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09/16

A vaga impossível.

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Agência: Master

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Black Friday no Brasil, de acordo com o Google.

Com faturamento de R$ 1,6 bilhão em 2015, o curto período da Black Friday foi mais poderoso para alavancar as vendas do que as duas semanas que antecederam o Dia das Mães, tradicionalmente a segunda melhor data do varejo brasileiro.

O que esperar da Black Friday em 2016

Este ano, mesmo com a crise e até por causa dela, o mercado está otimista com a Black Friday. Os números indicam que, mesmo com a queda geral no consumo, as vendas continuam crescendo nas datas especiais: aumentaram 8% no Dia das Mães deste ano, 12% no Dia dos Pais e 16% no Dia dos Namorados com a Black Friday não será diferente. Além disso, as buscas no Google indicam que o consumidor está se planejando cada vez mais para as compras, com uma crescente preocupação com preço: as buscas por este critério aumentam cerca de 60% ano a ano.

Pesquisa exclusiva – O comportamento do consumidor online na Black Friday

O Google divulga pesquisa inédita sobre o comportamento do consumidor brasileiro na Black Friday, encomendada pela empresa e realizada pela Provokers, que ouviu quase 800 brasileiros, de 18 a 54 anos, das classes A, B e C, nas cinco regiões do país, durante o mês de agosto.

Aqui destacamos algumas das principais conclusões da pesquisa:

  • No Brasil, os consumidores online já somam quase 40 milhões , três quartos dos quais já participaram de alguma edição da Black Friday. A adesão é crescente. Em 2012, o percentual de consumidores online que comprou na Black Friday foi de 22%, enquanto em 2015, foi de 64%. Em termos de buscas, três em cada quatro consumidores online fizeram pesquisas na Black Friday de 2015.
  • A expectativa com relação à próxima Black Friday 2016 é grande: três em cada quatro consumidores online se dizem engajados ou animados com a edição deste ano.
  • O gasto médio do consumidor em 2015 foi de R$ 1.098, o dobro das outras datas sazonais. Quase um quarto dos compradores (23%) teve um gasto médio de R$ 3.041; a maioria (54%) gastou R$ 688,70; e 23% gastou menos de R$ 117,70.
  • Os fatores mais considerados na hora da decisão da compra são: preço (42%), possibilidades de parcelamento (21%) e custo do frete (17%). Quando esses três são similares, 63% dos consumidores optam pelo site mais confiável para colocar seus dados pessoais, o que pode ser explicado pelo gasto médio alto.
  • A forma de pagamento mais usada é, de longe, o cartão de crédito: 61% opta por pagar com ele parcelado e 33% a vista. A seguir vem o pagamento em dinheiro (32%), boleto bancário (26%), cartão de débito (18%), PayPal e similares (16%) e débito (12%).
  • Com o consumidor se planejando mais para comprar, a Black Friday deste ano deve crescer ainda mais nos itens de alto gasto médio. Os consumidores que pretendem comprar eletroeletrônicos e eletrodomésticos foram os que mais disseram que pretendem esperar a Black Friday : smartphone (57% pretendem aguardar), informática (58%), TV (55%), Áudio/Vídeo (66%), eletrodomésticos (54%) e eletroportáteis (51%).
  • A Black Friday, ao invés do Natal, é uma compra pessoal: mais da metade (53%) compra apenas para si mesmo . Os demais, 19% compra para presentear e 27% para ambos, antecipando parte das compras de natal.

Insights Google – A intenção de compra na Black Friday

Além desses dados, o Google também divulgou uma pesquisa interna com as buscas de itens e marcas na data. Esses dados refletem o comportamento do consumidor online e offline, além do maior planejamento e preocupação pelo preço.

  • O tamanho e a importância da Black Friday, aparece no volume das buscas do Google: novembro é o responsável pela maior concentração de várias categorias no ano. Em 2015, o destaque foi: Moda (12% a 15% das buscas do ano na categoria), Informática (12%), TV (13%) e Eletrodomésticos (13%). As buscas se concentram ainda mais na semana da promoção: TV (41% das buscas de novembro), Eletrodoméstico (35% a 40%), Informática (35%), Moda (30% a 35%), Smartphones (36%).
  • O segmento de smartphone , que foi responsável por R$ 360 milhões em vendas apenas na sexta-feira da última edição da Black Friday, registrou seu maior número de buscas no mês da promoção, com 11%.
  • A Black Friday é o dia do ano com mais buscas por passagens aéreas e pelos programas de pontos como smiles, multiplus, etc. Só em 2015, mais de 50 empresas de turismo aderiram à data.
  • A compra de pneus é cada vez mais influenciada pelo digital: 91% dos consumidores pesquisam online antes de comprar e novembro é o mês de mais buscas nessa categoria (10% do ano). Dois terços deles, porém, não sabe que marca comprar. As marcas mais buscadas na Black Friday de 2015 foram: Pirelli, Michelin, Goodyear, Firestone, Continental.
  • O mercado de Beleza , que tradicionalmente é forte no offline, ganhou força nas vendas online: um incremento de 165% entre 2010 e 2015. As buscas por esses itens na semana da Black Friday representaram 28% do total do mês, com destaque nas buscas para as Aussie, Boticário, MAC, Maybelline e Quem Disse, Berenice?.
  • As operadoras também tiveram seu maior pico de buscas (tanto por lojas físicas como onlines) na Black Friday, superando em 37% o segundo maior pico de buscas do ano (Cyber Monday).
  • As buscas também mostram que o interesse do consumidor aparece tanto nos dias que antecedem quanto dias após a sextafeira da Black Friday. A data abre a temporada de intenção de compra, que se mantém até o Natal.

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09/16

Pense!

Somente os peixes mortos 

nadam a favor das marés.

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JJ

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Zero Cal com Tatá Werneck.

Tatá Werneck estrela três episódios de Zero-Cal Sucralosa especialmente para a internet. Parte da estratégia digital da marca, os filmes têm uma linguagem simples e divertida, buscando se aproximar do público jovem e reforçar a mensagem: “Zero Cal Sucralose, o adoçante para quem adora açúcar”.

Nos filmes, a atriz apresenta o talkshow “Café com Tatá” e entrevista três convidados especiais: o brigadeiro, o bolo e o pavê, que são os acompanhantes perfeitos de um cafezinho com Zero-Cal Sucralose. O primeiro vídeo traz a entrevista com o queridinho da nação, o brigadeiro e Tatá não perde a oportunidade de usar seu humor para fazer as perguntas que todos gostariam de saber.

Os vídeos “Bolo” e “Pavê” estreiam nos próximos meses. Eles também fazem parte da nova campanha de Zero-Cal Sucralose, desenvolvida em parceria com as agências FCB Brasil e My Agência, e levam a assinatura –“Novo Zero-Cal Sucralose. O adoçante para quem adora açúcar”. A campanha conta ainda com comercial para TV, spots de rádios e anúncios impressos. Os filmes tiveram a produção da Edit2 e direção de Francisco Porto.

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Pic-Me

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Agência: Heads

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09/16

Nem melhor, nem pior. Apenas diferente.

O mundo mudou bastante nos últimos 10, 15, 20 anos. Algumas pessoas se espantam até hoje com as mudanças. Outras, as mais arraigadas, aquelas mais presas a mudanças, não se acostumam de jeito nenhum. O fato é que o mundo não mudou para pior, como muitos costumam dizer por aí. Tão pouco, podemos afirmar que foi para melhor, como enxerga outra parte da população. Sem polarização. O certo, e o responsável, nesse momento, é dizermos, apenas, que o mundo mudou e está diferente, sem juízo de valor algum. E, como o legal é não criar juízo algum, vamos surfar com prazer nessa mudança.

Sem sombra de dúvidas, quem acelerou essas mudanças foram as inovações digitais e tecnológicas. Elas serviram de base para mudarmos nossos padrões mentais a respeito dos objetos, e influenciou, diretamente, e, profundamente, o comportamento humano. E continua influenciando. É um presente contínuo, como afirmou Santo Agostinho. Sem preocupações com passado e futuro. Sem regras e sem padrões.

Um processo sistêmico, onde comportamento, objeto e sujeito, estão intimamente ligados. De sujeito, muitas vezes, passamos a ser objeto, dependendo da lógica em questão. Viramos consumidores e objetos de consumo em questão de minutos ou de segundos. A comunicação, em toda as suas formas, até mesmo aquela refletida em símbolos, nunca esteve tão presente na vida das pessoas nesta nova ordem de relação com o mundo.

Vista desse olhar macro e transformadora, a comunicação foi, e é, a base, a esteira, e o caminho das inovações digitais e tecnológicas, que estão refletindo nas mudanças comportamentais do Brasil e do mundo. O mundo líquido toma seu caminho nesta comunicação, que é rápida e sem fronteiras pela sua velocidade e pelo poder de síntese das mensagens. Aliás, velocidade e síntese é  base da comunicação atual. Para comprovar isso, basta observar os novos símbolos de consumo, que não me deixam mentir. Basta entrar um pouquinho nas redes sociais e observar esse fenômeno nas nossas linhas do tempo.

Nada disso que está acontecendo é ruim e nem melhor do que antes, é apenas diferente da lógica anterior. Não vivemos mais o mundo dos objetos e sujeitos sem transformação. Não apenas é mais o mundo da informação. É o mundo da comunicação definitivamente.

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Flavio Martino é sócio da Giacometti Rio

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Burger King lança Hot Dog Grelhado.

(Foto: divulgação)

O Burguer King traz dos Estados Unidos para o Brasil, o Hot Dog Grelhado de salsicha 100% bovina. Depois do seu carro-chefe, o Whopper, o novo produto vem para reposicionar a rede no mundo, a primeira no ramo de fast-food a lançar uma opção como essa em seu cardápio, no País.

Após sua aceitação no começo do ano, a novidade gera grande expectativa para os brasileiros, uma vez que chega em duas versões, a clássica, de ketchup, mostarda, maionese e batata palha e a cheddar com bacon. No momento, só está disponível em algumas cidades do interior de São Paulo como Campinas e Jundiaí e está previsto só para o começo de 2017 estar presente no resto do Brasil.

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Tênis mágico da Nike que se adapta aos pés será lançado em novembro.

tenisnike

Em março deste ano, falamos aqui sobre a intenção da Nike de lançar um “tênis mágico”, que se ajusta ao pé de seu dono no melhor estilo “De volta para o futuro”.

O calçado high-tech da Nike deve ser lançado no dia 28 de novembro para o mercado norte-americano e ainda não tem previsão para chegar aos demais países.

Batizado de HyperAdapt, o modelo é equipado com sensores que fazem com que o material se ajuste ao pé, dispensando a necessidade de amarrar os cadarços.

A marca não confirmou informações detalhadas como o preço do produto, mas, a tirar pelos recursos que apresenta, o engenhoca não deverá estar entre as mais baratas do mercado.

Fonte: Adnews

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Ócio criativo.

“O ócio criativo é uma arte que se aprende e se aperfeiçoa com o tempo e com o exercício. Existe uma alienação por excesso de trabalho pós-industrial e de ócio criativo, assim como existia uma alienação por excesso de exploração pelo trabalho industrial.

É necessário aprender que o trabalho não é tudo na vida e que existem outros grandes valores: o estudo para produzir saber; a diversão para produzir alegria; o sexo para produzir prazer; a família para produzir solidariedade, etc.”

 

Domenico De Masi

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A força do esporte ao vivo na TV.

Os canais SporTV, Combate e Premiere buscam o senso do consumidor para orientar suas ações e garantir audiência e atratividade aos anunciantes. A Rio 2016 funcionou como teste para todas as divisões da rede de TV por assinatura, como enfatiza nessa entrevista a executiva Bianca Maksud. Ela é diretora de marketing e produto e conta que o evento foi transmitido em 16 canais convencionais e 56 digitais. Os cotistas foram Bradesco, Nissan, Samsung, Claro, Correios e McDonald’s, cada uma por R$ 82,2 milhões. O protagonismo, segundo ela, é do futebol.

Como é o direcionamento estratégico dos produtos SporTV, Premiere e Combate?
O foco da unidade de esportes é o consumidor, mesmo sendo uma empresa de programação e tendo distribuidores na interface. Isso significa que temos uma atenção enorme com os conteúdos proprietários e com os que nós vamos comprar. O trilho é baseado no consumidor. O Pedro Garcia, head de negócios dos canais, também tem como ponto de partida quem vai consumir o que é exibido na grade. E o produto é composto por vários pilares: conteúdo, valor do direito e como programá-los. O esporte ao vivo tem um grande apelo no meio TV. Nossa preocupação é com o que vamos fazer no entorno do ao vivo, a linguagem, o antes e o depois. São várias diretrizes que temos de estudar e, nos últimos anos, estamos fazendo isso de maneira mais intensa. A realização da Olimpíada no Rio foi um grande mote. Janelas diferentes que queríamos buscar, tanto de público-alvo como de experiências, que nesses grandes eventos conseguimos testar como um canhão maior.

Como são feitas as análises?
A pergunta é a seguinte: o que é esporte? Nós temos do futebol, que é a nave mãe e atende à cultura brasileira, até games, que passaram a ser uma modalidade. Tudo isso está embutido no produto.

Como foi a experiência com a Olimpíada?
Um desafio. Porém, maravilhoso. Começamos bem antes, logo após o fim dos Jogos de Londres. O Alexandre Boyd, gerente de programação do SporTV, numa conversa informal sobre a cobertura, fez uma brincadeira de transmitir a Rio 2016 com 16 canais. Mas, a intenção se tornou um projeto com a Copa do Mundo no meio.

O SporTV teve de criar canais para essa operação?
Sim. Para materializar os 16 canais o processo foi muito grande. Tivemos de mapear internamente como fazer, porque temos distribuidores que levam a programação aos consumidores. Essa operação dependia de uma parceria com AMX, Oi, Sky e Vivo. E conseguir frequência em um momento de mercado no qual a Sky tinha postergado o lançamento de um novo satélite e a AMX migrando com a Claro, tínhamos um desafio.

Todos os canais disponibilizados tiveram o naming right SporTV?
Sim.

Houve uso dos canais premium?
Usamos as frequências do Premiere para montar os 16 canais. Mas, nos momentos dos jogos ao vivo do Brasileirão, a marca era do Premiere, que tem assinantes diferentes. Quando era Olimpíada, usávamos o SporTV.

Como foi o aproveitamento mercadológico da Rio 2016?
Tivemos os olhares b2b e b2c. No primeiro caso, falamos com os grandes parceiros, que são o mercado publicitário e as operadoras. E, fazendo uma análise dos resultados, essas indústrias foram fundamentais porque acreditaram no sonho de disponibilizar 16 canais com entrega digital, o que foi proposto dois anos antes. A Globosat tem uma credibilidade nos projetos e o mercado comprou, mas tínhamos a missão de entregar. No caso das operadoras, passou a ser uma questão de engenharia porque tínhamos de colocar no ar 16 canais, mais 56 canais na internet.

Os canais digitais também tinham a grife SporTV?
Sim, mas não tínhamos câmeras exclusivas nem locução própria. Eles eram abastecidos com o sinal em tempo real da OBS (Olympic Broadcasting Services) com som ambiente.
E a comunicação?
Foi o maior desafio. Porque montar os 16 canais já contou com o comprometimento da área de conteúdo, que começou a se estruturar para receber os sinais da OBS com o propósito de otimizar a grade com modalidades que tivessem pertinência. Por exemplo: o fã de ciclismo tem afinidade com o vôlei? Para poder agrupar. Como fizemos com atletismo e ginástica. Definimos que 12 canais seriam dedicados a modalidades diferentes. Na TV aberta, a programadora escolhe o que o consumidor vai assistir, mas o trilho da nossa grade foi orientado pelas necessidades do consumidor. Outra coisa que fizemos foi transformar o SporTV 4 em um hub de notícias que informava a programação dos demais canais.

O projeto comercial foi único?
Sim. Tivemos como cotistas o Bradesco, Correios, Claro, Samsung, McDonald’s e Nissan.

Qual o valor de cada cota?
Cerca de R$ 82,2 milhões.

A estratégia multicanal exigiu aumento do preço cobrado aos anunciantes?
O processo foi progressivo: as audiências são cada vez maiores, tivemos a cobertura dos Jogos de Londres, a Copa do Mundo e os apelos atrelados à Olimpíada no Rio de Janeiro, que foi um projeto grandioso. Mas, o cliente viu valor na oferta. Aprendemos muito com Londres. Claro, sempre temos o suporte da área corporativa, mas a Rio 2016 era um monstro na Globosat. Criamos comitês em uma sala de telepresença onde se discutia tudo, da engenharia à comunicação. Na entrega comercial, envolveu o próprio departamento comercial, engenharia, tecnologia, produto publicitário e sistemas, porque precisávamos mapear o dia a dia da grade para saber o tempo de break disponível por canal. Só poderíamos fazer ofertas aos anunciantes avulsos, que foram muito poucos. O estudo foi minucioso, mas sem desespero.

O projeto comercial foi estendido ao digital ou foi um serviço extensivo?
Na entrada tinha o pre-roll, mas apenas dos patrocinadores.

Como é uma mulher gerindo um produto tão datado no universo masculino?
Fazemos programação para os amantes dos esportes; não tem gênero. Têm vários olhares, como o antropológico, o psicológico e o emocional. Apesar de as mulheres serem mais emocionais, conseguimos ser mais racionais em alguns momentos. Quando falamos de um boleiro discutindo futebol, o homem não consegue ver a hora que o coração está falando. A mulher consegue estudar melhor as situações. Se eu consigo usar a favor do meu trabalho? Sim, mas de forma natural, não forçada.

Como o SporTV trata as pesquisas no seu planejamento?
Fazemos com regularidade estudos qualitativos, quantitativos, online e por aplicativos. O Grupo Globo tem um comitê de pesquisa, do qual participamos, e todo ano tem um foco. Este ano o tema foi o esporte. Também temos um termômetro online, capaz de medir a marca e também o cast: ver a performance dos influenciadores que trazem inputs para a comunicação e para a gestão do conteúdo.

O futebol é realmente protagonista?
Pela paixão e pela cultura, sim. A pessoa já nasce torcendo por um clube. Podemos mudar de sexo, gosto e tudo o mais, mas de time não. Nossa audiência tem predominância masculina, mas mais de 30% já é feminina. O futebol é universal e esse é seu encantamento. O produto futebol não tem limites e não estabelece distinção entre classes sociais, mesmo com uma ascendência maior nas classes A/B da TV paga. Tivemos um novo olhar em 2011 com a entrada significante de B2 e C na nossa base. Foi um novo olhar, em termos de linguagem e do interesse. Mais atrás, o mercado era mais A/B. Sabemos que o futebol não tem essa fronteira socioeconômica, mas em termos comerciais tivemos de mudar a percepção.

Se o futebol não tem fronteira, nos demais esportes a segmentação é necessária?
Claro, independentemente do futebol. Nossa missão é contar as melhores histórias do esporte em todas as plataformas. O futebol é o grande esporte, mas os outros também são muito importantes. Temos de adquirir direitos e é difícil assumir essa conta porque é um negócio que exige que essa balança funcione, ou seja, como esses conteúdos conversam com os consumidores.

Quais são os esportes depois do futebol?
Tem o vôlei, o MMA, que cresceu muito, a Fórmula 1, que virou um nicho menor porque a atual geração não teve ídolos; os ídolos são factuais e não mais como na era Ayrton Senna. A F-1 não se segmentou para os jovens. O vôlei sobrevive, mas não é constante, assim como o basquete. Mas o que dá volume e recall é o futebol.

Os canais SporTV pretendem ingressar no brand live marketing?
Sim. Fomos criados em uma estrutura mais jornalística, mas já conseguimos falar de entretenimento. E no entretenimento temos mais possibilidades, que são muito delicadas. Quando falamos de eventos, a maioria já vem blindada. Temos um produto, o “Estádio TV”, que estava em uma incubadora. Para o universo do futebol, passamos a ter uma propriedade diferente, que é vender uma ação para o patrocinador em um estádio para um público específico na forma de uma experiência para ir além dos 30 segundos. Mesmo no digital, os formatos dão uma ideia para as equipes de vendas. Quando falamos com um anunciante temos de mostrar um menu. O mercado compra 30 segundos. Na TV fechada e aberta. E não é uma questão brasileira. É global.

Onde o patrocinador espera estar presente?
Sem dúvida, no conteúdo, que é onde se concentra a audiência. Sabemos que há erosão no break e essa movimentação do telespectador é condicional. Não é uma cadeia simples.

 

Fonte: propmark

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