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02/17

Amstel e o Carnaval.

“Se tem Amstel, não tem erro”. Assim a marca começa a sua campanha para o Carnaval 2017.

Com vídeos para TV e internet, a marca explorará os mercados de São Paulo, Rio de Janeiro, Recife, Brasília e Florianópolis.

As campanhas provocam indiretamente os concorrentes.

“O Carnaval é curto demais para beber qualquer cerveja” e “Você espera 360 dias por esses 5. Não vai beber qualquer cerveja” são alguns dos motes usados com bom humor.

Uma versão de 30 segundos explora o “Carnaval sem erros”.

As outras duas, de 15 segundos, servem como teasers e exploram os temas “O Beijo” e “A Fantasia”.

A criação é da agência J. Walter Thompson.

Assista:

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O Boticário.

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02/17

Mídia experior de impacto.

Oliver Khan

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02/17

O que o mercado valoriza em plataformas e publishers.

Realizada pela Troiano Branding para o Meio & Mensagem, a pesquisa Veículos Mais Admirados entrevistou mais de 800 executivos de agências e anunciantes para identificar os principais quesitos a fortalecerem a reputação de marcas entre Produtores de Conteúdo e Plataformas de Mídia. No resultado geral da pesquisa, a Globo lidera o ranking de Produtores de Conteúdo e o Facebook está na primeira posição dos top 10 de Plataformas de Mídia.

Veja todos os vencedores por meio aqui.

Aos respondentes, foi solicitado que atribuíssem diferentes pesos a diferentes atributos, conforme a importância específica de cada um deles segundo os objetivos do veículo, valor que é utilizado no cálculo do IPM (Índice de Prestígio da Marca). A Qualibest conduziu o campo e o processamento estatístico foi realizado pela Elementos Pesquisa, que questionaram os respondentes sobre 60 publishers e 25 plataformas.

No grupo de produtores de conteúdo, Valor Econômico se destaca em dois atributos, Conteúdo e Credibilidade. Já a Veja lidera o grupo em relação à influência.

tabela pq 26

produtores

No grupo de plataformas de mídia, o destaque fica por conta do Google (primeiro colocado em quatro dos seis atributos) e Facebook (primeiro do ranking em duas categorias).Três players puramente digitais, o Twitter, o LinkedIn (controlado pela Microsoft) e o Spotify, também fazem parte das menções entre os top 5. Finalmente, o segmento de out-of-home (OOH) destacasse por meio de três empresas — JCDecaux, Otima e Elemidia.

tabela pq 35

pmídia

Fonte: Meio e Mensagem

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Guiato apresenta o novo slogan “o seu app de ofertas”.

O Guiato, aplicativo de ofertas geolocalizadas, apresenta o novo posicionamento “o seu app de ofertas” em campanha institucional criada em parceria com a Revolution. A ação engloba peças em mídia impressa, digital e OOH.

“Ao assumir uma linguagem direta e plural, deixamos claro a função do aplicativo: ser a melhor opção para encontrar todo tipo de ofertas e vantagens para o consumidor”, disse Augusto Moya, diretor geral de criação da Revolution,

Com uma audiência em torno de 5 milhões mensais, o Guiato pertence a Bonial International Group e ao  Grupo Abril. Com interface intuitiva, o app traz ofertas de mais de 200 mil lojas cadastradas de cerca de 2.100 varejistas em todo o Brasil.

Fonte: Propmark

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Heineken leva brasileiros para assistir à final da UEFA.

Heineken celebra seu 11º ano de parceira com a UEFA Champions League com uma promoção para os consumidores brasileiros. Até 29 de abril, quem comprar 12 unidades de Heineken e se cadastrar no site poderá ganhar na hora brindes exclusivos da marca, como copos, roupas, mochilas, malas, carregadores portáteis de celular e mini mesas de pebolim, e ainda concorrer a uma viagem para assistir à final do campeonato europeu no dia 3 de junho, em Cardiff, no País de Gales.

A cada semana, 10 pessoas serão sorteadas e ganharão uma geladeira exclusiva da marca, além de uma convocação para participar de um quizz onde o primeiro colocado da semana ganhará uma viagem com tudo pago para a final. Ao todo, são mais de seis mil brindes instantâneos, 100 geladeiras e 10 viagens.

Para marcar o momento, a cerveja também lança sua nova campanha de UEFA Champions League no Brasil. Estrelado por José Mourinho, atual treinador do Manchester United e bicampeão da competição, e dirigido por Guy Ritchie, o filme criado pela Publicis Itália chama-se “Prep Talk” (“Conversa de Preparação”).

“Os jogos da UEFA Champions League já são uma espécie de espetáculo aos olhos de quem tem adoração pelo esporte e a ideia da campanha é inspirar os consumidores a deixarem essa experiência ainda mais intensa. Quem melhor para motivá-los do que José Mourinho, que hoje é técnico de um dos melhores times do mundo? ”, diz Vanessa Brandão, diretora da marca Heineken.

Fonte: Propmark

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Acuvue.

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Lições de uma aula de gestão para repensar modelos sob a ótica da inovação.

ideias

Acabo de voltar de um tour de inovação com o KES pelo Silicon Valley. Confesso, volto bem incomodado, sentindo-me desafiado, questionando tudo e mais um pouco: modelos, estruturas, dinâmicas, processos e perfis de profissionais. Inclusive o meu. Uma aula de gestão no contexto de repensar modelos, na ótica da inovação.

Todo gestor deveria tomar um chacoalhão desses. Não vai ter volta sem repensar como o business vem sendo feito na sua empresa. Tudo por lá provoca um novo mindset para gerir seu negócio.

Respiramos diferentes exemplos de inovação, que, a princípio, nada tinham a ver com nossas áreas. Mas logo se percebe que, sim, têm tudo a ver, porque no contexto de gestão o mais importante é o que está por trás das inovações (e não somente a inovação em si).

Com esse aprendizado, surge um novo modelo mental para se criarem novos negócios na empresa. É a quebra do velho pensamento linear (demanda – produção –  estoque – venda), para um pensamento exponencial (o que posso fazer para meu negócio crescer dez vezes). E isso só vai acontecer se houver um genuíno novo estilo de gestão, incentivando metas e ambiente para que a inovação surja na sua empresa. Ou, não reclame se ela aparecer numa start-up que pode criar um modelo disruptivo no seu segmento de mercado.

Algumas dicas:

Começar desaprendendo. Esqueça seus sucessos e tenha a humildade de estudar como aqueles garotos empreendedores aproveitaram as oportunidades que os big players deixaram de explorar. Em vez de pensarem na escassez de produto (como se pensa desde a Revolução Industrial), raciocinam pela abundância. Os exemplos estão aí: muitos desempregados possuidores de carro (Uber), muitas habitações sendo utilizadas somente de vez em quando (Airbnb), grande quantidade de gente refém de grade de televisão (Netflix), e por aí afora. E assim existem inúmeros outros, rompendo com o negócio como ele vinha acontecendo.

Incentivar o fracasso na sua empresa. O Google mostrou uma quantidade enorme de tentativas frustradas, para chegar aos seus best sellers. O truque indispensável: falhar rapidamente, por meio da prototipagem de ideias. Engano pensar em prototipagem exclusiva ao design ou ao produto físico. Há metodologias rápidas que nos ajudam a prototipar situações, modelos de negócio, iniciativas, definindo se devemos seguir com o projeto, ajustar ou abandonar, antes de envolver tempo, dinheiro e recursos.

Projeto para destruir a empresa. Selecionar aqueles profissionais mais ousados e questionadores e convidá-los a se reunirem, com um objetivo muito claro: destruir sua empresa, sob um mindset de ruptura com os padrões do mercado. Um grupo que questione tudo, do produto, do serviço, da cadeia… sempre no contexto de como se pode encurtar caminho e acelerar resultados. Se tiver êxito, estará fazendo um enorme favor para sua empresa, antes que um aventureiro disruptivo o faça. A principal inovação é olhar para o futuro.

Rever critérios do seu RH. Será que sua companhia está contratando do melhor jeito, ou ainda dá preferência ao perfil tradicional, em vez de trazer gente curiosa, inquieta, com perfil empreendedor e capacidade de colaboração. Conhecemos uma escola de programadores que não cobra anuidade, fornece equipamentos e moradia gratuitos, funciona 24 horas, não tem professores. A moeda de troca é um processo de seleção cruel, de 20 dias, em que os poucos que passam demonstram capacitação técnica aliada à capacidade de aprender rápido e trabalhar em grupo. O sistema de aprendizado é excepcional, os próprios colegas avaliam seu trabalho e os mentores ficam à disposição.

A ameaça à inovação está dentro de casa. Na maioria dos casos, a barreira está na política interna e na cultura organizacional, que não aceita fracasso ou não aceita (não estimula) ideias de fora. Os casos estudados mostraram que inovação, muito dificilmente, vem de dentro da empresa. Abra as portas e trabalhe com as comunidades, com as melhores pessoas. Você está com os profissionais que têm a mentalidade certa para isso acontecer?

Definir um percentual de tempo para a geração de novas ideias. Não só do gestor, mas também da equipe. O Google incentiva seus profissionais a investirem 20% do tempo no trabalho para pensar em algo fora da área de sua responsabilidade, desde que o projeto beneficie a empresa. As maiores oportunidades de inovação costumam estar na cadeia do seu segmento. Essa é uma maneira inteligente de manter as ideias revolucionárias dentro da própria empresa, em vez de deixar que sejam desenvolvidas numa start-up externa e acabem machucando seu negócio.

Evitar a armadilha do dia a dia. É grande o risco de voltar de um programa como esse e cair no dia a dia sem conseguir passar essa inquietude às pessoas, e principalmente à cultura da empresa, que costuma ser covarde à experimentação. Tudo é muito experimental. As maiores empresas não começaram como empresas. Encontre um jeito de manter vivo o bichinho da inquietação exponencial.

Agora, só resta a coragem para fazer o que tem de ser feito e assumir o papel de agitador da inovação. A obsessão por soluções exponenciais, que multiplica resultados em proporções inimagináveis poucos anos atrás, vai deixando de existir somente no mundo virtual e está por aí, à disposição de quem se predispõe a mudar o chip mental linear.

I left my heart (and a lot more) in San Francisco

Antonio Fadiga

CEO da Artplan São Paulo

Em Meio e Mensagem

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02/17

Diante dos fatos.

Uma das coisas menos necessárias que o público tem hoje à sua disposição é mais um artigo na imprensa brasileira falando mal de Donald Trump. O imperador Calígula, se fosse vivo, teria uma imagem melhor que a dele na mídia mundial – e olhem que ainda faltam quatro anos para o homem ir embora, a menos que consiga repetir o feito de Dilma Rousseff e ser despejado da Casa Branca antes do prazo. Nas poucas semanas desde sua posse como presidente dos Estados Unidos, ou desde que foi eleito, ou desde que saiu candidato, Trump tem sido provavelmente o maior saco de pancadas que jamais apareceu na vida pública americana. Um jornal de prestígio internacional chegou a fazer uma pesquisa, extensa e erudita, sobre as origens da palavra mentira na língua inglesa, para informar aos leitores que ela podia, sim, ser aplicada em sã consciência a praticamente tudo que Trump diz. Outro veículo de igual renome fez uma denúncia, com toda seriedade, para “desconstruir”o que Trump come – hambúrguer, bacon, salgadinhos. Naturalmente, os especialistas ouvidos ficaram indignados; uma dieta dessas, garantiram, faz tão mal que pode afetar suas decisões. Criticaram seu filho de 10 anos de idade – e por aí a fora. O que ficou faltando?

Muita coisa, ainda, levando-se em conta o talento demonstrado até agora pelo presidente para ter sempre na ponta da língua alguma frase que vai ofender alguém – e, desde que assumiu o cargo, as decisões que tem tomado. Seja como for, apesar de tudo o que já se falou e ainda vai se falar sobre Donald Trump, talvez fosse o caso de lembrar que pouco se mencionou aquele que, no fundo, pode ser o seu pior traço – a tentativa e as promessas de recriar um mundo extinto. Foi com essa conversa que ele conquistou a imaginação de mais de 60 milhões de eleitores, número que, embora inferior ao de sua adversária, foi suficiente para torná-lo presidente pelas regras eleitorais americanas. Só que agora Trump está com o problema de entregar o que essa gente toda está esperando – e isso não dá para fazer, nem agora nem mais tarde. A dificuldade começa por uma de suas frases de maior sucesso durante a campanha: “Comprem produtos americanos, empreguem cidadãos americanos”. Fica bonito no palanque, mas na vida real não pode ser transformado em nada de concreto. É demagogia, ou marketing eleitoral feito unicamente para caçar voto, e isso só serve em campanha; para governar é inútil.

Comprar produto americano? De que jeito? Milhões de cidadãos americanos compram produtos importados todos os dias, na sua vida cotidiana, porque simplesmente não há produtos americanos para comprar. Onde alguém vai encontrar um par de tênis americano, por exemplo, ou um aparelho de som? São indústrias que não existem mais nos Estados Unidos, como milhares de outras; fazem parte de um mundo que acabou. “Empregar americanos”, como quer Trump, é mais difícil ainda. A maioria das pessoas não emprega ninguém, porque não tem emprego nenhum a dar; elas estão preocupadas, isto sim, em arrumar um emprego para si próprias. As empresas, que poderiam contratar, frequentemente não têm opção: dão emprego a estrangeiros, que em geral não são sindicalizados ou organizados, porque fica mais barato. Muitas, na verdade, transferem para o exterior suas linhas de montagem, em busca de custos trabalhistas menores – sem o que não conseguem competir com ninguém. Pior ainda é a história de “devolver aos americanos”os empregos que lhes foram “roubados”. Nada foi roubado, e, portanto, nada pode ser devolvido: os empregos que Trump fala desapareceram com o progresso e não podem ser criados de novo.
Como devolver aos americanos os bons empregos em indústrias “tradicionais”se elas morreram, ou produzem hoje outras coisas? Não é possível criar de novo postos de trabalho para a fabricação de rádios a válvula, réguas de cálculo ou filmes para máquina fotográfica; são produtos que não existem mais, e não podem gerar emprego algum. Na mesma linha, pergunta-se para que servirá o famoso “muro”de 3000 quilômetros que Trump quer construir na fronteira com o México, para impedir a entrada de mexicanos em território americano. É duvidoso que consiga – ou que sirva para resolver o problema. E o que ele pretende fazer com os dois oceanos que separam os Estados Unidos da Ásia, de um lado, e da Europa e da África, do outro? Imigrantes clandestinos não vêm só do México. Cada vez mais, de agora em diante, Trump terá de lidar com os fatos.
J.R.Guzzo, jornalista, em Veja.

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02/17

Brasil.

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