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Criatividade vai além e alcança outro patamar de importância.

A mídia impressa atinge novos patamares de criatividade e relevância, associando-se a outras plataformas em parcerias únicas provando a sua importância e, principalmente, a credibilidade. Como mostra a estratégia que conquistou o Grand Prix de Print & Publishing no Cannes Lions este ano, McWhopper, iniciada com uma carta publicada nos jornais The New York Times e Chicago Tribune. Nela, o Burger King propunha uma trégua ao convocar seu maior rival, o McDonald’s, a, no Dia Mundial da Paz, decretado pela ONU, celebrar a união – temporária, claro – dos seus sanduíches mais populares: o Whopper e o Big Mac, criando o McWhopper.

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A estratégia foi criada pela Y&R da Nova Zelândia. A força da mídia impressa deu o start na estratégia, ganhou a mídia e viralizou de tal forma que a negativa do McDonald’s gerou uma campanha que ganhou como adeptos de outras redes de fast food como Danny’s e Giraffas e transformou-se num movimento de proporções maiores do que se poderia imaginar. O interessante da campanha foi, justamente, não se destacar pelo primor na direção de arte – que moveu, até hoje, quem avalia trabalhos impressos –, mas pela força da ideia para usar o meio.

Joji Jacob, diretor-executivo de criação do DDB Group e presidente do júri de Print & Publishing este ano em Cannes, disse que esse case representa o futuro do Print, com sua simplicidade e força de repercussão. Hugo Rodrigues, CEO da Publicis e jurado brasileiro na mesma categoria, disse que o interessante do trabalho foi começar com algo tradicional como uma carta aberta – e atingir o mundo inteiro. “Houve desconforto porque as pessoas esperam ver peças com cara de fotografia, de arte. Mas trata-se de um GP com uma peça de resultado, que demonstra que o papel não está fora de moda quando consegue transformar o consumidor em mídia. Uma ideia poderosa vence a estética”, analisou.

Não basta, portanto, ser belo. É preciso provar seu valor, seu talento. Para essa direção apontam as campanhas de Print. No ano passado, a campanha da Apple criada pela TBWA\Media art Lab arrebatou o mundo ao espalhar em mídia exterior belíssimas fotos clicadas por pessoas amadoras com o iPhone 6 e levou o Grande Prêmio de Outdoor. Outro exemplo de bom aproveitamento de uma ideia em imagem impressa, envolvendo profundamente consumidores – aproximando-se deles –, que contou com o poder replicador de diversas plataformas. “Mais do que nunca, a mídia impressa precisa que anúncios transformem o leitor em mídia. O leitor compartilha a campanha”, comenta Hugo.

Segundo ele, outro bom exemplo de trabalho premiado em Print este ano que demonstra essa tendência é a série de anúncios para o café Arabus 3 em 1 (Dutch Mill), da agência tailandesa Monday. Várias imagens mostram como uma pessoa que adormece no espaço público pode se transformar em um meme na internet.
Embalagem, da Lew’Lara TBWA para Café Pelé, também valeu-se da mídia impressa de jeito inusitado, que lhe rendeu prêmios no Cannes Lions, como bronze na categoria Media. A ação Capa Pack inovou com embalagem diferente para Café Pelé, mostrando que o produto é fresco e embalado todos os dias.

Em parceria com o jornal O Estado de S.Paulo, a Lew’Lara embalou cinco mil pacotes de café a vácuo com a capa do jornal diário e no mesmo dia colocou-os em gôndolas nos principais supermercados de São Paulo. Foi uma corrida contra o tempo: quando a edição do jornal foi fechada, a capa foi enviada para o designer criar a nova embalagem. Em poucas horas, os produtos estavam a caminho das redes de supermercados.
“Embora nada se compare, na minha opinião, ao poder visceral e multiplataforma de uma simples carta escrita de um concorrente para outro, como o caso McWhopper, a mídia impressa ainda conta com anúncios brilhantes, lindos e trabalhosos”, conclui Hugo.

Ideias potentes abrilhantadas pela estética – ou onde a estética é, em alguns casos, a própria ideia – seguem fortes em Print e sempre causarão impacto, rendendo aplausos e prêmios. Peças que abrilhantam a mídia impressa desde sempre, como as campanhas da Y&R para Freddo e Penguin (Cia. das Letras), que levaram ouro em Print este ano.

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A série da AlmapBBDO para Getty Images é um exemplo do uso criativo das imagens do banco trabalhou a serviço da intenção de mostrar a profundidade do extenso acervo de milhões de imagens da empresa. A campanha foi multiplataforma, mas sua “alma” é impressa, digamos assim, e os anúncios impressos e pôsteres são uma espécie de ponto de partida – e ganharam destaque pelo impacto da construção dos rostos do príncipe Charles, da Angela Merkel, do Dalai Lama. A campanha da Getty Images conquistou em Cannes este ano ouro e prata nas categorias outdoor e Print, prata em Digital Craft (foi a única peça brasileira destacada na categoria) e bronze em Direct, Film e Integrated. Exemplo melhor impossível desses novos tempos de multiplataforma e de um jeito novo de pensar a publicidade.

Fonte: propmark

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08/16

Consumidores buscam informações de confiança antes de comprar.

A busca por informação de confiança sobre marcas e produtos para auxiliar na decisão de compra ganha cada vez mais valor. 72% dos brasileiros gostam de buscar informações para tomar decisões de compra (em 2011, eram 55%) e 66% deles acham que encontrar informações sobre as marcas é recompensador (em 2013, o índice era 56%). Os dados são do estudo global IPG New Realities de 2015, realizado a cada dois anos pela holding IPG desde 2009 para verificar o impacto dos novos canais de comunicação comercial sobre os consumidores.

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O estudo também apontou que a disponibilidade de informação torna os consumidores mais confiantes para escolher as marcas. 66% dos brasileiros concordam totalmente com esta informação. O índice é o mesmo na China. O aumento de informações fez crescer também a satisfação com as marcas para 65% dos brasileiros, ante um índice de 57% na pesquisa anterior.

A busca por informações de confiança também aumentou no mundo todo, especialmente no Brasil, onde 71% concordam com a afirmação “sempre procuro fontes confiáveis de informações sobre as marcas” (em 2013, eram 67%). No entanto, o conteúdo fornecido pelas próprias marcas não goza de tanta credibilidade. 42% dos chineses, 34% dos indianos, 29% dos brasileiros, 25% dos norte-americanos, 21% dos russos e 19% dos britânicos concordam com a frase “eu não confio em informações dos fabricantes”. “Há muitos acontecimentos no mundo levando as pessoas a terem menos confiança. As pessoas têm perdido a confiança nos governos, nos negócios, nos esportes… Como resultado, os consumidores têm dedicado mais tempo e energia para procurar informações confiáveis sobre as marcas”, conta Terry Peigh, vice-presidente-sênior e diretor-geral do Interpublic.

Os resultados são bem parecidos em todos os países pesquisados em muitos aspectos, porém o Brasil se difere dos outros países quando se trata do valor social das informações a respeito das marcas. Nos outros cinco países pesquisados, houve aumento no índice de pessoas que têm orgulho de saber mais sobre os produtos e de entrevistados que acreditam que as pessoas os valorizam mais por saber sobre determinada categoria. No entanto, no Brasil, o índice se manteve em 43% e 40%, respectivamente, o mesmo da pesquisa anterior.

“O Brasil tem mais similaridades do que diferenças com os outros países. Mas em todos os lugares do mundo, com exceção do Brasil, as pessoas aumentaram o que a gente chama de moeda social e valor social, que as pessoas sentem ao saber mais a respeito de marcas e produtos. É interessante perceber que em todos os outros países as pessoas conquistam credibilidade com seus amigos, é bom para o ego e para autoestima deles que saiba mais sobre algum produto”, diz o executivo.

O índice de brasileiros que concordam com a afirmação “outras pessoas me admiram pela minha expertise” caiu de 36%, em 2013, para 33%, em 2015. Enquanto isso, na China, por exemplo, passou de 40% para 57%. Os que concordaram com a frase “meu conhecimento sobre algumas marcas aumenta minha autoestima” diminuíram de 39% para 35%, no Brasil. Na Rússia, foram de 41%, em 2013, para 47%, em 2015.

A pesquisa também mostrou que a reputação e o nome das marcas importam mais atualmente do que antigamente para 60% dos brasileiros. O executivo destaca como as marcas devem se posicionar neste ambiente. “Precisamos ser dolorosamente honestos em todas ocasiões em que falarmos sobre nossos produtos. Os consumidores têm mais acesso à informação do que nunca. Fabricantes, profissionais de marketing e agências precisam ser muito, muito, muito honestos com toda a comunicação sobre a marca”, afirma.

Peigh destaca que os colaboradores podem ser uma ferramenta para fazer essa ponte entre o consumidor e o conhecimento. “Você vê empresas inteligentes usando os empregados para transmitir confiança para os consumidores”, fala.

Esta foi a quarta edição do estudo, a terceira com participação do Brasil. Os outros países que participaram da pesquisa foram Estados Unidos, China, Índia, Rússia e Reino Unido. Ao todo, foram feitas 3.600 entrevistas, divididas em iguais proporções entre homens e mulheres das gerações X, Y e Baby Boomers, todos com acesso à internet.

Fonte: propmark

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08/16

Google domina 72% das buscas na internet.

Independente do nicho de mercado, a internet virou uma enorme aliada para empresas aumentarem sua visibilidade e para consumidores que desejam encontrar o que procuram de forma rápida e objetiva.

Cada vez mais, empresas de todos os portes estão percebendo a importância de ter um site amigável para os usuários a encontrarem com mais facilidade. Com a internet, novas oportunidades de contato e até mesmo de negociações surgiram em segmentos que até então, eram extremamente burocráticos e quase inalcançáveis, como a possibilidade de prospectar novos clientes e expandir sua área de atuação para o mundo todo.

Para os consumidores, a internet fornece uma gama enorme de opções de serviços e empresas que podem atender à necessidade destes, fazendo com que assim, o consumidor se sinta à vontade para fazer um levantamento de concorrência e de qual empresa vai se encaixar melhor no seu perfil. 

Um setor que vem crescendo cada vez mais na internet são as lojas virtuais, de diferentes segmentos de vendas, onde existem desde lojas focadas em um nicho de mercado específico até lojas de varejo onde o cliente encontra com facilidade grande diversidade de produtos.

Conforme último relatório fornecido pelo E-bit/Buscapé, nesse ano de 2016 tivemos um crescimento comparando 2015 de 16% nas vendas em lojas virtuais feitas no período de 28 de maio a 12 de junho. Apenas nesse período que se encaixa em uma sazonalidade do dia dos namorados o faturamento apresentado foi de R$1,65bi apenas em vendas online.

Segundo o E-bit, nesse ano o Brasil pode chegar em vendas online no número de 44.6 bilhões de reais, tendo como categorias de consumo:
14% – Moda & Acessórios
13% – Eletrodomésticos
11% – Telefonia/Celulares
10% – Cosméticos & Perfumaria
9% -Livros/ Assinaturas & Revistas

Para que o consumidor chegue à loja virtual ou site, a principal fonte de pesquisa na internet é o Google. Diariamente, mais de 3 bilhões de pesquisas são realizadas no mundo todo. O Google também domina 72,48% do mercado de busca global.

Independente do segmento de empresa, deixar o site visível nas buscas da internet é fundamental para atrair novos clientes e aumentar a performance do seu negócio. Vinicius Miranda, CEO da Agência Consultoria Digital que é uma empresa especialista em Otimização de Sites, recomenda que donos de websites ou lojas virtuais fiquem atentos às diretrizes para webmasters que o próprio Google disponibiliza, com o intuito de ajudar os programadores a desenvolverem sites amigáveis às buscas.

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Kenzo

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08/16

Atualização de marca: quando é a hora de inovar nos seus atributos?

Feche os olhos e pense em uma marca da sua infância e que se mantém no mercado até hoje. Agora, com os olhos abertos, tente pensar em como ela se apresenta atualmente. Dificilmente a marca que passou pela sua lembrança é a mesma de dez ou quinze anos atrás. Isso porque o movimento natural é evoluir e se atualizar conforme o mercado cresce; até pelas novas demandas que surgem, as empresas são convidadas a pensar em inovação. O desafio, na verdade, é descobrir o timming da mudança. Quando é hora de uma marca se atualizar?

Para contar como acontece este processo, o De Olho No Mercado conversou com Hélio Carvalho, diretor da Future Brand, consultoria especializada em ajudar multidisciplinarmente marcas a se redescobrirem. Detalhe: foi a Future Brand que ajudou o grupo O Boticário a dar uma refresh em 2013. Confira!

Há sinais que vão mostrar a necessidade de mudança; esteja atento!

Marcas vão além da forma gráfica, do logotipo. Há atributos por trás, vinculados à cor, grafia e imagem, que contam histórias e afirmam posicionamentos. São características que, quando associadas a uma solução visualmostram ao consumidor a personalidade da marca – desde o tipo de produto ou serviço à forma com que essa empresa lida com seus funcionários.  Mas, assim como pessoas, marcas também “envelhecem”. E isso não é ruim! Desde que haja uma preocupação em entender se ela está dialogando com seu público.

RPC - Atualização de Marca - Hélio Carvalho
Hélio Carvalho, da Future Brand.

Segundo Hélio, durante a  vida útil, as marcas vão sentir alguns toques vindo do mercado que indicam os pedidos de mudança. O primeiro é se a empresa percebe que não está performando em todos os pontos de contato como deveria. Passou por uma crise ou uma transformação grande? É um indicativo de que a comunicação também precisará ser ajustada. Mas não só: os concorrentes estão mudando para melhor? Ficar de olho no set competitivo pode trazer alguns insights.  “É preciso ter bons motivos para mudar, seja isoladamente ou um conjunto de sinais”.

Percebida uma chance de mudança, é hora de partir para o trabalho: verificar junto ao consumidor e até internamente se estes sinais são concretos. E aqui as pesquisas são fonte valiosa de estudo. Se há argumentos palpáveis o suficiente, siga em frente. Hélio chama a atenção para o trabalho que virá a seguir: não basta mudar a parte gráfica! O refresh de marca só é válido se a empresa está disposta a mudar de dentro para fora. “Se a marca chegou à conclusão de que está na hora de mudar, deve trazer uma mudança verdadeira. O logo é só a identidade visual”, aconselha. Não esqueça que toda mudança gera uma expectativa: “o que de novo essa marca está oferecendo agora?” será a primeira pergunta que o consumidor fará. É preciso estar pronto para trazer inovação para além da marca.

Para ajudar, Hélio nos aponta alguns questionamentos essenciais neste processo.

– Quem é o consumidor que você gostaria de ter?

– O que meus concorrentes estão fazendo?

– Sou singular no que faço? Se não, por quê?

– Qual é o futuro da minha categoria? O que as tendências mostram?

É uma exigência mudar?

Tudo depende do cenário em que sua marca está. Hélio explica que não existe “essa ideia de que toda marca precisa se atualizar de tanto em tanto tempo”, por exemplo. Há marcas que visualmente se movem muito pouco ao longo dos anos, como o Nescau ou a Coca- Cola. “São logos que vão mexendo em detalhes, mas cuidadosamente. Quando você olha para o passado, a diferença parece enorme; mas, aqui e agora, quando a mudança acontece não é um choque”, avalia. Ou seja, atualização da marca parte de um processo natural de evolução do mercado, não é uma obrigação; o que vai mudar é como esse refresh vai chegar.

O processo de transformação do O Boticário, por exemplo, levou um ano e meio. Quando o projeto começou, não se sabia que haveria uma mudança tão grande. “O objetivo inicial era um trabalho de tornar a marca mais forte e querida”, confidencia Hélio. Ao analisar os resultados das pesquisas e levantamentos, Future Brand e O Boticário foram decidindo, em conjunto, dar passos mais amplos. “Foi aí que pensamos em trabalhar a marca de grupo. Assim conseguiríamos acomodar outras marcas que já mostravam excelente aceitação junto ao público, como Eudora, Quem Disse Berenice… futuramente, essa seria uma demanda da marca por conta do crescimento que já dava sinais”, diz.

Fonte: RPC

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08/16

Fotojornalismo brasileiro.

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A 8ª edição do livro O Melhor do Fotojornalismo Brasileiro já está disponível com as imagens marcantes de toda a cobertura jornalística de 2015. A obra apresenta o olhar de 109 repórteres fotográficos de jornais, revistas e portais de todas as regiões do país. A publicação é uma realização da revista Fotografe Melhor em prol da valorização dos profissionais do setor.

O livro deste ano traz cinco profissionais da Gazeta do Povo e da Tribuna. São eles: Marcelo Andrade, Henry Milleo, Albari Rosa, Antonio More e Daniel Castellano. A operação Lava Jato, a manifestação dos professores do dia 29 de abril, além de espetáculos e fatos cotidianos foram registrados pelas lentes dos fotógrafos do Grupo Paranaense de Comunicação, que detém as marcas do impresso.

O repórter Castellano fala sobre a imagem escolhida para o livro, feita durante as manifestações dos professores na Praça Nossa Senhora da Salete. “A foto escolhida pelo livro foi feita logo no início da manifestação, quando os professores tinham acabado de ser feridos. O gás de pimenta afetou a todos”. A foto foi publicada em 30 de abril de 2015 na Tribuna. Na categoria Ensaio, Castellano teve outras duas fotografias selecionadas para o livro.

A foto feita por Andrade na cobertura do caso de agressão às mulçumanas em Curitiba foi o registro escolhido para a obra. “Estudei o cenário e a ideia foi retratar a cena da melhor forma, que remetesse à obra de Pietà, de Michelangelo”, relatou o repórter fotográfico que registrou o semblante sereno de Luciana Velloso. Outra fotografia que compõe o livro foi registrada por Rosa em Campos de Julio, no Mato Grosso, durante a Expedição Safra 2015.

O fotógrafo Milleo clicou o momento exato de quando o ex-ministro José Dirceu foi transferido da carceragem da Polícia Federal (PF) em Curitiba para o Complexo Médico Penal (CMP) em Pinhais. “Fiquei duas horas aguardando a saída do José Dirceu para fazer a foto”, conta Milleo. Ainda sobre a operação Lava-Jato, uma das fotos selecionadas foi a de More no momento em que Marcelo Odebrech saía do IML em Curitiba, onde fez exames de corpo de delito antes ser encaminhado à Polícia Federal.

A obra da Editora Europa já pode ser encontrada para venda no site das melhores livrarias do país.

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08/16

Por que Dilma foi presa?

 

Como o ex-ministro José Eduardo Cardoso afirmou, no Senado, que Dilma foi presa sem motivos, é importante confrontar esta informação com a ficha criminal dela. Como se pode ver, não foi presa por lutar pela democracia e sem motivo.

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08/16

62 jornalistas estrangeiros vieram acompanhar o impeachment.

A cobertura do julgamento do impeachment da presidente afastada Dilma Rousseff no Senado atraiu pelo menos 62 jornalistas estrangeiros, segundo balanço divulgado pela assessoria de imprensa da casa legislativa na última sexta-feira, 26. O levantamento considera apenas o credenciamento de profissionais que acompanham o caso, sem levar em conta os veículos internacionais que já cobrem as atividades rotineiras do Congresso Nacional. 

O trabalho da imprensa foi organizado pela Secretaria de Comunicação do Senado, que garantiu aos profissionais duas salas com linhas telefônicas para as transmissões ao vivo das emissoras de rádio e os espaços para os links das TVs. Ao todo, 1430 profissionais, entre repórteres, cinegrafistas, fotógrafos e radialistas estão credenciados para a sessão de julgamento. 

Há jornalistas da Argentina, Venezuela, Espanha, Portugal, Japão, Holanda, Turquia, China, França, Estados Unidos, Alemanha, Qatar e Reino Unido.

Para Ana Lúcia Novelli, da assessoria de imprensa do Senado, “o trabalho que está sendo feito é importante para garantir que os profissionais de imprensa brasileiros e estrangeiros possam realizar com tranquilidade o trabalho de cobertura do impeachment”.

Nesta segunda-feira, 29, Dilma comparece ao Senado para fazer um pronunciado e ser interrogada por parlamentares. A Agência France Presse, que conta com o correspondente Damian Wroclavscky no Brasil, chamou atenção para declaração da presidente, que saiu defesa própria antes de veredito: “votem contra meu impeachment”.

A agência pública de notícias argentina Telam, que enviou o repórter Pablo Lionel Giuliano para acompanhar o caso, classificou o depoimento de Dilma como “declaração histórica” e destacou em sua homepage que a ré reitera que é uma “vítima de golpe de um governo usurpador”.

 

Fonte: Comunique-se

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08/16

Guido Mantega integrava esquema que enganava a Receita Federal.

A Odebrecht usou offshores para pagar a maior parte dos 100 milhões de reais ao PT, relata O Globo.

Os executivos contaram à Lava Jato que empresas de importação e exportação superfaturavam a avaliação de bens adquiridos no exterior para as operações da empreiteira — avaliação necessária para a devida tributação. Assim, a Odebrecht enviava dinheiro a mais para fora. Essa diferença era transferida para as offshores responsáveis por pagar os acordos negociados por Guido Mantega.

É um espanto: o ministro da Fazenda do PT integrava o esquema que enganava a Receita Federal.

O ANTAGONISTA

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08/16

Hora de repensar e de agir.

Não sei você, mas eu ainda estou com as imagens da Olimpíada na minha cabeça. Estou com as imagens da fantástica cerimônia de abertura e da festa de encerramento. Dos sorrisos dos estrangeiros, das matérias elogiosas da cobertura internacional, do choro emocionante dos ganhadores e perdedores brasileiros.

Estou também com a lembrança do imbróglio do nadador americano com um desfecho positivo para o nosso país. Ufa! Estávamos precisando dessa catarse!

Estava difícil acompanhar as manchetes diárias, só focando as mazelas do nosso país. Pois bem, a festa acabou (se bem que ainda teremos os Jogos Paralímpicos) e devemos voltar ao “normal”. Mas que normal é esse que iremos enfrentar?

Depois da celebração da Olimpíada, viveremos um momento ainda mais importante para o nosso país. Teremos a consolidação de um novo governo, que deverá atuar sob condições mais “normais” de temperatura e pressão.

Deveremos ter a volta – ainda que lenta – de uma estabilidade política e econômica. E com estabilidade, esperamos entrar numa nova fase de geração de negócios e de reaquecimento da economia.

Esperamos que as empresas entendam que o jogo está posto e é preciso mover as peças no tabuleiro. Não dá mais para esperar algo no campo macroeconômico.

É isso que nós temos e é nesse campo que vamos jogar. O que não dá mais é ficar no banco ou sentadinho na areia (como diz a campanha da Abap e da Fenapro). É hora de jogar o jogo e se atirar na onda, mesmo sob o risco de levar algumas vacas.

Acho, porém, que é o momento também de se repensar. Talvez nunca tenhamos tido momentos tão adversos e, se é que há um lado bom da crise, é o momento de nos fazer pensar, rever, melhorar processos, otimizar recursos…

Não podemos “desperdiçar” uma crise. Tenho tido a oportunidade de liderar processos de Design Thinking em diversos setores e é animador ver como as empresas estão predispostas a repensar seus negócios. E não só pela crise, mas também pelas mudanças impostas pelo novo mercado, que não para de se reinventar.

Vi uma matéria na Harvard Business Review destacando uma previsão de que, em 2020, 75% das 500 maiores empresas listadas pela S&P serão empresas que não existem hoje. E 2020 está logo ali!

De fato, algumas das empresas mais exuberantes do mundo de hoje não existiam 10 anos atrás. Basta citar Uber eAirbnb…

No Cannes Lions deste ano, o pesquisador Kevin Kelly, cofundador da Wired, comparou a popularização da realidade virtual e da realidade aumentada com a chegada da eletricidade, séculos atrás. O que parecia futurologia aparece à nossa frente como realidade irrefutável.

O Uber já começa a testar carros autônomos em Pittsburg, nos EUA. Sim, você já pode usar um carro sem motorista. É certo que estão ainda em fase de testes e um motorista acompanha o carro para intervir, se for necessário.

Mas não demorará para termos imagens Jetsonianas de carros andando sozinhos pelas ruas e estradas… E o nosso negócio? Não mudará? Claro que sim!

Portanto, independentemente da crise, é preciso estarmos preparados para repensar e agir todo o tempo. Pensar, rever, prototipar, testar, errar, recomeçar, repensar, agir, implementar… E assim será a nossa vida, daqui para frente. Se titubearmos, corremos o risco de ser atropelados.

Não é fácil para seres humanos que buscam a estabilidade e o conforto de navegar por mares conhecidos. A má notícia para aqueles que não gostam de mudanças é que esse novo mar que se nos apresenta vem carregado de ondas de formatos e características diferentes.

Quando você pensa que já aprendeu a surfá-las, vêm outras te desafiando a novas posições, novas pranchas… Quando você pensa que sabe todas as respostas, vêm uns “chatos” e mudam as perguntas.

Esse é o novo mundo do repensar e agir, repensar e agir, repensar e agir…

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Alexis Thuller Pagliarini é superintendente da Fenapro (Federação Nacional de Agências de Propaganda)

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