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Como definir os rumos do mercado de mídia?

Audiência? Mais leitores? Concorrência com o digital? Se depender da visão das três principais entidades do mercado de mídia – Aner, Abert e ANJ – público não é o problema neste momento, pelo contrário, audiência e pessoas dispostas a consumir bom conteúdo tem de sobra, o que falta ao mercado é encontrar o modelo de negócio ideal. A discussão pautou o encerramento da International News Media Association (Inma) que teve seu segundo e último dia nesta quarta-feira, 24.

No evento, que discute inovações e reúne produtores de conteúdo do Brasil e do mundo, Fred Kachar, presidente da Associação Nacional dos Editores de Revistas (Aner), Daniel Slaviero, dirigente da Associação Brasileira das Emissoras de Rádio e Televisão (Abert) e Ricardo Pedreira, diretor da Associação Nacional dos Jornais (ANJ) chegarem em um consenso de que o tripé: branded content, eventos e marketing vai determinar os rumos do mercado.

“O problema não está na audiência, nunca tivemos uma audiência tão grande, mas o grande problema é a forma de monetizar isso”, disse Kachar. “Estamos evoluindo nesses formatos e vemos que o mercado caminha para grandes resultados neste sentido”, ressaltou. Ainda de acordo com Kachar, em termos de conteúdo, a questão é não produzir commodity. “Por commodity, ninguém vai pagar nada”, concluiu.

Para Daniel Slaviero, presidente da Abert, o brasileiro mudou a forma de consumir rádio e TV em uma velocidade muito grande. “Isso nos ajudou a trazer novos projetos como o fornecimento de aplicativos a rádios menores. Olhando para o setor de TV vemos uma tendência muito forte de conteúdo on demand principalmente e uma força do ao vivo para eventos esportivos, jornalismo e telenovelas” Slaviero cita exemplos de cases digitais como o Globo Play e parcerias do SBT com YouTube e da Band com o Facebook. “A questão, no entanto, é como cobrar e monetizar esse conteúdo”, disse.

Representando os principais jornais do Brasil, Ricardo Pedreira, diretor-geral da ANJ, afirmou que o mercado precisa estar unido para conseguir trazer novas soluções. “Acreditamos que o jornal continuará sendo sustentado pela publicidade, mas outros formatos também crescem. É importante estarmos unidos e aprendermos a melhor forma de entregar conteúdo premium”, destacou.

Distribuição e monetização de conteúdo

Como estruturar modelos de negócios e gerar receita com conteúdo é a linha de estudo de Grzegorz “Greg” Piech, vice-presidente da Agora Foundation, head do laboratório de inovação da Gazeta Wyborcza (ambos na Polônia), integrante do conselho do Inma e pesquisador convidado em Harvard.  Também presente no evento da Inma, Greg foi responsável pela pesquisa “Evaluating Distributed Content in the News Media Ecosystem”, que mostra a relação entre os publishers tradicionais e plataformas de mídia que agregam, distribuem e monetizam o conteúdo.

Além de analisar como os novos meios tem colocado desafios para os veículos, o estudo apresenta ferramentas e soluções práticas, segundo decisões de futuros para essas empresas. Segundo ele, os jornais sofreram, basicamente, duas enormes disrupções em tempos digitais. A primeira foi catalisada pela queda dos classificados na concorrência com plataformas online mais eficientes, e a derrubada que isso causou na cadeia de leitores, audiência e anunciantes.

Fonte: Meio e Mensagem

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Faturamento do WPP cresceu 9,3% no primeiro semestre de 2016

Maior grupo de comunicação do mundo, o WPP divulgou os resultados financeiros do primeiro semestre de 2016. O faturamento da holding – que controla agências de publicidade como Y&R, Ogilvy, F.biz, David e Grey – cresceu 9,3%, fechando em £25,319 bilhões, contra £23,156 bilhões no mesmo período do ano passado.

O grupo controlado por Martin Sorrell também reportou crescimento de 11,9% em receitas, chegando a £6.536 bilhões no primeiro semestre do ano. O avanço foi maior do que em 2015, quando fechou o período com receitas de £ 5,839 bilhões (um aumento de 8,9%).

O relatório destaca que o crescimento das receitas aconteceu em todas as regiões e setores de negócios, com um avanço forte em áreas como Europa, Ásia, América Latina e Oriente Médio.

O balanço também traz destaque para o aumento das vendas digitais – 11,9% para £5,594 bilhões. O Ebitda reportado cresceu 13,7% (£889 milhões).

 O relatório ressalta ainda o reconhecimento da qualidade criativa da marca, que foi eleita a Holding do Ano no Cannes Lions 2016, pelo sexto ano consecutivo. Além disso, a Ogilvy & Mather Worldwide ganhou no festival o Leão de rede de agências mais criativa, pelo quinto ano consecutivo.

O WPP emprega 190 mil pessoas e possui 3 mil escritórios, com presença em 112 países.

 Confira aqui o balanço completo.

Fonte: propmark

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Vigor lança queijos finos.

Vigor_FaixaAzul_Camembert_575

Se os consumidores brasileiros já aprenderam a refinar o paladar quanto ao consumo de produtos como café, azeite, cerveja e vinho, por que não fazer isso em relação aos queijos?

A Vigor aposta que essa categoria de produtos será a próxima onda gastronômica do mercado e investiu na modernização de fábricas, colocando-as em padrões europeus, e na criação de uma unidade de negócios com equipes de marketing, trade marketing e vendas exclusivamente dedicadas. Hoje, a unidade é comandada por Luis Renato Bueno (ex-Cia. Hering) e tem como head de marketing Daniela Zucchini. Além disso, a companhia ampliou investimentos nas próprias marcas de queijos, em especial Faixa Azul, Danúbio, Serrabella e Jong.

Queijos básicos respondem por 85% do consumo e os especiais, por apenas 8%, segundo dados Kantar Worldpanel, e é o potencial de crescimento desse nicho que a Vigor quer explorar.

Marcas em evidência

Serrabella já nasceu no segmento de queijos especiais, no qual é considerado um produto de entrada do consumidor na categoria. Sua comunicação no ponto de venda, mostrando como é possível descomplicar esse consumo. Forte no Nordeste, o Jong (queijo reino, em formato bola, que vem numa lata) está sendo levado para outras regiões do País, em especial o Sudeste e terá lançamentos antes do Natal.

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O queijo branco Danúbio e seus produtos derivados passaram por um reposicionamento e ganharam novas embalagens. O investimento em marketing da marca dobrou e incluiu comercial em TV aberta com o chef Henrique Fogaça.

Faixa Azul, cuja imagem estava atrelada ao parmesão, passou por uma extensão de linha há um ano incluindo gouda, gruyère, emmental, brie, camembert e blue cheese. Na comunicação de Faixa Azul, forte em digital, o objetivo agora é educar mais em profundidade o consumidor sobre o consumo de queijos especiais e sobre a própria ampliação de opções da marca.

Antes atendidas pela Grey, as marcas de queijo da Vigor, agora sob a nova unidade, entraram no portfolio da Fischer, que já atendia a companhia nas outras categorias. “A gente quer construir no queijo o que fizemos no iogurte grego. A Vigor se reinventou a partir do iogurte grego”, afirma Bueno.

Fonte: Meio e Mensagem.

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COMENTÁRIO

Ótima iniciativa, mas o que não pode é um Faixa Azul custar mais caro do que um Pameggiano italiano legítimo e de boa marca, nos supermercados – como está acontecendo, aqui em Curitiba, pelo menos.

Para quem não sabe, um dos meus esportes prediletos é ir ao supermercado, por isso sei os preços de tudo e verifico todos os lançamentos.

Na verdade, meu esporte predileto é comer bem e por isso, vivo nos supermercados, bons açougues e no Mercado Municipal de Curitiba, conferindo as novidades e comprando o que gosto de comer e experimentar.

Tenho até um blog de receitas- http://deliciasjj12.blogspot.com.br/ -, podem conferir.

JJ


Vou conferir!!!


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WhatsApp cruza dados de usuários com Facebook.

WhatsApp vai compartilhar mais informações de seus usuários com o Facebook, segundo nota publicada em seu blog nesta quinta-feira, 25. Segundo o texto, um dos objetivos seria “explorar maneiras para facilitar a sua comunicação com as empresas de sua preferência, sem a exibição de anúncios ou spam.”

A mudança começa pelos novos termos de serviço do aplicativo, que usuários deverão receber a partir de hoje em smartphones Android e iPhones. Um dos itens autoriza “compartilhar dados da minha conta do WhatsApp com o Facebook para melhorar minhas experiências com anúncios e produtos”. Garante, porém, que o número do celular ou as conversas do aplicativo não serão mostradas na rede nem compartilhado com anunciantes.

Segundo o site TechTudo, os usuários que já estão no app e não quiserem compartilhar dados, terão até 30 dias para recusar a atualização de termos. Posteriormente, não haverá mais essa opção. Novos usuários serão obrigados a aceitar  a nova política de uso de dados.

“Ao conectar o seu número de telefone com os sistemas do Facebook, você terá melhores sugestões de amizade e anúncios mais relevantes caso você tenha algum tipo de conta com estas empresas. Por exemplo, você poderá ver um anúncio de uma empresa da qual você já tenha utilizado os serviços ao invés de uma que você nunca tenha ouvido falar”, diz o comunicado do WhatsApp, aplicativo que pertence ao Facebook desde 2014.

 

Fonte: Meio e Mensagem

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Protetor solar com cheiro de frango frito, da KFC. Vocês usariam?

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Agigante de fast-food KFC lançou esta semana um produto inusitado nos Estados Unidos, um protetor solar com cheiro de frango, com fator spf 30. Mesmo com a fragrância excêntrica,  os 3 mil tubos do produto se esgotaram em duas horas nesta segunda-feira, 22, em uma iniciativa para promover a receita do produto KFC Extra-Crispy.

“O sol nos dá vida. Mas se não tomarmos cuidado ele também nos dá queimaduras dolorosas. É por isso que fizemos o protetor solar Extra Crispy! O fator de proteção ajuda a proteger sua pele enquanto o frango frito traz um cheiro maravilhoso”, diz o site oficial do produto.

A rede também lançou um anúncio na TV americana, estrelado pelo ator George Hamilton, que aparece bronzeado como o coronel Extra-Crispy, símbolo do KFC.

Foto: Reprodução

“Achamos que o cheiro é incrível”, disse um porta-voz da marca à revista Fortune. “Nos divertimos muito com a campanha do Coronel Extra Crispy este Verão, e a ideia para o protetor solar nos pareceu uma combinação natural”.

Em maio, a marca lançou um esmalte para unhas com cheiro de frango, em uma campanha criada pela Ogilvy & Mather. De acordo com o The Independent, os produtos estão disponíveis para venda somente nas lojas da rede em Hong Kong.

Fonte: Meio e Mensagem

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COMENTÁRIO

Juro que pensei que era gozação da KFC…mas parece que é real.

Vocês usariam um protetor solar ou esmalte para unhas com cheiro de frango frito?

Eu, nunca!

JJ


kkkkkkk fala sério!

Eu, nunca !!!

Abração


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Uber fecha primeiro semestre com perda de mais de US$ 1 bilhão.

O serviço de transporte privado Uber teve uma perda de pelo menos 1,27 bilhão de dólares no primeiro semestre do ano, informou nesta quinta-feira a agência de notícias Bloomberg. A empresa não comentou a informação.

Por não ter ações negociadas em Bolsa, o Uber não é obrigado a publicar seus resultados. Ainda assim, a companhia organiza uma teleconferência com seus investidores uma vez por trimestre.

O Ebitda (resultado antes do pagamento de impostos, juros e depreciações) foi de uma perda de 750 milhões de dólares no segundo trimestre. No primeiro, a perda havia sido de 520 milhões de dólares, segundo as fontes da Bloomberg.

O faturamento aumentou quase 18% entre o primeiro e o segundo trimestres, passando de 960 milhões de dólares para 1,11 bilhão de dólares.

Fonte: Veja (Com AFP)

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Brasil é o terceiro país mais envolvido com marcas, no mundo.

agência global Edelman Significa lançou nesta quarta-feira, 24, o relatório Earned Brand 2016, que mede a relação entre consumidores e marcas em 13 países. Foram mil entrevistados por nação: Alemanha, Austrália, Brasil, Canadá, China, Estados Unidos, França, Holanda, Índia, Japão, México, Reino Unido e Singapura.

O Brasil é o terceiro país com população mais envolvida com marcas, ficando apenas atrás da China e Índia. Segundo Rodolfo Araújo, líder de pesquisa e conhecimento da empresa, o Brasil tem uma forte tradição de proximidade com marcas, enquanto em países mais desenvolvidos existe um certo ceticismo e distanciamento. Entre as nações com pessoas menos engajadas estão Holanda, Canadá, Austrália e França.

“Nos últimos anos, tivemos uma explosão do consumo com a consolidação de uma nova classe média, em um primeiro contato dessas pessoas com essa realidade do consumo”, afirma Rodolfo. Ele destaca que os brasileiros investem tempo considerável nas redes sociais, coletando informações e impressões de amigos.

A métrica Brand Relationship Index define cinco estágios de relacionamento das pessoas com marcas: “indiferente”, “interessado”, “envolvido”, “dedicado” e “comprometido”. O índice do Brasil é 43, colocando os consumidores brasileiros entre “envolvidos” e “dedicados” às marcas. O índice ideal, a partir de 70, colocaria as pessoas na categoria “comprometidos”, estágio no qual os indivíduos preferem, compram, mantém-se leais, advogam a favor e defendem uma empresa, produto ou serviço.

Os propósitos e valores das marcas também se mostraram decisivos para os consumidores brasileiros, já que mais de 65% dos entrevistados dizem que não compram se a marca não tiver compromisso social. A maioria também acredita que fazer o bem deve ser parte do DNA de uma marca, e que as empresas podem fazer mais do que o governo para solucionar problemas sociais. “As pessoas querem se vincular a marcas que apoiem causas, abram portas para diálogos e ações efetivas”, acrescenta.

O estudo também traz insights com atributos valorizados pelos clientes, mostrando que mais de 80% das pessoas confiam em seus amigos e familiares quando querem saber mais sobre marcas ou tomar decisões de compra. “Com a disrupção e criação de novos mercados, as pessoas buscam confiança cada vez mais a partir dos pares, numa nova maneira de olhar o funil de compra. As empresas passam a olhar além dos processos de compra e conversão, com foco no relacionamento”, diz Rodolfo.

A pesquisa apontou que o engajamento é mais efetivo entre millennials, seguidos de consumidores da geração X. Ainda, os segmentos de mídias sociais, moda, automóveis e artigos de luxo são os que mais geram engajamento

Alguns setores trazem narrativas que transcendem o produto. “Marcas de bebida, companhias aéreas e serviços financeiros vivem do simbólico, enquanto automóveis ainda são valorizados como sinônimo de status e ascensão. As mídias sociais, além de serem ponto de encontro entre marcas, são ambientes com os quais as pessoas têm contato todos os dias”. No outro extremo, estão as marcas de gestão de energia doméstica, com apenas 8% de comprometidos.

A pesquisa ainda aponta comportamentos que fazem com que um consumidor evolua de envolvido para comprometido: participar da criação de conteúdo da marca, continuar comprando mesmo se algo der errado com os produtos, e pagar mais, com prazer, pelos produtos ou serviços de uma empresa.

O levantamento levou em consideração 18 segmentos de mercado, como operadoras de celular, cartões de crédito, vestuário, varejistas, alimentos e bebidas, medicamentos, serviços financeiros, higiene e cuidados pessoais, entre outros.

Fonte: Meio e Mensagem

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Jogos Paralímpicos.

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Agência: ogilvy Brasil

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Discovery Networks Brasil tem o melhor primeiro semestre da sua história, no Brasil.

A Discovery Networks Brasil afirma que teve o melhor primeiro semestre da sua história este ano, com resultados positivos de audiência. Seu principal canal, o Discovery, está entre os Top 10 dos mais vistos da TV por assinatura no horário nobre, de acordo com o Kantar Ibope Media.

O canal infantil Discovery Kids, por exemplo, despontou como líder de audiência da TV paga durante o dia inteiro. Já o Discovery Home & Health é considerado o canal número 1 em afinidade com o público feminino. Os canais TLC, Discovery Turbo e Discovery ID também se destacaram, sendo que o Animal Planet obteve a maior cobertura da sua história com 18 milhões de pessoas diferentes alcançadas no período. Todos os dados são do Kantar Ibope Media, informa o propmark.

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DCI terá caderno carioca.

jornal paulista Diário Comércio Indústria & Serviços (DCI) vai lançar um caderno focado no mercado fluminense. Para isso, abrirá uma sucursal no Rio de Janeiro. A princípio com um editor e um repórter, a dupla será responsável pelas notícias diárias e foca numa futura distribuição nacional do jornal.

“Os três pilares do DCI para circulação nacional são as praças de São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília, por conta disso já tínhamos este plano. É um eixo importante de negócios”, conta Martim Otávio Nogueira de Novaes, diretor comercial do DCI. O executivo acrescenta que, para tal, o objetivo é consolidar futuramente uma operação também na capital federal.

Martim_Novaes DCI

Localizada no centro da capital carioca, a sucursal prepara o primeiro caderno Rio de Janeiro para 12 de setembro. O jornal registrou circulação paga média de 21512 em julho, de acordo com o IVC. Já a audiência digital de suas diferentes plataformas é de cerca de 30 mil unique browsers por semana.

O DCI pertence ao Grupo Sol Panamby, da família Quércia, que também possui forte atuação nos mercados de agronegócio e imobiliário. Na área de comunicação mantém ainda as emissoras de televisão TVB Record Campinas e a TVB Band Litoral, ambas em São Paulo, e as redes de rádio NovaBrasil FM e Central AM, nas praças de Brasília, Campinas, Recife e Salvador, além da capital paulista.

Fonte: Meio e Mensagem

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