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04/17

Marketing de emboscada do desodorante.

A final do brasileiro de volei, na Globo, com o time do Rexona/Rio c0ntra o Nestlé/Osasco na quadra, pode ser patrocinado pelo desodorante Nivea? 

Pois foi

Técnicamente pode? Pode…

E éticamente? Na Europa e EUA a prática do marketing de emboscada é condenado (aproveitar-se de evento do concorrente para se promover).

JJ

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04/17

Novos estádios da Europa vão ter até… futebol!

A Fiorentina anunciou no começo de março o projeto de seu novo estádio, com capacidade para 40.000 lugares, que vai substituir o Artemio Franchi, inaugurado em 1931 e que pode receber 47.000 pessoas. Não se trata, portanto, de aumentar a quantidade de gente nas partidas, mas de elevar a quantidade de dinheiro arrecadado com o equipamento. E o clube de Florença não está sozinho nessa.

Nos próximos anos, a Europa contará com sete estádios novos, ou remodelados, e eles terão em comum o fato de não dependerem dos dias de jogos para faturar. Nos anos 90, surgiu no continente o conceito de estádio de futebol multiuso, com restaurantes e lojas para atrair a atenção (e os euros) dos torcedores antes e depois das partidas, mas agora a ideia é receber o público sete dias por semana.

Para isso, os estádios terão atrações que serão independentes do calendário de jogos dos clubes, e capazes de atrair tanto os fanáticos por futebol (com museus das equipes) quanto quem não tem muito interesse pela modalidade, com centros comerciais e hotéis de luxo, tal qual o que será construído no novo Santiago Bernabéu, do Real Madrid.

Conheça os sete estádios que serão inaugurados na Europa a partir de setembro, quando o Atlético de Madri começará a usar sua nova casa:

Fiorentina

O novo estádio da equipe italiana, com 40.000 lugares, poderá receber mais de 10% da população da cidade de Florença, de cerca de 377.000 habitantes.

Roma

Com o novo estádio, a Roma deixará de dividir a casa com seu maior rival, a Lazio. Os dois clubes usam atualmente o Estádio Olímpico, palco principal dos Jogos Olímpicos de 1960.

Chelsea

Durante a construção de sua nova arena, no mesmo lugar da atual, o Chelsea vai utilizar Wembley, maior estádio da Inglaterra (90.000 lugares) e casa da seleção nacional.

Tottenham

A capacidade do estádio (61.000 lugares) é motivo de satisfação para a torcida do clube de Londres. São cerca de mil lugares a mais do que o Estádio Emirates,  do Arsenal, maior rival da equipe.

Barcelona

O novo Camp Nou será o segundo maior estádio de futebol do mundo, perdendo apenas para o Rungrado Primeiro de Maio, de Pyongyang, Coreia do Norte (cuja capacidade varia entre 114.000 e 150.000 lugares, de acordo com a fonte consultada).

Real Madrid

O novo Santiago Bernabéu seguirá à risca o “estilo Real Madrid”, clube que gosta de ostentar seu grande poder financeiro. Entre as atrações do estádio, estará um hotel de luxo, coisa para endinheirados como Cristiano Ronaldo.

Atlético de Madri

Primeiro da nova leva de estádios a ser inaugurado, o Wanda Metropolitano é resultado de uma reconstrução do La Peineta, que seria o principal palco dos Jogos Olímpicos caso Madri tivesse ganho uma das três disputas em que entrou (para 2012, 2016 e 2020).

Dinheiro de sobraA nova onda de estádios da Europa vai custar caro para os clubes de Itália, Espanha e Inglaterra. No total, as sete arenas terão custo de 3,375 bilhões de euros, o que equivale a aproximadamente 11,3 bilhões de reais.

O mais caro de todos será o sucessor do White Hart Lane, do Tottenham, que tem o orçamento de 860 milhões de euros (cerca de 2,9 bilhões de reais). São 300 milhões de reais a mais do que o Estádio Mané Garrincha, de Brasília, a mais custosa das 12 arenas da Copa do Mundo de 2014.

Ao contrário dos estádios construídos no Brasil, no entanto, os sete novos equipamentos europeus serão todos erguidos ou reformulados com dinheiro privado, obtido pelos próprios clubes. Nesse aspecto, a Fiorentina é quem tem mais dificuldades, pois seus dirigentes admitem que ainda não conseguiram captar os 420 milhões de euros (1,4 bilhão de reais) estimados para a construção de sua nova casa.

Mau exemplo brasileiroSe os novos estádios da Europa surgirão com a preocupação de serem utilizáveis nos sete dias da semana, muitos dos equipamentos erguidos para a Copa do Mundo do Brasil não são usados sequer para sua finalidade básica, o futebol.

A Arena Amazônia, em Manaus, a Arena Pantanal, em Cuiabá, e o Mané Garrincha, em Brasília, dependem da boa vontade de clubes dos principais centros futebolísticos do país para receber eventos de grande público, ainda assim muito esporadicamente.

O caso da Arena Pantanal é emblemático. O governo do Mato Grosso não tem dinheiro para fazer obras de manutenção no local e, por isso, o estádio no momento tem capacidade para apenas 10.000l pessoas (31.000 lugares a menos do que a capacidade original). Os mato-grossenses tinham a intenção de receber na arena um jogo da seleção brasileira nas Eliminatórias para a Copa de 2018, mas desistiram porque, sem as obras, não seria possível liberá-la para receber um público de 41.000 torcedores.

Fonte: Placar

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04/17

China in Box destaca a quantidade de comida de uma ‘caixinha’;

A nova campanha de China in Box assinada pela Havas tem três filmes que reforçam a quantidade de comida que cabe nas icônicas caixinhas da marca. A campanha compara o cardápio da rede com esfihas, hambúrgueres e pizzas.

A ideia surgiu depois de uma pesquisa que Havas realizou com os seus consumidores, relevando que muitos pensam que a caixinha comporta menos comida do que a realidade, que chega a 800 gramas.

“Nossa intenção foi reforçar o custo-benefício do produto, brincando com outros tipos de comida que as pessoas costumam pedir delivery, sempre de forma leve e reforçando que China in Box é uma refeição completa, não um simples lanche”, conta Marcelo Siqueira, VP de Criação da agência.

De acordo com Mary Kaidei, diretora de Marketing da marca, “o desafio era a criação de uma campanha que pudesse traduzir os principais diferenciais que reforçam nossa liderança no mercado – a qualidade e o sabor dos nossos produtos; a agilidade, excelência e praticidade do atendimento e serviço que oferecemos; o melhor custo-benefício e as melhores promoções – em uma linguagem moderna que falasse com o público mais jovem. A nova comunicação ficou incrível e muito arrojada”.

Fonte: Propmark

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Salonpas

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04/17

Proibida.

Pega bem o Neymar Jr. fazer publicidade de cerveja?

Até pode fazer, mas para a sua imagem de atleta a associação com bebida alcoólica não pega bem.

JJ

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04/17

Pense nisso e antecipe-se.

1) O Mp3 faliu as gravadoras.
2) O Netflix faliu as locadoras.
3) O Booking complicou as agências de turismo.
4) O Google faliu a Listel – páginas amarelas e as enciclopédias.
5) O Airbnb está complicando os hotéis.
6) O Whatsapp está complicando as operadoras de telefonia.
7) As mídias sociais estão complicando os veículos de comunicação.
8) O Uber está complicando os taxistas.
9) A OLX acabou com os classificados de jornal.
10) O celular acabou com as revelações fotográficas e com as câmeras amadoras.
11) O Zip Car está complicando as locadoras de veículos.
12) A Tesla está complicando a vida das montadoras de automóveis.
13) O email e a má gestão complicou os Correios.
14) A corrupção quebrou o Brasil.
15) O Waze acabou com o Gps.
16) O 5 andar está acabando com as imobiliárias que intermediam aluguéis.
17) O Original e o Nubank ameaçam o sistema bancário tradicional.
18) A “nuvem” complicou a vida dos “pen drive”.
19) O youtube complica a vida das tvs. Adolescentes não assistem mais canais abertos.
20) O Marketing de Rede mudou a forma de comércio. (Tenho Vagas chama no whatsap 11999704755 para ser atendido de primeira)

O mundo evoluiu, e com ele também a maneira de se viver e ganhar dinheiro. Quanto mais atrasada a nossa visão, mais caro pagaremos por isso.
ANTECIPE-SE!

 

Texto de Luciana Silva

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04/17

“Agências atentas se adaptam, mudam, se reinventam e continuam ativas no mercado”.

Antônio Lino Pinto, sócio da Viramundo Consultoria em Gestão e ex-sócio da Talent Propaganda, vem se aprofundando, ao longo dos últimos 30 anos, na gestão de agências de publicidade e já escreveu os livros “Pequenas Agências, Grandes Resultados” e “Abri minha agência. E agora?”. Foi o primeiro a escrever sobre o tema e se tornou um expert, uma espécie de guru no assunto.

Agora, parte para o seu terceiro livro, no qual traça um panorama completo de temas fundamentais para que uma agência de propaganda se alinhe às melhores práticas de gestão. O publicitário fará noite de autógrafos da obra ‘Gestão em Agências de Propaganda’  amanhã, a partir das 19h, no Restaurante Josephine,  na Vila Nova Conceição, em São Paulo. Entre os temas abordados, atualizados ou ampliados estão governança, rentabilidade, empreendedorismo, planejamento tributário, formas de crescimento e relação entre sócios, considerando, claro, as muitas mudanças no mercado, na economia e no comportamento das pessoas.  Confira abaixo os principais trechos da entrevista que o publicitário concedeu ao PROPMARK.

O negócio da publicidade vem se transformando profundamente. Como o mundo digital e os novos modelos de negócio vêm transformando a gestão das agências?

Lino – Estamos quase que de cabeça para baixo, se olharmos para 15/20 anos atrás. As transformações estão acontecendo, mas é como a calvície nos homens, só ficamos carecas depois de um longo tempo, já que é um processo lento e permite se pensar em alternativas, ou aceitar o fato. Nas empresas acontece de forma semelhante, porém em um ritmo mais acelerado.

Empresas atentas se adaptam, mudam, se reinventam e continuam ativas no mercado. As que não percebem ou não conseguem se adaptar ficam para trás e perdem relevância. Não é um processo fácil, mas está dando certo.

 Que aspectos precisam ser transformados para que a agência de hoje sobreviva a tantas mudanças e se adapte, possa mudar, para atender novas demandas?

Lino – Reinvenção. O Julio Ribeiro sempre pregava que a cada 5 anos a empresa deveria “trocar de casca”, ou seja, começar tudo de novo. Com a velocidade das mudanças hoje, ele com certeza diria que a “troca de casca” deveria ser constante ou pelo menos a cada um ou dois anos. Isso exige investimento. De tempo e de dinheiro. Não há alternativa, ou o investimento ou a irrelevância.

Gestão deve estar sempre se transformando? Em que medida?

Lino – Sim. Sempre se transformando. A medida é ditada pela velocidade das mudanças e das reais necessidades de cada empresa.

O que não muda nunca em gestão?

Lino – A necessidade de atenção constante. Tanto em períodos críticos, normais ou de bonanza, que convenhamos estão raros ultimamente.

O que de mais importante você aprendeu como consultor ao longo dos últimos anos, sobre gestão de agências?

Lino – Como estive e ainda estou muito próximo do mercado, participando de entidades como Abap/Cenp/Sindicato/Fenapro e com palestras por todo o Brasil, não me surpreendi muito com o que vi. Claro que com a Viramundo tive oportunidade de ter o tal olho no olho. Isso me ajudou muito a reforçar o que já sabia; que vivemos em dois mundos publicitários. Os das “grandes” agora praticamente todas multinacionais e o restante que são por volta de 8 a 10 mil, que têm demandas muito diferentes das multis.

O que encanta você nessa área, e o que mais desafia?

Lino – Sempre fui ligado à área financeira e administrativa. O encanto foi conviver com pessoas diferenciadas, abertas em um mercado onde os parceiros são todos muito próximos. Além de ter tido a sorte de descer de paraquedas em uma agência que se tornou referência para o mercado, a Talent. Os desafios foram poucos, mas ainda continuo com um, que é fazer com que os donos de agências entendam a importância da gestão no seu negócio. Isso vem melhorando mais ainda é muito pouco. Estamos lutando. A Fenapro preparou um “road show” para tratar só desse assunto. Um dia inteiro imerso com profissionais falando sobre o tema. Já agendamos 4: Recife, Rio de Janeiro, São Paulo e Belo Horizonte.

O que aborda seu novo livro – em que difere dos anteriores, o que procura ensinar?

Lino – Meu primeiro livro surgiu por insistência da minha amiga, renomada Psicóloga e Terapeuta, Dra Sonia Daud. Nunca tinham me passado pela cabeça duas coisas: ser escritor e palestrante. Criei coragem e escrevi. Subestimei o fato. O livro foi um sucesso e descobri que era o primeiro sobre gestão no mercado publicitário. O Segundo veio por uma necessidade de complementação, já que tinha deixado de abordar muitos assuntos.

Os dois livros estão esgotados. Muitos assuntos deles foram importantes, mas ficaram datados. Outros necessitavam de atualização. Eu tinha duas alternativas: atualizá-los ou fazer tudo de novo. Optei por fazer um novo livro. Claro que boa parte dos assuntos são os mesmos, nem poderia ser diferente. Acrescentei algumas coisas e mudei a abordagem. Meu filho Antônio Lino Jr e sua esposa Paula Dib, que são feras em design, ficaram com a responsabilidade de montar um livro que, além do conteúdo, fosse algo visualmente bonito e moderno. Até porque como são assuntos que nem tudo publicitário gosta, imaginei que algo visualmente bonito pudesse atrair a atenção deles. O livro ficou leve e com abordagem sobre praticamente tudo: gestão de pessoas, relacionamento entre sócios, sócios, compliance, governança, como melhorar a rentabilidade. Enfim, são quase 100 tópicos que julgo fundamentais para a sobrevivência de uma agência.

O que faz um bom gestor, na sua opinião?

Lino – Meu livro nem está voltado para o gestor. Entendo que gestão é de responsabilidade dos sócios e do time principal da agência. Todos têm que atuar. Todos têm que ter essa responsabilidade com a perpetuidade da empresa e principalmente com uma agência ética, transparente de forma que todos se beneficiem do sucesso.

Que formação, idealmente, faz um bom gestor de agência?

Lino – Não vejo o gestor como uma figura, mas sim um colegiado pensando sempre nas melhores práticas e principalmente na perpetuação da agência, tanto na percepção do anunciante quanto do mercado. Esse colegiado são os sócios e sua equipe principal. Olhando apenas pelo lado da administração financeira, entendo que são necessários profissionais com muito conhecimento e principalmente modernos, até para quebrar essa dificuldade que o publicitário, dono, tem em se envolver com a área.

Como você enxerga o futuro da propaganda no Brasil, hoje?

Lino – Com muito otimismo. O nosso mercado está consolidado, não se discute mais se propaganda é ou não importante. Ela é fundamental para o desenvolvimento do país. É através dela que o consumidor tem condições de avaliar que produto deseja comprar. Me preocupam apenas duas coisas: a liberdade de expressão, pois há uma constante tentativa dos congressistas e de algumas entidades, em quererem controlar, limitar, ou decidir o que é bom para o setor, sem consultar o interessado que é o consumidor.  Dispomos de mecanismos de autorregulação que funcionam maravilhosamente. Por exemplo, o Conar.

A outra é o problema da remuneração. As agências precisam de talentos para atender as demandas do anunciante que vivem sob fogo cruzado com seus concorrentes. Talento custa caro. Cliente querendo fazer leilão de preços tem suas consequências. Uma é a qualidade discutível das campanhas,  o que a princípio pode fortalecer o seu concorrente.

Fonte: Propmark

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04/17

Jerry Adriani morreu.

O cantor Jerry Adriani, de 70 anos, morreu na tarde de hoje no hospital Vitória, na Barra da Tijuca, Rio de Janeiro. Adriani, cujo nome verdadeiro era Jair Alves de Souza, estava se tratando de um câncer. Ele tinha 70 anos.

Nascido no bairro paulistano do Brás, Jair Alves de Souza começou a carreira como vocalista do grupo Os Rebeldes. Ele se tornou Jerry Adriani porque tinha a ideia de que para cantar rock era necessário ter um nome americano (Jerry) e era fã do ídolo italiano Adriano Celentano. Adriani apresentou programas dedicados ao rock na antiga TV Tupi, em São Paulo, e comandou – ao lado de Betty Faria e Neyde aparecida, entre outros – A Grande Parada, dedicada aos grandes nomes da música brasileira.

A princípio, Adriani cantava em italiano. Lançou dois discos na língua de Dante Aligheri até se render definitivamente ao rock nacional. Um Grande Amor, de 1965, foi seu primeiro álbum cantado em português. No auge da fama, em viagem à Bahia, ele foi acompanhado por uma banda de rock local chamada Raulzito e seus Panteras. Ficou tão impressionado com a sonoridade dos roqueiros soteropolitanos que os indicou para as gravadoras do Sudeste. O líder da banda, o Raulzito, era nada menos que o cantor e compositor Raul Seixas. Ele, aliás, foi responsável por um dos maiores grandes sucessos de Jerry Adriani, a balada Doce Doce Amor.

Embora fosse identificado com o movimento da jovem guarda, Adriani sempre foi um cantor eclético. A sua discografia é composta por álbuns ecléticos, no qual interpretou autores de soul music (Gioconda, do baiano Hyldon, de seu disco de 1970; e muitas canções de Robson Jorge, que fizeram parte do álbum de 1977), clássicos do repertório de Elvis Presley e Renato Russo. O mais recente disco de Adriani, o CD e DVD Outro, era composto por composições de Arnaldo Antunes, tango e até standards de jazz. Adriani, inclusive, participou do programa VEJA Música para falar sobre seu álbum e os momentos mais importantes de sua carreira.

 

No início de março, Adriani cancelou apresentações que faria na cidade de Salvador, na Bahia, por causa de uma trombose na perna. Após uma série de exames, foi detectado um câncer. Na ocasião, ele chegou a publicar um vídeo na internet para acalmar os fãs, desesperados com a notícia. Até o momento a família não deu maiores detalhes sobre o velório e o enterro do cantor. Até o momento não foram divulgados os detalhes do velório e do enterro de Adriani.

Fonte: Veja

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Unicef.

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