24
03/17

Frase do dia.

Só a Dilma não sabia

que a Dilma sabia.

24
03/17

No divã…

A imagem pode conter: texto

24
03/17
24
03/17

Humor da sexta. Duas loiras…

Diálogo no Supermercado, entre duas loiras:

Loira 1 – “Adoro vinho seco”.

Loira 2 – “Eu já prefiro mais molhadinho”.

É mole??

24
03/17

Primeiro dia do Adobe Summit.

O Adobe Summit 2017 começou. A palavra da vez por aqui continua sendo experiência. No ano passado, o evento trouxe o conceito de experiência como uma terceira onda tecnológica, sendo a primeira a do back office e a segunda a do front office. Esse ano o evento parece mais voltado para o lado técnico, e o foco está em mostrar como as empresas que usam Adobe estão aplicando seu marketing cloud para criar uma experiência única e escalável aos seus clientes.

O evento novamente reúne em Las Vegas mais de 10 mil profissionais que trabalham com o Adobe Marketing Cloud em seu dia a dia. Como em qualquer evento promovido por uma marca só, a mensagem é naturalmente bastante autocentrada (ou seja, muito jabá). Por outro lado, esse parece ser o objetivo, o de mostrar o que pode ser feito com a plataforma e ajudar a comunidade que habita nesse universo.

Abaixo reúno algumas observações sobre o primeiro dia do evento:

  1. Lançamento experience cloud: durante a abertura do evento, o CEO da companhia, Shantanu Narayen, anunciou o lançamento do Adobe Experience Cloud, que combina partes das ferramentas de marketing, conteúdo e analytics, com o objetivo de expandir sua adoção por todas as funções das empresas clientes, se certificando de que as marcas entreguem experiências verdadeiramente integradas. Aliás, desde essa primeira apresentação, já deu pra perceber que “experiência” continua sendo a palavra da vez por aqui.
  2. A constante modernização do National Geographic: uma empresa praticamente centenária, que cresceu a partir da mídia tradicional, entendeu o universo digital e hoje consegue ser até mais relevante do que já foi no passado. A marca tem mais de 72 milhões de seguidores no Instagram. Com uma visão de negócio clara, a de ser um storyteller visual do mundo em que vivemos, sabem como poucos aplicar a tecnologia para atingir seus objetivos.
  3. Olhar para dentro mais do que para fora: quando falamos em personalização de mensagem, a primeira coisa que vem a mente para muitos é DMP, DSP, programática, enfim, mídia. A provocação é que precisamos olhar mais da porta para dentro do que da porta para fora. Criar uma experiência integrada para os clientes está mais ligado a aplicar a tecnologia quando o usuário já está em contato com a marca do que contar uma estória enquanto ele está navegando em outros sites ou apps. Uma vez tendo a experiência como driver central da estratégia, aplicá-la à mídia passa a ser bem mais fácil.
  4. Desafios de integração da estratégia programática: durante a sessão Programmatic then and now chamou-se atenção para os ganhos de integrar a estratégia programática VS usar diversas plataformas. Isso faz todo sentido, se não fosse a limitação de integração dos dados promovido especialmente pelo Facebook e dos resultados colhidos na pratica com a estratégia. Por isso, é sempre bom ponderar sob um ponto de vista de resultados empíricos.
  5. Performance > media performance: cada vez fica mais claro como precisamos aplicar aquilo que aprendemos com o surgimento da mídia performance para todas as disciplinas do meio digital. Testar e aprender deve permear tudo o que fazemos. Apesar de não ter nenhuma novidade nisso, ver exemplos e mais exemplos de ganho de resultados que partem de uma visão de dentro para fora valida que “cuidar da lojinha” é o caminho do sucesso.

Henrique Russowsky, sócio e diretor de mídia da Jüssi.

No Proxxima

24
03/17

Provocação.

O Vasco é um time sem vícios:

não fuma, não bebe, nem joga.

24
03/17

Humor da sexta

A imagem pode conter: texto

23
03/17

O sumiço dos leitores de jornais impressos gaúchos. E paranaenses.

A circulação dos dez jornais gaúchos auditados pelo Instituto Verificador de Comunicação (IVC) chegou à queda mediana de 20,37% em 2016. Nos números levantados entre dezembro de 2015 e dezembro de 2016, teve diário que reduziu a impressão em mais de 30%. Pior do que os dados ruins foi a postura dos veículos de sonegar as informações ao público, e o maior deles no estado – Zero Hora – publicou que foi o único entre os cinco maiores jornais do país a aumentar em 7% sua circulação total – digital e impresso –, sendo que o IVC verificou para esta soma pouco mais de 2%. Ademais, o diário sequer mencionou ou contextualizou a redução de mais de 15% na sua tiragem no período.

Zero hora logo

Os jornais aferidos pelo IVC pertencem a cinco grupos de comunicação do Rio Grande do Sul e grande parte tem concentração de circulação na Região Metropolitana de Porto Alegre. Conforme o Instituto, o Jornal do Povo, de Cachoeira do Sul, registrou a menor queda, com 2,39%. O maior percentual foi do Diário de Canoas, do grupo Sinos, que caiu 31,82%. Do mesmo grupo, o Jornal VS apresentou diminuição de 21,72%, enquanto o ABC Domingo caiu 21,04% e o Jornal NH 20,82%.

Já dos impressos do grupo RBS, o Pioneiro, de Caxias do Sul, foi o que mais caiu, registrando um percentual de -19,92%. O Diário Gaúcho caiu 16,38% e Zero Hora, 15,14%. O Diário de Santa Maria, que pertence a um grupo de empresários locais, registrou queda de 22,37% no período em questão e o Correio do Povo diminuiu 13,64%.

Jornais gauchos dados da crise

Comparação da tiragem de um ano para o outro; ordem da menor para a maior queda em percentual.

Diante dos dados, alguém poderia concluir de imediato – inclusive, assim o fazem corriqueiramente os diretores dos veículos – que isso é consequência da crise econômica, do jornalismo online e das redes sociais. Infelizmente, não se resume a isso. As causas vão bem além e são mais profundas, embora algumas estejam bem aparentes.

Primeiro, a atitude dos impressos de esconder sua própria realidade aos leitores e aos anunciantes e de forjar dados positivos sem contextualizar as informações não é mais compatível com a transparência exigida para a mídia do século 21. Tal postura editorial perversa de mostrar os fatos quando convêm a determinados interesses e ocultá-los quando desfavoráveis é intolerável e uma das causas que corroem a credibilidade da imprensa, tendo como consequência o afastamento do público.

Outra medida contraditória e duvidosa quanto à eficiência é o enxugamento das redações, sob o argumento único da crise econômica. Os jornais do grupo Sinos, por exemplo, vêm demitindo os profissionais mais experientes e apelando para o sensacionalismo. Uma publicação que construiu sua reputação com base numa linha editorial sóbria e jornalismo propositivo nos últimos anos deu uma guinada para assuntos de violência, insegurança, fatos chocantes, usando excesso de linguagem apelativa na apresentação das notícias, no afã de conseguir alguma audiência momentânea a mais. Mas, à medida que esse expediente vem sendo empregado, a tiragem dos jornais e o prestígio deles vêm decaindo na mesma proporção. Enfim, não imprime mais inteligência, interesse público nem fornece material que represente seu público no sentido mais amplo.

Equilíbrio, senso ético e a verdade

O comprometimento incondicional de grande parte desses veículos na propagação das manifestações de 2016 foi visível, sem considerar as verdadeiras intenções e a eficiência no combate à corrupção de forma mais ampla desse movimento, acabou se mostrando um tiro no pé da imprensa. No calor dos acontecimentos, a cobertura massiva e acrítica se apresentou promissora, atraindo alguns novos leitores e aumentando o faturamento publicitário em meio à crise. Entretanto, com o passar do tempo, quando a causa do movimento foi se revelando um projeto de poder, o enfrentamento da corrupção seletiva e os resultados efêmeros, a imprensa saiu enfraquecida como referência informativa à população.

A atuação da mídia como multiplicador e canalizador da opinião de um grupo tal como se fosse vontade de todos e o caráter cada vez mais padronizado e elementar nas formas pelas quais as notícias são apresentadas ao público também não agregam valor e credibilidade às publicações. Tudo isso cria uma desconfiança ainda maior quando os fatos submetem a euforia e as opiniões como no fenômeno do ano passado.

Evidente que os veículos batem pé nas suas versões e convicções dos fatos até o momento em que for possível, usam elementos de persuasão da própria publicidade para canalizar e manter a opinião pública ao seu lado.

Afirmação, repetição e prestígio são algumas das técnicas às quais se lança mão. Por exemplo, uma repetição no jornal de que A é velhaco e B um homem honrado acaba convencendo muitas pessoas se não tiverem acesso a outra fonte que diga o contrário.

Mas como atualmente o público tem acesso a fontes alternativas de informações, a estratégia da mídia para respaldar sua visão dos fatos se vê exposta e, em muitos casos, até contraditória com a realidade após algum tempo. Logo, o baque na credibilidade é certeiro, mal essa lógica vier à tona.

Mesmo assim, é normal que o meio de comunicação exerça seu poder por meio da política editorial do noticiário. Momento em que os acontecimentos recebem supressão, boicote ou distorção conforme os interesses políticos, econômicos do veículo e do público a quem se dirige a notícia. Esses arranjos são comuns nas redações, porém, precisam ser feitos cada vez com mais responsabilidade e pluralismo, caso a publicação informativa não queira ser apenas porta-voz de uma parcela cada vez menor da população, como os jornais partidários antes da imprensa empresarial.

Contanto que o jornalismo for focado em excluir certos interesses da cena pública e pregar para convertidos, a que abrir espaço à diversidade social e ao debate das opiniões, então é melhor cada organização social criar sua própria publicação e mostrar a realidade conforme lhe convier. Senão, é preciso melhorar a qualidade editorial e ter como essência o equilíbrio, o senso ético e a verdade na impressão da notícia.

Por isso, não convém esconder a realidade dos números ruins, ocupar espaço redacional com material sem verdadeiro interesse jornalístico, ver o público apenas como clientela e fazer propaganda em prol de determinados movimentos, como se tudo fosse puramente interesse coletivo, caso o jornalismo queira ser de fato referência informativa relevante e resgatar seu prestígio com a sociedade. Sem vigor, pluralismo, transparência e independência editorial, não há enxugamento de redação nem dinheiro de órgãos governamentais que salvem os jornais de qualquer crise.

***

Elstor Hanzen é jornalista e especialista em convergência de mídias.


COMENTÁRIO

Que bom seria ter uma análise dessas para os jornais paranaenses. Mas, mesmo sem ela, é perceptível a queda da circulação de dois jornais que já foram os mais importantes de Curitiba – e um deles do Paraná.

A Gazeta do Povo e a Tribuna tiveram quedas de circulação espantosas em suas versões impressas. A Tribuna passou de 30 mil para pouco mais de 7 mil exemplares diário desde que foi adquirida pelo GRPCom, porque alterou profundamente sua linha editorial. E a Gazeta passou de mais de 70 mil exemplares/dia, de segunda a sábado, para pouco mais de 30 mil exemplares (quase empatando com o gratuito Metro, que é distribuído cedinho nas esquinas de Curitiba, de segunda a sexta).

A Gazeta do Povo, além disso, deixou de ter circulação em todo o Paraná, ao contrário da Folha de Londrina que, com quase 30 mil exemplares/dia distribuído no Paraná todo.

Muitos leitores, mas muitos mesmo, reprovaram a mudança de formato da Gazeta do Povo de standard para berliner, com a redução do número de páginas, padronização do formato dos anúncios, textos longos demais para um jornal que ficou pequeno. Tanto que muitos leitores preferem ler o Metro à Gazeta, hoje em dia, por ser o Metro um jornal editorialmente adequado ao seu formato.

Várias fontes dignas de crédito afirmam que a Gazeta do Povo impressa deixaria de circular em março ou abril deste ano, tornando o jornal só digital.

O jornal, oficialmente, não desmentiu essas informações.

Mas iniciou uma ofensiva para vender mais o digital do que o impresso, com uma grande diferença de preço entre as duas opções. Primeiro anunciou o digital a 0,99 centavos por mês (com um asterisco dizendo que este preço só valeria para o primeiro mês de assinatura – mas sem especificar o preço que seria cobrado após este período, o que alterou nos últimos dias, informando que será de 24,40 reais mensais, contra os 59,90 reais do impresso, por enquanto).

O preço da Gazeta do Povo digital é 4 vezes maior do que a mesma assinatura na Folha, no Estadão e no O Globo. Será que pesquisaram?

Mas o assunto do fim do jornal impresso da Gazeta não se esgotou, ainda e deveremos ter novidades nos próximos dias.

Bom seria se a decisão dos donos da Gazeta do Povo fosse continuar com o impresso, melhorando a qualidade do jornal com noticiário e colunistas da maior qualidade, adequando o editorial ao formato berliner – e resgatando cadernos que já fizeram sucesso, como o Viver Bem (que já chegou a ter mais de 32 páginas repletas de informação – e de anúncios), como o Esporte (que chega a circular sem notícias decentes dos times de Curitiba), como a Política (dedicada mais aos assuntos do Paraná do que aos de Brasília e até de outros Estados), como o de Economia e o de Cultura (que não deveria circular um dia sequer sem informações dos cinemas, teatros, museus, etc). Chega de não informar e de remeter os leitores para o digital!

Bom seria, porque o impresso com boa circulação gera mais anúncios e resultados financeiros do que o digital, chegando a responder por 80% ou mais da receita publicitária dos jornais brasileiros.

Bom seria se a Gazeta do Povo não deixasse os curitibanos sem um importante jornal diário – inclusive aos domingos.

JJ

23
03/17

Friboi anuncia qualidade mostrando carne vencida em 2013!

Friboi

Uma das marcas com a imagem mais atingida pelas informações da Operação Carne Fraca, da Polícia Federal, a JBS, detentora da Friboi, está investindo em propaganda para tentar recuperar a credibilidade com seus clientes.

Seguindo essa linha estratégica, a empresa vem veiculando na televisão e na internet um comercial intitulado “Qualidade É Prioridade”. Um detalhe, porém, virou motivo de piadas para os usuários da web.

O vídeo mostra, aos 14 segundos, uma peça de picanha com a data de fabricação e vencimento de 2013. A empresa utilizou parte do seu banco de imagens para finalizar o filme, o que gerou a cena curiosa.

Ontem,  a companhia emitiu um comunicado para explicar a confusão. “A JBS informa que o filme foi produzido a partir de imagens de arquivo. A campanha prevê novas versões e atualizações que devem ser veiculadas ao longo dos próximos dias reforçando o compromisso da Companhia com alta qualidade e segurança alimentar em todos os produtos de suas marcas.”

Mas a gafe, entretanto, não passou batida para o público.

Fonte: Adnews.

23
03/17

Chilenos satirizam carne brasileira em comercial.

Uma das reações internacionais mais duras à Operação Carne Fraca veio do Chile. O país vizinho decidiu barrar por tempo indeterminado a importação de todos os tipos de carne brasileira. A diplomacia nacional já tentou reverter a decisão em reuniões com a embaixada chilena, mas ainda não houve sinal positivo. O assunto é sério, mas virou piada em terras andinas.

Uma operadora de telefonia móvel chilena, espirituosa, usou como mote a carne brasileira para atrair novos clientes a fazerem a portabilidade das concorrentes. “Se a sua companhia cheira estranho, troque pela Wom”, diz a publicidade publicada nas redes sociais, com uma imagem da bandeira brasileira e uma bandeja de “carne muito gostosa” embalada com moscas.

A tele é conhecida no Chile por usar humor em suas peças publicitárias. No início de 2015, a operadora substituiu a Nextel chilena, depois que a marca foi comprada pelo fundo de investimentos internacional Novator.

Fonte: Veja

Página 3 de 4.593Primeira...2345...1015...Última