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04/17

Investimentos em obras do governo…

O ministro do planejamento (cujo nome prefiro esquecer), afirmou na TV que o governo federal não pode investir em obras por causa dos benefícios que paga a aposentados e inválidos via INSS. Não citou o altos salários do Legislativo, do Judiciário e das estatais, muito menos o tamanho excessivo do funcionalismo público, e muito, muito menos a corrupção desenfreada dos nossos governantes, políticos e empreiteiros (com só uma  parte da Lava Jato tendo sido denunciada – ainda faltam BNDES, Banco do Brasil, Caixa, Eletrobras e outros). Estaria sobrando dinheiro para investimentos e para os beneficiários do INSS, ainda, se executassem as dívidas de bancos e empresas que devem bilhões à Previdência. Por que não cobram?

 

JJ

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04/17

Papa Francisco na Lava Jato, diz Lula.

Lula disse, no Nordeste (seu maior curral eleitoral) que é questão de tempo para Papa Francisco ser citado na Lava Jato. Que palhaço!!!

JJ

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04/17

Não participe!

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04/17

Propaganda do PSDB.

A propaganda do PSDB, na TV, parece ter sido pensada como se todos nós fôssemos imbecis. “Fazendo o que tem de ser feito”? Num governo do PMDB? Inclui o roubo da corrupção recém-denunciada? Um tiro no pé.

JJ

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04/17

“Big data tem longo caminho no Brasil”.

Andreas Cohen, fundador e presidente do I-Com Global (crédito: divulgação / Marc Colomines)

Andreas Cohen, fundador e presidente do I-Com Global 

O I-Com Global realiza seu congresso nesta semana, na cidade do Porto, em Portugal. O evento é o principal realizado pela entidade que estimula o desenvolvimento da tecnologia de dados e discute suas aplicações no mercado de comunicação — um tema quente e antagônico. Por um lado, a indústria exige maior verificação de tecnologias programáticas, em decorrência da associação de publicidade digital com conteúdo polêmico. Por outro, a maior demanda de empresas por resultados e métricas confiáveis faz crescer a verba de marketing destinada a análise e tecnologia, ameaçando sua tradicional relação com investimento em criatividade. Ambas as pontas se encontram na programação do I-Com. Segundo Andreas Cohen, fundador e presidente da instituição, padronização, métricas confiáveis e fraude é um tema frequente e conta até mesmo com um conselho especializado, que se reúne anualmente durante o congresso. Além disso, as premiações realizadas durante o I-Com são um evento disputado, principalmente nas categorias que analisam o uso em conjunto de big data e criatividade. A seguir, Andreas falou, a partir de Genebra, sobre os destaques do programa do I-Com Global deste ano e os principais desafios do mercado atual.

Hackathons

Nossos Data Science Hackathons são provavelmente a competição mais de ponta no programa. Começa muito antes da conferência, quando vamos a um CMO e perguntamos a ele um problema relacionado à data que ele pode ter e então fazemos uma competição para resolver aspectos dessa questão. No ano passado tivemos resultados incríveis para a Unilever. Por causa disso, este ano temos diversas marcas participando, que apostam que esse é um formato válido de brainstorming para trazer abordagens e soluções particulares. Teremos mais de 20 equipes de todo o mundo inscritas, a maioria de empresas diferentes, cada uma com três a quatro pessoas, em dois hackathons, um com patrocínio da Unilever e outro da Intel. Ambos são desafios preditivos. Para as empresas participantes, é uma grande chance de ser reconhecido. Não precisa ser grande para ser notado por uma dessas companhias. É uma oportunidade de desenvolvimento de negócios. Depois temos o congresso, cujo o tema é “O Ano da Mudança”. Entre os assuntos em destaque estão data como o novo currency, pricing, o nível de qualidade do target e a habilidade de chegar a uma audiência específica. Pelo menos nos mercados mais avançados, essas são as grandes movimentações em curso.

Dados e criatividade

O interessante do prêmio em Data Creativity é que o nível está mais alto do que nunca. Está mais difícil entre quem compete, inclusive porque também é maior o número de empresas que não puderam se inscrever por motivo de confidencialidade. Muitas agências não conseguem aprovação (para compartilhar estratégias ou cases de negócios), prova de que criatividade com dados é uma vantagem competitiva valiosa. É um insight muito interessante, pois empresas estão levando esse assunto cada vez mais a sério e reconhecendo sua importância.

Transparência e brand safety

Temos aguardado por essa reciclagem. Quando fundei a I-Com há 13 anos, a maior parte das coisas que discutíamos era padronização e verificação — 90% eram isso. Hoje, é completamente o oposto: 90% do que cobrimos é inovação. Temos cerca de 20 grupos e conselhos na I-Com e um deles é chamado D-MIB (Digital Measurement Industry Bodies), do qual o Pedro Silva, aí do Brasil, é integrante, assim como George Ivie, do MRC, entre muitos outros. São eles que estão criando os padrões de verificação e esse tipo de coisa. A demanda por padronização vinha caindo nos últimos anos. Só cresceu recentemente, após Marc Pritchard, da P&G, se impor e dizer “Chega! Não vamos continuar com esse monte de coisa”. Inovação tem acontecido tão rapidamente que é difícil que em- presas de padronização consigam criar algo em cima disso. Mas acredito que a dor disso chegou a tal ponto (risos), com toda fraude e falta de supervisão (que ficou inevitável mudar)… Tudo isso converge e o caso do YouTube é só um exemplo de tantas coisas que têm acontecido ao mesmo tempo. Espero que essa reação dos anunciantes não seja só uma manifestação raivosa, mas uma mudança maior, para levar isso mais a sério… O pessoal do MIB vai se encontrar aqui para debater isso num nível internacional, pois os mesmos problemas se reproduzem quase em todos os países.

Ascensão dos math men

Este 2017 deverá ficar conhecido como o ano do data science. Se você olhar para assuntos como viewability e fraude, é a ciência de dados que estava prevendo isso. No ano passado, a equipe ganhadora em nosso prêmio de agência do ano foi a Integral Ad Science e, um dos motivos, é porque eles têm um grupo de data scientists especializado nesse tipo de predição. Ambos os hackathons deste ano também tratam disso. E é esse conhecimento que faz de viewability um elemento de currency, que descobre fraudes, que fortalece inteligência artificial, ajudando a criar mecanismos autômatos… Em 2018, quando se olhar para atrás, iremos lembrar de que foi agora que AI se tornou mainstream, construída sobre canais de comunicação, plataformas de tecnologia, com capacidade de oferecer um targeting mais preciso, com melhores processos, que podem ser guiados automaticamente. Também há a questão dos Mad Men se tornando Math Men… Se sua agência não tem uma oferta sólida relacionada a dados, sem a habilidade de interpretar isso para as marcas, de forma que lhe dê vantagem competitiva em marketing, você está morto. É um sinal de alerta para qualquer agência que queira negociar com mercados desenvolvidos, pois, o que o ocorre nos Estados Unidos ou na Inglaterra se repete, eventualmente, em qualquer outro lugar.

Data science do Brasil

Eu adoraria dizer que desde 2015 houve alguma mudança. Só tivemos, até hoje, uma empresa, da WPP, chamada Marketdata, que foi finalista (e conquistou os prêmios de mercado emergente e o de categoria geral) há dois anos. Mas, fora isso, não percebo nenhuma mudança. Do que eu vi de latino-americanos que sabem fazer isso, estão deixando seus mercados, indo para outros países. Exemplo: um de nossos painelistas é um sujeito do Brasil que trabalha para a Dell Technologies em Miami… Para isso funcionar, você precisa, do lado do cliente, de demanda, e não vejo isso na América Latina, infelizmente. É uma questão de cultura… Como construir uma relação? Querem seguir uma estrada tradicional ou se guiar por dados? E hoje vejo mais atividade envolvendo o tema na África subsaariana do que na América Latina.

Fonte: Meio e Mensagem

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04/17

Não observe só o consumidor, olhe para as pessoas.

“Na realidade, seria inconcebível entre nossos pais uma conversa como essa que estamos tendo agora. Eles não ficavam conversando à noite, mas dormiam profundamente. Nossa geração dorme mal, ficamos angustiados, conversamos muito e estamos sempre procurando descobrir se temos ou não razão. No entanto, para nossos filhos ou netos, estará resolvida essa questão de se ter ou não razão. Isto lhes aparecerá mais claro.”

Eu venho de uma geração cuja angústia profissional nascia da falta de cenário. Você entrava no mercado e realizava que a vida seria em uma agência. Agora, a apreensão parece advir das infinitas possibilidades. Como quem adentra em um estacionamento vazio e roda sem saber se é melhor parar perto da escada rolante, do elevador, de ré, de frente. Em comum, a aflição, a cobrança familiar, a pressão do amigo que já conseguiu um emprego e parece ter se encontrado, a pergunta que não cessa: é isso mesmo que eu quero? A passagem citada foi escrita em 1898 pelo russo Anton Tchekhov, um observador minucioso do ser humano. Poderia muito bem ter sido redigida ontem.A sequência dessas palavras nos faz viajar no tempo em busca da nossa própria angústia adolescente. Lá naquela época, estava eu certo de que seria médico em um ano, confiante que me tornaria músico de blues no outro. Foto: ReproduçãoEnquanto nada decidia, caminhava a passos lentos na direção de uma faculdade de comunicação para assim garantir o diploma do bom filho. A memória puxou esse trecho como quem agarra a cordinha para voltar à tona. Eu e meu dupla Marcos Medeiros estávamos mergulhados em perguntas de jovens estudantes no Young Wave Circus. A ansiedade no ambiente era tateável. Pensei nos dilemas daqueles jovens, déjà-vu.

“Reparai nos jornais e nas revistas. Andam repleto de fotogravuras e de nomes — nomes e caras, muitos nomes e muitas caras! A geração faz por conta própria a sua antropométrica para o futuro. Mas o curioso é ver como a publicação desses nomes é pedida, é implorada nas salas das redações. Todos os pretextos são plausíveis, desde a festa que não se foi até a moléstia inconveniente de que se foi operada com feliz êxito a esposa. (…) Aparecer! Aparecer!” .

Sem delonga porque o truque ficou previsível. João do Rio, um dos melhores escribas que já pisou nessa terra varonil, foi o primeiro jornalista a adentrar nas favelas, nos terreiros de candomblé, nas rodas de samba e relatar o que estava acontecendo longe do olhar da zona sul. O trecho acima foi escrito em 1907. Se trocarmos as fotogravuras pelos posts ou pelos releases vazios que nos rondam, o sentido permanece. O querer aparecer não nasceu no digital. Desde sempre, há quem busque o pedestal a qualquer preço (metafórico e real).

Em um discurso de 1882, Mark Twain fez um aviso aos jovens. Disse ele com sua ironia pontiaguda: “Pois a história da nossa raça e a experiência de cada um estão cheias de provas de que é fácil matar uma verdade e que uma mentira bem contada é imortal.” Continuamos atuais nesse sentido. Embustes são proferidos publicamente, personagens são construídos em torno deles, máscaras caem nos bastidores, sem muito efeito.

Aos estudantes de olhares incertos naquele salão em Copacabana: essa angústia constantemente esteve aí, assim como a imobilidade para enfrentar o que vem à frente. O ser humano tem uma capacidade, que subestimamos, de repetir comportamentos e padrões. Mark Twain se irritava com o distanciamento das relações pós invenção do telefone, João do Rio falava sobre os esnobes, as dietas sem sentido, Tchekhov desnudava seus personagens de tal maneira que os reconhecemos como próximos. Por vezes, observamos o consumidor com tanto detalhe que esquecemos que eles são, veja você, pessoas. E para conhecer as pessoas, a leitura, a observação aguçada do outro continua sendo a maior das aulas.

André Kassu

Sócio da Crispin Porter + Bogusky Brasil

Em Meio e Mensagem

COMENTÁRIO

Eu trocaria, no título: olhe para o consumidor, observe as pessoas. Só isso. Observar as pessoas é coisa que poucos publicitários fazem. Preferem o conforto da cadeira ergonômica e do ar condicionado, além da análise de pesquisas que nem sempre tem os insights necessários.

JJ

26
04/17

O marketing começa e termina no consumidor.

O mundo é cada vez mais rápido e ninguém quer perder tempo com ofertas indesejadas e serviços que não combinam com o seu lifestyle. Neste contexto, marcas que são relevantes nos momentos certos têm maiores chances de conquistar não apenas o bolso, mas também a mente e o coração dos consumidores. Não à toa, os dados ganham tanta importância na estratégia de marketing. Sem conhecer o público, as agências e anunciantes não conseguem mais ser suficientemente relevantes.

Poucos players no ecossistema mundial de comunicação têm tanta propriedade para falar sobre o assunto quanto o Google. Diariamente, milhões de pessoas pelo mundo estabelecem algum contato com os produtos da empresa. Quer um exemplo? Qual foi a última vez que você passou um dia inteiro sem checar seu Gmail, ver um filme no Youtube, baixar algum app no Google Play, checar um caminho no Maps ou mesmo dar um search básico para buscar uma informação qualquer?

Abaixo, algumas dicas do próprio Google para empresas que querem atrair seu público-alvo e melhorar o impacto de suas campanhas através da utilização de plataformas.

Colete dados do seu público-alvo

Invista em uma plataforma que possibilite a coleta, organização e ativação de dados úteis e que permita que sejam medidos e alimentados de volta para a estratégia de marketing de maneira integrada. Isso garante uma visão unificada do cliente em todas as interações com ele, além da precisão e maior aproveitamento dos dados proprietários e de campanhas.

TÉCNICAS AVANÇADAS DE SEGMENTAÇÃO FORNECEM GRANDES MELHORIAS NO ENGAJAMENTO DO CONSUMIDOR E NO DESEMPENHO DAS CAMPANHAS.

Organize as informações sobre o público-alvo para uma visão de vários dispositivos e canais.

Empenhe-se para gerar uma visão abrangente do engajamento com o público-alvo. Para isso, agregue suas fontes de dados, como os de análise digital, off-line, de CRM (Gerenciamento de Relacionamento com Clientes), da campanha, de dados proprietários e de terceiros. Use informações em tempo real sempre que possível. A cada interação que o público tem com uma marca, esta fica mais inteligente que da última vez. Assim, comece a aproveitar os dados que você tem disponíveis no momento e desenvolva-os com o tempo.

QUANDO A MENSAGEM DE UM ANÚNCIO É CONSTRUÍDO EM TEMPO REAL PARA UM INDIVÍDUO, A PROBABILIDADE DE INTERAÇÃO COM ELE DOBRA.

Analise para fazer ações instantâneas

Estude regularmente informações sobre o público-alvo, a peça criativa e a mídia para saber o que está funcionando ou não. Escolha uma ferramenta de análise com modelagem de atribuição para ver quais canais têm mais sucesso no engajamento com quem você deseja atingir. Compare o desempenho das campanhas em vários canais. Além disso, explore quais públicos são mais lucrativos, quais se engajaram mais com uma campanha e quais blocos de peças criativas atraíram mais gente. Faça ações com base nas informações, repetindo a estratégia de público-alvo, de criação, de mídia ou as três.

Native Ads

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04/17

Marketing na era digital: o dia em que Kotler morreu.

Kotler

Os especialistas em Marketing Digital mataram Philip Kotler – um dos gurus do marketing. Hoje tudo é digital, logo, o “tiozinho que escreveu aquele livro gigante que nunca ninguém leu, mas que o professor da faculdade mandou comprar…” pode ser deixado de lado.

Afinal, ser PhD pelo MIT (Instituto de Tecnologia de Massachusetts), ter realizado pós-doutorado em Harvard, prestado consultoria para empresas como IBM, Michelin, General Motors e ser a sexta pessoa mais influente do mundo dos negócios, claramente, vale muito menos que a sacada genial que o social media teve para o post de Dia dos Pais.

Esse senhor, certa vez ousou em falar sobre os 4Ps do marketing. Mas ao que parece, o Digital não precisa saber disso. Preço, o cliente decide. Produto, o cliente produz. Praça é o cliente que cuida, e a Promoção é de responsabilidade do social media, munido com os mais diversos memes.

O consumidor que goste da ideia, afinal, ela é a grande sacada. Antes, a aposta em posts bem-humorados era o suficiente para gerar engajamento. Porém, Mark Zuckeberg mudou as regras do jogo e agora é preciso pagar para conseguir engajamento. A ferramenta do Facebook é simples de mexer, tem uma segmentação bacana e milhões de impactos. Não é necessário ter planejamento ou estratégia. Novos seguidores e curtidas na página, e o objetivo foi alcançado. O próximo passo é fazer tudo de novo. O resultado? Uma página com milhares de likes.

Se, por exemplo, passam 5 mil pessoas por uma loja no shopping, mas só 2 realizam uma compra, o estabelecimento fecha. A lógica é simples: gerou muito lead, mas não foi convertido em negócio. O que está errado? Preço, produto, atendimento? É preciso refletir porque 5 mil curtidas no post com 2 ou 3 negócios gerados é algo bom.

Mataram o Kotler, que defende estratégias que gerem negócios e não apenas likes e leads. Philip ensina que o marketing é pensar em pessoas, em emoções. Com cálculos, ele mostra que é mais barato manter o cliente do que conquistar novos. Mas, hoje, manter os clientes não gera mídia e não vale a pena.

Diga que não tem como fazer nada com a verba a não ser performance e pronto. A performance gera negócios, e não uma mídia com custo mais baixo no click.

O digital se resumiu a mídia online em patrocínio de posts, links pagos no Google, programática, e influenciadores. Todos esses elementos são importantes, mas qual a história que a mídia vai contar? Ao serem questionados sobre qual a mensagem que desejam passar, os assassinos de Kotler param e travam como um erro 404 do Windows. A piada, já foi, a promoção também. E agora?

Enquanto os profissionais do setor ignorarem os ensinamentos de Kotler, o marketing digital será analisado apenas como mídia. Os conceitos de Internet das Coisas, Omnichannel, BigData, AmazonDash, Wearables, Vídeo 360o, Hololens/Windows serão resumidos em mídia. As plataformas digitais têm pecado na retenção do cliente. Usar a mesma comunicação para todos os públicos não é eficaz. Um rapaz de 35 anos, residente em São Paulo, não consome da mesma forma que um senhor de 50 anos do Rio de Janeiro. Bem-vindo à era da publicidade orientada para ferramentas e não para o consumidor. Infelizmente, Kotler morreu.

Felipe Moraes, coordenador de MBA do Grupo Impacta e autor do livro Planejamento Estratégico Digital.

COMENTÁRIO

Meu caro amigo Felipe faltou com o respeito à sabedoria de Philip Kotler, ou nunca assistiu a uma conferência dele dos últimos 10 anos, onde o gurú (assassinado no artigo) dá um show sobre o mundo digital ou não. Eu assisti a uma aula magna dele, na Universidade Positivo, há alguns anos e saí apaixonado pela sabedoria e conhecimento daquele senhor.

Afinal, quem compra os produtos são as pessoas e não as ferramentas, como disse Kotler, mais de uma vez, dizendo, inclusive, que “não se pode subestimar o poder de persuasão de um belo comercial de televisão”.

Matar o Kotler é um pecado mortal. Melhor seria estudar o que ele ensina, há décadas e recentemente.

Quanto à comunicação digital, nada contra, só que mais da metade do planeta não tem internet, só que no Brasil cerca de 50% não têm ou não sabem usar a web e nem o smartphone direito, só que a TV atinge a 99% dos brasileiros com controle absoluto da mensagem e o menor custo por mil em campanhas de porte.

Lamento ter que discordar do Felipe, mas a sabedoria de um Kotler, de um Ogilvy e de tantos outros gurús do marketing e da publicidade não pode ser atacada sem reação.

Abraço, Felipe.

JJ

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04/17

Exame comemora 50 anos com série de eventos e conteúdos especiais.

Exame

Criada em 1967, a revista Exame se tornou uma das marcas editoriais mais conceituadas do Brasil. De lá para cá, incluindo o seu natural desdobramento para o meio digital, foram 50 anos acompanhando a economia e contando a história do mundo dos negócios para leitores que buscam profundidade no tema.

Para celebrar a data, o veículo preparou uma série de eventos comemorativos colocando em pauta discussões sobre o futuro deste mundo em transformação. Serão fóruns, cursos e exposições, além de conteúdos editoriais especiais, sempre mantendo os assuntos que interessam ao público de empreendedores e executivos no centro dos debates. Entre elas, vale destacar:

A exposição interativa Examinando o Brasil vai mostrar a evolução do país nos últimos 50 anos por meio de histórias e personagens da economia, da política e dos negócios. Uma exposição para juntar gerações, tanto na busca do entendimento da trajetória econômica do Brasil quanto nos desafios de suas futuras decisões pessoais.

Já a edição especial Melhores e Maiores, além de premiar as 21 melhores empresas dos principais setores da indústria, do comércio, de serviços e do agronegócio, neste ano homenageará os líderes que contribuíram para a construção de um país mais moderno.

A edição de 2017 do Curso PME promoverá dois dias de aulas, palestras e networking com empreendedores de sucesso e gurus da gestão.

Além de todas as iniciativas em eventos, Exame terá conteúdos especiais em suas plataformas editoriais. Destaque para os vídeos, que serão usados numa série de 50 entrevistas com personalidades, pensadores, empresários e executivos que vão falar sobre o cenário político e econômico dos últimos e dos próximos 50 anos.

Fonte: Adnews

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