07
07/15

Publicidade nos EUA cresceu só 2% em 2014. TV continua dominando o mercado norte-americano.

O investimento norte-americano em publicidade cresceu apenas 2% em 2014, de acordo com o estudo do Advertising Age 200 Leading National Advertisers. Porém, a história não é que os anunciantes estão gastando menos, na verdade eles estão aplicando esse dinheiro de maneira mais inteligente.

O relatório anual do AdAge aponta mais evidências de como empresas de renome estão aplicando seus milhões no digital e cortando gastos desnecessários de marketing. Enquanto o investimento total dos 200 maiores anunciantes bateu recorde de US$ 137,8 bilhões em 2014, a taxa de crescimento foi a menor desde a recuperação do mercado de marketing em 2010, de acordo com o relatório.

O maior anunciante dos Estados Unidos e do mundo, a Procter & Gamble Co., está entre aqueles que alçam o topo em Wall Street e mostram que o digital é mais eficiente. “Nós estamos transferindo mais anúncios para as mídias digitais, pesquisa, social, vídeos e mobile já que os consumidores passam mais tempo lá. No geral, as mídias digitais entregam mais retorno de investimento do que a TV ou impresso”, afirmou Jon Moeller, diretor financeiro da P&G em uma conferência de investidores.

Os 100 principais anunciantes aumentaram seu investimento total em 2%, contra 1,4% das empresas que ocupam a parte debaixo da tabela, de acordo com os dados. Os investimentos totais dos 200 anunciantes cresceram em 12 das 15 categorias. Os maiores índices foram na indústria de viagem (alta de 14,5%), vestuário (9,8%), entretenimento (5,2%) e farmacêutica (5%). As verbas caíram em alimentação (4,1%), tecnologia (3,5%) e cuidados pessoais (2,2%).

Entre os 100 maiores, os investimentos cresceram em 11 categorias. As que apresentaram queda foram: alimentação, tecnologia, cuidados pessoais e restaurantes. Esse cenário de 2014 contrasta com o de 2013, quando os investimentos dos 100 maiores cresceram em todas as grandes indústrias.

Os grandes anunciantes estão sendo instruídos para realizar gastos inteligentes, passando pente fino em todos os orçamentos. Primeiramente, as empresas estão realocando os orçamentos de marketing no meio digital, tido como mais eficiente. Em segundo lugar, estão buscando meios de cortar gastos que não envolvam diretamente o marketing, como taxas de agências, custo de produção e supervisão de marketing.

Os 10 maiores

Em primeiro lugar no ranking aparece a Procter & Gamble com um investimento de US$ 4,6 bilhões, com uma queda de 4,2% em relação a 2013. O segundo lugar é ocupado pela AT&T, com um valor de US$ 3,3 bilhões, com um aumento de 0,1%. O maior investimento da P&G foi em televisão com US$ 1,700 bilhão, seguido por revistas (US$ 771,8 milhões) e jornais (US$ 272 milhões). Os investimentos mais baixos foram feitos na internet (US$ 158 milhões), rádio (US$ 8,5 milhões) e outdoor (US$ 6,4 milhões).

As outras colocações são ocupadas por General Motors (US$ 3,1 bilhões), Comcast (US$ 3 bilhões), Verizon (US$ 2,5 bilhões), Ford (US$ 2,5 bilhões), American Express (US$ 2,4 bilhões), Fiat Chrysler (US$ 2,2 bilhões), L’Oréal (US$ 2,2 bilhões) e Walt Disney (US$ 2,1 bilhões). A diferença entre o primeiro e o décimo colocado é de US$ 2,5 bilhões.

As quatro primeiras colocações foram as mesmas de 2013. A Verizon e a Ford trocaram de posição, com relação ao ano anterior. A American Express subiu da oitava colocação para a sétima, a Fiat Chrysler da décima para a oitava, a L’Oreal caiu da sétima para a nona e a Disney subiu da décima-primeira para a décima.

Os investimentos em cada mídia

Os 200 maiores anunciantes reduziram investimento em mídia em 1,8%, com cortes em todos os meios menos em TV aberta e fechada. A mídia que registrou maior queda pode ser uma surpresa: os investimentos em internet caíram 13,3%. Já as verbas para outras formas de marketing subiram 6,5% no período. A maior parte dos anúncios (68,5%) foi feito na televisão. O rádio e os anúncios de outdoor foram responsáveis por 24,3% da conta e a internet ficou com apenas 7,2% do investimento.

Fonte: Advertising Age

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COMENTÁRIO  

Acho incrível ver alguns executivos de empresas anunciantes e das agências dos EUA defendendo que o digital é o instrumento mais eficiente (pode ser o mais barato!), quando o resumo dos investimentos dos 200 maiores anunciantes americanos destaca que a internet perdeu 13,3% da verba e terminou o ano com apenas 7,2% do investimento.

Enquanto isso, no ano passado,  a TV perdeu só 1,8% e detém nada menos do que 68,5% dos investimentos publicitários dos 200 maiores anunciantes dos Estados Unidos (número próximo do mercado brasileiro).

JJ

07
07/15

Jurado de morte, Roberto Saviano explica os motivos pelos quais não veio para o Flip em Paraty, ontem.

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Durante a mesa de encerramento da 13ª edição da Flip, o jornalista Roberto Saviano lamentou sua ausência no evento em um vídeo de pouco mais de 11 minutos, exibido para a plateia do evento. Ele fez uma homenagem ao jornalista brasileiro Tim Lopes, morto pelo tráfico carioca, e diz que as organizações criminosas só florescem com conivência da burguesia.

A Festa Literária Internacional de Paraty encerrou sua 13ª edição neste domingo (5). O italiano cancelou sua participação dias antes do início da Flip, alegando questões de segurança. O jornalista é jurado de morte pela Máfia italiana pelas revelações do best-seller “Gomorra”. Ele vive sob escolta 24 horas por dia e é obrigado a trocar de endereço periodicamente. No vídeo, ele narra em uma parte como é ter essa vida que “te enoluquece”.

“Sinto muitíssimo por não estar no festival em Paraty. Realmente seria uma ocasião maravilhosa para nos encontrarmos, para discutirmos, para estarmos juntos. Infelizmente aconteceu aquilo que sempre acontece na minha vida, isto é, que as coisas mudam no último instante”, começou ele. Mais tarde ele falaria que tem a pretensão de ir à Flip em uma edição futura.

Mais adiante o jornalista italiano disse que a burguesia favorece o fortalecimento dessas organizações criminosas:

“Não pode existir a criação de um poder economico, criminoso, sem uma conivência e uma aliança com a burguesia saudável do país. É este o elo que deve ser descrito. A periferia napolitana bombeia dinheiro do centro da Itália. As favelas, o mundo criminoso brasileiro, bombeiam dinheiro da economia legal brasileira”.

Os lucros da cocaína
Saviano então cita dados impressionantes da lucratividade do negócio da cocaína: “Se alguém investir US$ 1.000 em uma ação, por exemplo, da Apple no auge do desenvolvimento, quando produziu por exemplo o mini iPad, depois de 1 ano ganhará US$ 1.400, US$ 1.600. Se investir US$ 1.000 em cocaína, depois de 1 ano ganhará US$ 180 mil. Então com esse valor imenso pode se justificar toda a violência que por exemplo vocês brasileiros conhecem bem e veem, como nós italianos vemos pelas ruas e nos confrontos”.

E fez uma homenagem a jornalistas que morreram por investigar as ações do narcotráfico, como o brasileiro Tim Lopes. “[O livro 'Zero zero zero'] é também uma homenagem a pessoas como Tim Lopes, pessoas como Christian Poveda e todos aqueles que tiveram a vida destruída por terem escrito contra as organziaçoes ou sobre as organizações.”

O repórter da TV Globo morreu em 2002, executado pro traficantes da Vila Cruzeiro. Poveda era um documentatrista e fotógrafo de origem argelina morreu em 2009 morto por investigar as ações dos Maras, grupo criminoso de El Salvador.

“Espero realmente que este livro possa ajudar o debate no Brasil. Eu quis usar os versos da poeta búlgara Blaga Dimitrova no início do meu livro dizendo: ‘Nenhum medo de que me pisoteiem / Pisoteada, a grama se torna um caminho’. Quando você escreve sobre essas coisas, você sabe que não vai receber nada em troca, a não ser difamação, até pressão.”

Como é viver sob ameaça
Saviano também falou sobre como é viver constantemente sob o risco de ser morto por uma vingança da Máfia.

“Humanamente as coisas vão mal. Mesmo porque todos os aspectos em geral arriscados deste ofício [de jornalista] – o narcisismo, o egocentrismo, a vontade de fama – enfim todos esses aspectos são devorados pelo risco, pela batalha política, por tudo aquilo que de algum modo começa a ser a sua vida, a sua vida toda. Ou seja, você não é mais Roberto, um escritor ou um jornalista ou o que seja. Começa a ser só você contra eles. E as denúncias e as ameaças, o que se exige de você, em suma, como que te enlouquece, como se te colocasse continuamente, todos os dias, diante da escolha de voltar ao ataque ou fugir. É doloroso viver assim.”

Por final, Saviano disse que espera estar na próxima Flip: “Espero que essa minha dificuldade não prejudique ir ao festival de vocês. Talvez no ano que vem, talvez daqui a dois anos, e peço que me prometam uma coisa que não resignarão às minhas difíceis, terríveis condições e que encontrarão uma maneira junto comigo de conseguir me levar ao Brasil, para um evento público. Por hora meu abraço a vocês, sonhando com o céu brasileiro e jantarmos juntos o quanto antes. Um abraço, tchau”.

07
07/15

Governos do PT favorecem a TV Record com publicidade mais cara que na Globo e no SBT. Um ponto de audiência da Record pode valer mais do que um ponto de audiência da Globo?

Para o governo federal, o telespectador da Rede Record vale mais do que o da Rede Globo ou do SBT. É o que revelam dados de um levantamento inédito publicado pelo jornalista Fernando Rodrigues, do Portal “UOL”.

Em 2014, o governo Dilma pagou R$ 62,8 milhões pelo ponto de audiência nacional da Record. Pelo mesmo ponto, desembolsou 46,4 milhões na Globo e R$ 37,7 milhões no SBT. Ou seja, o ponto de audiência da Record vale 35% a mais do que o da Globo e 67% a mais do que o do SBT. No mercado, é o contrário. O ponto da Globo é o mais valorizado. A Record é a terceira maior audiência do país, atrás do SBT e Globo.

O ponto no Ibope é uma espécie de medida básica de audiência. É o que orienta as agências de publicidade na hora de comprar espaço nas emissoras. Quanto maior a audiência de um programa, quanto mais pontos ele tiver, mais valioso é o intervalo comercial. No Painel Nacional de Televisão, o Ibope nacional, cada ponto equivalia a 217.460 domicílios, em 2014.

O estudo publicado por Fernando Rodrigues, um dos mais conceituados jornalistas de política do país, traz o quanto o governo federal e suas estatais gastaram com publicidade em cada rede aberta desde 2000. A Globo recebeu R$ 6,2 bilhões nos governos Dilma e Lula, três vezes mais do que a Record. Mas quando se divide o valor investido pela audiência, a balança vira a favor da Record, emissora de Edir Macedo, líder da Igreja Universal, que controla o PRB (Partido Republicano Brasileiro), integrante da base governista.

O governo federal nega favorecimento à Record (leia abaixo). Diz que segue critérios técnicos na distribuição de verbas aos veículos e que os dados podem sofrer distorções se analisados isoladamente em um ano, porque investimentos feitos em 2015, hipoteticamente, podem ser liquidados apenas em 2016 ou em anos posteriores.

Mas a Record leva vantagem também no longo prazo. Na média dos últimos cinco anos, o governo federal pagou R$ 46,3 milhões pelo ponto nacional da emissora, 10% a mais do que o da Globo (R$ 41,7 milhões o ponto) e 31% a mais do que o do SBT (R$ 35,2 milhões o ponto). O evolutivo mostra que o investimento proporcional do governo na Record só cresceu, ano após ano. Na Globo e no SBT, houve oscilações, mas os investimentos por ponto também ficaram maiores em 2013 e 2014.

Para chegar a esses valores, o jornalista Daniel Castro, do site “Notícias da TV”, dividiu o valor investido pelo governo em cada emissora pela média de audiência nacional da rede em cada ano. No ano passado, a Globo teve média diária (24 horas) de 12,2 pontos. O SBT fechou com 4,3 e a Record, com 4,2.

Band (R$ 70,5 milhões) e RedeTV! 63 milhões) tiveram o ponto no Ibope mais caro em 2014, mas, como a audiência das duas redes é menor, pequenas oscilações no Ibope podem trazer grandes variações na proporção investimento por ponto.

Outro lado

Leia a seguir os esclarecimentos da Secom (Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República).

“Os critérios de planejamento, seleção e negociação dos meios e veículos para campanhas de publicidade do Governo Federal seguem pesquisas e dados técnicos de mercado para desenvolver a programação mais adequada, conforme as características de cada ação publicitária. São feitos em conformidade com instrução normativa Secom 7/2014, consolidando o que o Governo Federal pratica há anos.

A Secom não dispõe de dados finalísticos de pagamentos a veículos de comunicação realizados por cerca de 40 órgãos do Governo Federal que possam confirmar a informação relacionada na pergunta 2 [Por que a Record recebeu em 2014 (e em outros anos também) proporcionalmente mais do que a Globo e o SBT?]. Essas informações devem ser obtidas por solicitação direta e individual a cada órgão.

O controle de planejamento de ações da Secom, a partir de dados enviados pelos órgãos, que considera os espaços publicitários adquiridos e utilizados para veiculação em 2014, indica que houve uma retração média de 5% na participação nas emissoras Globo e Record em relação a 2013, valores diferentes dos apontados pelo jornalista.

Para o meio TV, a norma vigente da Secom (instrução normativa nº 7 de 2014) orienta aos órgãos que as programações considerem a participação de audiência das emissoras (share: dado Ibope – média dos últimos 12 meses) de acordo com os objetivos de cada um.

Os cerca de 40 anunciantes que compõem o sistema de comunicação do Governo Federal possuem estratégias de atuação próprias, com objetivos de comunicação específicos. Com isso, nas estratégias de mídias publicitárias podem ser priorizados segmentos específicos de veículos ou selecionados projetos de conteúdos exclusivos (permitido na norma), adequados ao perfil do órgão anunciante. No caso de TV, por exemplo, existem estratégias variadas de compras nacionais, regionais em praças priorizadas, patrocínios de programas e transmissões, que podem influir no seu desenho estratégico de investimento.

Vale ainda salientar que a base de dados do IAP (Instituto de Acompanhamento Publicidade), referência para texto informado pelo UOL, é constituída a partir dos Pedidos de Inserção que lhe foram fornecidos voluntariamente por agências de propaganda contratadas por integrantes da administração direta e indireta do Poder Executivo Federal. Esta metodologia pode suscitar inconsistências de informação ou falhas em dados dos veículos, todas de integral responsabilidade do Instituto responsável pela consolidação das informações.

Os dados de pedido de inserção ali considerados também podem trazer valor total relativo à compra de espaços publicitários em diferentes anos, ou seja, de projetos iniciados em um ano e finalizados nos seguintes. Assim, podem não representar adequadamente os espaços adquiridos e utilizados no período.

Por estes motivos, esta Secom não recomenda a análise de programação de veículos a partir da soma total de valores indicados nos dados do IAP.”

Por indicar a adoção de critérios técnicos e de mercado na definição de meios e veículos para campanha, a Secom informa que não há ‘favorecimento’ a quaisquer veículos, como questiona o jornalista.”

Fonte: www.bastidoresdatv.com.br

07
07/15

O Grand Prix de Filme publicitário em Cannes é brasileiro.

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Uma belíssima homenagem da Leica à FOTOGRAFIA… com reprodução de imagens icônicas dos últimos cem anos….e pasmem, uma criação/produção/direção de brasileiros… papou (merecidamente) um Grand Prix..


07
07/15

Propaganda contra a Friboi.

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Friboi acertou em cheio ao apostar no ator Tony Ramos para estrelar sua publicidade: Carne tem nome – Friboi. Ganhou premiações e está na boca do povo, todo mundo conhece.

Mas agora a empresa está numa saia-justa

Os empregados da JBS, responsável pelas marcas Friboi e Seara, criaram uma paródia do comercial da Friboi para denunciar exploração. Em um vídeo semelhante ao da premiada propaganda com Tony Ramos, os sindicalistas conseguiram chamar atenção para suas principais reivindicações.

A estratégia deu certo. Só nessa publicação no YouTube, o vídeo já tem mais de 150 mil visualizações. Nessa conta ainda deve entrar as visualizações que se espalham pelo Facebook, WhatsApp e outras redes sociais.

Após a viralização do vídeo, a JBS se reuniu com os representantes dos trabalhadores e decidiu reduzir o valor do plano de saúde de R$ 111 para R$ 45 por mês.

De acordo com dados do Tribunal Superior Eleitoral, a empresa “investiu” R$ 366,8 milhões em campanhas políticas de dezenas de candidatos.

Reivindicação com inteligência

O sindicato dos trabalhadores da Friboi souberam chamar atenção para um problema social grave. Como uma empresa pode doar milhões para campanhas eleitorais enquanto seus trabalhadores são explorados?

Se você acha a causa justa, ajude o vídeo se espalhar. Compartilhe com seus amigos.

Fonte: awebic

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COMENTÁRIO

Temos aqui um exemplo claro de publicidade, como mensagens de vendas, no vídeo da Friboi com o ator famoso, e outro de propaganda, política e doutrinária, com o vídeo da CUT e dos funcionários.

JJ

 

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07/15

Sem rótulos em suas vidas…

Durante o mês do Ramadã, latas da Coca no Oriente Médio ficarão sem os logos

A Coca-Cola retirou seu logo de uma edição especial de latas vendidas no Oriente Médio. Aproveitando o mês do Ramadã, entre  18 de junho e 17 de julho, período em que os muçulmanos praticam seu jejum, a Coca-Cola quer reforçar sua campanha mundial “Let´s Take An Extra Second” e conscientizar as pessoas para estereótipos e preconceitos. A ação foi desenvolvida pela FP7, de Dubai, e convida os consumidores a retirarem os rótulos de suas vidas. Em uma das ações a Coca-Cola traz a mensagem “Rótulos são para latas, não para as pessoas”

Vejam o filme

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07/15

Out of home criativo

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Ação do departamento de turismo da Suíça imprimiu bilhetes de trem para o público. Sucesso total, do painel interativo que colocou passageiros na tela, no destino promovido.

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07/15

70 anos do Clarín.

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o jornal argentino Clarín faz parte importante na história da imprensa sulamericana.
Para comemorar seus 70 anos, o Clarín lançou uma campanha com uma mensagem não menos polêmica que toda sua trajetória de luta pela liberdade de expressão: “O jornal não faz o que quer com vocês, vocês fazem o que querem com o jornal”.
O vídeo da campanha traz exemplos de acontecimentos noticiados pelo jornal e mostra como os leitores se relacionam com a notícia, enquanto um texto forte e incisivo é narrado ao longo do filme.

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Fantástico outdoor!

Kansas City Royals ad from Walz Tetrick, a Clio gold winner in the category Out of Home.

 

Ouro no Clio, para o Jansas City Royals e Walz Tetrick.

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07/15

O uso do email marketing para engajar membros nas redes sociais

Muitas empresas utilizam as mídias sociais e o e-mail marketing de forma separada. A maioria das empresas está perdendo benefícios substanciais por não integrar os dois métodos, pois, com esta integração, você pode obter mais resultados e descobrir dados.

Depois de o email marketing ser oposto às redes sociais, onde anunciaram a morte prematura do e-mail marketing, todos os estudos recentes vêm demonstrando o contrário: as pessoas mais ativas nas redes sociais foram também os maiores consumidores de e-mail! As empresas precisam focar sobre a complementaridade do email marketing e das redes sociais nas suas estratégias de marketing digital para aproveitar esses modos de comunicações para iniciar um diálogo correto com os clientes e usá-los como vetor de crescimento e divulgação.

A complementaridade desses canais de comunicação, e suas integrações, terá um efeito imediato em vários níveis: aumento  do impacto da suas campanhas de email marketing, coleta de novos cadastros e reforço no engajamento com a marca, os produtos e os clientes. O email marketing é o jeito mais eficiente e rentável para enviar uma mensagem precisa e personalizada a um segmento definido de modo unidirecional, visando a comunicação one-to-one. As redes sociais se posicionam como um canal de compartilhamento de informações únicas, para um grande número de pessoas, usando o efeito viral.

É preciso aliar as vantagens de cada um desses canais e apostar na complementaridade e na capacidade de retroalimentação para beneficiar sua marca e produtos. Mas como é possível começar a realizar este trabalho? Segue uma sugestão de estratégia:

Quando uma newsletter for enviada, é preciso colocar um link de compartilhamento social. Existem dois tipos de link :

  • Um link que redireciona para a página da sua empresa no Facebook (por exemplo)
  • Um link que permite compartilhar o conteúdo do e-mail no perfil do consumidor que clicou neste link

Atualmente, 70% dos e-mails que eu recebo (do mundo inteiro) contem um link que redireciona para a página da empresa em uma rede social; se falarmos dos e-mails que recebo de empresas brasileiras, esta porcentagem sobe para mais de 90%.

Usando a segunda opção citada anteriormente, você pode começar a pensar em cross channel. A partir do momento que você inclui este link nas newsletters, e que ele é acessado, você é capaz de saber quantos consumidores clicaram neste link e quem são eles. Então o que impede você de segmentar essas pessoas, enviar um e-mail de agradecimento e começar a se relacionar de forma diferente com elas?

Dependendo da solução que você está usando, você pode conhecer quais desses consumidores tem influência nas redes sociais, ou seja: quais deles geraram mais “aberturas sociais” (visita de um consumidor através de um post em rede social)

Exemplo:

  • Marco compartilhou todas as newsletters no Facebook mas não gerou nenhuma abertura social
  • Julio compartilhou no perfil Facebook dele 3 newsletters dentre as 30 que recebeu este mês e gerou 30 abertura sociais (30 pessoas da rede dele clicaram no link que ele compartilhou)

Esses dois casos são diferentes e tem que ser categorizados de formas diferentes: estamos falando aqui de compartilhadores e influenciadores. O compartilhador precisa de uma comunicação que o incite a continuar compartilhando e que o incentive a tornar-se influenciador. Já o influenciador precisa ser reconhecido e tratado dentro de um grupo específico porque ele traz novos consumidores para ver suas ofertas.

Um simples ciclo de vida pode ser o ponto de início; por exemplo:

  • Quando um consumidor compartilha sua newsletter, você pode enviar em seguida um e-mail de agradecimento. Quando este consumidor chegar a, por ex., 10 compartilhamentos, você pode enviar um voucher de desconto pra ele (ou qualquer outro tipo de incentivo) da sua loja. Só precisa se certificar que os consumidores não compartilham sua newsletter somente para ter este incentivo.
  • Quando um compartilhador se tornar influenciador, você pode enviar um email agradecendo-o e oferecendo um voucher de desconto: para este caso, você pode criar diversos graus de influenciadores, de forma que você não envie o mesmo voucher para um consumidor que gerou 10 visitas e um outro que gerou 100 visitas. Da mesma forma, você pode criar uma escala de tempo, como enviar esses Vouchers no final do mês, ou ser mais reativo e assim que este consumidor chegar a 10, 20 ou qualquer numero de visitas, enviar um email para ele no mesmo dia.

Existem outras formas de tratar esses dois grupos, como a criação de concurso cultural, prêmio etc… para engajar os membros.

A segunda etapa importante desta estratégia seria a coleta das informações das pessoas que interagiram através de um compartilhamento social de um amigo. O objetivo é criar uma comunidade que compartilha as ofertas enviadas por email nas redes sociais e gerar mais visibilidade e ROI para suas campanhas de email marketing.

Enfim, concretizar uma ideia e colocá-las em prática, traz uma potencialização direta com o consumidor. Interagir com as novas ferramentas como os links patrocinados, e-mail marketing e redes sociais é consideravelmente essencial, caso queira focar em um investimento na comunicação com os consumidores e, ao integrar as redes sociais às suas campanhas de email marketing, você transforma seus clientes em vetores de comunicação, alcançando a chave para o sucesso.

Sérgio Palmeirão, Diretor de Suporte e Serviço da Alglete – no Adnews

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