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Nova marca da RBS SC será escolhida em voto popular.

Oprocesso de escolha da nova marca da RBS em Santa Catarina foi comunicado na manhã desta quarta-feira, 19, aos funcionários da empresa. Em teleconferência, Mário Neves, presidente das operações da RBS SC, comprada pelo Grupo NC em março do ano passado, informou que a escolha da marca que batizará a holding e a RBSTV será via voto popular.

Credito_Emerson_Souza

Da esquerda para a direita: Mário Neves, Carlos Sanchez, Eduardo Sirotsky Melzer, Lírio Parisotto (que não está mais no negócio), Nelson Sirotsky, Marcus Sanchez e Pedro Sirotsky.

Os três nomes que serão colocados para votação foram escolhidos em um trabalho em conjunto com a consultoria Interbrand iniciado em julho do ano passado. O primeiro é Lig, que remete à ligação. O segundo é a sigla NSC, de Nossa Santa Catarina e o terceiro DNC, que remete à DNA catarinense. A campanha de escolha do nome começa em dez dias e deve durar 15 dias. Ela será protagonizada pelos principais comunicadores dos oito veículos do grupo: RBSTV, Diário Catarinense, Jornal de Santa Catarina, A Notícia, Hora de Santa Catarina, Rádio CBN Diário, Rádio Itapema e Rádio Atlântida.

Conforme Meio & Mensagem apurou, após a escolha dos nomes será iniciada um novo processo de construção de identidade visual que deve durar até dois meses e também será conduzido pela Interbrand. Só depois será iniciada uma campanha definitiva de comunicação da nova marca. As operações da RBS SC foram compradas pelo Grupo NC em março de 2016 e aprovadas pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) em junho daquele ano.

O valor da negociação não foi divulgado, no entanto, estimativas do mercado avaliam que a venda supere R$ 1 bilhão. A concretização da venda foi em agosto. Dentre vários trabalhos desenvolvidos pela Interbrand, o mais recente foi o projeto de escolha de nova marca da empresa resultante da associação entre Tam e Lan que deu origem à Latam. O empresário Carlos Sanchez e outros investidores assumirão as operações de televisão, rádio e jornal que atuam sob a marca RBS em SC.

Fonte: Meio e Mensagem

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Coca-Cola coloca sobrenomes nas embalagens.

Campanha do verão de 2017 da Coca-Cola (crédito: reprodução)

Campanha do verão de 2017 da Coca-Cola, nos EUA.

Desde o lançamento de sua ação “Share a Coke” nos Estados Unidos em 2014, a Coca-Cola vem tentando realizar uma aproximação com seus consumidores. A prova disto está neste verão, quando a marca ficará ainda mais pessoal ao adicionar sobrenomes à mistura. Sem aparecer em garrafas que já contenham nomes, os rótulos incluirão sobrenomes como Johnson, Smith ou Lopez, enquanto outros irão levar identificações como Chris, Sarah ou Matt. “Sobrenomes nos darão a oportunidade de convidar mais pessoas para a campanha”, disse Evan Holod, diretor de marca da Coca-Cola. “É apenas uma ótima maneira de atingir nosso objetivo”.

A marca também está estabelecendo a conexão com os consumidores, em eventos como reuniões familiares e casamentos, ele acrescentou. Enquanto os nomes aparecerão aleatoriamente no varejo, as pessoas podem fazer encomendas personalizadas no ShareaCoke.com — que será executado de maio a julho de 2017.

O marketing, que trabalhou com uma empresa de análise de informações, identificou 200 sobrenomes populares que representam cerca de um quarto da população de pessoas, entre as idades de 13 a 34, nos Estados Unidos. Agora, a lista de nomes da marca inclui mais de 800 opções.

A Coca-Cola lançou “Share a Coke” na Austrália, em 2011. A ação chegou aos Estados Unidos em 2014 e provou ser um sucesso, ajudando a marca a crescer seu volume de vendas naquele ano, pela primeira vez desde 2000. A Coca-Cola começou, em 2014, com os 250 nomes mais populares, entre adolescentes e millennials. Este ano, o maior número de nomes vai cobrir mais de 77% da população geral nos Estados Unidos, pessoas com idades entre 13 e 34, de acordo com a marca.

A popularidade da tática prova que ideias simples de marketing são, muitas vezes, as melhores ideias. Ao carimbar nomes nos pacotes, a Coca-Cola está alimentando uma sede de personalização e customização. Existindo, desta maneira, um claro apelo pela vaidade, uma vez que aparentemente os consumidores gostam de ver seu próprio nome em qualquer lugar, mesmo que seja em uma garrafa de refrigerante. Mas as pessoas não apenas procuram seus próprios nomes. Elas também procuram nomes de amigos e familiares, diz Holod.

Como qualquer coisa, o truque é manter o programa fresco, o que a Coca-Cola tem feito ao experimentar conceitos diferentes ao longo dos anos. No verão passado, por exemplo, a marca colocou letras de canções em suas latas — como “We are the champions”, da banda Queen —, comercializando-a como “Share a Coke and a Song”.

Este ano, a Coca-Cola está alterando a campanha para “Share an Ice Cold Coke”, na tentativa de estimular a demanda por refrigerante em dias quentes de verão. Os anúncios em vídeo, incluindo TV, serão alimentados neste tema. A principal agência criativa da campanha é a Fitzgerald & Co., da McCann Worldgroup. Holod afirma que a ação receberá 13 semanas de “apoio intenso dos meios de comunicação”, incluindo três novos filmes na televisão.

Embora alguns sobrenomes possam ser mais populares em algumas regiões do país do que outros, a Coca-Cola não tem planos de segmentar regionalmente certos nomes. Holod diz estar confiante que a marca terá a combinação certa de nomes para atender a demanda em todas as regiões. A Coca-Cola forneceu a seguinte lista de sobrenomes como alguns dos mais populares em toda a sua população alvo: Smith, Johnson, Williams, Miller, Garcia, Davis, Rodriguez, Martinez, Hernandez e Lopez. Quanto aos nomes, Michael é o número 1.

Fonte: Advertising Age

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04/17

Requião mentiu. Moro afirma que não foi consultado por ele, na formulação da lei de abuso de autoridade e que não concorda com o texto apresentado pelo senador.

O relator da proposta que atualiza a lei do abuso de autoridade, senador Roberto Requião (PMDB-PR), anunciou nesta quarta-feira, 19, que vai retirar menção ao juiz federal Sérgio Moro do seu novo parecer. No texto apresentado esta semana, Requião afirmava que Moro foi consultado e teria aprovado o substitutivo, mas acabou sendo desmentido pelo magistrado. O parlamentar faz a leitura do texto na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado.

Após atualizar o artigo que trata do chamado crime de hermenêutica, principal divergência entre o senador e os procuradores, o relator escreveu que: “é relevante destacar que, consultado por este Relator, o Juiz Sérgio Moro aquiesceu com a redação ora proposta”. Requião justificou que iria retirar o trecho, pois “não conversou mais” com o juiz da Operação Lava Jato. Moro foi um dos convidados nas audiências públicas do Senado para debater o tema, no final do ano passado.

O juiz publicou uma nota em que nega ter avalizado o texto: “Consta, no parecer do senador Requião sobre o projeto da lei de abuso de autoridade, afirmação de que eu, juiz Sérgio Moro, teria sido consultado e concordado com a redação por ele proposta para o parágrafo segundo do artigo 1 do substitutivo. Isso, porém, não é verdadeiro, estando o Senador absolutamente equivocado pois não fui consultado e não concordo com a redação proposta”, informou Moro.

Para o juiz, “a redação proposta no substitutivo do senador não contém salvaguardas suficientes para prevenir a criminalização da interpretação da lei e intimidara a atuação independente dos juízes”.

Fonte: Estadão

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04/17

Odebrecht tinha R$ 700 mil em cofre para reformar ‘sítio de Lula’.

O diretor de Engenharia da Odebrecht Emyr Diniz Costa Junior trouxe novos detalhes de como a empreiteira atuou na reforma do sítio Santa Bárbara, em Atibaia, interior de São Paulo, cujo real proprietário seria o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, segundo a força-tarefa da Operação Lava Jato — o que é veementemente negado pelo petista. As obras teriam sido executadas entre dezembro de 2010 e janeiro de 2011, quando Lula deixou a Presidência no fim do segundo mandato.

Um dos 78 delatores da Odebrecht, Costa relatou à Procuradoria-Geral da República (PGR) que até comprou um cofre para guardar os 700.000 reais em espécie usados para bancar a reforma. “Nunca tinha manejado uma obra com somas dessa natureza. Então, eu comprei um cofre desses que você compra nesses caminhões. Coloquei dentro do armário da minha sala”. Ele contou que as cifras vieram do setor de Operações Estruturadas, o célebre departamento de propinas da Odebrecht. Um malote com o dinheiro foi entregue em seu escritório após ele dar ao emissário uma senha, da qual disse não se recordar mais.

Costa afirmou que, semanalmente, separava 100.000 reais em envelopes para entregar ao engenheiro da Odebrecht Frederico Marcos de Almeida, responsável pelas obras do sítio, que, por sua vez, repassava os valores a uma pessoa identificada como Aurélio. Posteriormente, ele descobriu se tratar de Rogério Aurelio Pimentel, ex-assessor especial de Lula.

Os recursos, segundo ele, foram utilizados para custear a construção de um alojamento para os seguranças de Lula, uma edícula de quatro suítes, uma sauna, uma adega e o conserto de um vazamento na piscina. “O senhor Aurélio até pediu para fazer mais coisas, como um pomar,  quadra de tênis, mas não foi possível pelo prazo e pelo período chuvoso”, explicou o delator.

Contrato falso

Em maio de 2011, após as obras serem concluídas, o diretor foi chamado a uma reunião presencial com o advogado de Lula Roberto Teixeira em seu escritório em São Paulo. Na ocasião, segundo contou, disse ter sido orientado a produzir um contrato falso para, conforme suas palavras, “regularizar a construção de forma que não parecesse que ela tinha sido feita para benefício de Lula nem tampouco pela Odebrecht”.

Segundo o delator, ele providenciou o documento, que foi redigido em nome de Fernando Bittar, o dono legal do sítio, com uma empreiteira local ao custo de 150.000 reais — “o valor mais baixo para ser com compatível com a renda de Bittar”, disse. A nota fiscal emitida e o contrato falso foram entregues em mãos a Teixeira em um segundo encontro. Ele disse à PGR que nas duas ocasiões se registrou na portaria do prédio do escritório.

No depoimento, o delator afirmou ter sido informado por seus superiores de que as obras eram destinadas ao ex-presidente Lula, mas ressaltou que não teve nenhum contato com o petista nem com algum de seus familiares. “Às vezes, o Frederico [o engenheiro] ia perguntar algum detalhe técnico da obra e o Aurélio [o assessor da presidência] dizia que iria perguntar para dona Marisa [Letícia, esposa do ex-presidente Lula, falecida em fevereiro deste ano]”, contou ele.

Além de Costa, outros executivos da Odebrecht, como Marcelo, Emílio, Alexandrino Alencar e Carlos Armando Paschoal, relataram à PGR como a empresa se organizou para realizar as obras no sítio de modo discreto e como um presente a Lula, assim que ele deixasse o Palácio da Alvorada, em Brasília.

Em nota, o advogado Roberto Teixeira afirmou que Fernando Bittar era seu cliente e que atuou para formalizar o “pagamento do valor devido pelos serviços”. Ele também ressaltou que “jamais propôs, orientou ou executou qualquer ato ilegal” em seus 47 anos de carreira como advogado. A defesa de Lula sempre frisou que o ex-presidente não é dono do sítio e que, portanto, não pode ser acusado de nenhuma irregularidade.

Confira abaixo a nota na íntegra do advogado Roberto Teixeira.

“Jamais propus, orientei ou executei qualquer ato ilegal na minha trajetória de 47 anos ininterruptos de exercício da advocacia. A delação premiada de Alexandrino Alencar tem sido utilizada por alguns veículos de imprensa para atribuir a mim participação em afirmada emissão de documentos falsos relativos a obras realizadas em um sítio em Atibaia, de propriedade do meu cliente Fernando Bittar. A verdade é que o próprio Alexandrino Alencar afirmou em sua delação o que eu mesmo sempre deixei claro: “que o sítio é do Fernando Bittar” e que minha atuação, enquanto seu advogado, era a de formalizar as obras realizadas como condição para que Fernando Bittar, meu cliente, fizesse o pagamento do valor devido pelos serviços. Reafirmo que minha atuação na advocacia sempre foi pautada pela ética e pela observância às leis”.

Fonte: Veja

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04/17

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04/17

Lula era ‘cartão de visita’ da Odebrecht no exterior, afirma delator.

O executivo da Odebrecht Alexandrino de Alencar afirmou, em delação premiada, que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva era um “popstar” em países da África e da América Latina. Segundo ele, o petista era um “cartão de visitas” da construtora. Alexandrino destacou a importância de que chefes de Estado soubessem que Lula tinha uma relação diferenciada com o grupo. De acordo com o depoimento, a empreiteira promovia palestras do ex-presidente para “vender o Brasil” e que convidava jornalistas e formadores de opinião para “mostrar a relação” da empresa com Lula.

Alexandrino alega ter sido apresentado ao ex-presidente por Emílio Odebrecht, em 1994. O patriarca do grupo havia conhecido Lula por meio do ex-governador de São Paulo Mário Covas (PSDB/1995/2001). “Na época o grupo estava iniciando uma investida extremamente agressiva na área de petroquímico. E, como essa área antes era estatal, precisávamos conversar com lideranças sindicais mais à esquerda de modo a tentar influenciá-los e mostrar que não era uma ruptura que estava acontecendo e sim uma continuidade de uma maneira mais competitiva e mais aberta”.

A relação teria continuado, segundo o diretor da Odebrecht, após o período em que Lula se elegeu à presidência da República. O interlocutor do grupo com o petista teria sido o homem forte do chefe do executivo Gilberto Carvalho, que recebeu o apelido de “seminarista” em trocas de e-mails de executivos da construtora. “Emílio tinha algumas reuniões com lula, se ficava alguma pendência de agenda depois eu cobrava o Gilberto. Ficou aquela pendência, como está andando? Ele fazia um follow up do que estava andando”.

Quando Lula viajava a países do exterior, ainda à época em que estava na presidência da república, a Odebrecht enviava documentos sobre a situação das obras da construtora no país para que o petista levasse durante as visitas. Usualmente, a “ajuda de memória” era elaborada por diretores da empreiteira nos países e passava pelo crivo de Marcelo Odebrecht, segundo relata o delator.

“Ele ia para o Peru, para o Panamá, onde tínhamos obras, então mandávamos uma ajuda de memória de uma página, não mais do que isso, para contextualizar o presidente nos assuntos do Panamá”, relatou.

Já à época em que havia saído da presidência, de acordo com os depoimentos da Odebrecht, a empreiteira teria financiado palestras do petista por meio do Instituto Lula. A primeira delas teria sido no Panamá, onde a Odebrecht tinha contratos para obras públicas. “Ele foi fazer uma palestra com empresários e a presença do presidente Martinelli. Depois, tivemos um jantar no qual estava o presidente Martinelli e voltamos para o Brasil. Formadores de opinião, a imprensa, as obras, isso tudo cria um ‘goodview’ interessante do país”.

Alexandrino de Alencar lembrou que os valores eram acertados com Paulo Okamotto, que usou, como preço a se cobrar, o “parâmetro Bill Clinton” e de outros “presidentes internacionais”, que cobravam na faixa de US$ 100 mil. “Subiu a régua e precificou US$ 200 mil. Que me conste, as quarenta e tantas palestras que ele fez foram todas US$ 200 mil dólares”.

“O Lula é uma figura nos países na África e América Latina, quase um ‘popstar’. Com respeito, então ele levava uma imagem positiva. Nós combinávamos, e que é muito público, que todo lugar que ele ia, ele fazia uma palestra. Uma palestra de vender o Brasil. Logicamente, que nosso pessoal lá estava por trás convidando formadores de opinião e jornalistas para mostrar essa relação nossa com ele”.

Segundo o delator, as palestras não “abriam portas”, mas eram um “cartão de visita muito importante o presidente do país saber que ele tinha uma relação diferenciada com o grupo”.

Fonte: Istoé

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Disse Emílio Odebrecht:

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04/17

Curitiba alerta sobre Baleia Azul após 5 tentativas de suicídio.

A Prefeitura de Curitiba emitiu nesta terça-feira um alerta aos pais sobre o jogo da Baleia Azul, que incentiva o suicídio, depois que a rede municipal de saúde registrou nesta madrugada cinco tentativas de suicídio entre adolescentes de 13 a 17 anos, que foram atendidos e encaminhados para acompanhamento em Centros de Atenção Psicossocial (Caps).

Em todos o casos, diz a prefeitura, havia sinais de automutilação e ingestão de medicamentos. O jogo da Baleia Azul, que surgiu nas redes sociais russas e virou uma grande preocupação recente dos pais no Brasil, lista uma série de desafios aos participantes, que incluem automutilação e, no ápice, o suicídio.

O problema ganhou repercussão nacional depois que a adolescente Maria de Fátima Oliveira, de 16 anos, foi encontrada morta na terça-feira (11) em uma represa de Vila Rica (MT), supostamente após cumprir a última tarefa do jogo. A adolescente tinha cortes na coxa e braços e deixou cartas que indicariam a participação dela no desafio. O caso está sob investigação.

Em Curitiba, a prefeitura também diz que “ainda não há confirmação se os casos têm relação com o jogo”. “A prefeitura acionou o Conselho Tutelar, responsável para comunicar o caso à Polícia Civil, e também solicitou investigação à Polícia Federal. Além disso, serão desenvolvidas atividades deprevenção ao suicídio nas escolas com estudantes adolescentes, faixa etária alvo do jogo. A ação envolve as secretarias municipal e estadual de Educação”, afirmou a prefeitura em seu site.

“Orientamos que pais e responsáveis conversem com os adolescentes e fiquem atentos a sinais de isolamento, perda de vínculo familiar e quadros de automutilação”, diz o secretário municipal da Saúde de Curitiba, João Carlos Baracho. De acordo com o Baracho, os postos de saúde são a porta de entrada no sistema para aquelas famílias que precisam de ajuda. Caso seja necessário, o posto pode direcionar para atendimento de saúde mental em Caps ou outro serviço especializado, de acordo com a gravidade do caso.

A prefeitura também fez um alerta em relação ao seriado 13 Reasons Why (13 motivos), série americana de TV exibida pela Netflix que contam a história de uma menina que deixa fitas cassetes explicando as razões que a levaram a cometer suicídio.

Fonte: Veja

COMENTÁRIO

Por quê o Facebook ainda não bloqueou este game?

JJ

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04/17

Veja.com passa a ter notícias por push, newsletter e Messenger.

O site VEJA.com, da Abril, passa a oferecer aos leitores últimas notícias por push, newsletter e Messenger do Facebook. Para ativar o canal do Messenger, depois de digitar “VEJA” na busca da rede social e abrir a caixa de conversa, o leitor realiza sua inscrição junto a um interlocutor virtual, escolhendo as editorias que gostaria de acompanhar.

Os leitores também podem optar pela ativação do sistema de push na tela dos navegadores. Com ele, notícias extraordinárias ou importantes são disparadas diretamente da redação. Além de VEJA.com, o serviço está disponível nos sites das marcas EXAME, QUATRO RODAS e SUPERINTERESSANTE. Para receber a notificação, o usuário precisa clicar na opção “Sim, eu quero receber”, em cada um dos portais, que aparecerá em um box no topo da página do navegador.

Outra alternativa é a newsletter de VEJA. A news, que conta com o envio de dez notícias sobre temas diversos – como política, economia, internacional e tecnologia -, é feita manualmente, com a curadoria cuidadosa da redação, e disparada às 7h da manhã, de segunda a sexta-feira. Para fazer parte do mailing, o usuário precisa acessar o site da marca e clicar na opção “Newsletter”, localizada na home, informa o Propmark.

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Skol nunca mais.

Em contato com o SAC da Skol, informei há um mês ter consumido o produto totalmente alterado, com gosto adocicado e cheiro de água podre. Empresa mandou serviço de transporte recolher a sobra do pacote e repôs exatas 6 latas que ainda estavam intactas. Não era isso o que eu queria. Felizmente, posso comprar outras 6 latas. Desejava saber o resultado, o laudo de avaliação da cerveja. Sem resposta, em nova ligação para a empresa, ouvi simplesmente que como eu não pedi o laudo, o produto foi descartado. Ou seja, danem-se os consumidores, não importa que a cerveja estava estragada, deteriorada, jogaram fora um pacote. E os outros daquele lote? Me enviar o laudo era o mínimo da obrigação. Skol, never more!

Adonis Alonso, no Facebook.
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