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04/17

A dança das contas.

Liberty Seguros passa a ser cliente da FCB Brasil. A agência ficará responsável pelo trabalho de gestão e publicidade offline da asseguradora. Com esse novo trabalho, a FCB argumenta que poderá “repensar o modo como a publicidade pode transformar o público no setor tradicional de seguros.”

A Leão, segmento de bebidas da Coca-Cola Brasil, escolhe a Olgivy Brasil para administrar sua conta. As campanhas e a comunicação do e-commerce serão os trabalhos principais da agência para todos os produtos da Leão, entre eles o Matte Leão, os Chás Leão Fuze e o Café Leão.

A marca de calçados Rider contrata a W3haus para cuidar de sua comunicação digital. A agência já havia atendido a conta digital do anunciante entre os anos de 2005 e 2007.

A agência i-Cherry assume duas contas do Grupo Devry. Depois de um processo de concorrência que envolveu 12 outras agências, a i-Cherry passa a administrar a elaboração de estratégias digitais e o gerenciamento de mídia online das instituições de graduação Ibmec e Damásio, ambas do Grupo Devry, que possui faculdades em nove estados brasileiros.

Glaxo Smith Kline (GSK) delega as contas publicitárias de mais três medicamentos para a Grey Brasil. A agência já era responsável pelas marcas Sensodyne, Corega e Parodontax da empresa farmacêutica e agora agrega o Sonrisal, o ENO e o Cataflam. Segundo o diretor de marketing da GSK, a empresa busca aproximar as marcas ao consumidor, estratégia que a Grey já conhece pelo seu trabalho de anos junto a companhia.

A EDP Brasil, empresa do setor de energia, contratou a agência Gael para gerir sua conta digital. Além de cuidar das redes sociais da EDP e de Business Intelligence, a agência executará eventos e ações de endomarketing pelos próximos dois anos de contrato.

ID\TBWA é a nova agência da Minuano. A agência entra na história da marca de produtos de limpeza quando ela busca mudar seu posicionamento, sua identidade visual e tem uma grande promoção a caminho. Nesse início, a ID\TBWA será responsável por construir uma nova identidade nas redes sociais da Minuano, gerando mais engajamento e notabilidade, além de fomentar a promoção.

A assessoria de imprensa do GreenLine Sistema de Saúde ficará sob a responsabilidade da RS Press. A empresa fará estratégias de negócios e imagens  da empresa. A RS Press é especializada em inbound marketing, além de comunicação.

CP+B é a nova agência da Nextel. A agência fará o trabalho de publicidade nas mídias on e off-line da marca. Sua primeira campanha está prevista para junho.

O Grupo Center Norte, do Shopping Center Norte e Lar Center, e a agênciaMcGarryBowen romperam seu contrato. Ela foi responsável pelas campanhas “I Love ZN”, “Vizinhos”, “Dia dos Pais”, a promoção “Já pro Lar” e a ação “O Design que transforma”. O Grupo abriu uma concorrência para selecionar um novo parceiro de publicidade.

Fonte: Meio e Mensagem

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04/17

Baidu compra startup americana e foca em inteligência artificial,

A chinesa Baidu decidiu comprar a empresa norte-americana de computação xPerception por uma quantia não revelada para ampliar seus esforços na área de inteligência artificial, num momento em que empresas de tecnologia da China enfrentam contratempos regulatórios nos Estados Unidos.

A xPerception, que fabrica software e hardware de percepção com aplicações em robótica e realidade virtual, continuará desenvolvendo a tecnologia dentro da unidade de pesquisa da Baidu, informou a companhia chinesa em comunicado divulgado nesta quinta-feira.

“A aquisição da xPerception é a mais recente de uma série de investimentos notáveis destinados a fortalecer a posição da Baidu como líder global em inteligência artificial”, informou o grupo chinês.

A Baidu está buscando funcionários e tecnologia estrangeira como parte de um esforço mais amplo para focar os recursos da empresa no desenvolvimento de capacidades de inteligência artificial.

A receita oriunda da unidade de pesquisa da companhia foi afetada no ano passado, quando o governo chinês apertou as regras para publicidade online, eliminando uma parcela de anunciantes com novos requisitos de elegibilidade.

Fonte: Exame

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04/17

Crescem as vendas da Coty, no Brasil.

Depois de investir mais de US$ 15 bilhões em aquisições desde 2015, a Coty, fundada há 113 anos em Paris, é uma nova empresa, nas palavras do CEO mundial Camillo Pane. Não são poucas as dificuldades para integrar as 43 marcas de beleza que comprou da Procter & Gamble – no mundo, a empresa enfrenta queda nas vendas. Mas ao menos no Brasil a companhia está crescendo, diz o executivo, que interrompeu as férias para conferir de perto as operações comandadas por Nicolas Fischer.

A incorporação das marcas compradas da Hypermarcas está concluída e, com isso, os negócios no Brasil deram um salto. Segundo dados da Euromonitor International, a Coty passou de 0,5% do mercado brasileiro de higiene e beleza, em 2015, para 4,3% no ano passado. No ranking das maiores do setor, ela saiu da 16ª posição para a 8ª, em vendas.

O fato de Fischer, que trabalhava na Hypermarcas, ter sido contratado para presidir a Coty no Brasil, ajudou. Ele, agora, está fechando o ciclo de adaptação ao novo perfil da empresa: a tintura para cabelos Wella, importada do México, começará a ser produzida no Brasil em breve. Para isso, foram investidos R$ 80 milhões na fábrica em Senador Canedo (GO).

“No Brasil o negócio está indo bem, cresce acima do mercado em quase todas as categorias”, diz Pane, em português fluente. Nascido na Itália, ele morou em São Paulo de 2001 a 2003, quando trabalhou na subsidiária da Reckitt Benckiser.

A Coty adquiriu o negócio de cosméticos da Hypermarcas em 2015, por R$ 3,8 bilhões, adicionando ao portfólio os esmaltes Risqué, os produtos para barba e cabelo Bozzano e os hidratantes Monange e Paixão, além da fábrica em Goiás. No mesmo ano – e depois de ter tentado comprar a Avon, sem sucesso, em 2012 – a Coty anunciou a compra das marcas globais de beleza da P&G por US$ 12,5 bilhões.

No Brasil, a recessão, de quase três anos, fez a classe média perder empregos e renda. Com isso, produtos de preços mais acessíveis ganharam mais espaço na casa dos brasileiros. Nesse cenário, as vendas da Coty, em especial de suas marcas populares, cresceram. Os shampoos e condicionadores Monange, por exemplo, tiveram expansão acima da média do mercado, que permaneceu estável no ano passado.

No mundo

Nas operações globais, a integração das marcas da P&G ao portfólio da Coty caminha mais devagar. “É um processo complicado, difícil”, diz Pane. Ele diz que as vendas na categoria de “luxo” – com marcas de perfumes como Gucci e Calvin Klein, por exemplo, que a Coty vende sob licença – mostram certa recuperação. O mercado de produtos para salões de beleza vão bem. Mas, “no segmento de massa vamos demorar para ter uma integração de sucesso e mudar a direção das marcas”, afirma Pane.

O executivo observa que as marcas da P&G, que estavam à venda, ficaram “órfãs” antes de serem compradas pela Coty. A P&G, a maior empresa de bens de consumo do mundo, estava, naturalmente, com o foco em outros produtos de seu portfólio.

O desafio da Coty é justamente fazer uma reviravolta em um ambiente em que marcas menores estão conquistando espaço e um número crescente de consumidores passam a comprar pela internet.

No segundo trimestre fiscal, encerrado em dezembro de 2016, a receita líquida ajustada diminuiu 7%, para US$ 2,3 bilhões. No ano, a receita líquida atingiu US$ 9 bilhões. Para reverter a tendência de queda da receita, a empresa estabeleceu quatro princípios: reposicionar parte das marcas; mudar o processo de inovação e desenvolvimento de produtos; acelerar a presença na internet; e melhorar o processo de venda em loja.

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Fonte: Supermercado Moderno

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04/17

Vendas de materiais de construção caem 6,5% em março.

As vendas da indústria de materiais de construção no país caíram 6,5% em março em relação ao mesmo mês do ano passado. Já em comparação com fevereiro, houve alta de 12,2%.

No acumulado do ano o faturamento apresentou queda de 6,3% e nos últimos 12 meses, encerrados em março, redução de 9,1%.

Os dados fazem parte de pesquisa divulgada pela Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Construção (Abramat). Os números consideram o faturamento deflacionado.

Em março, o nível de emprego na indústria de materiais de construção apresentou recuo de 5,9% na comparação com o mesmo mês do ano passado. No acumulado do ano houve queda no emprego de 6,7% e em 12 meses redução de 8,5%.

A Abramat divulgou nota informando que o mercado continua retraído para a indústria de materiais, embora o ritmo de queda tenha sido menor que nos meses anteriores. Já o comércio melhorou em março, mas boa parte da explicação está no maior número de dias úteis nesse mês.

“Fatores como juros alto, dificuldade de crédito, desemprego em alta e incertezas políticas continuam afetando negativamente o setor”, diz Walter Cover, presidente da Abramat.

De acordo com a entidade, o mês de abril, com menos dias úteis e com a possibilidade de uma greve geral deverá apresentar nova queda nas vendas da indústria.

Fonte: Diário do Comércio

 

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04/17

GPA tem alta de 9,5% na receita líquida alimentar do 1º trimestre.

O Grupo Pão de Açúcar informou nesta quinta-feira que teve alta anual de 9,5 por cento na receita líquida total da divisão alimentar no primeiro trimestre, ajustada pelo efeito calendário, para 10,55 bilhões de reais.

A companhia, que é controlada pelo francês Casino, atribuiu o desempenho à recuperação da bandeira Extra Hiper e ao crescimento consistente da operação de atacarejo da bandeira Assaí – que representou 38,3 por cento da receita líquida no primeiro trimestre.

A receita líquida total do Assaí saltou 28,8 por cento nos primeiros três meses do ano frente ao mesmo período de 2016, enquanto a do multivarejo – que contempla as bandeiras Extra e Pão de Açúcar – teve acréscimo de apenas 0,4 por cento.

Em relação às vendas no quesito mesmas lojas, o GPA reportou aumento de 5,6 por cento no segmento alimentar no primeiro trimestre, com a bandeira Assaí apresentando elevação de 12,9 por cento. A divisão multivarejo teve acréscimo de 2 por cento.

No caso do Assaí, o GPA disse que o resultado foi impulsionado pelo contínuo aumento de dois dígitos no fluxo de clientes, porém impactado pelo menor nível de inflação de alimentos.

O grupo também destacou expressivo crescimento das duas lojas convertidas para a bandeira Assaí, com evolução das vendas acima de 2,5 vezes.

“A companhia já iniciou trabalhos de conversão de outras cinco lojas que devem ser entregues no decorrer do segundo trimestre e começo do terceiro, com expectativa de atingir pelo menos 15 conversões até o final do ano”, informou.

No segmento multivarejo, a companhia destacou o crescimento já positivo de cerca de 2 por cento na bandeira Extra e melhor tendência do fluxo de clientes.

Na bandeira Extra Hiper, o GPA disse que as vendas mesmas lojas apresentaram desempenho acima do último trimestre de 2016, com crescimento de 5,4 por cento, devido à “assertividade das estratégias comerciais, sem pressão adicional na margem bruta”.

Mais cedo, o Carrefour disse que as vendas de mesmas lojas no Brasil, excluindo combustível e efeito calendário, subiram 5,6 por cento no primeiro trimestre de 2017 na base anual, totalizando 3,666 bilhões de euros.

Portfólio de lojas

O GPA disse que, no primeiro trimestre, focou na continuidade do plano de otimização do portfólio de lojas. Cinco lojas do Extra Hiper foram fechadas para conversão em Assaí. Também foram fechados 10 Minimercado Extra, 1 Pão de Açúcar, 1 Assaí, 1 posto de combustível e 3 drogarias.

No período, houve a abertura de 1 Pão de Açúcar e 1 posto de combustível, além de 48 novas adesões do projeto Aliados, que já totaliza 150 parceiros.

O varejista informou ainda que 8 lojas estão em construção – 7 Assaí, sendo 5 conversões de Extra Hiper e 2 lojas novas, além de 1 unidade do Minuto Pão de Açúcar – e devem ser entregues ainda no segundo trimestre ou começo do terceiro trimestre.

Via Varejo

A controlada Via Varejo, colocada à venda pelo grupo no ano passado e classificada pelo GPA como operações descontinuadas, teve faturamento líquido de 6 bilhões de reais no primeiro trimestre, alta anual de 2,2 por cento.

No conceito mesmas lojas, a receita da Via Varejo nos três primeiros meses de 2017 subiu 2,5 por cento sobre um ano antes, considerando a operação de lojas físicas. Nas operações de comércio eletrônico (variação GMV), houve alta de 2 por cento.

“Finalizamos o trimestre com uma retomada importante no ritmo de vendas para ambos os negócios, onde percebemos o mês de março com um crescimento de vendas gradual e consistente ao longo do período, voltando a patamares superiores a duplo dígito e similares ao período pré-crise”, disse a rede de móveis e eletroeletrônicos.

Fonte: Exame

16
04/17

Bom domingo.

A imagem pode conter: árvore, planta, céu, atividades ao ar livre e natureza

15
04/17

Volto na segunda.

Este blog voltará a ser atualizado na segunda-feira, dia 17.

Obrigado pela compreensão de todos.

JJ

14
04/17

Propeg e DPZ&T vencem etapa técnica da Petrobras – e devem substituir Heads e NBS.

O processo seletivo pela conta da estatal de petróleo Petrobras definiu na etapa técnica como novas fornecedoras de serviços de publicidade as agências DPZ&T e Propeg. A verba do anunciante para um período de dois anos é de R$ 550 milhões, mas pode ter um aditamento de 25% como previsto no edital de licitação. Ainda faltam ser decididos os itens de preço, compliance e documentação legal.

As agências vencedoras devem aceitar a proposta financeira da Petrobras. O cliente propõe taxa zero para a produção dos serviços. Nesse caso, a Propeg e DPZ&T só terão ganhos com as comissões de mídia e bonificações de volume negociadas com os veículos de comunicação. A indicação de taxa zero feita pela Petrobras no edital motivou questionamento da Abap (Associação Brasileira das Agências de Publicidade) no final de 2016. A parte de compliance da Propeg é estruturada e auditada pela consultoria Deloite.  São mais de 50 documentos na etapa legal.

O resultado da etapa técnica teve questionamentos junto à comissão de licitação da Petrobras. As agências Z+, Ogilvy e NBS, porém, não tiveram sucesso com os recursos apresentados. Uma das questões era relacionada à exigência de uniformidade dos envelopes para dar tom apócrifo com propósito de facilitar a identificação de uma agência e, consequentemente, privilégio. A comissão recusou o argumento.

Fonte: Propmark

 

 

14
04/17

O risco que a Emirates assumiu ao provocar a United.

Além de toda a repercussão negativa diante do caso em que um passageiro foi expulso de um voo da United no último domingo. A Emirates, aérea com sede em Dubai, aproveitou o caso para provocar a concorrente. Em um vídeo, a Emirates mostra uma fase atribuída a Oscar Muñoz, CEO da United, alegando que empresas do golfo não são companhias aéreas de verdade. Em resposta, a Emirates afirma: “não só somos uma companhia aérea de verdade, como somos a melhor”, em referência aos prêmios que já recebeu.

Além disso, a Emirates ironizou o slogan da United mudando do real “Fly the friendly skies” (voe pelos céus amigáveis) para “Fly the friendly skies with a real airlines” (voe pelos céus amigáveis com uma aérea de verdade). Além da Emirates, a Royal Jordanian também cutucou a United com o post: “Passageiros arrastados em nossos voos são estritamente proibidos. ”

A atitude das duas empresas, em especial da Emirates, que foi mais incisiva, é arriscada, de acordo com Daniella Bianchi, diretora da Interbrand Brasil. A especialista, que já havia comentado a repercussão da crise de imagem da United, ao Meio & Mensagem, explica que, ainda que algumas provocações sejam divertidas e provocativas, é uma estratégia arriscada. “Essa é uma indústria nervosa, incidentes acontecem todos os dias e quando analisamos a opinião dos consumidores sobre as companhias aéreas em geral, observamos muitas fragilidades”, diz Daniella.

Fonte: Meio e Mensagem

14
04/17

Berlusconi conclui venda do Milan para grupo chinês

Silvio Berlusconi finalizou a venda do Milan para o Rossoneri Sport Investment Lux, um grupo de investimento chinês. O negócio foi concluído nesta quinta-feira pelo valor de 740 milhões de euros, o equivalente a 2,4 bilhões de reaisPor meio de um comunicado oficial, a família de Berlusconi confirmou a venda de 99,93% das ações que possuía do clube.

Com a venda, Berlusconi encerra uma era de 30 anos à frente do Milan. Com o ex-Primeiro Ministro italiano, o time conquistou cinco Liga dos Campeões, oito campeonatos italianos e três mundias de clubes.

No ano passado, a Inter de Milão, maior rival do Milan, também foi adquirida por um grupo chinês. Na ocasião, uma rede varejista chinesa comprou o clube por 270 milhões de euros (pouco mais de 1 bilhão de reais na ocasião).

Fonte: Placar (com Gazeta Press)

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