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09/16

Saraiva lança serviço de entrega no mesmo dia.

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A Saraiva lançou serviço de entrega no mesmo dia, segundo informou a varejista. O serviço foi lançado para os consumidores da cidade de São Paulo e só é válido para compras de livros feitas no site até às 13 horas e que podem ser recebidas até às 22 horas.

Segundo a varejista, o same day delivery tem o “objetivo de promover sempre a melhor experiência aos clientes, que podem escolher o serviço mais adequado às suas necessidades”.

Além da entrega no mesmo dia, os pedidos realizados até às 17h também oferecem a possibilidade de recebimento, sempre na capital paulista, ainda no dia seguinte da compra. É o que a rede chama de Turbo Entrega. Os dois serviços são válidos para a aquisição de itens da categoria de livros.

De acordo com a rede, o same day delivery e a Turbo Entrega complementam o portfólio de serviços da marca, que já oferece ao cliente a modalidade de compra pelo site e retirada em loja sem custo, além da possibilidade de aquisição pelo e-commerce e troca na loja.

(Por NoVarejo)

28
09/16

Exame promove evento com líderes políticos, empresariais e economistas

A revista Exame vai realizar nesta sexta-feira (30) o Exame Fórum, um encontro com os principais líderes políticos, economistas e grandes empresários para, juntos, discutir temas altamente relevantes para o país e os negócios em 2017.

O evento acontece no Hotel Unique, das 8 às 18 horas, em São Paulo.

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09/16

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09/16

DMEXCO: o maior evento de marketing digital do mundo. E nós.

Todo evento conta uma história. É como um livro aberto e público escrito por palestras, debates e estandes. Ao final, saímos com um enredo de negócios, revelações corporativas, conflitos de modelos, dramas mercadológicos, grandes revelações sobre histórias de amor das marcas com seus consumidores.
Se todo evento é um storytelling, o DMEXCO 2016 – Digital Marketing Exposition & Conference, que aconteceu semana passada na cidade de Colônia, na Alemanha, foi um romance de espionagem digital. Uma narrativa de como tecnologia e negócios são aliados na busca de resultados. E como esses dois protagonistas juntos podem vencer os vilões – os desafios mercadológicos de uma sociedade em transformação – para terminarem velejando num mar azul de prosperidade, como num trhiller de James Bond.

A história do DMEXCO 2016 pode ser dividida em 4 grandes capítulos, partes de uma mesma trama de marketing digital:

1. A consolidação da indústria
2. O marketing programável: além da programática
3. A tecnologia criativa: onde a ciência inspira a arte
4. N ambientes: Como integrar e como medir um mercado em que tudo se conversa.

CAPÍTULO 1 – A consolidação da indústria
Nossa indústria passa e passará cada vez mais por uma consolidação gigantesca. Como Shane Smith, fundador e CEO da Vice Media contou a Martin Sorrell, CEO da WPP, em entrevista que abriu o evento, essa consolidação inclui os grandes players de mídia, as grandes cadeias de agências e os agentes do mundo digital. Segundo ele, “vão sobrar apenas duasou três empresas no máximo em cada um desses pilares da nossa indústria”.
Não é necessária uma bola de cristal para concordar com ele. Estamos vendo isso acontecer. O volume e a intensidade que ele prevê é talvez o ponto para reflexão aqui. Se Shane estiver certo, estaremos diante da maior consolidação da história desta indústria, já que as empresas nunca antes foram tão globais e o mundo nunca foi tão conectado. Uma concentração de forças de tal dimensão é desconhecida por nós, com grandes impactos de concentração no controle da comunicação, das forças de mídia, da distribuição de conteúdos, da influência na cultura e até mesmo no poder.

CAPÍTULO 2 – O marketing programável: além da programática
Programática veio para ficar, vai expandir-se e, a estarem certas as previsões do Grupo Dentsu Aegis no evento, em 2020 praticamente 100% da mídia deverá ser comprada de forma automatizada. Para além da programática, a nova tendência é a perspectiva de que hábitos e comportamentos de audiências e consumidores, da sociedade em geral, sejam cada vez mais potencialmente transformados em dados com alto grau de previsibilidade. Predictable data.
Para gestores de marcas e players da indústria da comunicação e do marketing, isso significa poder oferecer e apresentar oportunidades, produtos e serviços de forma não só personalizada e automatizada pela via programática, mas também, e adicionalmente, com antecedência preditiva. É o marketing caminhando na frente do consumo, porque construiu uma sólida base de informações prévias que, por padrão, tenderão a se repetir e se configurar em conversão em um momento que ainda vai acontecer, o instante que está por vir. Adivinhação. Só que anabolizada por dados.

CAPÍTULO 3 – Tecnologia Criativa: onde a ciência inspira a arte
E por falar em dados, criativos e agências de propaganda em geral tendem a acreditar que tecnologia é ciência exata em oposição a criatividade e a arte da imaginação, que por sua vez seria uma espécie de inspiração intuitiva e original, vinda sabe-se lá de onde, mas da qual a ciência e a tecnologia são inimigas frontais. Pensam. Pois no DMEXCO ficou mais do que demonstrada a tese exatamente oposta. Em tempos de Realidade Virtual e Realidade Aumentada, Internet das Coisas, e de acesso sem fim a dados e mais dados de hábitos das pessoas, o que está acontecendo é, ao contrário, a abertura de novas e infinitas portas para o casamento perfeito entre criatividade e as plataformas da ciência sem fronteiras. O atraso dos criativos e das agências em perceber que tecnologia e dados podem ser aliados no incremento da originalidade e não seus inimigos foi criticado em vários dos painéis do evento (Randall Rothemberg, Presidente mundial do IAB, afirmou que a criatividade das peças digitais hoje “é puro lixo”), enquanto, por outro lado, vários cases e apresentações de inovações de suporte a criatividade para um mundo em transformação foram apresentados e demonstrados in loco. Tempo de mudar.

CAPÍTULO 4 – N ambientes: Como integrar e como medir um mercado em que tudo se conversa
Não se trata mais de múltiplas telas, isso está ficando para trás, porque não exprime mais a real variedade de alternativas de interação, comunicação e marketing digital que passam a estar à disposição da nossa indústria, para encantar consumidores e gerar negócios. Com a Internet das Coisas e a “chipização” de tudo, qualquer coisa, quase que literalmente, passará a ser um possível ponto de contato com o público-alvo, o que multiplica por N as possibilidades de veiculação de mensagens e a construção de relacionamentos para a venda de serviços e produtos. Como integrar tudo isso é a grande discussão do momento. E como medir tudo isso para termos a mão dados confiáveis e acionáveis de todos esses devices e pontos de contato, de forma a que possam ser gerenciáveis por gestores de marca e agentes da indústria da comunicação, é a discussão que vem logo a reboque. No momento, apontou o DMEXCO, há espanto e dúvida. As possibilidades se tornam aparentemente infinitas, o que em princípio parece bom. Mas como não dominarmos ainda a integração das conversas dentre todos esses aparatos, por enquanto ao menos, temos que seguir em busca de pontes de interconexão de todas essas plataformas.

Epílogo
DMEXCO é o maior evento digital do mundo. 50 mil visitantes. Quase 1000 expositores na feira. 250 palestras. Realiza-se na cidade de Colônia, na Alemanha, há 9 anos. Algo a conhecer.

Nota: agradeço aos organizadores que me convidaram para conhecer o evento e ao Marcelo Sant`Iago, que já foi lá inúmeras vezes e tanto insistiu, por anos, que eu fizesse o mesmo.

DMEXCO: o maior evento de marketing digital do mundo. E nós.

Pyr Marcondes

Diretor-geral da M&M Consulting

27
09/16

Quem venceu o primeiro debate entre Hillary e Trump?

Republican nominee Donald Trump (L) spaeks as Democratic nominee Hillary Clinton gestures on during the first presidential debate at Hofstra University in Hempstead, New York on September 26, 2016. / AFP / Jewel SAMAD (Photo credit should read JEWEL SAMAD/AFP/Getty Images)
Trump 27%
Hillary 62%
 
CNN Pools
 
 
Hillary deu um show de postura, discernimento e conteúdo, contra um Trump agressivo não só com ela – como com países aliados, negros, mulheres e hispânicos.
 
Pena que a Globo News não nos deu a opção de ouvir sem a tradutora de voz chata e sempre atrasada demais para seguir a rapidez de raciocínio de Hillary. O tradutor de Trump era muito mais ágil e acurado.
 
JJ.
—-
Presidential debate: Hillary Clinton and Donald Trump
THE NEW YOrk TIMES/OPINION

Donald Trump venceu os primeiros 25 minutos do primeiro debate presidencial.

Mas, em seguida, o resto do debate aconteceu, e Trump simplesmente não poderia mantê-lo. .

Mas, como sempre nesta campanha, ele não mostrou capacidade de iludir um pato ou simplesmente retirar-se sobre as questões – seus negócios e de seus impostos, birtherism e racismo – onde as longas respostas Trumpish tornar as coisas só que pior.

Em vez disso ele manteve coisas litigantes  e tentando formas desajeitadas de jujitsu  que se arrastou momentos maus para fora, antes de girar para irrelevâncias ou se retirar para seus slogans. Ele não se depara com  tão perigoso ou fascista durante estes momentos, mas ele se depara com tão vã e tola, menos um persuasivo mestre do que um tagarela cujas vendas arremessos nunca se chegou a um ponto.

Por sua parte, Clinton melhorada, como Trump começou a mangual (embora houvesse mais linhas de script e outro de referência fact-checker doloroso mais tarde), ela cavou a seus vulnerabilidades razoavelmente eficaz, e responde-la cuidadosa do político foram tranquilizadores em comparação.

Então, ela ganhou o debate sobre pontos, e, provavelmente, ganhou na corte da opinião pública, e no processo aliviou a ansiedade liberal e empurrou a corrida de volta para sua “Hillary por quatro” equilíbrio.

O que ela não fez, no entanto, foi aguilhão Trump em um verdadeiro colapso ou nocauteá-lo com um ataque verdadeiramente devastador.Ela foi cuidadosa, cautelosa e enlatada; ela ia deixá-lo agredir seu caminho em apuros, enquanto ela ficou para trás e tentou rir para ele;e mesmo quando ela se vai um pouco – acusando-o de preconceito e raça-atração, por exemplo – ela nunca parecia intenção de ir para o matar.

O cuidado é a estratégia de um dos favoritos, e embora a corrida reforçou Clinton continua a ser o favorita, assim que a maneira cuidadosa que ela lidou com as coisas era um jogo razoável – especialmente desde os seus dons naturais não correr em direção a momentos de eloquência ou defenestrations Aaron Sorkin-esquema .

Mas sua cautela, provavelmente ajudou a preservar o drama da corrida, embora o resultado geral foi bastante claro. Ela ganhou a noite, mas ele viveu para lutar outro dia.

Tradução do Google.


LOS ANGELES TIMES

O resultado reconfirma nossa visão de que ele não está apto para o trabalho. Em contraste, Hillary Clinton foi competente – como esperado – não só no comando de uma miríade de detalhes da política externa e interna, mas firmes em ambas as posições políticas de Trump desafiadoras, como as suas sugestões que os Estados Unidos não pôde vir ao apoio de seus aliados da OTAN se eles foram atacados, e suas pretensões de realizações no mundo dos negócios.

Clinton foi especialmente eficaz em chamar Trump em seu fracasso para liberar suas declarações de imposto de renda e sua (apenas recentemente abandonada) questionamento do presidente Obama cidadania “s, uma questão levantada inicialmente pelo debate moderador Lester Holt. Resposta pulverização de Trump foi acusar a campanha de Clinton de iniciar o rumor de que Obama não nasceu nos Estados Unidos, uma tentativa irrelevante a deflexão que seus substitutos têm vindo a fazer por vários dias. Isso o fez parecer pequeno.


USA TODAY

Pelos padrões da tradicional debate, Clinton foi a vencedora, claro. Ela afirmou fatos e, apesar da escavação ocasional, parecia composta e preparado. Trump começou tranquilamente, mas rapidamente voltou ao seu auto bombástica, interrompendo e simplesmente gritando, “Errado!”, Quando Clinton disse algo que ele não gostou.


WASHINGTON POST

Esta foi uma vitória clara para ela em praticamente todas as frentes.


 

 

 

27
09/16

O show não pode parar.

Ontem, Hillary Clinton e Donald Trump ficaram frente a frente para um primeiro debate, que abre a fase decisiva da eleição presidencial norte-americana. As projeções são de que o encontro entre para a história como o duelo político de maior audiência dos Estados Unidos, atraindo entre 80 milhões e 100 milhões de espectadores.

“É um programa ao vivo. É uma enorme audiência. É um gerador de conversas. Ou seja: é tudo o que os anunciantes procuram nos dias de hoje”, disse Paul Rittenberg, vice-presidente comercial da Fox News, em entrevista para a Adweek, antes de arriscar uma definição para o embate entre a candidata democrata e o republicano. “É a nossa versão do Super Bowl — ou pelo menos dos playoffs.”

O entusiasmo do executivo é ainda mais justificado quando se analisam outros números — aqueles que tradicionalmente vêm a reboque quando a união entre grandes públicos e propriedades de mídia é consagrada. Redes como a CNN e a CBS venderam todos os seus espaços publicitários disponíveis na cobertura que farão antes e depois da transmissão (não há intervalos durante a hora e meia do debate em si).

Segundo estimativas, cada intervalo de 30 segundos foi negociado a cifras recordes para a ocasião, na casa dos US$ 200 mil. Os preços são ainda maiores para os comerciais a serem veiculados imediatamente antes do início da atração principal ou logo após o seu encerramento.

Cá por estas bandas, em clima oposto, beirando a apatia, iremos às urnas para o primeiro turno dos pleitos municipais já no próximo domingo, 2 de outubro.

Uma série de fatores explica a pouca atenção que a eleição tem recebido tanto na mídia quanto nas conversas nos corredores do escritório ou à mesa nas refeições familiares. Ao longo da campanha eleitoral, houve a concorrência dos grandes eventos esportivos (Jogos Olímpicos e Paralímpicos), o desfecho do processo de impeachment de Dilma Rousseff e as operações contundentes da Lava-Jato, envolvendo personagens mais populares do cenário político nacional do que os atuais candidatos a prefeito.

Outra forte razão para o desânimo geral em relação ao sufrágio municipal é a falta de confiança do público em dias melhores no curto prazo.

O efeito inicial da ascensão de um novo governo federal sobre o ambiente de negócios foi menor do que o esperado e os impactos da prolongada crise financeira ainda são sentidos no dia a dia.

De acordo com a Nielsen, 2016 é o segundo ano consecutivo em que todas as cestas de consumo investigadas pelo instituto registram decréscimo em relação ao período anterior de 12 meses. Analistas internacionais têm sido mais céticos quanto à velocidade com que se dará a recuperação da economia brasileira. Exercícios em que o crescimento voltará a patamares superiores a 3% só devem ocorrer após 2019 — e olhe lá.

Ainda assim, surgem sinais de que começamos a deixar o fundo do poço em termos macroeconômicos, como a perspectiva de queda da inflação, que abrirá espaço para cortes consecutivos na taxa de juros, o que deve beneficiar os setores produtivos e a concessão de crédito.

“O Brasil dos próximos dois, três anos não terá PIB negativo de 4%, mas também não terá bonança”, afirmou Luis Arjona, presidente da Nielsen Brasil, à repórter Roseani Rocha. O executivo ressaltou que o panorama é positivo a médio prazo e que o processo de sofisticação do consumo será retomado com força uma vez que as condições voltem a ser minimamente favoráveis.

“Quando a renda voltar, não se trata mais de educar uma pessoa a tomar leite sem lactose”, ponderou Arjona. “Quando o consumidor voltar a ter dinheiro, já sabe o que quer.”

O show não pode parar

Jonas Furtado

Editor-chefe do Meio & Mensagem

27
09/16

Doritos usa vending machine para incentivar jovens a votar.

doritosvote

Aproximadamente 62% dos jovens norte-americanos não votaram nas eleições de 2012. Com alegações como “política é chato” ou “é coisa para velhos”, a nova geração de estadunidenses está cada vez mais afastada das decisões políticas do país. Diante dessa realidade, Doritos resolveu abordar a questão em sua nova ação em parceria com a Rock the Vote, organização que incentiva o poder político dos jovens.

Através de uma vending machine nada convencional, a marca de snacks oferecia duas opções de sabores aos participantes. Mas antes, uma pergunta: você está registrado para votar nas eleições? Caso a pessoa respondesse “não”, o que ela recebia era um pacote cinza, com uma imitação do produto sem sabor. A mensagem da ação é direta: se você não vota, não tem escolha.

A tela da máquina também indicava aos jovens que se registrassem naquele momento para participarem das eleições para presidente que ocorrem no dia 8 de novembro.

Confira o video case da campanha assinada pela Goodby Silverstein & Partners:

Fonte: Adnews

27
09/16

Brasileiros estão mais estressados e preferem simplicidade e diversão.

O otimismo do brasileiro não é mais o mesmo. Mas até o pessimismo tem um lado bom: com maior estresse, os consumidores estão em busca de indulgências e diversão, além de produtos mais práticos. De acordo com a Kantar Worldpanel, que fez uma análise do comportamento de consumo dos brasileiros nos últimos anos baseada em diversos estudos elaborados pela empresa, em 2016, apenas 32% dos entrevistados fizeram uma avaliação positiva da situação econômica do país em comparação ao ano anterior. Em 2011, o índice era de 80%. Quando o questionamento é sobre a situação pessoal, também houve queda no otimismo. Em 2016, 67% veem com bons olhos a própria situação econômica em comparação a 2015. Em 2011, eles eram 86%.

O Brasil também está se tornando um país mais estressado. Enquanto, globalmente, 46% concordam com a afirmação “eu sofro com o estresse atualmente”, aqui são 49% que afirmas ser a frase verdadeira para eles. Como uma das consequências, também aumenta, ano a ano, o número de pessoas que procuram simplificar a vida. Enquanto no mundo, 70% concordam com esta afirmação, no Brasil, são 83%, liderando o índice em comparação aos outros 17 países respondentes.

Uma oportunidade que deve ser observada pelas marcas é a maior procura por produtos práticos, prontos e semiprontos. Nos últimos dez anos, 15 milhões de lares entraram em categorias como suco, molho, prato congelado e bolo prontos.

Outra tendência é a busca maior por indulgência e diversão. O país também tem o maior índice de entrevistados que estão sempre buscando novas experiências e sensações para animar as atividades diárias. São 73% dos que responderam, ante 56% na média global.

Nos últimos cinco anos, 3,5 milhões de lares passaram a gastar com lazer e viagens e 10 milhões de pessoas incluíram em sua lista de compras chocolates do tipo snack e barra recheada.

A penetração é um termômetro do crescimento das marcas. Das marcas que tiveram ascensão, 81% cresceram em penetração; das que tiveram retração, 76% perderam em penetração.

Outra chance para as empresas verificada pela Kantar Worldpanel é que, mesmo nas categorias em que há boa penetração, existe espaço para crescer em diferentes momentos de compra. Por exemplo, 98% dos entrevistados compram refrigerante todo ano; 69%, mensalmente; e 29%, semanalmente, ou seja, há espaço para aumentar a frequência de consumo na categoria que já tem uma ótima penetração.

De acordo com a Kantar Worlpanel, o Brasil tem investido mais em inovação. Em 2014, o percentual de inovação em produtos da cesta era de 2,7%. No ano seguinte, o índice subiu para 5,3%. O Brasil é o país que mais inova em personal care (31%), à frente de México (30%) e Indonésia (29%). No entanto, as empresas brasileiras mantêm a tendência mundial de investir mais em inovação na categoria de comida (38%). No Reino Unido, a categoria responde por 70% da inovação; na Espanha, por 55%.

O resultado da análise dos estudos da Kantar Worldpanel também mostrou que, por conta da crise, os brasileiros reduziram as idas ao PDV. A frequência trimestral era de 25 vezes no primeiro trimestre de 2013, passando a 21,1 vezes, no segundo trimestre deste ano.

Quando o assunto é consumo de comida fora de casa, o consumidor está disposto a gastar mais para satisfazer suas vontades. O tíquete médio é de R$ 42,39 quando o jantar é fora de casa por necessidade, e de R$ 47,83, quando por vontade.

 

Fonte: propmark

27
09/16

Campanha de Hillary Clinton resgata frases machistas de Donald Trump.

Em tempos onde a conversa sobre o empoderamento feminino ganha força, o mundo acompanha uma batalha entre os gêneros na corrida eleitoral americana.

O candidato republicano Donaldo Trump coleciona frases de preconceito, inclusive contra as mulheres, menosprezando e ofendendo muitas delas ao longo de sua vida pública.

Fazendo uso de arquivos que registram ofensas do empresário, Hillary Clinton lançou uma campanha impactante, em que mostra jovens meninas em frente ao espelho enquanto sobrepõe áudios e cenas de Trump fazendo comentários machistas e caçoando da aparência de mulheres.

No final a assinatura pergunta: “É esse presidente que queremos para as nossas filhas?”

Confira:

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27
09/16

O rádio ainda poderá mudar o mundo.

No mês de setembro comemoramos o dia do radialista e do rádio, mas muitas vezes esquecemos que este é um dos veículos de comunicação mais importantes do país. Mesmo com todos os problemas de verbas, falta de estrutura e uma visão empresarial distorcida, o meio ainda é o melhor canal de acesso a informação e entretenimento para muitas comunidades espalhadas pelo país.

radio-bufarrah-artigoDiante das novas tecnologias o rádio pode ser potencializado e alcançar audiências diferenciadas, que nunca foram trabalhadas.

Num período marcado pela segmentação em nichos, o suporte multiplataforma da Internet possibilita que as emissoras de rádio produzam programas em diversos formatos e até criem novas emissoras para públicos diferentes.

O que trava o desenvolvimento do rádio no Brasil? Talvez a melhor respostas seja o fato das empresas de comunicação brasileiras, especialmente as rádios, não se entenderem como “empresas”, muitos ainda batem no peito e afirmam fazer rádio da mesma forma há 40 anos, como se isso fosse diferencial. Infelizmente temos novos públicos que não conhecem o rádio por ondas. Para os jovens, o rádio pode ser um podcast no celular, uma transmissão de streaming no tablet, ou uma emissora web que toque músicas e tenha entrevistas sobre Pokemons.

Este novo consumidor praticamente não conhece o rádio materializado em um eletrodoméstico, na caixinha sobre o móvel da cozinha, o radinho de pilha que levávamos para os estádios, ou o aparelho em que as senhoras ouviam a “Ave Maria” com um copo de água, todos os dias às 6 da tarde.

Para esta nova audiência, o áudio digital é uma realidade que flui no ambiente da web. Pode ser transportado, copiado, retransmitido ou simplesmente escutado a qualquer hora e lugar.

Não devemos viver das glórias do passado, mas buscar os melhores caminhos para um novo futuro. Para tanto, temos de modernizar as empresas entendendo a programação com um produto único, que precisa de uma comunicação própria, métricas diferenciadas e novos formatos que abusem das plataformas digitais.  Este é o futuro da comunicação no país, especialmente do rádio. Como dizia o radialista paulistano Hélio Ribeiro, “o rádio ainda pode ser o veículo que irá mudar o mundo, mudando a você e a mim”. Basta que todos entendam o novo momento histórico que vivemos.

ÁLVARO BUFARAH,  jornalista e pesquisador do meio rádio na Universidade Presbiteriana Mackenzie (UPM), mestre em comunicação e mercado pela Faculdade Cásper Líbero (FCL), pós-graduado em administração de empresas pela Fundação Armando Alvares Penteado (FAAP) e professor do curso de Rádio e TV. Atuou mais de 20 anos no mercado de rádio nacional e internacional. 

 

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