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Nossa responsabilidade, como publicitários.

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 “Todos nós, que usamos profissionalmente a mídia de massa,

somos os moldadores da sociedade. Nós podemos vulgarizar

esta sociedade. Nós podemos brutalizá-la. Ou nós podemos

levá-la a um patamar mais elevado.”

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Bill Bernbach

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Ibope e Datafolha: Aécio sobe, Marina desce e Dilma lidera.

Ibope e Datafolha

Pesquisas Ibope e Datafolha divulgadas nesta terça-feira (30) mostram que a candidata Dilma Rousseff (PT) continua na liderança isolada, mas sem pontuação suficiente para vencer no 1º turno. A diferença de pontos de Marina Silva (PSB) para Aécio Neves (PSDB) caiu nos dois levantamentos. A margem de erro das duas pesquisas é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.

No Ibope, Dilma tem 39%, Marina, 25%, e Aécio, 19%. No Datafolha, Dilma tem 40%, Marina, 25%, e Aécio, 20%.

Os percentuais de cada informação estão arredondados sem casas decimais. Por esse motivo, a soma simples deles pode não dar 100%.

Confira todos os números:

Ibope (veja a pesquisa completa)
Dilma Rousseff (PT) – 39%
Marina Silva (PSB) – 25%
Aécio Neves (PSDB) – 19%
Pastor Everaldo (PSC) – 1%
Luciana Genro (PSOL) – 1%
Outros com menos de 1% – 1%
Branco/nulo – 7%
Não sabe/não respondeu – 7%

SEGUNDO TURNO
- Dilma Rousseff: 42%
- Marina Silva: 38%
- Branco/nulo: 12%
- Não sabe/não respondeu: 8%

- Dilma Rousseff: 45%
- Aécio Neves: 35%
- Branco/nulo: 12%
- Não sabe/não respondeu: 8%

- Marina Silva: 38%
- Aécio Neves: 34%
- Branco/nulo: 16%
- Não sabe/não respondeu: 12%

O Ibope ouviu 3.010 eleitores em 203 municípios do país. A pesquisa, encomendada pela TV Globo e pelo jornal “O Estado de S.Paulo”, foi realizada entre os dias 27 e 29 de setembro e está registrada no TSE sob o número 00909/2014. O nível de confiança é de 95%, o que quer dizer que, se levarmos em conta a margem de erro de dois pontos para mais ou para menos, a probabilidade de o resultado retratar a realidade é de 95%.

Datafolha (veja a pesquisa completa)
Dilma Rousseff (PT) – 40%
Marina Silva (PSB) – 25%
Aécio Neves (PSDB) – 20%
Pastor Everaldo (PSC) – 1%
Luciana Genro (PSOL) – 1%
Outros com menos de 1% – 1%
Branco/nulo – 5%
Não sabe/não respondeu – 5%

SEGUNDO TURNO
- Dilma Rousseff: 49%
- Marina Silva: 41%
- Em branco/nulo/nenhum 7%
- Não sabe: 3%

- Dilma Rousseff: 50%
- Aécio Neves: 41%
- Em branco/nulo/nenhum 7%
- Não sabe: 3%

O Datafolha ouviu 7.520 eleitores em 311 municípios do país. A pesquisa, encomendada pela TV Globo e pelo jornal “Folha de S.Paulo”, foi realizada entre os dias 29 e 30 de setembro e está registrada no TSE sob o número 00905/2014. O nível de confiança é de 95%. Isso significa que, se forem realizados 100 levantamentos, em 95 deles os resultados estariam dentro da margem de erro de dois pontos prevista.

 

 Fonte: G1

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Revistas norte-americanas apresentam novas métricas.

A Associação Americana de Mídia em Revista (MPA, na sigla em inglês), anunciou na segunda, 29, um novo sistema de mensuração de dados do setor nos Estados Unidos. O relatório de dados, chamado Magazine Media 360, vai ser divulgado mensalmente e promete cruzar dados como índice de leitura impressa, audiência digital em desktop e dispositivos móveis, visibilidade em vídeos e engajamento em cinco redes sociais.

A métrica mais comum para revistas no país é fornecida pela Alliance for Audited Media, órgão responsável por auditar números de assinatura e venda avulsa, similar ao brasileiro Instituto Verificador de Circulação (IVC). Mas a MPA deseja que seu novo sistema se torne padrão no mercado. Para tal, a medição já começa com a adesão de cerca de 30 editoras e mais de 140 revistas, representando 95% do universo americano de leitores.

A estratégia visa oferecer novos números ao mercado publicitário, já que a circulação impressa tem caído nos EUA, especialmente a relacionada à venda avulsa – e essa métrica ainda é parâmetro para a maior parte da receita dos títulos, via investimento anunciante. O primeiro relatório Media 360 revela, por exemplo, que a penetração de produtos relacionados a marcas de revista em dispositivos móveis quase dobrou, chegando a 16% na comparação entre agosto de 2013 e o mesmo período deste ano.

Esses números são reunidos por meio de institutos independentes, como GfK, Ipsos, Comscore e Nielsen. Eles são coletados pela MPA e reunidos de forma que agências e anunciantes possam cruzar informações sobre audiência, engajamento e período de análise.

Apesar de representar uma possibilidade de reversão da fuga de verba anunciante para boa parte dos veículos, os novos números nem sempre serão positivos. A revista automotiva Autoweek, por exemplo, reportou que a leitura de impresso e digital subiu 7% desde agosto do ano passado, mas a audiência mobile e de vídeos caiu 4,5%. A Glamour também perdeu 32,6% de audiência em vídeo, apesar de mobile e a combinada de print e digital terem subido.

Segundo o relatório da MPA, a People é a revista mais lida dos Estados Unidos, com uma audiência mensal de 71,4 milhões em suas diversas plataformas. Seus números de mobile dobraram e os de vídeo triplicaram na comparação com 2013, enquanto a audiência combinada de print e digital teve um leve decréscimo, de 1%.

Fonte: Meio e Mensagem

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Brasil representa mais de 50% do investimento publicitário na América Latina.

O Brasil segue como maior player da América Latina no que tange o investimento publicitário. Continuando uma tendência dos últimos anos, o País deve fechar o ano com gasto de cerca de US$ 20,43 bilhões em publicidade, quase quatro vezes os US$ 5,15 bilhões do México, segunda maior nação na pesquisa do eMarketer. O total latino é de US$ 39,67 bilhões

Apesar do crescimento econômico modesto, o Brasil não deve perder a soberania tão cedo: o estudo mostra uma variação linear de toda a América Latina, que sofre com uma potencial tendência negativa em sua economia, que evoluiu 3,2% em 2013 e deve ter ainda mais desaceleração nesta temporada.

Até 2018, a expectativa é que o investimento publicitário na América Latina atinja US$ 56,24 bilhões, com o Brasil chegando a US$ 29,98 bilhões. A televisão ainda é o meio mais influente na América Latina. De acordo com o ZenithOptimedia, 62% de todo o investimento do último ano foi para a mídia televisiva, contra 16,2% para mídia impressa e 8.9% para a web.

Fonte: propmark

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Cresce a importância dos mercados regionais.

Em todo o Brasil, crescem as cidades médias e ganham força os mercados de consumo regionais. Em muitos casos, o dinamismo econômico vem a reboque do investimento agroindustrial, da transformação em polo educacional e de consumo ou de investimentos de indústrias como automóveis, têxtil, de medicamentos e outras áreas. Cidades pequenas ganharam shoppings, fábricas, redes de fast-food, shoppings, faculdades, condomínios e concessionárias de automóveis. Em duas décadas, desde 1990, o índice de desenvolvimento humano municipal (IDHM) da maior parte dos municípios brasileiros deixou de ser baixo e alcançou o nível médio ou alto. O interior do país tornou-se mais dinâmico e, naturalmente, mais relevante nos planos de mídia dos anunciantes e no negócio da TV aberta.

Gláucio Binder, presidente da Fenapro (Federação Nacional de Propaganda), diz que o amadurecimento econômico do Brasil passa obrigatoriamente pela descentralização da economia, e os dados demonstram que caminha-se nessa direção.

Segundo o Boston Consulting Group, para atender a 75% do mercado brasileiro da classe média, em 2020, uma empresa precisará estar presente em mais de 400 cidades brasileiras. Em 2000, bastavam 229 cidades. Em 20 anos, será quase o dobro. Ainda segundo o BCG, o número de famílias afluentes e de classe média em milhares de pequenas cidades espalhadas pelo país deverá crescer 13% ao ano até 2020. Já nos centros urbanos com um milhão de habitantes ou mais, concentrados principalmente no Sul e no Sudeste, o crescimento da mesma faixa de consumidores deve ficar entre 2% e 5%. Pelos números da consultoria, o Sudeste terá 49,2% do mercado de consumo do país em 2014 – há pouco mais de duas décadas, em 1991, esse número era quase 10 pontos percentuais maior (59%). Já o Nordeste vai responder por 19,5% do bolo e o Sul por 16,8%.

“É indiscutível que isto é um fator que justifica o crescimento da pulverização das coberturas nos planos das grandes marcas. Explica que o crescimento das TVs regionais não se dá só pelo ângulo do crescimento local, mas também pelo interesse das marcas nacionais nestes mercados”, afirma Binder.

Por sinal, a Fenapro divulgou em junho desse ano um estudo que revelou a existência de um total de sete mil agências de propaganda registradas em cidades fora das capitais do país, número que representa 40% do total de empresas que fornecem serviços deste segmento. Os dados da entidade seguem a tendência de pesquisa do Instituto Data Popular e do Sebrae, que mostra que a verba proveniente de cidades do litoral e interior (todas, exceto as capitais e polos de grande concentração como Ribeirão Preto e Campinas), de R$ 827 bilhões em 2013, também gira em torno de 40% do total brasileiro. Na divisão por Estados, os líderes são São Paulo (3.664 agências), Santa Catarina (675), Minas Gerais (642), Rio Grande do Sul (604) e Paraná (455).

Segundo outra pesquisa recente realizada pelo Sinapro-SP (Sindicato das Agências de Propaganda do Estado de São Paulo), feita com 340 agências de São Paulo – das quais 49% estão fora da capital –, os mercados regionais têm a seguinte distribuição do uso de mídias: 65% usam TV; 60% usam Jornal; 55% usam rádio; 52% mídia exterior; 40% internet e 31% revista.

“Vamos repetir esta pesquisa pelo Brasil afora, mas podemos acreditar que a distribuição do uso dos canais seja equivalente. E, sem nenhuma surpresa, a TV aberta aparece em primeiro lugar. Ela ainda é – e  será por muito tempo – o principal canal para falar com o consumidor no Brasil.  Não seria diferente no Interior”, comenta o executivo.

Binder destaca ainda que no interior, ou mesmo nas capitais de menor porte, a relação da TV com a comunidade é mais próxima e a qualidade das emissoras nestas regiões cresceu muito, elevando o número de programações regionais de boa produção, bom alcance e boa receptividade. “Recentemente estive em Goiânia e João Pessoa, e conheci as emissoras das cidades. Tudo de ‘primeiro mundo’. Sem falar em São José dos Campos, onde temos uma filial (da agência Binder, do qual é sócio) e é a sede da TV Vanguarda, que produz conteúdo de excepcional qualidade”, diz.

Outro fenômeno importante é o acesso ampliado a equipamentos de ponta para produção de comerciais. Antes, produzir um bom comercial consumia uma parte desproporcional do investimento dos clientes regionais. Hoje, tornou-se mais acessível.

O publicitário chama ainda a atenção para outro fenômeno que empodera os mercados regionais: a crescente tendência da valorização de ídolos de pequenos grupos, personalidades regionais e conversas “de nicho”. “Queremos saber primeiro do que acontece na nossa casa, na nossa rua, no nosso bairro, na nossa cidade, no nosso Estado. E a TV regional capitaliza esta tendência de forma sensacional. Quando visitei TVs locais em Belém, em Goiânia, entre outras, o maior orgulho de quem apresenta a empresa é o destaque do que se produz ali mesmo”, explica.

O presidente da Fenapro lembra que os anunciantes regionais das emissoras são diferentes em cada praça – em algumas regiões há uma presença maior de produtos relacionados ao agrobusiness, em outras uma variedade maior de marcas locais, como o Nordeste, por exemplo. Porém de uma maneira geral, o varejo e a verba pública têm uma presença significativa em todo o Brasil.

Fonte: propmark

 

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Adeus, Orkut.

Finalmente a jornada do Orkut chegou ao fim. O “site de relacionamentos” fundado em 2004 encerrou suas operações nesta terça-feira, 30 de setembro de 2014, poucos meses depois de completar 10 anos e já sem a relevância de outrora. O Google, que havia anunciado o fim de sua mais popular tentativa de mídia social em junho, manteve o domínio do Orkut aberto, mas como um arquivo de comunidades.

Nesta segunda-feira, o site recebeu um grande volume de acessos “saudosos”, de usuários que ainda queriam dar uma última olhada em seu perfil antes deste ser desativado. Mas mesmo antes de finalmente ser “derrubado” pelo Google o Orkut tinha um número considerável de usuários cadastrados e ativos.

De acordo com uma pesquisa da GlobalWebIndex, 12% de todos os internautas de 16 a 64 anos tinha uma conta no site fundado por Orkut Büyükkökten, enquanto 3% ainda fazia uso regular no site. Com isso, o Orkut era uma das 10 maiores redes sociais do planeta (excluindo-se a China).

O país com maior representatividade era a Índia, com 52% dos internautas cadastrados no site e 12% ainda fazendo uso recorrente. No Brasil, segundo maior país da rede social, o número de usuários era de 49%, mas com apenas 7% frequentes, informa o propmark.

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Claro, Vivo e Tim arrematam 4G.

As operadoras Claro, TIM e Vivo arremataram os três lotes nacionais disponíveis no leilão da frequência de 700 mega-hertz (MHz) promovido pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) nesta terça-feira 30. A Claro venceu o primeiro lote com uma proposta de R$ 1, 947 bilhão (ágio de cerca de 1% sobre o preço mínimo). O segundo ficou com a TIM por praticamente o mesmo valor pago pela Claro. Já o terceiro lote foi arrematado pela Vivo, pelo preço mínimo (R$ 1,927 bilhão).

A Algar Telecom, por sua vez, arrematou o quinto lote, regional, que inclui 87 municípios de Goiás, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul e São Paulo. O preço foi de R$ 29,567 milhões (ágio de 0,02). O quarto lote, que abrange todo o território nacional, menos as áreas destinadas aos lotes 5 e 6 (municípios de Londrina e Tamarana, no Paraná), e o próprio lote 6 não receberam oferta.

A expectativa da Anatel era arrecadar até R$ 8,2 bilhões com a venda dos lotes, mas a receita com o leilão atingiu a casa de R$ 5,8 bilhões. A faixa de 700 MHz vai complementar a de 2,5 giga-hertz (GHz), leiloada em junho de 2012, também para a tecnologia 4G. Com o leilão, a Anatel pretende melhorar a oferta de telefonia móvel de quarta geração e de banda larga de alta capacidade.

Com informações da Agência Brasil.

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Polícia Federal pede independência, contrariando o que Dilma diz.

Os delegados da Polícia Federal enviaram carta aos três principais candidatos à Presidência da República na qual sugerem que a corporação deve ter status de Secretaria Especial para atuar com independência, “assegurada sua autonomia funcional e administrativa e orçamentária”. Eles propõem aos políticos que a PF deverá empregar seus recursos nas investigações prioritárias, “levando em consideração critérios objetivos, como danos ao erário”.

“Devem ser priorizadas as investigações sobre crimes de desvio de recursos, financeiros e lavagem de dinheiro, com a criação de uma Coordenação Geral específica, com verbas para implantação de delegacias especializadas”, recomendam.

Sugerem, ainda, que a escolha do diretor-geral da PF passe a ser feita “por votação direta e secreta, mediante processo eleitoral”. Uma lista tríplice com delegados de Polícia Federal da última classe da carreira “será encaminhada ao ministro da Justiça e dele para a Presidência para indicação” – o mandato do chefe da PF, o processo oficial de escolha e a forma de destituição “serão previstos em lei”.

São 12 sugestões na carta entregue aos comandos de campanha de Dilma Rousseff (PT), Marina Silva (PSB) e Aécio Neves (PSDB).

Aos três políticos, os delegados federais destacam que, em 2013, a PF abrigava um acervo de 108 mil inquéritos. dos quais 12 mil relacionados a crimes de corrupção, desvio de recursos e lavagem de dinheiro, que movimentaram R$ 15 bilhões.

No mesmo ano, assinalam os delegados, foram deflagradas 301 operações especiais, “mas apenas 56 foram específicas contra a corrupção”.

O documento aos presidenciáveis foi elaborado pela Associação Nacional dos Delegados da PF, criada em 1976 e que reúne atualmente mais de 2 mil associados, ou cerca de 84% da classe, entre profissionais ativos e aposentados.

A entidade é o guardião dos delegados da PF. Ela sai em defesa da categoria sempre que alguma instituição ou segmento questiona suas prerrogativas.

Nas últimas semanas, a PF entrou na pauta dos presidenciáveis. Estrategicamente, diante do “alto grau de confiança entre os brasileiros” – 65%, segundo pesquisa Datafolha em parceria com a Ordem dos Advogados do Brasil –, os candidatos incluíram a corporação em seus planos de gestão e pacotes de promessas.

Dilma, Marina e Aécio citam a PF em seus programas de governo. Aécio, por exemplo, fala em “apoio e ampliação” da instituição. Dilma fala em “afirmação da Polícia Federal como uma polícia de Estado, autônoma e republicana, que não persegue inimigos ou protege aliados”. Marina promete “fortalecimento” da PF, aumentando seu efetivo atual em 50% ao longo de quatro anos.

A carta, subscrita pelo presidente da Associação dos Delegados da PF, Marcos Leôncio Sousa Ribeiro, é acompanhada de uma tabela dividida em duas colunas, uma intitulada “pontos positivos”, outra “pontos críticos” dos programas de gestão dos presidenciáveis. Em outro trecho eles apontam “desafios futuros” e “contribuições dos delegados federais”.

FRUSTRADOS

Para Dilma, Marina e Aécio eles escreveram que “os policiais sentem-se por vezes frustrados por não conseguirem executar as inúmeras demandas que lhes são submetidas, que têm sido causa de estresse e problemas psicológicos”.

Os delegados observam a Dilma que “os resultados teriam sido melhores” se o governo tivesse priorizado a aprovação do projeto de lei 6493/2009, de autoria do próprio Executivo, que dispõe sobre a organização e o funcionamento da PF – a Lei Orgânica da corporação. “Infelizmente, nenhum governo foi capaz de aprovar uma lei orgânica para o funcionamento adequado da Polícia Federal.”

Na carta à atual presidente, que busca a reeleição, os delegados PF enumeram quatro “pontos críticos” de seu programa:

1) A lei 12.855/2013, de iniciativa do Executivo federal para fixação de servidores da PF nas unidades de difícil provimento nas fronteiras, passado mais de um ano, não foi regulamentada;

2) O Ministério do Planejamento arquivou novos concursos públicos para preenchimento de cargos do Departamento de Polícia Federal para reforço das fronteiras brasileiras – Operação Sentinela – e a criação de 2 mil cargos administrativos para substituição de mão de obra terceirizada nos postos de fiscalização, notadamente nos aeroportos internacionais , conforme determinação do Tribunal de Contas da União;

3) As unidades policiais especializadas na apuração de desvios de recursos públicos e crimes financeiros até o momento não foram estruturadas totalmente na Polícia Federal;

4) A lei orgânica da PF, de autoria do Executivo, que dispõe sobre a organização e o funcionamento da PF “foi esquecida no Congresso Nacional”.

“Uma série de medidas deverá ser posta em prática para reduzir o número de inquéritos, mantendo um limite abaixo de 100 mil por ano”, acentuam os delegados no texto aos presidenciáveis.

Segundo os policiais, “a política de concursos públicos continua irregular, com intervalos longos entre um e outro certame”.

Eles informam que em 2009 cada inquérito demorava 618 dias para ser concluído. Em 2012, esse tempo caiu para 150 dias. “Com a diminuição do número total de inquéritos, a PF pretende aumentar não somente o foco nas investigações de desvios de recursos e corrupção, mas também aumentar o acompanhamento das ações penais e decisões judiciais deles decorrentes, permitindo, assim, uma melhor avaliação do trabalho policial.”

Para Aécio Neves, escreveram. “Ao analisar as diretrizes gerais do plano de governo esperávamos encontrar um papel mais destacado e melhor detalhado sobre a missão da Polícia Federal no contexto da segurança pública e justiça.”

“Não se percebe uma clara e objetiva sinalização com a continuidade do processo de fortalecimento institucional da PF como uma polícia de Estado, autônoma, republicana e democrática”, questionam. “Carece de detalhes a missão da PF no contexto do novo Ministério da Justiça e Segurança. Falta sinalização com a continuidade do processo de fortalecimento institucional da PF como uma polícia de Estado.”

Para o programa de governo de Marina, os delegados cravaram que “surgiram dúvidas” sobre alguns aspectos das propostas da coligação “Unidos pelo Brasil”, que prega o fortalecimento da Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp), atribuindo-lhe o papel de coordenadora de áreas e atividades “como prevenção de crimes e da violência, polícias federais, sistema prisional e alternativas penais”.

“A nosso ver, isso pode ser um retrocesso para a Polícia Federal que anseia por mais autonomia administrativa e orçamentária”, advertem os delegados. “A desejada integração na segurança pública não requer a subordinação da PF à Senasp.”

Fonte: Estadão

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TV é a principal mídia do Brasil.

Mesmo em tempos de crescimento da era digital, a audiência da TV Aberta continua em franca expansão. Dados do Ibope mostram que a audiência da TV Globo durante a Copa do Mundo deste ano foi 10% superior do que na Copa de 2010, na África do Sul. Outras emissoras, no acumulado de janeiro a abril deste ano, segundo o instituto, também viram sua audiência multiplicar, com crescimento de 27% da Record e 20% do SBT, emissoras que brigam pela vice-liderança do mercado mês a mês; 23% da RedeTV!; e 30% da Band.

A Copa do Mundo também foi uma grande geradora de negócios para a NewSource Globo, agência de conteúdo e serviços de broadcasting lançada em 2013 pela empresa líder do mercado de TV no país, e que também é parceira da Associated Press no Brasil. Durante o Mundial, mais de 30 emissoras internacionais que não tinham os direitos de transmissão do evento fecharam contratos com a agência. A Univisión, a maior cadeia de televisão em espanhol dos Estados Unidos, foi responsável pela maior parte deste resultado.

Ainda durante o principal evento do futebol mundial, o aplicativo da Globo teve 1,4 milhão de downloads durante o evento. Só na primeira fase do campeonato, foram registrados mais de 1,1 milhão de usuários únicos em atividade. Cada usuário navegou, em média, 24 minutos no app, que oferece interatividade e conteúdo complementar à programação, como estatísticas dos jogos, escalação, e replay de lances importantes. Já na web, a Globo.com teve aumento na audiência de 45% em relação à última Copa – enquanto a penetração da internet cresceu 35% no período. O site Globoesporte.com teve média diária de 11,3 milhões de visitas durante a Copa do Mundo, 59% acima da média diária de visitas durante o Mundial de 2010. E para fechar as outras telas, o mobile da emissora representou cerca de 22% do total de conteúdo consumido nas plataformas digitais da empresa. Ainda tiveram as redes sociais, com a fanpage do Facebook ganhando, nos pouco mais de 30 dias de jogos, quase 900 mil fãs – número que ultrapassa um milhão se somado aos novos seguidores do Twitter e do Instagram.

Os números da maior emissora do país também refletem na programação das outras empresas do meio, e provam, cada vez mais, que o digital – ou a segunda tela, como muitos gostam de dizer – é hoje o grande complemento da TV aberta e se tornou um distribuidor do conteúdo visto diariamente nos lares brasileiros.

Fonte:  propmark

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COMENTÁRIO

A TV aberta no país concentra simplesmente mais de 65%% das verbas publicitárias investidas na comunicação. E se somarmos a TV por assinatura, ultrapassa os 74% do total de investimentos publicitários no Brasil – enquanto que os investimentos em mídia digital não chegam a 5%.

É importante ter estes números em consideração, ao planejar a comunicação de marketing de cada anunciante, ainda mais sabendo que 50% dos brasileiros não tem, ainda, acesso à internet e dos que tem, só 28% são ativos todos os dias.

JJ

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Pense diferente.

Agência: Dentsu Brasil

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Beto Richa deve vencer no primeiro turno.

 Pesquisa Ibope divulgada nesta segunda-feira (29) aponta os seguintes percentuais de intenção de voto na corrida para o governo do Paraná:

Beto Richa (PSDB): 47%
Requião (PMDB): 28%
Gleisi Hoffmann (PT): 9%
Ogier Buchi (PRP): 1%
Bernardo Pilotto (PSOL): 0%*
Geonisio Marinho (PRTB): 0%*
Rodrigo Tomazini (PSTU): 0%*
Tulio Bandeira (PTC): 0%*
Brancos e nulos: 7%
Não sabe/não respondeu: 7%

*Os demais candidatos, juntos, somam 1%.

ELES 2014 NO PR

No levantamento anterior, realizado pelo instituto entre os dias 16 e 18 de setembro, Richa tinha 47%, seguido por Requião (30%), Gleisi (12%) e Buchi (1%). Brancos e nulos eram 4%, e os indecisos eram 5%.

A pesquisa foi encomendada pela RPC TV.

Segundo turno
O Ibope fez três simulações de segundo turno. Os resultados são os seguintes:

Beto Richa: 52%
Requião: 33%
Branco/nulo: 8%
Não sabe/não respondeu: 6%

Beto Richa: 58%
Gleisi Hoffmann: 25%
Branco/nulo: 11%
Não sabe/não respondeu: 7%

Requião: 47%
Gleisi Hoffmann: 27%
Branco/nulo: 17%
Não sabe/não respondeu: 8%

Rejeição
O Ibope também apontou a rejeição dos candidatos. A maior rejeição é do peemedebista Requião, que tem 23%. Na sequência aparecem, Gleisi Hoffmann (22%), Beto Richa (16%), Tulio Bandeira (8%), Ogier Buchi (7%), Rodrigo Tomazini  (7%), Geonisio Marinho (6%) e Bernardo Pilotto (6%). Poderiam votar em todos candidatos 9% dos pesquisados, e 26% não responderam.

A pesquisa foi realizada entre os dias 26 e 28 de setembro. Foram entrevistados 1.204 eleitores em 65 municípios do estado. A margem de erro é de três pontos percentuais, para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%, o que quer dizer que, se levada em conta a margem de erro de três pontos para mais ou para menos, a probabilidade de o resultado retratar a realidade é de 95%.

A pesquisa está registrada no Tribunal Regional Eleitoral do Paraná (TRE-PR) sob o número 00042/2014 e no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR- 00886/2014.

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Crescimento de Dilma alarma o mercado.

Enquanto o eleitor parece cada vez mais inclinado a oferecer à presidente Dilma Rousseff a oportunidade de um novo mandato, investidores sinalizam exatamente o oposto. Um forte movimento de venda de ações fez com que o Ibovespa, principal índice da Bolsa de Valores, recuasse 4,52% nesta segunda-feira, a maior queda em três anos. O dólar também disparou, chegando a ser cotado a 2,47 reais — seu maior valor desde 2008, período agudo da crise financeira internacional. A moeda americana perdeu força no final do pregão e fechou a 2,45 reais. As ações das empresas estatais lideraram as baixas: Petrobras caiu 11,4%, enquanto o Banco do Brasil recuou 9%. As ações da própria BM&FBovespa recuavam 8,3% no mesmo período.

Não é de hoje que o mercado financeiro tem reagido de forma pessimista à possibilidade de reeleição da candidata petista. Desde março deste ano, as ações (em especial as da Petrobras) têm oscilado ao sabor das pesquisas eleitorais. Depois da trágica morte do peessebista Eduardo Campos, em agosto, e da ascensão de Marina Silva ao posto de presidenciável, as chances de reeleição de Dilma haviam diminuído — o que trouxe certo alívio para a bolsa e o dólar.

Contudo, a melhora da atual presidente nas pesquisas, que apontam sua vitória no segundo turno ante ambos os concorrentes, Aécio Neves e Marina, fez com que um movimento de venda de ações se aprofundasse na bolsa. O Ibovespa chegou a cair quase 6% na abertura, com os papéis da Petrobras recuando 10%. Em ambos os casos, a queda é muito mais profunda do que o que foi assistido no início de 2014, quando as primeiras pesquisas começaram a ser divulgadas criando alta volatilidade na bolsa.

O que mudou de lá pra cá, segundo analistas ouvidos pelo site de VEJA, é que aumentou (e muito) a aversão que o mercado nutria em relação à candidata. “Muitos têm opinião pior do que antes sobre a provável política econômica num segundo governo Dilma. Eles perceberam uma inflexão à esquerda em seu discurso, especialmente na questão envolvendo a independência do Banco Central”, afirma o economista Tony Volpon, do Nomura. A presidente Dilma encampou o discurso de que ter um BC autônomo significaria “entregar o país a banqueiros”. Ela também questionou a necessidade de se cumprir o superávit primário, que é a economia feita pelo governo para pagar os juros da dívida, e reafirmou seu compromisso com subsídios à indústria num momento em que o próprio setor industrial pede maior abertura econômica.

Segundo o analista Felipe Miranda, da Empiricus, antes da morte de Campos, os investidores tinham dúvida se um novo governo Dilma atravessaria uma curva de aprendizado, admitindo erros e retomando um caminho mais ortodoxo. “Hoje, resta pouca dúvida de que um segundo mandato representaria mais do mesmo, com algum recrudescimento, pois a guerra contra o setor privado, num momento em que precisamos retomar os investimentos, está declarada em caráter explícito”, afirma Miranda, autor do livro O Fim do Brasil, lançado na semana passada pela editora Escrituras.

Um movimento de queda foi percebido nesta segunda-feira em todos os mercados emergentes, porém, nenhum na mesma intensidade que o Brasil. Nos Estados Unidos, o S&P recuou 0,2% e o Dow Jones, 0,25%. “É um movimento global que pode ser visto na Coreia do Sul, Taiwan, índia, Turquia, África do Sul e Israel. Isso porque acredita-se que a economia americana não está se recuperando no ritmo acelerado que antes se achava”, avalia o economista-chefe da Gradual, André Perfeito – informa o site de Veja.

 

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Na crise da Argentina bolivariana, ir às compras, comer em restaurante e pegar taxi é um luxo.

Em meio a uma recessão ainda sem horizonte claro, uma palavra de ordem  se impôs à classe média argentina, a mais afetada pela crise econômica que assola o país: resistir. E para aguentar a turbulência, o jeito foi se adaptar a uma nova realidade. Alguns objetos e hábitos de consumo foram eliminados, afetando, por tabela, atividades econômicas como a alimentação fora de casa. Hoje, para uma família de classe média argentina, é praticamente proibitivo frequentar restaurantes nos bairros mais badalados da cidade, como Palermo e Porto Madero.

Resultado: de acordo com representantes do setor, nos últimos 12 meses mais de 350 estabelecimentos fecharam suas portas na capital e na grande Buenos Aires. No dia a dia, a estratégia é optar por marcas econômicas de alimentos, produtos de limpeza, roupas e sapatos. Muitas famílias trocaram seus planos de saúde por alternativas mais em conta, deixaram de usar táxis e passaram a comer mais frango, macarrão e arroz, reduzindo, em contrapartida, a quantidade de carne e laticínios em suas geladeiras.

— De dez restaurantes que abriram em Palermo no último ano, sete desapareceram. Nos que permanecem, a ocupação é inferior a 60%, nosso setor está atravessando uma situação crítica — disse ao GLOBO o empresário Pablo Rivero, dono da churrascaria Don Julio, em Palermo.

PREÇOS MENOS ATRAENTES PARA BRASILEIROS

Rivero mantém o restaurante cheio graças a dois fatores: a tradição do estabelecimento, criado há 15 anos, e a preferência de turistas e estrangeiros que moram em Buenos Aires e recebem salário em dólar. Ele reconhece, no entanto, que entre outros donos de restaurante a palavra de ordem é resistir já que parte da classe média perdeu a possibilidade de arcar com uma refeição fora de casa.

— O êxodo de clientes e o fato de não podermos aumentar os preços no mesmo nível dos reajustes salariais que devemos pagar estão inviabilizando muitos restaurantes — comentou.

A União de Consumidores Argentinos (UCA) está em estado de alerta. Dados recentes mostram um panorama sombrio, sem expectativa de melhora num futuro próximo. Nos primeiros oito meses de 2014, o consumo de carne recuou 5,7%, em relação ao mesmo período do ano passado. Segundo a Câmara da Indústria e Comércio da Carnes (CICCRA), atualmente os argentinos consomem 59,6 quilos de carne ao ano. Em 2009, o valor era de 68,6 quilos. Já a compra de laticínios recuou cerca de 5% no primeiro semestre, frente aos primeiros seis meses de 2013. Em contrapartida, os produtores de frango esperam alta das vendas de 12% para este ano.

— Temos meses muito difíceis pela frente. O consumidor está atemorizado porque seu poder aquisitivo caiu de forma expressiva — disse o presidente da UCA, Fernando Blanco Muiño.

QUEDA NAS VENDAS NOS SHOPPINGS

No último Dia da Criança, comemorado no segundo domingo de agosto na Argentina, as vendas de brinquedos recuaram 5,1% em relação ao ano passado, segundo a UCA. Em julho, as vendas nos shoppings portenhos caíram 9,1% frente ao mês anterior. No primeiro semestre, a queda foi de 2%, em relação ao mesmo período de 2013, o primeiro resultado negativo semestral dos últimos dez anos. Também em julho, a arrecadação nestes centros comerciais alcançou 2,6 milhões de pesos, a metade do valor obtido no mesmo mês do ano passado.

— As pessoas deixaram de fazer compras mensais e preferem ir ao supermercado uma vez por semana e otimizar cada produto. A classe média está sofrendo, mais do que qualquer outra classe social, uma sensação de empobrecimento — explicou a jornalista Cecília Boufflet, autora do livro “Economia com Salto Alto”, que busca ajudar mulheres a administrar suas finanças.

Para a jornalista, se até o ano passado bastava trocar a marca de xampu e de outros produtos para lidar com a inflação, agora não há mais como disfarçar. Com a uma perspectiva de alta de preços de até 40% este ano, foi necessário adotar medidas drásticas para encarar aumentos mais frequentes e elevados em despesas como luz, gás, transporte público, mensalidade escolar, plano de saúde e gasolina.

— A classe média argentina tinha hábitos que outras não tinham e está sendo obrigada a mudar. Muitos estão tirando seus filhos de escolas particulares e optando por públicas — disse Cecília.

Este ano, a professora Maria Jesus Aguinaga, casada e mãe de duas filhas, já trocou de plano de saúde, passou a fazer compras de supermercado mais frequentes e, na hora de comprar roupa, procura opções mais econômicas do que os shoppings. Uma das modas do momento são os chamados showrooms, que mulheres montam em suas casas para vender roupa a preços bem mais em conta.

— Comprar em shopping virou luxo. Surgiu um novo mercado, paralelo, que está dando muito certo — disse a pequena empresária Maria Vidal, dona do Lola Dots, que, em pouco mais de um ano, lhe permitiu renunciar a um emprego de carteira assinada e viver da venda de roupa em casa.

Em tom de brincadeira, mas refletindo a realidade cada vez mais difícil para a classe média argentina, Maria Jesus perguntou em sua conta no Facebook: “Qual de minhas filhas terei de vender para comprar roupa para a outra?”.

Para o taxista Nestor Rojas, a vida ficou mais difícil. Com longas filas de ônibus e metrô nas ruas, os passageiros de táxi se tornaram mais escassos. Sua média de viagens caiu de 50 por dia, na década de 1990, para 20 ao dia.

Os preços andam pouco convidativos até mesmo para brasileiros em férias. Segundo dados do Observatório de Turismo do governo portenho, os brasileiros gastam hoje em torno de US$ 153 por dia. Há quase três anos, o montante era de US$ 196.

Um jantar para duas pessoas com um vinho Catena Zapata numa churrascaria de Palermo custa cerca de 1.200 pesos (US$ 143). No ano passado, a mesma refeição custava 850 pesos (US$ 100).

Na vinícola Catena, em Mendoza, os brasileiros são maioria (representam mais de 80% dos visitantes), mas os preços já não são tão em conta.

— Aumentamos nossos valores como tudo o que se vende na Argentina — disse Cecília, que, por política da empresa, evitou comentar os reajustes.

Numa loja de vinhos de Buenos Aires, uma garrafa de um dos vinhos mais conhecidos sai entre 500 e 520 pesos (US$ 60 a US$ 62). No ano passado, o preço oscilava entre 380 e 400 pesos (US$ 45 e US$ 48). Até mesmo o tradicional alfajor ficou com preço mais salgado. Passou de oito pesos em janeiro para 13 pesos (de US$ 0,95 para US$ 1,5).

Fonte: O Globo

COMENTÁRIO

É isto que queremos para o Brasil?

Com o PT está alinhado a uma revolução bolivariana, que já ocorre, além da Argentina, na Venezuela, na Bolívia e no Equador – todos estão cada vez mais parecidos com a paupérrima Cuba.

Nestes países, só os governantes tem dinheiro e vivem no luxo.

JJ

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O blefe.

Para quem criou o Ferreirinha, a maior fraude da história das eleições do Paraná, e assim se elegeu governador, a “bala de prata”  prometida por Roberto Requião, que entrou no ar num “blog” aliado dele, foi um blefe de lata mal ajambrado. Nem atacar o senador sabe mais. Usou os tais documentos que teriam sido achados no Canguiri para destrambelhar impropérios comuns ao seu vocabulário. Acusou o principal adversário de utilizar endereço de dentro da própria casa para destruir sua, dele Requião, imagem, como se isso fosse preciso. E, por fim, disse que tem fotos comprometedoras de Beto Richa, que recebeu anonimamente, mas não vai utilizá-las porque não age como ele. Também disse que o poder do governo acabou com as comunicações dele com o eleitor e atacou o Tribunal Regional Eleitorial que enfiou em seu programa um direito de resposta ao candidato tucano que ganhou o espaço e acusou Requião de ter mentido. A bala de prata, portanto, não foi nem invenção. Foi o fim triste de um político que poderia ter encerrado a carreira de uma forma mais digna, afinal, marcou sua história como um líder, quer queiram os adversários ou não. Uma pena.

Zé Beto, jornalista

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Solda

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O jornal e o cotidiano das pessoas.

Em março de 2012, o The Guardian chacoalhou o mundo publicitário e a imprensa em geral com um filme de grande impacto: “The Whole Picture”, ou simplesmente, “Three Little Pigs”, no qual expressava o seu conceito de open journalism que coloca o cidadão como elemento importante da cobertura jornalística. Na semana passada, o principal jornal inglês, e um dos mais prestigiados do mundo, lançou mais um comercial interessante. Sem o mesmo abalo do filme de dois anos atrás, mas com uma fórmula interessante para vender o produto. A peça, intitulada “Own The Weekend with The Guardian and Observer” (sua edição dominical), é novamente assinada pela BBH Londres e mostra em 90 segundos o papel que o jornal representa ao preencher cada momento de um final de semana ao mesmo tempo ordinário e inspirador.

Do momento em que ele chega às casas no sábado pela manhã até a hora em que ele é jogado no lixo no domingo à noite, está presente em todas as situações ao ter suas diversas partes compartilhadas por pais, filhos e avós. É um filme que mostra o produto de várias formas, mas não da maneira como normalmente estamos acostumados a vê-lo. Ele não é apresentado ordenadamente, mas sim usado, amassado ao servir para embrulhar cacos de vidro quebrado ou restos de alimentos ou molhado por ter sido alvo de respingos de café ou chá. O objetivo de mostrar o quão perto o jornal está das pessoas nos finais de semana é plenamente alcançado.

Ao lado do The New York Times, o The Guardian é o jornal internacional que mais tem enfrentado os impactos da tecnologia e procurado se manter relevante no mar revolto das águas, enfrentando o redemoinho provocado pelo digital. Diferentemente do seu par norte-americano que implantou o sistema paywall, o modelo do The Guardian é aberto e gratuito. E ele paga um preço alto por isso, mas em nenhum momento deixa de entregar um produto íntegro e contemporâneo.

Ao lançar agora uma campanha exortando a forte presença do jornal em papel na vida das pessoas e, em especial, aos finais de semana, reforça esse poder, por mais anacrônico que possa parecer. No fundo, é a constatação de que todos já sabem: por mais que o consumo de informações esteja mudando no mundo, ele convive com hábitos já adquiridos.

Afinal, o mercado publicitário inglês vive uma realidade muito diferente da observada por aqui devido, principalmente, a dois fatores. O primeiro é que a maior emissora de televisão do país, a BBC, é estatal, bancada exclusivamente por meio de contribuição compulsória de cada cidadão britânico. Portanto, não recebe investimentos publicitários. O segundo, decorrência direta do primeiro, é o fato de a internet no Reino Unido, desde 2007, ter superado a TV no bolo publicitário nacional.

Dados da Warc referentes a 2013 indicam que o meio digital já responde por uma participação próxima de 35% no total do mercado inglês, seguida de TV (24,2%), jornais (15%), mala direta (11%. Por conta da força do varejo, esse é um canal importante utilizado pelas marcas para se comunicarem diretamente com seus públicos e contabilizado como mídia), revistas (5,8%), mídia out-of-home (5%), rádio (3%) e cinema (1%).

Ao pensar grande e comunicar de forma muito competente seus atributos, o The Guardian contribui não só para manter vivo o jornal, seja em qual plataforma ele for consumido, como também inspira publishers do mundo todo.

Este editorial faz parte da edição 1628 do Meio & Mensagem, com data de 22 de setembro de 2014. 

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Boa noite, presidente…

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