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03/17

E-book gratuito ensina como anunciar no Google sem cometer erros básicos.

google

Como ter resultados por meio de anúncios na internet? Como levar a mensagem da empresa para o público-alvo correto? Essas e outras perguntas são respondidas por Fabio Ricotta, CEO da Agência Mestre e especialista em Marketing Digital de Performance, que explica que as empresas precisam estar atentas às oportunidades que a internet tem a oferecer para que o negócio possa ser conhecido e reconhecido por cada vez mais pessoas.

Por sempre ser requisitado para falar sobre anúncios no Google, Ricotta elaborou o e-book gratuito para que empresários, empreendedores e gestores tenham dicas práticas sobre como divulgar o negócio através da internet, ensinando quais são as palavras-chave corretas para serem usadas e quais são as melhores segmentações para ter sucesso nas campanhas de Adwords. “Acredito que ter em mãos um conteúdo como este pode ajudar e muito as pessoas que precisam conquistar resultados e aumentar as vendas”, comenta.

O especialista finaliza o e-book falando sobre remarketing e como ele pode ser aproveitado para impactar novamente pessoas que já passaram pelo site, direcionando esses usuários a concluírem uma conversão, ou seja, realizarem a tão esperada compra.

Para baixar o e-book, basta clicar aqui.

Fonte: Adnews

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03/17

Os smartphones se tornarão o controle remoto do mundo.

smatphone controle remoto

Foi-se o tempo que utilizávamos nossos telefones prioritariamente para fazer e receber chamadas. Os antigos aparelhos celulares, hoje chamados de smartphones, exercem muito mais do que essa função inicial: atualmente diversos apps para Android e iOS os “transformam” em uma espécie de controle remoto da TV. Mas essa é apenas uma faceta desses aparelhos, que, a cada dia que passa, mais fazem parte do “pacote básico” carregado nos bolsos ou bolsas de usuários pelo planeta afora.

Falar ao telefone celular é o que menos se faz

Segundo uma pesquisa recente do IBGE, os equipamentos móveis se consolidaram de vez como principais meios de acesso à internet no Brasil. De acordo com o Instituto, 92,1% do acesso à rede são feitos por esse tipo de equipamento no País – batendo, pela primeira vez, os computadores pessoais, ou seja: ele vem se transformando em carteira eletrônica, central de serviços financeiros, trabalho e lazer, tudo em uma coisa só. Para se ter ideia do que isso representa, basta dizer que algo que há uma década parecia pouco provável já está acontecendo.

Isso porque o smartphone reúne uma série de características que têm tudo a ver com a geração dos Millennials – que está recebendo o bastão e dará as cartas pela próxima década, no mínimo. Trata-se de uma geração hiperconectada, preocupada com o uso inteligente de seu tempo e com a sustentabilidade em todos os aspectos da vida e que transformou as redes sociais na versão digital (e visceral) do “power to the people”.

De volta aos números do estudo do IBGE,  eles vão ao encontro da terceira edição da pesquisa PayPal/lpsos, divulgada em novembro do ano passado, segundo a qual 17% de tudo comprado online no Brasil nos 12 meses anteriores teve como ponto de partida um smartphone. Em 2015, o mesmo indicador havia registrado 13%. Ou seja, quem adquire o aparelho passa a usá-lo para tarefas antes mais fáceis de ser executadas à frente de um PC. É, sem dúvida, a revolução dos devices móveis.

Outra prova de que o futuro pertence a eles é outro estudo contratado em 2016 pela PayPal Brasil, este à Euromonitor International. De acordo com ele, até 2020, cerca de 4,5 bilhões de pessoas no mundo inteiro serão assinantes de internet móvel. No Brasil, esse número deve bater os 250 milhões de usuários até o final desta década.

Projeções futuras

De acordo com o que já estamos testemunhando, sua e-wallet terá formatos cada vez mais ergonômicos, será à prova de quedas, poderá ter opções com tela dobrável e que se pode vestir, como um bracelete high-tech, ou até implantado no corpo. O protótipo de uma versão “gelatinosa”, combinação de alumínio com resinas naturais, já está operante, embora ainda não à venda – e ela é capaz, inclusive, de se consertar sozinha.

O smartphone do futuro também reconhecerá (além da impressão digital e da íris) o rosto do usuário, avaliará seu humor, e trabalhará com comandos de voz diretos, sem qualquer tipo de digitação necessária. Ou seja, se tornará orgânico, parte das pessoas. Isso quer dizer que a expressão “estou me sentindo nu sem meu celular” fará sentido quase literal.

A verdade é que não importa se o smartphone como o conhecemos se transformará em um item vestível ou um holograma ou o que quer que a imaginação humana possa inventar. A única certeza é que ele já está se tornando indispensável como nenhum outro device jamais sonhou ser – e se tornará, cada vez mais, o controle remoto do nosso mundo.

Mario Mello é diretor geral do PayPal para a América Latina.

No Adnews.

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03/17

Tendências de conteúdo.

infográfico - tendências de marketing de conteúdo

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03/17

Morreu o Milton Ivan.

Aos 86 anos, Milton Ivan Heller morreu nesta quarta-feira. Combativo jornalista, trabalhou em vários órgãos de imprensa de Curitiba e também de fora. Autor de livros sobre história e política do Paraná. 
O sepultamento será hoje, quinta, 17 horas, no Cemitério Jardim da Saudade I, onde ocorre o velório.

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03/17

Bela foto!

A imagem pode conter: céu, oceano, nuvem, crepúsculo, atividades ao ar livre, natureza e água

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03/17

Associação dos Anunciantes dos EUA cobra transparência das redes sociais com dados.

Amazon, Snapchat, Twitter, Instagram, Linkedin, Pinterest e Foursquare. Estes foram os nomes intimados pela Association of National Advertisers/ANA – Associação Nacional dos Anunciantes, dos EUA, a derrubarem seus jardins murados.

De acordo com comunicado divulgado pela entidade, essas plataformas de publicidade digital ainda precisam adotar auditorias independentes para campanhas.

Recentemente, Google e Facebook anunciaram que alguns de seus dados seriam auditados pelo Media Rating Council, como o tamanho da audiência.

“Abracem a transparência”, disse Bill Duggan, vice-presidente executivo da ANA, que realizou uma pesquisa com 113 de seus membros. E 89% deles veem as auditorias independentes com bons olhos. O restante demonstrou-se neutro ou preocupado com a privacidade dos consumidores. Embora Duggan diga que não esse não é um problema para auditorias.

No mês passado, Google e Facebook anunciaram que iriam se comprometer com o Media Rating Council na verificação dos dados das campanhas. Os movimentos dos dois players ocorreram após uma chamada de Marc Pritchard, chief brand officer da Procter & Gamble, para que a cadeia da publicidade digital se tornasse mais “limpa”.

Os anunciantes são menos confiantes em relação aos anúncios online pois a indústria sofreu durante anos com a fraude no tráfego e com padrões de viewability incertos.

No ano passado, o Facebook prometeu oferecer melhores mensurações depois de detectar falhas em seus relatórios sobre visualizações em campanhas de vídeo e em outros dados. O ocorrido desencadeou uma onda de exigências por parte do mercado para que houvesse mais transparência nesse quesito.

“Amazon, Foursquare, Instagram, Linkedin, Pinterest, Snapchat e Twitter: a ANA quer que essas organizações adotem a transparência e derrubem seus jardins murados”, diz a entidade na pesquisa.Nem todas as companhias se manifestaram, mas algumas estão conversa com a MRC, como o Twitter.

Enquanto isso, os dados do Snapchat estão abertos para a mensuração por terceiros, como Moat, Integral Ad Science e outros parceiros. As auditorias ajudariam a verificar o que é reportado por essas empresas. Apesar de pertencer ao Facebook, Instagram possui outras diretrizes de mensuração, afirma a ANA.

“Uma frustração dos anunciantes é o fato de não poderem otimizar seus investimentos se os jardins murados não abrirem suas portas e começarem a compartilhar dados”, diz Duggan.O Pinterest disse que está conversando com o MRC e outras auditorias, mas está focando parceiros como Moat, que recentemente começou a fazer parte de seu programa de parceiros de marketing.

“Nossos anunciantes e agências parceiros apoiam essa estratégia e priorização. Acreditamos que conduziremos auditorias no futuro e estamos comprometidos com a mensuração feita por terceiros”, disse uma porta-voz da rede social.

Fonte: Advertising Age

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03/17

Visa cria óculos que efetua pagamentos

visa lança oculos para pagar

Preocupada em expor ao mercado novas possibilidade de pagamento, a Visa criou um óculos que efetua o trâmite. Depois da pulseira de pagamento, feita em parceria com o Bradesco, a última criação, que ainda é um protótipo, é um par de óculos de sol equipado com chip NFC que também serve para substituir o seu cartão de crédito/débito tradicional. Para efetuar os pagamentos, basta aproximar os óculos da maquininha e pronto!

O piloto poderia ser interessante para turistas ou por quem vai à praia, já que você não teria que carregar sua carteira. Mas, por enquanto, nada impede que outra pessoa use teus óculos de sol para fazer os próprios pagamentos; você teria que entrar em contato com o emissor do cartão para bloqueá-lo, caso isso acontecesse.

Veja também: Já pensou em transformar automóveis e eletrodomésticos em PDVS?

Então por que lançá-lo, afinal? Ao Mashable, Sam Shrauger, vice-presidente de soluções digitais da Visa, diz que o propósito é demonstrar “o que todos sabemos que vai acontecer”: os dispositivos conectados – ou qualquer coisa que possa ter um chip – também servirão como método de pagamento.

A Visa vai testar os óculos pela primeira vez na Liga Mundial de Surfe 2017 na Austrália, patrocinada pela empresa. Para isso, entregou os dispositivos para quinze parceiros e influenciadores que estarão no evento.

Fonte: Adnews

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03/17

O uso pesado das mídias sociais começou a criar ansiedades.

Uma rede social baseada no amor e não nos likes. Essa é a proposta de Orkut Buyukkokten, fundador da rede social que leva seu nome, para a recém-criada Hello. O objetivo, basicamente, é construir relações fundamentadas nas paixões, unindo pessoas em ‘comunidades’, que ficaram muito populares no extinto Orkut. Os sentimentos verdadeiros, inclusive, fazem parte do discurso do executivo, que analisa como a internet mudou as relações humanas e substituiu o ‘olho no olho’.

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O Brasil tem uma visão realista sobre ele mesmo, afirma Buyukkokten. Expressividade, receptividade e amizade são características apontadas pelo executivo que ajudam os usuários brasileiros a transferir o comportamento offline para a ‘vida online’. Além disso, o país tem abertura às novas tecnologias e são ‘early adoptors’.

“Nosso mundo está mais conectado que nunca, porque se tornou fácil estar ligado a milhões de pessoas ao mesmo tempo. Tudo está ao nosso alcance e, infelizmente, o uso pesado das mídias sociais começou a criar ansiedades e depressões nas nossas vidas. Na maioria das vezes, nos escondemos atrás das nossas telas e assistimos a feeds de destaques, evitando interagir com as pessoas cara a cara”, afirma Buyukkokten.

Como resultado, segundo ele, as pessoas ficam mais solitárias e infelizes do que nunca. Afinal, conhecer alguém pessoalmente ou ter experiências reais é o que aproxima e conecta. O medo de expressar a autenticidade e a personalidade criada no ambiente online podem estar construindo barreiras. Como consequência, se torna muito difícil encontrar intimidade, companheirismo e amor no mundo real.

“Existem centenas de aplicativos e sites que prometem nos ajudar a fazer amigos e encontrar o amor, mas ainda há muito ódio no mundo e estamos sozinhos. Me entristece ver que, com todos os avanços em tecnologia e software, estamos mais solitários do que nunca. O que compartilhamos online representa o que pensamos e o que achamos que o mundo quer ver, e não realmente aquilo que temos por dentro. Quando não nos sentimos seguros, expressando nossos verdadeiros ‘eus’ online, nos isolamos ainda mais. Espero que o futuro da mídia social nos aproxime, nos conecte e crie um mundo melhor”, diz Buyukkokten.

A rede social Orkut foi criada em 2004 com o nome de seu fundador. O objetivo inicial da rede era os Estados Unidos, mas a maioria dos usuários estavam localizados no Brasil e na Índia. Em solo brasileiro, foram conquistados mais de 30 milhões de usuários, mas a rede perdeu popularidade com o crescimento de seu principal concorrente, o Facebook. O Google, do qual a rede social era filiada, anunciou o seu fim no dia 30 de setembro de 2014, gerando comoção dos usuários brasileiros. No entanto, um ‘museu de comunidades’ foi criado e reúne mais de um bilhão de mensagens trocadas nos tópicos de discussão. Além disso, até 30 de setembro de 2016, os internautas puderam resgatar as informações armazenadas na rede social através da ferramenta Google Takeout.

Buyukkokten conta que o Orkut.com foi construído e pensado para uma geração diferente. Há um pouco mais de uma década, ele explica que o mundo estava vivendo, pela primeira vez, a exposição nas redes sociais. “Hoje em dia, as pessoas estão em vários serviços de mídia social ao mesmo tempo. Outra grande mudança nesse cenário foi a transição do desktop para os navegadores em smartphones e dispositivos móveis. Estamos sempre conectados, online e multitarefas, em múltiplas plataformas”, comenta.

Quando questionado sobre tendências para os próximos anos, os vídeos aparecem como a grande aposta de Buyukkokten para as redes sociais. A mobilidade vai viabilizar, cada vez mais, a produção de filmes e da experiência online relevante. “A mídias sociais são uma paisagem em constante evolução. É muito importante inovar e permanecer em contato com as novas gerações, atualizando os padrões de uso e usando a sensibilidade das comunidades. As redes sociais que não evoluem ao longo do tempo correm o risco de ficar desatualizadas ou irrelevantes”, diz.

Nesse contexto, o fim do Orkut para o seu fundador foi um ‘capítulo incrível da história’, mas uma experiência para outro tipo de geração. Com isso, a proposta da Hello se configura destinada a aproximar pessoas por suas paixões e expandindo as possibilidades a quem se conectar. O lançamento de Buyukkokten chegou ao Brasil em julho de 2016 e está presente em 13 países.

“Ela é a primeira rede social construída sobre ‘amores’ e não ‘likes’. Na Hello, estamos construindo um caminho mais fácil para fazer conexões, e tudo começa com um ‘Olá’. Um gesto simples e amigável pode ser o começo de algo novo e bonito. Estamos criando uma comunidade onde todos se sentem bem-vindos, incluídos, e não são julgados. Quando expressamos ou somos autênticos, em nossas paixões e interesses genuínos, seguimos pelo caminho do amor e da felicidade, que é a coisa mais importante que você poder ter nesse mundo”, esclarece.

Fonte: Propmark

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Garoto-propaganda.

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