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04/17

“Eu te amo” é o mote da campanha de O Boticário para o Dia das Mães.

Boticário dia das mães

O Boticário nos convida a declarar nosso amor neste Dia das Mães. A campanha nomeada “Telepatia”, criada pela AlmapBBDO, mostra a relação entre Lara e sua mãe e suas mudanças ao longo do tempo.

Quando pequena Lara costumava sempre dizer um “eu te amo” para a mãe, mostrado no comercial por meio de uma série de cenas narradas pela mãe da menina. À medida que o tempo passa, a garota deixa de lado as declarações espontâneas da infância, modificação notada pela sensibilidade de sua mãe, que evidencia: “Na verdade, ela ainda fala, mas por telepatia” – nisso, a jovem interrompe o pensamento da mãe e entrega a ela um lindo kit de dia das mães de O Boticário, seguido de um abração. O filme encerra com cenas da mãe e da filha em diferentes momentos e engaja o público a também dizer “eu te amo”, e conclui que este ainda é o melhor presente.

A campanha conta, também, com anúncios impressos, spot para rádio, OOH, PDV, mídia digital e social mídia. Diversos formatos digitais integram as ações online, assinadas pela W3haus. Para homenagear os mais variados perfis de mães, a campanha aproveita as possiblidades dos meios para ativar seu público e estimular que os filhos soltem a emoção. No Facebook serão apresentados vídeos, gifs e carrosséis que inspiram os filhos a declarar o amor por suas mães de forma original e também apresentam cards com mensagens prontas para serem compartilhados com suas mães com a hashtag #mãeeuteamo.

Fonte: Adnes

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04/17

Publicidade no Reino Unido cresce mais no primeiro trimestre.

Os anunciantes do Reino Unido colocaram os problemas do Brexit de lado e revisaram para cima os seus budgets de publicidade no primeiro trimestre deste ano, com significativo recorde de crescimento da internet e das principais categorias de mídia, mostra a pesquisa Q1 2017 IPA Bellwether Report. O estudo ouviu 300 profissionais de marketing do mercado inglês.

Os investimentos em mídia registraram uma forte revisão para cima de 10,7% no primeiro trimestre de 2017, contra 5,1% no último trimestre de 2016. Globalmente, as perspectivas para 2017/18 são positivas, com 26,1% das empresas  sugerindo crescimento nos orçamentos totais para o próximo ano.

O relatório ‘The Bellwether’ estima que o investimento em publicidade vai crescer 0,6% até o final do ano, substituindo a previsão inicial de declínio de -0,7% no mercado.

O relatório chega na esteira da previsão de crescimento revisada do FMI em 2017, que reverte quase todas as baixas emitidas após a votação do Reino Unido para deixar a União Europeia. Estima-se que a economia do Reino Unido cresça 2% este ano.

Olhando para frente, a pesquisa prevê que a publicidade vai estagnar em 2018, antes de voltar a crescer em 2019 e 2020.

Com informações do Warc

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04/17

Viewable, pero no mucho.

É difícil dizer se Justin Bieber e Shakira continuarão a ser ouvidos e comentados no próximo século, se suas performances ainda serão reproduzidas pelas crianças do ano 2100 e se algum hit poderá ser cantado de cor por um adolescente daquele ano. Há quem tenha atravessado os séculos fazendo muito sucesso, com produções que entraram indeléveis no trem da história em meio ao surgimento da fotografia, do carro e da televisão. Mozart é um exemplo. Sua genialidade não se atrela à sua época — o que é, simplesmente é.

Foto: Reprodução

Hoje, contudo, vivemos um momento em que o que é praticamente já era. Seu novo celular não será mais novo em poucos meses. Sua televisão, seu carro e a expressão hype, que você usa na empresa para designar algo, estão com seus dias contados para se tornarem obsoletos. Na esfera comercial, hoje você pode comprar por um novo dispositivo, usando um novo meio de pagamento a até receber o produto por meio de um drone. Você pode, até mesmo, cruzar fronteiras em um clique. A única opção que não se aceita ainda é a mesma de três mil anos atrás: não se pode comprar gato por lebre. Simples assim. Se compro x, não posso receber y.

Direto ao ponto: quem é o gato, e quem é a lebre no universo digital atual? Ultimamente, temos acompanhado diversos casos de “vendas inconsistentes no mundo online”. O que é 10 vira 5, o que custa 15 sai por 20 e você se pergunta para onde vai seu dinheiro. Além disso, mais peças se juntam a esse quebra-cabeça, como métricas que se sobrepõem a nomenclaturas diversas como adexchanges, DMPs, SSPs, viewability e assim por diante. Se o que importa é mesmo se certificar de que a compra e a entrega de mídia são realizadas de modo transparente, o que fazer em meio a esse alvoroço de números e siglas?

Antes de qualquer movimento, é importante se informar. Quem tem mais informações sabe agir para ter garantias de que as campanhas sejam de fato entregues nos espaços planejados, com potencial de impactar o consumidor alvo das ações. Caso contrário, é grande o risco de fraude, que pode ser traduzida por falsas visualizações (quando um anúncio alcança usuários que não são reais) e falsas impressões (quando anunciantes pagam erroneamente pela distribuição de anúncios). Para combatê-la, três pontos são bastante úteis:

Transparência: esqueça a máxima de que “se lhe entrego os cliques, então tudo está certo”. Procure saber o quanto você realmente paga pelas impressões. Atente-se a detalhes que, quando ocultos, tornam opaco o modelo de compra.

Siga seu investimento: por quais sites os anúncios passaram? Quais as propriedades digitais utilizadas? É preciso entender o caminho das impressões e conhecer seus detalhes. Não se pode ter receio de entrar em contato com os parceiros envolvidos, conversar sobre as veiculações e procurar garantias de que estejam de fato ocorrendo.

Analise mais de uma métrica: avaliar com base em uma única métrica pode enviesar a análise das campanhas. Quanto mais métricas analisadas, mais os mecanismos de fraude são fragilizados para agirem sem serem percebidos.

É claro que somente adotar tais práticas não garante que problemas relacionados à fraude deixem de ocorrer — ainda assim, minimizam o potencial de dores de cabeça com a compra sistematizada de mídia. Ser criterioso nesse caso é essencial e gera, inclusive, contribuição para o negócio programático como um todo — o qual tem crescido consideravelmente, mesmo em meio a tantos rumores de mercado. O cenário é positivo, e cabe a todos contribuírem para que assim permaneça. Como? Sendo criterioso na compra. As novidades não param e muito ainda vem pela frente, como o reconhecimento seguro de voz para conduzir comandos aos assistentes digitais (tal como o Alexa). Mais e mais nos encontraremos diante de uma multiplicidade de conexões e possibilidades comerciais — e será imprescindível mantermos um alto nível de segurança em relação ao uso de tudo isso.

Seja qual for o cenário, o que realmente importa é não apostar somente na sorte e investir em precauções. Afinal de contas, o seguro morreu de velho, e o desconfiado ainda está vivo!

Viewable, pero no mucho

Fabio Rowinski

Diretor de inteligência de mercado da comercialização de mídias digitais da Globo

Em Meio e Mensagem

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04/17

Onde as marcas investem mais diante de tantos dados?

Com o crescimento da publicidade digital – de acordo com o IAB, o avanço foi de 26% no ano passado em relação a 2015, alcançando investimento de R$ 11,8 bilhões no Brasil –, também aumentam as dúvidas das marcas em relação ao mar de complexidade de ferramentas, mídias e dados à disposição. Desde um simples e-mail marketing, links patrocinados, SEO, vídeos online às mídias sociais, afinal, o que traz mais resultado?

“O que a gente percebe é que os anunciantes se sentem meio perdidos, com perguntas do tipo: como faço? Para onde vou? Para onde olho? E como opero esse negócio todo? Estamos falando de grandes marcas que têm dificuldade de entender os números, olhar para as coisas corretas. O nosso foco é ajudar os nossos clientes a definir o que é sucesso e como ajudá-los a alcançar”, destaca André Palis, fundador e diretor-comercial da Raccoon, agência de marketing digital com foco em performance.

Segundo o executivo, o que mais a agência faz para os anunciantes da casa são campanhas no Google e Facebook. A constatação não surpreende, uma vez que Google e Facebook concentram, juntos, 87% da verba digital no país, de acordo com levantamento da Singular Arquitetura de Mídia. Palis afirma que no Google eles usam “predominantemente links patrocinados, porque é a mídia mais de final de funil que traz melhores resultados”.

Já no Facebook é mais fácil criar campanhas segmentadas, ressalta o sócio da Raccoon. “O Facebook usa mesmo a informação que tem. A gente consegue segmentar e criar campanhas no Facebook que não consegue no Google. Com isso, eles têm conseguido se aproximar do resultado de links patrocinados, porque conseguem traçar um perfil tão preciso das pessoas que as campanhas funcionam muito bem. O Facebook está querendo lançar uma plataforma de mídia programática para rodar na internet inteira. Acho que vai vir uma ferramenta forte, porque a segmentação deles é absurda. É engraçado que o Google tem tanta ou mais informação do que o Facebook, mas eles não usam. Não compartilham com nenhum anunciante”, conta Palis.

Por falar em mídia programática, o executivo afirma que se trata de uma mídia muito cara ainda. “Fazemos um pouco de mídia programática, tem muito buzz em cima, mas, quando você coloca a mão na massa e vai tentar rodar de fato, não traz os resultados que a gente gostaria que trouxesse”, avalia.

Quando se compara link patrocinado com mídia programática existe um abismo de performance, porque com os links patrocinados você está impactando usuários que já levantaram a mão e disseram eu tenho interesse no seu produto. Quando vai para display, não tem isso, não sabe a intenção de compra. Sabe, por exemplo, que é um homem, de 25 anos, gosta de carros, traça um perfil que junto faz sentido. Mas se o usuário não está no momento de trocar de carro, ele não vai converter”, completa ele.

Outro exemplo dado por Palis de alta demanda das empresas é a gestão de tags. Um trabalho técnico que muitas vezes passa despercebido, mas que gera problemas para muitos anunciantes que têm e-commerce.

“As pessoas não prestam muito atenção nisso, mas 100% dos clientes que entram na agência têm problema nessa área. A gente faz a parte do controle das tags, garantindo que só a informação que a marca quer passar está sendo passada e ninguém está coletando dados”, explica Palis.

Palis fundou a Raccoon há pouco mais de três anos com Túlio Kehdi, sócio e diretor de operações da agência. Ambos são ex-funcionários do Google. Segundo o executivo, a agência vem dobrando de tamanho e de faturamento nos últimos anos. Para 2017, a expectativa é fechar o ano com 200 funcionários – hoje são 125. “O nosso trabalho é muito quantificado, acho que por isso que a agência vai tão bem. Neste ano, conquistamos as contas digitais da Leroy Merlin, Sony Pictures e Petlove. As expectativas são muito boas”, finaliza Palis.

Fonte: Propmark

20
04/17

J. Walter Thompson Brasil cria chatbot contra o alcoolismo.

chat

Quem desdenha da tecnologia, muitas vezes deixa de enxergar a sua incrível capacidade de ajudar as pessoas e até salvar vidas em muitos casos. Quer um exemplo? Em sua comemoração aos 70 anos de Brasil, o Alcoólicos Anônimos (AA) lança o “Amigo Anônimo”. Criado pela J. Walter Thompson Brasil, em parceria com o time de Creative Shop do Facebook, o serviço é um bot (robô) do Messenger que abre mais um canal de ajuda para recuperação de dependentes do álcool.

Por meio da nova tecnologia que funciona como um sistema automatizado para interagir com as pessoas e que pode ser acessada por celular ou pelo computador, a entidade espera atender de forma mais abrangente e mantendo o anonimato um público que já atinge milhões de pessoas no país.

De acordo com a agência, o serviço já surpreende pelos resultados imediatos: em apenas 48 horas após o lançamento, a página do AA teve 20 mil curtidas e o bot passou dos 70 mil acessos. A procura por ajuda via email atingiu os 1300%, saindo de 3 a 4 contatos diários para 40 em um único dia. O Amigo Anônimo está disponível para todos os membros da comunidade do Facebook na página.

Vale lembrar que todo o sistema do bot teve a sua personalidade construída a partir de depoimentos dos próprios membros do AA. Ele funciona identificando se a pessoa tem algum problema com a bebida e lhe dando as primeiras orientações sobre como lidar com a doença. Ele também presta suporte em um momento de recaída, informa sobre grupos de atendimento de emergência e também orienta amigos e familiares de dependentes.

Toda a interação procura sempre motivar as pessoas a irem pessoalmente a uma unidade do AA para o atendimento completo. O próprio sistema fornece horários de atendimento e endereços mais próximos. O bot começará a ser anunciado no próprio Facebook em posts e banners e será uma ferramenta à disposição do AA para que a instituição possa aumentar a sua capilaridade no Brasil.

Todo o desenvolvimento do serviço só foi possível graças a uma parceria entre a J. Walter Thompson, agência responsável pelas ações de comunicação da entidade, o time de Creative Shop do Facebook e a Movile. “A ideia surgiu a partir da percepção das inúmeras dificuldades que a pessoa enfrenta com a doença, desde ter certeza se realmente é um dependente alcoólico até o medo ou vergonha de ir a um grupo presencial”, comenta Rodrigo Grau, CCO da J. Walter Thompson.

Fonte: Adnews

20
04/17

Inteligência Artificial (IA): Uma realidade ou utopia?

Férias chegando, você abre uma janela de chat no Facebook e conta para a sua assistente virtual que desejaria viajar sozinho nesse verão. A preferência é por um local novo e não muito badalado. Ela instantaneamente vasculha seus check-ins, posts, histórico de viagens e identifica uma praia que está em ascensão no índice de reviews no TripAdvisor que você ainda não conhece. Já conecta na sua conta bancária para verificar o seu saldo, projeção de despesas e identifica seus costumes. Quais locais costuma se hospedar, transporte que utiliza, passeios, alimentação e retorna com a confirmação do voo que você vai pegar, roteiro, reservas de hotel e possíveis atrações de seu interesse.

Sonho? Pesadelo? Ficção Científica? O fato é que este cenário descrito já acontece na atualidade e está sendo testado em pequenos grupos de usuários.

Bem-vindos a nova geração de Buzzwords e conceitos mitológicos da era digital: Inteligência Artificial, muito fala-se dos avanços nesta área e dos possíveis impactos que a implantação desta tecnologia pode ter em nosso dia a dia. Resolvi separar duas grandes aplicações de ciências cognitivas que têm impacto direto no nosso querido mundo do marketing digital.

Os famigerados ChatBots com o perdão da piada, chegaram para ficar, algumas empresas como Banco Original, TacoBell e outros cases famosos já estão trocando grande parte do esforço operacional e relacional por tecnologias de conversação natural como atendimento assistido ou compra, degustação de catálogo, entre outros. Em outras palavras estão substituindo o famoso atendimento genérico por uma capacidade incrível de personalização que visa solidificar a experiência de relacionamento com os serviços prestados.

Esta vertente de computação cognitiva é muito mais passiva do que a que descrevemos no nosso cenário pseudo-utópico, porém diversas ações no mercado visam iniciativas e decisórios por parte da Inteligência Artificial (IA). Vão desde iniciativas de inovação em saúde para controle de medicamentos até iniciativas dentro do mercado automobilístico. Quero chamar a atenção neste momento para o universo digital/publicidade: Vamos partir de inteligências artificiais muito mais orgânicas, como por exemplo, a Amy (assistente pessoal digital que auxilia na criação de reuniões) e o protótipo da M do Facebook que visa realizar exatamente as atribuições que falamos no exemplo anterior e desencadeando na Alexa, AI que realiza compras dentro da Amazon dependendo da sua necessidade.

Quando pensamos em uma IA focada em resolver problemas cotidianos, não podemos deixar de mencionar a pioneira em transformar intenções em resultados precisos, Google. Lembram quando fazíamos site e conteúdos somente para as pessoas e não para “robôs? Pois é, estamos atingindo o mesmo ápice. Retornando ao nosso cenário anterior, vamos imaginar quais parâmetros o nosso suposto assistente pessoal utilizaria para escolher a companhia aérea que devo voar, qual o hotel devo fazer a reserva ou, simplesmente qual restaurante deveria jantar.

Abstraindo e trazendo para um cenário de vida atual vamos imaginar que, por exemplo, quando falamos de hotel, o nosso algoritmo passe a buscar referências e citações de possíveis clientes, notas em sites de reviews de estabelecimentos, experiências no AirBNB e depois passe a vasculhar índices de transações. Depois de todo o processo chegue a uma conclusão de que além desse hotel atender aos meus anseios como hóspede também tem referências suficiente para ser indicado para qualquer pessoa. Até aí, tudo bem você vai me falar, qualquer decisão de consumo que temos hoje é muito multidimensional, exatamente igual, certo? #sqn

Imaginem todo o temeroso potencial de comparativo e decisivo comunitário ao infinito, hoje uma pessoa tem algumas fontes confiáveis (AirBNB, Booking, vizinho, etc) para tomar a possível decisão de compra. Sendo assim, se você como dono de hotel foi xingado em um fórum específico de pessoas que amam cães dificilmente esse possível cliente seria impactado por isso certo? Com o algoritmo esse deslize fatalmente não seria esquecido.

Em resumo vamos entrar na era do cliente e não era da informação. Na era que vale como tratar cada cliente com uma experiência única e personalizada, caso contrário, você não terá mais clientes. Quando todo nosso decisório de compra estará delegado ao “algoritmo”. Este será um novo momento. Dessa forma, teremos a revolução real na proposta de compra e relacionamento com o cliente.

E se o mercado que pode ser impactado por reviews negativos está em um cenário tenebroso imagine os mercados onde não temos reviews, como por exemplo, produtores de papel higiênico ou outro produto que as pessoas não querem opinar publicamente. Como esses nichos farão? Bom, só saberemos no momento em que a M e os assistentes digitais chegarem até lá e trate cada cliente como único, especial e importante.

Ricardo Martins é Diretor de Inovação na ABlab ( Startup de ideias e digital)

No Propmark

20
04/17

Empregos do futuro e o segredo para não ficar obsoleto.

mundo está em rápida transformação e, com ele, as carreiras, os empregos e as pessoas acompanham esse movimento. 65% das crianças que ingressam hoje na escola fundamental irão exercer um trabalho que ainda não existe, de acordo com o World Economic Forum. Muitos comentam e reclamam da velocidade dessa transformação, mas não somos a primeira geração a passar por isso, somos a terceira ou quarta geração e já estamos “descolados”.

No futuro, caberá aos humanos as atividades mais humanas e menos exatas. O ser humano não precisará fazer nada que um computador e/ou uma máquina consiga fazer. Dr. Carl Frey e Dr. Michael Osborne, da Universidade de Oxford, previram que 40% das funções serão automatizadas no futuro. Hoje, em 2017, inteligência artificial é uma realidade e está em brinquedos, no Facebook e coisas mais sérias: máquinas operam máquinas, computadores escrevem livros, e diagnósticos médicos são automatizados. No futuro, o mundo será ainda mais automatizado.

Ainda não temos clareza sobre as novas tecnologias, novas funções e as carreiras do futuro. Estamos ainda descobrindo os limites (ou ausência de) das novas tecnologias como inteligência artificial, big data, IoT (internet of things), impressoras 3D, realidade virtual e realidade aumentada. Que sirva de inspiração a fundadora da loja Shoes of Prey, onde você produz o seu sapato personalizado a partir de centenas de variações e detalhes. A Shoes of Prey imagina um mundo, não muito distante, em que as pessoas terão a possibilidade de imprimir o seu sapato em casa, e precisarão do know-how que ela oferece nesta manufatura. Na NRF 2017, vimos blusas e malhas sendo “impressas” ao vivo. Em até 4 horas a blusa estava pronta para ser vestida sem interação ou interferência humana alguma.

Há tempos que o mundo é dinâmico e já estamos acostumados com isso. As evoluções tecnológicas e as mudanças nos planos de carreiras futuras não são uma novidade na história da humanidade, basta olhar para como era o mundo 50 ou 100 anos atrás. Computadoras, por exemplo, eram as mulheres que entravam com os dados nos processadores na época da segunda guerra mundial, originando o termo “computador” que conhecemos hoje. Aquele emprego não existe mais, mas muitos outros foram criados, derivados dessa invenção. Salvo se o seu avô ou avó for professor, médico, advogado, ou afins, é muito provável que ele tenha se encontrado obsoleto umas duas ou três vezes na sua carreira profissional, e tenha se reinventado totalmente. Temos que aprender com eles, com aqueles que nasceram na era do telégrafo e que hoje se comunicam através do Facetime no celular.

Mas ainda estamos aprendendo a lidar com a velocidade das mudanças, que é muito maior no nosso tempo. Estima-se que a vida média de uma empresa da S&P 500 tenha caído de 65 anos para 15 anos. Quem não se reinventar, vai perecer, e isso é valido para corporações e indivíduos. Para um indivíduo se manter relevante, ele deverá investir em: educação continuada, relacionamento, senso de propósito e ética, e não ter medo de se reinventar (não ter medo de ser feliz).

Algumas “novas” carreiras promissoras incluem: engenheiro(a)/cientista de robótica; engenheiro(a)/programador(a) de inteligência artificial; engenheiro(a)/cientista de “big data”; especialista em energia alternativa; especialista em mineração de asteroides; especialista em genética; jogador profissional; e astronauta.

Eu gostaria de saber o que meus filhos farão no futuro, mas mal sei prever o que eu mesmo farei em 15 anos. Pare para pensar todas as transformações que alguém nascido na década de 1920 o u 1930 passou até hoje (telégrafo para celular, Ford T para o Tesla, luz do dia para energia solar, pólvora para bomba atômica, etc). Você provavelmente irá experimentar transformações ainda mais profundas e perturbadoras. Novas empresas e novas carreiras substituirão empresas e carreiras ora tidas como tradicionais, o que provavelmente será uma coisa boa e desejável, embora as vezes assuste um pouco. O grande desafio para cada um de nós é não se encontrar obsoleto e, para isso, o melhor antídoto é buscar ser feliz.

José Roberto Securato Junior

Conselheiro da Saint Paul Escola de Negócios e Vice-Presidente do IBEVAR

Em Meio e Mensagem

20
04/17

Brasil está entre os mercados de maior crescimento no Facebook.

Mais de cinco milhões de empresas anunciam no Facebook por mês, segundo a Reuters. Mais de 75% dos anunciantes estão fora dos Estados Unidos. Entre os mercados de maior crescimento estão Índia, Tailândia, Brasil, México e Argentina. Todos esses, com exceção da Argentina, estão entre os dez melhores países do Facebook por base de usuários.

Ao lado do Google, a rede social vai gerar um pouco menos da metade dos anúncios online em 2018, segundo o eMarketer. O Facebook chegou perto dos US$ 27 bilhões e o Google dos US$ 80 bilhões em receita publicitária no ano passado. AOL (Yahoo), Amazon e Snapchat estão na próxima camada de players de anúncios digitais, mas seus negócios permanecem uma fração do tamanho do Google e do Facebook.

Pequenas e médias empresas estão reunidas para anunciar no Facebook. As marcas podem impulsionar a maior parte da receita nos mercados de publicidade, mas ainda existe uma ampla oportunidade de crescimento com os anunciantes de marcas menores. O grande volume de anunciantes no Facebook reflete o sucesso da empresa em atrair pequenas marcas para a plataforma. No entanto, os 5 milhões de anunciantes do Facebook são apenas 8% das 65 milhões de empresas que estão ativas na rede.

Algumas indústrias estão gerando a maior parte dos investimentos com publicidade no Facebook. Ecommerce, varejo, entretenimento e mídia são as grandes indústrias representadas na base de anunciantes do Facebook. A rede social pode direcionar as pessoas com previsão, link para o site de ecommerce e tem suas próprias funcionalidades de compras nativas e, também, provoca o compartilhamento de virais.

Um dos maiores focos do Facebook está na usabilidade móvel. A empresa está adicionando mais ferramentas para facilitar a publicidade nos dispositivos móveis, incluindo uma atualização para o aplicativo do gerenciamento de anúncios. Quase 50% dos anunciantes criam anúncios em dispositivos móveis e mais de 90% dos usuários do Facebook acessam a rede via celular. E a publicidade móvel representa 84% das receitas publicitárias, sendo essas experiências importantes para os mercados emergentes.

 Com informações do Business Insider

20
04/17

Nova marca da RBS SC será escolhida em voto popular.

Oprocesso de escolha da nova marca da RBS em Santa Catarina foi comunicado na manhã desta quarta-feira, 19, aos funcionários da empresa. Em teleconferência, Mário Neves, presidente das operações da RBS SC, comprada pelo Grupo NC em março do ano passado, informou que a escolha da marca que batizará a holding e a RBSTV será via voto popular.

Credito_Emerson_Souza

Da esquerda para a direita: Mário Neves, Carlos Sanchez, Eduardo Sirotsky Melzer, Lírio Parisotto (que não está mais no negócio), Nelson Sirotsky, Marcus Sanchez e Pedro Sirotsky.

Os três nomes que serão colocados para votação foram escolhidos em um trabalho em conjunto com a consultoria Interbrand iniciado em julho do ano passado. O primeiro é Lig, que remete à ligação. O segundo é a sigla NSC, de Nossa Santa Catarina e o terceiro DNC, que remete à DNA catarinense. A campanha de escolha do nome começa em dez dias e deve durar 15 dias. Ela será protagonizada pelos principais comunicadores dos oito veículos do grupo: RBSTV, Diário Catarinense, Jornal de Santa Catarina, A Notícia, Hora de Santa Catarina, Rádio CBN Diário, Rádio Itapema e Rádio Atlântida.

Conforme Meio & Mensagem apurou, após a escolha dos nomes será iniciada um novo processo de construção de identidade visual que deve durar até dois meses e também será conduzido pela Interbrand. Só depois será iniciada uma campanha definitiva de comunicação da nova marca. As operações da RBS SC foram compradas pelo Grupo NC em março de 2016 e aprovadas pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) em junho daquele ano.

O valor da negociação não foi divulgado, no entanto, estimativas do mercado avaliam que a venda supere R$ 1 bilhão. A concretização da venda foi em agosto. Dentre vários trabalhos desenvolvidos pela Interbrand, o mais recente foi o projeto de escolha de nova marca da empresa resultante da associação entre Tam e Lan que deu origem à Latam. O empresário Carlos Sanchez e outros investidores assumirão as operações de televisão, rádio e jornal que atuam sob a marca RBS em SC.

Fonte: Meio e Mensagem

20
04/17

Coca-Cola coloca sobrenomes nas embalagens.

Campanha do verão de 2017 da Coca-Cola (crédito: reprodução)

Campanha do verão de 2017 da Coca-Cola, nos EUA.

Desde o lançamento de sua ação “Share a Coke” nos Estados Unidos em 2014, a Coca-Cola vem tentando realizar uma aproximação com seus consumidores. A prova disto está neste verão, quando a marca ficará ainda mais pessoal ao adicionar sobrenomes à mistura. Sem aparecer em garrafas que já contenham nomes, os rótulos incluirão sobrenomes como Johnson, Smith ou Lopez, enquanto outros irão levar identificações como Chris, Sarah ou Matt. “Sobrenomes nos darão a oportunidade de convidar mais pessoas para a campanha”, disse Evan Holod, diretor de marca da Coca-Cola. “É apenas uma ótima maneira de atingir nosso objetivo”.

A marca também está estabelecendo a conexão com os consumidores, em eventos como reuniões familiares e casamentos, ele acrescentou. Enquanto os nomes aparecerão aleatoriamente no varejo, as pessoas podem fazer encomendas personalizadas no ShareaCoke.com — que será executado de maio a julho de 2017.

O marketing, que trabalhou com uma empresa de análise de informações, identificou 200 sobrenomes populares que representam cerca de um quarto da população de pessoas, entre as idades de 13 a 34, nos Estados Unidos. Agora, a lista de nomes da marca inclui mais de 800 opções.

A Coca-Cola lançou “Share a Coke” na Austrália, em 2011. A ação chegou aos Estados Unidos em 2014 e provou ser um sucesso, ajudando a marca a crescer seu volume de vendas naquele ano, pela primeira vez desde 2000. A Coca-Cola começou, em 2014, com os 250 nomes mais populares, entre adolescentes e millennials. Este ano, o maior número de nomes vai cobrir mais de 77% da população geral nos Estados Unidos, pessoas com idades entre 13 e 34, de acordo com a marca.

A popularidade da tática prova que ideias simples de marketing são, muitas vezes, as melhores ideias. Ao carimbar nomes nos pacotes, a Coca-Cola está alimentando uma sede de personalização e customização. Existindo, desta maneira, um claro apelo pela vaidade, uma vez que aparentemente os consumidores gostam de ver seu próprio nome em qualquer lugar, mesmo que seja em uma garrafa de refrigerante. Mas as pessoas não apenas procuram seus próprios nomes. Elas também procuram nomes de amigos e familiares, diz Holod.

Como qualquer coisa, o truque é manter o programa fresco, o que a Coca-Cola tem feito ao experimentar conceitos diferentes ao longo dos anos. No verão passado, por exemplo, a marca colocou letras de canções em suas latas — como “We are the champions”, da banda Queen —, comercializando-a como “Share a Coke and a Song”.

Este ano, a Coca-Cola está alterando a campanha para “Share an Ice Cold Coke”, na tentativa de estimular a demanda por refrigerante em dias quentes de verão. Os anúncios em vídeo, incluindo TV, serão alimentados neste tema. A principal agência criativa da campanha é a Fitzgerald & Co., da McCann Worldgroup. Holod afirma que a ação receberá 13 semanas de “apoio intenso dos meios de comunicação”, incluindo três novos filmes na televisão.

Embora alguns sobrenomes possam ser mais populares em algumas regiões do país do que outros, a Coca-Cola não tem planos de segmentar regionalmente certos nomes. Holod diz estar confiante que a marca terá a combinação certa de nomes para atender a demanda em todas as regiões. A Coca-Cola forneceu a seguinte lista de sobrenomes como alguns dos mais populares em toda a sua população alvo: Smith, Johnson, Williams, Miller, Garcia, Davis, Rodriguez, Martinez, Hernandez e Lopez. Quanto aos nomes, Michael é o número 1.

Fonte: Advertising Age

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