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Bruno Trindade vence Young Lions Paraná.

O programa Young Lions Brazil, promovido regionalmente pela RedHook School e patrocinado pelo Sinapro/PR, é resultado do sucesso e excelência profissional de 402 profissionais selecionados desde 1995 e que são, hoje, os líderes em suas categorias no mercado de comunicação. O Paraná tem 19 profissionais que foram selecionados ao longo de mais de 15 anos no Young Lions.

O profissional escolhido representa o Paraná na delegação brasileira que vai ao Festival de Cannes todos os anos no mês de junho. O vencedor deste ano é Bruno Trindade, redator da Master Comunicação. Ele tem 28 anos e participa do Young Lions há mais de 5 anos. Em sua primeira participação ficou em último lugar. Este ano, saiu vitorioso. Na foto, o vencedor com o diretor cultural do Sinapro/PR, Ricardo Schrappe.

Abaixo, o corpo de jurados desta edição:

Andre Petrini (Mirum), Artur Lipori (Ogilvy & MATHER NY), Bruno Leite (Heads), Caroline Rebello (Ogilvy & MATHER NY), Eduardo Tavares (FCB Lisboa), Fernando Christo (NBS SAO PAULO), Kleber Menezes (BBDO NY), Leandro Pinheiro (AGÊNCIA Africa), Lucas Borba (Master), Marco Pupo (Grey NY), Marcos Zanatti (VIVAS COMUNICAÇÃO), Rafael Oliveira (Modern), Roberto Fernandez (BBH London), Sergio Takahata (TALENT MARCEL), Victor Afonso (FCB Lisboa) e Thiago Stelle Teixeira (Volvo Suecia).

Fonte: Sinapro/PR

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Mercado brasileiro contou com mais de 64 mil anunciantes em 2016. Mais de 30 mil foram novos. E a TV levou 70% dos investimentos.

30 mil mais investimento publicidade

A Kantar IBOPE Media lançou o estudo Retrospectiva & Perspectivas 2016, que indica, entre outras análises, o volume de compra de espaço publicitário nos principais meios de comunicação do país (valores de desconto e negociações não são considerados).

Ao todo, mais de 63 mil anunciantes investiram nos meios e veículos presentes na cobertura da Kantar IBOPE Media em 2016. Desses, mais de 30 mil são novos anunciantes, que destinaram o equivalente a R$ 5,2 bilhões em puvlicidade, representando 4% do bolo publicitário total.

No ranking geral, entre os três maiores anunciantes multisetoriais do período estão Unilever Brasil, Hypermarcas e Procter&Gamble – o último, por aumentar significativamente seus investimentos no segmento de higiene doméstica, saiu da 11ª posição no ranking de 2015 para a sexta em 2016. Outro anunciante que se destacou no período foi a General Motors, que aumentou seus investimentos em mídia em 36%.

Ainda que o desempenho do mercado publicitário tenha acompanhado a variação da economia em 2016, o mercado de mídia respondeu positivamente a partir do 2º semestre, crescendo na última metade do ano 14% em relação ao 1º semestre – mesmo comportamento registrado em 2015.

Abordando a compra de espaço publicitário no Brasil, o setor movimentou o equivalente a R$ 129,9 bilhões em 2016, praticamente o mesmo patamar registrado no ano anterior, com ligeira retração de 1,6%. O valor foi baseado no monitoramento do espaço ocupado em mais de 600 veículos e em suas tabelas de preço, desconsiderando descontos e negociações.

Conforme explicado por Dora Câmara, diretora comercial no Brasil da Kantar IBOPE Media: “Em 2016, a Kantar IBOPE Media desenvolveu diversas iniciativas de ampliação para manter a representatividade da base de investimento publicitário a partir do monitoramento de mercados, veículos e formatos”.

De acordo com o estudo, a TV (aberta, paga e merchandising) segue como principal destino das verbas de mídia, ela atraiu 70% do total de compra de espaço publicitário em 2016. O meio acumulou R$ 95,9 bilhões, representando um crescimento de 4,3% no período. Já o jornal teve comportamento semelhante ao do ano anterior e recebeu o equivalente a R$ 15,2 bilhões no ano passado. A mídia exterior (out of home – OOH) também teve destaque, com crescimento de 17% em comparação a 2015.

Na TV aberta, do total de 19.956 anunciantes presentes no meio, 13 mil foram exclusivos. A concentração de exclusivos também foi expressiva no jornal, somando 60% dos 18 mil anunciantes do meio.

O montante destinado para display foi o equivalente a R$ 4,5 bilhões em 2016. A metodologia utilizada pela Kantar IBOPE Media reflete a publicidade nos formatos banners, botão e rich media, em desktop. Já em search, a verba destinada somou R$1,1 bilhão em 2016. O espaço ocupado em publicidade na internet em 2016, R$ 5,7 bilhões, não deve ser interpretado como uma retração dos investimentos neste ambiente. A cobertura atual do estudo, que considera os formatos display e search em desktop com comercialização direta pelos publishers, confirma a migração que está ocorrendo na distribuição dos investimentos no ambiente digital, com maior participação de vendas programáticas, vídeos e mobile, ainda não representadas pela empresa.

Falando sobre o ranking das maiores agências do país, a Y&R permanece na liderança, sendo responsável pela compra de um total de R$ 5,9 bilhões em espaço publicitário de acordo com o levantamento. Nas posições seguintes aparecem WMcCann, Almap BBDO, Ogilvy e Mather Brasil e Publicis PBC Comunicação. Passaram a figurar no ranking de 2016 as agências David Brasil, OMZ Ideias em Comunicação, Link, Giacometti  e FSB.

Quem quiser saber mais sobre panorama do mercado publicitário brasileiro em 2016 pode fazer o download do estudo, clicando aqui.

Fonte: Adnews

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04/17

Como a inteligência artificial vai por fim aos anúncios chatos.

 

De acordo com Janrain & Harris Interactive, 74% dos consumidores online ficam frustrados quando encontram conteúdos irrelevantes no website em que estão navegando. Dados como este empurram a indústria da tecnologia programática rumo ao desenvolvimento de mecanismos de anúncios online cada vez menos invasivos e mais assertivos.

Foto: Reprodução

A Infosys, por exemplo, descobriu que 86% dos consumidores consideram a personalização um diferencial para suas decisões de compra. Isso ocorre porque o uso de recomendações altamente precisas fortalece o relacionamento da marca com seus consumidores, melhorando as taxas de conversão e aumentando as receitas. Em outras palavras, é necessária uma abordagem precisa e persuasiva, não só para o comércio eletrônico de varejo, mas para todos os setores, seja o bancário, de seguros, viagens ou mesmo nas compras diárias de supermercado.

Steve Jobs é frequentemente citado por sua frase que diz que “as pessoas não sabem o que querem até que você mostre para elas”. E novas práticas e estudos sugerem que a Inteligência Artificial pode ser a chave para que essa façanha se torne uma experiência comum, automatizada para todos os usuários na era digital, e o mais importante, de maneira extremamente assertiva.

O que os computadores sabem sobre você

A era digital tornou as jornadas de compra mais acessíveis, mas cada vez mais complexas. Ter de escolher uma entre centenas ou mesmo milhares de opções torna as decisões mais difíceis. Pensando nisso, os sistemas de recomendações online vêm mudando a maneira como navegamos e escolhemos produtos – eles direcionam nosso processo de tomada de decisão, aproximando-nos do que estamos procurando, sugerindo produtos complementares ou mesmo alternativos.

Este “conhecimento” sobre a sua personalidade de compras geralmente se baseia em informações como o que você comprou ou visualizou no passado, o que compradores com perfis semelhantes visualizaram ou compraram, bem como a data e hora de visualização. Basicamente, as tecnologias de recomendação reúnem e analisam milhões de pontos de dados sobre suas preferências para gerar sugestões.

Parece simples, mas essas tecnologias precisam de enormes volumes de dados para fornecer previsões realmente precisas. E, claro, quanto mais informações disponíveis, melhor. E é justamente nesse ponto que entra em jogo o Deep Learning – um subcampo da Inteligência Artificial que simula o cérebro humano no processamento de dados e na criação de padrões de tomada de decisão.

A Inteligência Artificial pode prever o que você quer

Os motores de recomendação estão ficando cada vez mais inteligentes com algoritmos de autoaprendizagem baseados em Deep Learning. Em suma, essa metodologia tenta descobrir os hábitos do usuário depois de apenas algumas visitas ao website – às vezes durante o primeiro acesso – para então poder personalizar a sua experiência. Quando aplicada juntamente com análises em tempo real, a técnica pode melhorar drasticamente as recomendações, chegando ao nível de realmente prever os interesses do consumidor.

De acordo com estudo interno da RTB House, ao tornar as recomendações mais precisas os algoritmos de autoaprendizagem podem garantir até 50% mais eficiência às campanhas online.

Mas como o Deep Learning funciona na prática?

Algoritmos de Deep Learning simulam a nossa maneira de pensar e aprendem sem qualquer interferência humana. Uma máquina irá analisar inúmeros conjuntos de dados implacavelmente, em tempo real, sem ficar cansado ou entediado, e produzirá decisões lógicas, confiáveis, sem estresse, dúvida ou o envolvimento de emoções. Ele obedecerá às regras gerais do anunciante, mas também poderá aprender e escrever suas próprias regras. Esta é a essência dos algoritmos de autoaprendizagem e a razão pela qual eles são tão eficazes para a indústria de anúncios.

A maioria dos mecanismos tradicionais de recomendação simplesmente reúnem informações e, em seguida, selecionam produtos para serem exibidos com regras predefinidas por um ser humano, como: mostrar joias apenas para aqueles que visitaram roupas femininas, seguindo a lógica de que, muito provavelmente, são mulheres. Já o sistema baseado em Deep Learning consegue interpretar inúmeras outras variáveis. Ele reconhece que a visita à seção de roupas femininas é um indicador para a compra de joias, mas também consegue cruzar outras informações para identificar eventuais homens que pretendem comprar joias como um presente, por exemplo.

No campo da previsão de compra, os algoritmos de autoaprendizagem já obtiveram tanto conhecimento que tornaram desnecessárias as interferências manuais. Além de otimizar o processo, essa automação também reduz as chances de interpretações errôneas ou tendenciosas, garantindo anúncios mais assertivos e menos invasivos.

Como a inteligência artificial vai por fim aos anúncios chatos

Rodrigo Lobato

Country manager da RTB House no Brasil

Em Meio e Mensagem

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04/17

Novas camisas do Corinthians vazam na internet.

Possível segunda camisa do Corinthians.

A Nike está próxima de lançar os uniformes do Corinthians para a temporada de 2017, e as duas novas camisas do clube vazaram na internet, tendo sido divulgadas pelo site Mantos do Futebol. O destaque é o segundo uniforme, uma homenagem ao time de 1977.

A camisa será muito parecida com a que era usada pela equipe que tirou o Corinthians de uma fila de 23 anos no Campeonato Paulista. Na gola, a data 13/10/1977, dia da finalíssima contra a Ponte Preta, é mencionada.

Camisa do Corinthians 2017/2018 pela Nike

Possível nova primeira camisa do Corinthians

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04/17

McDonald’s lança bebida de flor cerejeira, no Japão.

A tradicional floração das cerejeiras no Japão marca o início da primavera no país. Neste ano, a data também foi usada para o lançamento da nova bebida do McDonald’s, a Sakura McFloat, em homenagem à árvore típica do país.

A bebida efervescente à base de flor de cerejeira, servida com sorvete de baunilha será comercializada apenas no país oriental. O Sakura McFloat chega às lojas ao preço de 290 ienes (ou 8,20 reais).

O evento é importante para os japoneses, que tem como hábito observar o florescimento das flores – com duração de duas semanas. Para não perder nada, os habitantes contam com a ajuda da Agência Meteorológica Japonesa, que monitora o momento do florescimento das árvores.

Fonte: Veja

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