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04/17

Mário D’Andrea será o novo presidente da Abap.

No próximo dia 28, a Abap (Associação Brasileira das Agências de Publicidade) vai aclamar o publicitário Mário D’Andrea, CEO da Dentsu, como seu novo presidente. Ele vai substituir Armando Strozenberg, da Z+. Entre os nomes que vão compor a diretoria estão Marcio Santoro (Africa), Marcos Quintela (Grupo Newcomm de Comunicação), Rodolfo Medina (Artplan) e Marcio Oliveira (Lew’Lara\TBWA), informa o Propmark.

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04/17

Notícia boa: Cármen Lúcia e Fachin decidem reforçar equipe no STF para acelerar Lava Jato.

A presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Cármen Lúcia, e o relator da Operação Lava Jato na Corte, Edson Fachin, acertaram nesta segunda-feira (17) criar um “grupo de assessoria especializada” para reforçar a equipe de funcionários que analisa as investigações do caso.

O objetivo é dar prioridade e celeridade às dezenas de inquéritos e ações penais ligadas ao escândalo da Petrobras e agora avolumadas com as novas investigações abertas a partir da delação da Odebrecht.

Ainda não estão definidos quantos e quais novos servidores serão alocados no gabinete de Fachin, que hoje conta com apenas três juízes auxiliares para cuidar de todo o estoque de processos do gabinete.

O volume de processos na Lava Jato, concentrada no gabinete de Fachin, triplicou com a delação da Odebrecht. Antes, eram cinco ações penais e 37 inquéritos em andamento na Corte.

Com as 76 novas investigações abertas com base nos depoimentos de ex-executivos do grupo, o STF passou a ter 113 inquéritos e mais cinco ações penais ligadas ao caso. No total, 195 pessoas são alvo dos processos.

Cármen Lúcia e Edson Fachin se reuniram por cerca de duas horas no final da manhã desta segunda na sala-cofre do STF onde estavam guardados, em sigilo, os inquéritos, provas e vídeos ligados à delação da Odebrecht.

Todo o material foi enviado, também nesta segunda, de volta à Procuradoria Geral da República (PGR), a quem cabe tocar as investigações junto com a Polícia Federal.

Ao abrir os inquéritos, Fachin também autorizou os investigadores a realizarem centenas de diligências, que incluem coleta de novos depoimentos, dados de acesso a edifícios e outras providências para coleta de prova.

O ministro também intimou a defesa de dois deputados – Beto Mansur (PRB-SP) e João Paulo Papa (PSDB-SP) – da abertura de inquéritos sobre eles. Como eles tramitam sob sigilo, as informações contidas nos pedidos de investigação ainda não vieram a público.

Fonte: G1

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04/17

Lula arrola 87 testemunhas, Moro dá o troco.

Sérgio Moro

Lula arrolou 87 testemunhas na ação penal sobre a compra do terreno onde seria construída a nova sede do Instituto Lula. O imóvel foi comprado pela Odebrecht a pedido de Paulo Okamotto, segundo Marcelo Odebrecht.

Moro decidiu ouvir as 87 testemunhas, mesmo considerando o número “exagerado”, mas exigiu a presença de Lula em todas.

“Será exigida a presença do acusado Luiz Inácio Lula da Silva nas audiências nas quais serão ouvidas as testemunhas arroladas por sua própria Defesa, a fim de prevenir a insistência na oitiva de testemunhas irrelevantes, impertinentes ou que poderiam ser substituídas, sem prejuízo, por provas emprestadas.”

O Antagonista.

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04/17

Pós-verdade.

O que é pós-verdade?

O termo foi selecionado pelo dicionário Oxford como representante do ano de 2016. 20 milhões de citações ano passado, em língua inglesa, e 9 milhões em português.

A pós- verdade transforma fatos em mentiras, quando bem manuseados.

Trump conseguiu convencer os americanos que os EUA, em pleno emprego, estavam decadentes.

No Brasil os maiores representantes da pós-verdade estão no PT. Ou a serviço dos caciques petistas, que vivem transformando fatos em mentiras – e as repetem sem parar, o tempo todo…para que acreditem.

JJ

 

(Com Sérgio Garschagen).

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04/17

Venina afirma que toda a cúpula da Petrobras sabia dos desvios.

A ex-gerente da Petrobras Venina Velosa da Fonseca prestou depoimento durante cinco horas ao Ministério Público Federal em Curitiba, contou que está sendo ameaçada e entregou milhares de documentos, principalmente cópias de emails e relatórios internos de auditoria, à força tarefa de procuradores que investiga o cartel de empresas e o desvio de dinheiro de obras da estatal.

Segundo o advogado Ubiratan Mattos, que representa Venina, ela reafirmou que toda a diretoria da Petrobras sabia das irregularidades, incluindo Graça Foster, e os documentos devem ajudar a força tarefa nas investigações.

Mattos explicou que Venina manteve cópias dos emails porque sabia que estavam sendo cometidas irregularidades e decidiu ajudar nas investigações depois de ver seu nome incluído entre os responsáveis pelas irregularidades nas obras da Refinaria Abreu e Lima, ao lado de Pedro Barusco Filho, da diretoria de Engenharia e Serviços, que mantinha contas no exterior a serviço do esquema. Barusco, que assinou acordo de delação premiada e se prontificou a devolver cerca de R$ 100 milhões mantidos fora do país, era subordinado de Renato Duque.

– A vilã não é Venina. Ela está do lado da ética e sempre denunciou internamente. A diretoria toda sempre soube, incluindo a Graça (Foster) – disse Mattos.

O advogado afirmou que Venina passou a ser intimidada por telefone após a primeira denúncia, com recados como “você está mexendo com gente grande”.

– Havia um processo de desconstrução da imagem da Venina. Colocar o nome dela ao lado de Pedro Barusco é um absurdo – afirmou Mattos.

O Ministério Público Federal apresentou à Venina a possibilidade de ela ser ouvida como “colabora”, em acordo de delação premiada, mas o advogado Ubiratan Mattos afirmou que ela não considerou necessário.

– Em nenhum momento ela cogitou depor como colaboradora. Ela será ouvida como testemunha de acusação – explicou.

Venina deverá prestar novos depoimentos ao Ministério Público Federal e tem pelo menos três depoimentos marcados para fevereiro, a serem prestados ao juiz Sérgio Moro, da 13ª Vara da Justiça Federal no Paraná, responsável pelos inquéritos da Operação Lava-Jato que não envolvem autoridades com foro privilegiado.

– Essa foi apenas a primeira conversa com o Ministério Público Federal. Mantivemos o sigilo por segurança. Ela tem sofrido ameaças por telefone – explicou o advogado, acrescentando que Venina é divorciada, tem duas filhas e teme pela segurança delas.

Para Mattos, a atitude de Venina da ex-gerente da Petrobras é essencial para mudar a forma como são feitos negócios no Brasil, que causa indignação a todos os cidadãos, inclusive a ele próprio.

O procurador Deltan Dallagnol, que lidera a força-tarefa do MPF na Operação Lava-Jato, também ressaltou que Venina depôs na condição de testemunha e não negou que ela possa ser ouvida novamente na sequência das investigações.

– Todos os elementos formais, como documentos e emails, foram entregues. Mas o teor deles e do depoimento vão continuar em sigilo – afirmou o procurador.

Comissão responsabilizou Venina ao lado de Duque, Costa e Barusco

Venina foi gerente executiva do Abastecimento-Corporativo entre 2005 e outubro de 2009 e integrou o Conselho de Administração da Refinaria Abreu e Lima ao lado de Paulo Roberto Costa e José Carlos Cosenza.

O relator da Comissão Interna de Apuração que investigou irregularidades nas obras da refinaria afirmou ela assinou em 2007, atendendo a pedido de Costa, o documento de antecipação de obras da refinaria, que teria causado problemas nas obras e a necessidade de vários aditivos contratuais com as fornecedoras,a maioria deles aumentando preços. Em 2008, ela e Pedro Barusco assinaram o documento que pedia a Duque e Costa a instauração de 12 licitações para a Refinaria. Segundo a Comissão, a diretoria executiva não foi comunicada sobre a mudança na estratégia para estas contratações. No mesmo ano ela assinou com Barusco Filho um pedido de inclusão de empresas na licitação (a vitoriosa foi a Engevix e a EIT) e não houve parecer jurídico para a finalização do processo licitatório.

O relator da Comissão foi Gerson Luiz Gonçalves, chefe da auditoria interna da estatal e gerente executivo mais antigo na empresa. Depois de finalizado o relatório, Venina foi demitida. Gonçalves também chamado a depor como testemunha de acusação pelo Ministério Público Federal.

Fonte: O Globo

 

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04/17

Que tal cobrar, Temer?

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04/17

Os idiotas protestam.

O PT no governo não resolveu o problema dos sem-terra, que agora acampam em Curitiba, na frente do Incra, para protestar com apoio petista.

Onte está a lógica e a inteligência deste p0vo? Não as tem, mesmo, só querem aparecer e perturbar a vida dos demais. Com o apoio do PT que foi incompetente em solucionar o problema dos sem-terra – entre outras questões nacionais.

Só foram competentes em roubar o país, como mostram a Lava Jato e as delações da Odebrecht.

E os idiotas ainda fazem protesto nas ruas das cidades brasileiras, com idiotas que os seguem.

JJ

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04/17

Sem noção.

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Maduro mostra quadro com Chaves, Simon Bolivar ao centro (que deve estar se revirando no caixão) e Jesus Cristo abençoando a trinca ao fundo. Perdeu totalmente o respeito e noção.

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04/17

Se ele não parar de delatar…

Se Marcelo Odebrecht continuar falando, já já vamos saber onde estão os corpos de Ulysses Guimarães e Eliza Samudio, quem mandou matar PC Farias, Celso Daniel, Edmundo Pinto e Odete Roitman,como o Fluminense chegou na série A sem passar pela série B, como o Curintia tem dois mundiais com uma libertadores, onde está o mundial do Palmeiras, o que aconteceu realmente no último episódio do desenho animado Caverna Do Dragão…e vai  chegar na construção das Pirâmides do Egito e nos Jardins Suspensos da Babilônia.

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04/17

Apro se posiciona contra concorrências predatórias.

A Apro (Associação Brasileira da Produção de Obras Audiovisuais) acaba de aderir ao movimento encabeçado pelas entidades APA (Advertising Producers Association), do Reino Unido; AICP (The Association of Independent Commercial Producers) e CFP-E (European Federation for Commercial Film Producers) contra as concorrências predatórias. Essa prática se resume aos processos de escolha com a participação de produtoras in house relacionadas as redes e grandes grupos das agências que promovem a concorrência. Além dos EUA e Reino Unido, já assinaram Suécia, Suíça, Turquia, Alemanha, França Dinamarca, Irlanda, Espanha, Grécia, Lituânia, Áustria, Sérvia e República Tcheca.

“Vemos a importância de participar desse movimento, que está lá fora sendo tratado como uma revolução por parte das produtoras, num momento em que por aqui também a questão passa a gerar preocupação”, afirma Sonia Regina Piassa, diretora executiva da Apro. Segundo a diretora, essa questão é importante já que o CENP (Conselho Executivo das Normas Padrão) proíbe a produção audiovisual in house, quando houver mídia, operando como agência e produtora.

O pleito das entidades é que se assegure que nenhuma informação aberta pelas produtoras durante os processos seja aproveitada pela empresa do próprio grupo, o que na prática é impossível de ser garantido, uma vez que as ideias criativas e a metodologia acabam sendo incorporadas nas próprias propostas.

“As produtoras se propõem a atuar em mercados de competição plena, porém têm de enfrentar uma situação em que as agências que as convidam para processos de concorrência também convocam suas produtoras in house para participar de todo o processo”, afirma Steve Davies, diretor executivo da APA.

Fonte: Propmark


COMENTÁRIO

A Abap deveria fazer o mesmo.

Toda concorrência que explora ideias é predatória.

JJ

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