27
11/14
9
visualizações

O esquema no PMDB na Petrobras tinha uma rede de operadores.

CPI mista da Petrobras recebe ex-diretor da estatal, Paulo Roberto Costa, no Congresso Nacional, em Brasília (DF) - 17/09/2014

Investigações da Operação Lava Jato detectaram que o PMDB tinha uma rede de operadores no esquema do petrolão, segundo reportagem desta quarta-feira do jornal O Estado de S. Paulo. Enquanto PP e PT contavam com um operador em diretorias da Petrobras comandadas por indicados pelas siglas, o PMDB atuava em diversas frentes – cada uma, com um interlocutor em diretorias da estatal.

As investigações indicam que o modelo peemedebista na Petrobras reproduzia a organização descentralizada do partido, loteado por diversos caciques e principal aliado do governo. Cada operador atuava para um padrinho, reportando-se a uma pessoa ou grupo de poder, e não à legenda como um todo.

Em depoimento à Justiça, o ex-diretor de Abastecimento da Petrobras Paulo Roberto Costa admitiu que, além de operar para o PP, que o indicou ao cargo, também passou num determinado momento a atender o PMDB. O ex-diretor disse que começou a repassar dinheiro a peemedebistas após acordo para permanecer no cargo. A barganha foi a saída encontrada por ele para conter investida de uma ala da legenda, que se articulou para derrubá-lo da cúpula da companhia petrolífera.

A negociação com o PMDB ocorreu quando Costa se afastou por meses do cargo para tratar uma doença adquirida em viagem à Índia. Segundo interlocutores, após voltar ao Brasil, o então diretor teve uma infecção generalizada e chegou a ser desenganado pelos médicos. Aproveitando-se da vacância, uma ala do partido teria se articulado para substituí-lo pelo ex-gerente executivo Alan Kardec.

No depoimento, Costa contou que, depois de recuperado, esteve em Brasília e costurou o apoio à sua manutenção no cargo com um político do PMDB. Nessa época, o então deputado José Janene, seu padrinho, já estava enfraquecido por causa do seu envolvimento com o mensalão. Costa precisava do PMDB para continuar no cargo. O partido tem negado envolvimento no esquema. Costa dirigiu a área de Abastecimento e Refino da Petrobras de 2003 a abril de 2012.

Baiano - Segundo as investigações, paralelamente, outro grupo do PMDB também se beneficiava do esquema por meio do consultor Fernando Soares, o Fernando Baiano – que está preso na superintendência da Polícia Federal no Paraná e teve R$ 8,5 milhões bloqueados nas contas de duas de suas empresas. A defesa de Baiano nega que ele tenha participado de esquema de corrupção na estatal.

A força-tarefa da Lava Jato, porém, concluiu que Baiano tinha influência na Diretoria Internacional, comandada até 2008 por Nestor Cerveró. No PP e no PT o esquema tinha operadores únicos, que atuavam para atender aos partidos como um todo, conforme os investigadores. No caso do PP, o operador era o doleiro Alberto Youssef, um dos delatores do esquema de corrupção na estatal petroleira.

Fonte: Veja

27
11/14
8
visualizações

Coca-Cola lança leite sem lactose nos Estados Unidos.

Lançado inicialmente no começo do ano em Minnesota, a Coca-Cola deve começar a vender nacionalmente em dezembro o FairLife, sua marca de leite premium que, entre as novidades, não contém lactose.

Além de atiçar a curiosidade dos consumidores, a campanha da marca para o lançamento do produto também chamou a atenção de alguns internautas. As peças exibem modelos reproduzindo poses clássicas de pin-ups e cobertas com o tal leite.

“Um grande infográfico de como não fazer um anúncio”, disse um internauta no Twitter sobre as peças que promovem o produto. A campanha foi produzida baseada no trabalho do fotógrafo londrino Jaroslav Wieczorkiewicz.

Eficiente ou não, o trabalho ajuda a promover um produto que irá custar o dobro do que os leites normais. Segundo a empresa, o FairLife é fabricado com processos sustentáveis e tem mais de 50% de proteína e de cálcio do que o leite normal, informa o Adnews

27
11/14
9
visualizações

Desfile de moda nos céus de S.Paulo, com drones.

+

A camisaria Colombo desenvolveu o Desfile nas Alturas, uma ação diferente que alia tecnologia e criatividade com foco no público masculino executivo, que não tem tempo de ir às lojas. A iniciativa utilizou drones para transportar os manequins com ofertas até as fachadas dos prédios comerciais. Criado pela agência Salles Chemistri, o trabalho divulga as ofertas da Black Friday, dia mundial de descontos que acontece na próxima sexta-feira (28).

No vídeo, vários drones cruzam os céus da região da Vila Olímpia, um dos maiores bairros comerciais de São Paulo, para apresentar as roupas e promoções da Colombo para a data. “Buscamos uma forma inovadora de ir aonde o nosso público está e mostrar que há ofertas que ele simplesmente não pode perder”, comenta Caroline Saraiva, Gerente de Marketing da Colombo.

“A tecnologia mudou a nossa forma de trabalhar e de encarar o mundo. Obviamente, ela também muda o modo como as marcas se comunicam com o seu público”, comentam Luís Felipe Figueiredo, diretor de criação da Salles Chemistri.

Fonte: Adnews

27
11/14
9
visualizações

Facebook reúne agências para discutir arte e ciência na publicidade.

O Facebook reuniu mais de 300 profissionais das principais agências de publicidade nesta semana em São Paulo para debater as próximas tendências dos trabalhos criativos no do ambiente digital.

Com o tema “Arte e Ciência”, o evento foi o maior já realizado no país e teve como o objetivo debater como a plataforma pode ser usada a favor das boas ideias e a conexão entre arte e ciência pode gerar excelentes histórias paras as marcas.

Abrindo o evento, Leonardo Tristão, diretor do Facebook no Brasil, destacou o avanço da plataforma lado a lado dos dispositivos móveis, e como a arte, por meio de campanhas bem elaboradas e criativas, pode aproximar as marcas do público certo.

“Falamos em arte ao falar do melhor trabalho publicitário possível. O melhor filme, a melhor foto, o melhor vídeo, o melhor post. Arte no Facebook, é a arte de contar as melhores histórias.  Já ciência, é todo o conjunto de ferramentas e insights que nos permitem realizar o marketing pessoal e em escala da forma mais eficiente possível”, detalhou.

Rapha Vasconcellos, diretor do Creative Shop no Facebook Latam, pontuou como grandes histórias nascem todos os dias no feed de notícias. Também resgatou brevemente a história da publicidade digital, desde o banner até chegarmos ao ponto central de consumo atual: os vídeos.

“Passamos de um cenário onde a grande promessa para o Facebook eram as imagens bem construídas para um quadro onde o vídeo é o ponto central. Hoje, os vídeos já são a grande ferramenta de branding para marcas no Facebook”, ressaltou.

Atualmente 8 em cada 10 vídeos online são descobertos no Facebook, o que consolida a rede como uma plataforma de descoberta, segundo ele. Entre maio e julho, o volume de vídeos publicado no Facebook cresceu 50%, impulsionado por eventos como a Copa do Mundo. Diariamente, o Facebook contabiliza 1 bilhão de visualizações de vídeos globalmente.

Esse grande universo de internautas, aliado a um consumo feroz de vídeos, em especial em dispositivos móveis, oferece grandes possibilidades para marcas atingirem o público certo.

Mesmo que o Facebook já some 91 milhões de brasileiros conectados mensalmente, e mais de 62 milhões acessam todos os dias, a segmentação é uma das características essenciais para as campanhas de sucesso, destacou Vasconcellos.

Essa possibilidade de segmentação em escala, oferece à publicidade um terreno criativo e inovador, em especial para os vídeos em dispositivos móveis. “Com o autoplay, temos um novo cenário de engajamento com os vídeos. Temos 3 segundos para capturar a atenção do internauta, mas se ele foi impactado nesse tempo, ele verá toda a mensagem”.

Segundo pesquisa da Social Bakers, o índice de retenção dos videos visualizados no Facebook é de 57% ante 40% da média do mercado.

O desafio para as marcas

Ainda na seção de Arte, Marcello Serpa, CCO da AlmapBBDO, reafirmou a importância de as marcas e agências terem mensagens simples, já que, ao contrário de campanhas complexas, essas são o motor para obtenção dos resultados.

“As mensagens têm que ser rápidas. O poder da comunicação está em 3 segundos. Essa fração de tempo é essencial para conquistar o consumidor”, afirmou.

Serpa também ressaltou a genialidade, em sua visão, no uso do Instagram em campanhas criativas e na capacidade da plataforma em dar suporte a esse trabalho. “O Instagram conseguiu resgatar o formato quadrado da fotografia, fazendo com que o mercado todo voltasse a trabalhar dessa forma. Hoje os usuários já pensam no corte na hora de fazer o clique”.

David Loloum, CCO da Y&R, discutiu a presença da ciência na publicidade e destacou sua importância como suporte à criatividade.

“Como evolução do relacionamento entre marcas e consumidores, vimos que as pessoas pararam de girar ao redor das marcas. Nesse contexto, as marcas começam a se movimentar em torno das pessoas. (…) As pessoas estão influenciando mais as marcas atualmente, já que interagem muito mais com elas”, afirmou.

Para ele, as marcas evoluíram do momento de “love brands”, em que eram simplesmente amadas pelo público, para o momento de “life brands”, em que passam a fazer parte da vida das pessoas. “É desse ponto que surgirão as campanhas verdadeiramente criativas”, ressaltou.

Roberto Martini, CEO e fundador da FLAGCX, comentou a combinação entre arte e ciência como a formadora das novas possibilidades de criação. Para Martini, a união entre arte e ciência é fundamental no meio.

“A arte faz com que a gente reflita sobre um novo tipo de comportamento, sobre um novo fenômeno. Os primeiros movimentos de expressão se dão através da arte. E esse é o papel da arte dentro do nosso universo, é ela que nos auxilia a encontrar uma nova realidade”, destacou.

Suporte às agências

O Agency Day foi o maior evento dedicado ao segmento de agências de publicidade desde o início das operações do Facebook no Brasil, em agosto de 2011.

Ele faz parte da estratégia de relacionamento, parcerias e treinamentos voltados ao mercado publicitário, que entre janeiro e novembro de 2014 já reuniu mais de 2 mil profissionais da área em treinamentos e workshops.

Fonte: Adnews

27
11/14
11
visualizações

27
11/14
9
visualizações

5 dicas para aproveitar bem a Black Friday.

Está chegando mais uma edição mundial do Black Friday! O Black Friday acontece sempre na primeira sexta-feira após do dia de Ação de Graças norte-americano, ou seja, sempre na 4ª sexta de Novembro.

A origem do Black Friday, ninguém sabe ao certo, mas todos querem aproveitar, tanto os lojistas para atrair novos clientes, como os consumidores para adquirir aquele tão sonhado produto a um preço mais acessível.

Com o objetivo de lhe ajudar a tomar boas decisões nesse dia eufórico de compras, preparei algumas dicas:

Defina o que você realmente precisa. Faça uma lista das coisas que você está precisando, aquele sonho que você deseja realizar no curto prazo. E com a lista pronta classifique-os por ordem de maior necessidade. Isso lhe ajudará a não sair comprando qualquer coisa simplesmente porque está com 50% de desconto.

Pesquisar antes. Ainda faltam 7 dias para o Black Friday, que esse ano acontecerá no dia 28 de novembro. Então com essa lista de desejo em mãos faça uma pesquisa de preço e anote o preço atual de cada produto da sua lista.

Ao fazer uma pesquisa de preço antes de chegar o grande dia você pode evitar fraudes, acredite, existem sim lojas que anunciam os produtos pela “metade do dobro”

Se cadastrar e pesquisar em sites de busca. O site Busca Descontos tem um programa de envio de ofertas exclusivas por e-mail, basta acessar BlackFriday.com.br e cadastrar o seu e-mail. Isso pode facilitar na hora de encontrar os produtos da sua lista.

Antes de fechar a compra é viável também pesquisar o produto em sites de busca como o Busca Pé.

Selo Black Friday Legal. A Câmera Brasileira de Comércio Eletrônico em parceria com o Busca Desconto criaram o selo Black Friday Legal, o objetivo da ação é garantir que o consumidor não seja lesado. Os sites com esse selo se comprometem com as boas práticas do comércio eletrônico, como oferecer apenas descontos reais e entregar os produtos dentro do prazo prometido.

Se você identificar alguma informação de desconto equivocada, não efetue a compra nessa loja, procure por outra, certamente você encontrará outra loja que esteja oferecendo um desconto real no produto.

Controle seu desejo de compra. Deixei essa dica por último, e ela é a mais importante. Seguindo as demais dicas você tem tudo para realizar ótimas compras, mas não exagere para ficar com o salário comprometido pelos próximos meses, lembre-se que os próximos meses já tem uma carga grande de compromissos.

Para lhe ajudar a organizar os compromissos do início do ano, confira essas “5 Dicas para planejar seu fim (e início) de ano”.

Agora é com você, comece a analisar o que você precisa, pesquise os preços e boas compras!

Por Fulgêncio Bomtempo, especialista em Finanças, fundador e Educador Financeiro Pessoal pela Bomtempo Finanças Pessoais.

27
11/14
8
visualizações

Samsung e a TV na vida das pessoas.

Agência: Leo Burnett Taylor Made

27
11/14
8
visualizações

Governo sofre derrota e votação de manobra fiscal é adiada

Numa sessão que por pouco não terminou em cenas de pugilato, a presidente Dilma Rousseff sofreu uma derrota nesta quarta-feira no Congresso Nacional e não conseguiu aprovar sua manobra fiscal que altera o cálculo da meta de superávit fiscal de 2014 – a economia que deve ser feita pela União para o pagamento dos juros da dívida pública. A nova tentativa de votação foi marcada para a próxima terça-feira.

Em meio às discussões entre o Palácio do Planalto e os partidos aliados para o loteamento dos ministérios no novo mandato, faltou quórum para a votação nesta tarde. Nos bastidores, os próprios aliados da presidente admitiram que a demora na definição dos cargos que cada sigla terá a partir de 2015 dificulta a aprovação do textol. Nesta quarta-feira, em uma demonstração de força contra o governo, o maior partido aliado de Dilma, o PMDB, colocou apenas 37 dos 71 deputados de sua bancada no plenário. O líder da sigla e provável candidato à presidência da Câmara, Eduardo Cunha (RJ), também não compareceu. Assim que o projeto foi apresentado, pouco antes da viagem da presidente para o encontro do G-20, na semana passada, o vice-presidente Michel Temer havia reunido líderes da base para garantir o apoio à nova LDO. Mas, de lá pra cá, ao que parece, tudo mudou.

“O adiamento foi um cochilo planejado da base. Não posso imaginar que o que aconteceu foi fruto só do peso da oposição, até porque a gente não tem maioria em uma situação como essa”, disse o líder do DEM, deputado Mendonça Filho (DEM-PE). “Não tenho dúvidas de que toda essa insatisfação está relacionada à composição do novo governo. Demonstra que os parlamentares aliados querem ser ouvidos”, completou.

Mendonça, aliás, foi protagonista de um dos mais tensos bate-bocas do Congresso na história recente. Da tribuna, criticou a tentativa do presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), de fazer o projeto avançar a qualquer custo para salvar o Palácio do Planalto. Irritado com as críticas, Renan cortou o microfone do deputado, que continuou a fala. O peemdebista insistiu: “Cale-se!”. Foi aí que, por pouco, a troca de farpas não degenerou em pancadaria. Com o dedo em riste, Mendonça deixou a tribuna em direção à Mesa Diretora. De pé, apontou para Renan e deu um tapa em seu microfone. A gritaria continuou e outros parlamentares de oposição também se manifestaram contra Calheiros: “Ditador. Prepotente. O senhor apoia essa farsa”, gritou Rubens Bueno (PR), líder do PPS. “Ninguém me cala nesta Casa. O Renan faz o que quer, aprova o que quer, no tempo que quer. Existe um novo Regimento, que é o regimento do Renan, que decide com a sua conveniência o que deve ser feito”, disse Mendonça Filho.

Minutos depois, com os ânimos mais tranquilos, Renan Calheiros pediu desculpas ao deputado e fez um “apelo pelo bom senso e equilíbrio”. O quórum, contudo, não foi alcançado: apenas 222 deputados e 32 senadores presentes – são necessários pelo menos 257 deputados e 41 senadores.

Fonte: Veja

27
11/14
10
visualizações

27
11/14
9
visualizações

27
11/14
2
visualizações

Liza no Instagram.

A marca Liza, produzida pela Cargill, está com um perfil no Instagram (@instasalad_liza) e é uma novidade para mostrar as combinações de saladas com os nove molhos da marca. Receitas serão postadas todos os dias, sempre acompanhadas por um molho. A hashtag #saladinhatop marca os posts que focam em sabor, praticidade e versatilidade. A ação tem vários anúncios, convidando os consumidores a conhecer o perfil. A campanha foi criada pela agência Talent.

Fonte: propmark

27
11/14
1
visualizações

O custo elevado do aluguel do Morumbi.

Está mais barato alugar o Maracanã para eventos do que o Morumbi. O estádio carioca cobra 750 000 reais para ser alugado, segundo um relatório recente do Tribunal de Contas do Estado. Já o do São Paulo custa 1,5 milhão de reais. O Palmeiras está buscando cobrar um valor intermediário na sua nova arena.

Por Lauro Jardim, em Veja

27
11/14
2
visualizações
27
11/14
1
visualizações

Primeira agência de publicidade do Brasil comemora 100 anos.

Comemora-se em 2014 o centenário da primeira agência de publicidade profissional de que se tem notícia no Brasil. A Eclética foi fundada em 1914 em São Paulo pelo publicitário e jorna- lista João Castaldi, em sociedade com o empresário Jocelyn Benaton. No início, o trabalho era de agenciadora de anúncios em jornais impressos, especialmente O Estado de S. Paulo. “Uma das primeiras batalhas de Castaldi foi conseguir junto aos jornais o pagamento da comissão de 20% pela captação e veiculação dos anúncios publicitários”, conta o pesquisador de história da propaganda e professor do curso de publicidade do Mackenzie, Adolpho Queiroz. Outra preocupação dos pioneiros era a de fixar a marca da agência, que em uma das campanhas da época pede que os clientes reflitam antes de executar “seu plano de propaganda”. Veja imagem que ilustra esta página.

Somente Imagem

 

Na época, Castaldi também ocupava o cargo de diretor-gerente do jornal A Capital, fundado por ele em 1912, o que possibilitou à agência utilizar o material tipográfico do periódico para compor seus anúncios, aproveitando o maquinário também para apresentar aos clientes trabalhos coloridos. Foi assim que se viabilizou a criação do primeiro anúncio em cores da imprensa brasileira, publica- do na primeira página de O Estado de S. Paulo, na edição de 30 de maio de 1915. A peça apresentava o Cimento Aalborg, do anunciante Cássio Muniz & Cia., que chegara da Dinamarca, e representou uma quebra de paradigmas. Castaldi precisou vencer resistências, já que acreditava-se que um jornal sério não podia publicar anúncios em cores.

Quanto aos anunciantes, alguns dos primeiros trabalhos desenvolvidos pela equipe de A Eclética foram para Ford e Texaco, para quem a agência criou mapas que mostravam a localização dos postos de gasolina nas principais estradas brasileiras. Nos anos seguintes, o portfólio cresceu e abrigou marcas como Sabonete Lux, Guaraná Chapagne, Maizena Duryea, Kolinos, Palmolive, Parker Pen, Gillette, Aveia Quacker, Biscoitos Aymoré e sabonetes Eucalol.

Em 1918, ainda antes da chegada das agências norte-americanas, que desembarcaram no Brasil nas décadas de 1920 e 1930 acompanhando seus clientes em busca de novos mercados, A Eclética passou por uma reformulação societária. Benaton e Castaldi, que faleceu em 1974, aos 90 anos, deixaram o negócio e entraram Júlio Cosi e Eugênio Leuenroth, este último responsável por abrir a filial da agência no Rio de Janeiro.
Leuenroth e Cosi viajaram aos Estados Uni- dos para aprimorar conhecimentos técnicos. Transformaram o que mais se parecia com um “balcão de anúncios” em uma agência com clientes fixos. As decisões tomadas nas reuniões entre a agência e seus clientes eram registradas em atas.

Também passaram pela Eclética, os filhos de Leuenroth e Cosi: Cícero Leuenroth, morto no início da década de 1970, que após brigar com o pai fundou em 1933 a Stan- dard Propaganda, empresa que se transformaria na maior agência do País e daria origem ao que hoje é a Ogilvy; e Julio Cosi Jr., falecido em novembro do ano passado, que atuou especialmente na área de atendimento, passou pelas equipes da McCann, Almap, Standard e Editora Abril até fundar a Cosi, que posteriormente foi comprada pela Y&R. No início da década de 1960, A Eclética encerrou suas atividades.


Fonte: Meio e Mensagem

27
11/14
1
visualizações

Alimentos: um terço de tudo o que é produzido se perde.

Estudos realizados pelo Swedish Institute for Food and Biotechnology (SIK) divulgados recentemente revelam que um terço de tudo o que é produzido se perde no sistema alimentar mundial. Aumentar a eficiência na produção e distribuição de alimentos e estimular o consumo responsável são a receita para reduzir perdas sem afetar a oferta e, ainda, gerar impactos positivos para o ambiente.

O planeta deve atingir 9,1 bilhões de habitantes em 2050. Para alimentar essa população, estima-se a necessidade de 60% mais alimentos do que os produzidos hoje. Além disso, em razão do aumento da renda nos países emergentes e da ocidentalização dos hábitos alimentares, a demanda será, cada vez mais, por alimentos processados. O consumo de carnes, por exemplo, símbolo de um padrão alimentar de país rico, já está crescendo no mundo todo.  Sua produção exige maiores quantidades de água e de terras, tanto para a produção de carne bovina em regime de pastagens como para a produção de forragens, que deverão ser utilizadas na alimentação dos animais. A produção de carnes, na fase agrícola e no seu processamento, emite também muito mais gases de efeito estufa, responsáveis pelo aquecimento global.

No momento, há um grande esforço para renovar a pesquisa agropecuária e introduzir inovações na área de processamento agroindustrial, mas temos avançado pouco nas ações que poderiam resultar em menores perdas no processo produtivo e redução de desperdícios nos domicílios.

Ano após ano, estamos quebrando recordes de produção. A produtividade no campo tem crescido graças ao espírito empreendedor do produtor e das novas tecnologias. No entanto, no Brasil, pouco se sabe sobre as perdas no processo produtivo. A Organização das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação (FAO, em inglês) estima que se possa rapidamente reduzir em 50% o descarte de alimentos bons para o consumo. Com isso, a produção da agropecuária seria impactada e sofreria um corte de 25% até o ano de 2050. Como o setor agropecuário é o principal consumidor de água limpa e gera uma expressiva quantidade de carbono na produção, a redução das perdas e do desperdício poderia provocar efeitos positivos na demanda por terras e na pressão pelo uso da água.

As perdas e o desperdício precisam ser combatidos não apenas porque necessitamos resolver a questão da fome nos grupos em situação de vulnerabilidade, mas também para aliviar a pressão de produzir mais e mais, comprometendo o futuro da humanidade em diversos níveis.

Para solucionar o problema, é preciso conhecer melhor quais são os seus determinantes e características. As perdas na produção de alimentos ocorrem de forma involuntária devido à inadequação no sistema de armazenagem e no transporte. Já o desperdício, ocorre de forma voluntária quando se joga fora alimento bom para o consumo, como é o caso do consumidor que compra demais e não usa ou do supermercado que quer um produto com uma aparência mais atraente. O paradoxo é claro: quanto mais rica fica a sociedade, mais alimentos são desperdiçados.  Segundo o estudo recente divulgado pela FAO, 56% das perdas e desperdícios ocorrem nos países desenvolvidos – mais ricos (incluindo a China) -, sendo os restaurantes e domicílios os principais responsáveis por esse prejuízo.

Nos países mais pobres, o desperdício de alimentos é muito pequeno, porém as perdas no processo produtivo são enormes.  Atualmente, um em cada cinco habitantes do planeta está abaixo da linha da pobreza extrema, vivendo em regiões onde a pressão pelos recursos naturais é enorme. Na realidade, três quartos da humanidade vive em países que não conseguem repor os recursos gastos nos processos produtivos. Dessa constatação, deriva outro paradoxo: produzir mais pode melhorar o nível de bem estar da humanidade e reduzir a fome, mas, a médio e longo prazo, a natureza vai enviar a sua conta e essa conta vai custar caro. Portanto, não se trata apenas de produzir mais, temos que consumir melhor.

Também é preciso ficar atento a outro lado da questão. Estima-se que na América do Norte as perdas e o desperdício sejam equivalentes a 1.520 kcal/pessoa por dia. Esses valores representam praticamente três quartos das necessidades nutricionais básicas diárias de um ser humano. Ou seja, se os norte-americanos reduzissem as perdas e o desperdício a zero, teoricamente, poderíamos alimentar todos os africanos que passam fome. No entanto, não serão as reduções de perdas e desperdício em uma parte do mundo que irão resolver o problema da fome em outro canto do planeta. Evidentemente, as sobras de alimentos não podem ser transportadas de um lado para o outro e, muito provavelmente, o aumento da produtividade, a economia de recursos no processo produtivo e um consumo mais responsável não levariam a uma baixa de preços proporcional. Por esse motivo, os resultados da redução das perdas e do desperdício, para efeito de combate à fome, vão depender de outras variáveis como as estruturas de funcionamento dos mercados de alimentos, a regulação dos estados e as condições de acesso por parte dos consumidores.

Assim como o Brasil, vários países – incentivados pela FAO – resolveram atacar de frente o problema da fome, buscando a liderança no combate às perdas e desperdício. Na luta para reduzir a insegurança alimentar, quem também se beneficia é o ambiente.  Nosso país, mais uma vez, pode ser um bom exemplo. Neste ano, o Prêmio Jovem Cientista aborda o tema “Segurança Alimentar e Nutricional”. A iniciativa busca contribuições viáveis e novas tecnologias que possam garantir, ao mesmo tempo, o acesso ao alimento de qualidade e a conservação dos serviços ecológicos dos quais a produção de alimentos depende. É a oportunidade para que jovens pesquisadores possam apresentar inovações, que vão desde os desafios no campo até a formulação de políticas públicas. Podemos desenvolver soluções simples e já existem tecnologias baratas à disposição de empresas e consumidores. Aliado a isso, os governos estão dando incentivos à produção sustentável e os consumidores estão valorizando produtos que preservam a natureza. Essa é uma agenda de pesquisa na qual todos têm a ganhar.

WALTER BELIK Professor titular de economia agrícola do Instituto de Economia da Unicamp e membro do painel de especialistas do Conselho Mundial de Segurança Alimentar das Nações Unidas, em Época.

27
11/14
2
visualizações

Sponholz

27
11/14
2
visualizações

Facebook alterará controles sobre anúncios, em 2015.

O Facebook anunciou uma atualização na sua política de privacidade para o início de 2015. As mudanças também contemplam algumas alterações na visualização de anúncios na timeline. De acordo com a rede social, a partir de janeiro de 2015 o usuário poderá estabelecer os mesmos controles para a visualização de anúncios em todos os devices pelos quais acessa o Facebook. Atualmente, as configurações de anúncios da rede social feitas no computador não valem para os aplicativos móveis. 

O Facebook também anunciou a criação de uma nova ferramenta chamada “preferências de anúncios”, que permitirá alterar os interesses de cada perfil, que direcionam os anúncios e publicidade exibidos pela rede social. A nova funcionalidade, no entanto, esta disponível apenas para os usuários dos Estados Unidos, Austrália, Canadá, França, Alemanha, Irlanda e Reino Unido. Outros países deverão receber a ferramenta nos próximos meses.

Outra mudança anunciada pela rede social refere-se às configurações de privacidade. A rede irá disponibilizar guias interativos, com as respostas para as dúvidas mais frequentes que os usuários possuem sobre a questão da privacidade na rede social. O guia será disponibilizado em 36 diferentes idiomas. O Facebook também irá destacar os botões de restrição de compartilhamento e de aprovação de conteúdo, para facilitar que seus usuários compartilhem apenas o conteúdo desejado com as pessoas que realmente quiserem. 

A rede social também promete aprimorar as ferramentas de geolocalização para facilitar a interação entre os amigos e também oferecer anúncios e ofertas baseadas nessa localização, como dicas de bares, restaurantes e lojas, por exemplo.  

Fonte: Meio e Mensagem

27
11/14
3
visualizações

Competence ganha o Top de Marketing/RS, pela quarta vez.

A Competence, de Porto Alegre, dos amigos João Satt e Rogério Caldana, acaba de conquistar, pela quarta vez, o Top de Marketing da ADVB/Rio Grande do Sul. É a agência de publicidade gaúcha mais premiada pela entidade. Meu cumprimentos por mais esta vitória, fruto do trabalho de toda a equipe da Competence.

JJ

27
11/14
3
visualizações

Miran

27
11/14
3
visualizações

Curitiba tem 13 bairros entre os mais desenvolvidos do Brasil.

A região metropolitana de Curitiba (RMC) possui 13 “bairros” que integram a lista dos mais desenvolvidos do país, com indicadores acima de 0,9, e tem o terceiro melhor Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM) na comparação com outras 16 RMs brasileiras. As informações estão no Atlas do Desenvolvimento Humano no Brasil, divulgado ontem pela Organização das Nações Unidas (ONU), em Brasília.

O levantamento engloba 9.825 Unidades de Desenvolvimento Humano (UDH), que são recortes territoriais dentro dos municípios. As unidades não são necessariamente um bairro – podem ser uma fração de um bairro, a soma de mais de um deles ou até um município inteiro. “No que você ‘quebra’ o município em microrregiões, consegue enxergar a desigualdade de uma forma mais real”, diz o pesquisador do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), Marco Aurélio Costa.

Em todo o país, apenas 223 UDHs obtiveram indicadores superiores a 0,9 nas categorias educação, longevidade, renda e IDHM, o que corresponde a 2,3% do total de regiões analisadas. Na RMC, são 13 bairros, sobretudo em Curitiba, mas também em Pinhais e Piraquara, que fazem parte da seleta lista do “superdesenvolvimento”.

O pesquisador da Fundação João Pinheiro, Olinto Nogueira, explica que houve evolução em todas as UDHs. “Essas localidades [com indicadores acima de 0,9] podem ser consideradas superdesenvolvidas, comparadas com qualquer lugar entre os lugares mais desenvolvidos do mundo”, diz.

Na RMC, o bairro com mais alto desenvolvimento é o Água Verde. Além de possuir os índices de longevidade e educação mais altos em comparação com os demais, é uma das regiões com maior renda da capital, acima dos R$ 4 mil per capita, junto com outros seis bairros.

“Nesses bairros, os indicadores de saúde, educação e renda já estão muito consolidados. O acesso à educação, por exemplo, é quase que independente de políticas, já é garantido. Uma vez que o ingresso na escola está consolidado é muito difícil quebrar isso”, pondera o arquiteto Clóvis Ultramari, professor da PUCPR e UFPR.

Segundo o diretor de estatística do Instituto Paranaense de Desenvolvimento Econômico e Social (Ipardes), Daniel Nojima, a tendência é de que outros bairros da RMC continuem crescendo ao longo das próximas décadas. Ele diz que os dados já apontam para isso. Nojima explica que quando uma cidade se desenvolve os efeitos se espalham nos municípios vizinhos. “Curitiba tem um crescimento grande desde os anos 90 e isso chega até as cidades mais próximas, com o crescimento do mercado de trabalho. Melhor renda aliada a políticas públicas proporciona melhorias na saúde e na educação”, afirma.

Isso, segundo ele, provoca um desenvolvimento integrado. “É isso que deve acontecer. Não pode ser um crescimento de apenas determinadas regiões isoladas”, ressalta.

 

Desigualdade persistente

 

Apesar do avanço em quase todos os indicadores, Doutor Ulysses permanece com o pior resultado da região de Curitiba. Dr. Ulysses é um ‘clássico’ do baixo desenvolvimento, mesmo estando em uma região muito desenvolvida”, diz o pesquisador do Ipea Marco Aurélio Costa. A cidade do Vale do Ribeira perpetua a dificuldade de crescimento, mas avançou bastante na última década, quando saiu de um indicador de 0,377 para o de 0,546.

 

Em dez anos, número de locais com baixo IDHM no Brasil cai 94%

 

O número de bairros com muito baixo ou baixo desenvolvimento humano das 16 regiões metropolitanas incluídas na nova versão do Atlas do Desenvolvimento Humano no Brasil caiu 94% entre 2000 e 2010. Na primeira aferição, 611 bairros – definidos como Unidades de Desenvolvimento Humano (UDHs) – alcançaram um nível considerado muito baixo e outros 3.035, baixo. Uma década depois, não havia nenhum no patamar muito baixo e apenas 211 no baixo.

“Os resultados são extraordinários”, avalia o representante residente do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) no Brasil, Jorge Chediek. Segundo ele, os dados confirmam a redução da desigualdade no país na última década, também captada no estudo sobre IDHM de todos os 5.565 municípios brasileiros, divulgado no ano passado. Entre 1991, 2000 e 2010 o IDHM consolidado do Brasil passou, respectivamente, de muito baixo (0,493) para médio (0,612) e alto (0,727).

Entre 2000 e 2010, todos os índices e subíndices das 16 regiões metropolitanas registraram avanços. Também houve diminuição na disparidade entre o maior e o menor IDHM dessas áreas. As regiões de São Paulo e Amazonas foram a melhor e a pior, respectivamente, nas duas medições.

Na primeira, no entanto, São Paulo registrou um IDHM de 0,714 contra 0,585 de Manaus (diferença de 22,1%). Dez anos depois, os índices foram para 0,794 e 0,720 (diferença de 10,3%). Além disso, nas faixas dos 250 bairros com IDHMs mais baixos e mais altos, há representantes de todas as regiões metropolitanas. “A riqueza desse novo estudo está na constatação de que a desigualdade é maior dentro dos grandes municípios e regiões metropolitanas do que entre esses municípios e regiões”, assinala o pesquisador da Fundação João Pinheiro, Olinto Nogueira.

Na opinião do arquiteto Clóvis Ultramari, professor da PUCPR e UFPR, o resultado pode não ser lisonjeiro para a RMC, que caiu uma posição, mas é positivo. “Houve uma melhora, acompanhada de uniformização, tirando as grandes diferenças regionais do Brasil”, ressalta. Especialistas exaltam as políticas de inclusão social, mas ponderam que ainda há muito a fazer.

Fonte: Gazeta do Povo
 

Página 1 de 1.2991234...1015...Última