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Disney e o poder da qualidade nos serviços.

“O poder dos serviços reside na capacidade de criar uma conexão emocional, em vez de uma conexão puramente racional. E conexões emocionais levam a melhores resultados econômicos. As organizações que otimizam suas conexões emocionais com os clientes superam seus concorrentes numa margem bruta de 26% a 85% no crescimento das vendas, pois clientes emocionalmente engajados são pelo menos três vezes mais propensos a recomendar sua marcam três vezes mais propensos a repetir suas compras com você, têm menor probabilidade de pesquisar preços e são menos sensíveis ao fator preço. Eles se sentem emocionalmente conectados à sua marca, estão dispostos a pagar mais por um serviço excepcional, querem voltar, recomendam sua marca aos amigos e ajudam a melhorar a margem econômica da sua empresa”.

Estas são apenas algumas das conclusões apresentadas ontem, em Curitiba, na Universidade Positivo, pelos executivos do Disney Institute, Ernesto Salas e Roberto Castillo, Workshop Abordagem Disney para a Qualidade em Serviços, promovido, organizado e desenvolvido pela Escola de Comunicação e Negócios da universidade. Das 9 às 18 horas, 325 inscritos no workshop ouviram as ponderações de Salas e Castillo, realizando dezenas de questionamentos e participando ativamente do evento, no Expotrade Unimed, que fica na Universidade Positivo - - que ontem lançou seu MBA Excelência em Serviços (com 480 horas/aula, com opcional de módulo internacional de mais 40 horas, em Orlando).

FÓRMULA DE SUCESSO

Qual é a nossa fórmula de sucesso? É a atenção infinita aos detalhes às pequenas coisas, realmente pequenas, coisas difíceis, com as quais os outros não querem perder tempo e dinheiro e não se dão ao trabalho de fazer”. Esta afirmação de John Hench, Walt Disney Imagineering, abriu o workshop desenvolvido por Castillo e Salas, que se revezaram na apresentação das ideias, conceitos e soluções Disney. “As organizações precisam compreender que construir e manter uma vantagem competitiva no mercado depende de poder proporcionar uma experiência diferenciada, se possível única, ao seu cliente – em comparação com o que fazem os seus concorrentes. Nós, na Disney, prestamos uma atenção extraordinária aos detalhes que cercam todos os processos dos nossos negócios, dos nossos relacionamentos com os clientes. E temos provas de que o que fazemos funciona”, afirmou Castillo.

“Há mais de 20 anos, o Disney Institute tem se concentrado em cinco principais áreas, que super-gerenciamos na Walt Disney Company. São elas: a experiência do cliente, a lealdade à nossa marca, a criatividade e a inovação, a liderança e a cultura. Tudo funcionando num sistema cuja finalidade é proporcionar resultados de negócios sustentáveis, com lucros, é claro”, comentou Castillo.

SERVIÇOS EXCEPCIONAIS

“Todas as organizações devem e podem viabilizar serviços excepcionais, pois eles são arquitetados a partir de sistemas e processos que podemos controlar. Claro que serviço não é apenas um cartazete na parede ou um slogan publicitário”, disse Salas. “Serviços excepcionais tem a ver com normas, sistemas e processos. Na Disney, nós acreditamos na cuidadosa concepção dos serviços, na promoção intencional e sem falhas destes serviços, na construção de uma ágil rede de segurança de recuperação, quando algum serviço não acontece de acordo com o planejado, ou gera reclamação de clientes. Bastam, hoje em dias, 140 caractere4s para acabar com uma marca, lembrem-se disso”, afirmou Sallas.

“Devemos reconhecer que, muito embora o nosso objetivo almejado seja a perfeição, na prática isto não ocorre. Somos humanos. Não somos perfeitos. Temos que reconhecer que o atendimento aos clientes tem sofrido um declínio gradual e insidioso e que, com isso, se criou uma oportunidade espetacular para criar e desenvolver serviços diferenciados e de qualidade, que atendem às necessidades, interesses e às expectativas dos consumidores”, argumentou Salas, que acrescentou: “A comoditização de produtos nos permite ter, nos serviços, no atendimento cordial e eficiente, o nosso diferencial, nossa vantagem competitiva”.

CONEXÃO EMOCIONAL

“O poder dos nossos serviços reside na capacidade de criar conexões emocionais uma vez que conexões puramente  racionais não geram os resultados econômicos que as conexões emocionais geram. É muito mais poderosa uma conexão emocional do que uma racional. A combinação do emocional com o racional atinge profundamente, no íntimo de um cliente, já que você estará falando com ele num nível holístico. Com uma conexão emocional podemos criar vínculos mais fortes com os nossos clientes, sobre o que eles acham da sua organização e como a percebem”, destacou Salas, que acrescentou:

“As organizações tendem a compreender serviços apenas externamente, como um acionador de negócios diferenciado. No entanto, é preciso compreender que existe outro componente que é crítico, neste processo todo: o público interno. Sua organização tem que compreender e cultivar o atendimento interno com a mesma força e com as mesmas intenções que foram planejadas para o atendimento externo, aos clientes. E há duas razões que são fundamentais: os serviços internos diferenciam a sua marca, a sua organização da sua concorrência, como um empregador preferível e no qual todos gostariam de trabalhar e você não pode ter serviços externos excepcionais se os serviços internos não forem excepcionais”.

ALÉM DAS EXPECTATIVAS

“O que diferencia uma marca, empresa ou serviço? É a inovação que vai além das expectativas do público, dos clientes! Uma diferenciação significativa – disse Castillo – só acontece quando uma organização individual rompe um estereótipo amplamente difundido, por exemplo, pela indústria. Os estereótipos positivos e negativos de uma organização, ou de uma indústria inteira, muitas vezes influenciam as expectativas dos clientes. E a chave do sucesso é ir além das expectativas e do que os concorrentes fazem, proporcionando surpresas positivas quanto aos tradicionais estereótipos do seu negócio, do meu mercado”.

“Rompendo estereótipos, proporcionando novas e excepcionais experiências em serviços, romperemos com o tradicional, gerando um impulso notável como vantagem competitiva e, por algum tempo, única e inovadora”, comentou Castillo, que, em seguida contou que Walt Disney percebeu estereótipos típicos nos parques de diversões, que era sujos, inseguros, temporários e de mau gosto. Observou também que, sempre, os pais se entediavam e pareciam desconectados nestas experiências. Walt queria mudar este estereótipo e planejou construir um lugar onde crianças e pais pudessem brincar e se divertir juntos, com segurança, limpeza, belo paisagismo, ambiente acolhedor e temático. Walt rompeu todos os estereótipos, inclusive ao tratar as pessoas como hóspedes, e não como apenas clientes”. Disney afirmou que queria “um lugar mais limpo quanto qualquer coisa possa ser e onde todas as pessoas se sintam cidadãos de primeira classe, tratados como nossos hóspedes”.

TODOS OS CONTATOS

“Bom serviços são o resultado cumulativo de coisas, de ações, dando certo em todos os pontos de contato do cliente. O serviço se manifesta em todos os campos onde a sua empresa entra em contato com os clientes. Por isso, você deve, intencionalmente, gerenciar a experiência de serviço, para que ela supere todos os pontos óbvios que um cliente possa conhecer”, destacou Ernesto Salas

“Os serviços são vividos numa infinidade de pequenos momentos e de pequenas ações e coisas ao longo do tempo. Mas o impacto inicial do serviço é fundamental para o cliente, pois a experiência inicial é o contexto completo que o cliente percebe dos serviços. Assim, as organizações devem e precisam gerenciar intencionalmente cada momento do processo da prestação de serviços. Há 3 princípios básicos na concepção dos serviços que podemos e devemos prestar: o que eu quero fazer pelo meu cliente, o que meu cliente quer que eu faça para ele e o que eu posso fazer. Devemos desenvolver um propósito comum, que é uma explicação sucinta de como vamos querer que seja a experiência do nosso cliente no nível emocional. Na Disney, nós criamos alegria, felicidade, magia, ao dar o melhor entretenimento para pessoas de todas as idades, em todos os lugares. É bom lembrar que nossos funcionários precisam de uma razão para vir trabalhar e um objetivo comum dá significado ao trabalho. O trabalho e seu significado precisam ser internalizados”, lembrou Salas.

ENTENDA O CLIENTE

Roberto Castillo salientou que “uma empresa nunca poderá desenvolver serviços excepcionais de atendimento aos seus clientes sem um profundo conhecimento destes clientes. A maioria das organizações se limita a fazer coisas óbvias e comuns, que seus concorrentes fazem, e que eles pensam que seus clientes reparam e se contentam com elas. Coisas tolas, como quanto tempo o cliente fica na fila, ou quanto demoramos para atender ao telefone…As empresas precisam aprender a ir além dos óbvios critérios de serviços. É fundamental saber quem são os seus clientes e entende-los de uma forma holística. Nunca subestime o feedback dos seus funcionários que lidam no atendimento aos clientes, mas não se limite a isso. Pesquise, observe, analise”.

“Construa seus Padrões de Qualidade, priorize-os e desenvolva a concepção de um serviço (ou vários, ou todos), de padrão excepciona, numa forma que nenhum dos seus concorrentes tenha ou até ouse ter. Defina seus padrões de qualidade e os implante, sem medo. Existe uma tendência natural em se acreditar que a prestação de serviços dependa só de indivíduos, de pessoas, quando, na verdade, um serviço excepcional deriva de um cruzamento constante entre processos, local e serviços. Só com estes três fatores alinhados se pode desenvolver uma estratégia de serviços diferenciados e excepcionais”, disse Castillo.

PRESERVE A MAGIA

Os dois líderes de desenvolvimento do Disney Institute discorreram sobre os pontos básicos, as chaves do sucesso da Disney Company no mundo todo, destacando que a primeira e fundamental chave é a Segurança (em tudo que é feito, para garantir a segurança de todos na Disney), a segunda é a Cortesia (que projeta imagem e percepções positivas), a terceira é o Espetáculo (onde as pessoas se incorporam em personagens e desempenham seus papéis, preservando a magia Disney) e a quarta é a Eficiência (serviços prestados com máxima eficiência, para que os hóspedes aproveitem ao máximo suas visitas – usando o tempo e os recursos com inteligência). Juntas, estas 4 Chaves representam a visão de Walt Disney para que os hóspedes obtenham uma experiência máxima com a Disney.

“Serviço de qualidade é a execução constante, permanente, de padrões de qualidade, através de todos os canais de distribuição, em todos os pontos de contato com os clientes”, disse Salas, que destacou que “todos os dias, uma equipe da Disney recebe, lê e responde a milhares de e-mails e cartas. Todos os dias da semana! E fazemos pesquisas constantes para saber se a diversão obtida em nossos parques valeu o quanto nossos clientes gastaram na sua estada neles. Estamos sempre pesquisando, observando, analisando e atentos á felicidade dos nossos hóspedes – para que ele não percam a magia com a marca Disney”.

Ambos discorreram também sobre a “recuperação de serviços, que é buscar a reconciliação do relacionamento com os hóspedes que, por algum motivo tenham ficado insatisfeitos com alguma coisa ´e não apenas a solução do problema. Todos acreditamos que a culpa pode não ser nossa, mas o problema – e sua solução – é”.

JJ

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O dia em que a internet deixará de existir…

O dia em que a internet sumirá (Foto: Rafe Swan/Corbis)

A energia elétrica demorou décadas para se tornar popular. Em 1879, Thomas Edison inventou a lâmpada incandescente, e ela começou a ser usada na iluminação pública. Nos anos seguintes, Edison também eletrocutou gatos, cães, vacas e até um elefante, para mostrar ao público o perigo do fornecimento de energia em corrente alternada (que usamos hoje). Os cidadãos temiam a instalação da fiação nas ruas. Em 1910, menos de um décimo das casas americanas tinha acesso à eletricidade, cara e instável. Só nos anos 1950 acionar um interruptor se transformou em ato trivial. Epopeia similar envolveu a difusão dos automóveis a gasolina. Os primeiros fabricados em série começaram a circular na Alemanha em 1888. Doze anos depois, aconteceu o primeiro atropelamento fatal, em Londres. O pedestre foi incapaz de evitar o carro. Ele se deslocava na mesma velocidade que uma pessoa caminhando rapidamente, 6,5 quilômetros por hora. Diz a lenda que o médico-legista manifestou a esperança que nunca mais houvesse um acidente do tipo. Viajar de carro exigia planejamento, dada a raridade dos postos de combustível. Hoje, nas maiores cidades, o cidadão dispõe de eletricidade, carro, táxis e ônibus à vontade, nem precisa pensar sobre como usá-los. Antes de se integrar ao cotidiano, essas tecnologias precisaram evoluir. A internet também evolui – e se aproxima o dia em que deixaremos de pensar nela. Isso mudará a forma como nos relacionamos, trabalhamos e planejamos o dia.

O salto de qualidade e abrangência da internet, tão jovem, impressiona. Lançada comercialmente no início dos anos 1990, a rede já tem quase 3 bilhões de usuários e conecta 6 bilhões de objetos mundo afora. O acesso é feito por computadores, smartphones,
tablets, relógios e outros eletrodomésticos. Cargas, veículos e satélites também estão na rede. Mas ainda faltam qualidade e confiabilidade. Mesmo em países ricos, conectar-se exige saltar obstáculos. O usuário precisa pensar se há internet sem fio à disposição, no tamanho dos arquivos que deseja enviar ou receber, na velocidade da conexão, nos preços dos pacotes, na qualidade do acesso. Em São Paulo, Xangai ou Berlim, o Wi-Fi dos hotéis é precário. Publicar uma foto numa rede social durante um show de música é um lance de sorte. Agora, há uma previsão para que os obstáculos sumam. Se estiver certa, em 2025 a internet desaparecerá de nossas preocupações.

A próxima geração de redes de telefonia móvel, a quinta, chamada de 5G, promete transformar a experiência do acesso. É a evolução das redes em implementação no Brasil hoje, de quarta geração, ou 4G. Uma rede 5G será mais veloz e estável. Um cético, com razão, poderá se lembrar de promessas anteriores, frustradas. Desta vez, há duas grandes transformações a considerar.

A primeira é que a velocidade de transmissão deixará de fazer diferença. Nos saltos tecnológicos anteriores, entre a primeira e a quarta gerações de telefonia móvel, do 1G ao 4G, a velocidade se multiplicou por 100 mil (da faixa de 1 Kbps para 100 mil Kbps, ou 100 Mbps, a promessa das redes de 4G atuais). As conexões 4G de hoje raramente cumprem o prometido. Costumam oferecer só um quinto da velocidade potencial. O que importa é que o aumento da velocidade, desde os anos 1980, e as oscilações que ela sofre nas redes atuais ainda estão dentro do alcance da percepção comum. Cada nova geração tecnológica significou mais facilidade, bem perceptível, para baixar uma foto ou assistir a um vídeo. Mas cada oscilação na velocidade também significa, ainda hoje, incômodos segundos a mais para baixar a foto ou assistir ao vídeo. O 5G levará a velocidade a outra escala, acima das necessidades que temos hoje. Oscilações na transmissão farão diferença de frações de segundo, abaixo da percepção humana.

Dispor de uma velocidade de transmissão real de 10 Gbps, 500 vezes a atualmente oferecida pelo 4G, significaria parar de pensar se sua conexão é rápida ou lenta. Nessa velocidade, ela apenas “é”, como a eletricidade – está ligada ou desligada. O avanço, a partir daí, será imperceptível. Para o tipo de conteúdo mais pesado que transmitimos atualmente, como  filmes, velocidades de 10 ou 15 Gbps dão na mesma.

NO 5G, não existirá mais conexão rápida ou lenta. Ela estará apenas ligada ou desligada, como a eletricidade

Ainda há a segunda característica que diferencia o salto para 5G das mudanças anteriores. Ele será usado para funções além de fazer chamadas de voz e conectar-se à internet com boa qualidade, em smartphones ou tablets. É a tecnologia que integrará roupas, óculos, joias, casas, objetos de decoração, automóveis, estradas, máquinas industriais e uma infinidade de objetos, 24 horas por dia, na “internet das coisas”. Estima-se que, em 2025, o mundo terá mais de 100 bilhões de objetos conectados. Pelo modelo atualmente em desenvolvimento, isso exigirá a instalação de um novo tipo de antena. Além das atuais, grandes, que oferecem conexão num raio de quilômetros, haverá antenas pequenas, a cada 100 ou 200 metros, dentro e fora das casas e edifícios. Cada uma garantirá transmissão e recepção de dados dos aparelhos conectados nas proximidades – o computador na mesa, o carro que passa em alta velocidade, o relógio no pulso do ciclista, o painel na vitrine da loja, o espelho do banheiro que informa a previsão do tempo e a geladeira que recomenda compras.

Toda essa expectativa ainda se baseia em ideias e experiências em laboratórios. Tentar antever o futuro é uma atividade arriscada. Não sabemos quanta informação transmitirá um carro autônomo, conectado a uma estrada inteligente. Ou qual será o tamanho de um arquivo de realidade virtual. O usuário tem vasta capacidade de se acostumar rapidamente ao que há de bom numa novidade e começa a perceber somente seus defeitos. O usuário de 2025 encontrará motivos novos para reclamar de sua conexão com a internet. Mas vale a pena prestar atenção ao avanço do 5G.

A definição do padrão está prevista para ocorrer em 2018. “O 3G levou nove anos para ser adotado. O 4G, cinco. É provável que o 5G leve menos que isso. As janelas de inovação estão mais estreitas”, diz Weng Tong, pesquisador do Centro de Pesquisa do Canadá e cientista do laboratório de tecnologias sem fio da empresa de telecomunicações Huawei, em Xangai, na China. Um estudo da Huawei tenta dar uma ideia de como será o mundo em 2025 (leia os dados no quadro abaixo). Serão gerados, anualmente, 177 zettabytes de dados – 46 vezes o que se produz hoje. A tecnologia sem fio 5G, sozinha, não atenderá às necessidades desse mundo futuro hiperconectado. Deverá ocorrer a difusão da banda larga fixa, por meio  de fibra óptica.

Mais interessante é pensar nas mudanças no comportamento e nas oportunidades. Em 1983, o matemático, cientista e escritor de ficção científica americano Vernor Vinge inventou o termo “singularidade tecnológica”. Vinge referia-se a um evento capaz de provocar uma ruptura no tecido da história, como o advento da inteligência artificial superior à humana. Um dos avanços que poderiam contribuir para o aparecimento da singularidade, imaginou Vinge, seria uma rede de computadores se tornar consciente. Vinge chamou essa hipótese de “Cenário Internet”. Ela se tornou popular com o filme O exterminador do futuro, de 1984. Talvez singularidades não precisem ocorrer num momento breve e dramático. Também representaram singularidades, mais estendidas no tempo, a conquista dos mares pelos europeus ou o avanço dos relógios, que permitiu a medição precisa do tempo. A opinião é dos pesquisadores Christopher Magee, do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), nos EUA, e Tessaleno Devezas, da Universidade de Beira Interior, em Portugal. Essas transformações mudaram o curso da história e o alcance da imaginação humana. Como a internet móvel de 2025 mudará nossa vida?

O conceito de cidade inteligente está ligado a uma conectividade estável e imperceptível. Ruas, semáforos, termômetros e vitrines conversarão com nossos computadores pessoais, em nossas roupas e acessórios. Poderemos tomar decisões melhores e deixar de perder tempo com aquelas que hoje nos consomem – trabalhar de casa, ir de carro, pegar metrô ou alugar uma bicicleta? “O indivíduo trocará informações o tempo todo com objetos espalhados pela cidade”, afirma Assaf Biderman, diretor do centro de cidades digitais do MIT. “Isso produzirá um retrato instantâneo do que acontece numa metrópole, em tempo real. É a chave para tornar a vida mais eficiente e prazerosa.”

Também será mais difícil desfrutar períodos de desconexão. Talvez surja a versão digital da agorafobia, o medo de multidões e espaços abertos. O que ocorrerá com a “geração selfie”, já criticada pela falta de compostura e noção de privacidade? David Baker, consultor e professor da The School of Life de Londres, é um defensor da vida menos conectada. “A velocidade e a força do mundo digital ameaçam causar danos a habilidades humanas importantes, como as artes, a empatia e a reflexão”, afirma. “Também (ameaçam) prejudicar direitos humanos, como privacidade, autonomia e calma.” A ponderação é relevante. A melhor forma de lidar com esses problemas é começarmos a nos preparar para quando a internet se tornar imperceptível e onipresente. Para quando estar conectado passar a ser natural como caminhar. Talvez seja a primeira vez que nós, humanos, podemos filosofar com antecedência sobre algo tão revolucionário. Ou talvez estejamos apenas deixando de perceber o que realmente nos surpreenderá em 2025. Singularidades têm uma característica comum: quem passou por elas nunca percebeu a real dimensão das transformações ao redor.

A internet onipresente (Foto: Época)

O jornalista Bruno Ferrari viajou a convite da Huawei.

Fonte: Época

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Genial.

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Em discurso raivoso, Lula agora compara tucanos a nazistas e prega o racismo.

A presidente Dilma Rousseff, candidata à reeleição pelo PT, acompanhada do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, participa de comício na cidade de Goiana, na zona da Mata Norte de Pernambuco, nesta terça-feira (21)

A presidente Dilma Rousseff, candidata à reeleição pelo PT, acompanhada do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, participa de comício na cidade de Goiana, na zona da Mata Norte de Pernambuco, nesta terça-feira (21) (Chico Peixoto/Leia Já Imagens/Estadão Conteúdo)

A presidente-candidata Dilma Rousseff e o ex-presidente Lula encerraram a campanha petista no Nordeste nesta terça-feira com um comício em tom raivoso no Centro Antigo do Recife, capital de Pernambuco. No auge dos ataques ao PSDB e a Aécio Neves, adversário de Dilma no segundo turno, Lula comparou os tucanos aos nazistas, responsáveis pelo Holocausto judeu na 2ª Guerra Mundial, e hostilizou Aécio.

“Se o Nordeste ouviu, leu ou viu as ofensas contra nós, o preconceito contra nós… De vez em quando, parece que estão agredindo a gente como os nazistas agrediam no tempo da 2ª Guerra Mundial. Eles são intolerantes. Outro dia eu dizia para eles, vocês são mais intolerantes que Herodes que mandou matar Jesus Cristo quando ele nasceu com medo de ele virar o homem que virou. E vocês querem acabar com o PT, com a nossa presidente, querem achincalhar ela, chamar ela de leviana. Só pode ser feito por um filhinho de papai.”

“Seria bom que ele não tivesse nenhum voto aqui porque ele nunca lembrou do Nordeste. O máximo que ele lembrava do Nordeste é que vinha passar fim de semana com o governador de Alagoas, nas praias de Alagoas. Mas ele nunca foi ao sertão, e não sabe o que é um sertanejo trabalhar de sol a sol para levar comida para casa.”

Colega de Aécio no Senado, o coordenador da campanha de Dilma em Pernambuco, Humberto Costa, anunciou no carro de som que os trackings locais do PT apontam Dilma com 64 pontos e o “playboy” com 24 pontos.

Lula emendou: “Onde ele estava quando essa moça com apenas 20 anos de idade estava colocando a sua vida em risco para lutar pela liberdade desse país?”. O ex-presidente ainda questionou a revista inglesa The Economist, que defendeu voto em Aécio Neves. Lula insinuou que a revista indicou o tucano por ele ser o candidato dos banqueiros.

“Essa semana fiquei pasmo, porque fiquei sabendo que a revista inglesa mais importante de economia do mundo, The Economist, dizia que o povo brasileiro devia votar no outro candidato e não na Dilma. Quem eles pensam que nós somos? Eles pensam que nós somos gado que eles podem dar ordem lá fora e a gente obedece? Ou será que eles esqueceram que há mais de 300 anos a gente já expulsou os gringos daqui?”, gritou Lula do palanque. “Será que eles perderam a noção e o juízo? Será que a revista estava dizendo para o povo brasileiro votar nos banqueiros?”

Em tom mais brando, Dilma posou com uma bandeira de Pernambuco costurada com a de sua campanha. Dilma fez declarações de amor aos pernambucanos, disse que o Estado “lhe honra”.  “O rumo certo é aquele que quer ver o povo brasileiro crescendo, e não que enriqueçam uns poucos, alguns interessados em ganhar dinheiro com rentismo. Os tucanos sempre quiseram plantar dificuldade, plantar inflação para colher juros.”

“Vamos dar uma derrota em regra para os tucanos. Não vamos deixar pena de tucano presa, só voando por aí”, pediu Dilma aos militantes. Segundo a campanha de Dilma, cerca de 52.000 pessoas acompanharam a caminhada e o comício final na Praça do Livramento, Centro do Recife

Fonte: Veja

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COMENTÁRIO

Inacreditável este discurso destemperado e cheio de ódio do ex-presidente Luis Inácio, justamente quando o PT mais usa das técnicas naxistas de propaganda, de repetir uma mentira mil vezes até que ela vire verdade, como ensinava Joseph Goebbles, então Ministro da Propaganda de Adolf Hitler, que fanatizou a maioria do povo alemão, em torno da pureza de sua raça e num típico “n[os contra eles”, que ocasionou a II Guerra Mundial.

Inacreditável também é a divulgação, em palaque eleitoral, de números falsos de “pesquisa”, para fazer entender que Dilma já ganhou! Isto não é crime eleitoral?

Expulsou os gringos do Brasil?  Lula se esquece que o Brasil é um país formado quase que exclusivamente por imigrantes de todas as raças. gringos, como ele diz que foram expulsos, mas que construíram as riquezas do nosso Brasil.

Lula é racista, preconceituoso e incita os brasileiros a serem como ele, que quer uma guerra”entre nós e eles”.

A que ponto chega o desespero e o despreparo deste homem, que foi presidente do Brasil por 8 anos. Ele é inacreditável e inaceitável.

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JJ, um gringo.

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A hora da onça beber água, por Arnaldo Jabor.

O duro passado de militância fez os olhos de Dilma fuzilarem certezas sobre como converter a pátria amada.

Dilma Rousseff: seu duro passado de militância e luta lhe deixou um viés de rancor e vingança, justificáveis. Ela foi uma típica “tarefeira” da VAR-Palmares e hoje, como tarefeira do PT, ela quer realizar o sonho de sua juventude. Por isso, quer estatizar o que puder na economia, restos de sua formação… (eu ia dizer “leninista”, mas é “brizolista”).

Seus olhos fuzilam certezas sobre como converter (ou subverter) a pátria amada. Petistas e brizolistas acham que democracia é “papo para enrolar as massas”, como já declarou um professor emérito da USP; ela idealiza o antigo “proletariado” e despreza a classe média “fascista”, como acha outra emérita professora.

Ela desconfia dos capitalistas e empresários, ela quer se manter no poder e virar o PT num PRI mexicano; ela finge ignorar a queda do muro de Berlim, o fim da Guerra Fria, ela ama o Lula, seu operário mágico que encarnou o populismo “revolucionário”.

Conheci muitas “Dilmas” na minha juventude. As Dilmas eram voluntariosas, com uma coragem irresponsável diante da muralha da ditadura. Professavam uma liberdade mais grave do que os hippies da época; era uma liberdade dolorosa, perigosa, sacrificial, suicida, sem prazer, liberdade e luta. Até respeitável.

Mas, para as “Dilmas” e os “Dirceus” do passado, a democracia era uma instituição “burguesa”. Ela se considerava e se acha ainda “membro” (ou “membra”?) de uma minoria que está “por dentro” da verdade, da chamada “linha justa” que planejava um outro tipo de “liberdade” (Lênin: “É verdade que a liberdade é preciosa; tão preciosa que precisa ser racionada cuidadosamente” ).

Ela se julgava e se julga superior — como outros e outras que conheci (inclusive eu mesmo — oh, delícia de ser melhor que todos; oh… que dor eu senti ao perder essa certeza…). Nós éramos os fiéis de uma “fé cientifica”, uma espécie de religião da razão que salvaria o mundo pelo puro desejo politico — éramos o “sal da terra”, os “sujeitos da História”. Toda a luta progressista de hoje se trava entre a esquerda que amadureceu e ficou social-democrata e a esquerda que continua na ilusão de 63. A velha esquerda brasileira existe como nostalgia de uma esquerda que desapareceu.

Dilma foi executiva da comissão de frente que organizou a aliança de Lula com a liderança sindicalista-pelega e com a direita mais vergonhosa do país, liderada por Sarney et caterva. Como ela era “trabalhadeira”, Lula se impressionava com ela (ele que odeia o batente) e transformou-a em um “poste” que se revelou persistente no erro, com a típica burrice dos teimosos.

E aí ela começou a governar com um medidas e táticas pretensamente “socialistas” em um país capitalista. Dá em bolivarianismo, esse terror contra o povo da Venezuela.

A “clique” sindicalista que subiu ao poder nunca desistiu de seus planos; suas mentes são programadas para repetir as mesmos táticas. A esquerda velha continua fixada na ideia de “unidade”, de “centro”, de Estado-pai, ignorando a intrincada sociedade com bilhões de desejos e contradições.

Muitos riquinhos e mauricinhos hoje dizem que votam na Dilma porque ela seria “contra a pobreza”. Não sabem de nada, tinham 10 anos quando FHC fez o Plano Real contra a vontade do PT e seus aliados. Hoje, esses mauricinhos se dão ao luxo de se sentirem de “esquerda” antes de irem para a balada.

São absolutamente ignorantes sobre política e acham que o PT é um partido de “esquerda”, quando é claramente de “direita”.

(“É a economia, estúpidos!” — James Carville, assessor do Clinton contra Bush). O povão do Bolsa Família não pode entender isso, mas esses babacas que estudaram deviam ser menos primitivos. Os petistas dão graças a Deus que muitos de seus eleitores não sabem ler. Por exemplo, eles não têm ideia do que seja o escândalo da Petrobras e do aparelhamento do Estado cleptomaníaco que foi montado. Não entenderam nem o mensalão, pois, como disse o Lula, “povo pensa que dossiê é doce de batata”. Votarão no escuro de suas vidas. Como se explica isso?

Resposta: o país tem um movimento “regressista” vocacional. O verdadeiro Brasil é boçal, salvacionista, para gáudio dos seus exploradores. E o PT aproveita.

A crescente complexidade da situação mundial na economia e na política os faz desejar um simplismo voluntarista que rima bem com o fundamentalismo islâmico ou com a boçalidade totalitária dos fascistas: “complexidade é frescura, o negócio é radicalizar e unificar, controlar, furar a barreira do complexo com o milagre simplista” (Lênin: “Qualquer cozinheiro devia ser capaz de governar um país”).

O Plano Real, e uma série de medidas de modernização que abriram caminho para a economia mundial favorecer-nos, é tratado como se fosse uma política do governo atual, que só fez aumentar despesas públicas e inventar delírios desenvolvimentistas virtuais. Não houve um lampejo de reconhecimento pelo país que FHC deixou pronto para decolar e que foi desfeito (Stalin: “A gratidão é um sentimento de cachorros…”).

Nesta eleição, não se trata apenas de substituir um nome por outro. Não. O grave é que tramam uma mudança radical na estrutura do governo, uma mutação dentro do Estado democrático. Querem fazer um capitalismo de Estado, melhor dizendo, um “patrimonialismo de Estado”. Para isso, topam tudo: calúnias, números mentirosos, alianças com a direita mais maléfica.

Não esqueçamos que o PT não assinou a Constituição de 88, combateu a Lei de Responsabilidade Fiscal, foi contra o Plano Real para depois roubá-lo como se fosse obra do Lula. Alardeiam coisas novas que “vão” fazer, se eleitos de novo mas, pergunta-se: por que não fizeram nada durante 12 anos?

É isso aí, bichos… Se Dilma for eleita, teremos o início de um bolivarianismo “cordial”.

O cineasta e colunista Arnaldo Jabor Foto: Divulgação

ARNALDO JABOR, em O Globo.

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Nova pesquisa coloca Aécio em primeiro, com 53,2% dos votos válidos.

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Se a eleição fosse hoje, o candidato do PSDB à Presidência da República, Aécio Neves, teria 53,2% dos votos válidos no segundo turno, segundo pesquisa do Instituto Veritá divulgada nesta terça-feira (21). Dilma Rousseff, do PT, aparece com 46,8%.

Se for considerada a votação total, com brancos e nulos, Aécio tem 47% das intenções. Dilma aparece com 41,4%. Os indecisos somam 7,8% e outros 3,7% votariam em branco ou nulo.

A margem de erro da pesquisa, encomendada pelo jornal Hoje em Dia, do grupo Record, é de 1,4 ponto percentual para mais ou para menos.

O levantamento do Instituto Veritá foi realizado entre os dias 17 de outubro e 20 de outubro. Foram ouvidos 7.700 eleitores em 213 cidades de todos os Estados brasileiros.

Ainda segundo essa pesquisa, o índice de rejeição da presidenta Dilma é maior que o de Aécio. O levantamento apontou que 46,1% dos eleitores não votariam na petista de jeito nenhum, enquanto 39,1% afirmam o mesmo sobre o tucano.

Fonte: IstoÉ

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Pausa para a família. Propaganda emocional.

Pausa na campanha, com a minha esposa Leticia e meus filhos, Julia e Bernardo. - Aécio Neves

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Aécio e o resgate da autoestima da oposição,

Depois de 12 anos de hegemonia quase absoluta do PT, durante os quais a oposição pouco fez para desempenhar de forma efetiva o seu papel, a campanha eleitoral de 2014 está revelando os contornos de um novo Brasil. Qualquer que seja o resultado das urnas no dia 26, as eleições deste ano ficarão marcadas por um fenômeno que muitos analistas, como o marqueteiro do PT, João Santana, consideravam improvável: a possibilidade concreta de derrota do PT e o resgate da autoestima da oposição. Não apenas a autoestima dos políticos dos partidos oposicionistas e de seus militantes, mas principalmente a de dezenas de milhões de cidadãos e cidadãs que até pouco tempo atrás evitavam declarar abertamente suas posições, com receio da reação das milícias petistas e das patrulhas ideológicas que proliferaram no país desde que Lula assumiu o poder, em 2003.

Sem medo de enfrentar as críticas da tropa de choque do PT e de partidos mais radicais de esquerda, como o PSOL e o PSTU, que defendem o marxismo-leninismo, apesar de se beneficiarem da “democracia burguesa” para existir, milhões de brasileiros decidiram “sair do armário”.  Nas ruas das grandes e pequenas cidades do país, é possível observar hoje o renascimento do “orgulho” oposicionista, incensado pela bandalheira instalada pelo PT no governo federal e nas empresas estatais, como a Petrobras e os Correios, que foram aparelhadas para servir de ponta de lança à máquina de arrecadação petista. Não importa a idade, a classe social ou a profissão. Hoje, a ação dos ativistas de esquerda, por meio do bullying ideológico, já não intimida ninguém (ou quase ninguém) no país.

Obviamente, com sua postura altiva na campanha, Aécio Neves, o candidato do PSDB e da oposição, está dando uma contribuição milionária para levantar o astral de quem não concorda, nem compactua, com tudo-isso-que-está-aí.  Com suas reações duras às manobras e manipulações de dados e informações pelo PT, Aécio está atraindo  um exército de seguidores, que estavam órfão de líderes verdadeiros, daqueles que não fogem da raia na hora em que a disputa aperta.

Ao contrário das campanhas de José Serra e Geraldo Alckmin em 2002, 2006 e 2010, Aécio deixou de ouvir calado todos os tipos de acusações. Em vez de apanhar em silêncio e, como Jesus, dar a outra face para o adversário estapeá-lo, Aécio adotou a estratégia do “bateu, levou”. Não por acaso, alguns analistas começam a questionar se ainda faz sentido manter o tucano, conhecido por suas bicadas suaves, como símbolo do PSDB. Apesar de a troca de acusações pessoais entre Aécio e Dilma ter pouco ou nada a ver com a campanha propositiva que se espera numa eleição presidencial, sua atitude enérgica, em resposta às acusações do PT, acabou reforçando os brios oposicionistas de boa parte do eleitorado e o sentimento de indignação e inconformismo com os rumos do país.

Ao assumir com orgulho o passado do PSDB e as realizações de Fernando Henrique em seus dois mandatos como presidente, como o Plano Real, o lançamento de programas sociais e a privatização de estatais como a Telebras, a Vale e a Embraer, Aécio também está reforçando o ânimo dos brasileiros que acreditam que um Estado mais eficiente e produtivo, que atenda melhor às necessidades dos cidadãos, não precisa, necessariamente, ser um Estado-empresário, como o que existe hoje.

É claro que a autoestima da oposição vai subir ainda mais se Aécio vencer a eleição, mas, desde já, pode-se dizer, sem medo de errar, que os tempos de subserviência ao governo petista chegaram ao fim. Se Dilma ganhar o pleito, certamente as trincheiras oposicionistas estarão bem montadas para resistir ao rolo compressor do governo no Congresso, nos estados e nos municípios. 

JOSÉ FUCS, em seu blog, na Época

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Era só o que faltava: advogados pedem regime aberto para Zé Dirceu, o príncipe do Mensalão.

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A defesa do ex-ministro da Casa Civil José Dirceu pediu ao ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal (STF), que autorize a transferência dele do regime semiaberto para o aberto. Dirceu cumpre pena de 7 anos e 11 meses de prisão por envolvimento com o esquema do mensalão. Mas, de acordo com a defesa, já conquistou o direito de ir para o regime aberto que, em Brasília, é cumprido em prisão domiciliar.

A expectativa é de que Barroso autorize a transferência, uma vez que ele atendeu a pedido semelhante de outros condenados por participação no mensalão, entre os quais, o ex-deputado federal José Genoino e o ex-tesoureiro do PT Delúbio Soares. Antes de ir para casa, Dirceu terá de passar por uma audiência com um juiz em Brasília. Na audiência, o magistrado explicará as regras do regime aberto, entre as quais a proibição de conviver com outros condenados.
 
O ex-ministro José Dirceu conseguiu reduzir o tempo na prisão porque nesse período trabalhou e estudou. Ele deu expediente no escritório do advogado José Gerardo Grossi. Hoje, Dirceu conquistou o direito à progressão de regime. No entanto, o Ministério 
Fonte: IsroÉ

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Paulo Roberto Costa maquiou propina no Imposto de Renda.

Ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa fica em silêncio em depoimento na CPMI, em setembro (Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil)

Durante depoimento prestado à Justiça Federal em Curitiba, no dia 8 de outubro, o ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa impressionou pela naturalidade com que falava do pagamento e divisão de propina, segundo ele desembolsada por empreiteiras em troca de contratos na estatal do petróleo. Novos documentos obtidos por ÉPOCA revelam que Paulo Roberto chegou a declarar a propina em seu Imposto de Renda, como se fosse serviço de consultoria.

Paulo Roberto afirmou à Justiça Federal que recebeu cerca de R$ 3 milhões da empreiteira Camargo Corrêa em 2013, dinheiro que corresponderia ao pagamento atrasado de propina. A Camargo Corrêa deveria ter repassado o valor, segundo Paulo Roberto, quando ele ainda era diretor de Abastecimento da Petrobras, cargo que deixou em abril de 2012. Três meses depois, o ex-diretor abriu a empresa de consultoria Costa Global. Por meio dessa empresa, Paulo Roberto recebeu R$ 3 milhões da Camargo Corrêa, mas disse à Justiça que apenas R$ 100 mil correspondiam de fato a serviços prestados (leia trechos do depoimento abaixo).

Sobre o depoimento de Paulo Roberto à Justiça Federal, a Petrobras afirmou “que acompanha as investigações e colabora efetivamente com os trabalhos das autoridades públicas”. A estatal afirma que “está sendo oficialmente reconhecida pelas autoridades como vítima no processo de apuração”.

Em junho, ÉPOCA revelou toda a contabilidade que Paulo Roberto mantinha a respeito de suas transações com as empreiteiras, entre elas a Camargo Corrêa. Os investigadores da Polícia Federal suspeitavam que a Camargo Corrêa tivesse feito pagamentos ilegais a Paulo Roberto em troca de contratos na Petrobras, principalmente na refinaria Abreu e Lima, localizada em Pernambuco. Na semana passada o procurador da República Deltan Martinazzo Dallagnol informou à Justiça Federal que os R$ 3 milhões, valor que Paulo Roberto confessou ser propina da Camargo Corrêa, foram declarados à Receita Federal como renda de consultoria.

ÉPOCA obteve o documento da Receita Federal, parte da Operação Lavo Jato, investigação da Polícia Federal que apura suspeitas de corrupção na Petrobras. Paulo Roberto Costa declarou ao fisco ter recebido, por meio da Costa Global, R$ 3.072.000 da Camargo Corrêa, sendo R$ 18 mil em 2012 e R$ 3.054.000 em 2013.

Documento da Receita Federal, parte da Operação Lavo Jato (Foto: Reprodução)

Procurada por ÉPOCA, a Camargo Corrêa negou participação em esquema de corrupção na Petrobras. “A construtora repudia as acusações contidas no referido depoimento (de Paulo Roberto). A contratação da Costa Global ocorreu após a saída do ex-executivo da empresa”.

Em documento enviado ao Ministério Público Federal, a Camargo Correa afirmou que Paulo Roberto foi contratado para prestar assessoria no setor de óleo e gás porque “é um dos maiores especialistas em mercado off-shore (que compreende a construção e operação de plataformas de petróleo, manutenção destas plataformas e todas as demais atividades relacionadas ao setor de óleo e gás em águas profundas)”. O contrato foi assinado em setembro de 2010 por R$ 72 mil. Em março de 2013, houve um aditivo no valor de R$ 3 milhões. Para o Ministério Público Federal, a Camargo Corrêa ainda não apresentou provas de “eventual prestação de serviços que justificasse repasses vultosos” à Costa Global de Paulo Roberto.

Em correspondência enviada à Justiça Federal na semana passada, o Ministério Público informa que o ex-diretor admite ter recebido propina da empreiteira (Foto: Reprodução)

Trecho do depoimento de Paulo Roberto à Justiça Federal no dia 8 de outubro:

Ministério Público Federal - Nós temos aqui uma planilha apreendida em seu escritório, supostos contratos da Costa Global. Ela menciona um contrato que seria assinado entre a Costa Global e a construtora Camargo Corrêa, no valor de R$ 100 mil por 30 meses. Esse contrato foi um contrato que visou o recebimento de propinas pelo senhor após a saída da diretoria de abastecimento?
Paulo Roberto - Sim, com exceção de uma consultoria que fiz à Camargo, que avaliei de R$ 100 mil, o restante é sim.

Ministério Público Federal - E desse valor de R$ 3 milhões, o senhor pode dizer se esse valor adveio de recursos recebidos pela Camargo Corrêa por obra da refinaria de Abreu e Lima (em Pernambuco)?
Paulo Roberto - Eu não posso garantir que seja só Abreu e Lima, Camargo Corrêa prestou serviço de várias obras da Petrobras. Eu não tenho como dar essa resposta porque essa informação eu não tenho.

Ministério Público Federal - Vou reformular a pergunta. Esse cálculo do percentual que era devido ao senhor depois que saiu da Diretoria de Abastecimento, ele foi efetuado com base em obras que ainda estavam em andamento, seria isso?
Paulo Roberto - É, vamos pegar o exemplo específico da Camargo Corrêa. A Camargo Corrêa estava executando serviço na Abreu e Lima. Quando saí da Petrobras, em 2012, a refinaria Abreu e Lima estava com cerca de 30% da obra realizado. 70% foi realizado depois de minha saída de lá. Obviamente depois que saí da Petrobras não houve nenhum aporte para mim de abril de 2012 para a frente em relação a coisas que estavam sendo realizadas daquela data para a frente. Esses depósitos são coisas que foram realizadas atrás. Então, são pendências não realizadas até 2012. Depois disso eu não era mais diretor, a Camargo Corrêa ou qualquer empresa não ia fazer nenhum repasse para mim se eu não era mais diretor. Repasses eram serviços realizados anteriores a 2012.

Ministério Público Federal - Esses R$ 3 milhões repassados pela Camargo Corrêa era relativo a pagamentos feitos antes de sua saída da diretoria de abastecimento e não feitos ao senhor?
Paulo Roberto - Perfeito.

Ministério Público Federal - O senhor sabe dizer se esse pagamento de R$ 3 milhões foi pago, até quando, integralmente?
Paulo Roberto - Já foi efeituado até o final. Até o final de 2013 tinha uma pendência, mas antes do fim de 2013 foi quitado.

Ministério Público Federal - Houve um adiantamento?
Paulo Roberto - Houve um adiantamento, perfeito.

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Fonte: Época

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A confusão dos trackings dos candidatos

Com a eleição praticamente empatada, sobram números contraditórios nas pesquisas eleitorais e nos trackings feitos pelos comitês dos candidatos. No final da tarde desta terça (21), um marqueteiro com acesso ao QG da campanha da presidente Dilma Rousseff foi informado de que o tracking petista registra empate dela com o presidenciável tucano Aécio Neves. O ministro das Relações Institucionais, Ricardo Berzoini, informou um colega de governo que seus trackings dão uma dianteira de três pontos para Dilma. Um levantamento encomendado pelo governo a um grande instituto de pesquisa de opinião registra Aécio na liderança e pelos mesmos três pontos. Qual é o número certo? Parece impossível saber.

FELIPE PATURY, jornalista, em Época

 

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BRF tem novo comando no Marketing.

Flávia assume marketing da companhia de alimentos

A partir da próxima semana, o marketing da BRF estará sob novo comando. Sylvia Leão, atual vice-presidente de marketing e inovação, está deixando a companhia. Em seu lugar ficará Flávia Faugéres, que até o começo deste ano era vice-presidente e executiva-chefe global de marketing do Burger King.

Sylvia, que estava na BRF há dois anos, conta que antes de decidir o novo rumo profissional vai passar um tempo em Boston fazendo um curso de gestão no MIT. “Foi uma decisão acertada com o Cláudio Galeazzi (que vai deixar a presidência da companhia no fim do ano). Nós que entramos juntos em 2012 achamos que esse seria um bom momento para fazer a mudança”, afirma. Antes de chegar a BRF, ela teve passagens por Walmart durante cinco anos como diretora comercial, e Grupo Pão de Açúcar, onde esteve por 13 anos e atuou como vice-presidente de gestão de gente.

Flávia permaneceu no comando global do marketing do Burger King por cerca de três anos, e antes foi consultora de marketing da própria marca para o processo de revisão de agência do anunciante (que culminou com a saída da conta da Crispin Porter + Bogusky após sete anos). A executiva também teve passagem pela Ambev.

Sylvia foi uma das sete Women to Watch da última edição brasileira em 2014. A premiação criada pelo Advertising Age é promovida por Meio & Mensagem no Brasil. Coincidentemente, Flávia foi uma das Women to Watch da edição americana em 2012.  

Fonte: Meio e Mensagem

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Grande ideia

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Microsoft vai matar a marca Nokia…boa ideia?

Microsoft Lumia vai substituir a marca Nokia (Reprodução)

Pouco mais de um ano após ser adquirida pela Microsoft por 5,44 bilhões de euros (US$ 7,2 bilhões), a divisão de dispositivos móveis da Nokia começa a sofrer mudanças realmente significativas que prometem moldar um novo caminho em sua história. E uma delas vai acabar com o nome da companhia finlandesa nos smartphones da fabricante, que deixará de usar “Nokia” para dar espaço ao “Microsoft Lumia”.

A informação foi veiculada às páginas da Nokia da França no Facebook e no Twitter, e confirmada pela Microsoft ao site The Verge. “Estamos prestes a nos tornar ‘Microsoft Lumia’”, comentou a finlandesa nas redes sociais. A empresa ainda disse que as alterações de nome da marca vão acontecer em todos os países onde os aparelhos da entidade são vendidos.

A estratégia da Microsoft já era esperada, uma vez que a companhia mudou uma série de elementos em seu catálogo de produtos que ainda carregavam a marca Nokia. Algumas das mudanças incluem aplicativos da Windows Phone Store, como o Treasure Tag e o App Social, além dos sites oficiais da finlandesa em alguns países, que já direcionam o usuário para a página da gigante norte-americana. Isso sem contar na criação da Microsoft Mobile, uma divisão específica que irá substituir a marca Nokia definitivamente nos próximos lançamentos de celulares da organização.

Mesmo após concluir, em abril deste ano, a transação bilionária que envolveu a compra da Nokia, a Microsoft continou usando o nome da finlandesa em produtos recentes, pelo menos até o mês passado. Na época, durante a feira de tecnologia IFA, em Berlim (Alemanha), a empresa lançou os Lumias 730 e 830, ambos ainda sob a batuta da Nokia e com o logo da companhia escrito na carcaça dos dispositivos. No entanto, estes podem ter sido os últimos gadgets a contar com esse detalhe.

Talvez os usuários mais saudosistas que já tiveram ou têm um aparelho da Nokia não gostem muito das mudanças que irão extinguir a marca. Por outro lado, esta é uma alteração necessária e com o objetivo de simplificar os smartphones da empresa, mesmo agora com outro nome. Inclusive, a Microsoft deixou até de usar “Windows Phone” para se referir ao seu sistema operacional móvel, se limitando apenas a noemá-lo “Windows”, mesmo antes do anúncio do Windows 10, que unirá as plataformas mobile e para PCs.

Em julho, a Microsoft confirmou a demissão de 18 mil funcionários ao redor do mundo, sendo que, dessa quantidade, 12,5 mil são da Nokia. Os demitidos serão informados com antecedência ao longo dos próximos seis meses, e a operação deve se completar entre o final deste ano e começo de 2015 – as demissões não devem afetar a unidade brasileira da empresa. O custo total da reestruturação será entre US$ 1,1 bilhão e US$ 1,6 bilhão durante os próximos quatro trimestres.

Via Canaltech

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COMENTÁRIO

Será que matar uma marca tão confiável e forte como Nokia é uma boa ideia?

A Microsoft deve saber o que faz, mas eu pensaria mais no assunto, pois a Nokia sempre foi uma marca percebida como de alta qualidade.

JJ

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Maiores empresas do Paraná serão homenageadas pela revista Amanhã.

A cerimônia de premiação das maiores empresas do Paraná ocorre na terça-feira (28/10), às 19 horas, na Federação das Indústrias do Estado do Paraná – FIEP (Av. Cândido de Abreu, 200). O evento, que faz parte do projeto 500 Maiores do Sul – Grandes & Líderes, realizado pelo Grupo AMANHÃ e PwC Brasil, irá homenagear as cem maiores empresas do Estado, os destaques setoriais e as líderes por indicadores. Presidentes e executivos com cargo de direção subirão ao palco para receber a homenagem por suas empresas e os presidentes terão um espaço para divulgar ao público uma frase que resume o pensamento da empresa.

O evento terá início às 19h, com um coquetel e espaço para network com os presidentes e diretores das empresas homenageadas. Em seguida, inicia a cerimônia de premiação. A previsão de término do evento é às 21h. Os ingressos custam R$ 60 e podem ser adquiridos pelo site: www.500maioresdosul.eventize.com.br, email rsvp@amanha.com.br ou telefone (51) 2101-0120.

Este é o terceiro evento de premiação do projeto 500 Maiores do Sul. O primeiro ocorreu em Porto Alegre (RS), no dia 30/9; depois foi a vez das maiores companhias catarinenses, em evento realizado no dia 7/10 em Joinville. Com o evento em Curitiba, completa-se as premiações das maiores empresas dos três estados do Sul. As fotos dos eventos realizados estão disponíveis em: www.amanha.com.br/galeria

Maior e mais completo ranking empresarial da Região Sul, 500 Maiores do Sul – Grandes&Líderes é realizado há 24 anos por AMANHÃ e PwC – referência global em auditoria, assessoria tributária e empresarial. Revela indicadores de mil empresas, apontando as 500 maiores e as 500 emergentes do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná, utilizando como única fonte os balanços oficiais publicados pelas companhias. A edição 2014 do projeto conta com patrocínio de Man Caminhões e ônibus, Petrobras e Santander.

 

CONFIRA

 

As 100 Maiores do Paraná

2013 2012 Nas 500 Grupo/Empresa
1        3 4 Copel e Controladas
2        2 5 HSBC Bank Brasil S/A
3        4 6 Renault do Brasil
4        6 7 Global Village Telecom S/A (GVT)
5        5 11 Klabin S/A
6        7 13 Coamo – Agroindustrial Cooperativa
7        8 14 ALL e Controladas
8      10 15 Itaipu Binacional
9      12 21 Sanepar – Cia. Saneamento do Paraná
10      11 23 Electrolux do Brasil e Controlada
11      13 27 C.Vale – Coop. Agroindustrial
12      18 32 Cálamo Distr. Produtos de Beleza
13      14 33 Grupo J. Malucelli
14      15 35 Us. Açúcar S. Terezinha
15      17 36 Positivo Informática S/A
16      22 37 Gazin Indústria e Com. de Móveis e Eletrodomésticos
17      21 39 Coop. Agroindustrial Lar
18      20 41 Cocamar – Cooperativa Agroindustrial
19      19 42 Cooperativa Agrária Agroindustrial – Cereais Central
20      25 47 Copacol – Coop. Agr. Consolata
21      34 48 Philco Eletrônicos S/A
22      24 50 Arauco do Brasil S/A
23      27 55 Belagrícola Com. e Rep. de Produtos Agrícolas
24      26 56 Cooperativa Agroindustrial Castrolanda
25      29 58 Cia. Créd. Fin. Inv. Renault do Brasil (RCI Brasil)
26      30 59 Berneck S/A Painéis e Serrados
27      31 62 Integrada Cooperativa Agroindustrial
28      35 66 Frimesa – Coop. Central
29      33 67 Batavo Coop. Agropec.
30      28 68 Banco CNH Capital
31      - 72 Coopavel – Coop. Agr. Cascavel
32      37 76 Companhia Providência
33      54 79 Construtora Triunfo S/A
34      47 84 Adama (Ex-Milênia Agrociências)
35      32 85 Agência de Fom. do Paraná
36      38 86 Cia. de Cimento Itambé
37      36 87 Companhia de Arrendamento Mercantil RCI Brasil
38      39 89 EPG Participações S/A (Grupo Plaenge)
39      48 95 Gonçalves & Tortola S/A (Frangos Canção)
40      40 96 C R Almeida S/A Eng. de Obras
41      46 97 Nortox S/A
42      42 98 Cohapar – Cia. de Habitação do Paraná
43      41 100 Cia. Sulamericana de Distrib. (Rede Cooper)
44      43 101 Arauco Forest Brasil S/A
45      49 105 Paraná Equipamentos e Contr.
46      65 106 Battistella Administração e Participações S/A
47      51 107 Mili S/A
48      58 108 Copagril – Coop. Agr. Mista Rondon
49      44 109 Arcelor Mittal Gonvarri Brasil
50      - 112 Cesbe Participações S/A
51      45 115 Florestal Vale do Corisco S/A
52      - 116 Inepar S/A Indústria e Construções
53      50 117 Assoc. Paran. Cultura (PUCPR)
54      - 122 Combrashop
55      56 123 WHB Fundição S/A
56      66 125 Coasul – Coop. Agroindustrial
57      52 127 Cia. Cacique de Café Solúvel e Contr.
58      55 129 Furukawa Ind. S/A Prod. Elétricos
59      57 143 GSM Adm. e Parts. S/A (Grupo Trombini)
60      67 144 Capal – Coop. Agroindustrial
61      68 145 Nórdica Veículos S/A
62      - 151 A. Yoshii Engenharia e Construções Ltda.
63      62 153 Potencial Petróleo Ltda
64      53 154 Banco Volvo (Brasil) S/A
65      64 155 Rodonorte
66      60 157 Ouro Verde Transportes e Locação S/A
67      61 158 Bematech S/A e Controladas
68      70 166 Prati, Donaduzzi & Cia. Ltda.
69      69 169 Stora Enso Ind. de Papel S/A
70      - 179 TCP Participações S/A
71      63 180 Brasilsat Ltda.
72      - 181 Servopa S/A
73      90 182 JJGC Ind. e Com. Mat. Dentários (Neodent)
74      71 184 Rodovia das Cataratas S/A
75      - 187 Peninsula International S/A
76      85 189 Noma do Brasil S/A
77      75 191 Rocha Top Terminais e Operadores Portuários S/A
78      76 195 Arauco Flor. Arapoti  S/A
79      80 196 Brafer Constr. Metálicas S/A
80      73 198 IBQ – Indústrias Químicas Ltda.
81      79 200 Romagnole Prod. Elétricos
82      74 203 Águia Participações S/A
83      - 207 Companhia Canadense de Investimentos em Energia S/A
84      - 215 Coop. Agroind. Bom Jesus
85      99 217 Rivesa – Ribeiro Veículos S/A
86      - 218 Morena Rosa Indústria e Comércio de Confecções S/A
87      - 220 Atlas Indústria de Eletrodomésticos Ltda.
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Propaganda no Facebook.

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Campanha da Africa Zero causa impacto.

Com apenas um ano de funcionamento, a Casa da Mulher, sede do Instituto Arte de Viver Bem (IAVB), que dá suporte às mulheres com câncer de mama, coloca no ar sua nova campanha publicitária. Criada pela Africa Zero, ela conta com a participação de personalidades como Paloma Bernardi, Barbara Paz, Carlos Casagrande, Adriane Galisteu, Seu Jorge e Carol Castro.
Com a assinatura “Quem tem peito ajuda”, os anúncios trazem as pesonalidades sem camisa e com a placa que leva assinatura da campanha em cima do peito. “Desde que tive o meu primeiro diagnóstico há dez anos, vi que as mulheres precisavam mais do que a medicina podia proporcionar. Elas merecem ter amor e carinho que, muitas vezes, não recebem em casa, por isto, abri este espaço para elas”, diz a fundadora da Casa da Mulher, Valéria Baraccat Gyy, que trava uma luta pessoal contra a doença.
Capitaneada pela Africa Zero, a campanha conta com a união de duas grandes editoras, nessa primeira fase, com a veiculação em oito títulos da Abril, quatro da Caras, na Elemídia, nos grandes portais, redes sociais, Utramídia – com painéis espalhados pelas estradas, além do hotsite (casadamulher.org.br). “A Casa da Mulher faz um trabalho fantástico que merece a atenção de todos. Ter criado essa campanha e ver tantas personalidades, veículos e profissionais mobilizados em captar recursos para uma causa tão importante nos enche de orgulho. Além de divulgar a Casa da Mulher, nosso grande objetivo é poder contribuir para que centenas de mulheres recebam o auxílio necessário para o tratamento”, comenta Rosi Ferreira, diretora de Relações Institucionais da Africa.
 Fonte: Adnews

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Casas Bahia faz mais de um milhão de entregas domiciliares por mês.

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Presente em 322 municípios e com receita bruta de R$ 24,9 bilhões em 2013, a Via Varejo acaba de contabilizar média de um milhão de entregas mensais no endereço de clientes da Casas Bahia e do Pontofrio. Poucas redes de comércio exibem tal marca. Diante do crescimento da demanda, no primeiro semestre a empresa investiu cerca de R$ 30 milhões em estrutura logística e tecnologia de informação. Este ano, a Via Varejo abriu 70 novas lojas no País.

Ricardo Boechat, jornalista, na IstoÉ

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Boa ideia: jogadores vão devolver dinheiro aos torcedores, por terem sido goleados.

Torcedores do Sunderland: 100 reais a menos de prejuízo pela goleada

Os 2.500 torcedores do Sunderland que viajaram para assistir à humilhante derrota por 8 a 0 para o Southampton não sairão de mãos vazias. Nesta terça-feira, os jogadores do clube inglês confirmaram que vão reembolsar os fãs que estiveram no St. Mary’s Stadium, na costa sul, distante pouco mais de 500 km de Sunderland, para acompanhar a partida do último sábado, pelo Campeonato Inglês.

Envergonhados, os jogadores vão devolver o dinheiro gasto pelos torcedores nas entradas da partida, 24 libras cada ingresso (cerca de 96 reais). Capitão do time, John O’Shea disse que o dinheiro sairá do bolso dos atletas. “Nós ganhamos e perdemos como um time, jogadores, comissão técnica e torcida, mas queríamos reconhecer e agradecer aos torcedores que viajaram um longo caminho para nos dar o apoio e ficaram conosco até o apito final.”

Os torcedores que não quiserem receber o dinheiro de volta terão a quantia destinada a instituições de caridade em Sunderland. Aqueles que quiserem o reembolso devem contactar o clube até o dia 5 de novembro. O Sunderland é o 17º colocado no Campeonato Inglês (oito pontos em oito jogos) e recebe o Arsenal no sábado.

Fonte: Veja (Com Estadão Condeúdo)

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