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03/17

Klabin valoriza a sustentabilidade.

A Klabin, uma das maiores produtoras e exportadoras de papéis do Brasil, está com a campanha “É da Nossa Natureza” no ar. Criada pela Motivare e pela VBrand, do Grupo In Press Porter Novelli, a ação divulga as mensagens da companhia ao longo de 2017, sempre relacionadas à sustentabilidade.

A campanha contempla um vídeo-manifesto que explica como a sustentabilidade é presente no dia a dia da Klabin, desde seus processos produtivos até as atitudes de seus colaboradores. Além do filme,  diversas peças foram criadas para serem divulgadas em datas importantes para o desenvolvimento sustentável, como o Dia Mundial da Água, celebrado nesta quarta-feira (22).

“É da Nossa Natureza” está ativa no site da companhia, intranet, e-mails marketing para o mercado e redes sociais da companhia.

Fonte: Propmark

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03/17

Reflexões sobre a SXSW 2917.

“Minha quinta edição do SXSW chegou ao fim, fico com a sensação de ter participado da maior reunião de pensadores da nossa época, algo que talvez acontecesse na antiga Grécia com Platão e Sócrates estimulando uma nova sociedade e uma nova forma de pensar em todas as disciplinas da nossa civilização.
Sair de um sala com “A” astronauta que vai comandar a primeira viagem tripulada a marte, depois entrar em um painel com o genial Marc Jacobs, dai para a de carros autônomos ou Inteligencia Artificial X Inteligencia Humana, e na mesma semana ouvir o maior aplauso e a maior demonstração de êxtase para Niels Rogers que retribuiu mostrando que o cérebro humano vai dar um pau nas maquinas por muito tempo e a anos-luz de distância enquanto ela não conseguir criar uma guitarra de Let’s Dance Get Lucky ou Good Times.
A música se mostra como o maior de todos os poderes da nossa humanidade na semana que transforma o pensamento em puro prazer com a infinidade infinita de bandas incríveis tocando do country a musica ucraniana, do hip-hop ao piano clássico.
Mesmo quando é ruim é bom.
Quero agradecer imensamente a meus dois irmãos Rafael Rosi e Thaysa Oliveira Bono, que agora até tenho duvidas se não são de sangue depois de tanta sintonia, risadas e discussões divinas que me tornaram muuuiiito melhor.
Obrigado ao #NovoCCPR por ter me chamado para divertidas entrevistas em que brinquei de repórter para compartilhar ideias.
Daqui fica a missão de sentar à mesa inúmeras vezes nesse próximo ano para ouvir musica, filosofar sobre nossa época, beber e dar muuuitas risadas, e quem sabe, subir naquele palco para a melhor de todas as atitudes humanas, compartilhar.
Até o SXSW 2018!!!”

James Feeler, diretor da Jamute. 

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03/17

Poder da narrativa: o cérebro explica.

Não foi somente a experiência e a atual posição de Christopher Graves que lotou o salão E do JW Marriott: fundador e atual presidente da Ogilvy Center for Behavioral Science, é chairman da agência de PR da rede, onde entrou após 23 anos como jornalista consagrado de outlets como Dow Jones, The Wall Street Journal e CNBC. Também gerou curiosidade o tema de seu painel no South by Southwest: “Cérebro, Comportamento, História: Narrativas que Transformam sua Cabeça”. Tamanha atenção fez a organização improvisar um painel extra, no salão F-G, na sequência do anterior.

Pois Chris fez a segunda apresentação com a mesma energia e entusiasmo, interagindo intensamente com o público, que realizou “efeitos sonoros” (de máquina do tempo a britadeira) para sua performance. Também, se o principal argumento do jornalista é falar sobre o poder da narrativa, nada como criar um storytelling marcante para marcar seu ponto.

Chris Graves, da Ogilvy (Crédito: Igor Ribeiro)

Chris Graves, da Ogilvy (Crédito: Igor Ribeiro)

A história de Chris começou em 1848, quando Phineas Gage, um minerador americano, sofreu um acidente grave, tendo o crânio perfurado, mas sobreviveu e manteve suas capacidades mentais, apesar das mudanças de comportamento. Chegou a Donald Trump, analisando os efeitos que seu discurso e campanha teve sobre a mente das pessoas e a aparente cegueira de parte da mídia sobre sua ascensão.

Pontuou as diferentes formas que o público reage à comunicação em sua correlação com a convivência social, a influência política e a análise de conteúdo. Nessa jornada, mostrou como pesquisas científicas, principalmente a partir da invenção da ressonância magnética, provaram que o cérebro responde de forma mais sensível e enfática quando uma conexão empática é construída, principalmente por meio de narrativas sensíveis, que colocam a audiência numa posição de similaridade com o sujeito da história.

Para conseguir esse efeito, Chris pontuou quatro orientações básicas para fazer valer seu argumento na hora de construir uma história:

1- Discutir os fatos não ajuda, só piora a situação;

2- Repetir um mito inadvertidamente só o populariza;

3- Uma afirmação funciona, mas raramente usamos isso; e

4- Nós constantemente subestimamos o poder da narrativa.

Como exemplo, Chris mostrou duas campanhas que, segundo ele, conseguiram estabelecer um elo harmonioso entre história e público com sensibilidade e sem julgamentos. Ambas histórias têm na família um elemento central (o que, talvez, não tenha nenhuma casualidade, já que esse é um ambiente próximo e sensível a quase todos).

Veja, a seguir, os filmes das campanhas mencionadas por Chris Graves:

 Fonte: Proxxima

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03/17

Mudança na direção da Coca-Cola.

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O CMO Marcos de Quinto (último à direita) deixa a empresa após mais de quinze anos e o mexicano Francisco Crespo (penúltimo à direita) assume como CGO.

O diretor global de marketing da Coca-Cola, Marcos De Quinto, está deixando a empresa após mais de quinze anos. O espanhol foi responsável por conduzir o processo de mudança de conceito da Coca-Cola de “Abra a Felicidade” para “Sinta o Sabor”. De Quinto assumiu o cargo de líder de marketing em janeiro de 2015, após 14 anos liderando a unidade de negócios Iberia da Coca-Cola que cobre Espanha e Portugal.

A saída de De Quinto foi anunciada na manhã desta quinta-feira, 23, juntamente com uma série de outras mudanças na direção da empresa que ocorrem sob o contexto da chegada de James Quincey, atual diretor de operações da Coca-Cola, ao cargo de CEO em maio. Quincey substituirá Muhtar Kent que se aposenta após conduzir a empresa nos últimos nove anos.

A Coca-Cola anunciou também a criação do cargo de Chief Growth Officer (CGO) que será ocupado por Francisco Crespo, executivo que está há 28 anos na empresa e atualmente é presidente da unidade de negócios da Coca-Cola no México. A empresa afirma que De Quinto decidiu se aposentar. Não foi anunciado um substituto direto para a vaga do executivo. “As decisões sobre quem vai ocupar a direção de marketing serão tomadas por Crespo nos próximos meses”, diz a empresa, em nota.

Segundo a Coca-Cola, sob a liderança de Crespo estará a combinação de marketing, liderança e estratégia de negócios e clientes em uma “função que tem o objetivo de impulsionar o crescimento em cinco categorias estratégias da empresa. “Estamos nos movendo rapidamente para estruturar nossa organização e garantir que possamos responder às necessidades em rápida mudança de nossos consumidores, clientes e mercados em todo mundo”, disse Quincey.

MARCOSDEQUINTO

Marcos De Quinto deixa o cargo após mais de quinze anos. 

As mudanças na direção da companhia ocorrem em um momento que a Coca-Cola projeta queda em seu lucro previsto para 2017 em função de aumento de gastos em vendas de operações na América do Norte onde vive um processo de desinvestimento focado em operações estratégicas. No quarto trimestre de 2016, a empresa registrou queda de 1% nas vendas globais atribuídos ao processo de inflação em países latino-americanos. Outro fator que pressiona a companhia é a queda no consumo de refrigerantes em meio ao movimento de saudabilidade e a opção dos consumidores por bebidas consideradas mais saudáveis.

Robert Long, atual vice-presidente de pesquisa e desenvolvimento, vai assumir o cargo de Chief Innovation Officer (CIO). “Isso também indica nosso objetivo em acelerar o crescimento baseado na mudança de comportamento dos consumidores e nos processos de inovação dentro dos nossos principais segmentos”, diz o comunicado.

Novo conceito e atenção com a marca

Em visita ao Brasil, em janeiro deste ano, Marco De Quinto justificou os motivos de a empresa ter reformulado sua marca adotando o mesmo design para Coca-Cola Zero, Stevia e Original. Na ocasião, De Quinto reforçou que as mudanças tinham relação em alinhar a marca às novas demandas dos consumidores. “A reformulação do nosso portfólio tem total ligação com o esforço de redução de açúcar. Isso implica não apenas mudanças na fórmula, como também na comunicação. A estratégia de marca única é um passo para fazermos a transição dos produtos originais para os produtos com baixo teor de açúcar. O problema não é com a Coca-Cola, mas com o açúcar dentro dela”, afirmou de Quinto, ao Meio & Mensagem.

O executivo também comentou como foi o processo de mudança de conceito da Coca-Cola de “Abra a Felicidade” para “Sinta o Sabor”. “Abra a felicidade” já não entregava o que era necessário mediante as mudanças sociais e de consumo. A Coca-Cola prometeu uma mudança significativa na capacidade de distribuição da empresa no Brasil e afirma que as mudanças estão baseadas na demanda do público por soluções que permitam equilíbrio na alimentação.

Fonte: Meio e Mensagem

24
03/17

Dilma é da extrema direita.

Petistas protestam: a direita está acabando com o Brasil. Aliás, há décadas leio e ouço isso. Aí vem a Dilma e em 6 anos destrói a economia. Cairam o IDH do país, o nosso rating junto às agências de risco, a Petrobras,Eletrobrás e os Correios foram à lona, há um buraco abissal nas contas públicas, a corrupção é mais alta que o Everest e 13 milhões de brasileiros perderam seus empregos.
Conclusão óbvia: Dilma, que acabou com o país, é da extrema direita. Enganou direitinho o Lula, os mortadelas e enroladinhos.

Sérgio Garschagen, jornalista

24
03/17

As contas correntes de propina da Odebrecht eram de Lula e Dilma.

Os depoimentos da Odebrecht ao TSE esclareceram mais um fato essencial.

O Antagonista sempre imaginou que o PT tivesse uma conta corrente no departamento de propinas da empreiteira.

A conta corrente, porém, nunca foi do PT.

Quem tinha conta corrente no departamento de propinas da Odebrecht eram apenas Antonio Palocci, codinome Italiano, Guido Mantega, codinome Pós-Itália, e Lula, codinome Amigo.

Como explicou Marcelo Odebrecht, essas contas eram relacionadas à presidência da República.

Centenas de corruptos receberam propina da Odebrecht, mas o esquema de contas correntes do departamento de propinas da empreiteira era exclusivo de Lula e Dilma Rousseff.

 

O ANTAGONISTA

24
03/17

Terceirização. Causas e consequências.

No Brasil, temos o hábito de atacar as consequências, não as causas dos problemas. Criamos o Bolsa-Família para combater a miséria, mas não garantimos educação básica de qualidade a todos. Para impedir que a indústria nacional seja esmagada, taxamos as importações, ao invés de baratearmos os nossos produtos. Para combater a inflação, o governo represa tarifas públicas, em lugar de acabar de desindexar nossa economia.

Com a terceirização não é diferente. O objetivo é gerar ganhos de eficiência que reduzam custos de produção. Isto é possível porque a nova empresa, aquela que se dedica exclusivamente ao serviço terceirizado, torna-se mais eficiente e pode atender novos clientes com funcionários que antes ficavam parcialmente ociosos. Especialização e escala geram eficiência e desenvolvimento.

Por exemplo, as agências de publicidade, que já existem há mais de um século no Brasil, são frutos da terceirização. Antes de serem criadas, cada empresa que quisesse anunciar tinha que criar, produzir e planejar a mídia com sua própria equipe. Poucos podiam ter profissionais dedicados à função, o resultado era amador.

No Brasil, os críticos da terceirização alegam que ela fragilizará os trabalhadores, colocando em risco seus direitos trabalhistas. Temem que ela crie uma subclasse de trabalhadores com menos direitos que os demais. Acreditam que com a terceirização de atividades fins, recentemente aprovada pela Câmara dos Deputados, as empresas criadas serão menores e mais frágeis. Se passarem por dificuldades financeiras, os direitos dos trabalhadores estarão em risco. Apesar da preocupação não ser de todo descabida, ela é míope.

De fato, inicialmente, novas empresas menores serão criadas. Ao longo do tempo, porém, elas poderão atender novos clientes, crescer e gerar um volume de negócios maior, pagando a seus funcionários mais do que recebiam antes, como aconteceu no caso citado das agências de publicidade.

Além disso, já existem duas classes de trabalhadores no Brasil, uma com todos os direitos trabalhistas, outra sem nenhum direito. Hoje, o grupo dos trabalhadores informais representa quase metade da mão de obra ativa. Até poucos anos atrás, era mais da metade. Com a recessão desde o ano passado, mais trabalhadores estão perdendo o emprego e parte deles indo para a informalidade. Com a terceirização também de atividades fins as empresas podem reduzir seus custos, e assim demitirão menos funcionários.

Outro fator é o que no jargão empresarial é chamado de passivo trabalhista. Em uma tentativa de fazer justiça social, não raro a Justiça do Trabalho ignora a lei e julga segundo a força financeira das partes. Mesmo que a empresa tenha cumprido suas obrigações legais, os juízes dão ganho de causa ao trabalhador por acreditarem que a empresa tem condições financeiras de pagar. Ao transferirem este risco para a nova empresa terceirizada, as empresas reduzem seus custos, e o custo dos seus produtos. Isso é bom não só para o trabalhador que não perde o emprego, mas para todos os consumidores brasileiros.

E por que, no Brasil, a informalidade no mercado de trabalho é tão grande, tornando a terceirização mais importante? Porque impostos e direitos trabalhistas maiores geram custos maiores para empregadores e empregados. Para cada R$ 1,00 que o trabalhador formal recebe, o patrão paga R$ 2,00. Isto leva muitas empresas e empregados a optarem pela informalidade, reduzindo o que o patrão paga e, ao mesmo tempo, aumentando o que o funcionário ganha. Se você pudesse optar entre férias remuneradas, adicional de férias, 13o salário, FGTS, multa rescisória, etc. e em troca ganhasse o dobro a partir de amanhã, o que preferiria? Parte dos trabalhadores informais faz exatamente esta escolha.

Ricardo Amorim é apresentador do Manhattan Connection da Globonews, colunista da revista IstoÉ, presidente da Ricam Consultoria,

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03/17

O “caso” do blogueiro petista.

O juiz Sérgio Moro é porreta mesmo.

Liberou nota hoje com duas informações importantes, em respeito ao público: 1) o blogueiro petista, que não é jornalista, foi convocado para dizer se informara o Planalto previamente sobre a futura convocação de Lula pela Justiça e 2) que a PF já sabia quem era o “deep throat” do Planalto.

Aliás, o blogueiro adiantou e confirmou o nome do informante palaciano, sem maiores problemas.

Sérgio Garschagen, jornalista.

COMENTÁRIO

Não é porque é blogueiro que é jornalista, com direito a preservar suas fontes. Nem todo blogueiro (aliás, a maioria) é jornalista. O Sérgio definiu bem o que ocorreu. Ponto para o Moro.

JJ

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03/17

Campanha antecipada deve ser punida.

Falando em campanha, onde está o TSE (Tribunal Superior Eleitoral) para se manifestar sobre o comício de Lula e Dilma na Transposição do São Francisco no Nordeste. Pelo que eu saiba é proibido fazer campanha antecipada com punição de proibição de concorrer a qualquer cargo eletivo para quem comete esse delito. Quem pagou aquele palco gigantesco ? De quem era o JATINHO que levou Lula ao comício ? Quem pagou a viagem de Dilma até o Nordeste ? Quem pagou o enorme aparato de segurança que existia no local ? Seria o governo da Paraíba ,seria a Prefeitura de Monteiro ou seria o próprio PT ? Quem pagou a ida de 15 senadores ,dezenas de deputados e os presidentes do PT e do PC do B ? Quem e onde foram feitas as camisetas que eram vendidas Onde se lia “Lula 2018 “. Quem pagou o show de Chico Cesar? Espero que o Tribunal nos esclareça estas questões . Se vocês tiverem as mesmas dúvidas que eu ,repassem estas questões para outros grupos para que o Tribunal se manifeste. Ou o Sr. Lula pode tudo e mais uma vez , não sabia que não podia ?

Renato Karam, no Facebook

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