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Dentista.

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Johnnie Walker ganha edição limitada com embalagens criadas por Pawel Nolbert.

Walker

A Diageo, em parceria com a agência Love (com sedes em Nova York e Paris), apresenta uma edição limitada do uísque Johnnie Walker com embalagens criadas pelo artista plástico Pawel Nolbert.

A ideia era criar seis projetos para serem aplicados a toda a gama de variantes Johnnie Walker: Red Label, Black Label, Double Black, Gold Label, Green Label e Platinun Label.

O resultado da colaboração é uma seleção de embalagens de presente com edição limitada disponíveis em todo o mundo.

O objetivo das embalagens era mostrar a diversidade de toda a linha e ilustrar a progressão e refinamento de todos os rótulos – indo do Red Label, o mais básico, até o mais premium Platinum Label.

Foram criados seis visuais “master” diferentes, além de recursos gráficos complementares, para serem usados exclusivamente nas embalagens e em materiais de marketing. Foi criada uma biblioteca de recursos de pintura base, de acordo com os perfis de coloração e sabor de todos os rótulos. Em seguida, composições artísticas foram desenvolvidas usando-se esses recursos incorporados com as garrafas.

“Fizemos um movimento ousado, para substituir o rótulo original, em ângulo de 24 graus (historicamente, o rótulo de Johnnie Walker é aplicado na garrafa nesse ângul) com uma pincelada, que é a parte central da composição da pintura”, explica o artista. “O desafio foi construir seis composições de pinceladas únicas, enquanto a parte central permaneceu bastante consistente em todas as variantes”, diz Nolbert.

O novo design está disponível em latas de aço, com uma garrafa, e em conjuntos de papel cartão que incluem e copos. A embalagem ganhou um acabamento premium tátil, com relevo e metalização.

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“Seo” Milton e a Schaffer. Uma ponta de saudade.

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Uma ponta de saudade de uma Curitiba que não existe mais, infelizmente. É a Curitiba da Confeitaria Schaffer, que por mais de 50 anos atendeu às famílias curitibanas, com personagens marcantes como o sempre elegante “seo” Milton, o Barão, o mais elegante dos garçons que a cidade já teve e que nos servia a tradicional coalhada ou a torta de morangos com fidalguia. Bons tempos que só ficam na memória e em nossos corações.

JJ

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Madame Aubergine é plataforma de negócios para marcas e sabores.

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Basta uma simples análise na evolução da humanidade para se perceber a grande importância da comida no desenvolvimento das mais variadas formas de sociedade. Da caça feita por trogloditas e outros habitantes pré-históricos aos ostensivos banquetes dos reis da Idade Média, a transformação dos alimentos em hábitos de refeições, acompanhados por bebidas, temperos exóticos e outros itens de prazer, marca importantes fenômenos culturais através dos tempos. Nos modernos ou pós-modernos, atualmente, a gastronomia e suas diversas ramificações, no prato ou na mídia, abrem um leque com muitas oportunidades de negócios para misturar o saber da culinária e os seus infinitos sabores envolvendo-os com marcas, conhecimento e estratégias de consumo.

Encontra-se exatamente nesse leque a possibilidade de atuação do Madame Aubergine Cozinha & Cultura, uma nova proposta para o segmento eatertainment, comandada pela agora ex-publicitária Marisa Furtado, que acaba de deixar sociedade e o cargo de vice-presidente de inovação da agência Fábrica. “Concluí um processo de transição e vou desenvolver um trabalho com foco em um dos maiores fenômenos sociais, que é a gastronomia”, diz Marisa.

A Fábrica, que surgiu no mercado em 1995 como uma agência de “comunicação dirigida”, foi lançada por Marisa e os sócios Luiz Buono e Sidney Ribeiro. A operação fica agora com concentração acionária em Buono, o VP de atendimento. Sidney Ribeiro, que era VP de criação, saiu da sociedade em 2013, quando passou a se dedicar a projetos de artes plásticas. Os valores das transações para a dissolução da sociedade não foram revelados. Buono e sua Fábrica, hoje com o conceito de “agência de comunicação por resultados”, será sócio de projetos especiais do Madame Aubergine.

Posicionado como uma plataforma de negócios, o Madame Aubergine Cozinha & Cultura tem o objetivo de atuar com consultoria, criação e curadora de conteúdo, cursos, venda e cocriação de produtos, publishing e projetos de entretenimento gastronômico. Tais projetos incluem desde ações de relacionamento para empresas até organização de viagens temáticas. A plataforma abraça três pilares – Serviços, Experiência e Negócios com o Trade – em ambientes físicos e online em uma lista de atividades que abrangem de livros a e-commerce. O Madame Aubergine conta com a também ex-publicitária Andrea Russo, que foi gerente-geral da Fábrica, como diretora-associada.

O projeto do Madame Aubergine teve início em 2015, quando Marisa Furtado decidiu ter um “ano sabático” para avaliar a viabilidade de uma startup, incubada pela própria Fábrica, na área de gastronomia. Nos últimos dois anos, ela reorganizou e conciliou sua agenda e processos de trabalho com o objetivo de “garantir” o bom andamento dos negócios, independentemente de sua participação no dia a dia da agência. “Fizemos a transição sem implodir pontes e sem prejuízo aos clientes”, diz Buono. “Deixo a Fábrica com uma satisfação gigante. É um sonho bem vivido e realizado. A agência atinge a maturidade com a mesma reputação, sucesso e solidez de sempre”, avalia Marisa.

SEMPRE À MESA
Nascida em São Paulo, filha de pais portugueses, Marisa conta que desde criança tem forte ligação com a culinária. “Eu ficava escondida sob a mesa vendo minha avó fazer nhoque e preparava um só pra mim também”, ela relembra ao afirmar que “na alegria ou na tristeza, tudo se resolve na mesa em uma família portuguesa.”

Marisa faz questão de ressaltar “Não sou chef!. O meu papo é o saber gastronômico”, afirma ao revelar que sua relação “prática” com a cozinha já dura cerca de 30 anos. Ela também conta que fez pós-gradução em História e Cultura da Gastronomia.

“Desde a primeira vez em que o homem sentou em torno do fogo, na Pré-História, nossa relação com a comida mudou. Além de nutrientes para o corpo, foram agregados novos significados e rituais para ‘alimentar’ outras partes de nós e do nosso modo de viver”, escreveu Marisa em um dos seus trabalhos acadêmicos.

Para ela, a revolução da mídia conectada e a era do conteúdo online deram uma nova dimensão à realidade da gastronomia. “O ceular virou a nossa fogueira nos dias de hoje”, ela compara, afirmando que todo o ambiente de negócios ligados à gastromídia e ao eatertainment se transformou em um “grande fenômeno sociocomportamental”.

“Curtir digitalmente a comida está se tornando até mais importante do que a comida em si. Já há estudos afirmando que a comida gera maior possibilidade de reconhecimento, de ser aceito e de ser mais rapidamente notado em redes sociais”, ela diz. Marisa se refere ao turbilhão de imagens, vídeos e outros posts sobre o assunto vistos nas plataformas de redes sociais associados a momentos em que as pessoas estão vivenciando experiências culinárias, seja na preparação ou na degustação de pratos ou na repercussão de programas relacionados ao assunto.

Marisa e Buono dizem que os projetos especiais entre a Fábrica e o Madame Aubergine serão desenvolvidos em área de conteúdo e de relacionamento. Segundo eles, já existem negócios em andamento, mas os nomes dos clientes envolvidos ainda estão sob sigilo. “Há muitas oportunidades para as marcas, que vão desde workshops sobre a origem de produtos a ações de branded content envolvendo todos os assuntos e itens de produtos ligados ao processo de cozinhar, servir alimentos e bebidas”, avalia Buono.

Marisa destaca que a gastronomia vive “importante momento” em relação a projetos de informação e entretenimento, principalmente na área de TV. “A cota de conteúdo da Ancine favorece muito essa área. A gastronomia é a que preenche com melhor custo e resultado. Em termos práticos, basta uma câmera e uma cozinha”, exemplifica.

O Madame Aubergine tem uma parceria estratégica com a Electrolux, que oferece fogões, geladeira, freezer e outros equipamentos para o espaço. Atualmente a plataforma comandada por Marisa Furtado também é responsável pelo Mesa Aposta, uma curadoria de startups de gastronomia realizada na Semana Mesa São Paulo. O Madame Aubergine também está envolvido em um “grande” evento sobre cultura digital e cultura gastronômica, que será realizado em São Paulo, no próximo mês de setembro. Recentemente, uma marca realizou com o Madame Aubergine um workshop sobre mídia programática usando como referência o fermento utilizado no pão.

Fonte: Propmark

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Foto do dia.

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Confiança na publicidade.

O índice de confiança definido pela associação de agências de publicidade do continente europeu chegou a 19 pontos em janeiro.

Em julho de 2016, era 7.

Fonte: Supercenas/Propmark

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Um outro nome para agência?

Na semana passada vi uma agência se vangloriando por ter mudado seu escopo de atuação e não querer mais ser chamada de “agência”.

A alegação da “agência” é que estaria agora se posicionando mais como uma espécie de consultoria e estaria apta a desenvolver soluções de comunicação e marketing sem necessariamente “agenciar”. Não é a primeira vez que vejo esse questionamento.

Durante a realização do programa Design Thinking Propaganda, organizado pela Fenapro, esse questionamento surgiu forte em algumas praças. “Estamos na época da desintermediação”, disse um dos participantes. “Essa coisa de ‘agenciar’ vai na contramão das tendências de negócios”, completou.

Não nego que esse seja um ponto para uma boa reflexão. E é isso que pretendo trazer neste artigo. Antes de mais nada, acho que devemos nos aprofundar no significado de agência.

Se formos aos dicionários encontraremos algo como “Empresa que presta serviços remunerados, geralmente servindo de intermediário, na gestão de negócios ou assuntos alheios (ex.: agência de investimento, agência de viagens, agência de publicidade…)”.

Entendo que esse significado pode incomodar aqueles que veem a agência de publicidade com uma função muito mais nobre do que uma simples intermediação.

Mas, mesmo nos atendo a essa primeira definição, será que é uma função menor a habilidade de se identificar as verdadeiras necessidades dos clientes, desenvolver um plano consistente de ação e aí atuar como um curador e, sim, intermediador das melhores soluções?

É mais moderno e atual pensar em contar com recursos de terceiros do que querer ter todas as soluções embaixo do mesmo teto. A tendência é que se haja menos emprego, mas, isso sim, mais trabalho para profissionais especializados. Ou seja, em vez de pagar um salário mensal e arcar com todos os encargos trabalhistas, poderemos contratar sempre serviços que tenham começo, meio e fim, sem vínculos trabalhistas. Praticar isso, nos dias de hoje, no Brasil, é realmente muito complicado, em função das amarras legais trabalhistas. Mas pensemos em tendência. Não faz sentido?

Os profissionais especializados estão espalhados pelo mundo e poderemos contratá-los especificamente para um job. Mas quem identificará os melhores profissionais? Quem os alinhará e os fará convergir para um mesmo norte, que faça sentido para um plano integrado de ações?

Essa intermediação é coisa pequena?! Isso é intermediação, sim! E é uma tarefa bastante sofisticada e complexa. Mas ainda não acabou a intermediação.

Depois de escolhidos os profissionais que executarão os serviços de um determinado job, há de se pensar nos meios para impactar e engajar o público desejado, com a maior eficiência e a menor dispersão.

E para colocar em prática a ação, a agência precisará intermediar toda a mídia planejada. Isso é pouco?! Não é o que me parece.

Mas vamos para outra definição de agência ou agenciar: “Capacidade de agir – atividade, diligência, trabalho. Ocupação ou função de agente”.

E aí está outra vertente que eu gostaria de trazer à luz nessa minha reflexão. Agência traz também o sentido de agente, de ação. Seria pouco imaginar uma agência com esse sentido de agente?

Agente de mudanças, agente de crescimento, agente de resultados! É inegável que as agências estão enfrentando um desafio muito importante nesses dias. Aliás, não só as agências, mas os negócios em geral estão sendo desafiados.

Um desafio que exige muita reflexão, muito estudo. E é natural que o nome da atividade seja questionado. Mas, na minha opinião, não é aí que está o problema.

Talvez seja melhor colocar energia numa forma mais profunda de interagir com clientes e equacionar o mix de serviços e profissionais a ser colocado à disposição, estejam eles dentro ou fora da agência.

Alexis Thuller Pagliarini é superintendente da Fenapro.

No Propmark

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Viemos dos macacos?

Nenhum texto alternativo automático disponível.

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LinkedIn de Zuckerberg?

Depois de tirar uma boa fatia do Snapchat com o Instagram Stories, o Facebook entrou no terreno da principal rede B2B, o LinkedIn.

Segundo a Vanity Fair, quando era garoto, o videogame favorito do Mark Zuckerberg era um chamado Civilization, no qual você tem que construir um império que resista ao teste do tempo. O impulso para dominar o mundo parece ter ficado com ele à medida em que construiu o Facebook e tornou-o um gigante das mídias sociais e foi provavelmente o que o levou a adquirir o Instagram por US$ 1 bilhão em 2012, apenas semanas depois de abrir o capital da empresa. Em 2013, chegou a oferecer US$ 3 bilhões pelo Snapchat. A recusa levou o Facebook a tentar replicar recursos daquela rede, obtendo sucesso com o Instagram Stories que conseguiu tirar uma boa fatia do Snapchat. Agora, quem está na alça de mira é o LinkedIn. Na terça passada, 14/2, o Facebook anunciou planos de expandir um recurso que permite a empregadores publicar listas de empregos em suas páginas e os interessados poderão postar seus currículos no próprio Facebook. Com isso, espera inicialmente atrair trabalhadores menos qualificados que não estão no LinkedIn e, na esteira deles, as empresas e os executivos da rede B2B. O movimento deve estar deixando de cabelo em pé a Microsoft, que comprou o LinkedIn por US$ 26,2 bilhões no ano passado.
Fonte: Vanity Fair

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