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Carta de Adeus.

“A vida de um homem não é mais importante para o universo do que a de uma ostra”, escreveu o filósofo escocês David Hume.

O escritor e neurologista Oliver Sacks pegou emprestado o título da autobiografia de Hume, “Minha Própria Vida”, para um ensaio no New York Times em que contou de um câncer diagnosticado em 2005 que teve metástase em seu fígado, dando-lhe alguns meses.

É uma belíssima carta de adeus, uma reflexão serena e altiva sobre a morte e o que importa realmente. “Nos últimos dias, tenho visto minha vida como se de uma grande altitude, uma espécie de paisagem, e com um senso profundo de conexão com todas as suas partes”, escreve.

Não é o testemunho de um moribundo. Ao contrário: ele avisa que tem livros para terminar, mas agora há outras prioridades. Não há mais por que discutir política ou o aquecimento global.

“Esses assuntos não me dizem mais respeito; eles pertencem ao futuro”, diz. “Não posso fingir que não estou com medo. Mas meu sentimento predominante é de gratidão. Amei e fui amado; recebi muito e dei algo em troca; li, viajei, pensei e escrevi”.

O artigo de Sacks:

 

Há um mês, eu sentia que estava em boas condições de saúde, robusto até. Aos 81 anos, ainda nado uma milha por dia. Mas a minha sorte acabou – há algumas semanas, descobri que tenho diversas metástases no fígado. Nove anos atrás, encontraram um tumor raro no meu olho, um melanoma ocular. Apesar da radiação e os lasers que removeram o tumor terem me deixado cego deste olho, apenas em casos raríssimos esse tipo de câncer entra em metástase. Faço parte dos 2% azarados.

Sinto-me grato por ter recebido nove anos de boa saúde e produtividade desde o diagnóstico original, mas agora estou cara a cara com a morte. O câncer ocupa um terço do meu fígado e, apesar de ser possível desacelerar seu avanço, esse tipo específico não pode ser destruído.

Depende de mim agora escolher como levar os meses que me restam. Tenho de viver da maneira mais rica, profunda e produtiva que conseguir. Nisso, sou encorajado pelas palavras de um dos meus filósofos favoritos, David Hume, que, ao saber que estava terminalmente doente aos 65 anos, escreveu uma curta autobiografia em um único dia de abril de 1776. Ele chamou-a de “Minha Própria Vida”.

“Estou agora com uma rápida deterioração. Sofro muito pouca dor com a minha doença; e, o que é mais estranho, nunca sofri um abatimento de ânimo. Possuo o mesmo ardor para o estudo, e a mesma alegre companhia de sempre.”

Tive sorte de passar dos oitenta anos. E os 15 anos que me foram dados além da idade de Hume foram igualmente ricos em trabalho e amor. Nesse tempo, publiquei cinco livros e completei uma autobiografia (um pouco mais longa do que as poucas páginas de Hume) que será publicada nesta primavera; tenho diversos outros livros quase terminados.

Hume continua: “Eu sou… um homem de disposição moderada, de temperamento controlado, de um humor alegre, social e aberto, afeito a relacionamentos, mas muito pouco propenso a inimizades, e de grande moderação em todas as minhas paixões.”

Aqui eu me distancio de Hume. Apesar de desfrutar de relações amorosas e amizades e não ter verdadeiros inimigos, eu não posso dizer (e ninguém que me conhece diria) que sou um homem de disposições moderadas. Pelo contrário, sou um homem de disposições veementes, com entusiasmos violentos e extrema imoderação em minhas paixões.

E ainda assim, uma linha do ensaio de Hume me toca como especialmente verdadeira: “É difícil”, ele escreveu, “estar mais separado da vida do que eu estou no presente.”

Nos últimos dias, consegui ver a minha vida como a partir de uma grande altitude, como um tipo de paisagem, e com uma sensação cada vez mais profunda de conexão entre todas as suas partes. Isso não quer dizer que terminei de viver.

Pelo contrário, eu me sinto intensamente vivo, e quero e espero, nesse tempo que me resta, aprofundar minhas amizades, dizer adeus àqueles que amo, escrever mais, viajar se eu tiver a força, e alcançar novos níveis de entendimento e discernimento.

Isso vai envolver audácia, clareza e, dizendo sinceramente: tentar passar as coisas a limpo com o mundo. Mas vai haver tempo, também, para um pouco de diversão (e até um pouco de tolice).

Sinto um repentino foco e perspectiva nova. Não há tempo para nada que não seja essencial. Preciso focar em mim mesmo, no meu trabalho e nos meus amigos. Não devo mais assistir ao telejornal toda noite. Não posso mais prestar atenção à política ou discussões sobre o aquecimento global.

Isso não é indiferença, mas desprendimento – eu ainda me importo profundamente com o Oriente Médio, com o aquecimento global, com a crescente desigualdade social, mas isso não é mais assunto meu; pertence ao futuro. Alegro-me quando encontro jovens talentosos – até mesmo aquele que me fez a biópsia e chegou ao diagnóstico de minha metástase. Sinto que o futuro está em boas mãos.

Nos últimos dez anos mais ou menos, tenho ficado cada vez mais consciente das mortes dos meus contemporâneos. Minha geração está de saída, e sinto cada morte como uma ruptura, como se dilacerasse um pedaço de mim mesmo. Não vai haver ninguém igual a nós quando partirmos, assim como não há ninguém igual a nenhuma outra pessoa. Quando as pessoas morrem, não podem ser substituídas. Elas deixam buracos que não podem ser preenchidos, porque é o destino – o destino genético e neural – de cada ser humano ser um indivíduo único, achar seu próprio caminho, viver sua própria vida, morrer sua própria morte.

Não posso fingir que não estou com medo. Mas meu sentimento predominante é de gratidão. Amei e fui amado; recebi muito e dei algo em troca; li, viajei, pensei e escrevi. Tive uma relação com o mundo, a relação especial de escritores e leitores.

Acima de tudo, fui um ser senciente, um animal pensante nesse planeta maravilhoso e isso, por si só, tem sido um enorme privilégio e aventura.

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OLIVER SACKS

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O futuro e a realidade hoje da mídia digital e da analógica.

O investimento em digital movimentará boa parte das ações publicitárias de agências e anunciantes este ano. A afirmação é fruto do estudo Painel de Marketing de Veículos (PMV), que aponta que 78% dos profissionais de mídia de São Paulo e do Rio de Janeiro pretendem utilizar a internet para expor publicidade nos próximos meses. As ações de TV paga também estão no radar de 64% dos 293 entrevistados. Mobile representa 50% das iniciativas.

“Em comparação aos anos anteriores, a internet se mantém como o meio com maior tendência de aumento. A mudança de crescimento é da TV paga, que ficava em terceiro na intenção e agora está em segundo lugar”, explica Geraldo Leite, sócio-diretor da Singular Arquitetura de Mídia, empresa responsável pelo levantamento que avalia as tendências do mercado de comunicação.

Google e Facebook concentram a maior parcela do investimento em internet. Dos participantes do estudo, 96% já direcionam recursos para pelo menos uma das plataformas. A participação média é de 39% no buscador e 25% na rede social.

“A expectativa do mercado é positiva”, diz Leite. Nove por cento acreditam que a verba de mar­keting vai crescer acima de 15% até o final do ano. Outros 32% estão certos de que o aumento será de até 15%. Para quase metade dos participantes, o crescimento vai compensar a inflação. 

A 19ª edição da pesquisa também ouviu responsáveis por decidir quais meios serão estratégicos para os investimentos de mídia em relação aos Jogos Olímpicos de 2016, que serão realizados no Rio de Janeiro. Das agências ouvidas, 43% consideram algum envolvimento durante o evento esportivo. Em relação aos anunciantes, 20% já se preparam para o período. A pesquisa foi realizada entre novembro de 2014 e janeiro deste ano. 

Fonte: Meio e Mensagem

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COMENTÁRIO

Penso que o grande problema é o seguinte: para a maioria dos jornais, por exemplo, o impresso representa 90% do faturamento e o digital apenas 10. Alguns poucos jornais chegam perto dos 20% com o jornal online. Dizer que o jornal impresso está morto é billshit (bobagem), num país onde pouco mais da metade da população tem computador e só 20% tem smatpjone (sendo que a maioria destes só usa o celular para falar, mandar mensagens, tirar fotos e como secretária eletrônica – além de ver as horas).

Ontem publiquei aqui o estudo Intermeios, que mostra claramente que nos primeiros 11 meses do ano passado mais de 75% foram destinados à TV (com a gratuita e a paga em crescimento percentual forte). Por este estudo, o jornal ainda é o segundo veículo que mais recebe investimentos publicitários. A TV por assinatura é o terceiro e a web o quarto no ranking dos investimentos (com queda de 20% em relação a 2013).

Claro que o jornal impresso perder leitores gradativamente, mas isso ocorre porque os jornais não se reinventam como jornal e nem como ferramenta de publicidade e promoção de vendas. Investem no digital, que nbão se paga, talvez para parecer modernos. Domingo vi um comercial de um jornal na TV que no final diz: “Jornal impresso? Isto ainda existe?” Um tiro no pé, da fonte maior de receitas publicitárias (que é o que sustenta não só o jornal, como todas as mídias – inclusive a internet).

O futuro pode estar na web, sim, se encontrarem fórmulas para a publicidade digital ser mais eficiente (do que a TV e o jornal) e mais rentável (o que é difícil, pela multiplicidade de opções que os internautas posssuem na frente de suas telas).

Esta mais do que na hora dos jornais reagirem e assumirem que seus lucros estão no impresso. Não precisam desistir do digital, mas tem a obrigação de perseguir a vendas e os lucros que, repito, só estão no jornal impresso.

Penso que este é um tema a ser dicutido no fórum da ANJ (Associação Nacional de Jornais), antes que seja tarde demais e mais jornais fechem as portas, por apostar no futuro se esquecendo do presente e da realidade.

JJ

 

PS.: Nem preciso comentar a exagerada previsão de crescimento do mercado em 15% neste ano, que é absolutamente irreal diante da situação econômica que este desgoverno federal nos meteu, além do que a reportagem trata de possibilidade de investimento neste ano, que podem não se realizar – é claro.

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Rádio, a mídia maltratada – porque poucos sabem criar para o rádio.

 

Na edição do júri do Prêmio Colunistas Brasil 2014, que elegeu as melhores campanhas e peças veiculadas nas diferentes mídias, fui indicado para presidir o julgamento da mídia rádio.

A minha escolha talvez tenha sido em homenagem ao meu vínculo com rádio há anos. Foi o julgamento mais rápido de todos. Em menos de três minutos os colunistas de vários Estados brasileiros presentes chegaram ao veredicto. Por unanimidade não escolheram nenhuma peça. A mídia rádio foi considerada deserta. As quatro ou cinco peças que chegaram ao julgamento anual do Colunistas Brasil foram consideradas subprodutos de campanhas para televisão e cinema (as chamadas trilhas), ou então jingles e spots sem nenhum valor qualitativo/criativo.

Foi com dor no coração que presenciei uma situação que se repete em outros julgamentos do meio publicitário. Trata-se de uma injustiça descomunal, pois todos sabem da importância do rádio como veículo de informação – do campo à cidade. Só como exemplo: em tempos de crise energética, o que seria do cidadão sem o radinho de pilha para informar, em tempo real, as últimas notícias dia e noite?

Então, por que o rádio é tão maltratado por agências e anunciantes? A resposta para essa pergunta demanda um rosário de motivos, mas convém ater-se aos principais e pela ordem: de modo geral, as agências de publicidade não criam especialmente para o rádio, até porque os criativos preferem o charme da televisão.

A verba de publicidade destinada ao rádio, muitas das vezes, é o que resta, vem depois da televisão e, eventualmente, das revistas e jornais. Outro motivo: muitos anunciantes, apesar de ouvirem rádio no carro, no banheiro enquanto se higienizam, em salas de espera e nos seus próprios ambientes de trabalho, parecem desconhecer a importância do rádio para anunciar produtos e serviços.

Mais um motivo: o próprio meio rádio não sabe se dar o devido respeito. Não existe união entre os empresários da radiodifusão e, como se não bastasse, o aviltamento de valores das tabelas de preço das emissoras chega a surpreender até os profissionais de mídia; o que eles propõem é o que vale.

O resultado é esse: o rádio nunca chega a ultrapassar os míseros 4% de todo o bolo publicitário do Brasil, muito embora haja quem discorde, apresentando como argumento a omissão de dados de faturamento para consolidação de pesquisa realista. Se servir como lenitivo, é bom lembrar que esse cenário não era diferente nos Estados Unidos.

Quem provocou mudanças lá foi Tony Schwartz, considerado pelo New York Times como o “Rei do Som”. Tony criou mais de 20 mil comerciais para a mídia eletrônica, tornando-se o queridinho de emissoras, anunciantes e, especialmente, do público. Só depois disso as agências fizeram coro na orquestra do “Rei do Som” investindo no rádio.

ANTONINHO ROSSINI

Jornalista, consultor em comunicação, e apresenta diariamente a coluna “Esportes S.A.”, na Rádio Bradesco Esportes FM, do grupo Bandeirantes.

Veiculado no propmark

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COMENTÁRIO

A realidade do mercado não pode ser analisada sob a ótica dos grandes anunciantes e das grandes agências, unicamente. A verdade é que para muitos anunciantes de pequeno e médio porte o rádio é a mídia que resta fazer, pela verba disponível.

Mas asseguro a quem me lê: o rádio é muito eficiente, se bem trabalhado.

O que não pode é pegar a trilha ou jingle do comercial de TV e colocar no rádio, pois o rádio, claro, não tem a imagem à disposição do consumidor. E como se ouve este absurdo nas nossas rádios, Brasil afora – inclusive nas maiores cidades.

Preguiça. Falta de vontade de trabalhar o rádio como mídia que pode ser muito, mas muito eficiente. Mas quantos planejadores entendem o rádio como mídia eficaz? Quantos criativos sabem criar para o rádio? O que eles e elas querem é criar para a TV, para a internet e para páginas duplas de revistas, preferencialmente. O ego dos criativos é maior do que a vontade de trabalhar no que parece ser mais difícil e trabalhoso: como desenvolver folders e publicidade para rádio – e passam isso para as duplas júnior, ou terceirizam ou usam o áudio da TV no rádio (o que dá errado em 99% das vezes).

Existem poucos livros que ensinam a trabalhar a publicidade no rádio no Brasil  (estou até pensando em escrever um). Existem iniciativas que funcionam e as que não funcionam. O rádio não se presta só a veicular os comerciais de 15, 30 ou 60 segundos. Pode-se fazer promoções, eventos, merchandising, assessoria de impresa, RP, selecionar públicos pelo tipode programação,  usar o humor e a imaginação,  desenvolver técnicas hard-sell,  usar o rádio também na web, patrocinar programas e ações,  realizar iniciativas de marketing social, repercutir nas mídias sociais,  trabalhar com música (além dos jingles),  desenvolver identidade, posicionamento e branding, além da publicidade nas mais diversas formas.

Falta é vontade de trabalhar esta importante mídia, que é ouvida por mais de 90% dos brasileiros – em casa, no carro, no trabalho, no lazer, no futebol, de madrugada, pela manhã, à tarde e à noite.

É um desafio, para o qual poucos criativos me parece têm a capacidade de vencer, ou o amigo Rossini não teria que escrever o artigo acima.

Ou estou equivocado?

JJ

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Um termômetro da mídia a partir do comportamento do consumidor: The Communication (R)Evolution, estudo da RBS.

Amanhã,  a Talent dá início ao novo ciclo do Talent Digital Minds, um programa de troca de conhecimento que a agência criou há um ano e que procura entender quais os novos caminhos da indústria de comunicação.

Inaugurando a edição de 2015, o Grupo RBS apresentará a investigação The Communication (R)Evolution (TCR). O estudo reuniu mais de 150 entrevistas com profissionais de diferentes áreas e perfis como Nick Bilton, colunista e repórter do New York Times; James Canton, futurista que colabora com a Casa Branca e com a Apple e é CEO do Institute of Global Futures; Roy Sekoff, fundador e editor do The Huffington Post; Ben Moskowitz, coordenador de novos programas do Mozilla e professor na Universidade de New York e Sônia Bridi, jornalista e repórter da TV Globo.

“Trata-se de um documento histórico sobre o momento que estamos vivendo no mundo. Extrapola o ambiente da corporação e passa a ser um termômetro sobre o que está acontecendo a partir de comportamento”, ressalta Flavia Moraes, que fará a apresentação do estudo do RBS.

Os depoimentos compõem um levantamento sobre os impactos da revolução digital na indústria da comunicação e levam a uma reflexão sobre as atuais formas de produzir, distribuir e consumir informação.

“É tempo de mudanças e a busca por tentar entender os cenários que vêm se formando, é grande e geral. É muito bom poder dividir com a RBS essa procura por respostas”, diz Paulo Stephan, diretor-geral de mídia da Talent.

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Fonte: propmark.

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COMENTÁRIO

É muito legal pensar no futuro, que, por definição, é uma coisa que não existe.

Existem tendências, que podem não se concretizar, assim como as que poderão se realizar parcial ou totalmente.

Acho muito interessante imaginar o futuro, mas penso que falta – e falta muito – analisar a realidade do presente, no Brasil.

Dados não faltam, para evidenciar o comportamento e os hábitos de mídia do consumidor. Aqui mesmo tenho publicado estudos e mais estudos a respeito, que evidenciam que a realidade brasileira está, ainda, na TV, no jornal e no rádio, principalmente – simplesmente porque são mais eficientes como mídia. O jornal tem penetração pequena, porém altamente seletiva, de credibilidade e eficiência publicitária (assim como as revistas). E a TV e o rádio são parte do hábito de consumo de mídia de quase 100% dos brasileiros, enquando que só cerca de 30% dos brasileiros usam a internet todos os dias.

Que tal discutir soluções para os problemas atuais da comunicação na TV, rádio, jornal e revistas? Por que dedicar todo o tempo ao futuro digital, que hoje não paga mais do que cerca de 10% da conta dos veículos de comunicação? Exceto na mídia digital, é óbvio.

Nada contra discutir o futuro, mas me parece que a realidade do presente é de uma necessidade desesperada de novas e mais receitas na nossa mídia tradicional – que, ressalto, é muito diferente da mídia que os norte-americanos e europeus consomem.

JJ

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O cartazete promocional

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Carrossel volta ao SBT, com novos produtos.

A novela Carrossel continua sendo ótima fonte de receitas para o SBT. Três anos depois de ter estreado na grade da emissora, a trama infantil inspirou uma série de novos contratos de licenciamentos, com marcas como Panini, Grendene, Online Editora e Tilibra.

Os novos produtos de Carrossel começam a chegar às lojas em março e mostrarão os alunos da Escola Mundial como personagens ilustrados. “O objetivo dessa estratégia é tornar a marca Carrossel atemporal e clássica por meio do desenho animado”, comenta Fernanda Brozinga, diretora de licenciamentos do SBT. A emissora já prepara a versão animada da novela, que ainda não tem data para estrar na grade do canal. 

Junto com essa nova leva de produtos, os fãs da trama poderão, mais uma vez, matar a saudade dos personagens. Em março, o SBT deve reprisar Carrossel mais uma vez. A faixa de horário e a data de estreia da trama ainda não foram reveladas.

Em sua primeira exibição, em 2012, Carrossel gerou mais de 300 produtos, duplicando o faturamento do departamento de licenciamentos do SBT. 

Fonte: Meio e Mensagem

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Tomiya fala sobre como criar e gerenciar marcas valiosas, na Universidade Positivo.

Eduardo Tomiya vem a Curitiba na próxima sexta-feira, 06 de março, para o lançamento do livro “Branding Analítico: Métodos quantitativos para gestão da marca” e palestra sobre “Como construir e gerenciar marcas como um ativo valioso?”. O evento começa às 19 horas e marca o início da 7ª turma da pós-graduação em Branding – Gestão de Marcas, da Universidade Positivo (UP). A entrada é gratuita e aberta aos interessados.

Eduardo Tomiya é Diretor Geral da Millward Brown Vermeer para o Brasil e América do Sul e autor do livro “Gestão do valor da marca: Como criar e gerenciar marcas valiosas”. Tomiya foi responsável por projetos de estratégia de marcas consagradas, como Grupo Positivo, Grpcom e O Boticário. Mais informações pelo e-mail pos2015@up.com.br.



Fonte: Central Press.

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Coca-Cola e os sem sorte

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Agência: Wieden + Kennedy Portland

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Mercado publicitário brasileiro cresceu 5,9% de janeiro a novembro de 2014…com 75% dos recursos na TV.

O mercado publicitário brasileiro movimentou um total de R$ 30,776 bilhões entre os meses de janeiro e novembro de 2014. Os dados atualizados do Projeto Inter-Meios indicam um crescimento de 5,9% do faturamento dos veículos brasileiros no acumulado do ano, na comparação com o mesmo período do ano passado.

Isoladamente, o mês de novembro registrou um faturamento aquém do obtido no mesmo mês de ano anterior. Nessa comparação, a mídia nacional faturou 8,8% menos do que o registrado em novembro de 2013.

A TV por assinatura continua sendo o meio com melhor desempenho em 2014. No acumulado do ano, a mídia cresceu 31,9%. Mídia exterior também deu continuidade ao bom ritmo de crescimento, registrando alta de 22,9% no acumulado de janeiro a novembro de 2014. Também cresceu o faturamento da TV aberta (10%), de Cinema (4%) e de Rádio (2,5%).

Tiveram queda de faturamento entre janeiro e novembro do ano passado os meios Guias e Listas (-35,3%), Jornal (-11,1%), Revista (-16,1%) e Internet (-20,17%).

Internet
No caso da Internet, é importante ressaltar que, desde julho de 2014, seis grandes portais interromperam o repasse mensal de informações de suas receitas publicitárias a PriceWaterHouseCoopers (PwC), empresa responsável pela auditoria do Projeto Inter-Meios. São eles: Globo.com, iG, MSN, Terra, UOL e Yahoo.

Share
Na divisão do bolo publicitário, a TV aberta continua angariando a maior fatia, detendo quase 70% do faturamento dos meios do País. Os jornais continuam na segunda posição, com 8,55 de participação, seguidos da TV por assinatura, com 5,9%. Veja no gráfico o share de cada meio:

Somente Imagem

+Crédito:Meio & Mensagem


Fonte: Meio e Mensagem

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COMENTÁRIO

Novamente destaco que a TV (aberta mais por assinatura) totaliza 75,16% do bolo publicitário brasileiro.

O joral é a segunda mídia mais importante, com 8.60% de participação.

E a reportagem destaca que a maior queda de investimento detectado foi da internet (20%, em relação ao ano anterior). O gráfico, infelizmente, não registra o share da web nos investimentos em mídia no país.

JJ

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House of Cards ganha posters inspirados em campanhas reais

Todo presidente merece um slogan marcante. E isso não é diferente com o inescrupuloso Frank Underwood, o protagonista da série House of Cards interpretado por Kevin Spacey.

O Mashable, em parceria com o ilustrador Bob Al-Greene, resolveu misturar a realidade com a ficção e criou versões de posters famosos das campanhas políticas americanas em versões especiais de House of Cards.

Algumas características chamam a atenção. No poster de Obama, por exemplo, no lugar da palavra “Hope” (“Esperança”) está “Power” (“Poder”). Já no cartaz de Lyndon B. Johnson, as iniciais de Frank Underwood criam uma mensagem subliminar assustadora para os Estados Unidos.

Vale lembrar que o terceiro ano da série, já com Underwood como presidente, estreou na Netflix nesta sexta-feira (27).

Confira:

Veja o restante das imagens aqui.

Fonte:  Adnews

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A hora de melar o golpe do PT.

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O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, condenou em nota à imprensa as manobras políticas de ‘melação’ da Operação Lava Jato para livrar Lula e Dilma Rousseff. Claro que ele não usou essas palavras, notadamente minhas. As dele são polidíssimas, como requer o decoro.

Na prática, porém, foi isso que fez ao repudiar a tentativa da Controladoria-Geral da União de celebrar acordos de leniência com as empreiteiras do petrolão, à margem da Justiça – um golpe executado via TCU pelo advogado-geral Luís Inácio Adams, para dar às investigações o “outro rumo” anunciado pelo ministro José Eduardo Cardozo aos advogados dos empreiteiros.

(* Entenda passo a passo – AQUI.)

Muito próximo do juiz Sérgio Moro (responsável pela Lava Jato, em Curitiba), o presidente da Associação dos Juízes Federais, Antônio César Bochenek, também já havia condenado a celebração dos acordos entre as empresas acusadas e o governo, porque eles poderiam “invadir a competência do Poder Judiciário e impedir a aplicação de penas por parte da Justiça Federal”.

Procuradores da Lava Jato tiveram de ir ao TCU para explicar aos ministros, com a mesma polidez de Janot, que eles iriam – imagine – interferir indevidamente nas investigações, se aprovassem os acordos da forma tramada no Palácio do Planalto pela ‘família Adams’ do PT.

A nota de Janot veio esclarecer a posição do Ministério Público Federal em relação a todos esses episódios. Enquanto o PT, no afã de blindar Lula e Dilma, oferece a impunidade como suposto remédio para o desemprego, o procurador-geral mostra no último parágrafo que o combate à corrupção é o que oferece as condições para o desenvolvimento econômico e social.

De quebra, ele ainda mostra no penúltimo como “está desconectado da realidade o argumento de que prisões são feitas para forçar pessoas a acordos”, já que dos 13 celebrados, 11 foram feitos com pessoas soltas e os outros dois “com presos que continuam presos”.

Boa, Janot!

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O MPF reconhece a competência da CGU para realizar acordos de leniência e pretende caminhar em harmonia com os demais órgãos e poderes da União, conforme ressaltado em recente reunião com o Tribunal de Contas. Contudo, entende o MPF que, a depender do modo de celebração desse tipo de acordo, ele pode ser prejudicial ao interesse público.

O Ministério Público Federal entende que acordos de leniência, assim como os acordos de colaboração, só podem ser celebrados quando estiverem presentes três requisitos cumulativos: reconhecimento de culpa; ressarcimento, ainda que parcial do dano; e indicação de fatos e provas novos.

Sendo necessária a comunicação de fatos novos e a entrega de novas provas sobre crimes, e estando a investigação dos fatos criminosos sendo desenvolvida, em parte, sob sigilo, é possível que a CGU tome, como novos, fatos e provas apresentados pela empresa que já estejam informados e comprovados na investigação.

A análise de conveniência dos acordos passa pela análise da relevância dos fatos e provas informados diante dos atos praticados pela empresa e em relação aos quais ela pede leniência, bem como diante do que já está comprovado na investigação, englobando fatos públicos e sob sigilo.

O MPF não se opõe a um acordo de leniência que cumpra os requisitos legais. Contudo, diante das circunstâncias do caso, parece inviável que a CGU analise se os requisitos estão sendo atendidos.

Dos 13 acordos de colaboração celebrados no âmbito da investigação da Lava Jato, 11 foram feitos com pessoas soltas e os dois restantes foram feitos com presos que continuaram presos, de modo que está desconectado da realidade o argumento de que prisões são feitas para forçar pessoas a acordos.

Embora legítima a preocupação do governo com consequências econômicas e sociais, a maior preocupação deve ser com as consequências econômicas e sociais da corrupção praticada e em desenvolvimento - lembrando que houve práticas corruptas recém descobertas que ocorreram até dezembro de 2014. Conforme a experiência internacional demonstra, quanto menor a corrupção na sociedade, melhores são as condições para o desenvolvimento econômico e social.

Secretaria de Comunicação Social
Procuradoria Geral da República

Captura de Tela 2015-03-01 às 20.27.22

Felipe Moura Brasil , em seu blog

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Nova campanha de O Boticário.

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Agência: AlmapBBDO

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Mãe de mil filhos

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Agência: DM9DDB

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Verão Itaipava

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A cerveja Itaipava, do Grupo Petrópolis, acaba de lançar o terceiro filme da série “Verão é nosso”, que traz novamente a bailarina Aline Riscado como a personagem Vera, ou melhor, “Verão”. Após os dois comerciais anteriores, a marca voltou a marcar presença no ranking da pesquisa “Preferência de Marcas em Propagandas de TV”, realizada pelo Datafolha.

O novo filme, chamado “Vai e Vem”, mantém o humor como elemento central e completa a trilogia assinada pela Y&R, informa o propmark

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Site que transforma tweet em poesia gera buzz mundial

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Para divulgar os cursos de literatura do Centro Cultural b_arco, a Loducca criou o site Poetweet, que transforma tweets de qualquer pessoa em poesia. Basta indicar o usuário do twitter e escolher o formato. Um algoritmo combina os tweets achando rimas entre eles e gera o poema. O resultado é curioso e, às vezes, surreal.

O site incita a discussão sobre o que é poesia. A tela final faz um chamado aos interessados: “Que tal agora criar de verdade? Conheça o Centro Cultural b_arco”. A ferramenta funciona com tweets em português e inglês e, em dois meses, gerou mais de 1 milhão de poemas.

A ação desenvolvida pela Loducca ganhou menções no The Washigton Post, Time, The Telegraph, Los Angeles Times, entre outros. Clique aqui para transformar seus tweets em poesia.

Fonte: Adnews

 

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Dunkin ‘Donuts é criticado ao brincar com emblema do Liverpool

Emblema do Liverpool modificado por Dunkin ‘Donuts (Reprodução/ Twitter)

Se por um lado o futebol é uma das mais fortes ferramentas de engajamento em todo o mundo, por outro, ele também pode ser um terreno bastante espinhoso para ativações de marca, sobretudo porque o patrocinador tem a missão de lidar com a paixão e o fanatismo de milhões de pessoas.

Quer um exemplo? A Dunkin ‘Donuts está tendo que lidar com milhares de criticas na Inglaterra por “modificar” o emblema do Liverpool. A rede especializada em rosquinhas e cafés é patrocinadora oficial do clube, mas inúmeros torcedores consideraram ofensivo substituir alguns detalhes tradicionais do time.

A duas “chamas eternas” do emblema, por exemplo, representam o trágico acidente com a queda de parte das arquibancadas do estádio de Hillsborough, episódio que matou 96 torcedores em 1989. Na versão da Dunkin ‘Donuts, entretanto, elas foram substituídas por duas xicaras de café.

Depois de tantas reclamações dos torcedores do time inglês, a marca precisou retirar a postagem do Twitter e pedir desculpas através de um comunicado.

Vale a pena guardar esse case negativo como exemplo, e lembrar que é preciso ser muito cuidadoso ao modificar aspectos que dizem respeito à tradição de grandes clubes de futebol, comenta o  Adnews

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Pitaya

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Agência: NBS

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BRF obteve R$2,2 bilhões de lucro, em 2014. Crescimento de mais de 109%.

O lucro líquido da BRF, dona de marcas como Sadia, Batavo, Perdigão e Elegê, mais que dobrou no acumulado de 2014 e atingiu R$ 2,2 bilhões, representando incremento de 109,4% na comparação com o ano anterior. O Ebitda, por sua vez, chegou a R$ 4,9 bilhões, o que significa um crescimento de 56,4% em relação a 2013. A Receita Operacional Líquida (ROL) registrou R$ 31,7 bilhões, número 4% maior. O desempenho provém de resultados positivos no mercado internacional, crescimento dos pontos de venda (PDVs) no Brasil e à maior qualidade no atendimento.

Segundo o comunicado da BRF, a análise exclui os resultados das operações de lácteos, classificadas como descontinuadas no balanço, após a assinatura do contrato de venda deste segmento com a Lactalis. A ROL cresceu 4,4% em 2014, chegando a R$29 bilhões contra R$27,8 bilhões em 2013, favorecida pela melhoria de preços médios no Brasil e no mercado internacional, além do crescimento de volumes no Food Services.

Também em linha com a estratégia de internacionalização da BRF, ao longo do ano foi finalizada a compra de três dos distribuidores da empresa no Oriente Médio: Federal Foods, nos Emirados Árabes Unidos; Al Khan Foods (AKF), em Omã; e Alyasra, no Estado do Kuwait. Além disso, foi inaugurada a fábrica de processados em Abu Dhabi, com capacidade de produzir até 70 mil toneladas/ano.

Fonte: propmark

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O exemplo do protesto dos russos.

 

A passeata dos russos, quase 100 mil, ontem em Moscou,, em respeito ao líder oposisionista  Boris Mentsov, assassinado com 4 tiros nas costas,  e em protesto contra Putin,  é um exemplo a ser seguido. Eram milhares de bandeiras russas e silêncio. Cartazes e silêncio. Sem provocação. Protesto que o mundo viu, na maior paz (pelo que vi nas TVs).

Que tal encher o Brasil e bandeiras do Brasil, e marchar no mais absoluto silêncio da indignação, em nosso protesto? Que as faixas e cartazes digam tudo e o nosso silêncio mais do que isso.

JJ

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