06
07/15

Momento do cocô, com Pampers.

+

Agência: Saatchi & Saatchi/Londres

+

A Pampers lançou uma campanha que mostra o  momento do bebê fazer cocô. O comercial, intitulado “Cara de cocô”, mostra as expressões da criança em câmera lenta. No começo, os bebês parecem tensos, apreensivos. Depois, mostram expressões de esforço e, por fim, de alívio.

A trilha do filme é a conhecida “Also sprach Zarathustra”, composição de Richard Strauss, que ficou famosa por aparecer no filme “2001 – Uma Odisseia no Espaço.”

A campanha, que  divulga os lenços umedecidos e fraldas da Pampers, faz parte da campanha “Não tenha medo da sujeira”, da Pampers.

Fonte: propmark

06
07/15

Nova e poderosa campanha de Dove.

+

Ela é uma mulher comum ou bonita? Vejam o resultado neste comercial novo de Dove.

Padrões de beleza. Homens e mulheres são inundados por rótulos de corpos perfeitos em toda parte.

A verdade é que para mulheres isso é muito pior. Você sabe disso. A Dove também.

Nesta campanha Escolha Bonita, a marca filmou em 5 cidades internacionais (São Francisco, Xangai, Deli, Londres e São Paulo) mulheres pensando sobre sua própria beleza.

Fonte: awebic

06
07/15

Real faz 21 anos engolido pela inflação. 100 reais passaram a valer 19,90!

Ao contrário das nove moedas diferentes que o Brasil já teve desde o início da república em 1889, o real, que na semana passada completou 21 anos de existência, desempenhou no País um papel de bom protagonismo.

Com ele a economia foi estabilizada e a população pôde descobrir o significado do que é o planejamento da vida financeira.

Apesar de todos esses fatores positivos, o real chega aos 21 anos enfrentando um problema recorrente na economia brasileira, e com o qual também se depararam as moedas que o antecederam: a inflação (em 21 anos ela acumulou-se em 402,4%).

Os R$ 100 de 1994, por exemplo, hoje valem R$ 19,90.

Mercadoria:
Julho de 1994
Arroz 30 kg,……………… R$ 20
Feijão 15 kg,…………….. R$ 20
Pão francês 16 kg,……. R$ 20
Leite tipo B 30 L,……… R$20
Carne bovina 5 kg,…… R$ 20
Total 66 kg e 30 L ,….. R$ 100
Janeiro de 2015
Arroz 7 kg,…………………… R$ 20
Feijão 4 kg,…………………. R$ 20
Pão francês 2 kg,…………. R$ 20
Leite tipo B 6 L,…………… R$ 20
Carne bovina 1 kg,……….. R$ 20
Total 14 kg e 6 L,…………. R$ 100
Fonte: IstoÉ
COMENTÁRIO
E viva os 12 anos e meio de desgoverno do PT!
JJ

06
07/15

Cliente insatisfeito nunca mais volta!

Foto de Bernacki Design.

Acreditem, o cliente nunca mais volta!

Anos atrás, Sam Walton, fundador da maior rede de varejo do mundo, a Wal-Mart, abriu um programa de treinamento para seus funcionários, com muita sabedoria. Quando todos esperavam uma palestra sobre vendas ou atendimento, ele iniciou com as seguintes palavras:

“Eu sou o homem que vai a um restaurante, senta-se à mesa e espera pacientemente, enquanto o garçom faz tudo, menos anotar o meu pedido.

Eu sou o homem que vai a uma loja e espera calado, enquanto os vendedores terminam suas conversas particulares.

Eu sou o homem que entra num posto de gasolina e nunca usa a buzina, mas espera pacientemente que o empregado termine a leitura do seu jornal.

Eu sou o homem que explica sua desesperada urgência por uma peça, mas não reclama quando a recebe somente após três semanas de espera.

Eu sou o homem que, quando entra num estabelecimento comercial, parece estar pedindo um favor, implorando por um sorriso ou esperando apenas ser notado.

Você deve estar pensando que sou uma pessoa quieta, paciente, do tipo que nunca cria problemas… Engana-se.

Sabe quem eu sou? Eu sou o cliente que nunca mais volta!
Divirto-me vendo milhões sendo gastos todos os anos em anúncios de toda ordem, para levar-me de novo à sua empresa, sendo que quando fui lá pela primeira vez, tudo o que deveriam ter feito era apenas uma pequena gentileza, simples e barata: tratar-me com um pouco mais de cortesia.

Só existe um chefe: O CLIENTE. E ele pode demitir todas as pessoas da empresa, do presidente ao faxineiro, simplesmente levando o seu dinheiro para gastar em outro lugar.”

06
07/15
06
07/15

Liquidações de até 70% se espalham pelo comércio.

Consumo shopping center Varejo (Foto: Shutterstock)

Antes mesmo de o inverno começar, as lojas iniciaram este ano as liquidações de itens de vestuário e com descontos de até 70%. Além de o teto do abatimento ser maior em relação ao de anos anteriores e o evento ter sido mais do que antecipado, o clima de liquidação não ficou restrito às roupas. As ofertas de produtos com preços reduzidos se alastraram por quase todos os segmentos do varejo, de eletrodomésticos a imóveis, incluindo carros, material de construção, móveis e até serviços, como pacotes turísticos.

Apesar de o varejo continuar estocado, especialmente no segmento de bens duráveis, a necessidade de fazer liquidações hoje está muito mais ligada à falta de demanda. Pressionados pela queda nas vendas e pelo juro alto que encareceu o custo do dinheiro para as despesas do dia a dia, os lojistas estão fazendo liquidações e promoções uma atrás da outra, o que esvaziou o significado do evento para os consumidores. Há shoppings que até apelaram para promoções por segmento para escapar do lugar comum das liquidações, algo nunca visto antes.

“O inverno começou no domingo, dia 21 junho, e desde a sexta-feira anterior já havia loja de itens de vestuário em liquidação nos shoppings”, lembra o diretor de Relações Institucionais da Associação Brasileira de Lojistas de Shoppings (Alshop), Luís Augusto Ildefonso da Silva. Segundo ele, o desconto médio é maior este ano: gira em torno de 60%. Em 2014, oscilava entre 30% e 40%.

A C&A, a maior varejista de vestuário, por exemplo, iniciou a liquidação de inverno no dia 16 de junho, com descontos de até 60%. Na concorrente Lojas Marisa, o evento começou no dia 1.º deste mês e o corte anunciado nos preços é de até 70%.

No setor de vestuário, pesquisa da Confederação Nacional do Comércio (CNC) mostra que a fatia de empresas com estoques excessivos, que estava em 25,5% em maio, caiu para 23,9% em junho. Apesar da melhora, as liquidações continuaram fortes. “Os lojistas de itens de vestuário encomendaram um volume menor de produtos. Mas como as vendas estão muito ruins, eles estão liquidando para fazer capital de giro”, explica Fabio Bentes, economista da CNC e responsável pela pesquisa de estoques.

Diante desse quadro, o diretor da Alshop acredita que a projeção dos lojistas de shoppings, feita no fim de 2014 que era ter crescimento real de 2% a 3% neste ano, está ameaçada. “Tivemos entre três e quatro meses de desempenho negativo ou ficamos no zero a zero em termos reais”, argumenta.

Eletrônicos

Dependentes do crédito, que ficou mais restrito e caro por causa da alta da taxa de juros para conter a inflação, a situação é mais crítica nas lojas de eletroeletrônicos. Pesquisa da CNC de estoques mostra que de maio para junho aumentou de 33% para 33,6% a parcela de lojistas que vendem bens duráveis com volume de estoques excessivos. Bentes observa que as maiores retrações no primeiro quadrimestre deste ano em relação ao de 2014 foram registradas nesse segmento, com quedas de 16% no varejo automotivo, de 8,9% em móveis e eletrodomésticos e de 4,5% nos materiais de construção.

A Casas Bahia, por exemplo, maior revenda de eletroeletrônicos do país, não cansa de anunciar promoções de preços, resultado de negociações fechadas com a indústria. Exatamente para reverter esse baixo astral na venda de itens mais caros, os shoppings começaram a fazer liquidações por segmentos de produtos. O Shopping West Plaza, por exemplo, fez em junho uma liquidação batizada de “Black Week” voltada para a venda de eletroeletrônicos com desconto de 30%. “Percebemos que esse ano está desafiador e decidimos fazer promoção de um segmento que não entra nas liquidações”, diz a superintendente Bettina Quinteiro.

Para Adriana Colloca, superintendente da Associação Brasileira de Shopping Centers, a iniciativa de segmentar as liquidações por produto é inédita.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

06
07/15

O discreto estilo da Starbucks.

Ela tem apenas 44 anos, talvez pouco tempo comparada a outras marcas globais como Coca-Cola e Disney, mas o suficiente para se tornar uma das mais queridas do mundo. No último ranking da revista Fortune, divulgado em fevereiro, a Starbucks aparece como a quinta marca mais querida no mundo, atrás de Apple, Google, Berkshire Hathaway e Amazon. Seu jeito de se comunicar costuma ser discreto, mas eficiente. Geralmente, baseado no engajamento via redes sociais e ativação no Ponto de Venda (PDV), não necessariamente em grandes campanhas.

Quando desembarcou no Brasil, em junho de 2006, manteve o mesmo estilo e foi aos poucos construindo a confiança dos clientes. Alguns anúncios pontuais em mídia impressa, mas um trabalho ativo nas redes sociais. Sua ambição não era estar em todos os estados, mas fidelizar as regiões em que atuasse. Recentemente, chegou a cem lojas no Brasil, entre Rio e São Paulo, e continua com foco no Sudeste. “Continuamos com a estratégia nessa região onde há muito espaço para crescer ainda”, diz Renato Grego, gerente sênior de marketing da Starbucks Brasil. O executivo revela ao Meio & Mensagem que a rede já se prepara para abrir novas lojas até o final do ano nessas duas cidades.

De acordo com Grego, a premissa para operar no Brasil foi a do relacionamento. A marca ainda está em construção e, portanto, precisa se aproximar do cliente. “Somos jovens, se pensar bem, 44 anos no mundo e 10 anos no Brasil não é muita coisa. Ainda estamos naquele momento de se conectar com nossos clientes e oferecer a eles produtos e serviços relevantes“, diz Grego. O boca a boca tem sido uma das maiores ferramentas de marketing da empresa explorando principalmente a experiência das lojas.

Um ponto importante para crescer em um mercado concorrido é inovar no portfólio. No Brasil, essa estratégia foi feita levando em consideração as particularidades do consumidor local. “Algo muito interessante que constatamos no Brasil foi que o hábito do café pela manhã antes de ir para o trabalho ainda não é muito difundido, diferentemente dos Estados Unidos, mas as comidinhas fazem muito sucesso por aqui e por isso que investimentos em apliar e mudar o cardápio sempre”, diz Grego.

A empresa desenvolveu uma linha especifica com o café brasileiro, uma forma de valorizar um produto tão conhecido lá fora o café. “Após o lançamento desse produto, em um mês tivemos um incremento de 20% dentro de nossa categoria de expresso” A principal estratégia da marca neste momento é a fidelização. Em março de 2014, lançou um cartão fidelidade exclusivo para o mercado nacional.

No mundo

Fora do Brasil, a rede vem buscando formas de aumentar suas receitas. A inserção de novos itens como chá e cerveja vem elevando o faturamento. Em 2014, a receita da empresa foi de US$ 16,4 bilhões, alta de 11% em relação ao ano anterior. Cliff Burrows, presidente da rede para os EUA, admitiu, em entrevista ao jornal Valor, que a empresa continuará inovando nos segmentos de chá e café. Além das duas bebidas principais, a companhia também oferece em seu País de origem cervejas e alimentos saudáveis. A estratégia não passa apenas por inovação, a Starbucks tem realizado aquisições importantes para ampliar seu portfólio. Em 2012, adquiriu por US$ 100 milhões a confeitaria La Boulange. No fim do mesmo ano, pagou US$ 620 milhões pela marca de chá Teavana.

Fonte: Meio e Mensagem

06
07/15

Mais uma campanha ousada de DuLoren.

A DuLoren fechou os olhos para casos recentes de reações contra ações publicitárias que apelam para o corpo da mulher e lançou a campanha “Transparência”. Os cartazes buscam pegar carona no momento político do país e mostram a modelo Caroline Magno de lingerie segurando placas de protesto que pedem transparência. Com a peça de dupla sentido, a marca promove a nova coleção Many Prints, linha de lingeries transparentes, informa o propmark

06
07/15

A dança das contas.

Publicis Worldwide é a nova agência global da marca Heineken. A cervejaria anunciou a decisão na última semana, acrescentando que continuará trabalhando com outras agências, especialmente para o desenvolvimento de plataformas locais e também para apoio criativo a estratégias globais. 

Após o fim do relacionamento de cinco anos com a Heineken, a Wieden+Kennedy anuncia duas conquistas de peso no mercado de cervejas: será responsável pela publicidade mundial de Corona e pela conta de Bud Light nos Estados Unidos. As duas marcas pertencem à Anheuser-Busch InBev, concorrente de Heineken.

Africa Zero não atende mais a rede de lojas Leader. A agência e o anunciante decidiram em comum acordo não renovar o contrato. A Africa Zero começou a trabalhar com a rede em meados do ano passado quando a varejista pertencente ao BTG Pactual ingressou na carteira de clientes da empresa do Grupo ABC.

A partir deste mês, o Grupo Máquina PR passa a atender a Microsoft Brasil e será responsável por toda a comunicação externa da companhia com a imprensa e influenciadores. O grupo também fará a comunicação interna e atuará em digital por meio da Zóio, unidade com foco em ações digitais do Grupo Máquina PR.

Bold Conteúdo assumiu a criação de projetos de conteúdo envolvendo aplicativos e outras plataformas digitais da Honda. Desde junho de 2013, a agência era responsável pela estratégia, criação, produção e gestão do canal da Honda no Instagram.
 

Fonte: Meio e Mensagem

06
07/15

Walmart reforça conceito de preço baixo.

Para descobrir a melhor forma de ajudar os consumidores brasileiros a continuar realizando compras sem comprometer o salário no fim do mês, o Walmart ouviu pessoas de várias regiões do País. O resultado desse levantamento poderá ser conferido na campanha que estreia nesta sexta-feira, 3, com dois comerciais exibidos TV aberta e anúncios em rádios e jornais.

Criada pela DM9DDB, que atende a rede desde janeiro de 2014, reforça o modelo de negócios Preço Baixo Todo Dia, adotado pelo grupo varejista em janeiro de 2011 e que consiste em não trabalhar com promoção, e sim oferecer preço baixo por longos períodos. “Há um momento de insegurança por parte dos consumidores, queremos mostrar que estamos ao lado deles nesse momento de instabilidade econômica oferecendo preços mais acessíveis”, explica Adriana Muratore, vice-presidente comercial, marketing e reabastecimento do Walmart Brasil.

Com o mote “Vem que Dá” para os hipermercados da rede, os filmes da campanha mostram histórias reais por meio de depoimentos de clientes. “É uma forma mais humana de se conectar com as pessoas”, diz Alcir Gomes Leite, copresidente da DM9DDB, sobre a escolha de personagens da vida real. “São consumidores reais que vão às compras e falam sobre suas preocupações e necessidades. Melhor recomendação do que essa não há”, afirma. Também serão veiculados comerciais especificamente para os supermercados Walmart, com o call to action “Hoje também é dia”. A assinatura “Quem economiza, realiza”, lançada no ano passado, permanece nos novos anúncios, que exploram diferentes momentos de compra.

Também a partir desta sexta-feira, os supermercados e hipermercados da rede passam a apresentar nova sinalização nas lojas. Atualmente, o Walmart Brasil conta com 544 unidades e cerca de 75 mil funcionários no País. A rede possui nove bandeiras, entre hipermercados (Walmart, Hiper Bompreço e BIG), supermercados (Bompreço, Nacional e Mercadorama), atacado (Maxxi), clube de compras (Sam’s) e lojas de vizinhança (TodoDia). No ano passado, a empresa no Brasil faturou R$ 29,6 bilhões.


Fonte: Meio e Mensagem

Página 1 de 3.1431234...1015...Última