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02/17

Caminhão da chacra…

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O anti-branding do futebol brasileiro.

futebol sempre foi uma das grandes paixões do brasileiro. Lembro-me bem do meu primeiro jogo, do ambiente no entorno do estádio, das bandeiras, luzes e fumaça, e da emoção que essa experiência me proporcionou.

Mas lá para o final dos anos de 1990, a cartolagem chegou à conclusão de que precisava modernizar o futebol brasileiro. Em grande parte, a ideia veio graças à popularização da UEFA Champions League. Desde então, este grupo que nunca frequentou estádios na vida passou a modificar os rumos do nosso futebol.

E a mudança não veio apenas das confederações. Clubes passaram a profissionalizar as diretorias de marketing atrás de novas fontes de renda. O resultado apareceu em contratos de patrocínio maiores e a adoção de uma série de ações de merchandising e comunicação. Até a Copa do Mundo de 2014 a maré foi positiva.

Se você chegou até aqui, deve estar se perguntando: onde entra o branding nessa história? Estamos falando de uma tentativa contínua de modificar o posicionamento, a percepção de valor e o relacionamento com públicos e pontos de contato do futebol brasileiro como produto. E aqui nasce um problema.

Copiamos o modelo europeu e deixamos para trás valores que eram a base de um de nossos principais ícones culturais. Proibimos bandeiras, instrumentos e clássicos com estádios divididos. O resultado é hoje um futebol mais frio e distante de nossa essência. Até mesmo a Ponte Preta deixou a macaca de lado e assumiu um gorila como mascote.

Assim, nosso esporte está perdendo energia e as novas gerações cada vez mais estão apaixonadas por clubes do exterior. Mas o que poderia ter dado errado se basicamente copiamos o modelo de sucesso do futebol europeu?

Uma experiência sul-americana na Europa
Vale aqui uma pequena lembrança histórica. As transformações do futebol europeu foram necessárias graças a problemas parecidos com os nossos: violência, estádios precários e administração ruim dos clubes.

Porém, ao conduzirem as mudanças, os europeus respeitaram um princípio básico do branding: entender a respeitar a cultura local. Mesmo assim, discussões sobre a higienização dos estádios graças ao alto preço dos ingressos são frequentes no velho continente.

Mas manter a experiência de um estádio de futebol é possível e o Borussia Dortmund provou isso. O clube alemão coloca ingressos a preços populares para sua arquibancada e incentiva o uso de bandeiras, mosaicos e instrumentos por parte da torcida. O resultado é uma valorização da marca da equipe e fama mundial para sua torcida, a Muralha Amarela.

Mudanças impostas
Já por aqui não conseguimos equalizar nossa cultura com as mudanças. Basta lembrar como era o Maracanã – um dos maiores símbolos culturais do Brasil – na década de 1980 e comparar aos dias de hoje. Esqueceram de guardar um lugar para os geraldinos da torcida do Flamengo?

Quem mais sente são os torcedores, a base que sustenta qualquer clube. Seus sentimentos e os valores que os conectam quase religiosamente a uma camisa foram deixados na gaveta pelos departamentos de marketing. E um grande exemplo está em um dos clubes mais populares do Brasil, o Corinthians.

Ao longo da última década, seu marketing recebeu diversos elogios por gerar caixa, trazer jogadores de renome e por seu papel importante no projeto da Arena Corinthians. O grande problema é que uma elitização do estádio excluiu muitos corintianos da vida e da rotina do clube que tanto amam, pessoas que eram fundamentais na construção da marca do clube.

Ao ignorar a herança histórica e os valores que fundaram cada clube, nosso moderno futebol mata uma de nossas principais manifestações culturais. Deixa o espetáculo mais artificial e frio, sem espontaneidade, e tira o valor de nossas marcas.

Esta é uma lição para todas as marcas aprenderem. Quanto mais distante elas estiverem de seus valores, da sua essência e do entendimento de quem é o brasileiro, ou seja, quanto mais vertical for sua comunicação, mais em risco está seu futuro. Como Wally Olins defendeu durante toda sua carreira, a autenticidade é fundamental para o sucesso de qualquer programa de branding.

Ignorar a própria história em prol de atitudes artificiais coloca qualquer negócio em posição de risco. Finalizo deixando aos amigos uma pergunta para reflexão: até onde vale a pena conduzir um programa de branding que ignora a própria essência da marca e a cultura do brasileiro?

O anti-branding do futebol brasileiro

Luiz Felipe Di Lorenzo

CEO da Icon Branding

Em Meio e Mensagem

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02/17

Nizan, a DM9 e o seu (seu mesmo, não o deles) futuro.

Ofuturo da DM9 é um espelho que reflete você, eu, todos nós.

Explica-se.

Começando pelo começo, Nizan, seus sócios e suas equipes, transformaram a DM9 numa das maiores e mais geniais agências brasileiras de todos os tempos. E numa das mais notáveis internacionalmente, graças a um trabalho criativo brilhante, que impressionou o mundo por anos seguidos, conquistando todos os prêmios e reconhecimentos que esta indústria tem para oferecer para o que há de seu melhor.

Enquanto fazia isso, Nizan construía sobre sua já igualmente brilhante carreira como profissional de criação, também de reconhecimento mundial, uma história de empresário única, que colocou seu grupo, o ABC, na posição do maior e mais bem sucedido grupo de origem cem por cento brasileira numa exclusiva lista dos maiores grupos de comunicação do mundo. Encantou tanto, que acabou sendo comprado por um deles.

Pois bem. Aí veio o que todos sabemos. Desafios novos, novas regras do jogo, clientes mais e mais exigentes, a crise brasileira, a crise estrutural do setor de agências, o tsunami digital. E uma de suas mais brilhantes obras, passou a enfrentar não tão bons momentos como os do passado.

Olhar para a DM9 hoje é olhar para um pedaço importante de nossa indústria no seu todo, porque nela estão refletidas questões emblemáticas e desafios que estão na mesa da grande parte dos empresários e executivos de agências em operação no País. São os mesmos, sem tirar nem por.

Pois o criador voltou à criatura afirmando estar pronto para ressignificá-la e transformá-la. E daí?

E daí que é possível. Porque não seria? E será tanto mais possível quanto mais a vontade e o empenho forem de fato legítimos, verdadeiros. Menos para vídeos virtuais e bobinhos de show off e mais para o negócio real.

Trata-se de encarar de frente o desafio da tecnologia e do mundo digital, de forma inteira, corajosa e profunda. Trata-se de refazer as estruturas e sacodi-las de vez. Trata-se de construir uma ponte entre um passado glorioso e o intricado presente, aquele que antigamente chamávamos de futuro.

Para os que estão duvidando ou torcendo para dar tudo errado, um lembrete: nossa indústria é uma cadeia composta de elos. A DM9 é um dos mais importantes deles. Que vantagem Maria leva no seu insucesso? Diga-me lá, coração.

Houve um tempo, que infelizmente ficou no passado, em que os empresários do setor de agências de publicidade se sentavam juntos, mesmo sendo ferrenhos competidores, para discutir a indústria e zelar por ela, em busca do melhor para todos. E sabe o que? Rolava. Eles conseguiam. Alex Periscinotto, Roberto Duailibi, Petrônio Correa, Mauro Salles, para citar apenas alguns dentre os principais, foram os gênios deste negócio, aqueles que estabeleceram os pilares que hoje sustentam o seu feijão com arroz e o meu. Deveríamos reverenciá-los por isso todos os dias, ao acordar e ao ir dormir.

Mas as gerações de empresários que veio depois deles não tem ideia do que seja esse tipo de ação intra-corpore em pról do todo. Isso basicamente porque não se entende parte do todo, entende-se isoladamente como a melhor das partes. Fuck the rest.

Então, voltando, para os que torcem contra, um conselho: corra rápido para o espelho mais próximo e nos diga o que vê.

Para os que não se entendem parte do todo, um recado: temos todos que torcer para que Nizan e a DM9 voltem a brilhar como sempre, só que agora como uma agência totalmente transformada. Porque essa transformação será, per se, uma poderosa contribuição para o nosso avanço comum … seu, meu, de toda a indústria.

Que a Bahia de todos os santos e seus orixás iluminem os caminhos da nova DM9!

Axé!

Pyr Marcondes,

No Proxxima

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02/17

Avisos da mamãe.

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02/17

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02/17

Produção da indústria brasileira de embalagem caiu 4,20% em 2016.

A indústria brasileira de embalagem produziu o equivalente a R$ 64,3 bilhões em 2016, o que representa retração de 4,20% no volume físico de produção. Os dados são do Estudo Macroeconômico da Embalagem ABRE, sob a chancela do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas (IBRE/FGV), divulgado hoje.

Este ano, o estudo prevê melhores expectativas a parir do segundo semestre, gerando um tímido, porém importante, crescimento de 0,6% até dezembro. “O ano de 2016 foi de grandes oscilações, devido à crise politica e econômica que afetou não só a confiança dos empresários, como também a dos consumidores, mas ao que tudo indica o pior já passou. A indústria de embalagens, por atender em maior volume o setor de bens de consumo não duráveis, prevê a sua retomada antes de outros setores como o de bens duráveis ou automóveis”, afirma Luciana Pellegrino, diretora executiva da ABRE.

Atender à indústria de bens de consumo não duráveis faz com que a indústria de embalagens sofra menos oscilações que as demais, o que acaba gerando uma determinada estabilidade, porém depende muito do consumo para que haja um crescimento relevante. No terceiro trimestre de 2016, o mercado teve uma pequena recuperação, mas no fim de ano a melhora acabou não se sustentando, o que gerou nova queda.

“Apesar de o mercado estar em ritmo lento, o consumidor brasileiro amadureceu o seu padrão de consumo ao longo das últimas décadas, e tornou-se mais exigente. E a demanda por produtos e embalagens com maior funcionalidade, incluindo conveniência, portabilidade ou mesmo eficiência no uso e consumo dos produtos, não esmaece num momento de retração econômica, fazendo com que a indústria nacional continue focando em novos desenvolvimentos para atender o mercado. E ao mesmo tempo, buscando aplicar novos recursos tecnológicos para agregar competitividade ao processo produtivo e oferecer produtos mais acessíveis ao momento econômico do país,” completa Luciana.

Fonte: ABRE

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02/17

Humor da sexta

Dois amigos conversavam sobre viagens:
– Eu adoro viajar! Conhecer as maravilhas do mundo, como as glândulas de Veneza, as piranhas do Egito…
– Eu já prefiro as coisas da natureza, como os Alces Suíços, o rio Ayrton Senna, em Paris, por aí.
– Viajar é bom mesmo!

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02/17

Liberado (se ela preencher)

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Humor da sexta.

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