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09/16

Facebook admite inaceitável e imenso erro de mensuração e preocupa mercado

O Facebook admitiu que superestimou as visualizações de vídeos publicitários, deixando agências e anunciantes, no mínimo, preocupados. A rede social reconheceu que, desde 2014, infla em até 80% o tempo que os usuários veem seus vídeos.

Maior rede social com faturamento de US$ 17 bilhões em publicidade, o Facebook atribuiu o fato a um erro de cálculo, que foi corrigido.

O caso veio à tona após a revelação de uma carta enviada pela Publicis Media para seus clientes, à qual o Wall Street Journal teve acesso, em que a agência informa que o Facebook havia superestimado o tempo médio de visualização dos vídeos entre 60% e 80%, uma situação que a agência classificou de “inaceitável”.

Em comunicado, o Facebook se desculpou e afirmou que o erro foi corrigido, que isso não impactou no faturamento, e que eles estavam notificando seus parceiros.

A nota esclarece ainda que a métrica foi renomeada e que “esta métrica é uma das muitas que os parceiros usam para avaliar as suas campanhas de vídeo”.

Segundo a rede social, a nova métrica batizada de “Average Watch Time” substituiu a “Average Duration of Video Viewed”.

Para a Publicis, o fato aponta a necessidade urgente de uma verificação por terceiros dos resultados do Facebook. “Essencialmente, eles deram novos nomes à métrica. Isso mostra mais uma vez a necessidade absoluta de haver uma verificação de terceiros na plataforma do Facebook. Dois anos relatando números de performance inflados é inaceitável”.

 

Fonte: propmark

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09/16

Storymaking – Muito mais que uma boa história.

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Que a palavra storytelling tem sido a bola da vez no meio publicitário, em especial nos últimos dez anos, não é novidade. E que, by the way, vem funcionando muito bem, afinal, quem não gosta de uma boa história? Mas se pararmos para pensar em todas as transformações que o mundo sofreu só nos últimos 10 anos, podemos chegar a uma pergunta importante: por quanto tempo mais apenas contar uma boa história vai ser o suficiente para atrair e fidelizar consumidores?

O fato é que dez anos não parece muito tempo. Mas se olharmos de perto, veremos que algumas das maiores empresas de hoje nem existiam há alguns anos. Isso mostra a velocidade em que o mercado está se movendo. O consumidor, que sempre foi tratado como mero espectador, alguém de fora da narrativa, está dando um novo passo rumo ao protagonismo, junto às marcas que estão dispostas a proporcionar isso, forçando o marketing a dar mais uns passos à frente. Uma vez que o velho formato em que uma marca compra um espaço pra falar bem dela mesma é algo cada vez menos bem visto. Haja visto os casos de storytelling mentirosos como o da Diletto e os Sucos do Bem, que levantam a questão da veracidade das histórias contadas pelas marcas para criar empatia com o público.

Não fosse o bastante, vemos muitos veículos fora da sua zona de conforto, sendo eles agora os espectadores vendo as mudanças acontecerem. Sem mencionar as agências que já foram ouro para seus clientes e que hoje adentram o mar da irrelevância por não conseguir mudar seu modus operandi. Uma crise quase que existencial que vem abalando o mercado da comunicação como um todo.

É nessa contra corrente que o storymaking acha seu espaço, em novas companhias que estão surgindo, empresas que não constroem apenas marcas, constroem o futuro, deixam em segundo plano o storytelling e trazem para o primeiro plano o storymaking, buscando a verdade dos clientes e não só da marca. Empresas como Red Bull, Tesla, Apple estão fazendo história, colocando a sua visão de mundo e não apenas produtos na mesa. São protagonistas junto com os consumidores na construção do amanhã. O termo pode ser até atual, mas mesmo antes dele existir formalmente, empresas como a Apple já criavam seu storymaking, reunindo debaixo dessa bandeira não só uma equipe, mas uma comunidade de pessoas dispostas a criar o novo e mudar o mundo para sempre.

Mas falar da Apple quando o assunto é cultura e visão empresarial é covardia. Mesmo assim, o fato é que essa visão da Apple plantada há 40 anos foi responsável por boa parte da revolução digital que vemos hoje. Essa é a força do storymaking. É isso que faz dela uma marca tão relevante para seus consumidores. Marcas quem entendem que os consumidores são pessoas em busca de um propósito maior, que querem se sentir parte de algo e porque não usar uma marca para ser o estopim de tudo isso. A RedBull se aproveita desse momento talvez sendo uma das marcas que está mais imersa junto ao seu público, criando conteúdo exclusivo, de forma inovadora e com experiências reais e que envolvem os fãs de esportes radicais.

Marcas storymakers tem seus “inimigos” bem definidos. Elas sabem porque existem e o que defendem. A Tesla, por exemplo, luta contra a energia não renovável e trabalha para desenvolver carros e equipamentos com energia sustentável como a eletricidade. Essa é uma empresa com um propósito bem definido e que não conta apenas uma histórias a seus consumidores. Mas é protagonista da transformação.

Muito mais que criar produtos, as grandes marcas do futuro precisam criar valor para seus clientes. Já conseguimos ver esse movimento lentamente aflorando com empresas como Google, Facebook, Waze, Tripadvisor, Uber, Spotify e muitas outras que mais do que vender um produto, procuram soluções para atender seus clientes gerando valor e criando o mundo em que viveremos em alguns anos.

O fato é que os bordões publicitários já não são mais tão poderosos. As pessoas demandam hoje autenticidade, verdades nas marcas que escolhem consumir, verdades que compartilham. Iniciativas que estejam em ressonância com as competências essenciais da marca, garantindo uma presença relevante das marcas na vida das pessoas, saindo do lugar de dizer e ir para o lugar do fazer, criar, contar histórias através de ações, e engajar pessoas fazendo delas parte fundamental da história. Pode até parecer um pouco distante, mas o fato é que precisamos estar atentos como comunicadores, não precisamos reinventar a roda, mas sim fazer ela voltar a girar. Se isso será o negócio do futuro ou o futuro dos negócios, é difícil dizer, mas o fato é que jacaré que fica parado vira bolsa.

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Bruno Dittert conta com experiência de mais de 12 anos no mercado publicitário paranaense. Há 7 anos fundou a Agência Hey!, onde atua como diretor de criação e que recentemente ingressou no maior grupo de agências independentes do Brasil, o Grupo LEAG.

Formado em Publicidade e Propaganda, pós-graduado em administração de empresas pela Fundação Getulio Vargas (FGV), recentemente foi selecionado para participar do programa de empreendedorismo criativo da School of Life, uma academia empresarial com sede em Miami (Estados Unidos) e Barcelona (Espanha), que tem como objetivo cultivar novas formas de empreender.

No Blog da RedHook.

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09/16

O desafio de decifrar o mercado.

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Arjona: Situação do mercado de consumo como nunca se viu antes. (Crédito: Arthur Nobre)

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Forte no segmento de mensuração de mídia no exterior, a Nielsen explora mais intensamente no Brasil os estudos relacionados ao consumo. Se em momentos mais prósperos no mercado local os clientes do instituto de pesquisa queriam principalmente conhecer em profundidade seus consumidores finais, as perguntas que atualmente lançam ao mundo das análises de mercado giram em torno de como executar melhor seu business e comunicação de marca e como evitar desperdícios em relação aos investimentos de marketing. Quem apresenta em detalhe o cenário é Luis Arjona, presidente da Nielsen Brasil. O executivo discorre também sobre as mudanças pelas quais tem passado o próprio universo das pesquisas, desafiado a unir o seu big data ao dos clientes e cumprir a missão que se espera dos institutos, de orientar decisões estratégicas e minimizar riscos. Mas num ambiente cada vez mais complexo, ele também deixa claro que não há possibilidade de uma única empresa dar conta de tudo e o futuro passa pela ação conjunta ou união de expertises – via associação ou aquisição de empresas, campos em que a Nielsen tem se movimentado em sua busca de ser “líder mundial no que faz”.

Meio & Mensagem — Como está o mercado brasileiro para a Nielsen? Temos visto movimentos de concorrentes, como a GfK, que entrou no segmento de medição de audiência, e o Kantar, que após ter comprado o Ibope Media tem avançado parcerias em outras frentes com o Grupo Ibope.

Luis Arjona — A história da Nielsen tem vários capítulos. No último, saímos de ter sido parte de um consórcio de fundos de private equity no qual se imprimiu à empresa um dinamismo muito grande. Agora já não temos os fundos necessariamente como donos da empresa, fizemos uma IPO há alguns anos. A empresa, globalmente, vem com quase 10 anos de crescimento ininterrupto. No Brasil, não compartilhamos números específicos, mas estamos tão bem quanto em qualquer outra melhor época. Estamos avançando em todos os negócios que consideramos “core”. A medição de audiência certamente é um deles no mundo. Aqui, nunca tivemos esse negócio; não mudou nada. Mas continuamos avançando em outras formas e meios digitais. Estamos totalmente comprometidos em sermos líderes globais. Concluímos a aquisição de uma empresa de medição de audiência para eventos esportivos ao vivo, a Repucom. Em 2015, anunciamos a compra da Exelate, importante no negócio de identificar perfis de consumidores online e como levar a eles uma oferta de marketing. Adquirimos também a PointLogic, então, estamos bem satisfeitos.

M&M — Há algum estudo recente em consumo que aponte mudança nos rumos da economia ou comportamento do consumidor?

Arjona — Nos últimos dois ou três anos o consumidor passou a se comportar de uma forma muito racional e clara, reagindo ao fato de ter menos dinheiro no bolso. Agora, vivemos recorde de desemprego, passou de 11%. A inflação está caindo um pouco, mas também está próxima de dois dígitos. Já se tinha falado que o desemprego continuaria aumentando, porque havia uma inércia, as empresas que ano passado estavam com problemas começaram o processo de demissão há alguns meses. E vai ocorrer o contrário. As empresas vão melhorar e voltar a contratar. Mas o emprego demora um pouquinho a voltar. Primeiro, os consumidores deixaram de gastar com supérfluos. A segunda tendência foi procurar o mesmo produto em um canal mais barato. O atacarejo continua sendo um fenômeno; os preços chegam a ser 25%, 30%, 40% menores. O terceiro movimento do consumidor foi programar mais as compras; comprar com menos frequência e cada compra um pouco maior do que era. Quando isso não foi mais possível, começou a comprar um produto da segunda marca ou uma embalagem diferenciada. No último caso, reduziu consumo. Estamos no segundo ano consecutivo com todas as cestas Nielsen tendo decréscimo de consumo em relação ao ano anterior. Ano passado foi o segundo ano, em 20, que isso ocorreu. Realmente, estamos em uma situação de mercado de consumo como nunca vimos nos últimos anos.

M&M — Como o mercado tem reagido?

Arjona — Cortaram algumas questões, mas continuam investindo em inovação, lançaram mais produtos em 2015 que em 2014, mais de 13 mil produtos ou variações de produtos foram lançados. Mais de 40% tinham foco em saudabilidade e 30% numa proposta um pouco mais barata — embalagem menor, etc. Mas continuaram fazendo inovação, publicidade e focando em executar melhor. A inflação caindo e a percepção geral de que a gestão do País está melhor farão com que o consumo volte mais rapidamente. Nos últimos 10 anos, a classe média cresceu bastante. A classe C passou de 30% para quase 50% da população. Eles aprenderam a consumir muitas categorias. Quando a renda voltar, não se trata mais de educar uma pessoa a tomar leite sem lactose, de usar um desodorante. Quando ele voltar a ter dinheiro, já sabe o que quer. Nossa tese é de que tendo experimentado o consumo, mais rapidamente vai voltar.

Fonte: Meio e Mensagem

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09/16

O perfil do consumidor de vídeo no Twitter.

Chamar a atenção do consumidor em meio a um mar informações que existe na internet é um desafio para as marcas. Neste cenário, o vídeo desponta como o melhor formato para fazer os consumidores pararem o que estão fazendo e prestar atenção no conteúdo. Partindo dessa tendência, o Twitter encomendou a pesquisa “O Poder de Influenciar” para a Ipsos cujo objetivo era entender quem é o consumidor de vídeo online – como ele se conecta e como ele se comporta – e qual é o papel da rede social nesse contexto.

A pesquisa “Vídeo no Twitter – O poder de influenciar” mostrou que os consumidores de vídeo online estão cada vez mais conectados (72% deles acessam a internet via dois ou mais dispositivos), presentes em diversas plataformas (4,3 é o número médio de redes nas quais as pessoas possuem perfis; e 78% declaram estar com mais de uma plataforma aberta simultaneamente) e móveis (dois em cada três consumidores de vídeo têm o celular como principal meio de acesso à internet; além disso, um em cada cinco consumidores só acessa a internet via celular no Brasil – este patamar está em 31% nos Estados Unidos).

O levantamento divide os consumidores de vídeos nas plataformas em três grupos: os passivos, que consomem conteúdo sem interferir; os engajados, que se tornam viralizadores de conteúdo; e os colaboradores, que produzem, reproduzem e recomendam conteúdo. Os perfis “engajado” e “colaborador” são os mais presentes no Twitter, de acordo com o estudo.

“Enquanto que em outras plataformas o usuário tende mais a curtir vídeos de assuntos familiares e pessoais, no Twitter os usuários estão mais propensos a compartilhar e recomendar vídeos de assuntos de interesse, dada a natureza da plataforma de ser uma rede que conecta as pessoas aos seus interesses”, afirma Marcela. De acordo com a pesquisa, Tweeteiros são viralizadores e amplificadores de conteúdo, e essa é uma constatação válida também para o formato de vídeos. “Essa é uma ótima forma de as marcas conquistarem um alto grau de compartilhamento para seus vídeos.” No Twitter, duas em cada três pessoas compartilharam conteúdo de marcas nos últimos três meses, – 70% gostou do conteúdo, 67% o achou interessante e 48% gostaria que seus seguidores vissem aquele conteúdo.

Confira os resultados da pesquisa no infográfico abaixo:

Fonte: Adnews

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Google lança segunda versão de ferramenta para criar campanhas.

Os aplicativos são canais eficientes para gerar vendas no ambiente digital e são dominantes nos estágios do funil de compra. Além disso, eles convertem três vezes mais que a navegação em mobile browsers. Estas afirmações são de um estudo da Criteo, que identifica o Android como o sistema operacional mais usado no Brasil para fazer compras, dobrando sua participação de 2015 para 2016. Diante de um cenário favorável para o crescimento mobile e a expansão do uso de aplicativos, o Google acaba de lançar a segunda versão do Universal App Campaigns, ferramenta que cria campanhas de promoção de aplicativos e é veiculada em todos os produtos, como Google Play, Google Search, Google Display Network, YouTube e até o Gmail.

Basicamente, o Google cria campanhas de forma automática para promover o download dos aplicativos, usando informações fornecidas pelo cliente. Michel Sciama, head of performance Ads Products, afirma que com o conceito de machine learning, “magicamente criam-se formatos que se adaptam ao tipo de inventário do Adwords”.

 

O custo por instalação, chamado também de custo por download, é cerca de 20% a 50% menor, em média, quando comparado a outros players do mercado, explica Sciama. “A primeira versão foi lançada em 2015 e a novidade da segunda é que passamos a rodar em sistemas iOS. Antes, só trabalhávamos com o Android. Além disso, estamos olhando além dos downloads. O Google desenvolveu um algoritmo para automatizar a campanha e encontrar os melhores usuários para baixar o app, pelo menor custo possível, independentemente de qual produto estejam usando”.

Qualquer anunciante ou ainda desenvolvedores de apps, por exemplo, podem se beneficiar da ferramenta. Atendendo a pedidos, o Google adicionou a opção de incluir banners e vídeos já criados para outros veículos. “Chegamos à marca de 3 bilhões de downloads de aplicativos dentro do Adwords. A PlayStore é responsável por 40% da descoberta de aplicativos. Como somos donos da loja, já saímos na frente e temos esse diferencial. O Brasil já é o segundo mercado em número de downloads no mundo e está crescendo. Nove em cada dez celular são Android”, completa.

Anunciantes

O Banco Original concentra suas atividades no ambiente digital. Por isso, a abertura de contas e as operações estão relacionadas aos downloads do aplicativo. É por isso que Allan Fonseca, superintendente de marketing do banco, afirma que a companhia tem investido em tecnologias que otimizem e aumentem o número de buscas e volume de downloads. “Encontrar o target específico que precisamos foi impulsionado com essa ferramenta, além de o custo ser baixo em relação a outros investimentos. Em dois meses, duplicamos a quantidade de clientes com o uso da Universal App Campaigns. A meta de abertura de contas, que deveria ser cumprida em março de 2017, talvez a gente atinja em novembro deste ano”, ressalta.

Também digital, a Dafiti, a Tricae e a Kanui, e-commerces do Grupo GFG, apostam nos aplicativos para impulsionar as compras. “Além de mais installs, o UAC 2.0 do Google permite a otimização em eventos dentro do app, como por exemplo vendas. E tudo isso sem muito esforço manual. Com UAC 2.0, Google conseguiu ficar mais relevante na divulgação dos apps da Dafiti, Tricae e Kanui”, declara Felix Bohn, gerente de SEM.

Outro gigante do varejo, o Magazine Luiza também usa o recurso. “Com o uso do UAC conseguimos otimizar o investimento em vários formatos ao mesmo tempo. Além de facilitar nossa definição estratégica, ele permite uma grande economia de tempo na criação das campanhas. Com o UAC, crescemos o nosso número de install, mantendo o CPI dentro da meta estabelecida”, comenta Rafael Montalvão, gerente de mídia do Magazine Luiza.

 

Fonte: propmark

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09/16

Summit de Comunicação, dia 4, em São Paulo.

O Hotel Pullman, em São Paulo, será palco no próximo dia 4 da segunda edição do Summit de Comunicação. O encontro, uma iniciativa da Abrigraf (Associação Brasileira da Indústria Gráfica) em parceria com a Editora Referência, que é editora do jornal PROPMARK e das revistas Propaganda e Marketing, foi criado com o objetivo de disseminar informações, tendências e cases inovadores e surpreendentes da comunicação impressa.

Idealizado para os profissionais de marketing e publicidade, o Summit de Comunicação volta o seu olhar para as transformações do meio no momento em que grandes nomes do mercado, como Miles Young e Martin Sorrell, têm declarado que marcas não se constroem somente com a mídia digital.

A edição deste ano trará importantes nomes do mercado. Walter Longo, presidente do Grupo Abril, é um deles e vai abordar o tema Redesenhando o nosso papel.

Outro palestrante será Hugo Rodrigues, presidente da Publicis Brasil. Ele trará o tema A nova safra de print & publishing Lions.

A neurociência do consumidor também será outro assunto que estará presente na segunda edição do Summit de Comunicação. Janaina Brizante, diretora de neurociência da Nielsen, vai falar sobre o assunto. A inspiração também estará presente no encontro e ela chegará por meio do publicitário Flavio Waiteman, diretor de criação da Escala Comunicação e Marketing.

A palestra de Fábio Bernardi, sócio-diretor da Morya, trará Tem coisas que o digital não imprime. Felipe Luchi, CCO da Lew’Lara/TBWA, irá abordar o poder da mídia impressa com a apresentação A força da comunicação impressa nos pontos de venda.

Outro destaque será Renato Camargo, head de fidelidade, CRM e inteligência de mercado do Grupo Pão de Açúcar, que vai trazer o tema Efetividade e impacto na customização de clientes.

Armando Ferrentini, diretor-presidente da Editora Referência, acredita que a mídia impressa “jamais vai desaparecer”. Para ele, o segmento tem de se modernizar, precisa ser mais ágil. “O nosso compromisso com o papel é de sempre procurar caminhos para valorizar esse formidável meio de comunicação”.

Ainda de acordo com Ferrentini, o encontro vai reunir profissionais vencedores. “As pessoas que vão participar como palestrantes são vencedoras em suas atividades profissionais, são craques em comunicação e são publicitários que usam a mídia impressa em benefício de seus clientes, que também apostam nesse tipo de meio”, afirma.

 

Fonte: propmark

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COMENTÁRIO

O grifo em vermelho é meu.

E creio que o Summit de São Paulo deverá trazer importantes contribuições ao mercado, pela qualidade dos palestrantes selecionados e pelos temas que foram escolhidos.

Gostaria de estar lá…

JJ

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09/16

Dia das Crianças deve movimentar R$ 7,3 bilhões no comércio brasileiro.

O comércio brasileiro deve movimentar uma receita em torno de R$ 7,3 bilhões com as vendas relacionadas ao Dia das Crianças. É o que revela pesquisa nacional Fecomércio RJ/Ipsos. De acordo com o levantamento, 40% dos consumidores brasileiros pretendem adquirir algum produto na data comemorativa

Como já é tradição no Dia das Crianças, entre as opções preferidas de presente, 59% responderam que darão brinquedos, 27% roupas, 7% calçados e 3% bicicletas. Neste ano, o tíquete médio para a compra de todos os presentes está em torno de R$ 118,87. Quando o gasto médio é dividido por gêneros, este ano, os homens serão um pouco mais generosos, com intenção de gastar, em média, R$ 125,37. As mulheres, por sua vez, afirmaram que têm a intenção de gastar cerca de R$ 113,35.

Pagamentos à vista

De olho na conjuntura econômica, cerca de 7 em cada 10 consumidores brasileiros (71%) informaram que pretendem adquirir os produtos para a data comemorativa por meio do pagamento à vista. O percentual continua praticamente estável quando comparado ao mesmo período do ano passado, quando 73% dos brasileiros tinham esta intenção.

A pesquisa foi realizada pela Fecomércio RJ/Ipsos, no período de 30 de julho a 9 de agosto de 2016, com amostra de 1.200 entrevistados no Rio de Janeiro, São Paulo, Belo Horizonte, Vitória, Florianópolis, Salvador, Recife e em mais 65 municípios brasileiros

(Por Eletrolar.com)

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“É preciso criar conexões profundas”.

Resultado de imagem para Carlos Henrique Schroder

Há sete anos a Globo iniciou os preparativos para a cobertura dos Jogos Olímpicos com a meta de criar uma conexão profunda com o público. Para isso, o canal investiu em equipes específicas de jornalistas, cada uma incumbida de um determinado esporte e, portanto, responsável pela entrega de conteúdos que não se limitassem somente aos resultados dos atletas. De lá para cá, o mercado de comunicação passou por transformações profundas e surgiram novas telas e, com elas, novas opções de consumo de mídia. E o GloboPlay tornou-se peça fundamental para o sucesso das transmissões da Rio 2016 pela emissora: foi desenvolvido um canal de streaming ao vivo com uma cobertura 24 horas, alternativa àquela que se via na TV. “Nunca se tratou de concorrência, mas de conseguir fazer uma cobertura profunda”, observou Carlos Henrique Schroder, diretor geral da Rede Globo, durante o painel de abertura “Papo de CEO”, na abertura do #MaxiMídia2016, em conversa com Salles Neto, presidente do Grupo Meio & Mensagem, .

Essa estratégia que aliou planejamento e profundidade – palavras que devem continuar norteando os próximos anos da emissora, assegurou Schroder – rendeu frutos para audiência da emissora, que da abertura ao final da Rio 2016 teve um aumento de 19%. “Eu estava vendo o jogo do Brasil contra a Alemanha no estádio e, ao mesmo tempo, acompanhando a audiência. O número subia, subia e subia e outros sete canais estavam exibindo o mesmo jogo. É um fato que comprova a força no nosso trabalho antes e ao longo da Olimpíada”, disse. Para o profissional, players como Netflix e YouTube e o próprio GloboPlay, ativo há cerca de um ano, são complementares à TV e não ameaçam a soberania do meio, seja pelo fato de que brasileiros passam em média cinco horas diárias em frente à televisão, seja pela força dos produtos produzidos pelo canal.

Na segunda-feira, 26, a Academia Internacional das Artes & Ciências Televisivas anunciou a lista de indicados ao Emmy: a emissora está concorrendo em seis categorias. Alexandre Nero e Grazi Massafera estão concorrendo aos prêmios de Melhor Ator e Atriz por seus respectivos papéis em Verdades Secretas eA Regra do Jogo, tramas que estão em disputa na categoria Melhor Novela. O Zorra é finalista como melhor série de comédia, enquanto Os Experientes concorre em melhor minissérie. “Outro dia li uma reportagem dizendo que a Globo acordou. Criar algo como o GloboPlay é um processo de anos. A gente está olhando para como o consumidor quer assistir ao capítulo da novela. Para evitar que a pessoa perca um capítulo de Justiça porque teve um jantar no dia, disponibilizamos o capítulo no digital. A antecipação de capítulos na plataforma também já é uma realidade”, comentou.

O trabalho feito com antecedência e os equipamentos sofisticados dos quais a Globo dispõe contribuem para que os espectadores continuem sintonizando o canal. Mas, segundo Schroder, o maior ativo da empresa são os 30 mil talentos espalhados pelo País, entre diretores, atores, produtores, entre outros. “São profissionais que participam do processo de criação dos nossos produtos e trazem olhares locais sobre as necessidades de cada região”. Por essa razão que a emissora não unifica as áreas comerciais que respondem a cada um de seus produtos. “São mídias específicas. Há uma série de possibilidades, oportunidades. Mas não temos unificação comercial porque temos a preocupação de deixa-las separadas para um entendimento profundo de cada área”.

Diante da aproximação do modelo programático de compra de mídia, Schroder mantém a visão de que esse é mais um dentre diversos modelos que virão, ainda mais inteligentes. Para ele, o essencial é que, a despeito dos novos modelos adotados, as decisões comerciais e editoriais sigam próximas de cada região. “Temos escritórios locais de reportagem para que a matéria seja melhor. Na mídia é a mesma lógica”, analisou.

 

Fonte: Meio e Mensagem

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