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03/17

Jornal Extra erra feio na previsão do tempo.

Extra

Redações cada vez mais enxutas, imensidão de assuntos para tratar todos os dias, entre outros milhares de desafios. Ser jornalista no mundo contemporâneo pode ser bastante complexo. Por desatenção ou sobrecarga, os erros, escorregões e infelizes coincidências têm se tornado cada vez mais comuns.

As redes sociais não perdoam deslizem e inundam cada postagem dos veículos com brincadeiras ou severas críticas. Quem cuida das páginas tem inúmeras alternativas para responder os leitores. Poucos, entretanto, conseguem mesclar humildade e bom humor para assumir seus erros e ganhar pontos com o público.

O jornal Extra, entretanto, deu um bom exemplo. A edição da última terça-feira (21) trouxe um erro curioso (veja abaixo), que rendeu inúmeras piadas. Em sua página no Facebook, o veículo não apenas pediu desculpas como mostrou o erro na página e ainda por cima fez uma errata bastante espirituosa. Dê uma olhada:

Fonte: Adnews

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03/17

O Globo lança combo digital.

o globo - combo digital

O jornal O Globo está focando cada vez mais na oferta de conteúdo para plataformas digitais. Depois de unificar a redação com o diário Extra em janeiro, momento em que o diretor Ascânio Seleme contou à reportagem do Portal Comunique-se que os meios além do impresso passariam a ter atenção especial, a empresa de mídia apresentou um combo digital de serviços. Desde a última semana, a publicação conta com novo site para versão mobile, mais produção de vídeo, conteúdo em formato podcast e envio de newsletter.

A nova “cara” de O Globo em dispositivos móveis foi pensada para carregar as páginas de forma mais ágil e facilitar a navegação, destacando o que é reportagem, o que é “especial publicitário” e o que é artigo de colunista da casa. Nos materiais enviados por e-mail para a base de assinantes, a chamada newsletter, a equipe reforça que o modelo foi “totalmente reformulado”, com a intenção de oferecer o tipo de conteúdo predileto para cada fatia do público. Nesse formato, são quatro informativos por dia: duas edições com as principais notícias publicadas no site (manhã e noite), uma com artigos dos colunistas conhecidos como “Gente d’O Globo” e a última com os editoriais do jornal.

Para quem gosta de usar a internet para acompanhar vídeos, O Globo deu início à produção de dois programas, sendo transmitidos às segundas e sextas. Apresentado pela jornalista Carolina Morand, editora-assistente do caderno ‘País’, o ‘Porque hoje é segunda’ tem meia hora de duração e vai ao ar às 10h. Para dar o pontapé no fim de semana, o ‘Porque hoje é sexta’ é lançado às 16h. As duas atrações audiovisuais são exibidas ao vivo no site de O Globo e na fan page mantida pelo veículo. As produções contam com as participações de repórteres, editores e colunistas.

Também na lista de novidades, o podcast intitulado de ‘Pop Zêra’ objetiva ligar a marca O Globo com o público mais jovem. Dessa forma, o conteúdo em áudio dá vez a assuntos voltados à cultura pop, girando em torno de temas sobre música, cinema e séries. O time do ‘Segundo Caderno’, suplemento focado em pautas culturais, é o responsável pela produção do material. Além disso, o veículo passa a pensar em infográficos e animações. Os estilos diferenciam a Infoglobo no mercado, avalia o diretor-geral Frederic Kachar. “Estamos entregando algo diferente, que tem valor”, comenta o executivo.

O leitor de O Globo é rei

Diretor de redação de O Globo, Ascânio Seleme afirma que todas as novidades foram pensadas no público leitor, que cada vez mais consome conteúdo multimídia. “Eles é que mandam. Eles é que serão determinantes para o nosso futuro. A ideia é ter condições de mostrar para o leitor que, sem isso, ele não estará bem informado”, diz o jornalista-gestor. O diretor pontua, ainda, que a publicação passa a levar em consideração os horários nobres da web. “Sempre que o leitor bater os olhos nas nossas plataformas digitais, vai ver conteúdo novo e diferenciado”.

Conteúdos e anúncios

Diretor-executivo de mercado anunciante da Infoglobo, Felipe Goron dá a entender que os novos serviços de conteúdo vão fazer com que a equipe comercial de O Globo passe a trabalhar ainda mais com big data, valorizando possíveis acordos com o ambiente publicitário. “Os novos produtos digitais devem gerar oportunidades interessantes para os nossos clientes, à medida que aumentamos o engajamento, o tempo de navegação e conhecimento dos hábitos e interesses das nossas audiências, seremos mais efetivos nas soluções aos anunciantes”, afirma Goron.

Anderson Scardoelli

No Comunique-se

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03/17

Cresce a venda de livros no Brasil.

Ainda é cedo para comemorar, mas o mercado livreiro do Brasil já apresenta melhoras em 2017. As primeiras oito semanas do ano apresentaram alta de 5,05% em faturamento e 2,78% em volume na venda de livros, se comparado ao mesmo período do ano passado. Entre 30 de janeiro e 26 de fevereiro, os números são ainda mais positivos: 6,33% em faturamento e 7,85% em volume. O resultado é particularmente positivo por compreender o Carnaval, temporada tipicamente ruim para o comércio de livros. Os dados foram apresentados no 2º Painel das Vendas de Livros do Brasil, uma coiniciativa do Sindicato Nacional dos Editores de Livro (Snel) e da Nielsen.

O aumento na venda de livros pode ser um indicativo de equilíbrio para o mercado livreiro no segundo semestre de 2017 – quando a SNEL aposta em uma melhora na economia do país, decorrente de uma maior oferta de empregos. Os números são resultado da Nielsen BookScan Brasil, pesquisa que apura as vendas das principais livrarias e supermercados no país.

Fonte: Veja

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03/17

Havas retira anúncios de clientes do Google e YouTube

Continua forte a discussão em torno da falta de segurança da publicidade digital e segue o boicote por parte de grandes grupos de comunicação ao Google e ao YouTube até que eles deem garantias de que grandes marcas não estarão patrocinando, sem querer, conteúdos ofensivos. O que provocou a crise foi a descoberta de que o adserver do Google estaria distribuindo sua publicidade em plataformas com conteúdo extremista.

O Grupo Havas UK decidiu tirar toda a sua publicidade no Reino Unido, bem como o próprio Governo do Reino Unido, a rede varejista Marks & Spencer, os bancos HSBC, Lloyds e Royal Bank of Scotlant e o jornal The Guardian.  Outros grupos como Interpublic e WPP vêm analisando a possibilidade de aderir ao boicote – provocado pela falta de controle de servers de mídia programática como o DoubleClick AdX, do Google, que espalha anúncios em milhões de sites e conteúdos do YouTube.

Sir Martin Sorrell, CEO do grupo WPP, afirmou em entrevista ao jornal The Guardian que vem afirmando que Google, Facebook e outras empresas de mídia têm as mesmas responsabilidades que outras empresas de mídia e não podem se “disfarçar” de empresas de tecnologia, especialmente quando veiculam publicidade.

Em carta dirigida ao presidente do Google para Europa, Oriente Médio e África, Matt Prittin, David Pemsel, CEO do jornal The Guardian, afirmou que a decisão de tirar o YouTube de sua divulgação trará consequências financeiras negativas para o jornal, e que é fundamental que Google, DoubleClick e YouTube adotem os critérios mais altos de abertura, transparência e medidas para evitar fraudes na publicidade e erros no futuro.

Durante a Advertising Week realizada em Londres, essa semana, Brittin, do Google, pediu desculpas pelos problemas de segurança que afetam anunciantes e reconheceu o problema como global, embora o início da crise atual tenha ocorrido no Reino Unido.

Em entrevista essa semana no Sky News sobre o que vem sendo chamado internacionalmente de “Brand Safety Crisis” (crise de segurança para as marcas), Johnny Hornby, da The&Partnership, do grupo WPP, disse que as grandes plataformas – leia-se Google e Facebook – têm reagido de maneira lenta aos acontecimentos, e não lhes falta recursos para tomarem atitudes concretas como, por exemplo, a contratação de terceiros para verificar a eficiência de seus adservers. Segundo ele, é preciso que se posicionem como publishers ou plataformas, e no caso de publicarem conteúdos duvidosos, criem mecanismos para evitar que tais espaços se tornem acessíveis à publicidade de seus clientes. O que não teria sido feito até o momento devido ao extraordinário volume de dinheiro envolvido.

Assista:

Fonte: Adnews

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03/17

Google: “Desapontamos grandes anunciantes”.

allan

Allan C Thygesen, presidente do Google para Américas (crédito: divulgação/Google)

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A decisão da agência Havas de retirar toda a publicidade de seus clientes no Reino Unido do Google e do YouTube – após a plataforma ser acusada de permitir anúncios em sites extremistas e de cunho violento – fez com que o Google viesse a público anunciar novas diretrizes relacionadas à mídia programática.

Grandes marcas do Reino Unido, como a varejista Marks & Spencer, Argos, BBC, Domino’s Pizza, The Guardian, Hyundai, Royal Mail e Sainsburys, aderiram ao que está sendo chamado de “boicote” e que também vem sendo observado por holdings como WPP e Interpublic.

Em visita ao Brasil para participar do Google for Brasil, evento que ocorreu na manhã de quarta-feira, 22, em São Paulo, e serviu como plataforma de vários lançamentos da empresa, Allan C Thygesen, presidente do Google para as Américas, falou com exclusividade ao Meio & Mensagem sobre o assunto.

“Desapontamos grandes anunciantes no Reino Unido. Todas as medidas anteriores não estavam boas o suficiente e estamos anunciando novas ferramentas para aprimorar nosso sistema de segurança e permitir que os anunciantes estejam mais seguros ao veicular anúncios em nossas plataformas”, diz Allan.

O executivo explica que os anúncios veiculados em vídeos de conteúdo ofensivo no Reino Unido e os views que eles geraram são pequenos em números absolutos, mas representam um ponto de muita atenção para a empresa. “A primeira das medidas é aprimorar nossas polices de classificação e controle de conteúdo considerado agressivo, de ódio e que incite violência. A segunda medida é oferecer ferramentas para que os anunciantes tenham maior controle sobre essa distribuição e possam agir com maior rapidez. Por último, caso ainda aconteça algo, as empresas terão a chance de eliminar rapidamente anúncios em locais inapropriados e gerenciar qualquer problema”, afirma Allan.

O executivo reforçou a importância do tema para o Google e disse que o aprimoramento de ferramentas da empresa é constante para que casos como esse aconteçam cada vez menos. “São mais de quatrocentas horas de conteúdo que sobem a cada minuto, é um volume insano, mas que nos motiva a fazer com que usuários e anunciantes estejam cada vez mais seguros. A combinação dessas medidas vai nos ajudar neste sentido”.

Mais cedo, o Google informou que trabalha em novas diretrizes de conteúdo no YouTube com o objetivo de impedir que anunciantes tenham suas marcas vinculadas a conteúdo ofensivo. “As novas políticas serão aplicadas ao serviço de vídeo online do YouTube e a rede de display do Google que exibe anúncios em sites parceiros por meio do Google AdSense. Recentemente, tivemos vários casos em que os anúncios das marcas apareceram em conteúdo que não estava alinhado com nossos valores e das empresas. Por isso, pedimos desculpas profundamente. Sabemos que isso é inaceitável para os anunciantes e agências que depositam sua confiança em nós”, escreveu Philipp Schindler, diretor de negócios da Google, no blog da empresa.

Repercussão
O assunto vem ganhando proporção no Reino Unido após uma matéria do jornal The Guardian revelar que anúncios de várias marcas conhecidas estariam sendo veiculados em páginas extremistas. O caso fez com que grandes nomes da publicidade mundial se manifestassem. Em entrevista ao próprio The Guardian, Martin Sorrell, CEO do WPP, disse que não só o Google, mas outras empresas de tecnologia devem assumir as mesmas responsabilidades de plataformas de mídias tradicionais.

Matt Brittin

Matt Brittin, do Google: “Lamentamos que algo assim tenha ocorrido. Não queremos deixar passar e assumimos a responsabilidade” (crédito: divulgação)

Outro executivo a se pronunciar sobre o caso foi Matt Brittin, diretor do Google para a Europa. “Lamentamos que algo assim tenha ocorrido. Não queremos deixar passar e assumimos a responsabilidade”, disse Brittin enquanto participava de um evento voltado ao mercado publicitário em Londres. “O Google leva o assunto a sério e está investindo milhões de dólares e empregando milhares de pessoas para garantir que a ‘má publicidade’ fique longe da plataforma”, falou.

O desafio das métricas
A discussão sobre transparência de métricas no ambiente digital está presente no mercado e vem motivando reações de várias empresas. Nos Estados Unidos, a Procter & Gamble vem cobrando das agências digitais mais transparência. No início de fevereiro, Marc Pritchard, diretor de marcas da companhia, anunciou uma série de regras a serem cumpridas pelas agências e outros fornecedores digitais. Pritchard reforçou que a P&G está endossando os padrões de visibilidade do Media Rating Council (MRC), frequentemente controversos, para mídia digital — que definem impressões de anúncios de exibição como visíveis.

O Facebook, desde o início do ano passado, vem anunciando uma série de medidas de transparência em métricas após ser pressionado pelo mercado. Em setembro, a empresa anunciou erros em métricas e, desde então, passou a tomar medidas para lidar com o assunto, entre elas, abrir seus dados para auditoria de terceiros.

Fonte: Meio e Mensagem

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03/17

Um projeto pela água. E o jornalismo de serviços.

“Água para todos, todos pela água”, rezava o cartaz impresso no formato de um pôster que anunciava o Projeto Água, uma iniciativa do Planalto Paulista, jornal regional da Gazeta Mercantil com circulação restrita à Região de Campinas, interior do Estado de São Paulo. Nem nós que fomos os idealizadores e executores do projeto previmos que ele teria tanta repercussão – conquistou vários prêmios regionais e chegou à final do Prêmio Esso. Foi no comecinho do novo século…

Recebeu ampla adesão de anunciantes; inúmeras empresas patrocinadoras emolduraram e puseram na parede o cartaz de apoio institucional ao projeto; produziu transformações básicas na estrutura de gestão das águas em SP; impactou inúmeras indústrias regionais só então alertadas para a escassez da água regional. Pode-se dizer, com segurança, que foi o Projeto Água que intensificou a racionalização do uso da água pela indústria paulista.
A estrutura do Projeto obedeceu a uma agenda pré-definida e muito bem calculada: começou com a edição de seis cadernos temáticos encartados no Planalto Paulista (por sua vez, encartado no jornal Gazeta Mercantil, de circulação nacional) e terminou com um seminário que reuniu mais de mil pessoas no auditório do CIESP, em Campinas, para discutir a cobrança pelo uso da água.

Um primeiro “caderno-temático” apresentava toda a dramaticidade do abastecimento de água na região de Campinas, onde um rio – o Ribeirão Quilombo – já havia sido “assassinado” pela poluição; inúmeras indústrias foram autorizadas a se implantar sobre áreas imensas recobertas por um maciço granítico que impede a perfuração de poços artesianos;  sangrados quase de morte nos altos da Serra da Cantareira pelo sistema de captação de água para abastecer a gigantesca população da capital, alguns rios que atravessam a região de Campinas –Atibaia, Jundiaí, Piracicaba- vivem um problema perene de escassez agravado pela poluição….

Um segundo caderno-temático serviu para denunciar o enorme desperdício de água tratada pelas companhias de saneamento; outro caderno detalhava o Sistema Cantareira e apresentava os números da sangria efetivada nos mananciais regionais… Nos demais cadernos, avançamos na importância da cobrança pelo uso da água e detalhamos o modelo de gestão introduzido na França, até hoje uma fonte de inspiração para todo e qualquer país que pretenda administrar com equidade e segurança os seus problemas de água doce, um bem finito…

Lembro-me que um dos artigos publicados nos cadernos temáticos mostrava que, na França, o valor da tarifa pelo uso da água subia ou descia de acordo com os índices de poluição dos mananciais, num mecanismo extraordinário para incentivar a conservação por usuários e municípios…

Outro resultado fantástico do projeto foi o modo como ele incentivou a leitura do jornal-mãe, tanto que as assinaturas da Gazeta Mercantil na região de Campinas, até então estacionadas na casa das quatro mil, disparou impetuosamente para encostar na marca de 20 mil, simplesmente um arrojo para um jornal segmentado… Muito mais gente quis acompanhar os conteúdos do Projeto Água e para isso era convencida a assinar a Gazeta Mercantil…

Na minha modestíssima opinião, a crise que assola o meio impresso hoje em dia está também relacionada à incapacidade das empresas de comunicação em identificar os verdadeiros problemas regionais e criar mecanismos, pela via impressa, eletrônica ou presencial para, em parceria com as comunidades, atenuá-los ou resolvê-los…

Dirceu Martins Pio, jornalista

Este cartaz foi feito com uma foto de satélite da região de Campinas e inserção de “tabuletas” nos pontos onde apareciam os mais graves problemas da água na região…abaixo você enxerga as “tabuletas” e suas  denúncias…

       

        

A equipe que produziu e editou o Projeto Água posa para foto ao receber o Prêmio do Comitê de Bacias do Capivari/Jundiaí/Piracicaba

 

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03/17

Jeep na F.bizz.

Jeep_Renegade_7.jpg

A F.biz é a nova agência de Jeep no Brasil. Desde outubro do ano passado, a conta publicitária da marca estava em concorrência. Em uma primeira etapa, a Leo Burnett Tailor Made (que era a dona da verba) disputava a conta com a Loducca (atual SalveTribal), F/Nazca S&S, mcgarrybowen e VML. Em janeiro, a montadora reiniciou o processo e a briga final foi entre mcgarrybowen, F.biz e Y&R, que substituiu a VML, também do Grupo Newcomm.

A F.biz passa a atender a conta publicitária integrada da marca, tanto offline como online. A LBTM perdeu a Jeep, mas foi recompensada pela Fiat (controladora da Jeep com a Chrysler) ao ganhar a conta digital da Fiat. Com isso, a LBTM passa a concentrar toda a comunicação da Fiat, cuja parte online era dividida com Isobar.

Fonte: Propmark

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03/17

Patrícia Poeta apresenta as novas Havaianas.

A jornalista e apresentadora Patrícia Poeta é a estrela da nova campanha de Havaianas. A campanha tem intenção de mostrar que as sandálias caem bem em situações mais formais.

Comercial criado pela AlmapBBDO.

Fonte: Adnews

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