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Ipiranga.

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Nasa descobre novo sistema solar com 7 planetas parecidos com a Terra.

A Nasa anunciou hoje que encontrou o primeiro sistema solar com sete planetas de tamanho similar ao da Terra pela primeira vez na história. O sistema foi encontrado a cerca de 39 anos-luz de distância–uma distância relativamente pequena em termos cósmicos.

Dos sete planetas, três estão dentro de uma zona habitável, onde é possível ter água líquida e, consequentemente, vida. Os astros mais próximos do seu sol devem ser quentes demais para ter água líquida e os mais distantes devem ter oceanos congelados.

Os planetas orbitam uma estrela anã chamada Trappist-1, que é similar ao Sol e um pouco maior do que Júpiter. Segundo a agência espacial, os astros têm massas semelhantes à da Terra e são de composição rochosa. A expectativa da Nasa é que, na pior das hipóteses, ao menos um dos planetas tenha temperatura ideal para a presença de oceanos de água em forma líquida, assim como acontece na Terra.

As observações preliminares indicam que um dos planetas pode ter oxigênio em sua atmosfera–o que possibilitaria a realização de atividades fotossintéticas por lá. Para que haja vida como concebida por nós, no entanto, é preciso a presença de outros elementos na atmosfera, como metano e ozônio.

Segundo o estudo, que foi publicado na revista Nature, há chances de os cientistas encontrarem vida nesses planetas. “Não é mais uma questão de ‘se’, mas uma questão de ‘quando’”, disse Thomas Zurbuchen, administrador da Direção de Missão Científica da Nasa, na coletiva que anunciou a descoberta.

Telescópios na Terra e o Hubble, um telescópio espacial, poderão analisar em detalhes as moléculas das atmosferas dos planetas. Nessa exploração, o Telescópio James Webb, que será lançado ao espaço em 2018, terá papel fundamental. Ele será equipado com luz infravermelha, ideal para analisar o tipo de luz que é emitida da estrela Trappist-1.

Quando o novo telescópio da European Space Organisation começar a funcionar, em 2024, será possível saber se há realmente água nesses planetas.

Ilustração de como pode ser um dos planetas recém-descobertos pela Nasa orbitando a estrela Trappist-1

Mesmo que os pesquisadores não encontrem vida nesse sistema, ela pode se desenvolver lá. O estudo indica que a Trappist-1 é relativamente nova. “Essa estrela anã queima hidrogênio tão lentamente que vai viver por mais 10 trilhões de anos–que é sem dúvida tempo suficiente para a vida evoluir”, escreveu Ignas A. G. Snellen, do Observatório de Leiden, na Holanda, em um artigo opinativo que acompanha o estudo na revista Nature.

Apesar da similaridade entre a Terra e os planetas do sistema recém-descoberto, a estrela Trappist-1 é bem diferente de nosso Sol. A estrela tem apenas 1/12 da massa do nosso Sol. A sua temperatura também é bem menor. Em vez dos 10 mil graus Celsius que nosso Sol atinge, o Trappist-1 tem “apenas” 4.150 graus em sua superfície.

De acordo com o New York Times, a estrela também emite menos luz. Um reflexo disso seria uma superfície mais sombria. A claridade durante o dia, por lá, seria cerca de um centésimo da claridade na Terra durante o dia. Uma dúvida que paira sobre os cientistas é qual seria a cor emitida por pela Trappist-1. Essa cor pode variar de um vermelho profundo a tons mais puxados para o salmão.

Como foi feita a descoberta

Tudo começou em 2016, quando Michael Gillon, astrônomo na Universidade de Liège, na Bélgica, descobriu três exoplanetas orbitando uma estrela anã. Ele e seu grupo encontraram os astros após notar que a Trappist-1 escurecia periodicamente, indicando que um planeta poderia estar passando na frente da estrela e bloqueando a luz.

Para estudar a descoberta mais a fundo, o pesquisador usou telescópios localizados na Terra, como o Star, da Universidade de Liège, o telescópio de Liverpool, na Inglaterra, e o Very Large Telescope da ESO, no Chile. Já no espaço, Gillon usou o Spitzer, o telescópio espacial da Nasa, durante 20 dias.

Com as observações no solo e no espaço, os cientistas calcularam que não havia apenas três exoplanetas, mas sete. A partir dessa análise, foi possível descobrir o tempo de translação, a distância da estrela, a massa e o diâmetro dos sete astros. De acordo com os pesquisadores, ainda é preciso observar o sistema solar por mais algum tempo para saber novos detalhes, como a existência de água líquida.

Exoplanetas

A descoberta de exoplanetas, aqueles que orbitam estrelas que não sejam o Sol, está em ritmo bastante elevado. Até poucas décadas atrás, cientistas imaginavam que estrelas deviam ter planetas orbitando, mas não contavam com ferramentas técnicas apropriadas para a descoberta. Nos últimos 20 anos, com as descobertas acontecendo sem parar, cientistas já atingiram a marca de 3.400 exoplanetas catalogados.

“Nos últimos anos, evidências de que planetas do tamanho da Terra são abundantes na galáxia se acumulam, mas as descobertas de Michael Gillon e de seus colaboradores indicam que esses planetas são ainda mais comuns do que se pensava”, segundo o astrônomo Ignas Snellen. Snellen não estava envolvido na descoberta e publicou sua opinião em um artigo na Nature.

Para cada planeta que avistamos na Terra, existem de 20 a 100 mais deles que não conseguimos ver do nosso mundo por não passarem em frente de sua estrela principal, segundo o pesquisador.

Fonte: Exame

 

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02/17

Acreditem! Deputado cria Projeto de Lei para a panfletagem. Mais uma iniciativa inútil.

Tramita na Câmara dos Deputados o Projeto de Lei 4967/16, do deputado Luiz Lauro Filho (PSB-SP), que exige impressão em material reciclado e biodegradável da publicidade que é distribuída em locais públicos.

A proposta inclui a exigência na Lei 12.305/10, que institui a Política Nacional de Resíduos Sólidos. O projeto prevê ainda que a publicidade impressa contenha a inscrição: “Não jogue este impresso na via pública. Descarte-o adequadamente no lixo”.

Segundo Lauro Filho, uma das maiores causadoras de sujeira nos centros urbanos é a distribuição ao público de publicidade impressa – folders, panfletos – que as pessoas descartam nas vias públicas em vez de a jogar nas lixeiras. “Esses impressos acabam entupindo as bocas de lobo da drenagem pluvial, contribuindo para as cheias que atingem cidades brasileiras”, disse.

A proposta, para Lauro Filho, tem triplo objetivo: prestigiar a indústria da reciclagem de papel; estimular a educação ambiental cidadã, com a frase para fazer o descarte no lixo; e minimizar o entupimento da rede de drenagem pluvial.

Quem deixar de seguir a proposta poderá sofrer sanções da Lei de Crimes Ambientais (9.605/98), desde advertência até a suspensão total de atividades.

Tramitação
A proposta tramita em caráter conclusivo e será analisada pelas comissões de Desenvolvimento Urbano; de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania, informa o Comunique-se.

COMENTÁRIO

O parlamentar está muito mal informado.

Primeiro, o que entope os esgotos e bueiros (e gera enchentes)  são os sacos plásticos e as garrafas pet, principalmente. O papel se dissolve na água, sendo ele reciclado ou não.

Segundo, grande parcela do que se vende como papel reciclado no Brasil não é reciclado – é papel comum, impresso com película para parecer reciclado. O papel para impressoras é um bom exemplo disso. E mais: o papel reciclado custa mais caro do que o papel comum (que, destaco, é produzido com celulose desenvolvida da madeira especificamente cultivada, cortada e replantada para esta finalidade).

Quanto a escrever que o panfleto deve ser colocado numa lixeira…isso já é procedimento corriqueiro há décadas. Mas o povo é mal educado.

Importante frisar que a panfletagem é uma técnica de marketing direto e de publicidade que está caindo em desuso, pois a maioria das pessoas se recusam em receber os panfletos – especialmente se estiverem em automóveis. A maioria absoluta não abre a janela para receber o panfleto ou folder, por medo de assalto.

Assim, é mais um deputado perdendo tempo com mais um projeto de lei inútil, num país com tantas necessidades urgentes.

JJ

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02/17

Walmart Brasil tem queda nas vendas. Crise brasileira? Ou lojas com problemas?

A norte-americana Walmart apresentou o balanço referente ao quarto trimestre fiscal (encerrado em janeiro). No Brasil, a companhia informou queda de 4,1% nas vendas líquidas. O tráfego no País caiu 2,4%. Em moeda constante, a companhia informou aumento de 0,8% nas vendas de outubro a dezembro no Brasil.

O Walmart também informou que as operações do Sam’s Club e de atacarejo no Brasil registraram crescimento de dois dígitos no País, sem abrir os números da variação. “Os níveis de estoque foram gerenciados, diminuindo a uma taxa mais rápida do que as vendas”, diz a apresentação que acompanha o balanço.

A operação global registrou queda de 17,9% no lucro líquido do quarto trimestre fiscal (encerrado em janeiro), para US$ 3,76 bilhões, na comparação anual. A receita da companhia subiu 1% de novembro a janeiro, para US$ 130,9 bilhões.
O resultado foi afetado por perdas relacionadas a operações descontinuadas e com o aumento dos custos de venda e das despesas operacionais.

No quarto trimestre fiscal, a companhia registrou aumento de 0,8% nos custos de venda, para US$ 97,7 bilhões, e de 3,7% nas despesas operacionais e administrativas, para US$ 27 bilhões. No acumulado de 12 meses, o lucro recuou 7,2%, para US$ 13,6 bilhões, e a receita subiu 0,8%, para US$ 485,9 bilhões.

“Estamos nos movendo com rapidez para nos tornar mais uma empresa digital e servir melhor os clientes”, afirmou Doug McMillon, presidente do Walmart, destacando o bom desempenho no mercado americano.

A companhia registrou aumento de 2,8% nas vendas líquidas do quarto trimestre nos Estados Unidos, para US$ 83,7 bilhões. As vendas das operações internacionais recuaram 5,1%, para US$ 31 bilhões, afetadas por perdas cambiais.

Fonte: Supermercado Moderno

COMENTÁRIO

Pode ser a crise brasileira, o motivo na queda de receita, mas é fato, também, que a qualidade das lojas e do atendimento do Walmart no Brasil é muito inferior ao das lojas do Walmart nos Estados Unidos.

JJ

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02/17

Nova onda digital está mudando os hábitos dos consumidores.

A digitalização da economia segue em ritmo frenético. A última onda chama-se “descolamento”. O nome descreve o que um número crescente de pessoas têm feito.

Elas têm revolucionado o conceito de comprar, descolando várias atividades que sempre andaram juntas, como por exemplo, a experiência de comparar produtos ou serviços, decidir pagar por um deles e usá-lo.

Muito complicado? Os exemplos são bem ilustrativos. Nos Estados Unidos, o site Rent the Runway oferece o aluguel de acessórios e roupas de estilistas renomados a preços acessíveis.

No caso, a empresa dissocia algo percebido como prazeroso por uma parcela dos consumidores — poder experimentar um pouco do “mundo da alta costura” — de algo visto como um problema — ter de pagar caro por peças que são usadas em poucas ocasiões.

Já a empresa de games Supercell, criadora do megasucesso Clash of Clans, permite que qualquer um possa jogar online sem ter de comprar seus games. Apenas aqueles que querem avançar no jogo são convidados a pagar.

Essa fase de descolamento é a terceira da era digital. A primeira foi batizada de “desagregação” e ocorreu entre 1995 e 2005. Nesse período, diversas empresas passaram a ter seus produtos disponibilizados na web em partes. As gravadoras viram seus CDs serem substituídos pelo iTunes, uma música de cada vez.

Por volta de 1999, uma nova onda ganhou força. Fabricantes e provedores de determinados serviços passaram a usar a internet para alcançar diretamente seus consumidores finais num processo que passou a ser chamado de “desintermediação”. O melhor exemplo é o de empresas aéreas deixando de lado agências de viagens.

Essas duas primeiras ondas davam a impressão de que diversos setores sairiam ilesos de intensa disrupção digital. Muitas empresas, afinal, ofereciam produtos que não podiam ser compartilhados pela web tão facilmente quanto um filme ou uma música.

Por isso, a sensação era que serviços, como o de táxis, estavam livres da competição digital. Alguém aí lembrou de uma empresa que começa com “Ub” e termina com “er”?

A percepção de que fabricantes de automóveis, empresas de telecomunicações e grandes varejistas não corriam o risco de ter seus setores transformados pela onda digital estava ligada às elevadas barreiras de entrada em seus mercados. Era difícil ter recursos e escala para competir com tais empresas.

O fenômeno de descolamento, porém, permitiu que novos empreendedores entrassem nesses mercados sem construir ou comprar fábricas, lojas ou frotas de carros.

Os novatos — geralmente startups criadas por jovens empreendedores — têm tirado proveito do que já existe. E os fundos de capital de risco adoram essa abordagem.

O descolamento vem impulsionando uma transformação nos hábitos de consumo. Cresce o número de pessoas interessadas em compartilhar produtos em vez de comprá-los.

Também é cada vez maior a quantidade de consumidores que visitam lojas físicas apenas para testar ou experimentar algo que depois compram online mais barato – prática conhecida em inglês como showrooming.

No geral, os consumidores levam em conta três fatores ao tomar uma decisão que pode resultar em descolamento: preço (“posso comprar esse produto mais barato?”), esforço (“será mais fácil adquiri-lo online?”) e tempo (“quanto tempo vou ter de esperar para receber?”).

O peso atribuído a cada um desses fatores varia muito. Há quem, depois de ter se deslocado até uma loja para dar uma olhada em uma televisão, por exemplo, aceite pagar um pouco mais pela conveniência de já sair dali com o produto.

Da mesma forma, para alguns alugar um carro em uma locadora tradicional pode ser mais conveniente do que no site americano Turo, uma espécie de Airbnb de automóveis. O Turo une pessoas dispostas a alugar o próprio carro e gente à procura de um veículo para locar.

O desafio das tradicionais

Em geral, as empresas tradicionais respondem de duas maneiras a essa onda de descolamento. A primeira resposta é um esforço para colar de novo.

Empresas de taxi têm tentado convencer governos locais a proibirem o Uber. Companhias de telecomunicação têm tentado forçar seus usuários a abandonar aplicativos de comunicação, como Skype ou Whatsapp.

Entre as batalhas mais acirradas está a que vem sendo travada em torno do showrooming. A Celiac Supplies, uma pequena loja especializada em alimentos sem glúten em Brisbane, na Austrália, decidiu cobrar uma taxa equivalente a dez reais dos clientes que vão à loja “só para olhar”.

O problema dessa abordagem é que ela tenta forçar os consumidores a fazer algo que não querem. No longo prazo, a maior parte das tentativas de colar algo que foi descolado é insustentável. É como tentar colar as cascas de um ovo depois de quebrá-la.

Outra alternativa usada pelas empresas tradicionais é tentar se realinhar. A Best Buy, maior rede de lojas de eletrônicos dos Estados Unidos, sofria muito com a showrooming. Várias pessoas iam nas suas lojas, pediam ajuda dos vendedores e depois compravam seus eletrônicos no site da Amazon.

Em vez de cobrar uma taxa dos clientes, como fez a loja de alimentos da Austrália, a Best Buy decidiu cobrar dos fabricantes de eletrônicos.

A empresa percebeu que seus fornecedores teriam muito a perder se as pessoas não pudessem manusear e experimentar produtos expostos nas lojas Best Buy.

A partir daí, começou a cobrança de uma “taxa de alocação” para quem quisesse ver seus eletrônicos expostos nas áreas de maior visibilidade.

Com o aumento da receita com a taxa de alocação, a Best Buy conseguiu oferecer preços mais competitivos na briga com as lojas online.

Nessa mesma linha, algumas empresas americanas de telecomunicações têm respondido à competição com o Skype com planos que cobram uma taxa fixa, independentemente de quantas ligações se faça.

Na prática, elas estão admitindo que não faz mais sentido cobrar por ligações telefônicas. Em contrapartida, essas empresas estão aumentando os preços dos planos básicos de conexão à internet, que os consumidores precisam para acessar serviços como o Skype e Whatsapp.

É óbvio que nem todos os setores estão sujeitos ao descolamento. As exceções concentram-se em atividades nas quais descolar é muito caro ou inconveniente para os consumidores.

Educação é um bom exemplo disso. Em geral, uma mesma instituição faz pesquisas, ensina alunos, testa seus conhecimentos e fornece diplomas. Essa tem sido a realidade até agora. Nada, porém, garante que será assim para sempre.

Quem sabe alguém que esteja lendo esse artigo consiga pensar numa maneira de descolar o setor de educação. Uma coisa é certa: a onda do descolamento deve seguir avançando.

Entre os setores que ainda podem ser transformados estão os serviços oferecidos por governos e o setor de saúde. Empresas tradicionais fazem bem em se preparar para o combate.

Entender a teoria de descolamento pode ser uma arma importante para pensar em alternativas viáveis nessa guerra iminente.

Fonte: Exame

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02/17

10 dicas de marketing de conteúdo para alavancar audiência.

audiência marketing de conteúdo

A produção de um canal digital com a finalidade de audiência e conversão mistura forma, processo e conteúdo. Nos cursos ministrados pela Presença Online, damos uma série de informações para ajudar a organizar a produção. Separei 10 dicas que considero fundamentais para seu blog/site/portal:

1) Fique de olho na audiência orgânica
Olhe sempre o Google Analytics e identifique quais as páginas mais acessadas. Tente entender o motivo e as melhore. Cuidado ao espalhar links nelas, se forem irrelevantes a página pode sofrer penalizações.

2) Mantenha contato
Invista em formulários para cadastrar usuários e utilize sistema de newsletter. Recomendo Mailchimp para listas com menos de 50 mil e-mails. Para listas maiores, utilize Mandrill, Sendgrid ou outro similar. Ao lidar com bases antigas ou de procedência duvidosa, recomendo higienizar a lista com ferramentas como a BriteVerify.

3) Ajude o Google a levar usuários para seu site
Use os campos de “meta tags” com sabedoria, principalmente title, description e keywords. Os dois primeiros são os que aparecem nos resultados de busca quando o usuário procura por algo. No caso das keywords, o Google parou de usar, mas vale para o Bing e para indexação interna. Também fique de olho em Rich snippets(microdados, microformatos, RDFa e Marcador de dados).

4) Tome cuidado com o plágio virtual
Quando colocar conteúdo de terceiros, não esqueça de usar a categoria de citação (blockquote) no texto e não deixe-o ser superior a 49% do conteúdo publicado.

5) Mantenha o usuário atento
Retenha a atenção do usuário compondo as mensagens utilizando uma lógica (chamada, informações sem juízo de valor, o que o usuário tem a ver com o conteúdo, o que o usuário tem a ganhar com o conteúdo, chamada para uma ação). Cada bloco pode ter um ou mais parágrafos. Teste diversas ordens e veja qual a melhor para o seu canal.

6) Valorize o conteúdo e comande o show
Deixe claro o propósito do conteúdo e o valor que aquela informação agrega e não esqueça de demandar algo (comentário, compra, compartilhamento). O usuário está acostumado a ler ou assistir, tire-o do conforto! Sensibilize, motive e mobilize.

7) Cuidado com descrições e dimensões das imagens
Não esqueça de incluir imagens com descrições úteis e textos alternativos. Retire links para a url da imagem quando necessário. Também fique de olho nas dimensões delas, mais do que 500 pixels de largura pode ser um problema na maioria dos blogs.

8) Resuma o conteúdo
Capriche muito no primeiro parágrafo, utilizando as principais palavras-chave nele. Construir um bom primeiro parágrafo pode evitar o efeito “zap” do controle remoto. As pessoas precisam entender do que aquele conteúdo tratará.

9) Entenda as tendências de consumo
Identifique quando o conteúdo deve ser publicado utilizando o Google Trends. Veja se há demanda pelo tema e identifique palavras complementares com o Google Adwords. Se você souber sobre o que as pessoas procuram, ficará mais fácil escolher o que produzir.

10) Planeje a regularidade da publicação e as interações.
Distribua o conteúdo com regularidade. Mais vale agendar um conteúdo por dia do que publicar cinco conteúdos de uma só vez. Isso também dará ao seu canal certo dinamismo. Cabe esquentar o tema nas redes sociais antes de disseminar o conteúdo final. Isso pode ser feito através da disseminação de uma frase, enquete ou até outro texto similar.

Há muito mais, mas só isso já dá um trabalho enorme. Mesmo assim, quando comparamos as diversas formas de atrair leitores, a produção de conteúdo ainda tem a melhor relação entre o custo e o benefício.

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Marcelo Vitorino. Professor de comunicação e marketing digital no Centro de Inovação e Criatividade na ESPM, sócio da Presença Online e na Vitorino e Mendonça, consultoria de marketing político. 

No Comunique-se

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02/17

Será que a mídia está preparada para o crescimento do mobile?

Segundo um estudo do The 614 Group que analisou mais de 40 empresas globais de mídia para entender questões como veículos e anunciantes estão usando publicidade móvel, como determinam quais parceiros de tecnologia são adequados para eles e que papel esperam que esses parceiros desempenhem, a resposta é não.

O estudo que tinha como meta principal ajudar os veículos a escolher os parceiros certos para suas estratégias de monetização revelou, por exemplo que apenas 25% das equipes internas têm as competências em HTML5 necessárias para se manterem competitivos.

Além disso, não recebem tanto suporte critico dos parceiros quanto recebem dos parceiros de publicidade digital.

Entre outras descobertas do estudo, destacam-se o fato de que a visualização nos dispositivos móveis ainda não ser um forte critério na compra de midia e o CPM estar abaixo das expectativas dos veículos.

O estudo também focou no desenvolvimento de uma base de parceiros de monetização móvel, onde se destacam  AerServ, AppNexus, OpenX, PubMatic, e Rubicon Project.

Entre os grupos de mídia que participaram do estudo, estavam Condé Nast, Thomson Reuters, The Weather Company, AccuWeather, e Beliefnet.

Fonte: MediaPost RealTime Daily

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02/17

Uma foto que diz tudo.

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“Certa vez, escrevi uma matéria sobre a escolha de Marco Maciel para vice de FH. O diretor de Redação Evandro Carlos de Andrade, que rabiscava o jornal inteiro com críticas e elogios, nesse dia só rabiscou a minha matéria, com este que reputo o maior elogio já recebido na minha vida profissional: ” Esta matéria vale a edição do jornal inteiro. O Moreno é o nosso Romário ( a fama de trabalhar pouco, mas que faz bonito quando trabalha ). Eu amo o Moreno!”
Por que estou me lembrando disso cabotinamente, reconheço, agora?
Por causa da foto de Dida Sampaio de hoje (ontem) no Estadão. Só que a foto dele supera o meu texto. Ela diz tudo. Ela é indesmentível. Ela é maravilhosa, mas trágica. É uma obra de arte, mas ao mesmo tempo uma revelação triste do momento em que vivemos. É um flash! É um flagra! É uma prova inquestionável da necessidade de mudar o processo de escolha dos ministros do Supremo. É a prova da promiscuidade nacional. É um triste quadro na primeira página de um jornal. Um retrato que, como diria CDA, dói, machuca e enche de opróbrio uma Nação.
Nem se diga que a culpa seja do Alexandre de Moraes, mas do sistema que o leva, como já levou todos os outros, a essa via-sacra humilhante.”

 

Jorge Bastos Moreno, jornalista.

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02/17

Casino contrata Rothschild e Santander para vender Via Varejo.

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O grupo francês Casino Guichard-Perrachon contratou o Rothschild e o Santander para vender sua participação na empresa brasileira Via Varejo, segundo pessoas com conhecimento direto do assunto.

A companhia trabalha também com os bancos HSBC e Société Générale, disseram as pessoas, que pediram anonimato porque as discussões ainda não são públicas. Cerca de 10 interessados já assinaram acordos de confidencialidade para verem os números da rede de lojas de móveis e eletrônicos, disse uma das pessoas, acrescentando que as propostas serão recebidas em março e que o objetivo é concluir a venda no primeiro semestre deste ano.

O conselho do Grupo Pão de Açúcar (GPA), controlador da Via Varejo, aprovou em 23 de novembro o início do processo de venda de sua participação, como parte da estratégia de se dedicar ao segmento de alimentação, segundo comunicado ao mercado na época. O GPA detém 62,6 por cento das ações ordinárias e 43,3 por cento do capital total da Via Varejo, segundo o site da empresa. O Casino, por sua vez, controla 41,5 por cento do capital total e quase todas as ações ordinárias da GPA, segundo comunicado ao mercado.

As ações do Casino chegaram a subir 3,3 por cento na terça-feira. A Via Varejo registrava alta de 3,5 por cento às 10:14 em São Paulo, e a GPA, de 0,4 por cento.

Um assessor de imprensa do GPA informou que qualquer posicionamento oficial da empresa sobre o tema será feito por meio de comunicados ao mercado, enquanto o Casino preferiu não comentar.

O valor de mercado da fatia do GPA na Via Varejo era de R$ 3 bilhões (US$ 970 milhões) na segunda-feira. A Lojas Americanas, rede concorrente à Via Varejo que tem o bilionário Jorge Paulo Lemann como um de seus acionistas, poderia usar os recursos de uma oferta de ações para comprar a Via Varejo, escreverem os analistas Guilherme Assis e Felipe Cassimiro, do Brasil Plural SA Banco Múltiplo, em relatório de 31 de janeiro. A Lojas Americanas informou na segunda-feira que seu conselho aprovou uma oferta de ações e que planeja usar os recursos para expandir sua rede de lojas e como reforço de capital.

Fonte: UOL

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África!

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