esses resultados sugerem que, apesar do interesse que novas redes sociais despertam ao atrair usuários, as redes mais populares e estabelecidas tendem a gerar um volume maior de compras.

nº4: Redes sociais impulsionam vendas de assinaturas, produtos de beleza e serviços
O estudo da AOL Platforms também analisou como as mídias sociais impulsionam as vendas de diferentes tipos de produtos.

Para a maioria dos tipos de produtos, as redes sociais se situaram nitidamente na etapa intermediária da trajetória de compra:

  • 95% das vezes no caso de alimentos e bebidas vendidos no comércio eletrônico
  • 87% das vezes no caso de peças de vestuário e acessórios vendidos no comércio eletrônico
  • 85% das vezes no caso de artigos de decoração para o lar vendidos no comércio eletrônico
  • 82% das vezes no caso de produtos tecnológicos

Quando se trata de assinaturas, produtos de saúde/beleza e serviços, no entanto, as redes sociais foram o único canal visto antes da compra em 48%, 29% e 21% dos casos, respectivamente.

Além de levar ao que a AOL Platforms chama de “compras por impulso” nessas categorias de produtos, as redes sociais também foram, em um percentual significativo dos casos, o último canal no caminho de compra (visto logo antes de o consumidor comprar um produto) de alguns produtos específicos:

  • 21% das vezes no caso de produtos de saúde/beleza vendidos no comércio eletrônico
  • 18% das vezes no caso de serviços
  • 15% das vezes no caso de assinaturas
  • 13% das vezes no caso de eventos de entretenimento e lazer vendidos no comércio eletrônico

Para saber mais sobre como podemos ajudar a aumentar a eficácia da sua agência por meio de serviços de mídia, como redirecionamento no Facebook, e novas tecnologias desenvolvidas para o mercado latino-americano, entre em contato conosco.

Fonte: Brasil Link (parceiro do Blog do JJ nos Estados Unidos).

03
09/15

Corinthians é o time mais valioso das Américas.

Corinthians vence Fluminense e abre 7 pontos na liderança
Segundo a Forbes, torcida, elenco forte, arena moderna e contratos publicitários valorizam o Corinthians. (Ricardo Matsukawa/VEJA.com)

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A edição mexicana da revista Forbes divulgou pelo terceiro ano consecutivo o ranking das equipes mais valiosas do continente americano. Assim como nas edições anteriores, o Corinthians lidera a lista, com valor de 511,7 milhões de dólares (1,9 bilhão de reais), e desta vez é seguido por seus principais rivais, São Paulo (segundo no ranking) e Palmeiras (terceiro). Grêmio quinto), Inter (oitavo) e Atlético Paranaense (décimo segundo) também aparecem entre os 15 primeiros, em meio a clubes argentinos, americanos e mexicanos.

O ranking leva em conta o valor dos elencos dos clubes, o custo de seus estádios, as transferências recentes e o valor de mercado dos clubes – além dos relatórios financeiros das equipes que os disponibilizam. O estudo chega a uma conclusão especialmente nos casos de Corinthians, Palmeiras, Grêmio e também do mexicano Monterrey, que pulou da 30ª para a sétima posição: “Um estádio moderno revaloriza notavelmente as franquias.”, reporta Veja.

Atlético-PR (159,1 milhões de dólares)

O Atlético Paranaense é o décimo segundo, entre os times mais valiosos.

03
09/15

Real Madrid é o clube esportivo mais valioso do mundo.

Real Madrid

Pelo terceiro ano consecutivo o Real Madrid está no topo da lista das equipes esportivas mais valiosas do mundo, segundo a revista Forbes. O clube espanhol tem valor de mercado de 3,26 bilhões de dólares, seguido pelo time de beisebol do New York Yankees e pelo de futebol americano Dallas Cowboys, ambos avaliados em 3,20 bilhões de dólares. O Barcelona, rival histórico do Real, aparece em quarto, com valor de 3,16 bilhões de dólares. Entre os 50 mais valiosos aparece a equipe Ferrari, da Fórmula-1, na 32ª colocação, estimada em 1,35 bilhão de dólares. Nenhuma equipe brasileira figura na lista. O ranking utiliza critérios como valor de mercado, faturamento e ganhos com as cotas de televisão.

03
09/15

Flamengo terá 72 lojas oficiais. E os outros?

Loja oficial do Flamengo (Foto: Divulgação)

Flamengo vai abrir mais quatro lojas entre setembro e outubro – todas em fase de assinatura de contrato. Com as 52 já tem abertas pelo país, vai chegar a 56. A meta é alcançar 72 até o fim de 2016. É o time de futebol que mais abre lojas oficiais próprias no Brasil no momento, mas não espere, torcedor, vê-lo com mais pontos de venda do que o Corinthians, hoje com 80 unidades, tão cedo.

Foi combinado com a Adidas que não sejam abertas, de uma vez, uma centena de lojas oficiais do Flamengo. A evolução precisa ser programada e gradual. A fornecedora já teve problemas para abastecer o mercado logo depois que passou a vestir o time, em 2013, e tem todo um processo de fabricação, importação e distribuição que precisa de meses de antecedência para dar certo. O clube avança em marcha lenta e preza pelo crescimento sustentável, e a marca, que no passado resistiu à ideia de clubes terem redes próprias, hoje é entusiasta do projeto. Tem até um gerente exclusivo para lojas dentro da empresa para ajudar times patrocinados.

“Não é achismo, são meus números: o torcedor consomeFlamengo ao longo do ano todo. As conquistas aceleram, são catalisadores, mas o Flamengo perde no domingo e a loja continua a vender sua média”, diz Dirceu Rodrigues, gerente de marketing que cuida de licenciamentos no clube. “Mas nós preferimos crescer, obviamente com metas agressivas, sem desespero. Não queremos ter 500 lojas com inadimplência, uma zona. Queremos excelência”.

O modelo de negócio que o Flamengo adotou é diferente dos demais brasileiros. Outros terceirizaram a gestão a empresas especializadas em administrar franquias – as maiores são SPR e Meltex. Os rubro-negros preferiram fazer a gestão eles mesmos, com a consultoria da MF Plai, e manter o formato de licenciamento em vez de franquia.

A reestruturação da rede começou anos atrás, quando Eduardo Bandeira de Mello chegou à presidência. Àquela altura havia dezenas de comércios “piratas” do Flamengo, muitos órfãos desde que Roxos e Doentes quebrou na década de 2000, que usavam escudo, nome e símbolos do clube sem pagar nada em contrapartida. Os cartolas formataram um padrão e chamaram os lojistas para negociar. Eles tinham de seguir regras, prestar contas e pagar taxas, caso contrário teriam de apagar todas as referências ao Flamengo e virar lojas multimarcas, multiclubes. Uns toparam, outros saíram.

O dinheiro que as lojas geram é difícil de calcular. Há, sim, uma receita direta: quem quer ter uma unidade precisa pagar uma taxa inicial de R$ 50 mil, mais R$ 5 mil fixos por mês. E as vendas geram royalties. Só que a vantagem de ter uma rede de comércios oficiais vai bem além disso. Se o flamenguista entrar no lugar como torcedor comum e sair como sócio-torcedor, ele próprio leva um valor para gastar em produtos, o lojista ganha um bônus, e o clube passa a arrecadar mais. Da receita com sócios, que passou de R$ 16,5 milhões em 2013 para R$ 30,3 milhões em 2014, quanto veio por meio dessas lojas? Além de ponto de venda, é ponto de relacionamento.

Por isso mesmo o ambiente tem de ter um ar de torcedorismo. Só trabalha como vendedor quem é flamenguista, depois de passar por um teste com perguntas básicas sobre a história do time. O intuito não é discriminar profissionais que torcem para outras camisas, de acordo com o clube, mas garantir que funcionários gostem do que vendem, incentivem a associação, entendam o cliente.

Fonte: Época Esporte Clube

Loja do Flamengo (Foto: Divulgação)
COMENTÁRIO
Enquanto isso, a maioria dos clube brasisleiros tem uma só loja oficial e outros nenhuma.
O marketing esportivo engatinha no Brasil.
Na Arena do Ajax, em Amsterdam, há 16 lojas oficiais, além dos quiosques do lado de fora do estádio.
JJ

03
09/15

Publicidade no Instagram.

A chegada da compra de mídia no Instagram aconteceu no primeiro semestre de 2015 e somente sete agências e 20 marcas estão trabalhando diretamente com a equipe do Instagram para levar anúncios com a qualidade esperada na rede. Entre elas estão Submarino, Kibon e C&A.

Mas a ideia, de acordo com Fabricio Proti, diretor de desenvolvimento de marcas do Instagram para a América Latina, é a de tornar o Instagram mais acessível para negócios de todos os tamanhos. “As marcas entenderam que o conteúdo criativo é o foco da rede social. Existe uma preocupação dessas empresas em unir criatividade e estética para atingir melhores resultados.”

Para o futuro desta relação com as marcas, Proti aponta três pilares seguidos pela plataforma. O primeiro deles é tornar o Instagram mais acessível para negócios de todos os tamanhos, não somente os grandes anunciantes que hoje participam da operação no Brasil, por meio da plataforma de mídia do Facebook. “No futuro próximo, será possível gerenciar anúncios do Instagram pela plataforma de mídia deles”, revela Proti.

Outras metas são oferecer mais opções para os usuários interagirem, por meio de novos formatos e da adoção de um botão call to action (algo que está sendo testado aos poucos nos Estados Unidos e que se trata de uma grande demanda dos anunciantes); e oferecer para anunciantes novas ferramentas de segmentação, seja por idade, gênero, interesse ou localização.

Cuidado na relação

Para vitaminar suas receitas com publicidade, a rede social precisa contornar a revolta de usuários mais dedicados, que ficaram espantados com a chega dos posts patrocinados, em 2015. O trabalho da equipe do Instagram no Brasil tem sido de orientar essas marcas a trabalhar respeitando o hábito do consumidor, sem fugir da proposta da rede social que é oferecer imagens inspiradoras com grande apelo visual.

A rede nasceu em 2010, mobile e focada em conteúdo aspiracional e se tornou uma das mais importantes do país. “Em termos de escala, o Brasil é um dos países mais importantes para o Instagram. Somos a segunda maior base de usuários mundiais”, afirma Proti.

Para ele, o momento é de transição e os anunciantes estão enxergando o Instagram como uma plataforma para construção de marca. Ele acredita que os clientes estão amadurecendo e estabelecendo outros tipos de métricas para avaliar o investimento em mídia nesta e em outras plataformas. “Estamos passando por uma fase de transição. O engajamento e as métricas sociais deixam de ser o foco principal”, diz. Entre estas novas métricas estão pesquisas de branding digital como a Nielsen Brand Effect que conseguem mensurar a construção da marca no longo prazo.

Para Fabrício, o Instagram é onde as marcas possuem um relacionamento de lealdade com seus consumidores e os anúncios tem gerado três vezes mais resultados do que outras plataformas digitais, de acordo com dados do Nielsen Brand Effect. A despeito da atuação tímida e cuidadosa do Instagram no Brasil, em termos de mídia, o futuro indica ser bem extrovertido.

Fonte: Meio e Mensagem

03
09/15

Bela foto.

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