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02/17

O fim da Gazeta do Povo 2.

O último grande jornal de Curitiba se prepara para sair de cena de forma melancólica. O adeus vai sendo dado a conta-gotas, e de maneira irreversível. Primeiro, o jornal foi se desfazendo dos profissionais que considerava dispensáveis; depois, desfez-se dos indispensáveis também. O conteúdo, em declínio constante, deixou de atrair leitores. E o ciclo da morte anunciada, acelerou-se. O formato foi reduzido. Eliminou-se a edição de domingo, cortaram-se cadernos, colunistas e sucursais.
Agora, a “Gazeta” suspendeu a venda de assinaturas e, no dia 18 deste mês, vai cancelar todas as atividades no interior do Estado. Inclusive o envio dos jornais para as bancas. No meio jornalístico, diz-se que o jornal já faleceu. Não tem mais atividade cerebral. Só falta desligarem as máquinas para morrer de fato. E isso ocorrerá antes que o mês de abril chegue.
Sinal da falta de atividade cerebral do jornal: todo dia 3 de fevereiro, há 97 anos, a “Gazeta” comemora com estardalhaço o seu aniversário. Neste ano, não. Silêncio. Triste silêncio. Não só para os funcionários, não só para a comunidade jornalística. Mas para toda a sociedade paranaense, e, principalmente, a curitibana.
No início dos anos da década de 1980, quando eu cursava jornalismo na UFPR, Curitiba era, com orgulho, a cidade brasileira que mais tinha jornais diários proporcionalmente à população. Tanto, que não havia problema de falta de emprego para os jornalistas recém-formados. Tínhamos, se a memória não me falhar, os seguintes jornais em circulação: “Diário Popular”, “Diário do Paraná”,(depois virou “Folha de Curitiba”), “O Estado do Paraná”, “Tribuna do Paraná”, “Indústria & Comércio”, “Correio de Notícias”, “Jornal do Estado”, as grandes sucursais do “Jornal do Brasil”, do “Estadão”, da Editora Abril e da Bloch Editores… Havia, ainda, uma sede grande da EBN (Empresa Brasileira de Notícias – do governo federal). E tínhamos, também, jornais semanais como o “Voz do Paraná” e o “Curitiba Shopping”.
Tudo isso se passou. Virou história. A “Gazeta” foi a última dos moicanos. Resistiu bravamente ao avanço massivo, irrefreável e determinado da internet. Oremos, pois, pela “Gazeta”…
Valdir Jose Cruz , jornalista, na Coluna do Juk

Tenho fontes internas que confirmam que isso é boato. Seu envolvimento com a campanha do Greca, por outro lado, não é. Somando as duas questões, acho fácil ver suas intenções.
Francamente, desonestidade intelectual tem limite.



    Eduardo, não admito que questione minha integridade. Não trabalho para o Greca, muito embora tenha feito campanha pela eleição dele, sim. Sou profissional independente, com 44 anos de vida profissional. Espero que me respeite e peça desculpas, quando o que noticiei (e não fui só eu) acontecer. Pena que não tenho o seu nome inteiro (email de covarde em assinar com seu nome completo).



Uma pena!! Foi um bom jornal; hoje ficamos restritos à leitura de dez (10) reportagens.



Meu pai e depois eu éramos assinantes da Gazeta desde a década de 60, mas devido às questões descritas desisti de ser assinante em janeiro deste ano.



Uma pena. O jornal encolheu, perdeu matérias e ótimos colunistas mas eu fui, sou e serei seu fiel leitor até nossos últimos suspiros, dela ou meus. De qualquer modo fica o meu agradecimento aos editores do vespertino pelos excelentes momentos e conhecimentos que extraí de suas páginas.



Fico profundamente triste quando vejo um jornal fechando suas portas. Sou jornalista profissional e completei 40 anos de batente em 2016. Durante os últimos vinte anos, vi jornais tradicionais morrerem impiedosamente, como o Última Hora, Jornal do Brasil e o Jornal dos Sports, no Rio de Janeiro, entre outros.
No Nordeste, posso citar o centenário Jornal O NORTE, na Paraíba, uma espécie de paixão de Assis Chateaubriand, assim como outros, dos Diários Associados, como o Diário de Natal e, por aí vai.
Ano passado, também fechou, na Paraíba, o Jornal da Paraíba, depois de dar prejuízo durante 30 anos, e olha que ele fazia parte de um grupo todo poderoso de comunicação (A Globo-PB), que também é dono de uma das maiores indústrias de alimentos do Brasil. Mas os caras não tinham veia nem talento para fazer jornal.
O grande problema é que a maioria dos jornais se burocratizou e virou cabide de emprego. Não se pode mais se dar ao luxo, por exemplo, de se ter um Caderno de Cultural com oito, doze páginas, sem nenhum retorno financeiro.
Foi-se embora aquele tempo em que os governos sustentavam os jornais e eles se tornavam o porta-voz dos donos do poder. A internet veio para testar esses “profissionais” de imprensa e publicitários cuja maioria entende tudo de publicidade e nada do que é jornal na sua essência.
Hoje o jornal fica com apenas, se não me engano, 3% do bolo publicitário. Isto significa o quê? Falta de criatividade. Não há um casamento de interesse verdadeiro entre jornalistas e publicitários, ou seja, união de cabeças para oferecer um produto que atraia o leitor.
Enquanto isso, as alternativas na internet se multiplicam aos borbotões. A mídia nativa, por exemplo, é um grande exemplo desta estratégia, diga-se de passagem, extraída dos próprios jornais e revistas. Hoje, está bombando nos portais. Fiz em jornal nos anos 70, quando comecei minha carreira jornalística. Nada de novo!
Se a mídia virtual veio trazendo seus aparelhinhos para matar a mídia impressa, com certeza não foi esta a sua intenção. Mas a de criar um leque de alternativas publicitárias.
O jornal se acomodou e se burocratizou, porque não soube, como disse, criar alternativas para concorrer com esta mídia virtual que veio para ficar.
Sem querer, contudo, romancear as letrinhas que insistem em marcar com tinta o papel jornal, ainda acredito que muitos deles vão sobreviver. Porque haverão de encontrar ainda alguns profissionais criativos que surgirão com a tão esperada luz no fim do túnel.



    Obrigado pelo seu depoimento.



Boa amigo sou um assinate da Gazeta Do Povo e gostaria de saber ce essa informaçao procedo
Obrigado



    Creio que procede, sim. Chequei com 5 fontes dignas de crédito e 2 renomados jornalistas confirmaram a conclusão, por outros caminhos. Publiquei as 3 matérias no mesmo dia, para não restar dúvidas, nem pensarem que eu estava inventando história. Não invento, Rafael.



Vai deixar saudades. Domingo tinha família reunida, corrida de fórmula 1, e. Gazeta do Povo. Que delícia ir na banca e voltar com 2 kg de Gazeta. Coluna do Dino Almeida, com a Glamour Girl, o Caderno com tudo de bom gosto, Esporte, Imóveis, Empregos e tudo o que a gente queria estava ali. Parabéns a todos os profissionais envolvidos por fazer um jornal maravilhoso chamado Gazeta do Povo.



Triste notícia, vi Minhas filhas crescem falando com orgulho meu pai (Claudio Feldens ) é jornalista na Gazeta do Povo.



Se continuar com 10 reportagens na internet, vai morrer também.



Lamentável! Enquanto Dr. Edmundo viveu, defendia com orgulho o jornal, contando sua história e como “os pequenos anúncios” foram importantes para sua sobrevivência, numa certa fase!



Depois que o Dr. Francisco faleceu, seus filhos metidos a inovar começaram a destruir o jornal, a tv paranaense, demitiram os mais velhos, experientes e colocaram uma garotada sem noção. Me lembra um rei na Biblia que preferiu ouvir os conselhos dos jovens amigos e deixou de lado os experientes. Deus acabou com seu reinado.



O jornal Gazeta fez a história de Curitiba e do Paraná, morre física mas será eterna na nossa memória.



Realmente é uma pena.
Eu não gostava da Gazeta há 20 anos atrás, cheia de colunas sociais.
O jornal está muito melhor nos últimos anos. Inclusive sou assinante.



Tínhamos também a Folha do Paraná, que era a antiga Folha de Londrina e que circulou por um período em todo o estado. Em Curitiba, chegou a ter grande sucursal. Comando de Lelio Almada



Esse jornal ja foi bom um dia mas foi ficando decadente com o tempo, com tendencia esquerdista, inclusive. Agora so falta a m.. da folha de SP, o estadao, jornal do Brasil, entre outros, sucumbirem e nao deixarem nenhuma saudade.



Esse é o caminho normal num país onde ao povo não sobra dinheiro para comprar seu jornal. A culpa não é de todo da Internet, é da pobreza de 100 milhões de brasileiros.



    O jornal não é caro. Cara é a ignorância de um povo que pouco lê.



Ex-assinante que depois de mais de 40 anos repudiou a adoção da versão tabloide cancelou a assinatura … “Já vai tarde..,”



Tive o prazer de trabalhar em dois períodos na década de 80 e na década de 90 sobre a direção do Dr. Francisco tendo como meu ditetor o Rogério, que pena do jornal terminar assim.



Triste desde que me lembro meu pai hj com 83 anos assina a gazeta. Isso que faz mantê-lo ainda a par das norícias, pois como pouco escuta não tem paciência p a TV. Meu primeiro emprego, meu resultado do vetibular , as novidades do caderno aos domingos, meu pai ficava bravo porque espalhavamos o jornal kk. E hoje só abro o jornal quando esrou com meu pai, caso contrário acesso internet. Se a Gazeta ainda continuar na internet estarei lá como leitora!



    Deve continuar só na web. A fidelidade de leitores do impresso não importa para eles.



Realmente uma pena este grande jornal acabar, mas sabemos que era inevitável .



Triste, mas bom momento para resgatar 97 anos de história do Paraná, em respeito a memória, esforço, dedicação e competência daqueles que nos antecederam. VALE A PENA O ESFORÇO. Havemos que ser criativos.



Prezado Jornalista: seu comentário carece de maiores informações. Por exemplo: não há menor referência ao Correio do Paraná, fundado pelo saudoso Abdo Aref Kudri, posteriormente vendido para a Família Franco Ferreira da Costa e dirigido pelo Escritor e Jurista (e tambem jornalista), Dr. Osmann de Oliveira; mais o jornal O Correio da Noite dirigido somente pelo referido Dr. Abdo Aref Kudri, além das Revistas Panorama que era dirigida pelo Dr. Osmann de Oliveira e também a Revista Paraná em Páginas, dirigida pelo saudoso Cândido Gomes Chagas (Candinho)…



    Caro Rodolfo, tratei só do final da Gazeta do Povo impressa. Não tracei histórico dos nossos jornais (que você confunde com revistas). Abdo Kudri tinha o Diário Popular, corrijo. Panorama era de José Cury. Mas deixe pra lá. O problema tratado por minha matéria foi outro. Leia de novo, por favor.



E já vai tarde. Um jornal subserviente da Globo, que mantém (ou mantinha) uma linha editorial de extrema direita neoliberal paga o preço do “status quo” que defendia. É pena, pelos empregos que oportunizava.



Tem o Bem Paraná, que era o Jornal do Estado, ainda firme e forte



Triste!



Sou assinante a tempos e sentirei sua falta



Triste saber que esta acontecendo, com um meio importante de comunicação do Paraná. Sempre deu informação a todos nós.



Li muito quando morava em Curitiba, faltou talvez um pouco de visão pois realmente a internet evoluiu,faltou a mesma evolução.Outros países passaram pelo mesmo, vinculando seus jornais ao programa de expansão de veículos de comunicação em outros modos. É uma pena pois morre uma historia do estado e do município,o povo poderia abraçar esta frase adote um jornal não deixe a historia morrer,como fazemos com clubes eu abraçaria contribuiria pois fez parte de minha vida.



    Verdade. Morre um enorme pedaço da nossa História…



Quando era imparcial era um excelente jornal. Infelizmente deixou de ser.



Infelizmente faz parte de um fenômeno mundial.A Gazeta e n jornais só ficarão online.



Bom dia…leio a gazeta on line todos os dias ,poderiam manter na internet, onde pode-se fazer a leitura a qualquer hora ou local onde estiver .



    Vai ficar só na web – asseguram diversas fontes.



Que pena! Leio a Gazeta todos os dias há mais de 30 anos…



Muito triste ler essa notícia. Fui muito feliz e tenho muito orgulho de ter sido colaboradora desse jornal durante 27 anos.



E lamentável que isso aconteça sou do parana trabalhei tv tibagi canal 11 apucarana sempre via a gazeta do povo eu sinto realmente principalmente nos funcionarios o brasil esta complicado trabalho imagina como fica agoram



Lastimavel ! Sem palavras !!!



Uma pena. Jornal que chegava a nossa residência semanalmente.Hoje não se vê mais jornal Gazeta do Povo.



Fora do país…. Sentindo -me triste por essa notícia.Perdemos todos nós.Meus pêsames.



Assim como estou lendo esta reportagem na Internet e o senhor a escreveu para a internet… a internet está matando diversos meios de comunicação, com a informação na hora, a TV aberta também está com as horas contadas, é só esperar!!



    2/3 da população mundial não têm internet, sabia? No Brasil quase 50% também não a têm.



Infelizmente confundiram críticas com opiniões pessoais. Sempre criando intrigas entre os clubes da capital e contra o restante da população. Manchetes sensacionais, no âmbito da publicidade mas totalmente enganosas quando tratamos de leitores sedentos por uma notícia. A reação não poderia ser outra!
A culpa é sim, da internet, mas não a culpa de “tomar o lugar” do papel e sim de fazer com que as pessoas tivessem mais fontes e, com comentários dos presentes, pudessem desmentir as meias-verdades publicadas.

Sinto pela Gazeta. Li muito, na minha infância/adolescência, o caderno do Domingo. Robusto, com vários artigos, muito conteúdo.
Vou continuar sentindo saudades, desde quando resolveram matar a Gazeta do Povo.



Sou de família de jornalistas, meu avô, Roberto Barrozo, escreveu durante anos no Diário da Tarde, meu tio fundou o Jornal do Estado, trabalhei no Diário de Curitiba e no Correio de Notícias. Comprei a Gazeta de “domingo”, aliás é o único jornal do mundo de domingo que circula a partir do sábado. Foi uma lástima, não havia nada nele, sem reportagens, sem colunas e até mesmo os “Classificados” marca registrada da GP haviam sumidos. Morreu, sem ao mesmo ter a dignidade de se mostrar jornal.



    Não é o único que circula nos sábados, como jornal de final de semana. Zero Hora, Diário catarinense, a Notícia e outros o fazem – o que não quer dizer que é uma decisão correta.



Procede essa informação ou é somente uma notícia fazia?



Os custos não param e as pessoas que arcam com eles tem que tomar as decisões de cabeça fria e sensata. Se for mesmo verdade, só podemos lamentar … nada mais …



    O prejuízo está em investir tudo no digital e pouco no impresso – que realiza 84% da receita da Gazeta.



Noticia, totalmente falsa.
Não sabe o que publicar amigo, pesquise mais e suas fontes estão totalmente desinformadas.



    Na sua opinião, Robson. Chequei com 5 fontes dignas de crédito e 2 renomados jornalistas chegaram às mesmas conclusões com outras fontes. O tempo dirá. Não invento a realidade, nem minto. Não teria 16 mil leitores/dia se fosse fútil e mentiroso. Exijo respeito.



Sou assinante a alguns anos. Sempre foi meu jornal preferido. Lamento encerramento do jornal.



    É realmente lamentável. Não gostaria que isso ocorresse, mas parece inevitável.



Que pena. Há muito tempo vinha caindo. O jornal de domingo, trazia as notícias que já se conhecia no sábado, cedo. Pouco se atualizou. Por isso morreu.



    Suicida-se, pouco a pouco.



Pois é. Primeiro, acabaram com o Jornal de Londrina., Agora, vão acabar com o jornal mais tradicional do Paraná. O poder econômico é assim: se não der lucro…zap…navalha, corte e fechamento. Lamentável.



    Lamentável, mesmo!



Porque não verificam a veracidade das informações antes de fazerem esse tipo de postagem?? Lamentável esse tipo de postura de trabalho com informações equivocadas ou propositalmente falsas para criar repercussão negativa junto ao tema da notícia.



    Graciola, chequei pessoalmente com 5 fontes, além dos artigos de 2 renomados jornalistas que adicionei. Não brinco com a verdade. E não invento verdades. Posso errar, mas não minto. As notícias não são falsas. Antes fossem.



Muito triste isso. Sou leitora da Gazeta desde menina, quando meu pai era assinante. Eu assumi nem sei quantos anos atrás!! Ainda tenho textos que guardei, para meu consolo, pois a memória volátil da internet não os tem.



    Verdade, é triste.



Verdade, incluo na relação ainda a sucursal da Folha de Londrina. Tomara que os curitibanos tenham substitutos à altura para o extermínio do jornalismo local.



    Há vários empresários interessados no mercado do jornal impresso, assim e se a Gazeta virar só digital. amigo Pedro. Breve teremos várias novidades.



Coisas da Internet?



    Em parte. Somada à miopia de marketing, soberba e incompetência.



Infelizmente as gráficas estão acabando , independente da sua atividade . As que restarem estarão envolvidas com embalagens . O restante está fadada a terminar !



    Não é bem assim. Gráficas não desaparecerão, assim como nem todos os jornais impressos. Questão apenas de ser competentes para serem úteis.



Lamentável, mas já era de se esperar, ultimamente, vem minguando, na quantidade e qualidade! Eliminou concorrentes para deixar os leitores na mão! Que des-serviço!



De fato é lamentável que um jornal quase centenário, saia do cenário dessa forma. Era guri e já tinha o hábito de ler a Gazeta.



Um jornal que num domingo publica 2 versões do mesmo assunto, “Se o Brasil ganhar, leia aqui”. E “se o brasil perder leia ali”. Ou então Manipula números, para dar a determinado clube, um premiosinho simbólico de ter um poster, publicado na segunda-feira, não é digno de crédito. JÁ VAI TARDE!



Jornal de pouca criatividade, reacionário e mero repetidor de outras mídias. Acho que até durou muito. Sua agonia e falecimento já era anunciado há muito tempo. Um jornalismo arcaico, superficial e tendencioso (apensar de saber que nada e ninguém é neutro) não consegue resistir mesmo à rapidez e à dinâmica das mídias sociais que hoje moldam o mundo das comunicações. Descanse em paz!



Realmente uma pena, não apenas pela Gazeta, mas sim por todos os jornais impressos que estão deixando de existir.
Hoje a tal Internet toma cada dia mais o espaço no dia a dia das pessoas, e com isso muitos ja não se dão ai trabalho de sequer folhear um caderno, já vão direto apenas as notícias que lhe interessam, esquecendo que poderiam encontrar alguma matéria em meio à aquelas não vistas, na qual poderia haver um artigo importante para si mesma.
Pena!!!



    É bem diferente ler no digital e no impresso (que proporciona um passeio visual por outras reportagens e fotos, assim como anúncios)



    Que pena, mesmo. Mas é fruto ma9is de miopia e incompetência, do que do avanço da web.



Gosto de ler jornal diariamente e será lamentável para os paranaenses o efetivo desaparecimento da Gazeta do Povo, um jornal que narrou a história de Curitiba e do Paraná no último século, além da contribuição nas áreas da cultura, do esporte, lazer dentre outras. Se desaparecer, obrigado pelos bons serviços prestados à comunidade, se permanecer, agradecemos!



Lamentável…



Engraçado como a reduçao do jornal o tornou insignificante.Gostava do jornal em sua versao antiga.Quando foi diminuido seu tamanho, diminuiu tambem minha vontade le-lo porque me parecia ter tambem, perdido sua personalidade, para virar semanarios de bairro ou do interior.Fico realmente perplexa porque fechar esse jornal e como fechar um livro que nos remetia a historias e fatos reais com excelentes jornalistas.Que pena!



    Pois é…



    Que pena, mesmo.



Isso é uma piada ?



    Infelizmente, não.



    Antes fosse.



Certa vez perguntei a um conhecido meu que trabalhava numa distribuidora de jornais Como os jornais impressos conseguiam se manter,ja que na epoca o preco era de 0,50 centavos a edicäo,ele me explicou que o preço era simbolico,pois o faturamento major vinha dos anunciantes,entao me pergunto o porque da gazeta do povo restringir à apenas 10 materias por mes pra ser ler o jornal na internet?(também descobri que se voçê navegar na com o navegador in private da pra ler tranquilamente quantas vezes quiser.)



    84% da receita da Gazeta vêm dos anúncios no impresso. Preciso dizer mais?



    Breve, só assinantes lerão os jornais todos na web.



Uma pena.
É mais uma era que se acaba. Não é culpa de ninguém, apenas é o futuro, que com sua inabalável certeza, nos traz novos caminhos, novas oportunidades, novos meios de comunicação. O telégrafo e o fax também acabaram. O que não morre é o jornalismo e a busca por informação. Estamos mais do que nunca bem informados, de novas maneiras, por outros veículos. A Gazeta fez historia, marcou época, identificou nossas vidas. Prestou grande serviço, ajudou nossa evolução. Mas passou. Assim como tantas outras tecnologias, foi superada, não por incompetência, não por acomodação. Pelo futuro apenas. Jamais será esquecida.



Isso só acontece porque a Gazeta tem praticado um jornalismo tendencioso, sem imparcialidade, retirando a credibilidade das reportagens.



Triste… meu pai era colunista social e cresci perambulando pelos corredores da Gazeta… Consequências das transformações das novas mídias de comunicação, mais rápidas, massivas e baratas porém menos confiáveis.



    Não foi só o crescimento do digital, como também o abandono do impresso.



Eu gostava de ler este jornal ao domingo olhar os emprego no classificados



É lamentável vamos ficar restrito a alguns poucos jornais mais afeitos a noticias de cunho policial.



É profundamente triste a notícia do fim do mais tradicional jornal do Paraná.
Durante vários anos, enquanto vivia no Brasil, eu atuei na área de publicidade. Eu tinha na Gazeta do Povo o maior referencial de um veículo que garantia aos meus clientes um retorno seguro para seus investimentos em promoçāo dos seus produtos.
A postura firme do Dr. Francisco Pereira da Cunha no comando, aliado à inegável eficiência do seu Diretor Comercial -Rogério Florenzzano, que marcaram época na imprensa brasileira, vāo produzir uma irreparável lacuna deixada pela nossa querida Gazeta do Povo.
-Sergio Müller
Florida USA



    Concordo.



liguei para a gazeta e a notícia foi desmentida.



    Quem desmentiu? A telefonista?



Só posso dizer: LAMENTAVEL. Do jeito que esta caminhando não sobreviverá nem a edição on line.



    Eles têm menos assinantes online do que no impresso…



Quais são os motivos para se chegar a um desfecho tão melancólico?



    Miopia de marketing, com foco quase total no digital e desprezo pelo pelo impresso. Perceptível com o passar dos meses.



a notícia foi desmentida pela gazeta. Não vai permitir meu comentário ?



    Estava sem ver os comentários. Lamento. Mas a Gazeta não publicou desmentido algum (só um comentário no Facebook). Vamos esperar para ver se minha fontes estavam certas, OK?



Lamentável , já perdemos Prosdócimo , Bamerindus , HM, Refrigeração Parana , vários bichos do Paraná , vê se os gaúchos fecham a Zero Hora ? Precisamos mais de orgulho e tradição .



    Infelizmente, no Paraná não existe a tradição paranista.



    Precisamos, sim, de orgulho – com competência, visão de futuro e coragem para criar novos caminhos.



porque a Gazeta iria publicar em suas páginas um desmentido ? Por enquanto só você mencionou isso e acho que a gazeta não he deu importância.



    Não foi só eu, não. Publicaram outros textos os jornalistas Aroldo Murá, Valdir Cuz, Osmann de Oliveira e Fábio Campana – entre outros. Só no meu blog reproduzi vários deles (se você se der ao trabalho de ler), que chegam à mesma conclusão por outros caminhos de investigação jornalística.



    Se eu não tenho importância, porque você me incomoda?



    É? Você não sabe de nada.



Fechar. Acredito que não. A Gazeta está se adaptando a realidade que é a Internet que veio para ficar. Infelizmente quem não acompanhar vai se fechar na década de 80. Jornal Impresso não acompanha a notícia que assim como os Jornalistas evoluíram e a cada minuto ” tudo muda”. Internet e Jornal de qualidade e respeito pelo leitor, e principalmente fiel ao público do Paraná sei que a Gazeta é. Leio a Gazeta na plataforma digital e sei que, com certeza, não vai fechar a sua principal atividade. Ao contrário de Blogs que vão e vem sem qualidade e critério de notícias e Informação.



    Eu não escrevi que a Gazeta vai acabar. Só a edição impressa é que deve acabar em breve.



    Na sua opinião.