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A compra da publicidade.

  1. Publicidade não se compra pelo menor preço.
  2. Compra-se pelo melhor resultado que ela possa proporcionar.

           JJ

 

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Pão de Açúcar abre concorrência, para mudar o que é ótimo…

Divulgação

O GPA (Grupo Pão de Açúcar) está se preparando para realizar concorrência para avaliar agências de publicidade. O processo vai ser iniciado dois anos após a Havas ter conquistado a conta em processo seletivo que envolveu players como Y&R, Africa e a Lew’Lara\TBWA. A rede francesa Havas teve a preferência que envolvia a compra da house agency PA Publicidade e, para ter esse direito, pagou cerca de R$ 40 milhões.

O Casino tem nas suas práticas com fornecedores o chamado “reassurement” para dar transparência à gestão e estar em conformidade com regras de compliance. A concorrência desta vez será apenas para a área de publicidade.

As áreas de embalagens das marcas próprias do GPA, como as linhas Taeq e Qualitá, folheteria e merchandising nos PDVs das marcas Extra, Pão de Açúcar e Assaí, vão passar a ser feitas in house.

A verba de R$ 60 milhões será disputada pela própria Havas, Isobar, DPZ&T e Africa, segundo a fonte do PROPMARK.

Apesar de ser uma decisão interna, a mesma fonte acredita que a Havas não teria conseguido atingir o break even point em relação ao investimento realizado. Teria insistido em um contrato de três anos, mas o pedido não foi aceito. Os atuais gestores da Havas são Etrh Ray e Gal Barradas.

Fonte: propmark

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COMENTÁRIO

Tem coisas que não entendo. O Pão de Açúcar tem a melhor comunicação de supermercados do Brasil. Para que mexer no que é ótimo?

JJ

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Mizuno.

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Agência: F/Nazca Saatchi & Saatchi

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Mudanças na comunicação da Petrobras.

APetrobras iniciou um processo de mudanças na área de comunicação e marcas da empresa e Luiz Fernando Maia Nery deixou o cargo de gerente executivo. Em seu lugar, interinamente, ficará o chefe de gabinete da presidência da estatal Antônio Augusto Almeida Faria. Nery estava nesta função desde que Wilson Santarosa deixou a companhia.

De acordo com um comunicado emitido pela Petrobras, a decisão integra “um processo de renovação de sua comunicação interna, externa e de marcas após a revisão do planejamento estratégico da companhia, o que deve ocorrer até o fim de setembro”. O fato é que a mudança ocorre na mesma semana em que o jornal O Globo publicou uma matéria na qual revelava o uso de recursos da empresa para a aquisição de convites de camarotes no carnaval baiano. Diante do revelado pela reportagem do veículo carioca, a Petrobras informou que suspendeu a compra de convites e outras formas de participação no Carnaval da Bahia, mantendo apenas o apoio aos blocos afro. “Além disso, limitou a exigência de contrapartida em ingressos em seus patrocínios e centralizou todas as contratações da área de comunicação para permitir maior controle”, informa o texto.

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A empresa explica ainda que está em fase de conclusão a investigação da Comissão Interna de Apuração (CIA) criada com base nos achados da auditoria interna. “Os mecanismos de governança da Petrobras definem que eventuais punições a empregados da empresa devem ser aplicadas após a apuração completa dos fatos. A expectativa da companhia é que esse processo esteja encerrado até o fim de agosto”, observa, acrescentando que tomará todas as medidas legais para buscar o ressarcimento de danos, além de encaminhar esse material aos órgãos de investigação competentes para futuras ações na Justiça, informa Meio e Mensagem

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07/16

AB InBev avança na compra da SABMiller.

A Anheuser-Busch InBev conquistou nos Estados Unidos o aval dos reguladores antitruste para fusão com a SABMiller depois  da fabricante da Budweiser concordar em desistir da posse da marca Miller e abrir espaço para concorrência das cervejas artesanais.

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A AB InBev venderá a parte da SABMiller na MillerCoors e reduzirá práticas que restringem a distribuição entre concorrentes menores, de acordo com a decisão da corte anunciada na quarta-feira, 20, em Washington.

O acordo que permite a fusão das gigantes cervejeiras contraria decisões do governo desfavoráveis a grandes negócios no ano passado. O Departamento de Justiça e a Comissão Federal de Comércio negaram fusões nos ramos da TV a cabo, artigos de escritório, indústrias do setor de óleo, entre outros. Neste caso, as companhias propuseram de início a venda de ativos, o que acalmou os receios dos reguladores antitrustes de que a fusão prejudicasse a concorrência.

Ações da Molson Coors Brewing, que comprará a participação da SABMiller em sua joint venture, subiram 2% em Nova York, para $100,06 às 14:23 do dia 20. A ação da AB InBev encerrou com queda de menos de 1%, valendo 112.95 euros em Bruxelas. A da SABMiller oscilou pouco para 44,25 libras em Londres.

O aval para a fusão das gigantes cervejeiras contraria decisões passadas do governo dos EUA

A AB InBev, maior cervejaria do mundo, fez a proposta de negócio de 77 bilhões de libras (US$ 101 bilhões) pela SABMiller para acessar mercados emergentes na América Latina e na África. O acordo mantém as marcas Budweiser, Beck’s e Stella Artois com a AB InBev, que passa a controlar a Miller nos EUA e a Peroni e Pilsner Urquell na Europa.

Com a iminente aprovação nos EUA, as fabricantes ainda precisam da permissão da China para fechar o negócio. No mês passado, fontes próximas ao assunto disseram à Bloomberg News que os oficiais chineses estavam perto de aceitar o acordo se as companhias concordarem em vender a fabricante da Snow, a marca de cerveja mais vendida do mundo.

Eles enfrentaram pressão de alguns acionistas da SABMiller para alterar a estrutura do negócio. Alguns gestores de fundos querem que a SABMiller reconsidere a oferta de 44 libras por ação após a queda da moeda desde que o Reino Unido votou para abandonar a União Europeia. O conselho da SABMiller, que está se reunindo antes do encontro anual de acionistas na quinta-feira, recomendou a oferta por unanimidade.

Desde o início, a AB InBev moveu-se para resolver os problemas da concorrência nos EUA oferecendo a venda da participação da SABMiller na MillerCoors para a Molson Coors . Ainda assim, o acordo suscitou inquietações nos legisladores norte-americanos, distribuidores de cerveja e cervejarias artesanais, preocupados com o controle da AB InBev sobre o mercado.

As cervejarias artesanais reclamam que o sistema de incentivo da AB InBev para distribuidores de cerveja freia a venda dos concorrentes ao estimular os distribuidores a estocarem as marcas da AB InBev.

Fonte: Meio e Mensagem

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10 empresas que lucraram com o Nazismo.

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Ao contrário do que se tem pensado e tido como verdadeiro pelo senso comum por muitas décadas, os fenômenos do nazismo e do Holocausto não foram empreendidos a partir do esforço e do gênio de uma única pessoa.

Apesar das constantes afirmações e reafirmações divulgadas ao longo das décadas subsequentes aos acontecimentos, através de noticias e de ficção, Hitler não teria alcançado os objetivos que alcançou se não tivesse contado com o financiamento de muitas empresas nacionais e internacionais.

Outras instituições que lucraram com o nazismo foram os bancos suíços, que lucraram com os depósitos dos judeus mortos no Holocausto – embora posteriormente, por pressões e ações judiciais, se comprometeram a indenizar algumas vítimas do regime, como os que foram forçados a trabalhar como escravos, por exemplo. Confira a lista:

1. Kokak

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Durante a Segunda Guerra Mundial uma filial alemã da Kodak usou trabalhadores escravos vindos dos campos de concentração. Várias outros ramos europeus da Kodak fizeram alianças com o governo nazista. Wilhelm Keppler, um dos principais assessores econômicos de Hitler, tinha ligações profundas na Kodak. Quando o nazismo começou, Keppler aconselhou à Kodak e várias outras empresas norte-americanas a demitir todos os empregado judeus em troca de benefícios.

 

2. Hugo Boss

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Na década de 30, Hugo Boss começou a fazer uniformes nazistas. O motivo: o próprio Hugo Boss tinha aderido ao partido nazista e fechou um contrato para fazer uniformes da Juventude Hitlerista e da SS. Esse foi um ótimo negócio para Hugo Boss. Ele, assinou um contrato apenas oito anos depois de fundar sua empresa e foi esse contrato que ajudou a levar a empresa a outro nível. A fabricação dos uniformes nazista teve tanto sucesso que Hugo Boss acabou tendo de trazer trabalhadores escravos da Polônia e da França para ajudar na fábrica.

 

3. Volkswagen

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Ferdinand Porsche, o homem por trás da Volkswagen e Porsche, reuniu-se com Hitler em 1934 para discutir a criação de um “carro do povo” (essa é a tradução em português de Volkswagen). Hitler disse Porsche fazer um carro com uma forma simplificada, “como um besouro”. E esse foi o nascimento do Fusca/Beetle.
Não só foi projetado para a guerra e os nazistas como o próprio Hitler o nomeou. Durante a Segunda Guerra Mundial, quatro a cada cinco trabalhadores em fábricas da Volkswagen eram trabalhadores escravos. Ferdinand Porsche ainda tinha conexão direta com Heinrich Himmler, um dos líders da SS para solicitar diretamente escravos de Auschwitz.

 

4. Bayer

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Durante o Holocausto, uma empresa alemã chamad IG Farben fabricava o gás Zyklon B usado nas câmaras de gás nazistas. Eles também financiaram e ajudaram as “experiências” de Josef Mengele em prisioneiros de campo de concentração. IG Farben foi a empresa que teve os maiores lucros com os nazistas.

Depois da guerra a empresa “quebrou” e reabriu com o nome de BAYER (Friedrich Bayer, o mesmo fundador da IG Farben). A Aspirina foi criada por um empregado da BAYER, Arthur Eichengrun. Mas Eichengrun era judeu e Bayer não quis admitir que um judeu havia criado um produto que mantinha sua empresa. Assim, até hoje, Bayer oficialmente deu os créditos a Felix Hoffman, um homem ariano, pela criação da Aspirina.

 

5. Siemens

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A Siemens levou trabalhadores escravos durante o holocausto e os forçou a construir as câmaras de gás que iriam matá-los, assim como suas famílias. SIEMENS é a única também que teve seu grande momento pós-Holocausto de qualquer outra dessa lista.
Em 2001 eles tentaram registrar a marca “Zyklon” (ciclone em alemão) para tornar o nome de uma nova linha de produtos…incluindo uma linha de fornos a gás. Zyklon era o nome do gás venenoso usado nas câmaras de gás durante o Holocausto. Uma semana mais tarde, depois de muitos grupos se manifestarem contra a empresa, a SIEMENS retirou o pedido.

 

6. Coca-Cola

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Mais especificamente a FANTA. A Coca-Cola jogou dos dois lados durante a Segunda Guerra. Eles apoiaram tanto as tropas americanas quanto as alemãs. Em 1941, a filial alemã da Coca-Cola ficou sem o xarope para produzir a bebida e não podiam adquiri-lo dos EUA devido as sanções do tempo de guerra.
Contrataram trabalho escravo e desenvolveram uma nova bebida especificamente para os nazistas: Um refrigerante com sabor de frutas chamado Fanta. Durante muito tempo a Fanta foi associada a mulheres exóticas cantando um jingle nazista horrível e foi a bebida oficial da Alemanha nazista.

 

7. Ford

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Henry Ford foi um grande lendário anti-semita. Ele era o mais famoso defensor estrangeiro de Hitler. Em seu 75º aniversário, em 1938, Ford recebeu uma medalha nazista, concebida para “estrangeiros ilustres”. Ele lucrou de ambos os lados da guerra: produzia veículos para os nazistas e para os aliados.

 

8. IBM

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A IBM construiu máquinas personalizadas para os nazistas com quais eles podiam usar para controlar tudo, do fornecimento de petróleo, os horários dos trens em campos de morte até em controlar as contas bancárias de judeus vítimas do Holocausto. Em setembro de 1939 quando a Alemanha invadiu a Polônia, o New York Times informou que aproximadamente 3 milhões de judeus iam ser “imediatamente retirados” da Polônia e provavelmente seriam “exterminados”. A reação da IBM? Um memorando interno disse que devido à “situação”, eles teriam que aumentar a produção de equipamentos o mais rápido possível para os nazistas.

 

9. BMW

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A BMW admitiu que utilizou até 30.000 trabalhadores forçados durante a guerra. Estes prisioneiros de guerra, trabalhadores escravos e presos dos campos de concentração, produziram os motores para a Luftwaffe e foram obrigados a ajudar o regime defendendo daqueles que estavam tentando salvá-los. A BMW centrada unicamente nos aviões e motocicletas durante a guerra, não tinha outra pretensão a não ser a fornecedora da maquinaria de guerra dos nazistas.

10. General Eletric

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Em 1946 a General Electric recebeu uma multa por parte do governo americano por suas nefastas atividades durante a guerra. Em colaboração com Krupp, uma empresa produtora alemã, General Electric de forma intencionada e artificial subiu o preço do Carbeto de tungstênio, um material de vital importância para os metais das máquinas e armas necessárias para a guerra, dificultando o esforço para ganhar a guerra e aumentando o custo para derrotar os nazistas. GE também comprou ações da Siemens antes que começasse a guerra, transformando em cúmplice do uso da mão de obra escrava para construir as mesmas câmaras de gás onde muitos dos trabalhadores afetados faleceram. Há quem diga que até hoje, o logo da GE leva uma suástica estilizada.

 

Fonte: Fatos Desconhecidos

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07/16

Títulos Disney publicados pela Abril estão entre os 100 livros mais vendidos da Amazon.

Títulos Disney publicados pela Abril estão entre  os 100 livros mais vendidos da Amazon

Três das publicações Disney mais recentes da Abril foram destaques no mês de junho na lista dos 100 livros mais vendidos na Amazon Brasil: o encadernado de luxo DuckTales, o Manual do Escoteiro Mirim e o encadernado de luxo dos Escoteiros Mirins, que ocuparam, respectivamente, o 13º, o 74º e o 87º lugares. DuckTales, inclusive, também se destacou na lista das HQs mais vendidas, figurando em primeiro lugar na pré-venda do site. 

O Manual do Escoteiro Mirim teve 2 reimpressões em 1 mês e já supera em 300% as vendas previstas no seu lançamento. 

Outra grande novidade é a recente inserção das revistas em quadrinhos mensais da Disney na plataforma Social Comics, que permite a leitura online de HQs. Seis títulos começaram a ser disponibilizados no último dia 24: Mickey, Pato Donald, Pateta, Tio Patinhas, Zé Carioca e Minnie. Para acessá-los, os usuários devem se inscrever em socialcomics.com.br. Os leitores também podem encontrar as HQs no iba, plataforma da Abril de publicações digitais.

Revistas em quadrinhos e produtos infantojuvenil da Abril

A Abril Mídia investe, há mais de 60 anos, em quadrinhos, revistas de atividades, livros e álbuns de figurinhas. Somente neste segmento, são lançadas cerca de 30 publicações por mês (mais de 350 ao ano), com os mais diversos personagens da Disney e Disney/Pixar, DreamWorks, Rovio (Angry Birds), Marvel, Star Wars e muitos outros.

 

Fonte: Comunique-se

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07/16

Meu rádio.

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Pokémon Go pode ser nova ferramenta de marketing para varejistas.

O jogo Pokémon Go, que em tempo recorde alcançou o topo nas lojas de aplicativos da Apple e Android, parece pronto para desafiar as empresas de Internet especializadas em aumentar o fluxo de pessoas em pequenos negócios e pode acabar tendo um papel no marketing de grandes marcas, de acordo com especialistas da indústria.

O jogo de realidade aumentada da Nintendo alcançou mais de 65 milhões de usuários nos Estados Unidos em apenas sete dias após o lançamento e já está ajudando restaurantes locais, cafés e pequenos varejistas a atrair novos clientes.

O pizza bar L’inizio em Long Island, em Nova York, afirma que suas vendas saltaram 75 por cento no fim de semana pela ativação do recurso “módulo de atração” que atrai personagens Pokémons virtuais para a loja, assim atraindo jogadores próximos. O gerente da loja gastou 10 dólares para ter uma dúzia de personagens Pokémon colocados no local, de acordo com um relatório do New York Post.

Esse tipo de efeito instantâneo é uma ameaça potencial para as relativamente novas empresas que revolucionaram o marketing online para pequenas companhias nos últimos anos, como Groupon, LivingSocial e Foursquare, entre outros.

O site de notícias de tecnologia Gizmodo disse na quarta-feira que um estudante na Austrália descobriu um código de programação dentro do jogo que indicava um sistema de patrocínio e citou o nome da rede de fast food McDonalds (bit.ly/2a9DjnF). A rede não comentou o assunto ou qualquer de seus planos de marketing.

Especialistas em marketing disseram que pequenas empresas podem se voltar cada vez mais para o Pokémon Go – e redirecionar alguns dos seus gastos com marketing – à medida que o games atraia uma base maior de usuários.

“Com Pokémon Go, você está vendo o jogo como uma maneira de passar por cima de um monte de canais digitais (marketing) que as lojas têm confiado nos últimos anos”, disse Christophe Jammet, diretor de mídia social e móvel da consultoria DDG em Nova York.

“Não existia uma plataforma social de geolocalização que pode atrair tantas pessoas de uma só vez.”

Muitas lojas estão propagando ser “Poke Stops”, um lugar onde os jogadores podem pegar novas bolas Pokémon e aumentar o seu nível de poder dentro do aplicativo, para atrair clientes. Especialistas dizem que é apenas uma questão de tempo antes de grandes marcas se juntarem a esse movimento.

“Eles já estão olhando para isso”, disse Tom Kelshaw, diretor de tecnologia da Maxus Global, um grupo de gestão de investimentos em mídia de Nova York.

Fonte: Reuters

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