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04/17

Balanços inflados escondem a má gestão dos clubes brasileiros

Em breve o futebol brasileiro terá acesso a todos os números financeiros dos nossos clubes, referentes ao exercício de 2016.

Os clubes profissionais e entidades de administração do desporto devem publicar seus balanços até 30 de abril de cada ano. As prévias dos balanços de alguns clubes já demonstram o que esperar dos dados.

Os clubes por conta do ambiente de negociação com as emissoras de TV vão melhorar seus números, graças às luvas recebidas, que na prática não passam de antecipação de receitas de um contrato futuro de TV.

Isso significa antecipar recebimentos e assim melhorar os números financeiros no presente, passando uma imagem errônea que estão muito bem administrados.

Literalmente inflam os números. Isso ocorreu em 2012, quando fecharam com superávits e voltará a ocorrer em 2016.

Os clubes chamam de luvas, mas na verdade não passam de uma antecipação dos valores da TV, que contabilizam integralmente no seu recebimento.

Isso apenas engana o leitor dos balanços menos afeito aos números e a história financeira das entidades.

Por exemplo, em 2011, os maiores clubes brasileiros apresentaram déficits somados de R$ -377 milhões. Em 2012, com esses valores antecipados da TV (as ditas luvas) apresentaram superávits de R$ 36 milhões. Uma melhora momentânea, mas enganosa.

Já em 2013, voltaram a fechar com pesadas perdas na casa de R$ -418 milhões e em 2014 se superaram e chegaram ao maior prejuízo da história, R$ -626 milhões.

Superavits déficits

Fica claro que os resultados negativos são escondidos temporariamente e depois reaparecem em perdas ainda maiores.

Chamam de luvas, como se fosse dissociado do contrato, mas não é. Esses valores em geral são contabilizados no ato de seu recebimento. E isso é completamente errado.

Essa prática comum do futebol brasileiro confunde quem lê os balanços, pois com esse alto valor lançado integralmente, passam uma falsa sensação que o clube está em uma melhor situação financeira, do que realmente está.

Os valores recebidos embora representem um valor integral, estão associados ao período do contrato em questão.  

Os clubes estão registrando em 2016 valores que somente deveriam ser contabilizados a partir de 2019, e fragmentados pelo período do contrato assinado.

Como muitos clubes utilizam esse artificio para melhorar os números de sua gestão, o único caminho é incluir nos seus estatutos a proibição de usar os valores recebidos integralmente. E sim utilizá-los pelo período do contrato.

Ganha o clube que terá mais previsibilidade na gestão dos recursos a cada ano para equilibrar suas finanças, mesmo com mudanças no seu comando.

 Em 2015 superávits vieram por conta do PROFUT

Em 2015, a aprovação do PROFUT foi responsável pelos números positivos dos clubes. A nova lei injetou nos maiores clubes brasileiros quase R$ 700 milhões em receitas financeiras, que transformaram clubes com altos déficits, em entidades com superávits.

Em 2015, os grandes clubes brasileiros apresentaram superávits de R$ 173 milhões, escondendo um déficit real de R$ -512 milhões. (Descontados os valores recebidos pelo Profut).

Assim, teremos mais um ano de balanços inflados. A real situação financeira dos clubes ficará clara somente em 2017.

Lei do PROFUT limita antecipação de receitas

Se os clubes permanecem registrando essas antecipações como algo correto, podem ser punidos pela nova lei em vigor.

Segundo o texto da lei que regulamentou o Profut, os clubes somente podem antecipar no máximo 30% de receitas futuras.

Isso significa que registrar integralmente esses valores da TV podem fazer com que estejam descumprindo a legislação vigente. Por isso chamam de luvas e não de antecipações. Mas são antecipações, de forma clara e evidente.

Amir Somoggi, especialista em marketing esportivo, na Placar

26
04/17

As virtudes de um sistema secular.

Como a cada dia fica mais complexa e demanda maior volume de recursos utilizar a publicidade como instrumento de valorização de marcas e ativação de negócios, tem havido um forte estímulo e indução à experimentação de novas fórmulas e sistemas heterodoxos.

Os reveses de ambiciosas abordagens e campanhas que se autoclassificam como revolucionárias, os evidentes inúmeros e graves problemas que se abateram sobre o universo digital e a frustração de expectativas de anunciantes que apostaram nessas “inovações” explicitam a propriedade e a tempestividade da reflexão sobre o que está e não está funcionando e o porquê disso.

Algumas dessas “novidades” têm lógica e virtudes. Não para substituir, mas sim justamente para evoluir, incrementar, renovar e manter atual o sistema e suas práticas. Outras novas propostas são excelentes complementos para o conjunto das ações de comunicação, que continuam tendo a publicidade em seu centro.

Mas a realidade é que a salvação está dentro do sistema e não fora dele, pois há um alentado elenco de virtudes em um sistema que, em sua essência, foi definido há um pouco mais de um século nos Estados Unidos e no Reino Unido e hoje alcança todas as economias competitivas e de expressão do planeta.

Para empregar uma antiga mais absolutamente atual expressão, não podemos esquecer da “regra” universal e atemporal de que o certo é “cada macaco no seu galho”. As raríssimas exceções mais do que justificam a regra. O que leva ao uso de outro clássico: o back to the basics, a volta ao essencial, pois, apesar de tantas novas e sofisticadas alternativas, o básico tem se revelado mais relevante do que nunca.

Anunciantes têm de anunciar, ou seja, saber como utilizar em seu benefício e com maestria os veículos disponíveis e não cair na tentação improdutiva de tentar criar a própria mídia e desenvolver eles mesmos suas mensagens comerciais. Veículos têm a desafiante tarefa de estruturar conteúdos e formatos com poder de conquistar audiência e serem respeitados e admirados pelas pessoas. Agências têm de executar de forma mágica a combinação de arte e ciência capaz de fazer anúncios e comerciais serem atrativos, convincentes e eficientes.

A publicidade, como se sabe, está no centro desse sistema. É a forma de expressão comercial das marcas e empresas que se provou a mais eficaz. Diversas outras ferramentas de comunicação funcionam bem em complemento e harmonia com ela, mas raramente e em condições muito específicas são capazes de substituí-la.

Não se advoga a cristalização de técnicas e práticas antigas e a rejeição ao novo e à tecnologia, pois as mudanças são imperiosas e a tecnologia é um admirável mundo novo que estamos descobrindo e dominando. O que se deve ressaltar é que essa evolução precisa ser realizada “dentro” do sistema e não fora dele.

A verdade é que fazer publicidade nunca foi fácil para suas três partes, ou seja, veículos, agências e anunciantes. Pelo contrário. E hoje é ainda mais difícil e complexo formatar e viabilizar um veículo ou programa de sucesso que alcance audiência e atraia a atenção dos consumidores.

Da mesma forma, conseguir estruturar um anúncio ou comercial relevante demanda muita experiência, talento e tempo. Finalmente e não menos importante – aliás, isso não é o fim, mas sim o começo –, gerir o espectro da comunicação de uma empresa ou marca demanda mais conhecimento e inteligência do que nunca. Essa virtuose das partes do sistema tende a ser maior quanto mais se valorizar a especificidade e foco de cada uma, não caindo na tentação pueril de invadir o campo de competência e responsabilidade dos demais.

=

Rafael Sampaio é consultor em publicidade,

no Propmark

26
04/17

Futebol brasileiro parou no tempo.

O futebol brasileiro vive uma profunda crise, tanto financeira como mercadológica e não é de hoje. Os motivos não são novos, mas vem se intensificando de forma rápida.

Basta uma comparação com a realidade da Europa para perceber que estamos cavando um abismo, resultado de décadas de ostracismo e falta de inovação na gestão dos clubes.

Enquanto os times europeus aproveitaram as mudanças no ambiente político e legal na década de 1990, com efeitos extremamente positivos para seus negócios, nosso mercado parou no tempo.

Os clubes brasileiros, deitados em berço esplêndido, como diz a letra do nosso hino, simplesmente não fizeram nada para mudar esse cenário. A gestão dos clubes permanece similar ao que faziam na década de 1970.

Dirigentes amadores, modelo de negócio antiquado, administrações arcaicas, marketing de terceira categoria e falta de modernização de suas estruturas administrativas são alguns fatores.

No Brasil, gestão de futebol é sinônimo de investimento em salários, contratações e em centros de treinamento.

Traçando um paralelo com o mundo das empresas, é como se as indústrias se preocupassem apenas em investimento em plantas industriais, sem uma visão moderna de gestão de marcas, plataformas eficientes de comercialização de produtos e dedicação constante na busca da lealdade do consumidor.

O mundo empresarial evoluiu, pois sabia que sem investimentos maciços na gestão do seu negócio, de nada adiantaria produzir produtos.

Essa mudança foi vital para crescerem.

No futebol brasileiro quanto mais os clubes investem na área técnica, menos desenvolvem seu negócio. É um paradoxo, mas é nossa realidade.

Os maiores clubes brasileiros em 2007, por exemplo, gastaram R$ 934 milhões com seus departamentos de futebol. Em 2015, os valores atingiram R$ 2,7 bilhões. E quanto mais gastaram, menos qualidade apresentaram.

Custos com futebol

Os investimentos no futebol, bem diferente da Europa não impulsionaram novas receitas. Não há uma visão de retorno sobre investimento.

Isso gerou em aumento substancial dos déficits e crescimento das dívidas, muitas delas resultado dessa irresponsabilidade no aumento dos gastos. Para financiar suas atividades, sem grandes receitas, sempre contraem empréstimos, sonegam impostos e empurram com a barriga suas dívidas para futuras gestões.

Temos vários exemplos de clubes que gastam mais em juros bancários do que em investimento na categoria de base, por exemplo. E essas despesas financeiras estrangularam sua gestão, criando um ciclo vicioso sem fim.

Que resulta no baixo desenvolvimento de toda a cadeia produtiva do futebol nacional.

Os clubes não investem fora do âmbito das quatro linhas, pois consideram ser esse seu principal foco. E esse é o maior erro. Enquanto acharem que isso está correto, não sairemos desse buraco que nos encontramos.

Somado a isso, temos uma deterioração do produto futebol no Brasil, mesmo depois de uma Copa do Mundo e quase R$ 9 bilhões de investimentos em novas arenas.

Isso demonstra que embora tenhamos um mercado gigantesco, somente mudanças radicais nesses conceitos desgastados e antiquados é que sairemos dessa crise, que parece sem fim.

Gestão corporativa, a saída para a crise

Se o mercado brasileiro de futebol quiser evoluir terá que mudar muita coisa e o mais rápido possível.

Atualmente, o modelo político empregado por praticamente 100% dos clubes é o maior obstáculo ao nosso crescimento.

A gestão dos clubes precisa estar alinhada com modernas práticas de governança e gestão corporativa.

E para que as receitas cresçam, teremos que mudar muita coisa no departamento de marketing dos clubes, com a implantação de um marketing esportivo muito mais eficiente, criativo e comercialmente atrativo.

Amir Somoggi, especialista em marketing esportivo, na Placar.

26
04/17

Folha antecipa em 4 dias resultado da licitação de publicidade do Banco do Brasil – antes da abertura dos envelopes.

O jornal Folha de S.Paulo ficou sabendo do resultado da licitação de publicidade do Banco do Brasil quatro dias antes da abertura dos envelopes, que ocorreu ontem.

A licitação foi vencida pela empresa Multi Solution, superando as concorrentes Nova/sb e a Z+, segundo o jornal. O contrato, de até R$ 500 milhões, será dividido entre as três ao longo dos próximos 12 meses, que são prorrogáveis por até 60 meses. O total ficaria em R$ 2,5 bilhões, sem considerar reajustes.

A Folha registrou o resultado em cartório na quinta-feira passada e o publicou em um anúncio cifrado na seção de classificados na edição do último domingo.

O jornal também foi informado de que houve direcionamento dentro do BB para que a Multi Solution vencesse a licitação, que, de acordo com a Folha, foi a de maior valor realizada no governo Temer até agora.

Em resposta ao jornal, o BB disse que obedeceu rigorosamente a legislação, afirmando que a definição das vencedoras foi norteada por critérios técnicos.

Ainda na reportagem da Folha de S. Paulo, o banco disse que vai publicar amanhã todas as propostas técnicas que foram apresentadas na licitação, junto com as respectivas notas atribuídas pela comissão responsável pela avaliação, o que possibilitará a verificação de todo o processo por qualquer interessado.

Também em resposta ao jornal, a Multi Solution negou qualquer favorecimento.

Fonte: Exame

BANCO DO BRASIL CANCELA CONCORRÊNCIA

O Banco do Brasil suspendeu o resultado da concorrência da sua conta publicitária, segundo a Folha de S. Paulo. Depois que o jornal denunciou que sabia o nome da primeira colocada quatro dias antes da abertura oficial dos envelopes com o resultado, o banco iniciou uma auditoria interna. O primeiro lugar na licitação, divulgado na última terça-feira (25), ficou para a Multi Solution.

Devido à gravidade que o vazamento da informação do resultado de uma concorrência de órgãos públicos tem, a licitação foi cancelada. Em nota, o Banco do Brasil afirmou que vai apurar o caso e que o processo para a escolha das novas agências de publicidade não está finalizado e obedece rigorosamente a legislação.

Fonte: Propmark

26
04/17

NBS, Y&R e DPZ&T conquistam conta da Secom.

A Secretaria Especial de Comunicação Social da Presidência da República (Secom) divulgou nesta terça-feira, 24, o resultado da concorrência promovida para definir as agências que cuidarão da sua conta publicitária ao longo do ano de 2017. NBS, Y&R e DPZ&T ganharam o processo que foi iniciado no começo deste ano e prevê o investimento de uma verba de R$ 208 milhões este ano em iniciativas de comunicação. O contrato com as agências terá duração de 12 meses, com possibilidade de renovação por parte do governo. A conta da Secom estava sendo dividida pela agências Leo Burnett Tailor Made, NovaS/B e Propeg.

Fonte: Meio e Mensagem

26
04/17

Jornal impresso vale a pena.

A Folha de Londrina de sexta-feira passada circulou com 105 páginas, sendo 76 páginas de anúncios.

Quase igual à Gazeta do Povo, né?

Impresso não dá dinheiro?

Bem feito e bem trabalhado dá, sim!

JJ

26
04/17

Concorrência da BR Distribuidora atrai 13 agências.

A BR Distribuidora recebeu nesta terça-feira, 25, as propostas das agências interessadas em sua conta publicitária. No total, 13 empresas irão participar da disputa, são elas: Calia, DPZ&T, Fields, Heads, Lew’Lara\TBWA, Link/Bagg, Master, NBS, NovaS/B, Ogilvy, Propeg, Y&R e Z+. Atualmente a conta do anunciante está na carteira da NBS. A verba em disputa é de R$ 485 milhões para um contrato de 30 meses.

26
04/17

10 dicas sobre como não fazer marketing de conteúdo.

Elaborar campanhas de Marketing de Conteúdo é um desafio cuja complexidade está acima das aparências, detalhe que induz muitas empresas a agirem equivocadamente e prejudicarem a si próprias. Caso você esteja preocupado com o rumo que seu negócio toma, não se preocupe! Listei 10 dos principais erros a serem evitados o quanto antes. Aprenda agora o que não fazer na sua estratégia:

1. Criar apenas conteúdo sobre a empresa

O Marketing de Conteúdo não deve ser feito com a pretensão de fortalecer a imagem do produto, serviço, marca ou empresa. Aliás, esse papel é desempenhado pela assessoria de imprensa, cuja metodologia consiste na criação de pautas com o intuito de destacar a empresa na mídia.

A essência do Marketing de Conteúdo é a persona. Portanto, os conteúdos devem ser direcionados às suas necessidades — sanando dúvidas e problemas — e à sua educação sobre o nicho de mercado. Qual o objetivo disso tudo? Fazer com que a relação estabelecida com seu público gere credibilidade e confiança a ponto de influenciar a decisão do cliente no momento da compra.

2. Focar no uso de ferramentas e não em metas

As metas da empresa devem estar à frente de tudo no planejamento. O Marketing de Conteúdo não deve ser confundido com marcar presença no Google ou nas redes sociais — para isso, existem estratégias mais específicas nas quais o conteúdo é complementar. Em vez de simplesmente estar na internet, como a maioria das concorrentes, o ideal é pensar, por exemplo, em quantos Leads devem ser gerados para cada publicação nas mídias sociais ou pela busca orgânica. O mesmo vale para o número de vendas que o conteúdo precisa atingir.

3. Não usar Calls-to-Action

Um dos maiores benefícios do Marketing de Conteúdo é a interação entre público-alvo e empresa que a metodologia proporciona. É como, de fato, criar uma oportunidade de conversar (passivamente) com pessoas interessadas no que você tem a dizer. Como em qualquer tipo de conversa em que existe o objetivo de educar, de modo que o público fique pronto para avançar etapas, é fundamental a criação de chamadas dentro do conteúdo por meio de Calls-to-Action (CTAs).

Se os leitores não puderem localizar uma chamada para ação, dificilmente vão progredir seguindo o caminho mais interessante aos negócios: a conversão. Caso você ainda tenha dúvidas, vale a pena seguir um passo a passo, como o Guia Prático do CTA.

4. Focar apenas em um canal

Conforme o que dissemos, no Marketing de Conteúdo a empresa não deve focar nas suas próprias necessidades e sim nas necessidades da sua persona. Isso significa que a empresa deve estar presente onde o cliente estiver, não onde ela simplesmente considera ser “o melhor terreno”. Esse é um verdadeiro requisito para conseguir bater as metas.

Hoje em dia, as pessoas estão nos mais diversos lugares, seja nas mídias sociais ou no email, o que nos leva à conclusão de que, quanto o conteúdo for diversificado para adaptar-se a diferentes canais — em termos de formato —, mais efetiva será a sua estratégia.

5. Não ter uma pessoa responsável pelo conteúdo

Manter um blog corporativo é uma tremenda responsabilidade, afinal é preciso que a página seja atrativa para o leitor não somente em uma ou outra ocasião, mas que seja uma referência em um determinado assunto — relacionado aos seus serviços, logicamente.

Algo que ajuda (e muito) a conseguir êxito nessa missão é ter uma pessoa responsável pelo conteúdo. Alguém que seja capaz de fornecer consistência ao blog; padronizar a linguagem; analisar cada conteúdo para reduzir os erros e elaborar um calendário editorial. Todas essas responsabilidades devem passar por uma só figura, que é a do editor do blog.

6. Esquecer da jornada de compra

Antes de chegar a fazer uma compra, o cliente passa por um processo formado por algumas etapas, conhecido como jornada de compra. Basicamente, cada etapa da jornada representa um diferente estágio, um diferente nível de conhecimento sobre seus conflitos e as soluções existentes para cada um deles. Portanto, é fundamental que todos os conteúdos estejam alinhados à jornada de compra, definindo, inclusive, a qual etapa do funil de vendas o conteúdo corresponde. Sem um planejamento como esse, será difícil atrair novos prospects e dar o andamento no ciclo dos seus Leads.

7. Não pensar como uma ferramenta de busca

Quando a empresa tem no papel as características mais relevantes da sua persona, não basta somente criar conteúdos tomando as informações como base. É preciso se colocar no lugar da persona diante de um site de busca. Para isso, sempre dedique um tempo a pesquisas e estudos de palavras-chave com vista em identificar quais são os termos mais possíveis de serem utilizados pelo seu público-alvo e crie estratégias eficientes de SEO.

8. Ser inconsistente nas publicações e campanhas

Já frisei a necessidade que o blog de sucesso tem de ser consistente. Mas você sabe o que significa consistência no Marketing de Conteúdo? Vamos supor que o cliente esteja interessado no assunto X. Sendo assim, o seu blog deverá adotar como tema esse assunto para que o consumidor em potencial continue acompanhando as futuras publicações.

Se, diferentemente disso, o blog começar a dividir as publicações por diferentes temas, mesmo que consista em postar conteúdos sobre os assuntos X e Y, haverá uma inconsistência capaz de resultar no abandono por parte de uma parcela dos Leads. A questão é: os Leads gerados pelas publicações do tema Y compensarão a perda dos demais? Quando há consistência, é certo que as chances de conversão se ampliam.

9. Pensar que o resultado é imediato

É possível que você já tenha ouvido falar de casos em que o Marketing de Conteúdo proporcionou resultados incríveis e praticamente imediatos. No entanto, é preciso ter paciência para que a estratégia comece a render frutos, pois ela é muito mais eficiente no longo prazo. Pense no Marketing de Conteúdo como uma enorme engrenagem dentro de uma máquina: ela pode ser pesada e demandar uma boa quantidade de esforço para funcionar, mas, quando engrena, não deixará o seu negócio a ver navios.

10. Analisar métricas de vaidade

O alto índice de métricas irrelevantes do Marketing Digital é um fato consumado, sendo essas métricas — chamadas “métricas de vaidade” — o desejo de consumo da maior parte dos “aventureiros” ou encarregados que não compreendem o papel da objetividade no Marketing de Conteúdo. Exemplos disso não faltam: número de curtidas em uma publicação no Facebook, quantidade de visitantes que o site teve no mês, quantos seguidores a empresa tem nas mídias sociais etc.

Toda e qualquer empresa que investe em Marketing de Conteúdo deve se atentar aos Leads e conversões gerados pelo conteúdo. Em um post no Facebook, por exemplo, o que importa é quantas pessoas foram redirecionadas ao blog e realizaram alguma conversão dentro do site.

André Siqueira, diretor de marketing da Resultados Digitais

No Adnews

26
04/17

Atletibas só no YouTube e Facebook.

Atlético e Coritiba chegaram a acordo para transmitir a final do Paranaense pelo Youtube e Facebook. Os jogos estão marcados para os dois próximos domingos, 30/4 e 7/5.

Devem repetir a empresa Esporte Interativo que fez a primeira transmissão com ótimo resultado, informa o jornalista Fábio Campana.

A bronca com a RPC/Globo é tamanha que os dois clubes não quiseram nem negociar uma cota da TV aberta para as finais…

Preferem perder dinheiro.

Deve estar sobrando.

JJ

26
04/17

Facebook discute tendências até 2020.

Facebook IQ, time de análises e estudos do Facebook, apresenta a primeira parte da série 20 shifts for 2020, com cinco tendências que nortearão os próximos três anos do mercado de comunicação e marketing. Ao todo, a rede social irá mapear 20 tendências com base em um cenário que irá se consolidar em 2020: até lá, o número de pessoas com celulares será superior ao de indivíduos com água corrente ou eletricidade em casa, afirma a empresa.

E, pela primeira vez na história, a população conectada à internet irá ultrapassar a parcela sem acesso à rede. O mobile será responsável por metade das vendas de e-commerce nos EUA e os millennials representarão metade da força de trabalho global, mas não no atendimento ao consumidor, pois 85% desse tipo de serviço será realizado sem a presença de humanos.

A partir dessas constatações, a equipe do Facebook IQ preparou um material com o intuito de ajudar agências e anunciantes a acelerarem as mudanças iminentes pelas quais a indústria e a sociedade irão passar ao longo dos próximos 30 meses. “O 20 shifts for 2020″ veio de várias conversas que temos com nossos parceiros. Com frequência, eles nos perguntam sobre futuro, atitudes, mundo conectado e como resultado compilamos, por meio de uma análise interna de dados, as mudanças que vão continuar sendo centrais nos próximos anos”, afirma Ann Mack, diretora de marketing insights do Facebook. As cinco primeiras tendências listadas abaixo concentram-se no embaralhamento das tradicionais e históricas barreiras causadas por fatores que vão da mudança da percepção dos gêneros à dualidade entre global e local.

igualdade de gênero
1. Identidades omniculturais: a tecnologia expõe as pessoas a perspectivas mais variadas e, com isso, as permite que explorem identidades multifacetadas. Cada vez mais, as pessoas irão rejeitar limites tradicionais e aderir a formas de autoidentificação mais personalizadas, complexas e fluidas. Mudanças em áreas como gênero, maternidade e paternidade e pertencimento linguísticos sairão do nicho. Segundo Ann, as marcas podem pensar mais em outras tipos para expandir a relevância perante o público. “Como repensar os pronomes com que chamam os consumidores, por exemplo”, diz.

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2. Novas negociações: vamos entrar em uma nova era de negociação contínua, uma vez que a tecnologia oferece novas possibilidades, controles e vantagens tanto para pessoas como para negócios. Por outro lado, o público passa a exigir mais das marcas, tanto do serviço quanto do produto. Para Ann, as marcas precisam fechar o gap entre expectativa e entrega. “Pense no Uber: para conseguir transporte agora, a esta disposta a aceitar a tarifa dinâmica. Muitas vezes os consumidores pagarão mais ou fazer parte pelo free shipping ou para receber serviços gratuitos no futuro”, comenta.

Multiethnic Group of People Social Networking at Cafe

3. Próxima geração trabalhadora: millenials crescem em tamanho e influência e vão definir o futuro do trabalho. Na visão de Ann, essa “next generation workforce será responsável por trazer mais flexibilidade e empreendedorismo para as organizações, algo que já está começando a se delinear no mercado hoje. “Definitivamente, estamos quebrando barreiras, estamos fazendo mais colaborações em tempo real. E isso é muito poderoso. Boas ideias podem vir de qualquer lugar. Os millennials estão mais empoderados”, avalia. O estudo afirma ainda que, embora muitos estudos sobre essa geração sejam confusos e contraditórios, esse público parece ter uma visão estratégica bastante clara.

Foto: Reprodução

4. Além da idade: as pessoas expandem as perspectivas de envelhecimento nos mercados ocidentais. “Os 60 são os novos 50 e os 50 são os novos 40. As pessoas estão começando novos capítulos quando se aposentam e usando suas conexões sociais para começar um novo desafio nessa fase da vida”, afirma Ann.

Concept of businessman that plans a global business

5. Comprando perto e longe: por um lado, as pessoas irão valorizar cada vez mais a cultura e comércio local. Por outro, os consumidores irão adquirir produtos de outras partes do mundo. “No Brasil, quase 60% das pessoas estão conectadas a empresas em outro país. De maneira geral, os consumidores descobrindo novos negócios todos os dias. É isso que é fascinante, quebrar barreiras que existiam antes. A tecnologia está permitindo que esse produtores locais entrem em novos mercados nunca imaginados”, observa Ann.

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Fonte: Meio e Mensagem

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