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04/17

Natura faz intenso merchandising na Globo.

Para muitos setores, o Dia das Mães é considerado “o segundo Natal”, em termos de faturamento. Uma iniciativa da Natura prova a força da data para o segmento de beleza e bem-estar: a multinacional brasileira está investindo em merchandisings em cinco programas da Rede Globo.

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Com 20 inserções previstas, a campanha teve início no domingo, 16 de abril, no Fantástico. Já nesta segunda-feira, a antropóloga Paula Pinto, que presta consultoria para a Natura, participou do Encontro com Fátima Bernardes, falando sobre o significado do ato de presentear na sociedade. Os outros programas envolvidos no projeto são Vídeo Show, É de Casa e Altas Horas.

As inserções serão divididas por temas. Além do citado ato de presentear também serão abordados a perfumaria e o acesso aos produtos da marca, que podem ser adquiridos via consultoras, aplicativo Natura e no site Rede Natura.

Também para o Dia das Mães, a Natura preparou 20 opções de presentes, sendo o destaque o lançamento do deo parfum Essencial Elixir. Os kits procuram atender todos os bolsos, com opções que vão até R$ 50  e outras mais sofisticadas, como o kit com o lançamento Essencial Elixir acompanhado de um óleo desodorante corporal, por R$ 174,90 ou, ainda, um kit de Luna, que inclui um colar exclusivo feito com cristais Swarovski, por R$ 319,90.

Fonte: Meio e Mensagem

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04/17

Raia Drogasil muda para RD. Pode?

A Raia Drogasil, maior rede de drogarias do país, anunciou a mudança da sua marca corporativa para RD.

Embora continue usando a razão social Raia Drogasil S.A. e o ticker RADL3 no pregão da bolsa paulista, a sigla RD será usada para todas as linhas de negócios da companhia, incluindo RD Farmácias (Droga Raia, Drogasil e Farmasil), RD Serviços (4Bio e Univers) e RD Marcas (Needs, BWell, Triss e Pluii).

Fonte: Exame.

COMENTÁRIO

Vão trocar duas marcas conhecidas por um nome novo e que não diz nada.

JJ

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04/17

Allianz Parque é a quinta arena do mundo em número de seguidores.

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Um naming rights bem feito além de trazer mais dinheiro aos caixas de um clube, permite que o estádio passe a ser uma marca e um espaço que será frequentado por outros públicos como, por exemplo, fãs do Justin Bieber.

Por se tornar um local de maior abrangência, o Allianz Parque alcançou um número expressivo nas redes sociais. A casa do Palmeiras chegou a 1 milhão de seguidores em todas as suas plataformas, sendo o primeiro estádio do país a atingir essa marca. Somente no Facebook, a arena tem mais de 700 mil seguidores – são mais de 200 mil no Instagram e 100 mil no Twitter.

Os números colocam o Allianz Parque entre os cinco estádios mais populares do mundo nas redes sociais. A casa do Palmeiras tem, por exemplo, mais seguidores do que outras arenas mundialmente conhecidas, como Stamford Bridge, arena do líder do campeonato inglês Chelsea, e do estádio do Barcelona, o Camp Nou.

Em comparação com outros estádios do país, o Allianz Parque leva uma grande vantagem. A arena alviverde supera em 250 mil seguidores a Arena Corinthians e em quase 500 mil usuários a arena Itaipava Fonte Nova.

Veja, abaixo, o ranking das arenas nas redes sociais. No levantamento, foram considerados a quantidade de seguidores das arenas no Facebook, Instagram e Twitter.

Confira o TOP 5 dos estádios de futebol nas redes sociais:

1)     Old Trafford – 2,37 milhões
2)     Santiago Bernabeu – 2,25 milhões
3)     Estádio Azteca – 1,9 milhão
4)     Allianz Arena – 1,5 milhão
5)     Allianz Parque – 1 milhão

Confira o TOP 5 dos estádios de futebol nacionais nas redes sociais:

1)     Allianz Parque – 1 milhão
2)     Arena Corinthians – 746 mil
3)     Itaipava Fonte Nova – 504 mil
4)     Arena Castelão – 301 mil
5)     Arena do Grêmio – 225 mil

Confira a lista dos 20 estádios de futebol com maior número de seguidores nas redes sociais:

1)     Old Trafford – 2,37 milhões
2)     Santiago Bernabeu – 2,25 milhões
3)     Estádio Azteca – 1,9 milhão
4)     Allianz Arena – 1,5 milhão
5)     Allianz Parque – 1 milhão
6)     Stamford Bridge – 863 mil
7)     Gillet Stadium – 776 mil
8)     Arena Corinthians – 746 mil
9)     Estádio Şükrü Saraçoğlu – 700 mil
10) Wembley Stadium – 654 mil
11) Emirates Stadium – 620 mil
12) Itaipava Fonte Nova – 504 mil
13) Stade de France – 332 mil
14) Arena Castelão – 301 mil
15) Turk Telekom Arena – 301 mil
16) Signal Iduna Park – 289 mil
17) Arena do Grêmio – 225 mil
18) Estádio Monumental U – 202 mil
19) San Siro – 200 mil
20) Aviva Stadium – 176 mil21) Mineirão – 156 mil

Fonte: Adnews

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04/17

Banco do Brasil.

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04/17

Mais de 300 processos abertos pelo Conar, só neste ano.

Em um relatório divulgado pelo Conar (Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária), 308 processos éticos foram abertos em 2016. Deles, 102 terminaram com recomendação de alteração e 67 de sustentação. As denúncias de consumidores motivaram a abertura de 196 processos éticos, um recorde para o conselho. Entre as reclamações, 39,9% foram sobre veracidade e 22,4% sobre respeitabilidade.

A maioria dos consumidores (66%) estão localizados em estados do Sudeste. A internet foi o meio de comunicação com o maior número de peças publicitárias denunciadas, ultrapassando a TV. As reuniões de conciliação somaram 45, assim como o Conselho de Ética promoveu 105 sessões de julgamento ao longo de 2016. Ao todo, o Conar recebeu 270 reclamações de consumidores por mês.

O Conar também divulgou que, dos processos abertos em 2016, eram de Medicamentos, Outros Produtos e Serviços para Saúde (19,5%); Alimentos, Sucos e Refrigerantes (14,6%); Bebidas Alcoólicas (11%); Veículos, Peças e Acessórios (11%); e Telecom (7,8%).  Sobre os assuntos, Apresentação Verdadeira (40,1%); Respeitabilidade (16,6%); Cuidados com o Público Infantil (9,3%); e Responsabilidade Social (7,5%) foram os mais recorrentes.

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04/17

Cresceram as vendas na Páscoa.

O volume de vendas a prazo na semana anterior a Páscoa, entre os dias 9 e 15 de abril, mostrou um pequeno crescimento de 0,93% na comparação com o mesmo período do ano passado. Segundo os dados do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), essa é a primeira alta na data desde o ano de 2014, quando o crescimento fora de 2,55%. Em 2015, houve uma queda de -4,93%, posteriormente aprofundada para -16,81% em 2016.

Sentindo essa recuperação do mercado, de acordo com levantamento da Kantar Ibope Media, entre 11 de março e 9 de abril, as marcas de chocolate investiram R$ 102 milhões na compra de espaço publicitário em televisão. Esse valor representa um aumento de 149% em relação ao período que antecedeu a Páscoa no ano passado. O levantamento foi realizado em 15 mercados e identificou nove anunciantes da categoria.

Os dados apurados pelo VideoTrack, da Kantar Ibope Media, mostram que a Cacau Show liderou o ranking, seguido por Mondelez e Masterfoods. O volume de inserções cresceu 1%, o que representou 11 mil inserções em um mês. Esta estratégia, segundo a empresa, permitiu que mais de 62 milhões de pessoas fossem atingidas, com cada indivíduo assistindo, em média, 36 comerciais de chocolate. Entre os mercados, São Paulo concentrou 44% da verba em TV, seguido por Rio de Janeiro e Belo Horizonte.

Neste ano, segundo a SPC Brasil e a CNDL, os produtos mais procurados seriam os tradicionais ovos de chocolates (65%), caixas de bombons (53%), ovos de chocolate infantis (46%), barras de chocolate (37%), chocolates artesanais e caseiros (23%), colombas pascoais (14%) e também bebidas, como vinho (10%).

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04/17

Globo, Amazon e Cia das Letras se unem para lançar eBooks.

O prazer de ler permanece no papel ou através de aplicativos como o Kindle. O dispositivo da Amazon vai possibilitar, a partir de agora, que a leitura de livros que inspiraram novelas da Rede Globo tenha links com cenas de clássicos como Gabriela, Cravo e Canela e, por exemplo O Canto da Sereia, de Nelson Motta. É o projeto Assista esse livro, que une a Companhia das Letras e a Amazon.com, que disponibiliza através de eBooks no sistema Kindle. As imagens selecionadas estarão em uma lista disponibilizada na última página de cada título.

Além dos lançamentos atuais, a joint venture vai lançar na Flip (Feira Literária Internacional de Parati), programada para o fim do próximo mês de julho, o eBook conectado O Homem que Sabia Javanês, de Lima Barreto, adaptado por Guel Arraes, Jorge Furtado e João Falcão. O tempo de duração de cada link nos compêndios digitais será de um minuto.

“A literatura sempre foi aliada da imagem. Não há ninguém que leia um livro, que conte um filme, que não fale do que está lendo na própria cabeça. Quando você fala ‘da cor do carmim’, a minha leitura é diferente da sua, por exemplo. A literatura tem essa capacidade fantástica de fazer com que você crie um filme na sua cabeça. O que nós estamos fazendo é bebendo na literatura e dando a possibilidade dos talentos de colocarem seu trabalho a serviço da construção de uma das inúmeras possibilidades de leituras artísticas que um livro dá”, observa Sergio Valente, diretor de comunicação da Globo.

A expectativa é que o projeto vai ganhar aderência junto ao público. “É ambiciosa: contribuir com a formação de uma nação de leitores. Quanto mais as pessoas leem, mais elas crescem, mais elas querem descobrir. Você contribuir com essa geração de leitores é ambicioso e prazeroso, porque não é uma meta, é um legado. Se nós conseguirmos, com essa campanha, fazer com que uma pessoa leia um livro já terá sido incrível. Mas a gente espera que sejam milhões. A Globo criou o projeto Assista esse livro porque reflete um posicionamento histórico da emissora. Ele só não tinha esse guarda-chuva estruturado, com formato de projeto. O compromisso da Globo com a literatura brasileira já existe há muito tempo”, diz Valente.

Ricardo Garrido, gerente-geral do eBooks do Kindle, afirma que “conseguimos combinar o serviço da Amazon e o acesso à leitura digital de uma seleção de títulos de alta qualidade da Companhia das Letras, somado às incríveis produções da TV Globo. Tudo para oferecer uma maneira inovadora e democrática de acesso à leitura”.Valente finaliza: “Nós já adaptamos Gabriela, Cravo e Canela duas vezes, já adaptamos Nelson Rodrigues e vários outros grandes nomes da literatura brasileira. Isso é muito bacana porque a gente mostra o quanto a literatura brasileira é rica em histórias, referências, causos e criatividade. E nós bebemos muito dela. Quando lançamos Dois irmãos (em dezembro de 2016), mais uma obra vinda da literatura brasileira, tivemos a ideia de fazer o projeto, um convite à leitura através de uma literatura hyperlinkada. A gente identificou nisso um projeto relevante para a marca Globo”, diz.

Fonte: Propmark

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04/17

O share of voice antecede o share of market.

Essa realidade se aplica para marcas de produtos, serviços e empresas em praticamente todas as categorias com viés de negócios de massa. São tão raros e temporários os casos cuja “regra” não é aplicável que, na prática, essa verdade vem se confirmando ao longo do tempo por todo o mundo. Isso vale por uma razão simples e lógica: as pessoas só se interessam pelo que conhecem, desejam e confiam. O que faz dos investimentos em comunicação da marca, com ênfase para a publicidade, ser um dos principais fatores de possibilidade de sucesso tanto no lançamento de produtos/serviços e na conquista de seu espaço no mercado como, ainda, na manutenção do espaço conquistado.

Não é por outra razão que os investimentos em publicidade estão entre os maiores no lançamento de novas marcas, pois existe uma alta correlação entre a velocidade de absorção no seu lançamento e seu sucesso de mercado. Mesmo inovações significativas em produtos ou serviços demandam essa velocidade, pois a enorme competitividade faz com que a concorrência copie e incorpore rapidamente qualquer inovação. Não é raro, inclusive, que as marcas que mais inovem acabem não conquistando a liderança de sua categoria, que termina ficando com os competidores que investem mais em comunicação e na ligação da novidade com a própria marca. Um exemplo bastante sintomático é o da indústria do cinema. As grandes produções, que teriam naturalmente grande interesse do público, amplificam esse interesse anunciando com ênfase o lançamento desses filmes. As verbas de promoção e de distribuição desses lançamentos hoje são partes significativas desses megaorçamentos.

E a melhor forma de se construir elevados níveis de share of voice está justamente no uso das mídias de massa, principalmente a TV, mas também o rádio, assim como os jornais e as revistas para as marcas que objetivam estar nas mentes dos consumidores de maior renda. A alternativa ideal, sabemos, é fazer uma combinação de mídias, incluindo até mesmo o digital, que ainda tem dificuldades de fazer uma cobertura de massa, pela atomização de seu consumo pelas pessoas, mas funciona muito bem alavancando o efeito das demais mídias.

A lógica que sustenta essa realidade de que o que acontece na divisão das vendas em cada categoria – que sempre é uma equação entre volume vendido e o nível de preço sustentado – é a de que tudo começa na obtenção de mais atenção dos consumidores pelas mensagens da marca que, se bem-sucedida, levará à conquista de um maior espaço na mente deles. Para que esse primeiro passo dê certo, é preciso que o volume de mensagens que atinge os consumidores seja mais elevado que o de seus concorrentes. Isso levará à participação mais significativa do que se consolida, com a compra e recompra dos consumidores, no maior volume de gastos na categoria, ou seja, no share of market.

Essa é uma das leis naturais do mercado e as experiências das marcas que tentam operar contrariando sua lógica via de regra se dão mal e não conseguem se estabelecer de modo sólido entre seus competidores. Todos conhecem produtos, serviços e empresas de qualidade que ficam patinando sem alcançar grandes resultados por meses e anos até que desaparecem, são adquiridos por seus competidores ou finalmente se rendem ao óbvio e adicionam significativos investimentos em publicidade ao seu modelo de negócios.

Rafael Sampaio é consultor em publicidade.

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04/17

Overbooking impõe desafio à United para reconstrução da sua imagem.

Quem viaja de avião sabe que a grande maioria das pessoas é tratada como commodity tanto pelas companhias aéreas quanto pelos serviços dos aeroportos, em praticamente qualquer lugar do mundo. É curioso que esse trade parece viver em um mundo paralelo, semelhante àquele em que devem habitar também empresas de telefonia móvel e de televisão por assinatura no Brasil, protegidos por suas falhas porque, aparentemente, precisamos mais delas do que elas de nós. Nos submetemos a inúmeras situações absurdas muitas vezes em nome de uma boa promoção, um desconto, uma facilidade no pagamento ou ainda por puro desamparo. E vamos em frente.

Uma boa prova da enorme desconexão que existe entre algumas empresas dos segmentos citados acima com o mundo real, é o episódio ocorrido com a americana United Airlines, que arrastou para fora de um de seus aviões, em um voo que saía de Chicago (Estados Unidos), um cliente escolhido aleatoriamente porque foi registrado overbooking e a companhia precisava acomodar algumas pessoas.

Naquele momento, a United já vinha administrando a fama de arrogante após barrar jovens adolescentes que não estariam adequadamente vestidas para um voo, há algumas semanas. Na era da internet, com vídeos sendo viralizados a cada segundo nas redes sociais, ficou impossível abafar o caso e evitar a exposição em praça pública por maltratar clientes ou não fazer a coisa certa.

A United terá de encarar as consequências do ocorrido. E que consequências poderão ser essas, em plena era digital, na qual as coisas parecem ser esquecidas mais rápido e os assuntos voam? Companhias aéreas concorrentes já estão se aproveitando para lançar campanhas e, é claro, as pessoas se encarregaram de criar inúmeros slogans para a United e piadas de todo o tipo sobre o ocorrido. Sim, na era digital tudo pode virar piada por meio de memes, por assim dizer, inspirados.

Por outro lado, por mais que o assunto já tenha sido substituído por outro mais cabeludo, a consequência inevitável é que cada marca deixa sua pegada digital – que poderá, sim, ser lembrada décadas à frente, ainda que crises pontuais sejam controladas.

As ações que estão caindo hoje – como de fato estão, com prejuízos que ultrapassam US$ 1 bilhão – podem voltar a crescer. Mas a marca da crise estará lá para sempre, para ser conferida por qualquer pessoa que digitar nos sites de busca, por exemplo, as palavras “United overbooking” ou coisa que o valha: e lá estará o triste vídeo que retrata o médico David Dao sendo arrastado pelos corredores de um avião da United. Em nota no twitter oficial da marca, o CEO Oscar Muñoz se comprometeu a alterar a política de overbooking da empresa, para tentar limpar a barra.

O que fica mesmo é a perspectiva de uma gigantesca crise de imagem para a companhia aérea, a ser administrada, especialmente, pela sua empresa de relações públicas, a Edelman, e sua agência de publicidade nos EUA, a mcgarrybowen. Um publicitário que trabalha nos Estados Unidos, que preferiu não se identificar, compara o episódio da United Airlines à crise enfrentada pela Pepsi, recentemente, ao veicular um controverso comercial estrelado pela modelo Kendall Jenner e assinado por sua house agency.

“Nos dois episódios, o CEO e os CMO’s parecem não estar entendendo o que está acontecendo. O que as marcas fazem reverbera muito mais. Pepsi e United mostraram seu lado dinossauro. Uma, um dinossauro velho, pesado. A outra grande, violenta, sem noção do estrago que aconteceu lá embaixo, à sua volta”, disse a fonte, segundo o Propmark.

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04/17

A falta de segurança na publicidade digital é o problema.

A falta de segurança na publicidade digital tem gerado boicote de grandes grupos de comunicação ao Google, YouTube e Facebook. As marcas querem garantias de que não estão apoiando conteúdos ofensivos. Sobre esse assunto, o PROPMARK questionou a opinião dos leitores sobre o assunto.

Para 32,95%, mecanismos precisam ser criados para evitar a publicação de conteúdos duvidosos, impedindo que espaços indesejados se tornem acessíveis a publicidade. A parcela de 31,82% afirma que as empresas precisam adotar critérios de abertura, transparência e medidas que evitem fraudes na publicidade e erros futuros.

A responsabilidade de empresas como Google e Facebook, para 26,14%, é a mesma de outras empresas de mídia, que não podem se colocar como companhias de tecnologia. Para a minoria, 9,09%, o problema dessas empresas é global e elas têm reagido lentamente, mesmo não faltando recursos para resolver o problema.

Fonte: Propmark

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